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CNI prevê crescimento continuado na indústria de transformação em 2025

No dia 17 de dezembro de 2024, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou o relatório de Economia Brasileira 2024-2025, e apesar da desaceleração esperada para a indústria no geral, há boas perspectivas para o setor de transformação, que deve consolidar sua recuperação pelo segundo ano consecutivo.

Sendo assim, a projeção aponta para um crescimento de 2,0% em 2025. Mesmo sendo quase metade da previsão de 2024, o desempenho, caso alcançado, indicará dois anos consecutivos de crescimento. O que não acontecia desde o biênio 2017-2018, conforme ressalta a CNI.

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Além disso, espera-se que a indústria de transformação aumente sua participação no mercado interno, substituindo importações. A CNI atribui essa tendência à desvalorização esperada do real em 2025 em comparação a 2024, o que beneficia as exportações nacionais.

O relatório também destaca as "medidas de isonomia tributária e de defesa comercial ativa" implementadas pelo Brasil, alinhando-se a práticas semelhantes adotadas por diversos outros países.

Da mesma forma, as discussões em andamento sobre novas medidas de defesa comercial ativa podem, segundo a avaliação da CNI, contribuir para maior isonomia comercial e incentivar o consumo doméstico de produtos nacionais.

Indústria e investimentos aceleram o crescimento do PIB em 2024

Segundo o relatório, a expectativa de alta do PIB neste ano foi ajustada, subindo de 1,7% para 3,5%.

Ao contrário do ano anterior, em que apenas a indústria extrativa e o setor de eletricidade, gás e esgoto apresentaram crescimento. Agora, porém, o avanço do país depende do desempenho da indústria de transformação e da contribuição de todos os segmentos industriais.

Enquanto isso, os avanços da indústria estão relacionados tanto ao aumento da demanda por consumo quanto à expansão das concessões com recursos do BNDES. 

Nesse sentido, a CNI calcula um crescimento real de 18,3%, comparando o acumulado de janeiro a outubro de 2024 com o de 2023.

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Geração de leads pode revolucionar os negócios no setor plástico

No mundo do marketing, a geração de leads é uma estratégia crucial para transformar visitantes do seu site ou de sua loja em contatos valiosos que demonstram interesse nos seus produtos ou serviços. Através de técnicas e ferramentas específicas, é possível atrair, gerenciar e nutrir esses leads até que se tornem vendas concretizadas.

Assim, o principal objetivo do marketing digital é gerar demanda para os produtos e serviços da sua empresa, criando oportunidades de negócio por meio dos canais online. 

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No entanto, é comum pensar que apenas ter um website basta. Por isso, algumas empresas limitam-se a utilizar um formulário de contato em suas páginas, mas existem inúmeras outras oportunidades para converter visitantes em leads e estreitar o relacionamento com eles. 

Nesse sentido, a indústria do plástico por sua vastidão e diversidade contam com inúmeras aplicações e produtos. Desse modo, através da geração de leads, as empresas do setor conseguem atingir um público mais amplo e específico, atraindo aqueles que realmente têm interesse nas soluções que oferecem.

Sendo assim, o interesse pela empresa pode ser notado em algumas formas: 

A Importância da geração de leads na indústria do plástico

No competitivo cenário da indústria do plástico, a geração de leads se torna uma peça chave para o sucesso e crescimento das empresas. Esse processo é essencial para transformar visitantes em clientes interessados.

Dessa forma, por que a geração de leads é indispensável para a indústria do plástico?

Parte-se do princípio que a geração de leads gera visibilidade e alcance, assim, sabendo do amplo alcance da indústria do plástico, as empresas conseguem atingir um público mais amplo e específico, atraindo aqueles que realmente têm interesse nas soluções. 

Nesse contexto, a geração de leads permite segmentar e identificar os clientes potenciais com maior precisão. Este passo auxilia no processo de reconhecer necessidade e sugerir aplicações. Com uma base de leads bem segmentada, as empresas desenvolvem campanhas de marketing direcionadas e personalizadas, aumentando a eficiência e a taxa de conversão.

Na indústria do plástico, muitas vezes as decisões de compra envolvem ciclos de vendas mais longos, portanto, nutrir contatos ao longo do tempo ajuda a construir um relacionamento sólido e de confiança com seus potenciais clientes. 

Dois tipos de geração de leads

No entanto, para que essa estratégia seja eficaz, é fundamental seguir algumas etapas-chave, como definir a persona e produzir materiais ricos que realmente capturem o interesse do público-alvo.

Antes de começar a gerar leads, o primeiro passo é entender quem é a persona. Uma persona é uma representação fictícia, mas baseada em dados reais, do seu cliente ideal. Isso inclui informações sobre comportamento, características demográficas, motivações, objetivos, desafios e preocupações. 

Para a indústria do plástico, isso significa identificar diferentes perfis de clientes que têm necessidades específicas relacionadas aos produtos e serviços oferecidos.

Uma vez que tendo a compreensão clara das personas, o próximo passo é criar materiais ricos que atraiam esses visitantes e os convertem em leads. Assim, materiais ricos consistem em conteúdos valiosos que servem para captar informações de contato dos potenciais clientes.

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Avanços e desafios da economia circular no Brasil

Economia circular, o gerúndio da transição - artigo por Isabella Scorzelli, especialista em indústria no Instituto E+ Transição Energética e autora do livro “Transição para Economia Circular: Um caminho para a Agenda 2030”.

A economia circular é a medida mais imediata para se obter redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na indústria. Segundo a Ellen MacArthur Foundation, a substituição de fontes fósseis por renováveis aborda apenas 55% das emissões globais de gases de efeito estufa. Enquanto os 45% restantes estão associados à extração, produção, uso e descarte de materiais.


Em texto de opinião, Isabella Scorzelli reflete sobre os avanços e leis relacionadas à economia circular e os desafios ainda encontrados

Nesse contexto, os principais setores produtivos – cimento, plásticos, aço, alumínio e alimentos – têm o potencial de reduzir essas emissões em 9,3 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente até 2050. Sobretudo, por meio de ações de eliminação de resíduos desde a fase de design, tais como o reuso de materiais, manutenção de materiais em uso e regeneração de terras agrícolas.

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Portanto, o Brasil precisa fortalecer a economia circular nos processos industriais, com foco na remanufatura, reuso, uso de matéria-prima reciclada. Assim, redesenho de processos e implementação de novos modelos de negócios.

Essas medidas, que estão alinhadas com iniciativas globais de economia circular, felizmente fazem parte da Enec (Estratégia Nacional de Economia Circular). Instituída por meio do Decreto nº 12.082 de 27 de junho de 2024, que visa promover a transição do país para um modelo econômico mais eficiente no uso de recursos naturais.

Reciclagem nos setores

No que se refere a plásticos, aço e alumínio, especificamente, o fortalecimento das cadeias de reciclagem permite recuperar esses materiais e reduzir a dependência de novas extrações.

No caso do plástico, cerca de 25,6% do material gerado no ano retorna ao mercado como resinas PCR (recicladas pós-consumo); para o alumínio, as taxas de recuperação são mais altas. Em 2022, ficaram em torno de 59,3% (ante as médias globais de 28,8%). 

Enquanto a reciclagem de latas de alumínio alcança 100%. Além disso, em 2023, 24% do aço produzido na siderurgia brasileira foi proveniente de material reciclado. 

Nesse sentido, ela salienta: “O setor deve priorizar o redesenho de produtos, o uso de materiais monomateriais ou alternativas recicláveis. Além de investir em tecnologias de separação e reaproveitamento que garantam maior eficiência e viabilidade econômica no processo de reciclagem.”

Esses números mostram que o Brasil precisa estruturar as cadeias de reciclagem para garantir um aumento das taxas de reaproveitamento pela indústria, e, no caso da siderurgia, em particular, passar a encarar a sucata enquanto material estratégico. O processo enfrenta alguns desafios, entre eles a falta de infraestrutura e de coleta, a invisibilidade e a falta de profissionalismo dos catadores e da formalização de cooperativas. 

Avanços e potencial em reciclagem

Nesse sentido, a expectativa é que a LIR (Lei de Incentivo à Reciclagem) (Decreto nº 12.106 em julho de 2024) desempenhe um papel estratégico ao permitir que pessoas físicas e jurídicas tributadas com base no lucro real deduzam parte do imposto de renda ao apoiarem projetos de reciclagem.

Além disso, ainda em relação ao aço, há um potencial significativo a ser explorado por meio de acordos com macrogeradores de sucata, como grandes indústrias, montadoras de veículos e empresas de construção civil. Esses parceiros podem fornecer volumes expressivos de sucata de alta qualidade, fortalecendo a cadeia de suprimento e contribuindo para a eficiência do processo produtivo.

Ações na indústria do plástico

Já no setor de plásticos, além da logística reversa de resíduos que precisa ser mais eficiente e efetiva. Assim, o setor deve se preocupar com a inserção de matérias-primas com viabilidade técnica e econômica para a reciclagem, facilitando o reaproveitamento dos materiais.

Plásticos de fácil reciclagem, como PET (tereftalato de polietileno), PEAD (polietileno de alta densidade) e PP (polipropileno), já contam com cadeias de reciclagem mais consolidadas. No entanto, materiais como PVC (cloreto de polivinila), PS (poliestireno) e plásticos multicamadas (combinados com alumínio ou outros polímeros) ainda representam desafios significativos para a indústria.

Esses materiais possuem baixa reciclabilidade devido à complexidade de separação, contaminação e altos custos de reprocessamento, o que frequentemente inviabiliza sua reinserção na cadeia produtiva. 

Para ela, o setor deve priorizar o redesenho de produtos, o uso de materiais monomateriais ou alternativas recicláveis. Assim como investir em tecnologias de separação e reaproveitamento que garantam maior eficiência e viabilidade econômica no processo de reciclagem.

Diretrizes para a economia circular

O Planares (Plano Nacional de Resíduos Sólidos), Decreto Nº 11.043, de 13 de abril de 2022, – um importante instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos –, possui cinco diretrizes ambiciosas: 

No entanto, ainda existem muitos desafios, incluindo investimentos, por exemplo, em infraestrutura, a serem superados para que os resultados do Planares possam ser alcançados. 

Preferimos enxergar o copo meio cheio: a expectativa é que a urgência de a sociedade lidar com a poluição ambiental e com as mudanças climáticas combinada à maior qualidade das medidas legais nessa direção possibilite a superação desses desafios. Será um salto em favor da economia circular, num indo e vindo que é essencial para a transição energética na indústria brasileira.

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Bactéria transforma plástico em água, tijolos de plástico descartado e bioplástico de caroço de açaí

Cientistas desenvolvem bactéria que transforma plástico em CO² e água

As jovens pesquisadoras Miranda Wang e Jeanny Yao desenvolveram uma bactéria que consegue transformar plástico em CO² e água. A pesquisa iniciou ainda na época da escola, mas já resultou em duas patentes. 

A inovação consiste na dissolução do plástico, para isso o protótipo bacteriano dissolve o plástico e usa enzimas catalisadoras para fragmentá-lo em partes mais flexíveis. 

Esses fragmentos seguem para uma estação biodigestora, onde são compostados em 24 horas. A aplicação dessa inovação abrange a limpeza de praias e a geração de matéria-prima para tecidos.

Em relação a produção, Miranda Wang explica a opinião da dupla quanto ao uso do plástico: “Nos dias de hoje, é praticamente impossível fazer com que paremos de usar plástico. Acreditamos que tudo deveria ser biodegradável.”

Além disso, elas e sua pesquisa destacam que o avanço contra a poluição e descarte incorreto. Assim, para as pesquisadoras esta inovação representa um claro exemplo do potencial transformador da ciência e da dedicação de jovens em prol do meio ambiente.

Ainda, Miranda Wang está trabalhando em novas tecnologias pioneiras que convertem resíduos plásticos em produtos químicos de valor.

Como Nzambi Matee transforma plástico reciclado em tijolos sustentáveis

Nzambi Matee, uma empreendedora social e diretora da Gjenge Makers, sediada em Nairóbi, Quênia, iniciou sua jornada de transformação de resíduos plásticos. 

Segundo Nzambi, o processo de reciclagem da Gjenge começa com o pré-processamento, que inclui a coleta, limpeza, trituração e separação dos resíduos plásticos. Em seguida, no estágio de processamento, os materiais são misturados com areia e vidro, enfim integra-se ao produto final. 

O estágio final utiliza uma prensa hidráulica para moldar a mistura em diferentes formas e tamanhos, ajustando-se ao tipo de bloco que está sendo produzido. 

Entre as principais transformações feitas pela engenheira, destaca-se a transformação dos resíduos plásticos em materiais de construção sustentáveis. Isso porque, a Gjenge Makers produz blocos de pavimentação e tijolos de alta qualidade, utilizando plástico descartado para minimizar o impacto ambiental e oferecer opções acessíveis.

Segundo Nzambi, a criação de blocos de construção a partir de plástico descartado não estava prevista em sua proposta inicial de negócios. 

Nesse sentido, explica: “Inicialmente, eu ia abrir uma empresa de coleta de plásticos que separaria e venderia resíduos plásticos para outras empresas de reciclagem na cidade. Mas depois, percebi que nossa empresa 'Gjenge' estava coletando resíduos plásticos mais rápido do que as empresas de reciclagem conseguiam absorver. Então, decidi usar minha formação em engenharia e mudar para criar produtos de construção alternativos sustentáveis.”

Além disso, a contribuição inovadora de Nzambi para a reciclagem de plástico foi amplamente reconhecida. De modo que resultou em prêmios como o Prêmio de Conservação na África e o título de Jovem Campeã da Terra pela ONU.

Bioplástico feito de caroço de açaí

Em 2018, estudantes do curso de Processos Químicos do IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro) se uniram para criar a Polimex, uma startup focada em desenvolver soluções sustentáveis e diminuir a poluição nos oceanos. Sendo assim, a Polimex desenvolveu bioplásticos 100% renováveis e biodegradáveis, utilizando resíduos agroindustriais como o caroço do açaí.

Explicando o desenvolvimento Luan Campos, CEO da Polimex Bioplásticos, afirma que para desenvolver o bioplástico o caroço do açaí é reaproveitado, assim como outros resíduos agroindustriais, que em sua maioria vai parar em aterros, ou queimados. Com isso, acontece a produção do PNB – Plástico Natural Biodegradável, principal produto da empresa atualmente. 

Em relação a este material, Campos conta: “Esse material biocompósito pode ser aplicado em diversas indústrias, como na indústria de transformação de descartáveis de plásticos de uso único, ou como embalagens para indústrias de alimentos e cosméticos”. 

Com os grânulos de PNB, a startup cria talheres, embalagens, canudos, sacolas, copos e descartáveis, além de suprir necessidades particulares de cada indústria. 

Após o descarte, o bioplástico se biodegrada em cerca de 154 dias no ambiente ou em composteiras. Desse modo, gerando adubo orgânico sem deixar resíduos tóxicos ou microplásticos.

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Como escolher o melhor fornecedor de matéria-prima

Fatores como orçamento, compatibilidade, estoque, qualidade, entre outros, se mostram como pontos importantes para a decisão. Sendo assim, a princípio, deve-se estabelecer quais as necessidades do seu negócio, afinal, com os objetivos claros torna-se mais fácil a identificação com o fornecedor e com os benefícios que oferece.

A definição de um orçamento, por exemplo, ajuda na análise de custo-benefício. Para isso, vale comparar preços entre matérias-primas e calcular quais as médicas do mercado. Para, desse modo, encontrar o fornecedor que melhor se encaixa financeiramente. 

Atrelado a isso, destaca-se a quantidade de insumo necessário para desenvolver seus produtos. Com isso, você evita desperdícios ou falta de subsídios para dar continuidade às produções. 

Vale ressaltar a importância de assegurar que o fornecedor consegue atender a capacidade produtiva do seu negócio. Para que o ritmo de produção e a qualidade dos produtos não sejam atingidos. 

Ainda em termos controle de estoque, vale também solicitar amostras de produtos, para verificar se elas alinham-se aos requisitos exigidos por leis e regulamentações. Da mesma forma, avaliar se encaixam-se ao padrão que você deseja para seu produto. 

Mais fatores para priorizar durante a escolha

A partir disso, podemos buscar fatores de compatibilidade com o fornecedor. Analisando coisas como transparência, sustentabilidade, valores, princípios e reputação no mercado. Com isso, conseguimos definir e priorizar aqueles alinhados à missão da sua empresa. Assim, você mantém a coerência da sua marca em toda a operação.

Estes primeiros passos influenciam diretamente na qualidade do produto, isso porque um produto de qualidade começa na matéria-prima. Um produto de qualidade também funciona como um critério de escolha na finalização de compras, por exemplo. 

Nesse sentido, contar com matérias-primas de qualidade no desenvolvimento do seu produto ajuda na fidelização dos consumidores finais. Bem como, coopera para a satisfação dos clientes e melhor competitividade no mercado. 

Por fim, escolha um fornecedor de matéria-prima capaz de oferecer um suporte qualificado, garantindo acessibilidade e resolução eficiente de problemas durante a entrega e no pós-venda.

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Como a economia circular pode transformar o setor de bens de consumo e varejo, segundo a KPMG

A KPMG divulgou recentemente o estudo “Do diálogo à ação”, que aponta seis áreas fundamentais para a economia circular. Sendo elas: estratégia, definição de metas, conhecimento, fluxos de recursos, entradas e saídas de materiais, e os facilitadores para a circularidade no setor de bens de consumo e varejo.

O estudo também apontou possíveis fragilidades e sugeriu oportunidades para impulsionar a transição nos negócios dos setores de consumo e varejo. 

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Além disso, compartilhou exemplos de boas práticas e forneceu recomendações para acelerar a circularidade em larga escala em diversos subsetores da economia. Ainda, inclui varejo, alimentos e bebidas, e cuidados domésticos e pessoais.

Diante disso, o sócio-líder de consumo e varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul, Fernando Gambôa, explica que as empresas de consumo e varejo utilizam um grande volume de insumos com vida útil curta e com um alto impacto sobre os recursos do planeta. 

Ele complementa sua explicação: “Com a economia circular, o setor precisa continuar se reinventando, incorporando melhores práticas ESG. E construindo um futuro mais sustentável, eficiente, com cadeias de suprimento mais resilientes e custos menores de gestão de resíduos”. 

Entenda as seis áreas

A economia circular tem como propósito manter produtos, componentes e materiais com o maior valor e utilidade possível. Ao mesmo tempo em que diminui os desperdícios e os impactos ambientais adversos. Sendo assim, as áreas de avaliação foram escolhidas devido ao seu estreito alinhamento com os princípios centrais dessa abordagem.

Ambição e estratégia: A criação de uma visão e estratégia bem definidas é essencial para a transição para a economia circular. Portanto, as empresas devem repensar seus modelos de negócios. Bem como, projetar produtos que favoreçam a circularidade e colaborar de forma integrada ao longo de toda a cadeia de valor.

Metas e objetivos: A definição de metas circulares mensuráveis e o acompanhamento de seu progresso se destacam como aspectos chave para impulsionar mudanças. Divulgar essas metas às partes interessadas ajuda a melhorar a transparência e fortalecer a responsabilidade.

Conhecimento e recursos: Focar no aprimoramento de habilidades e na educação de funcionários e consumidores fomenta a adoção de práticas circulares. A destinação de recursos suficientes possibilita às empresas a implementação de soluções circulares.

Entradas de recursos: Escolher materiais renováveis, recicláveis ou biodegradáveis desde o início do design contribui diretamente para a economia circular. Assim, mantendo produtos e materiais em uso por mais tempo.

Saídas de recursos: Ao monitorar produtos e recursos de saída, as empresas conseguem criar sistemas de ciclo fechado, onde o desperdício se transforma em recurso.

Facilitadores da circularidade: A criação de soluções inovadoras e a colaboração com parceiros da indústria são passos fundamentais para promover mudanças sistêmicas. Isso porque, tecnologias habilitadoras, novos modelos de negócios e marcos regulatórios, desempenham um papel importante na aceleração da transição para a economia circular.

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Motivos para visitar a Plástico Brasil 2025

Com a promessa de superar a marca de 51 mil profissionais presente na última edição, a Plástico Brasil de 2025 acontece entre os dias 24 e 28 de março e reunirá a indústria de transformação do plástico. Para esta edição espera-se 57 mil profissionais do setor.

Nesse sentido, entenda por que o evento atrai tantas pessoas da indústria. A princípio, a feira se destaca por gerar negócios e networking. Assim os transformadores expõem suas produções, enquanto os expositores e visitantes aumentam o vínculo com clientes e fornecedores. 

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Em termos de espaço, o evento terá área ampliada, com isso, passando a ocupar mais um pavilhão do São Paulo Expo. Desse modo, passa de 40 mil m2 para 62 mil m2. As mais de 1.000 marcas expositoras superam em 25% a quantidade de 2023 (800 marcas).

Reconhecida por oferecer conhecimento e experiências que impulsionam o dia a dia das indústrias de plástico, a Plástico Brasil apresenta mais de 80 horas de atividades.

Localizado dentro da área de exposição, o auditório oferece conteúdos exclusivos e atualizados, com ênfase em inovação e tecnologia. Desse modo, a programação de cada edição sempre inclui a colaboração de renomadas instituições de ensino ligadas à indústria do plástico.

Entre os destaques desta edição estão a arena de reciclagem e sustentabilidade e a ilha de economia circular. Além disso, a Plástico Brasil 2025 conta com a assinatura da ABIMAQ 

(Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e a Informa Markets firmaram uma parceria estratégica com a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), que agora também assina a iniciativa do evento.

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França Plastic impulsiona a economia circular com soluções sustentáveis

A França Plastic se destaca no mercado de plásticos pelo compromisso com inovação e sustentabilidade, atendendo às demandas crescentes do setor. Seus investimentos em tecnologias avançadas garantem eficiência na produção e promovem o uso de materiais recicláveis e biodegradáveis, alinhados às exigências da economia circular. 

França Plastic

Sendo assim, a empresa foca em sustentabilidade e a alinhar-se às regulamentações ambientais. Assim, seu comportamento se comprova na colaboração da França Plastic com seus clientes no desenvolvimento de materiais inovadores e recicláveis para enfrentar os desafios do setor.

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Por meio da eficiência nos processos, a França Plastic visa diminuir custos e introduzir tecnologias inovadoras. Dessa forma, promovendo a competitividade e o alinhamento com as demandas do mercado.

Inserida em um contexto sustentável, a França Plastic destaca a inovação de sua linha FP-ecoRESIN, composta por materiais reciclados. Além disso, a empresa promove a economia circular com investimentos em tecnologias que permitem reaproveitar resíduos industriais e de pós-consumo.

A França Plastic investe em processos produtivos mais eficientes, diminuindo o desperdício e unindo forças com os clientes para criar embalagens retornáveis e recicláveis. Com isso, reforçando seu compromisso em reduzir o impacto ambiental ao longo da cadeia produtiva.

Diante da influência de variáveis como custos de matérias-primas, consumo energético e cumprimento de normas ambientais, a empresa aposta em automação e inovação tecnológica para aumentar a eficiência e diminuir perdas. 

O compromisso com a sustentabilidade da França Plastic se evidencia pelo reaproveitamento de resíduos. Bem como, pela utilização de materiais recicláveis em seus processos.

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Projeções para indústrias em 2025

De acordo com a projeção da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria brasileira deverá crescer menos em 2025. Além disso, o PIB (Produto Interno Bruto) pode chegar a 2,1%, o percentual diferente do estimado para 2024, que foi de 3,3%. 

Indústria

A princípio, a previsão do percentual menor está relacionada à queda de demanda. No último dia 17, no relatório Economia Brasileira 2024-2025, a CNI estimou que o PIB do Brasil deve crescer 2,4% este ano. No entanto, em cenário em que alguns dos elementos-chave que alavancaram o consumo e o investimento em 2024 apresentem menor intensidade em 2025.

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Nesse sentido, no documento a instituição avalia: "A alta das taxas de juros eleva os custos de se investir e limitam a disponibilidade de crédito. Além disso, as maiores taxas de juros também tendem a conter a demanda".

Entre as áreas mais afetadas aparecem a indústria de construção e setores de bens de consumo mais dependentes do crédito. Assim, o crescimento poderá passar de 3,8% em 2024, para 1,8% nessas áreas, tendo um desempenho mais moderado ligado à construção de edifícios e de obras de infraestrutura.

Quanto à habitação,a CNI projeta uma queda na demanda, influenciada pelo crescimento mais moderado do mercado de trabalho, menores aumentos reais nos rendimentos e um cenário de alta nas taxas de juros.

Assim, com condições menos favoráveis no mercado de trabalho, o consumidor tende a reduzir a segurança em destinar uma parte maior de sua renda a compromissos financeiros.

Em relação às obras de infraestrutura, a CNI prevê que os municípios reduzirão os gastos de capital após as eleições municipais deste ano. 

Além disso, a instituição ressalta que a tendência de crescimento mais lento das despesas federais, somada à necessidade de contingenciá-las, reforça a perspectiva de menores investimentos em 2025.

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Tendências de sustentabilidade para 2025

Conforme destaca o relatório Accenture Life Trends 2025, novas tendências estão influenciando a maneira como lidamos com o consumo e o meio ambiente, e muitas delas têm uma conexão direta com a reciclagem.

Tendências de sustentabilidade

Sustentabilidade: o pilar principal

Uma das tendências mais notáveis do relatório Accenture Life Trends 2025 é a crescente valorização da autenticidade no universo digital. Com o aumento de fraudes e desinformação online, os consumidores se mostram mais seletivos ao realizar compras e estão cada vez mais questionando a verdadeira sustentabilidade das marcas.

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No setor de reciclagem, essa situação cria uma oportunidade importante. O selo eureciclo, por exemplo, é uma forma de conquistar a confiança do consumidor ao garantir a compensação ambiental das embalagens. 

Quando uma marca se alinha a esse selo, ela está reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social, o que pode ser fundamental para reconquistar a confiança dos consumidores que exigem mais transparência sobre os produtos que adquirem.

Demandas por soluções ágeis

Ainda, o relatório destaca a economia da impaciência, onde os consumidores querem resultados rápidos e eficientes. No campo da sustentabilidade, as marcas precisam oferecer alternativas práticas e simples, permitindo que os consumidores se sintam participantes ativos na solução. 

A reciclagem surge como uma opção direta e eficaz. Além disso, marcas que tornam o descarte consciente e a reciclagem mais acessíveis atraem o público impaciente, que busca soluções práticas e que se alinham com seus valores.

Ações sustentáveis como experiências autênticas

O conceito de rewilding social revela o desejo das pessoas de retornar ao mundo físico e vivenciar experiências reais. Esse movimento está em sintonia com o crescente interesse por práticas sustentáveis, como a reciclagem, a economia circular e o consumo responsável. 

Ao promover a reciclagem, os consumidores fazem parte de uma comunidade engajada com a sustentabilidade. Dessa forma, ao reciclar, os consumidores sentem que estão contribuindo diretamente para a redução do impacto ambiental e para um futuro mais sustentável.

Transparência como valor sustentável

Os consumidores estão cada vez mais atentos aos impactos ambientais de suas escolhas de consumo, o que exige que as marcas se tornem mais transparentes em relação aos seus processos de produção e descarte. 

Nesse sentido, o estudo destaca que plataformas que priorizam a transparência ganham a confiança do público. 

Ao utilizar estas práticas nas produções, as marcas demonstram um compromisso genuíno com a sustentabilidade, mostrando que se preocupam com o destino de suas embalagens e com a compensação ambiental. Essa postura não só fortalece a imagem da marca, mas também educa os consumidores a valorizar práticas mais responsáveis.

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