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Crescimento da Indústria de máquinas e equipamentos em fevereiro

O índice de crescimento de 7% é em relação a receita líquida, no que diz respeito ao volume de vendas, o ano de 2023 começa com uma queda de 30,9% em comparação com 2010 a 2013

Com 7% de crescimento na receita líquida em fevereiro, em comparação a janeiro, a indústria de máquinas e equipamentos do Brasil registrou um começo de ano positivo na receita. O relatório da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq),  aponta que o levantamento totalizou R$ 21,766 bilhões com esse crescimento.

No entanto, no mês do crescimento, ocorreu uma nova queda de 7,8% em comparação com o mesmo mês em 2022. Assim, marcando a nona queda consecutiva nesse tipo de análise. 

No primeiro bimestre do ano, o setor registrou um recuo de 7,1%. Em comparação com 2010 a 2013, o ano de 2023 começa com uma queda de 30,9% no volume de vendas.

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Ainda conforme relatório, no primeiro bimestre, as exportações mostram que mais uma vez o setor superou o valor de US$ 1 bilhão. 

Por outro lado, o levantamento mostrou que as importações de máquinas e equipamentos começaram o ano em queda em relação ao mês anterior, após um aumento expressivo, principalmente no final de 2022. 

Já os dados de desempenho, comparado a janeiro de 2023, mostram que houve uma queda de 11,9%. 

Assim, as importações de máquinas e equipamentos para o Brasil totalizaram US$ 1,8 bilhão, um valor 4,2% menor em relação ao mesmo mês de 2022. 

Mesmo com essa queda pontual, houve um aumento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

De forma geral, também é possível observar, pelo lado das importações, uma desaceleração nos investimentos em máquinas e equipamentos neste início de ano.

a indústria de máquinas e equipamentos

Saldo positivo na construção civil

Na construção civil, setor diretamente ligado ao de máquinas e equipamentos, a avaliação para 2023 é positiva. 

Isso porque, de acordo com o informativo da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o setor da indústria da construção prevê um crescimento de 2,5% em 2023. 

O informativo analisa tanto o atual ciclo de negócios do mercado imobiliário, que indica forte demanda por moradias, quanto o crescimento consistente do mercado nos últimos dois anos.

O relatório também destaca que nos últimos dois últimos anos, o setor da construção civil teve um avanço de 17,7%, em comparação com os 8,2% de crescimento da economia nacional. 

Somente nos 12 meses encerrados em setembro de 2022, a construção registrou um crescimento de 8,8%.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos Trans Obra, afirma que a indústria brasileira de máquinas e equipamentos pode suprir a demanda por esses recursos especificamente na modalidade de locação de equipamentos.

Bem como, ajudar o mercado a cobrir qualquer falta de peças e estruturas menores, no caso do aluguel de andaimes e pequenas máquinas para construção civil, diante da retomada do setor após o período da pandemia. 

Valente destaca que: “Todo setor de locação de máquinas e equipamentos espera por um crescimento para aumentar os resultados no negócio, diante dos dados e estudos que acompanhamos desde as previsões do ano anterior”. 

O diretor ainda afirma que o momento é de estar preparado. Já que a construção civil e a indústria de máquinas e equipamentos poderão ser impulsionadores de receita e resultados positivos para diversas empresas no Brasil.

Setor de aluguel e venda de máquinas

A princípio, o setor de aluguel e venda de máquinas e equipamentos para construção civil também está otimista para 2023. 

Como prova, o estudo realizado pela Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração) revelou que o setor de aluguel e venda de equipamentos para construção civil está passando por um momento de retomada e crescimento, com perspectivas de aumento nas vendas em 2023. 

O 17º Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção estima que as vendas no próximo ano terão um incremento de aproximadamente 4%.

Isto é, tanto para o segmento de máquinas da linha amarela quanto para o setor como um todo.

Além disso, o estudo destaca que a capacidade de faturamento desse segmento é estimada em cerca de R$ 21 bilhões por ano. O que representa 0,26% do PIB.

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