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Embalagens plásticas reduzem perda de alimentos

As embalagens plásticas cumprem uma função importante: proteger os alimentos de desperdício. Após o uso, a solução para evitar a poluição é investir em reciclagem e logística reversa.

 

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), se o desperdício de alimentos fosse um país, seria o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa, abaixo apenas de China e EUA. A perda ocorre em todo o ciclo de vida do alimento: na produção (quando a comida não escoada apodrece no campo), no transporte e até em casa (quando o prazo de validade vence). A FAO calcula que essas perdas atinjam 1,3 bilhão de toneladas, anualmente, a um valor de mercado de US$ 750 bilhões.

Contudo, ao investir em embalagens plásticas adequadas é possível reduzir, pelo menos, parte desse ciclo de perdas. A Plastics Europe estima uma queda de 30% dessas perdas com o uso de embalagens plásticas.

Essa porcentagem se torna ainda mais interessante quando calculada em cima do atual desperdício de cada tipo de alimentos. A FAO estima que, em média, 23% da carne produzida no mundo é perdida antes de ser consumida; no caso de laticínios, a taxa é de 16%; e no de grãos, fica em 14%.

Com a previsão de queda de 30% no desperdício por conta da embalagem plástica, calcula-se uma redução de 7% nas perdas de carne, 5% nas perdas de iogurtes e outros lacticínios e 4% nas perdas de arroz e grãos.

 

Preocupação com resíduos

A preocupação com a presença de resíduos de plástico na natureza ofusca uma importante contribuição que esse material oferece na forma de embalagens para conservar alimentos.

Para combater os resíduos, contudo, a indicação é investir em ciclos de reciclagem e logística reversa dentro das empresas. Além, é claro, de incentivos governamentais e de outras entidades.

O reaproveitamento do plástico unido ao benefício de preservar o alimento torna o uso de embalagens propício para a indústria alimentícia.

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