Fiesp faz parceria com fundo Finlandês e irá sediar a
primeira edição do Fórum Sul-Americano de Economia Circular que busca engajar a
sociedade para o tema
A Economia Circular tem o objetivo de
defender a criação de processos saudáveis na cadeia produtiva e de consumo.
Diferente do processo produtivo linear, o processo circular prioriza
transformar o lixo em insumo.
Com o foco de engajar e mostrar para a
sociedade o conceito de sustentabilidade, a Fiesp realiza no dia 31 de março de
2020, a partir das 9h, o primeiro Fórum Sul-Americano de Economia Circular, no
Edifício Sede da Fiesp, Avenida Paulista, 1313 em São Paulo.
Eduardo San Martin, presidente do COSEMA
(Conselho Superior de Meio Ambiente) da Fiesp, afirma “precisamos desenvolver
materiais seguros, compostáveis. Os bens e serviços de hoje serão os bens e
serviços do futuro. O dono desse movimento é o cidadão”.
O presidente ainda explica que o Fórum Sul-Americano,
é uma realização conjunta da Fiesp, por meio do Conselho Superior de Meio
Ambiente, do Departamento de Desenvolvimento Sustentável e do Senai, em
parceria com o SITRA (Fundo Finlandês de Inovação). “O objetivo do fórum é
discutir os fundamentos da Economia Circular, bem como, o quanto a adoção
desses princípios podem gerar novas oportunidades para a diversificação
economia, a criação de valor, geração de emprego e renda, trazendo inúmeros
benefícios para a sociedade”, destaca.
O processo da Economia Circular já é lei
e vale para alguns países da Europa. O processo trouxe diversos benefícios para
a economia, mostrando a importância do tema, além de servir de modelo para
outros países. “Os
governantes destes países já identificaram os benefícios que a adoção desses
princípios traz para a sociedade, estabelecendo inclusive planos de ação,
objetivos e metas como uma estratégia política de estado, para alavancar seu
desenvolvimento de forma mais sustentável”, argumenta Eduardo.
O objetivo do Fórum
é buscar o envolvimento de países Sul-Americanos, para avaliar a situação atual
do tema nos países da Europa e mostrar o potencial das ações para os países em
desenvolvimento. “O Fórum irá abrodar questões como o papel das lideranças
empresariais, o financiamento de soluções, capacitação e disseminação de boas
práticas. O Fórum irá trazer representantes de governos Sul-Americanos,
Europes, além do setor empresarial”, destaca Eduardo.
A ideia do evento é fazer referência do
funcionamento da natureza, uma coexistência da economia e da sociedade,
aplicando o conhecimento da inteligência dos sistemas naturais nos produtos,
processos e na indústria.
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