Plantas industriais sob medida: a solução de tecnologia e engenharia da JRK
A planta industrial surgiu como solução às necessidades de melhorias na produção industrial e para as demandas por bens manufaturados. Este advento trouxe consigo transformações no desenvolvimento de novos materiais, hoje, em um contexto cada vez mais tecnológico, as plantas industriais precisam seguir as exigências específicas de cada produção. Nesse cenário, então, a JRK Soluções desenvolve plantas industriais alinhadas à prática real da operação industrial.
Com a evolução da indústria, a JRK também fortaleceu suas produções com equipamentos completos que atendem linhas de ração, reciclagem e outras áreas industriais. Para isso, a empresa conta com engenharia aplicada, fabricação própria e foco na confiabilidade operacional.
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Mesmo diante da complexidade de elaborar um bom projeto e garantir a operação contínua da planta industrial, a JRK assume o compromisso de integrar segurança, eficiência, qualidade e sustentabilidade em todas as etapas.
A engenharia aplicada nas plantas da JRK
Diante disso, a empresa foca na produção de plantas industriais que começa muito antes da fabricação dos equipamentos. Isso porque a JRK não fabrica somente as instalações, mas cria os meios necessários para um processo de fabricação integrado e funcional.
Para isso, a empresa explica: “Projetamos e fabricamos equipamentos industriais com alto padrão de qualidade, focados em robustez construtiva, precisão e desempenho contínuo.”
Assim, graças a esta estrutura, a JRK articula equipamentos e sistemas diretamente ligados à atividade industrial e sustenta a produção de bens e serviços em larga escala. Ou seja, desenvolve cada planta considerando as particularidades do processo produtivo, o que permite reduzir interferências operacionais e ampliar a estabilidade da operação ao longo do tempo.
Dessa forma, ao projetar uma planta industrial, os profissionais aplicam conhecimento técnico e experiência operacional para, consequentemente, desenvolver espaços mais eficientes e alinhados à melhoria dos processos internos.
JRK desenvolve plantas industriais para diferentes àreas
Plantas industriais para reciclagem de plásticos
Quando se fala de plantas de reciclagem, a JRK pondera a alta capacidade de adaptação, pois o setor também lida com matérias-primas heterogêneas, variações de contaminação e diferentes características físicas dos plásticos flexíveis e rígidos.
Sendo assim, o layout precisa favorecer o fluxo contínuo do material, reduzir perdas e manter estabilidade operacional mesmo em condições variáveis.
Nesse sentido, a JRK desenvolve soluções industriais completas a partir de projetos ajustados à realidade de cada planta. A empresa fabrica plantas industriais robustas, com equipamentos dimensionados para suportar ciclos prolongados de trabalho e volumes variáveis de entrada.
Ao integrar engenharia e fabricação, a JRK estrutura plantas capazes de manter estabilidade produtiva mesmo diante das particularidades do processamento de materiais reciclados.
Plantas industriais para fábricas de ração
As fábricas de ração exigem controle preciso das etapas produtivas, organização clara do layout e sincronização entre sistemas de dosagem, mistura e transporte de insumos. Afinal, a diversidade de matérias-primas e a repetibilidade das formulações tornam o planejamento da planta um fator central para o funcionamento diário da unidade.
A JRK atua nesse segmento com engenharia própria e equipamentos projetados para uso contínuo em ambientes industriais exigentes.
Assim, a empresa desenvolve plantas completas, estruturadas para sustentar altos volumes de produção sem comprometer a regularidade do processo. Dessa forma, o projeto favorece a padronização do produto final e a estabilidade da rotina industrial.
Plantas industriais sob medida para diferentes segmentos
Já as plantas industriais destinadas a múltiplos segmentos demandam soluções específicas, alinhadas às características de cada processo produtivo. Nesse tipo de projeto, a flexibilidade de concepção e a integração entre etapas tornam-se decisivas para o funcionamento da planta como um todo.
A JRK também desenvolve linhas industriais sob medida, conectando engenharia e fabricação em projetos ajustados às exigências técnicas de cada aplicação. A empresa adapta layout, equipamentos e fluxos produtivos conforme o processo envolvido. Com isso, resultando em plantas industriais coerentes com a realidade do cliente e preparadas para sustentar operações contínuas e organizadas.
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Governo federal anuncia R$ 3,3 bi em recursos para indústria nacional
A Financiadora de Estudos e Projetos e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação anunciou o lançamento de 13 editais com recursos não reembolsáveis que somam R$ 3,3 bilhões. A medida busca estimular projetos alinhados à Nova Indústria Brasil, com foco em setores considerados estratégicos para o país.
O segmento de transição energética concentrará o maior volume de recursos, com R$ 500 milhões destinados a propostas voltadas ao avanço dessa área. Ao mesmo tempo, a iniciativa pretende fortalecer a produção nacional e reduzir a dependência externa em áreas sensíveis da economia.
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Com isso, os editais passam a ocupar papel central na estratégia federal de estímulo à atividade produtiva. Assim, o governo aposta na articulação entre empresas e instituições científicas para ampliar a geração de empregos e renda em diferentes regiões do país.
Transição energética lidera distribuição de recursos públicos
Entre os setores contemplados, a transição energética receberá a maior fatia dos recursos anunciados. Nesse sentido, o montante de R$ 500 milhões coloca o segmento no centro da estratégia governamental para os próximos anos. A proposta mira soluções voltadas à sustentabilidade e à redução de impactos ambientais.
Na sequência, Cadeias Agroindustriais, Saúde, Tecnologias Digitais, Base Industrial de Defesa e a Chamada Regional contarão com R$ 300 milhões cada em subvenção econômica. Já o setor de Transformação Mineral receberá R$ 200 milhões, enquanto Economia Circular e Cidades Sustentáveis terão R$ 150 milhões.
Além disso, Mobilidade Sustentável contará com R$ 120 milhões, Semicondutores com R$ 100 milhões e Desafios Tecnológicos com R$ 210 milhões. Desse total, R$ 60 milhões se destinam a um edital para trator voltado à agricultura familiar, enquanto R$ 150 milhões financiarão projetos ligados ao eletrolisador nacional.
Dessa forma, a distribuição dos recursos cobre um amplo conjunto de áreas, reforçando a intenção de diversificar os investimentos públicos.
Editais miram sustentabilidade e menor dependência externa
Os editais lançados miram a reindustrialização de setores considerados estratégicos. Para isso, a proposta destaca a sustentabilidade, a autonomia tecnológica e a redução da dependência externa como eixos centrais. Com tal direcionamento, o governo busca reposicionar a produção nacional em cadeias globais.
A iniciativa pretende estimular a geração de empregos e renda. Assim, os projetos selecionados deverão apresentar impactos econômicos e sociais mensuráveis ao longo de sua execução.
Enquanto isso, a exigência de parcerias com Instituições Científicas e Tecnológicas reforça a integração entre o setor produtivo e o ambiente acadêmico. Portanto, os editais incentivam a cooperação como parte do modelo de financiamento público.
Podem participar dos editais empresas brasileiras com fins lucrativos, sediadas no país e regularmente constituídas. O objeto social da empresa precisa manter relação direta com o projeto apresentado. As propostas podem ocorrer de forma individual ou em parceria entre empresas.
No entanto, a participação de Instituições Científicas e Tecnológicas como parceiras aparece como obrigatória em todas as chamadas. Em contrapartida, pessoas físicas, MEI, empresários individuais e entidades sem fins lucrativos não podem se inscrever.
Cada empresa pode participar de até duas propostas, desde que respeite os limites estabelecidos em cada edital. Assim, o modelo busca ampliar o alcance dos recursos sem concentrar os aportes em poucos participantes.
Envio das propostas ocorre exclusivamente pela plataforma da Finep
As empresas interessadas devem submeter suas propostas exclusivamente pela plataforma da Finep. Para isso, precisam realizar cadastro prévio, preencher o formulário online e anexar toda a documentação exigida. Além disso, o processo requer o envio de um vídeo de apresentação com duração máxima de 10 minutos.
É obrigatória a apresentação de contrapartida financeira, conforme previsto em cada edital. Dessa maneira, o modelo busca compartilhar os riscos entre o setor público e o privado.
O cumprimento rigoroso das etapas aparece como fator decisivo para a validação das propostas. Portanto, empresas interessadas precisam observar atentamente os prazos e exigências formais.
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Por que investir em reciclagem se tornou estratégico para empresas?
Investir em reciclagem passou a ocupar um espaço estratégico nas decisões de indústrias e empresas que buscam ampliar resultados financeiros enquanto reforçam compromissos sociais e ambientais. O tema ganhou visibilidade crescente e passou a influenciar tanto a gestão de custos quanto o posicionamento institucional das organizações.
Ao mesmo tempo, o avanço das discussões sobre sustentabilidade reposicionou a reciclagem como um fator diretamente ligado à rentabilidade. Isso porque, empresas passaram a enxergar os resíduos não mais como passivos, mas como ativos com potencial econômico. Em razão disso, o investimento no setor deixou de ser visto como um gasto e passou a integrar estratégias de expansão do negócio.
Apesar da percepção comum, investir em reciclagem não significa transformar uma indústria em uma recicladora. Nesse sentido, diferentes caminhos permitem a inserção do tema na rotina empresarial sem rupturas estruturais. A empresa pode, por exemplo, direcionar recursos para a criação de produtos que utilizem materiais reciclados ou estabelecer parcerias com recicladores especializados.
Enquanto isso, a venda ou a disponibilização de resíduos plásticos abre novas possibilidades de relacionamento com o mercado e com a cadeia de reciclagem. Assim, a indústria mantém seu foco principal e, ao mesmo tempo, passa a integrar um ecossistema mais amplo de reaproveitamento de materiais.
Além disso, esse movimento fortalece a lógica da economia circular, uma vez que o resíduo volta a ter valor comercial. Por essa razão, a reciclagem se insere como uma alternativa viável para empresas de diferentes portes e segmentos.
Setor da reciclagem ganha relevância na economia brasileira
Embora o Brasil ainda enfrente desafios importantes, a reciclagem já ocupa papel relevante na economia nacional. Isso porque o setor gera impactos positivos no campo ambiental e social, ao mesmo tempo em que movimenta cadeias produtivas inteiras. Para se ter uma ideia, as embalagens PET ocupam o segundo lugar entre os materiais mais reciclados do país, ficando atrás apenas das latas de alumínio.
Nesse cenário, o aumento da procura por materiais ecologicamente corretos impulsiona o crescimento do setor. Consequentemente, consumidores e empresas passaram a buscar produtos reciclados como forma de reforçar compromissos sustentáveis e atender a novas exigências do mercado.
Assim, a reciclagem deixou de ser uma atividade periférica e passou a ocupar posição de destaque dentro da economia circular, com reflexos diretos na geração de renda e na formalização de cadeias produtivas.
Reaproveitamento de resíduos impacta custos empresariais
A diminuição de despesas aparece como um dos principais efeitos do investimento em reciclagem. Dessa forma, tanto empresas que reciclam quanto aquelas que adquirem materiais reciclados conseguem reduzir gastos com matérias-primas. Como resultado, o reaproveitamento de resíduos se transforma em um benefício compartilhado ao longo da cadeia.
Ao mesmo tempo, o uso de materiais reciclados viabiliza a criação de novos produtos com apelo sustentável. Sendo assim, a reciclagem abre espaço para novas frentes de negócio e amplia as possibilidades comerciais das empresas que adotam essa estratégia.
Enquanto isso, a legislação exerce papel relevante nesse movimento. Isso porque as normas incentivam o uso de materiais reciclados e atribuem responsabilidade às empresas pela destinação correta dos resíduos. Portanto, o ambiente regulatório favorece quem decide incorporar a reciclagem como mais um braço do negócio.
Reciclagem conecta empresas e inclusão social
Empresas que investem em reciclagem, recuperação ou reuso de resíduos ocupam uma posição de destaque no mercado. Afinal, esse tipo de atuação reflete uma postura alinhada às demandas sociais e ambientais contemporâneas. Assim, o investimento em reciclagem influencia diretamente a imagem institucional da empresa.
Os impactos, contudo, vão além do mercado. De modo que legislações e iniciativas empresariais passaram a favorecer cooperativas e associações de catadores. Como consequência, essas ações estimulam a geração de empregos e contribuem para melhores condições de trabalho.
Portanto, a reciclagem conecta interesses econômicos a benefícios sociais, criando uma relação direta entre atividade empresarial e transformação coletiva.
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O que são os plásticos do tipo 7 e quais fatores limitam seu reaproveitamento
Os plásticos classificados como tipo 7 integram um grupo visto como um dos mais complexos para a reciclagem. Diferentemente de outros códigos, essa categoria reúne materiais com composições distintas e comportamentos incompatíveis entre si. Como resultado, cooperativas e recicladores enfrentam entraves técnicos e financeiros que afastam esse resíduo das rotas tradicionais de reaproveitamento.
Nesse contexto, o Grupo 7 não representa um polímero único. Ele funciona como um agrupamento genérico destinado a tudo o que não se enquadra nos códigos de 1 a 6. Por essa razão, a reciclagem desse tipo de plástico ocorre de forma esporádica e limitada a iniciativas muito específicas.
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O grupo, também identificado como “outros”, inclui misturas de resinas, materiais especiais e estruturas plásticas mais complexas. Frequentemente, fabricantes combinam dois ou mais polímeros para alcançar propriedades como rigidez, transparência ou barreira a gases. Esse tipo de escolha atende a demandas de conservação e proteção de produtos. Ainda assim, ela cria obstáculos relevantes após o descarte.
Entre os exemplos mais comuns aparecem o policarbonato, o acrílico e os bioplásticos. Além deles, surgem embalagens multicamadas formadas por lâminas finas de plásticos distintos. Cada camada exerce uma função específica, como proteção contra luz, umidade ou oxigênio. Essa arquitetura prolonga a vida útil de alimentos e medicamentos. Contudo, ela dificulta o reaproveitamento do material.
Além disso, o código 7 pode identificar itens que misturam plástico com outros componentes. Cápsulas de café que combinam plástico e alumínio, assim como frascos com partes de borracha ou silicone, entram nessa lista. Essa diversidade amplia os desafios de separação e tratamento do resíduo.
Da coleta ao mercado, entraves limitam o reaproveitamento
A reciclagem dos plásticos do tipo 7 encontra dificuldades em praticamente todas as etapas. Primeiramente, cooperativas costumam evitar esse material, já que ele surge em volumes reduzidos e formatos muito variados. Dessa forma, o esforço de triagem não gera retorno financeiro compatível.
Outro ponto crítico envolve a composição. Muitos itens do Grupo 7 apresentam camadas múltiplas ou misturas complexas de polímeros. Para reaproveitar esse resíduo, seria necessário separar cada componente. Tal procedimento exige tecnologia cara e altamente especializada, inexistente em escala ampla no Brasil e em diversos países.
Além disso, o mercado comprador permanece restrito. Indústrias transformadoras priorizam materiais com composição conhecida e previsível. Assim, recicladores encontram poucos interessados no produto resultante do tipo 7. Sem demanda consistente, empresas optam pelo descarte, geralmente em aterros sanitários ou processos de incineração.
Também pesa a falta de padronização. Como o Grupo 7 reúne várias resinas diferentes, o comportamento do material durante a fusão e o reprocessamento muda de um lote para outro. Essa variação eleva o risco de falhas em máquinas e compromete a qualidade do material obtido.
Enquanto isso, especialistas e entidades ambientais tratam o tipo 7 como um dos principais gargalos do sistema atual de reciclagem. A dificuldade não se limita à tecnologia disponível. Ela envolve decisões de projeto, escolhas de materiais e a lógica de mercado que rege a cadeia do plástico.
Identificação, alternativas e o papel dos demais códigos
Os plásticos do tipo 7 exibem o símbolo de três setas em forma de triângulo, com o número 7 no centro. Logo abaixo, geralmente aparece a palavra “other” ou “outros”. Essa identificação informa que o material não pertence às categorias PET, PEAD, PVC, PEBD, PP ou PS.
Apesar das limitações, algumas iniciativas buscam reaproveitar parte desse grupo. Projetos pontuais utilizam resíduos do tipo 7 na produção de madeira plástica, placas e artefatos de menor valor agregado. Ainda assim, essas aplicações representam uma fração reduzida diante do volume descartado diariamente.
Diante desse cenário, orientações ambientais reforçam a necessidade de reduzir o uso de embalagens classificadas como tipo 7. Estratégias incluem a escolha de produtos com informações claras sobre reciclabilidade e a preferência por embalagens feitas com plásticos mais simples. Outra ação envolve a pressão sobre empresas para revisar projetos e optar por materiais compatíveis com a reciclagem em larga escala.
Paralelamente, o debate sobre novas rotas tecnológicas ganha espaço. A reciclagem química surge como alternativa para tratar misturas complexas, inclusive do Grupo 7. No entanto, esses métodos ainda enfrentam barreiras relacionadas a custo, escala e impactos ambientais.
Para compreender melhor esse desafio, vale observar os demais códigos: Tipo 1 – PET; Tipo 2 – PEAD; Tipo 3 – PVC; Tipo 4 – PEBD; Tipo 5 – PP; Tipo 6 – PS; e Tipo 7 – Outros. Essas classificações orientam a triagem e o destino de cada resina. Mesmo assim, o Grupo 7 permanece como um dos pontos mais críticos do sistema atual.
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Carnaval sustentável, futebol de plástico e cadeiras de plásticos reciclados
Carnaval em Belém incentiva a sustentabilidade
Tanto em Belém quanto no interior do Pará, blocos tradicionais do carnaval têm buscado adotar práticas sustentáveis para cooperar com a circularidade. Entre as ações destacam-se o reuso de materiais, como o plástico, destinação correta de resíduos e atos de conscientização para as comunidades.
Nesse sentido, a engenheira de floresta, Luciana di Paula, explica que a ideia principal é transformar o carnaval em um evento “circular”. Isso porque o modelo irá favorecer o reuso e evitará o descarte irregular.
Em relação aos blocos e eventos, a ação visa organizá-los sem elevar custos, afirma di Paula. Assim, os foliões e as organizações devem, em conjunto, fazer a destinação correta.
Um exemplo disso, é a escola de samba Bole-Bole, sediada no bairro do Guamá, que durante os preparativos para o Carnaval de Belém 2026, adotou práticas conscientes na confecção de fantasias e adereços.
Diante disso, a diretora da Bole-Bole, Mônica Costa comenta que a preocupação com a sustentabilidade se intensificou a partir de 2023, quando a ESA (Escolas de Samba Associadas), liga das escolas de samba de Belém, propôs o tema como reflexão dentro das agremiações.
Assim, ela explica: “Começamos reaproveitando resíduos de tecido para confeccionar travesseiros que foram doados à comunidade. No Carnaval de 2025, passamos a reutilizar sobras de tecidos da primeira ala para confeccionar os girassóis da ala das baianas, que antes seriam feitos com EVA e termoplástico.”
Professor desenvolve novo tipo de futebol para reciclar plásticos
O futebol é um esporte mundialmente conhecido, seus impactos também, e pensando nisso, Solaja Mayowa Oludele, professor da Universidade Olabisi Onabanjo, da Nigéria decidiu unir futebol e sustentabilidade. Em 2023, ele criou o EcoBall, um tipo de esporte que não busca gols, mas visa dar nova vida a resíduos plásticos.
No artigo no The Conversation, Oludele comenta: “EcoBall reinventa o futebol como uma disciplina de treinamento para a gestão ambiental. Em vez de apenas buscar gols, as equipes competem para coletar, separar e reutilizar criativamente resíduos plásticos.
O jogo, por sua vez, acontece da seguinte forma:os participantes do jogo utilizam uma bola de verdade feita de sacolas plásticas recicladas e trançadas firmemente, isto é, a própria EcoBall. Enquanto isso, duas ou mais equipes competem em três zonas de aprendizado cronometradas, combinando atividades físicas com tarefas ambientais.
Ordenado nas seguintes zonas:
Zona de coleta: a bola fica no centro do campo e as equipes disputam passes e dribles enquanto recolhem plásticos da área e os colocam em sacos ou redes laterais. A pontuação considera quantidade e variedade do material coletado.
Zona de triagem: os jogadores separam corretamente os plásticos por tipo. A classificação correta gera pontos extras, que se somam aos gols e ao volume ou peso do lixo recolhido.
Zona criativa: ao final, os materiais são destinados à reciclagem ou reutilização. Com parte deles, as equipes criam novos objetos, avaliados pela criatividade, utilidade e trabalho coletivo.
Ainda, Oludele explica: “Os participantes também participam de breves sessões de reflexão ou educativas para discutir a poluição plástica, hábitos sustentáveis e responsabilidade coletivo. Assim, o campeão não é apenas o mais rápido, mas também a equipe com maior impacto ambiental positivo.”
Até então, diversas escolas e clubes testaram o jogo em todo o estado de Ogun, na Nigéria, para determinar em que medida aprimora a conscientização ambiental. Bem como a cooperação e a participação proativa na remoção do resíduo plástico.
Tramontina cria cadeira de plásticos reciclado recolhido das praias
Em 2025, a Tramontina alcançou a marca de 1.000 toneladas de plástico reciclado, o recolhimento dos materiais resultou no lançamento da marca: a cadeira Marina, um modelo que utiliza plásticos retirados de áreas irregulares, como as litorâneas.
O desenvolvimento integra a linha Oceano +Clean, e para seu desenvolvimento contou com material coletado em mutirões de ONGs parceiras da empresa, como a Eco Local Brasil. Mas, além de contar com resíduos recolhidos, a cadeira também conta com polipropileno e fibra de vidro.
De acordo com a Tramontina, a cadeira suporta até 154 kg e todo o plástico reciclado utilizado tem origem 100% rastreável.
Nesse sentido, Igor Arregui, diretor da Tramontina, ressalta: “A Cadeira Marina traz para a linha Oceano +Clean uma proposta mais acessível, sem abrir mão da qualidade e do propósito sustentável que nos orienta. É um produto que populariza o acesso ao design responsável.”
Além disso, a marca também possui outras frentes e iniciativas sustentáveis. Como a linha ECO, produzida com polipropileno reciclado, e a Circular Economy, feita com PCR (resinas pós-consumo).
E ainda, todas fazem parte da plataforma Tramontina Transforma, que reúne ações de sustentabilidade, reflorestamento, gestão ambiental e inovação em materiais.
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Reciclagem de plásticos cresce e movimenta bilhões no Brasil
A reciclagem de plásticos avançou de forma consistente no Brasil e registra novos marcos em 2024. A reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo superou 1,01 milhão de toneladas ao longo do ano, movimentando R$ 4 bilhões em faturamento bruto. O parque instalado destinado à reciclagem atingiu 2,43 milhões de toneladas, sinalizando espaço para expansão do setor nos próximos ciclos produtivos.
Segundo dados do levantamento do Movimento Plástico Transforma, parceiro da Rede pela Circularidade do Plástico, apontam que o volume reciclado reflete a maturidade da cadeia nacional. Dessa forma, o país transforma materiais já utilizados em novos insumos produtivos, enquanto impulsiona valor econômico em diferentes etapas do sistema. O resultado reforça o papel do plástico dentro de um modelo produtivo alinhado à circularidade.
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Enquanto isso, a estrutura produtiva sustenta esse avanço com uma base organizada e integrada. Assim, o cenário revela a versatilidade do plástico frente às demandas atuais de sustentabilidade, inovação e competitividade, sem romper com a lógica econômica vigente.
Nesse sentido, Juliana Seidel, líder do Eixo de Design da Rede pela Circularidade do Plástico, destaca: “A circularidade começa ainda na concepção dos produtos, incluindo embalagens. Quando o design considera desde o início a reciclabilidade, a escolha de materiais e a integração com a cadeia, todo o sistema ganha eficiência”. Em seguida, ela reforça: “Os dados de 2024 mostram que o Brasil avança evidenciando a conexão entre design, indústria e reciclagem.”
Diversidade de materiais fortalece a circularidade do plástico
A variedade de materiais reciclados exerce papel central nesse avanço. Nesse movimento, polímeros como PET, PEAD, PEBD/PELBD e PP concentram a maior parte da produção de resina reciclada pós-consumo no Brasil. Desse modo, a ampla utilização desses materiais em diferentes cadeias produtivas amplia o alcance da circularidade.
Ao mesmo tempo, outros tipos de plásticos seguem em trajetória de crescimento. Assim, novas aplicações industriais surgem, enquanto a cadeia expande sua presença em segmentos variados. Esse cenário reforça a adaptação do plástico reciclado a múltiplos usos, acompanhando transformações no mercado.
Outro ponto relevante envolve a origem da matéria-prima reciclada. Sob essa perspectiva, indústria, varejo, catadores, cooperativas, empresas de gestão de resíduos e sistemas de coleta seletiva e direta atuam de forma integrada. Como resultado, essa articulação sustenta o funcionamento da cadeia e promove oportunidades econômicas em diversas regiões do país.
Enquanto isso, essa rede colaborativa amplia o impacto social da reciclagem e fortalece conexões locais. Assim, o fluxo de materiais pós-consumo se mantém ativo, estimulando a reinserção contínua desses plásticos na economia.
Geração de valor econômico e presença em múltiplos setores
O impacto econômico da reciclagem de plásticos ganhou destaque em 2024. Por isso, o setor movimentou R$ 4 bilhões em faturamento bruto, com valor médio de R$ 2.964,00 por tonelada de resina reciclada produzida. Esses números posicionam o plástico reciclado como insumo relevante para diferentes mercados.
Segundo Juliana Seidel, “Esse crescimento tem reflexo direto na geração de empregos. Mais de 20 mil postos de trabalho diretos estão associados à reciclagem de plásticos no Brasil, abrangendo atividades que vão da coleta, separação e envio a novo processamento industrial, num ciclo que contribui para o fortalecimento da indústria nacional, fazendo com que o plástico pós-consumo seja reinserido na economia”.
Além disso, o uso do plástico reciclado se distribui por vários segmentos produtivos. Setores como alimentos e bebidas, higiene e limpeza, construção civil, agroindústria, automotivo, têxtil e eletroeletrônicos incorporam resinas pós-consumo em seus produtos.
Do ponto de vista regional, a produção de resina reciclada se espalha pelo país, com maior concentração no Sudeste, Sul e Nordeste. A esse respeito, Seidel afirma: “Essa capilaridade contribui para o fortalecimento de cadeias regionais, melhora a logística e amplia a conexão entre produção, consumo e reciclagem”.
Por fim, a Rede pela Circularidade do Plástico reforça a mensagem central do levantamento: “a economia circular do plástico pode e deve agregar valor ao Brasil. Sua capacidade de ser reciclado, reinserido na cadeia produtiva e gerar valor econômico, social e industrial o coloca como parte fundamental das soluções para um modelo de desenvolvimento mais eficiente e preparado para o futuro”.
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Indústria de transformação terminou 2025 estável
O faturamento da indústria de transformação fechou 2025 praticamente estável. Nesse cenário, após recuar 1,2% em dezembro, o indicador terminou o ano com variação positiva de apenas 0,1% em relação a 2024. Os dados constam nos Indicadores Industriais divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Em seguida, o resultado de dezembro reforçou a tendência de enfraquecimento da atividade no segundo semestre. A queda marcou o quarto recuo em seis meses. Até junho do ano passado, o faturamento acumulava alta de 5,7% na comparação anual. A sequência negativa, contudo, reverteu o cenário observado no início do ano.
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Dessa forma, o desempenho de 2025 contrastou com o resultado anterior. Em 2024, o faturamento havia avançado 6,2%, maior crescimento em 14 anos. Ao mesmo tempo, outros indicadores acompanharam a perda de ritmo da atividade. O número de horas trabalhadas na produção caiu 1% em dezembro frente a novembro, registrando o quarto resultado negativo em seis meses.
Por sua vez, o desempenho positivo do primeiro semestre sustentou o saldo anual. O indicador de horas trabalhadas fechou 2025 com alta de 0,8% em relação a 2024. Enquanto isso, a UCI recuou 0,4 ponto percentual em dezembro, ao passar de 77,2% para 76,8%. No acumulado do ano, a média ficou 1,2 ponto percentual abaixo da registrada no ano anterior.
Diante disso, Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI, explica: “Esse desempenho é reflexo do patamar elevado das taxas de juros, que encarecem o crédito para empresários e consumidores. Essa é a principal causa da perda de ritmo da indústria, agravada pela forte entrada de produtos importados, particularmente de bens de consumo. Essas importações capturam parte importante do mercado consumidor.”
Emprego industrial fecha o ano em alta, apesar de perdas no fim de 2025
O mercado de trabalho industrial registrou novo recuo no fim do ano. De acordo com a CNI, o emprego caiu 0,2% entre novembro e dezembro, marcando o quarto resultado negativo consecutivo. Ainda assim, o contingente total de trabalhadores do setor cresceu 1,6% em 2025 frente a 2024.
Nesse contexto, os indicadores do fim do ano passaram a sinalizar perda de fôlego. “No fim do ano passado, os indicadores relacionados ao emprego deram sinais mais claros de desaceleração, mas o mercado de trabalho segue aquecido, ainda que em ritmo mais fraco do que o apresentado em 2024”, diz Nocko.
Além disso, a massa salarial real recuou 0,3% em dezembro, quinta queda em seis meses. No último semestre de 2025, o indicador subiu apenas em novembro, com avanço de 1,4%. Assim, o resultado acumulado do ano fechou com retração de 2,1% na comparação com 2024.
Por fim, o rendimento médio real mostrou variação positiva de 0,2% em dezembro, após crescer 1,4% no mês anterior. No entanto, o saldo anual permaneceu negativo, com queda de 3,6% frente ao ano anterior. Esse movimento reforçou a leitura de desaceleração no encerramento de 2025.
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Juros altos e importações desaceleram produção industrial
Em 2025 a atividade industrial sofreu alterações de ritmos causadas, principalmente, pelos juros altos, demanda interna insuficiente e aumento das importações, aponta a CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Nesse mesmo sentido, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a produção industrial cresceu somente 0,6% ano passado. Assim, demonstrando desaceleração já que em 2024 teve uma alta de 3,1%.
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O que manteve o resultado da indústria em 2025, foi o desempenho da indústria extrativa que a produção cresceu 4,95%. O avanço neutralizou a queda de 0,2% da indústria de transformação, área dedicada à conversão de matérias-primas em bens como alimentos, roupas, automóveis e eletrônicos. Ainda assim, o setor vinha de uma expansão de 3,7% ao longo de 2024.
Indústria desacelera após início do ciclo de alta da Selic
A desaceleração da atividade industrial começou no segundo semestre de 2024. Nesse momento, o Banco Central deu início ao ciclo de elevação da taxa Selic, movimento que alterou o ambiente econômico. Após registrar crescimento de 2,3% no primeiro semestre daquele ano, a indústria de transformação avançou apenas 1,8% nos seis meses seguintes.
Em seguida, a continuidade do aperto monetário intensificou os efeitos sobre o setor. A Selic atingiu 15% em meados de 2025. Como consequência, a produção da indústria de transformação recuou 0,4% no primeiro semestre do ano passado. Na sequência, o segundo semestre aprofundou a retração, com queda de 0,8%.
Nesse sentido, o crédito mais caro passou a influenciar decisões empresariais e o comportamento do consumidor. “O patamar punitivo da taxa Selic encareceu o crédito ao setor produtivo, que segurou investimentos, e reduziu o apetite dos consumidores por produtos industriais.
O prejuízo causado pelos juros altos é enorme: em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025”, pontua Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI.
Ambiente negativo adia decisões e afeta perspectivas para 2026
Enquanto isso, os dados da Sondagem Industrial da CNI confirmaram o enfraquecimento da demanda. Os próprios empresários relataram estoques acima do nível planejado durante o segundo semestre de 2024. Esse acúmulo sinalizou dificuldade de absorção da produção pelo mercado interno.
Além disso, o setor enfrentou a pressão do avanço das importações. As compras de bens de consumo cresceram 15,6% em 2025. Já os bens de capital avançaram 7,8%. Os bens intermediários, por sua vez, subiram 5,6%, movimento que ocupou parcela relevante do mercado doméstico.
Diante desse quadro, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), da CNI, refletiu o ambiente negativo. O indicador registrou o pior resultado para um mês de janeiro em dez anos. Assim, o índice completou 13 meses consecutivos abaixo da linha de 50 pontos, caracterizando um período prolongado de falta de confiança.
Por fim, esse sentimento levou empresários a adiar decisões estratégicas. A redução de investimentos, produção e contratações passou a comprometer as perspectivas para 2026 e influenciou diretamente o ritmo da economia brasileira.
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Brasil mantém posições no ranking global da indústria de transformação
Um estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), chamado Indústria mundo, revela que o Brasil manteve suas posições nos rankings globais de exportações e produção industrial. Diante do desempenho desigual em diferentes econômicas relevantes ao redor do mundo, o resultado mostra-se positivo.
Para o estudo, a CNI contou com dados da UN Comtrade e da Organização das Nações Unidas para o UNIDO (Desenvolvimento Industrial), coletados ainda em 2025.
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O Brasil preservou a participação de 0,92% do mercado global, repetindo o desempenho de 2023 e garantindo, pela terceira vez consecutiva, a 30ª posição no ranking mundial.
Enquanto isso, na produção, mesmo com uma redução mínima de 0,01 ponto percentual, a participação do Brasil chegou a 1,17%. Com isso, manteve o país na 15ª colocação entre os maiores produtores da indústria de transformação do mundo, conforme dados da UNIDO
Nas exportações, o Brasil preservou participação de 0,92% do mercado global, repetindo o desempenho de 2023 e garantindo, pelo terceiro ano consecutivo, a 30ª posição no ranking mundial. Já na produção, embora tenha havido uma redução mínima de 0,01 ponto percentual, a participação brasileira chegou a 1,17% e foi suficiente para manter o Brasil na 15ª colocação entre os maiores produtores da indústria de transformação do mundo, segundo dados da UNIDO.
Nesse sentido, Constanza Negri, a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, afirma que os dados demonstram a resiliência da indústria de transformação em um ambiente externo desafiador.
Por isso, avalia: “O crescimento das exportações em 2024 ocorreu apesar da queda dos preços internacionais, o que indica um avanço relevante do volume exportado. No entanto, isso não se traduziu em mudança relativa de posição no ranking dos principais produtores e exportadores da indústria de transformação.”
Recuperação da demanda fortalece indústria, mas não altera ranking global
Ainda, o levantamento indica que o valor da produção da indústria de transformação brasileira cresceu 2,3% em 2024. O resultado, tem influência direta na recuperação da demanda doméstica e pela aceleração da atividade industrial ao longo do ano. Apesar disso, a participação do país no total mundial segue pressionada por uma tendência de longo prazo, de perda relativa desde a década de 1990.
O desempenho externo evoluiu de forma mais favorável. As exportações brasileiras de produtos da indústria de transformação cresceram 2,7% em 2024, revertendo o recuo registrado em 2023 e ultrapassando o ritmo das exportações mundiais, que aumentaram 2,1%. A melhora do ambiente econômico global, marcada por desaceleração inflacionária e menor aperto monetário, fortaleceu a procura internacional.
Assim, Negri completa: “A agenda de competitividade e de inserção estratégica para a indústria continua sendo crucial para aprimorar a participação brasileira no comércio internacional, tanto na produção quanto nas exportações.”
Brasil mantém participação enquanto economias avançadas perdem espaço
Nesse contexto, o Brasil figurou entre as poucas economias que preservaram participação estável nas exportações globais, ao ser comparado com 11 parceiros comerciais selecionados. O país acompanhou os Estados Unidos, enquanto economias como Alemanha, Japão e Espanha perderam espaço ao longo do período.
Ao mesmo tempo, a China reforçou sua liderança global ao elevar sua participação nas exportações e na produção industrial mundial. Em 2024, o país atingiu 17,4% das exportações globais da indústria de transformação, mais que o dobro do percentual registrado pelos Estados Unidos, com 7,9%.
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Como encontrar clientes na indústria: estratégias práticas para estruturar a prospecção
Atrair novos clientes continua sendo um dos maiores desafios do setor industrial. Mesmo empresas com boa capacidade produtiva enfrentam dificuldades quando não estruturam um processo comercial claro. Por isso, organizar a área de vendas e definir métodos consistentes de prospecção torna-se essencial para transformar oportunidades em negócios reais.
Antes de iniciar a busca por novos contatos, a indústria precisa organizar suas etapas internas. Improvisar abordagens, confiar apenas na experiência ou não conhecer profundamente o próprio posicionamento no mercado pode gerar atrasos e perda de oportunidades. Nesse cenário, o planejamento comercial passa a ter o mesmo peso que o fechamento das vendas.
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Esse planejamento começa com a identificação de potenciais clientes alinhados ao perfil desejado e segue até a negociação final. Ao longo desse caminho, algumas práticas ajudam a reduzir erros e aumentar a previsibilidade das ações comerciais.
Definição do perfil de cliente e foco estratégico
O primeiro passo envolve definir claramente o perfil de cliente ideal. Muitas indústrias tentam atender públicos amplos, porém essa estratégia tende a diluir esforços e dificultar resultados consistentes.
Quando a empresa entende quem deseja atingir, ela direciona melhor suas ações de comunicação e ajusta sua abordagem comercial. Além disso, o mercado passa a perceber maior especialização, o que fortalece o posicionamento competitivo.
Outro ponto relevante consiste em saber recusar contatos que não se encaixam na estratégia. Embora essa decisão pareça difícil, ela evita desperdício de tempo e recursos.
Indicações e diversificação de canais
As indicações continuam sendo uma fonte importante de novos negócios. Clientes satisfeitos e parceiros comerciais costumam abrir portas com maior facilidade, já que o contato chega com algum nível de confiança inicial.
Entretanto, depender exclusivamente desse canal pode gerar instabilidade. Por esse motivo, a indústria precisa diversificar suas fontes de prospecção e manter canais próprios que gerem oportunidades de forma contínua.
Pesquisa de mercado e prospecção ativa
A análise constante do mercado ajuda a identificar tendências, necessidades e possíveis nichos pouco explorados. Ao mesmo tempo, a prospecção ativa permite mapear empresas que ainda não conhecem suas soluções.
Equipes comerciais que combinam pesquisa com abordagem estruturada ampliam o alcance da marca e aumentam as chances de iniciar novas negociações. Além disso, estratégias digitais focadas em atração de interessados podem complementar esse processo.
Presença digital e anúncios online
A internet tornou-se um ambiente indispensável para a indústria. Empresas que não investem em presença digital acabam perdendo espaço para concorrentes mais visíveis.
Anúncios online ajudam a ampliar o alcance e a atrair potenciais clientes que já buscam soluções específicas. Dessa forma, a marca ganha visibilidade e acelera o contato com novos mercados.
Portfólio atualizado e estrutura online
Outro fator essencial envolve manter um site institucional atualizado. O portal deve apresentar produtos, soluções e diferenciais de forma clara e acessível.
Além disso, o layout precisa funcionar bem em dispositivos móveis, já que grande parte dos acessos ocorre por celulares e tablets. Uma experiência digital organizada facilita o contato inicial e contribui para transmitir profissionalismo.
Organização dos processos comerciais
Por fim, a indústria precisa estruturar processos claros para captar clientes, acompanhar negociações e manter o relacionamento após a venda. A organização dessas etapas permite acompanhar resultados, identificar melhorias e fortalecer a estratégia comercial ao longo do tempo.
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