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Companhia figura com projetos brasileiros em ranking do Prêmios Latino América Verde 2021

Dois projetos brasileiros da Dow estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina

A Dow é reconhecida no ranking de empresas que desenvolvem os projetos mais relevantes em sustentabilidade na América Latina. Trata-se da seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado o mais importante da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis.

A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energypara o consumo de energia solar em Aratu-Bahia.

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome, foi criado para dinamizar a economia verde e dar visibilidade às iniciativas regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) da ONU.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. 

Matias Campodonico, diretor de relações institucionais e sustentabilidade para a América Latina da Dow afirma “esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular ao mesmo passo em que potencializa nosso esforço como diferencial competitivo, cada vez mais valorizado por clientes”.

O projeto brasileiro selecionado entre os ranqueados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032, no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil, mas em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com alto padrão de tecnologia empregada e qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reunir cinco cooperativas de catadores.

Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37% assim como a renda per capita em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com alto impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro ranqueado na categoria energia/energia limpa.  Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural).

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil.

O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê o que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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