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Indústria de embalagens plásticas flexíveis ajuda a enfrentar o COVID-19 de forma positiva

Estudo feito pela Maxiquim mostra o grande desempenho das embalagens plásticas para o primeiro trimestre de 2020

Um estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), mostra que enquanto a produção de automóveis, eletrônicos, papel e celulose, registrou queda nos primeiros três meses do ano, os setores como alimentos, produtos de higiene e embalagens, tiveram desempenho positivo.

Os alimentos como arroz, feijão, macarrão e molhos, registraram alta de consumo, devido ao aumento do número de refeições preparadas em casa. Os itens de higiene pessoal, como sabonetes, também apresentaram um crescimento nas vendas no período analisado. “Isto justifica o desempenho das embalagens plásticas flexíveis no período, visto que estes são importantes mercados para o setor”, explica Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim, aponta crescimento de 1,6% na produção de embalagens plásticas flexíveis. O consumo aparente de embalagens flexíveis registrou alta de 1,3%. A resina mais utilizada, o PP) teve participação de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD, com 3,6%. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões.

Mani afirma “estes números são importantes para expor o potencial do setor e, principalmente, mostrar como o plástico, tem um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Neste período de pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos. Isso não significa que o grande desafio de nosso setor, a sustentabilidade, será deixada de lado”, destaca.

Segundo o presidente a pandemia contribuiu para que os consumidores entendam que é preciso confirmar de forma responsável. “Com a maior consciência da sociedade sobre a importância do plástico, poderemos abrir discussões conjuntas e chegar a soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto”.

Mani finaliza “mais do que nunca, o plástico provou que não é lixo, mas uma matéria-prima de grande valor”.

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