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Plástico Brasil 2025 ganha novo projeto de reciclagem de plásticos

A Plástico Brasil 2025, considerada o maior evento do setor na América Latina, traz uma inovação significativa para a indústria ao lançar um projeto inédito de Economia Circular. O projeto visa impulsionar práticas que maximizem o uso eficiente dos recursos naturais e minimizem os resíduos. 

Assim, alinhando-se às diretrizes ESG e às iniciativas setoriais promovidas por entidades como Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).

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No evento a ETEC (Escola Técnica Estadual) de Mairiporã vai apresentar o processo de reciclagem. A atração foi desenvolvida pelos alunos com supervisão do Sou Plástico, criado por Rui Katsuno, proprietário da empresa MTF Termoformadoras.  

A iniciativa conta com um moinho, que realiza a trituração de tampinhas plásticas, e uma injetora, capaz de transformar o material reciclado em novos produtos. Na Plástico Brasil, os visitantes poderão acompanhar esse processo ao vivo com a produção de suportes para celulares.

Katsuno explica que esta ação se mostra como uma forma de agregar valor aos resíduos plásticos. Nesse sentido, ele continua: “Se eu levasse uma tampinha para um sucateiro, ele pagaria R$2 ou R$3 por quilo. Se eu transformar essas tampinhas em um suporte de celular ou em peças de dominó, passa a valer R$50 o quilo”. 

Ainda, Katsuno explica que o projeto vai além da educação ambiental. Assim, ele complementa: “É também um meio de educação financeira, pois os alunos administram os recursos obtidos com a venda de produtos para custear a formatura da turma do terceiro ano. E social, porque vai ajudar os alunos que não têm condições financeiras a participar da formatura.”

Participação do público no processo de reciclagem

A demonstração do processo de transformação das tampinhas na Plástico Brasil oferece uma experiência interativa. Desse modo os visitantes poderão operar tanto o moinho quanto a injetora, participando ativamente de cada etapa.

Ao se basear em uma injetora de alavanca que encontrou na Europa, Katsuno, técnico em Eletrônica, fez ajustes no equipamento para facilitar seu uso por adolescentes. Assim, tornando o projeto mais acessível para aplicação escolar.

A partir de uma injetora de alavanca encontrada na Europa, Katsuno identificou a necessidade de ajustá-la para uso em uma escola secundária. Uma vez que o acionamento demandava uma força física que nem todos os estudantes possuíam.

Em conformidade com a NR-12, norma do Ministério do Trabalho voltada à segurança de operadores de máquinas, a injetora foi projetada para garantir a proteção durante o uso. O projeto também pretende destacar as vantagens da reciclagem do plástico.

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Pesquisa revela desperdício de bilhões e destaca o potencial inexplorado da economia circular

O estudo “Circularity’s Time Has Come“, da BCG (Boston Consulting Group), aponta que quase 200 bilhões de euros são desperdiçados todo ano em materiais recicláveis não aproveitados. Entre os principais materiais, destacam-se o cobre e o plástico, com 68 bilhões e 48 bilhões de euros, respectivamente. Além dos desperdícios financeiros, esses dados revelam uma série de oportunidades perdidas. De acordo com o estudo, a implementação da sustentabilidade e da economia circular auxilia na redução de custos.

Economia circular

Bem como, na volatilidade das cadeias de abastecimento, mas também cria vantagens competitivas e minimiza os impactos ambientais.

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Diante disso, Victoria Almeida, Gerente de programa da Fundação Ellen MacArthur para a América Latina, ressalta: “Este estudo vai ao encontro de análises anteriores da Fundação Ellen MacArthur que demonstraram que, em 2015, a atual forma linear de produzir e utilizar produtos e recursos já custava à Europa €7,2 bilhões por ano em três setores analisados: mobilidade, alimentação e ambiente construído. Esta dimensão do desperdício demonstra a urgência e a oportunidade econômica da economia circular”.

Nesse sentido, a pesquisa indica que a extração de matérias-primas aumentou nas últimas décadas. Porém, a taxa de circularidade diminuiu, alcançado somente 7,2% em 2023. 

Economia circular como solução para crises e progresso sustentável

Assim, o relatório aponta estratégias para lidar com isso. Entre elas: o fornecimento estável de materiais recicláveis, redução de fragmentação de resíduos na fonte, adoção de tecnologias inovadoras e integração da circularidade. Com isso, segundo a BCG, os custos reduziram em até 15%.

Em relação a isso, Almeida reitera que a pesquisa reforça a ideia da economia circular como uma oportunidade econômica. Somando-se a isso, ela analisa que o agravamento das crises ambientais. Além disso, as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a poluição também apresentam ameaças à economia que vão além da disponibilidade de recursos. 

Assim, ela afirma: “Para enfrentar essas crises, a economia circular também se coloca como uma solução. Portanto, seja por oportunidade econômica, minimização de riscos, ou enfrentamento dos desafios ambientais, a economia circular segue, há décadas, sendo um modelo fundamental para ser priorizado”.

Para Almeida, as empresas devem colocar a economia circular no centro das estratégias. Da mesma forma, devem desenvolver produtos e modelos que eliminem os resíduos e a poluição. Assim como, precisam circular produtos e materiais, regenerando a natureza do design. 

Por fim, ela conclui: “Ao mesmo tempo, os governantes e legisladores precisam criar as condições favoráveis para que essa mudança aconteça rapidamente e em larga escala. Com isso, poderemos garantir prosperidade de longo prazo.”

Oportunidades no Brasil

Algumas iniciativas promissoras estão impulsionando a reciclagem e a economia circular no Brasil. Entre elas a Lei de Incentivo à Reciclagem, a Estratégia Nacional de Economia Circular e a proibição da importação de resíduos sólidos. Contudo, há muito a ser feito para alcançar resultados mais abrangentes.

Assim como em diversas partes do mundo, a reciclagem, se incentivada no Brasil, resultaria em vantagens expressivas para o país.

De acordo com um estudo da UVA (Universidade Veiga de Almeida), o estado do Rio de Janeiro perdeu R$ 766 milhões entre 2020 e 2024 por não contar com um suporte eficiente à reciclagem de plásticos. 

O levantamento, que utilizou dados do SINIR+ e do Anuário da Reciclagem, destacou o potencial econômico circular desperdiçado pela falta de aproveitamento desses materiais.

Nesse sentido, Carlos Eduardo Canejo, professor do Mestrado em Ciências do Meio Ambiente da UVA e coordenador do estudo, explica: “A criação de fluxos econômicos mais eficientes, aliados ao fortalecimento das cooperativas de reciclagem e à integração com a indústria, tem o potencial de transformar o que hoje é visto como lixo em uma cadeia de valor sustentável”.

Como o estudo foi realizado? 

A pesquisa analisou três possíveis cenários: realista, otimista e desejado. No cenário realista, os pesquisadores da UVA adotaram como parâmetro o último IRR (Índice de Recuperação de Resíduos) do Rio de Janeiro, fornecido pelo SINIR+, que mostra um reaproveitamento de apenas 0,49% dos resíduos sólidos por meio de reciclagem, reutilização ou aproveitamento energético.

Do total de resíduos reaproveitados no Rio de Janeiro, apenas 32% correspondem a plásticos. Na segunda análise, utilizou-se como referência o IRR médio do Brasil em 2019, que foi de 1,67%, com os plásticos representando 24% dos materiais recuperados no país. 

Já no cenário otimista, a base de comparação foi o Rio Grande do Sul, estado com o melhor IRR em 2019, atingindo 4,35%, sendo que 27% dos resíduos reciclados eram plásticos.

Ainda, a pesquisa apontou que, de 2020 a 2024, foram geradas cerca de 32 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos no estado do Rio de Janeiro. Sendo, 16,80%  compostos por plásticos, conforme o Plano Estadual de Resíduos Sólidos (PERS/RJ), totalizando aproximadamente 5,4 milhões de toneladas em cinco anos. Assim, equivale ao peso de 4.700 estátuas do Cristo Redentor.

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Saiba como a pesquisa e desenvolvimento impulsionam a produção de peróxidos orgânicos na indústria

A indústria química enfrenta desafios contínuos para produzir peróxidos orgânicos de alta qualidade, essenciais para uma variedade de aplicações industriais. Isso porque, a indústria deve garantir que esses produtos atendam aos mais altos padrões, já que a indústria adota um processo rigoroso e meticuloso em várias etapas.

Sendo assim, o primeiro passo crucial nesse sentido é a seleção de matérias-primas. A escolha cuidadosa dos compostos orgânicos usados na síntese dos peróxidos influencia diretamente a qualidade do produto final. 

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Isso acontece porque a qualidade desses insumos impacta a pureza e a eficácia dos peróxidos produzidos. Em seguida, as reações de síntese são conduzidas com extrema precisão. Essas reações químicas, que geralmente envolvem reagentes oxidantes, exigem o controle rigoroso de fatores como temperatura, pressão e tempo de reação. Assim, esses parâmetros garantem a pureza e o rendimento desejados.

Após a síntese, os peróxidos orgânicos passam por processos de purificação para eliminar impurezas e subprodutos, garantindo que o produto final esteja em conformidade com os mais altos padrões de qualidade. 

Desse modo, rigorosos testes laboratoriais realizam a análise e o controle de qualidade, garantindo que a composição e a pureza do produto atendam às especificações técnicas. Bem como às normas de segurança estabelecidas.

Além disso, constante a pesquisa e o desenvolvimento ajudam para o aprimoramento dos processos de produção e na eficácia dos peróxidos orgânicos. A indústria química investe constantemente em inovações para aumentar a eficiência, melhorar a qualidade do produto e atender às demandas do mercado.

Em resumo, a indústria química utiliza uma abordagem cuidadosa e técnica na produção de peróxidos orgânicos, desde a seleção das matérias-primas até a purificação final. 

Com um controle rigoroso da qualidade e um compromisso constante com a pesquisa e desenvolvimento, a indústria busca sempre aprimorar seus processos e entregar produtos que atendam às necessidades e exigências do mercado.

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Máquinas injetoras usadas podem ser uma solução para as indústrias?

As indústrias de transformação de plástico enfrentam desafios constantes relacionados à eficiência operacional, custos elevados de aquisição de equipamentos e prazos de entrega prolongados. A pressão para manter a produtividade em alto nível, com investimento reduzido, torna a busca por soluções mais acessíveis uma necessidade crítica.

Factory workshop interior and machines on glass production background

Embora um equipamento novo traga benefícios como garantia de fábrica e suporte pós-venda, a duração e a robustez das máquinas injetoras de plástico tornam a aquisição de equipamentos de segunda mão uma alternativa viável e altamente vantajosa. Entre as principais vantagens estão a significativa redução de custos e a disponibilidade imediata, garantindo um retorno rápido do investimento. 

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No entanto, a decisão de comprar uma máquina usada pode gerar insegurança e desconfiança. Isso porque surgem dúvidas como: Encontrarei um equipamento adequado às minhas necessidades? Estará em boas condições de uso? Funcionaria corretamente após a instalação, sem problemas de manutenção?Em quem posso confiar para garantir uma compra segura?

Essas perguntas surgem naturalmente, mas um mínimo de conhecimento e uma avaliação criteriosa ajudam a respondê-las. Antes de tomar a decisão de compra, vale considerar pontos. 

Quais pontos considerar na escolha da máquina injetora 

Primeiramente, devemos determinar o que será injetado, analisando as características do produto. Avalie se se trata de uma peça simples, uma peça técnica ou um item de ciclo rápido, pois essas informações influenciam diretamente a escolha do equipamento mais adequado.

Da mesma forma, verifique as dimensões do molde, garantindo que a máquina suporte o comprimento, largura e altura necessários para o molde, proporcionando um encaixe perfeito e seguro. Considere também o peso de injeção e o material utilizado. Verifique o volume de injeção e os materiais, como PP, PE ou PS, assegurando a compatibilidade com o equipamento.

Outro ponto é a verificação da condição do CLP (Controlador Lógico Programável), checando se o monitor está legível, se os botões funcionam corretamente e se há falhas que possam prejudicar a operação.

Além disso, preste atenção ao painel elétrico, garantindo que a organização e limpeza da caixa de painéis estejam adequadas para assegurar a segurança e a eficiência da máquina.

Inspecione cuidadosamente a braçagem da máquina. Confirme se as tesouras estão em boas condições ou se apresentam desgastes que possam comprometer o desempenho da operação. Avalie também o estado da rosca e do canhão para garantir a estabilidade do peso da injeção e a precisão do processo.

O nível de ruído da bomba deve ser testado com a máquina em funcionamento, a fim de identificar possíveis ruídos excessivos que possam indicar falhas mecânicas. Assim como, analise os periféricos incluídos, como garras de molde, funis e termorreguladores, garantindo que todos os componentes essenciais estejam presentes e em bom estado.

Por fim, verifique a tensão elétrica da máquina e sua compatibilidade com a rede elétrica local, seja ela de 220V, 380V ou 440V. Essa análise ajuda a evitar problemas de funcionamento e garantir a segurança da operação.

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Plástico biodegradável, Amazon cria embalagens biodegradáveis e espetáculo com sacos plásticos

Cientistas japoneses criam plástico biodegradável que se decompõe sem deixar microplásticos

No Japão, pesquisadores do RIKEN CEMS (Center for Emergent Matter Science) criaram um novo plástico biodegradável que se destaca pela sua durabilidade. Assim, total reciclabilidade e pela capacidade de se decompor na água do mar sem deixar microplásticos residuais.

O novo material criado pela equipe do RIKEN surgiu da constatação de que muitos plásticos biodegradáveis se decompõem no solo, mas não na água salgada. 

Para resolver essa questão, os pesquisadores recorreram ao uso de pontes de sal para ligar monômeros (pequenas moléculas que formam os polímeros), tornando-os suscetíveis à decomposição por bactérias após o descarte.

Assim, a equipe criou o novo plástico biodegradável, chamado alquil SP 2, que não é tóxico e pode ser remodelado em temperaturas acima de 120ºC. Além disso, ela torna a rigidez do material alterável, dependendo da escolha dos monômeros. Quando expostas à água do mar, as pontes de sal se decompõem em apenas algumas horas.

Diante disso, Takuzo Aida, professor da Universidade de Tóquio e autor do estudo, em comunicado, explica: “Com esse novo material, criamos uma nova família de plásticos que são fortes, estáveis, recicláveis, podem servir a múltiplas funções e, o mais importante, não geram microplásticos.”

Amazon inicia projeto piloto com entregas em embalagens biodegradáveis em Valência

A Amazon, em meio às críticas sobre seu impacto ambiental, tem dado passos significativos em direção à sustentabilidade. A empresa iniciou um projeto piloto em Valência, com a implementação de entregas de alimentos em carteiras biodegradáveis. 

Para isso, a empresa passou a produzir as embalagens a partir de materiais vegetais como amido de milho e óleos derivados de plantas cultivadas na Europa. Para o desenvolvimento, firmou uma parceria com a empresa italiana Novamont.

Assim, a Amazon garante a reciclabilidade das carteiras, bem como transformá-las em novos produtos no futuro. Com isso, a empresa busca reforçar seu compromisso com soluções mais ecológicas. 

Ao mesmo tempo deseja adotar práticas mais sustentáveis e inovadoras, especialmente no setor de suas entregas, como parte de sua abordagem ambiental.

Diante disso, Alan Jacobsen, Diretor de Ciências de Materiais e Energéticas de Amazon, reforça: "Nossas novas carteiras biodegradables de Amazon Fresh proporcionam protecção total, mantendo os pedidos de nossos clientes em perfeitas condições e, a sua vez, sendo melhores para o planeta, já que estão fabricadas com materiais renováveis e seguros para produtos alimentares derivados de plantas, como o almidón de milho e os azeites vegetais".

Ainda, ele acrescenta que a principal diferença entre as carteiras de plástico comum e estes materiais está na capacidade de reciclagem. Além disso, essa inovação decompõem-se de forma natural no meio de compostagem. 

Em paralelo ao projeto piloto do Amazon Fresh com a Novamont em Valencia, a equipe científica da Amazon está colaborando com o Consórcio BOTTLE, do Departamento de Energia dos EUA, liderado pelo NREL (Laboratório Nacional de Energias Renováveis), para aprimorar um processo de reciclagem a baixa temperatura para materiais biodegradáveis.

Além disso, a companhia destaca que, na Europa, a Amazon utiliza apenas opções de embalagem 100% recicláveis em sua rede de envios – caixas, carteiras e sobres. Isso inclui tanto os produtos vendidos diretamente pela Amazon quanto os de seus parceiros comerciais.

Espetáculo utiliza sacos plásticos para conscientização ambiental

Combinando leveza e reflexão sobre a natureza, a peça de dança “L’après-midi d’un foehn, version 1”, concebida pela artista francesa Phia Ménard, traz personagens como sacos de plástico.

Ao utilizar sacos de plástico, um material frequentemente associado à poluição, a artista transforma um símbolo do consumo descartável em um elemento artístico, questionando diretamente nossa responsabilidade em relação ao planeta.

Para além da sua estética encantadora, "L’après-midi d’un foehn" transmite uma mensagem ambiental intensa. 

Isso porque, o uso de sacos de plástico, frequentemente relacionado à poluição, é uma reflexão provocativa sobre o consumo irresponsável. Phia Ménard transforma esse elemento descartável em uma obra de arte poética, questionando o vínculo com o meio ambiente e a exploração dos recursos naturais.

Ainda, a peça explora, de forma sutil, temas como a sustentabilidade, a brevidade da vida e o poder da transformação. Os sacos de plástico, com sua leveza e fragilidade, tornam-se símbolos da fragilidade do ecossistema, enquanto o vento que os orienta personifica as forças invisíveis que influenciam o curso do mundo.

Assim, por meio da sua arte, Phia Ménard promove uma mensagem de conscientização ambiental. Mostrando que, mesmo os elementos mais simples e descartáveis, podem ser reconfigurados e transformados.

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Como startups de plásticos sustentáveis estão conquistando grandes players industriais

Como startups de plásticos sustentáveis estão conquistando grandes players industriais

Com a crescente demanda por sustentabilidade, impulsionada tanto por consumidores quanto por grandes empresas, os plásticos sustentáveis vêm ganhando espaço na indústria. Isso porque, as startups têm se destacado por oferecer soluções inovadoras, que além de atender às exigências ambientais, têm conquistado parcerias estratégicas com grandes players industriais. 

Assim, as startups de plásticos sustentáveis estão impulsionando a transformação da indústria ao utilizar esses materiais como solução inovadora. 

Por meio de parcerias estratégicas com grandes players, essas empresas traduzem avanços da pesquisa em aplicações práticas, viabilizando a implementação de soluções sustentáveis no setor.

A sustentabilidade tem se tornado uma pauta central em diversos setores industriais e sociais, e na indústria do plástico não é diferente. 

Diante disso, os plásticos sustentáveis vêm ganhando destaque como uma alternativa inovadora e sustentável, porque também ajudam a promover a reciclagem. Bem como auxiliam no processo circular, tornando os produtos mais ecológicos e biodegradáveis. 

Sendo assim, com a forte demanda por soluções sustentáveis e inovadoras, as startups vêm conquistando espaço na indústria do plástico. 

Isso acontece porque ao mesmo tempo que atendem as demandas, ao oferecer estes produtos sustentáveis, contribuem para a redução do impacto ambiental e fortalecem a imagem da indústria como um ator comprometido com a sustentabilidade.

Como os plásticos sustentáveis e a parceria com grandes players impacta o mercado

Integrar startups ao setor do plástico se mostra uma estratégia eficaz porque pode ajudar a acelerar a inovação industrial com menores custos. Em vez de depender de processos internos prolongados e burocráticos, as grandes empresas recorrem às startups, que trazem soluções inovadoras de maneira ágil e adaptável às demandas do mercado.

Sendo assim, quando alinhada de forma estratégica, a parceria entre a indústria do plástico e as startups gera benefícios mútuos. A indústria obtém maior agilidade na implementação de soluções customizadas para suas necessidades, tornando seus processos mais eficientes e sustentáveis.

Por outro lado, a startup obtém maior suporte financeiro para expandir suas soluções inovadoras em plásticos sustentáveis, especialmente ao validar suas tecnologias em aplicações reais na indústria. 

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Descubra como aumentar a durabilidade dos equipamentos industriais

A durabilidade dos equipamentos industriais está diretamente ligada ao desgaste provocado pela abrasão. Isso porque está relacionada ao processo de deterioração causado pela fricção constante entre superfícies.

Descubra como aumentar a durabilidade dos equipamentos industriais

Sendo assim, esse desgaste, embora natural, pode ser altamente prejudicial quando não gerido corretamente, resultando em falhas imprevistas e aumento dos custos operacionais. 

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Diferentes tipos de desgaste, como deslizamento, impacto ou erosão, causam impactos variados nos equipamentos. Mas, também depende do tipo de material, da velocidade de movimento e da presença de partículas abrasivas.

Dessa forma, a abrasão constante acelera o desgaste das superfícies, comprometendo a eficiência dos equipamentos e levando à perda de aderência entre as peças. O que pode resultar em falhas mecânicas. 

Além disso, ambientes com alta presença de poeira, areia ou produtos químicos agravam o problema, exigindo uma abordagem proativa para proteger os componentes. A resistência à abrasão é fundamental, e a escolha dos revestimentos certos influência na longevidade dos equipamentos.

Para solucionar estas questões, usar revestimentos como Níquel Duro Químico, Níquel-Lub, Pinturas Especiais Xylan e Ceram-Kote se destacam como algumas das soluções eficazes para proteger os equipamentos contra a abrasão. 

Afinal, esses materiais oferecem resistência não apenas ao desgaste, mas também à corrosão e a condições ambientais adversas. A escolha do revestimento ideal deve levar em conta as condições operacionais e o tipo de desgaste esperado, garantindo uma solução personalizada que prolongue a vida útil dos componentes.

Portanto, investir em tratamentos de superfície adequados e na manutenção preventiva é crucial para aumentar a durabilidade dos equipamentos industriais, reduzir custos de manutenção e melhorar a produtividade da empresa. 

Ao proteger suas máquinas contra o desgaste precoce, as indústrias otimizam o desempenho e evitam paradas inesperadas, garantindo a continuidade das operações com eficiência e menor impacto no orçamento.

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Como a Seibt se tornou referência em reciclagem de plásticos

Em 1980, o Sr. Rubem Seibt dá um passo em direção ao futuro do setor de plásticos no Brasil com a fabricação de quatro modelos de moinhos granuladores. A história da empresa, porém, iniciou-se seis anos antes, em 1974, com a inauguração da então Menopel Empresa-Escola. A princípio, criada para oferecer serviços metalúrgicos e formar profissionais.

Seibt

Ainda em 1977, a Menopel constrói a nova sede da empresa, mas encontra desafios em decorrência das políticas econômicas no Brasil. Nesse cenário, o Sr. Rubem Seibt junta suas economias para adquirir a empresa dos outros sócios. Assim, a Menopel passa a se chamar Metalúrgica Seibt Ltda.

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Nos anos 80, o Brasil começa sua caminhada relacionada à reciclagem. Apesar da fase inicial da consciência ambiental, a Seibt já enxergava o potencial desta prática e começava seu investimento em tecnologias.

Nesse sentido, Adão Braga, Gerente Comercial, pontua que a empresa investiu e investe continuamente em tecnologias inovadoras para reciclagem. Assim, ele ressalta as linhas de reciclagem da empresa, que cooperam para a transformação do setor no Brasil. 

Sendo assim, nos anos 2000, a Seibt identificou a possibilidade de expandir sua presença em âmbito internacional. A decisão partiu diante da expertise da empresa em reciclagem e processamento de plásticos. 

Diante disso, Adão Braga comenta: “Os benefícios da expansão incluíam o aumento da competitividade e o fortalecimento da marca no exterior. Entretanto, os riscos envolviam questões logísticas, adaptação às normas e regulamentações de outros países e a necessidade de prestar suporte técnico em mercados distantes.”

Conquistas da Seibt

Ao longo das décadas, a SEIBT expandiu sua linha de produtos, desenvolvendo máquinas que incluem moinhos, extrusoras, picotadores, aglomeradores e sistemas completos de reciclagem. Em 2014, a empresa importou uma avançada máquina japonesa para usinar peças de até 12 toneladas, consolidando seu compromisso com a tecnologia de ponta.

Além disso, em 2022, a aquisição de uma máquina de corte a plasma representou mais um passo na modernização do parque fabril, garantindo precisão e eficiência na produção de equipamentos.

Entre as maiores conquistas ao longo destes 50 anos, a Seibt pontua que as maiores conquistas da SEIBT incluem o desenvolvimento contínuo de tecnologias inovadoras para reciclagem. Como as linhas de reciclagem de alta eficiência e automação, que ajudaram a transformar o setor no Brasil. 

Com seu crescimento sólido, a SEIBT estabeleceu uma posição de liderança nos mercados interno e externo, tornando-se um nome de referência em máquinas de reciclagem de plásticos. Sua atuação tem gerado avanços significativos na sustentabilidade e no fortalecimento da economia circular.

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Inteligência Artificial na produção de plásticos

Inteligência artificial na produção de plásticos

Diante dos avanços modernos, e com o incremento da Inteligência Artificial na indústria do plástico, a dinâmica de trabalho se transforma. Afinal, essas novas tecnologias impactam desde o exercício do trabalho até a forma como as pessoas interagem com os desenvolvimentos. 

Ainda em relação ao seu impacto no dia a dia do trabalho, quando se fala da indústria do plástico, por exemplo, a IA (Inteligência Artificial) influencia na forma de lidar com questões como sustentabilidade. Pois, esta ferramenta pode se apresentar como ajuda extra, otimizando processos, recursos e reciclagem. 

No entanto, a estranheza ligada ao termo pode estar relacionada ao desconhecimento quanto a IA, isso porque tememos a substituição de humanos por máquinas, mas esta tecnologia associada à produção de plásticos prevê o uso complementar. 

Ainda, essa dinâmica também levanta questões éticas e sociais, especialmente em relação à privacidade, segurança e ao impacto no mercado de trabalho. Contudo, o intuito de associar IA às produções de plástico é complementar habilidades humanas. 

Assim, expandindo a capacidade do ser humano; como acelerar a compreensão de um cenário complexo, até lidar com grandes dados. 

Possíveis contribuições da IA para a indústria

Diante disso, uma das primeiras contribuições que a IA traz à indústria, é a análise detalhada de dados em tempo real. Desse modo, possibilitando ajustes imediatos nos processos de fabricação. 

Com isso, resultando em uma produção eficiente, com menos desperdício de material e menor consumo de energia. 

Da mesma forma, outra ação apontada como benefício da IA, está na capacidade de prever falhas. Assim, torna-se possível prolongar a vida útil das máquinas. Bem como permite uma manutenção preventiva. 

No controle de qualidade, por sua vez, os sistemas de visão computacional e algoritmos de aprendizado de máquina inspecionam produtos com precisão, identificando defeitos microscópicos ou variações dimensionais mínimas que poderiam comprometer a qualidade final. Isso garante que apenas produtos de alta qualidade cheguem ao mercado, melhorando a reputação da empresa e reduzindo custos com retrabalho.

Essas transformações acontecem porque diversos setores industriais trabalham com integração de processos. Portanto, as ferramentas ajudam os sistemas produtivos a desenvolver uma atividade consistente. 

Como será o futuro da IA na indústria?

Sendo assim, a tendência aponta para um crescimento da presença da IA na indústria. Uma vez que, novas aplicações e tecnologias surgem a cada dia. Assim também emergem mais avanços, tanto em aprendizado teórico quanto em máquinas. 

A previsão indica esta implementação, também, devido às demandas por processos tecnológicos que impulsionam a atividade e desempenho industrial. 

A crescente acessibilidade das tecnologias de IA se mostra como mais um fator de impacto, pois com a diminuição dos custos de hardware e software, mesmo empresas menores podem adotar soluções baseadas em IA.

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Confiança do empresário industrial volta ao pessimismo após 20 meses

Segundo a pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) caiu 1 ponto em janeiro. O indicador recuou de 50,1 pontos para 49,1 pontos. Com isso, o indicador marca a quarta baixa seguida, acumulando uma queda de 4,3 pontos desde setembro de 2024. 

Confiança do empresário industrial

Esta movimentação fez com que os empresários fossem de um estado de naturalidade para um estado de falta de confiança. Além disso, esta queda foi a primeira em 20 meses, já que desde maio de 2023 os empresários não se mostraram pessimistas. 

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Diante desse cenário, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, esclarece: 

“O pessimismo faz com que os empresários tendam a adiar decisões com relação a investimentos, aumento de produção e contratações, na expectativa de um cenário mais favorável. Isso pode se traduzir em uma melhora do próprio índice e, depois, nas decisões de negócio”

Neste mês de janeiro os componentes do ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) recuaram. O indicador engloba o Índice de Condições Atuais e o Índice de Expectativas. 

Enquanto o primeiro passou de 46,5 pontos para 44,2 pontos, com uma queda 2,3, o Índice de Expectativas caiu 0,4 ponto, indo de 51,9 pontos, para 51,5 pontos. 

O resultado do Índice de Condições Atuais aponta para uma avaliação negativa dos empresários sobre as condições atuais e sobre as próprias empresas quando comparado aos seis meses anteriores. 

As expectativas para os próximos seis meses, no entanto, continuam positivas. Mas, isso se deve à avaliação sobre as próprias empresas, já que as expectativas sobre o futuro da economia no país se tornaram pessimistas. 

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