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Plástico pelo Mundo: Calçados de plástico, Mulheres que reciclam, Troca de plástico por arroz e muito mais!

Modelos de calçados feitos de garrafas de plástico

A Lavoro, marca que pertence à ICC – Indústrias e Comércio de Calçado, apresenta dois modelos de calçado profissional vegan e produzidos através de garrafas de plástico. O novo modelo da gama Space Oddity resulta de uma produção de economia circular, tendo uma elevada incorporação de materiais produzidos a partir da reciclagem de plástico PET, está disponível em azul e verde, inclusive em bota. Desenvolvido para a indústria ligeira e serviços, tem certificação vegan, mas também Oeko Tex, que garante a absoluta ausência de substâncias nocivas, tanto para o utilizador como para o meio ambiente.

A Lavoro tem já uma longa tradição de respeito pelo ambiente, que se materializa, por exemplo, na patente Clima Cork System, que prevê a inclusão de cortiça em palmilhas e solas. A marca apresenta calçado profissional para homem e mulher, para diversos sectores, desde a indústria, à construção, logística, transportes, manutenção, eletrônica, extração de minérios, saúde, exploração florestal e forças militarizadas.

Mulheres reciclam 1 tonelada de plástico com artesanato em Pernambuco

No Recife, em Pernambuco, uma cooperativa de artesanato formada só por mulheres conseguiu reciclar 1 tonelada de plástico em apenas um mês. São centenas de embalagens de shampoo, sabão, detergente e outros produtos do tipo que são retiradas do meio ambiente e transformadas em objetos úteis como lixeiras, cestas, porta-lápis, fruteiras, porta-pães e jarros.

O projeto Reciclagem Criativa é uma ação da Cooperativa Palha de Arroz, que é administrada por 18 mulheres de comunidades do Recife. Desde 2016, a cooperativa já trabalhava com a separação e tratamento de resíduos sólidos, mas foi só ano passado que as mulheres perceberam que poderiam unir a reciclagem com um aumento de renda por meio da venda de produtos.

Com o apoio do projeto municipal Recicla Mais, as mulheres recebem aulas técnicas para a produção dos objetos, e decidem juntas o que vão fazer. As mulheres, a maioria moradoras de comunidades na zona norte do Recife, conseguem atualmente produzir cerca de 200 produtos por mês, e retirar 1 tonelada de plástico do meio ambiente. As peças que produzem são vendidas por meio de uma loja online, com uma média de preço de R $15. Segundo a prefeitura da cidade, essa é uma forma de aliar a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente com a geração de renda e inclusão social.

Indonésio ajuda famílias e meio ambiente ao trocar plástico por arroz

O indonésio Janur Yasa sempre foi um entusiasta da sustentabilidade e do meio ambiente. Lançado há pouco mais de um ano, o Plastic Exchange, ou Plastic for Rice, oferece arroz às famílias de Bali em troca de plástico coletado. A escolha do arroz se deve ao fato do grão ser não só a base da alimentação no país, mas da cultura indonésia. A partir dessa troca, tem sido possível, conforme Yasa, colocar em prática os valores do seu povo: quem doa se torna alguém que recebe e vice-versa.

O projeto começou em maio, na aldeia onde Yasa nasceu e passou a infância, em Tabanan. Ele incentivou moradores a coletar e a separar plástico em suas casas, quintais e depois em áreas públicas, como ruas, arrozais, rios, praias e canais de água. Na primeira ação, foram retirados desses pontos, em um único vilarejo, mais de 1,6 tonelada de resíduos plásticos. A ação deu tão certo que se espalhou para outros locais em pouco tempo.

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