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[COVID-19]: Programa Pró-Brasil ressalta a recuperação da economia

Em live, vice-presidente da República Hamilton Mourão fala do futuro da indústria devido ao novo coronavírus

O webinar realizado pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equiapmentos) trouxe a participação de Hamilton Mourão, vice-presidente da República, João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ, José Velloso, presidente executivo da associação, e Hernane Cauduro, coordenador do GT – Ação Política da entidade.  

A grande tarefa atual do governo é serenar os ânimos, superar a pandemia harmonizando as três curvas: da doença, da queda do PIB e do desemprego. Segundo as secretarias de Saúde, até o momento existem 742.084 casos do novo coronavírus. “Eu acho que é a hora do Brasil se apresentar como um parceiro confiável que pode receber esses novos investimentos para as grandes potências, como Estados Unidos e a China, uma vez que nós temos capacidade de sobra não apenas em termos de pessoas capacitadas, mas também, de oportunidades para absorver a demanda”, afirmou Hamilton Mourão, vice-presidente da República.

Outro tema debatido com Mourão foi o programa Pró-Brasil. “O que o governo está olhando nesse momento é o Pró-Brasil, que é a busca da sinergia entre o setor público e o privado. O programa está sendo ‘consertado’ sob a orientação da Casa Civil com a participação de todos os ministérios e com a visão de estar pronto, ou seja, ter um planejamento exequível, obviamente, a partir do final de agosto ou início de setembro, é quando esperamos a retomada de uma atividade mais ou menos normal aqui o Brasil”, destacou.

Para o vice-presidente da República, o Pró-Brasil tem uma visão de medidas para até 2030 pensando, principalmente, trazer os melhores projetos a fim de gerar emprego e aumentar a renda para a massa de brasileiros que está fora do mercado. “O olhar que está sendo colocado no governo é exatamente de unir os esforços e nesse sentido o nosso papel tem que ser mais como indutor do crescimento, facilitador do desenvolvimento, criador de um ambiente de negócios amigável e não um ambiente que seja hostil a quem quer investir e produzir no Brasil”.

José Velloso afirmou que como todos sabemos, para o Brasil voltar a crescer a uma taxa de 4% ao ano, teria que ter investimentos da ordem de 25% do PIB ao ano, sendo que nos últimos anos investimos apenas 15%. “Considerando a infraestrutura, seriam necessários investimentos de cerca de R$ 10 trilhões pelos próximos 20 anos para sua expansão. Hoje, aproximadamente, metade da população brasileira não possui serviço de esgoto sanitário e 40 milhões não tem água tratada com rede de abastecimento. Existem quase 40 mil obras paradas que precisam ser retomadas, sem isso, a economia não voltará a crescer”, explica.

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