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Indústria catarinense deve gerar 2,7 mil empregos esse ano

Com aporte de R$ 1,6 bilhão em investimento, 28% menor do que o do ano passado, a indústria local prevê geração de empregos. O plano é continuar investindo até 2018 criando até 6 mil postos de trabalho

 

A indústria catarinense planeja investir R$ 2,7 bilhões entre os anos de 2016 e 2018. Para o ano atual, o valor previsto é de R$ 1,6 bilhão, o que representa um recuo de 28% sobre o realizado em 2015. Mesmo assim, o aporte de 2016 deve gerar 2,7 mil empregos.

Para 2016, os setores que projetam maiores investimentos são os de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (R$ 599 milhões), produtos alimentícios (R$ 469 milhões) e celulose e papel (R$ 213 milhões).

Além das 2,7 mil vagas de 2016, outras 3,3 mil estão programadas para 2017 e 2018, totalizando 6 mil novos postos durante o período avaliado. Desse total, 4 mil serão abertos em Santa Catarina e 2 mil fora do Estado. O segmento alimentar será responsável por 1,8 mil novas vagas e o de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicação revelou uma expectativa de geração de 1,5 mil empregos com os investimentos até 2018.

A conjuntura afetou o perfil dos investimentos, mostrando que os industriais estão buscando ajustar as operações de suas empresas melhorando a gestão. Houve redução nos percentuais das empresas que pretendem adquirir máquinas e equipamentos (de 63% para 48%), realizar atualização tecnológica (de 54% para 39%) e ampliar a capacidade produtiva (de 51% para 28%).

O estudo mostra que, no ano passado, o setor produtivo catarinense fez investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões. O valor ficou dentro do previsto para 43% das indústrias, enquanto 35% delas não realizaram a totalidade dos investimentos planejados para o ano. Outros 8% investiram em 2015 mais do que o previsto inicialmente. Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram realidade semelhante. Cerca de 42% das indústrias brasileiras investiram o previsto no ano passado, enquanto 46% fizeram aportes parciais, 8% cancelaram e 4% adiaram para 2016.

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