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CNI aponta crescimento do PIB em 2025

De acordo com o relatório "Economia Brasileira 2024-2025" da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deve crescer 2,4% neste ano. A CNI revisou sua previsão para 2024, aumentando a expectativa de crescimento do PIB para 3,5%, mais do que o dobro da projeção feita no final de 2023.

Nesse sentido, a CNI aponta que os fatores responsáveis pelo crescimento da economia em 2024 continuarão a influenciar o desempenho da atividade econômica em 2025. Porém de forma mais moderada. 

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O consumo, por exemplo, deve crescer 2,4% este ano, o que representa metade do crescimento previsto para 2024. Enquanto os investimentos devem registrar um aumento de 2,6%, abaixo dos 7,3% projetados para o ano passado.

Apesar de não ser o único fator, a retomada do ciclo de alta da taxa Selic pelo Banco Central é um dos principais responsáveis pela desaceleração do crescimento.

Diante disso, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma: “A alta dos juros deve conter o consumo e os investimentos, devido à menor concessão de crédito; mas há outros fatores, como a evolução mais lenta do mercado de trabalho. Depois de três anos bastante positivos; e a redução do impulso fiscal, ou seja, as compras dos governos federal, estaduais e municipais.”

Projeções da CNI para o PIB de 2025

Ainda, a Confederação pontua que o Banco Central deve continuar com o ciclo de aperto monetário até pelo menos a metade de 2025, com uma redução esperada para o segundo semestre. A taxa Selic deve terminar 2025 em 12,75%, meio ponto acima de 2024. Com isso, as concessões de crédito devem ter um crescimento de 7,1%, inferior ao observado em 2023.

A redução do crescimento da demanda interna fará com que a indústria cresça 2,1% este ano, de acordo com o documento. A indústria de transformação deve avançar 2%. Se a expectativa se concretizar, será o primeiro ciclo de dois anos consecutivos de crescimento desde 2017-2018.

Assim, os serviços devem registrar um aumento de 1,9%, enquanto a agropecuária, que enfrentará uma queda prevista para 2024, deve se recuperar e crescer 4,2% em 2025.

Em relação ao setor externo, as importações devem continuar em alta em 2025, mas com um crescimento bem mais suave do que em 2024. 

Segundo, a CNI, devido à desvalorização do real e ao crescimento moderado do PIB. As exportações, por sua vez, devem apresentar uma melhora, especialmente com a recuperação do setor agropecuário.

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Veja as tendências que devem impactar indústria nos próximos anos

Compreender os movimentos globais que impactarão a produção e o consumo é fundamental para tornar o setor produtivo mais competitivo. Nesse sentido, a Rede de Observatórios do Sistema da Indústria identificou as principais macrotendências para a indústria brasileira até 2040. 

O Observatório, além disso, sugere ações para que os setores aproveitem as oportunidades e se protejam das ameaças dos novos comportamentos.

Em relação a elaboração das principais macrotendências, o Observatório pesquisou em publicações e artigos científicos, nacionais e internacionais, e com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial. Posteriormente, estruturou os dados em uma matriz e convidou especialistas para analisar os resultados de forma mais aprofundada em oficinas.

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Assim, as tendências envolvem uma série de aspectos, desde mudanças nos hábitos de consumo. Incluindo inovações tecnológicas na produção, passando por questões ambientais e transformações sociais.

Diante disso,  o responsável pelo núcleo de prospectiva do Observatório Nacional da Indústria, Marcello Pio, explica: “As análises feitas por este tipo de estudo permitem que organizações identifiquem oportunidades emergentes, antecipem riscos e alinhem suas estratégias a cenários de transformação, aumentando a resiliência e a capacidade de adaptação em contextos de incerteza”.

Enquanto isso, o gerente do Observatório da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Sidarta Ruthes, afirma que o propósito do levantamento é motivar as indústrias a adotar posturas mais ativas em relação às tendências globais. . 

Nesse sentido, Ruthes assegura: “O estudo é capaz de influenciar planejamentos estratégicos e processos de criação de novos produtos e serviços para a indústria brasileira sair na frente”, afirma.

Indústria deve ser impactada com 14 macrotendências

Cadeias multidimensionais:

Desigualdades socioeconômicas:

Consumo singular:

Educação ubíqua:

Cultura do bem-estar:

Escassez de recursos:

Instabilidade geopolítica:

Mudanças climáticas:

Transformações epidemiológicas:

Transformações no mundo do trabalho:

Transição demográfica:

Reconhecimento de diversidade:

Transição tecnológica e digital:

Transição verde:

Análise setorial

Nesse cenário, a matriz analítica de macrotendências (MAM) auxilia setores e indústrias a analisar as grandes transformações globais e seus impactos nos negócios. Ao analisar o cenário específico de cada setor, a MAM permite identificar novas possibilidades e definir estratégias.

Assim, a seleção dos setores industriais a serem analisados baseou-se em um índice composto por diversos indicadores. As dimensões consideradas para a construção desse índice foram: empresas e empregos, arrecadação tributária, produção, produtividade, pesquisa e desenvolvimento e comércio internacional.

Foram mapeados e analisados dez setores, tendo como base as 14 macrotendências e seus impactos em cada mercado.

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Como a gestão de resíduos traz competitividade às empresas

A falta de gerenciamento de resíduos intensifica os danos à sociedade, causando diversos problemas, incluindo a crescente poluição ambiental, problemas de saúde e impactos econômicos. 

Gestão de resíduos

As empresas notam que a falta de um sistema de gestão de resíduos eficiente afeta negativamente os aspectos sociais e econômicos. Pois diminui a qualidade de vida, a produtividade e prejudica a economia local.

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Sendo assim, a fim de resolver esse problema, as empresas adotam soluções práticas, incluindo a implementação da coleta seletiva e da reciclagem. Desse modo, reduzindo a quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários e promovendo a sustentabilidade.

Nesse sentido, as indústrias percebem que ao investir em infraestrutura e tecnologias para o tratamento correto dos resíduos é crucial. Afinal, estas ações ajudam a diminuir a poluição e a aprimorar a saúde pública.

Assim, além de cumprir as regulamentações e diretrizes da PNRS, a gestão eficaz de resíduos auxilia na minimização dos impactos negativos no meio ambiente e nos centros urbanos.

A coleta seletiva, por sua vez, contribui para a inclusão social, gerando renda e melhorando a qualidade de vida de uma grande parcela da população, especialmente dos trabalhadores ligados à organização.

Ainda, a gestão incentiva a economia circular e o upcycling, ambos buscam a reutilização inteligente de materiais prestes a atingir o fim de sua vida útil. Sendo assim, a gestão de resíduos envolve a responsabilidade de todos. 

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Veja quais são as principais técnicas de Termoformagem

Por sua versatilidade e ampla aplicação em diversos setores, a termoformagem trata-se de um processo fundamental na indústria do plástico. Entre suas aplicações de mais destaque, aparecem seu uso na indústria do plástico, mas também atende demandas das áreas de medicina e estética, por exemplo. 

Veja quais são as principais técnicas de Termoformagem

Entre as formas de realizar a termoformagem, estão: O Vacuum Forming, que refere-se a uma versão simplificada da termoformagem, em que se aquece uma folha de plástico e a molda à vácuo em um molde positivo ou negativo de uma só face. 

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Esse processo oferece precisão técnica e baixo custo, sendo ideal para a criação de protótipos e produções em pequena escala. Além disso, atende a demandas mais sofisticadas e de larga escala, como a fabricação de formas plásticas. 

As empresas utilizam o PET reciclado como principal material para moldes, o que torna o produto final mais competitivo e acessível no mercado.

Já o método Vacuum Casting refere-se a um processo que produz protótipos de alta qualidade ou pequenas quantidades de peças, utilizando moldes de silicone. Este tipo de termoformagem mostra-se como um dos mais econômicos.

Além disso, torna os moldes duráveis (gerando até 20 cópias), e utiliza diversas resinas de poliuretano, incluindo para sobremoldagem. O processo resulta em cópias fundidas precisas e com excelente acabamento superficial, sendo perfeito para protótipos e modelos de engenharia. No entanto, é relativamente lento e não adequado para automação.

Enquanto isso, no processo de Press Molding, coloca-se o material pré-aquecido em uma cavidade de molde aquecido. Em seguida, o material é pressionado para forçar a matéria-prima a preencher todas as áreas do molde.

A indústria automotiva comumente usa o Press Molding, pois tem ótima aplicação para peças grandes, planas ou moderadamente curvas.

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Plástico biodegradável, copo biodegradável de mandioca e bagaço de cana e embalagem de plástico 100% reciclado

Cientistas desenvolvem plástico biodegradável de alta resistência e durabilidade

Uma equipe de cientistas do Instituto Weizmann de Ciências, em Israel, desenvolveu um plástico biodegradável de elevada resistência e durabilidade. Na busca por um plástico biodegradável eficaz, os cientistas focaram em desenvolver um material resistente, que se decomponha facilmente após o uso.

A equipe de pesquisa desenvolveu esse plástico inovador utilizando a tirosina, um aminoácido encontrado em diversas proteínas, para formar nanocristais. 

A tirosina, quando combinada com a hidroxietilcelulose, um derivado da celulose, resulta em um plástico biodegradável muito mais resistente que a maioria dos plásticos tradicionais. Dessa forma, quando associada a hidroxietilcelulose, um derivado da celulose, obtém-se um plástico biodegradável de alta eficiência e inovação.

No entanto, o diferencial da descoberta está na sua resistência. Pois uma tira de plástico de apenas 0,04 milímetros de espessura conseguiu suportar uma carga de até 6 quilos.

Além disso, os cientistas pontuam a maleabilidade deste tipo plástico, tornando-o aplicável a diversos materiais, sem perder sua essência. 

Ainda, os cientistas destacam que este plástico contém substâncias comestíveis, como a tirosina e a celulose. Assim, não afetaria os organismos vivos que o consumissem. 

Estudantes criam copos biodegradáveis 

Como parte de um projeto sustentável, alunos do Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Corrente, localizado em Santa Maria da Vitória, desenvolvem copos biodegradáveis utilizando amido de mandioca e bagaço de cana.

O EcoGrasp se diferencia por incluir uma semente na parte inferior; ao ser descartado, ele permite que a semente germine. Assim, simbolizando uma nova vida e contribuindo para a recuperação ambiental.

Nesse sentido, as idealizadoras do projeto, Karoline Silva, Marília Hellen de Oliveira e Sebastiana Kaury de Souza, enfatizam que a abundância de amido de mandioca e bagaço de cana em suas regiões representa uma oportunidade para fortalecer a cadeia produtiva. 

Bem como ajuda a mitigar os danos provocados pelos resíduos destinados a locais inadequados.

O EcoGrasp, apoiado pela SEC (Secretaria da Educação) e orientado pelo professor Pablo Moura, está sendo testado para melhorias no processo de produção. Esta ação demonstra o engajamento dos jovens cientistas baianos com a preservação ambiental e a busca por soluções inovadoras que transformem a gestão de resíduos.

Kérastase desenvolve embalagens com plástico 100% reciclado

A Kérastase avança na sustentabilidade com novas embalagens refiláveis de 500ml, feitas 100% de plástico reciclado, reduzindo em 82% o uso de plástico em comparação às tradicionais de 250ml.

Com isso, a marca busca refletir seu compromisso com a inovação e sustentabilidade ambiental. Pois o lançamento das embalagens de plástico reciclado une cuidado capilar a soluções ecológicas.

Desse modo, as embalagens estão disponíveis para os shampoos das linhas Genesis (Bain Hydra Fortifiant), Nutritive (Bain Satin Richie) e Densifique (Bain Densité). Além disso, a empresa desenvolveu as embalagens de 500ml com plástico 100% reciclado. Assim como os refis de 75ml do óleo Elixir Ultime, que contêm 30% de vidro reciclado.

Fora isso, a Kérastase possui outras ações sustentáveis como utilizar energia renovável nas unidades industriais, sistema de água em loop e 96% produtos novos feitos com co-designs atualizados, com uma pegada ambiental aprimorada.

Ainda, a marca compõe suas embalagens plásticas com 37% de plástico reciclado, o que economiza 1.110 toneladas de plástico virgem.

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Plástico Brasil 2025 acontece no São Paulo Expo

A quarta edição da Plástico Brasil, feira internacional promovida pela Informa Markets em parceria com a ABIMAQ e a Abiplast, ocorrerá entre 24 e 28 de março de 2025, no São Paulo Expo. A feira expandirá sua área em 2025, ocupando um pavilhão adicional além dos quatro utilizados em 2023.

Em sua edição de 2023, o evento reuniu mais de 800 marcas nacionais e internacionais. Assim, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços, como matérias-primas, máquinas, equipamentos, automação, reciclagem e ferramentas.

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Além disso, a feira divulgou que as inscrições estão abertas para os visitantes. Para garantir a inscrição gratuita, os participantes precisam acessar o site oficial do evento.

O evento exibe as principais inovações do setor plástico e já se consolidou como um dos maiores da América Latina. Nesse sentido, para 2025 espera-se receber cerca de 57 mil visitantes ao longo dos quatro dias.

Sendo assim, diante da abrangência da Feira,  Liliane Bortoluci, diretora da Plástico Brasil, comenta: “A indústria de transformação do plástico tem buscado ampliar sua eficiência e a inovação na cadeia tem contribuído para este movimento”. 

Ela pontua também que, na edição de 2025, os players do Brasil e de diferentes países vão apresentar suas tecnologias e novidades para o mercado.

Por fim, Bortoluci completa: “A Plástico Brasil se consolidou como um dos principais encontros do setor para networking e realização de negócios. Além de uma importante aproximação do setor com a academia, por meio de parcerias com as universidades”

Serviço 

Feira Plástico Brasil 

Data: 24 a 28 de março de 2025 

Local: São Paulo Expo - São Paulo, Capital 

Site: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html

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Indústria de transformação acumula alta de 18% no faturamento em 2024, diz CNI

Segundo os Indicadores Industriais da CNI, o faturamento da indústria de transformação cresceu 3,1% em outubro. Com isso, acumula avanço de 17,8% de janeiro a outubro de 2024, em relação ao mesmo intervalo de 2023.

Indústria de transformação acumula alta de 18% no faturamento em 2024, diz CNI

Em outubro, o forte avanço no faturamento real das empresas do setor compensou a queda de 2,1% registrada no mês anterior. Nesse sentido, Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, atribui o bom desempenho anual à maior procura por produtos industriais. Assim, além do setor se beneficiar, a economia se beneficia. 

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Diante disso, Azevedo explica: “À medida em que a gente percebe esse aumento da demanda se traduzindo em maior faturamento, isso significa mais produção e, consequentemente, mais empregos, fazendo girar a economia com mais renda para as pessoas, mais investimentos e mais consumo”.

Entre setembro e outubro, o número de horas trabalhadas na produção subiu 0,7%, aponta o levantamento. No acumulado de janeiro a outubro de 2024, o crescimento alcança 4,3% quando comparado ao mesmo intervalo do ano passado.

Em contrapartida, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) do setor recuou 0,3 ponto percentual entre setembro e outubro, alcançando 79,4%. Apesar da queda mensal, o nível registrado em outubro de 2024 está 0,1 ponto percentual acima do observado pela CNI no mesmo período de 2023.

Indicadores de emprego e rendimento na indústria permanecem inalterados

Enquanto isso, o emprego industrial registrou um leve aumento de 0,1% em outubro, mantendo-se praticamente estável. 

Com isso, torna-se o 13º mês seguido sem queda no índice que mede a geração de postos de trabalho na indústria. No acumulado de 2024 até outubro, o setor apresentou um crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2023.

Tanto a massa salarial quanto o rendimento médio dos funcionários, outros indicadores importantes do mercado de trabalho, mostraram estabilidade, com uma queda de 0,2% em relação ao mês anterior. 

No entanto, quando observados no acumulado de 2024, ambos superam os valores de 2023, com a massa salarial crescendo 3% e o rendimento médio subindo 0,9%.

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Incluir resinas recicladas nas produções industriais pode ser chave para competitividade e sustentabilidade

A ausência de resinas recicladas na cadeia produtiva da indústria de plásticos representa um entrave significativo para a sustentabilidade e para a competitividade no mercado atual. Isso porque, ao não adotar a circularidade, as empresas enfrentam diversas desvantagens em aspectos ambientais, econômicos e sociais.

Resinas recicladas

Sendo assim, sem a utilização de resinas recicladas, a indústria continua a depender fortemente da extração de matérias-primas virgens, como petróleo, ampliando a pressão sobre recursos naturais finitos. Além disso, a falta de reaproveitamento gera uma maior quantidade de resíduos plásticos descartados inadequadamente.

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Dessa forma, ao reciclar e reutilizar resinas as indústrias diminuem a questão da dependência de recursos naturais. Ao mesmo tempo, reforça um modelo produtivo mais sustentável e eficiente.

Tendo em vista que, com consumidores e reguladores cada vez mais atentos às práticas sustentáveis, a não utilização de resinas recicladas coloca as empresas em desvantagem competitiva. 

Afinal, as marcas que não se adaptam às demandas por produtos mais sustentáveis correm o risco de perder espaço no mercado. Especialmente em setores que enfrentam pressões legislativas e sociais por práticas ambientalmente responsáveis.

Ao não aproveitar resinas recicladas, a indústria desperdiça oportunidades de reduzir custos com matérias-primas e operar em um modelo mais eficiente. Já que economia circular permite que materiais sejam reutilizados por mais tempo. Ainda, gerando economia financeira ao evitar a aquisição contínua de recursos primários e diminuindo o custo associado ao descarte de resíduos.

Empresas que adotam práticas circulares não apenas atendem às demandas atuais, mas também asseguram a sustentabilidade e o sucesso a longo prazo.

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Os impactos da ausência de ERP na indústria

A ausência de um ERP gera impactos negativos significativos na indústria, porque dificulta a gestão e a tomada de decisões estratégicas. Sem essas ferramentas, gestores e líderes perdem oportunidades de otimizar processos e melhorar a eficiência operacional.

 ERP na indústria

Afinal, um sistema ERP conecta informações, sistemas, pessoas e fornecedores, otimizando processos e fortalecendo a colaboração dentro das empresas. No entanto, apesar desses benefícios, há grandes organizações que ainda não utilizam essa tecnologia.

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Ao tomar essa decisão, a organização compromete sua competitividade, o que provoca pequenos ruídos que prejudicam o fluxo produtivo. Bem como, a interação entre os setores e a solução de problemas que exigem correção.

Sendo assim, descubra os problemas mais comuns de quem não usa ERP na indústria. 

Problemas de não ter um ERP na indústria

Para que uma indústria funcione de forma eficiente, todos os setores devem estar alinhados, evitando erros, desperdícios e atrasos desnecessários. A ausência de centralização dificulta a detecção de erros ou falhas ao longo das etapas dos processos industriais. Assim, compromete a integração dos processos, resultando em falhas de gestão e desorganização

O ERP reúne, em um só lugar, informações fundamentais para a gestão, o monitoramento de processos e o crescimento da empresa. Sendo assim, ao integrar todos os setores, o sistema melhora a qualidade dos dados obtidos, permitindo uma tomada de decisões com base em relatórios e indicadores confiáveis.

A ausência de um ERP, por outro lado, dificulta a compreensão das demandas de cada área e prejudica a produtividade. Ao mesmo tempo que compromete a definição de caminhos estratégicos, aumentando o risco de decisões inadequadas.

Erros humanos fazem parte do cotidiano das indústrias, mesmo entre os profissionais mais qualificados. Essas falhas, no entanto, podem acarretar prejuízos financeiros e um longo tempo até que soluções sejam implementadas.

Não incluir um ERP impede a automação de processos críticos. Com isso, tornando as operações mais suscetíveis a erros e dificultando a busca por excelência operacional.

Sem um controle de custos, investimentos, despesas e perdas, uma indústria sofre prejuízos financeiros. Assim, não alcança o seu crescimento esperado e, em casos críticos, enfrenta o fechamento por falta de recursos. 

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Árvore de natal de plástico reciclado, garrafas PET transformadas em energia verde e árvore de natal com 27 mil garrafas PET

Ação natalina no AlgarveShopping traz árvore de plástico reciclado e inclusão

Árvore de natal sustentável, feita de plástico

Este ano, o AlgarveShopping, na Guia, Portugal, apresenta uma árvore de Natal sustentável, feita com 100kg de plástico reciclado. A criação foi desenvolvida pela artista plástica Madalena Martins, vencedora do Prêmio POP (Projetos Originais Portugueses) da Fundação Serralves. E ficará disponível para visitação até o dia 6 de janeiro.

Com o nome de “Natal Tropical”, esta instalação une de forma a arte e a vegetação do Algarve. Além disso, a produção durou 4 meses, e contou com 350kg de plástico transformado a partir de embalagens de lavandarias, sobras da indústria gráfica e materiais de outras instalações artísticas de Madalena Martins.

Com isso, o shopping e a artista promovem a sustentabilidade. Isso porque, além da árvore de Natal, feita com 100 kg de plástico reciclado, a instalação completa, desde as franjas decorativas ao redor do Centro, utiliza outros 250 kg de plástico reaproveitado e transformado.

Com uma importante abordagem de inclusão social, este projeto contou com a participação de reclusos das prisões de Paços de Ferreira e Vale do Sousa. Assim, direcionados pela artista, transformaram materiais reciclados em enfeites natalinos. A iniciativa promoveu a reutilização desses materiais e ajudou na reintegração social dos envolvidos.

Diante disso, Carla Martins, Diretora do AlgarveShopping, afirma: “Estamos muito orgulhosos por voltar a colaborar com a Madalena Martins, uma artista cuja visão criativa se alinha com os valores do AlgarveShopping. E com a campanha deste Natal ‘Pensa bem, oferece melhor’ num apelo a uma maior consciência na hora de presentear quem gostamos. Este projeto reflete também o nosso compromisso com a sustentabilidade e a inclusão social, ajudando a promover a beleza de um Natal consciente e impactante”.

Cientistas explicam como garrafas plásticas se transformam em fonte de energia verde nos EUA

Na última edição da revista Angewandte Chemie International Edition, uma pesquisa aponta o uso de solventes em quantidades mínimas como método para quebrar uma classe específica de plásticos.

Para isso, a equipe utilizou compostos orgânicos chamados transportadores de hidrogênio, que agem como esponjas para armazenar hidrogênio e posteriormente decompõem o plástico.

Nesse sentido, a equipe de Shetty armazenou o hidrogênio em forma líquida com o metanol como transportador. Assim, projetou catalisadores para converter o PET (Tereftalato de Polietileno) das embalagens na molécula p-xileno, que é utilizada na fabricação de combustíveis.

Os catalisadores aceleram as reações químicas de metanólise e hidrogenólise, tornando-as mais rápidas, eficientes e passíveis de maior controle.

O metanol, na primeira reação, contribui para a quebra do PET em diversos compostos. Enquanto na hidrogenólise, o hidrogênio, transportado pelo metanol, ajuda a romper as ligações químicas do PET.

Em um comunicado, Shetty ressalta que sua pesquisa, que começou com uma solução para o gerenciamento de resíduos. Mas se transformou em uma estratégia inovadora para promover a sustentabilidade na indústria química.

Nesse sentido, o engenheiro comenta: “Essas moléculas orgânicas transportam esse hidrogênio de onde ele é gerado para onde ele é usado para gerenciamento de resíduos, especialmente em um ambiente urbano onde coletamos muitos desses resíduos”. 

Com entusiasmo pelos resultados da pesquisa, Shetty vê na sua aplicação uma oportunidade de revolucionar a economia, diminuindo a necessidade de combustíveis fósseis.

Natal sustentável em Salvador tem árvore com 27 mil garrafas PET

Árvore de natal feita de garrafas plásticas

A Limpurb, Empresa de Limpeza Urbana de Salvador, entregou a mega árvore de Natal, premiada por sua criatividade, a Praça Maria Felipa, no Comércio. O monumento,idealizado pelo artista plástico Gilson Cardoso, possui 23 metros de altura e conta com mais de 27 mil garrafas PET. A visitação à árvore ficará disponível até dia 6 de janeiro de 2025. 

Assim, neste ano, seis caminhões serão decorados e iluminados especialmente para as festas de fim de ano e percorrerão diversos bairros da capital baiana.

Segundo o presidente da Limpurb, Carlos Augusto Gomes, as iniciativas proporcionam à população uma nova perspectiva sobre a limpeza urbana da cidade.

Assim, ele comenta: “A mega árvore gera impacto não apenas pela magnitude do seu tamanho, mas sobretudo pela composição 100% sustentável, mostrando que é possível transformar resíduos em verdadeiras obras de arte”.

Da mesma forma, o artista plástico Gilson Cardoso se mostrou satisfeito com o tema escolhido para este ano, revelando que ele representa a realização de um sonho de 30 anos. 

Nesse sentido, ele ressalta: “Este ano, o Natal Sustentável traz como tema ‘Axé da Bahia’, valorizando a nossa cultura, diversidade e o sincretismo religioso de Salvador. A mega árvore tem um propósito de unir a esperança do Natal com a esperança na humanidade, através da reflexão da arte e dos seus hábitos de consumo”.

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