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Como definir metas de crescimento realistas para empresas do setor de plásticos

Definir metas é crucial para manter o foco no desenvolvimento pessoal e profissional, proporcionando a motivação necessária para não desistir. No âmbito industrial esta motivação impulsiona o sucesso. No entanto, é fundamental que essas metas sejam realistas e alcançáveis, planejadas de maneira estratégica e documentadas em um plano de negócios.

Isso porque um planejamento estratégico e realista também ajuda a estabelecer hábitos sustentáveis que beneficiam sua trajetória profissional. 

Apesar de não haver um conjunto de regras definidas, entender alguns passos fundamentais ajuda a garantir que as empresas alcancem os objetivos. Da mesma forma, auxilia na tomada de decisões. 

1. Definir as metas mais importantes 

Sendo assim, a princípio, concentrar-se em metas importantes ajudam na organização, isso porque definir muitos objetivos pode se tornar uma tarefa frustrante. Por isso, é essencial focar naquelas que realmente contribuem para atingir seus objetivos principais. Com o tempo, incluir mais metas ao mesmo tempo não comprometerá os resultados. 

Portanto, ao estabelecer uma meta, deve-se pensá-la do modo mais específico possível e evitar objetivos vagos; focar claramente no resultado que deseja alcançar.

2. Estabelecer tempo para cumpri-lás 

Nesse sentido, metas simples podem ser cumpridas em prazos curtos, metas complexas precisam de mais tempo. O prazo ideal depende de quanto tempo é necessário para atingir o objetivo, e isso deve ser considerado ao traçar a meta. 

3. Reorganizar hábitos 

Ainda, para alcançar os objetivos, deve-se abandonar alguns hábitos e atitudes. Isso inclui eliminar ações que vão contra os objetivos e evitar compromissos que possam sobrecarregar o dia a dia, assim sobrando mais tempo para se dedicar às metas.

Assim, a empresa deve avaliar a relevância da meta para seus objetivos gerais, bem como se estão alinhadas com a missão e os valores da empresa.

4. Cooperação mútua

O engajamento e a motivação dos membros da equipe elevam o desempenho da empresa a níveis consideravelmente mais altos. Para manter essa motivação, é crucial garantir que todos estejam alinhados com as metas estabelecidas.

5. Monitoramento constante da evolução da empresa

Verificar o andamento dos objetivos ajuda a manter o foco e a motivação durante o processo. Essa análise permite identificar se as ações estão sendo eficazes. Se o progresso estiver acima das expectativas, basta continuar com o que está sendo feito. Porém, se os resultados estiverem aquém do esperado, ajustes ou maior empenho nas ações podem ser necessários.

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Volta do plástico: Trump assina ordem executiva para retomada dos canudos plásticos

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, publicou na última segunda-feira (10) uma ordem executiva permitindo o uso generalizado de canudos plásticos novamente. A medida anula uma iniciativa de Joe Biden para diminuir o uso do material em território americano.

Plástico

Ao assinar a ordem, o presidente aproveitou para criticar os canudos de papel que haviam sido adotados no lugar dos plásticos. Nesse sentido, ele pontuou: “"Essas coisas não funcionam. Eu já as usei muitas vezes, e ocasionalmente, elas quebram, explodem. Se algo está quente, elas não duram muito tempo, tipo uma questão de minutos, às vezes uma questão de segundos. É uma situação ridícula.”

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A medida foi previamente compartilhada por Trump três dias antes em sua rede social, a Truth Social. 

Em 2024, o então presidente Joe Biden definiu um cronograma para eliminar, de forma gradual, os produtos plásticos em prédios públicos. Assim, a meta era concluir até 2027 e estender para todas as agências federais até 2035.

Ainda em 2020, Trump já havia se pronunciado contra os canudos de papel. Na época, comentou: "Eles querem banir os canudos. Alguém já usou aqueles canudos de papel? Eles se desintegram quando você bebe".

Para anunciar a nova medida, a Casa Branca compartilhou uma imagem de Coca-Cola Diet com canudo de plástico. 

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WCEF2025: Fórum mundial de economia circular estreia na América Latina

Entre os dias 13 a 16 de maio, a capital paulista receberá a nona edição do WCEF (Fórum Mundial de Economia Circular), que será realizado pela primeira vez na América Latina. O evento, sediado no Parque do Ibirapuera, discutirá o impacto das soluções tropicais no crescimento sustentável. Além de tratar da importância da economia circular para uma transição econômica mais justa e com menor pegada de carbono.

WCEF2025

Visando as negociações climáticas da COP30, que acontece em novembro em Belém, o evento busca discutir conhecimentos e estratégias relacionadas ao tema. Bem como, a participação de grandes pensadores e agentes de mudança da economia global, devem contribuir significativamente. 

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Dessa forma, segundo a análise mais recente do Painel Internacional de Recursos das Nações Unidas, parceiro científico do WCEF, o consumo de materiais virgens aumentou drasticamente no século XXI, com mais de 90% desses recursos sem reutilização.

Diante disso, Kari Herlevi, diretor do Programa de Economia Circular do Fundo de Inovação Finlandês Sitra, pontua: "Estamos continuamente perdendo um enorme valor que poderia acelerar nossas economias".

Potenciais da economia circular no Brasil

Segundo um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e seus parceiros, divulgado no WCEF2024, a economia circular tem o potencial de criar 7 milhões de empregos globalmente. Enquanto na América Latina e no Caribe, essa transformação tem capacidade de resultar em até 4,8 milhões de novas oportunidades no mercado de trabalho.

Nesse sentido, Herlevi explica: “Os investimentos estão cada vez mais direcionados a negócios e projetos circulares. O setor financeiro começou a abraçar as oportunidades da economia circular, e as empresas estão implementando estratégias circulares para obter vantagem competitiva e responder às mudanças de comportamento dos consumidores. O momento é agora”.

O encontro presencial contará com a presença de mais de mil especialistas convidados, entre líderes empresariais, formuladores de políticas e cientistas globais. Além disso, o WCEF2025 também terá ampla participação online.

Programação do WCEF2025

O WCEF2025 foi desenvolvido para fomentar debates sobre temas-chave como negócios, governança, finanças, inovação, pessoas e emprego. Assim, agregando componentes fundamentais para acelerar a adoção de soluções circulares.

Sendo assim, durante os dias 13 e 14 de maio, acontecerão 4 plenárias e 12 sessões paralelas, fundamentadas nas últimas pesquisas científicas. As plenárias irão abordar temas transversais. Ainda, as sessões paralelas se concentrarão em segmentos específicos, apresentando exemplos inspiradores e viáveis de economia circular.

Já nos dias 15 e 16 de maio, parceiros do WCEF realizarão sessões aceleradoras em São Paulo e globalmente. Essas atividades visam integrar as discussões do evento ao cotidiano da economia circular. Com isso, ampliando a participação do público e aprofundando temas estratégicos.

Alguns dos temas abordados no programa recém-divulgado incluem:

Kalil Cury Filho, diretor-adjunto do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da FIESP, comenta as escolhas do programa: “O setor produtivo, principalmente a indústria, tem papel central na condução rumo à economia circular com a implementação de soluções concretas para tornar os processos de produção mais sustentáveis.”

Práticas circulares no setor industrial 

A adoção de práticas circulares no setor industrial brasileiro tem crescido significativamente. Um levantamento de 2024, conduzido pela CNI e pelo Centro de Pesquisa em Economia Circular da USP, apontou que 85% das indústrias no Brasil já aplicam pelo menos uma iniciativa de economia circular.

Nesse sentido, o superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, ressalta: “A indústria é essencial na transição para uma economia circular e pode contribuir mais. Temos promovido uma gestão mais eficiente dos recursos e a valorização de produtos circulares”. 

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Recircula Brasil: veja impacto da plataforma de rastreio de plástico

O Brasil conta agora com uma nova Plataforma de Rastreio de Plástico. O Recircula Brasil promove a economia circular e atende às exigências de sustentabilidade dos mercados nacionais e internacionais. Utilizando tecnologia avançada, o sistema rastreia o uso de plásticos reciclados, desde a origem dos resíduos até sua reintegração como matéria-prima em novos produtos.

recircula brasil

A plataforma monitora todo o processo através de notas fiscais eletrônicas. Dessa forma, o Recircula garante transparência na cadeia do produtiva, ao mesmo tempo assegura o reaproveitamento do plástico.

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A Recircula Brasil se destaca como a primeira ferramenta no país a certificar e rastrear a circularidade do plástico reciclado. Assim, ela conecta os diferentes elos da cadeia produtiva, desde os catadores até os grandes transformadores. Esta tecnologia assegura que a reintegração do plástico ao mercado como matéria-prima acontece depois do descarte. 

Com a integração às notas fiscais eletrônicas, a plataforma assegura a origem dos materiais reciclados e confirma o cumprimento das normas de logística reversa. Essa rastreabilidade é essencial para atender às crescentes exigências por produtos sustentáveis, principalmente em mercados internacionais que exigem comprovação de práticas ecológicas.

No âmbito global, o Recircula Brasil chamou a atenção, sendo elogiada pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) como um exemplo de excelência na redução da poluição plástica. Além disso, a plataforma foi mencionada em um relatório que analisa o impacto dos esquemas de crédito de plástico no avanço da reciclagem e na promoção da circularidade.

Esse reconhecimento reforça a posição do Brasil como líder em iniciativas sustentáveis no setor plástico. Assim, demonstrando sua capacidade de atender às exigências internacionais enquanto impulsiona a economia local.

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Aperfeiçoando o processamento de plásticos com moinhos eficientes

A escolha do moinho para plásticos desafia significativamente empresas que atuam na reciclagem desse material, dada a importância desse equipamento para a eficiência e qualidade do processo de transformação.

Isso acontece porque um moinho inadequado não só impacta a produtividade, mas também o ambiente de trabalho e a segurança dos colaboradores. Nesse contexto, diversos fatores técnicos devem ser considerados para garantir a escolha ideal e a otimização das operações.

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Entre os principais desafios está a necessidade de obter um equipamento que ofereça alta performance na moagem de plásticos, sem comprometer a segurança ou a facilidade de manutenção. 

Sendo assim, as empresas devem priorizar moinhos que garantam uma câmara de moagem eficiente, com lâminas afiadas e duráveis. Bem como escolher moinhos capazes de cortar e triturar diversos tipos de plástico com precisão. 

A facilidade de limpeza, a redução de ruídos e a proteção contra a entrada de materiais indesejáveis, como impurezas nos rolamentos, são outros pontos cruciais na decisão de compra.

A tecnologia de moinhos modernos contribui para resolver os desafios das indústrias

Modelos avançados oferecem mancais externos à câmara de moagem, um recurso que evita que impurezas contaminem o sistema e facilita a moagem com água. Além disso, muitos desses moinhos operam de maneira mais silenciosa e contam com sistemas de eliminação de pó, garantindo um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.

Os moinhos para plásticos de alta rotação, por exemplo, se mostram como uma solução eficaz para empresas que lidam com peças de grande volume ou materiais plásticos variados. Com facas fixas e rotativas, fabricadas em aço especial VND, temperadas e retificadas, esses moinhos garantem durabilidade e alto padrão de rendimento. 

Ademais, suas características de mancalização e regulagem de facas permitem a redução da necessidade de manutenção constante. Assim, resultando em menor tempo de inatividade e menores custos operacionais.

Com o design ideal as empresas conseguem solucionar as demandas de processar desde pequenos até grandes volumes de plásticos. Afinal, moinhos aliados à tecnologia de ponta facilitam a manutenção, assim como o cumprimento das normas de segurança exigidas pela indústria.

Dessa forma, com um moinho de alta qualidade, as empresas conseguem otimizar seus processos e aumentar sua produtividade. Ao mesmo tempo, garantir um ambiente de trabalho mais seguro para todos os colaboradores.

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Resinas personalizadas: solução para as necessidades das indústrias

As resinas de polipropileno modificadas com aditivos oferecem uma solução inovadora para um dos maiores desafios enfrentados por indústrias que trabalham com plásticos: a falta de personalização das propriedades dos materiais. 

Resinas
A closeup shot of colorful glitter in the transparent jar on a blue background

Isso porque, tradicionalmente, os plásticos utilizados em diversas aplicações nem sempre atendem às necessidades específicas de cada setor. Assim, resulta em produtos de desempenho limitado ou inadequado para as exigências do mercado.

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Com a capacidade de modificar as propriedades físicas e químicas do material, as resinas personalizadas conseguem atender as demandas de acordo com as necessidades de cada aplicação. 

Isso significa que, ao invés de depender de materiais padrão, as empresas conseguem criar plásticos com características específicas. Incluindo em suas produções: maior resistência ao impacto, flexibilidade aprimorada, resistência térmica, ou até mesmo propriedades específicas de resistência a produtos químicos.

A possibilidade de modificação sob medida não só resolve o problema de falta de personalização, mas também aumenta a eficiência dos processos produtivos. Empresas que antes precisavam fazer adaptações nos seus produtos ou recorrer a plásticos diversos para diferentes aplicações agora conseguem contar com um único tipo de material. 

Além disso, as resinas modificadas com aditivos oferecem uma solução econômica e ambientalmente consciente. Tendo em vista que as indústrias podem produzi-las tanto a partir de resinas virgens quanto recicladas.

Ao incorporar materiais reciclados, as empresas não apenas atendem a requisitos de sustentabilidade, mas também garantem que o desempenho do material final seja atendido sem comprometer a qualidade ou a resistência.

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Plástico feito com bactérias, toalha de garrafa PET e plástico transformado em combustível

Cientistas criam plástico biodegradável que se decompõe sem micróbios

Cientistas criam plástico biodegradável que se decompõe sem micróbios

Cientistas da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, criaram um inovador plástico biodegradável combinando poliuretano termoplástico (TPU) com esporos de Bacillus subtilis, capazes de suportar o calor intenso da produção do material.

A capacidade de auto degradação desse plástico, mesmo sem a presença de micróbios, abre caminho para mudanças no descarte comercial desse material. Sendo assim, agora os pesquisadores buscam expandir a tecnologia para a produção de uma gama maior de plásticos biodegradáveis.

Além disso, a pesquisa explorou esporos bacterianos que se reativam e iniciam a decomposição ao entrar em contato com umidade e nutrientes.

Nesse sentido, em comunicado Jon Poroski, cientista de polímeros da Universidade de San Diego, explica: “Nosso material se decompõe mesmo sem a presença de micróbios adicionais”.

Outro aspecto fundamental do estudo, além da escolha da bactéria, foi a análise da taxa de degradação do plástico. Assim, os testes mostraram que, em condições ideais de compostagem, 90% do material se decompôs em cinco meses.

Diante disso, Adam Feist, bioengenheiro da universidade, complementa: “Um dos nossos próximos passos é ampliar o escopo de materiais biodegradáveis ​​que podemos fabricar com esta tecnologia”.

Toalha de praia feita de fios de garrafa PET

Toalha de praia feita de fios de garrafa PET

Em 2024, a Döhler, indústria têxtil, desenvolveu uma toalha de praia com fios de garrafa PET. A Solaris, nome dado à peça, nasceu de uma ação promocional em dezembro do ano passado, e resultou em 500 peças feitas de algodão e com 38% de fios REPREVE. Assim, esta produção contou com mais de 6,5 mil garrafas PET de 50ml pós-consumo retiradas do meio ambiente. 

Além desta produção, a Dohler também se consagrou como a primeira empresa brasileira a fabricar um cortina de fios de garrafa PET pós-consumo. Com isso, retirou da rota de descarte incorreto cerca de 654,4 mil garrafas no ano de lançamento, em 2023. 

Para desenvolver o produto, a empresa inclui na composição da cortina fios REPREVE reciclados, que possuem tecnologia de rastreamento. Isso significa que é possível comprovar que a cortina foi fabricada com materiais que iriam para destinos incorretos. 

Quanto a estas inovações, Marco Aurélio Braga, head de comunicação e marketing da empresa, ressalta: “A Döhler sempre teve preocupação com a sustentabilidade; isso faz parte da cultura da empresa e processos de gerar menos impacto.”

Nesse sentido, ainda, ele afirma que a empresa vai continuar investindo em produtos amigos do meio-ambiente e atendendo os novos padrões de consumo. 

Cientistas transformam resíduos plásticos em hidrogênio

Cientistas transformam resíduos plásticos em hidrogênio

Segundo uma pesquisa publicada na Nature, cientistas estão estudando maneiras eficazes de transformar resíduos plásticos em hidrogênio. Sendo assim, esse processo reduz significativamente o volume de plástico nos aterros e contribui para a mitigação das emissões de carbono.

Para transformar plástico em hidrogênio, os cientistas utilizam a pirólise, uma técnica que aquece os polímeros a altas temperaturas sem oxigênio, quebrando sua estrutura. Esse processo gera gases que passam por purificação e conversão em hidrogênio. Assim, outras produções podem aproveitar o resíduo resultante como insumo, minimizando o desperdício.

Embora esteja em desenvolvimento experimental, os resultados preliminares indicam grande potencial. Dessa forma, cientistas propõem aprimorar a eficiência do processo de gestão de resíduos urbanos, visando à viabilidade financeira para implementação em larga escala. Essa tecnologia inovadora poderá, então, revolucionar a forma como a sociedade lida com o lixo plástico.

A produção de hidrogênio para células de combustível oferece um impacto ambiental considerável, visto que estas representam uma alternativa limpa e eficiente aos combustíveis fósseis. A implementação desse método pode levar a uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa, um passo crucial para mitigar as mudanças climáticas.

Apesar das promessas de sucesso, ainda existem barreiras a serem vencidas. O custo elevado das plantas de pirólise, tanto para instalação quanto para operação, continua sendo um desafio, mas especialistas acreditam que esses custos poderão diminuir com o avanço da tecnologia.

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Plásticos

A indústria de plásticos está vivenciando uma transformação importante, impulsionada pela crescente demanda por soluções mais sustentáveis, eficientes e inovadoras. As tendências emergentes no setor estão não apenas moldando o futuro desses materiais, mas também trazendo impactos positivos para o meio ambiente, os negócios e a sociedade em geral. 

A adoção de novos materiais está se tornando cada vez mais recorrente, isso porque não apenas para atender às necessidades da indústria, mas também responde aos desafios ambientais globais.

Nesse sentido, inovações como plásticos biodegradáveis, reciclados e novos processos de produção mais limpos, prometem transformar o setor. Além de reduzir os impactos ambientais, essas tecnologias estão gerando novas oportunidades de negócios e colaborando para a construção de uma economia mais circular. 

Assim, essas tendências ajudam também na promoção da sustentabilidade, seja nas operações industriais seja na sociedade como um todo. Desse modo, garantindo um futuro mais responsável e consciente no uso do material.

Tendências no desenvolvimento de plásticos

Exemplos de inovações

Descoberto na Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), um processo inovador converte resíduos plásticos em vapor para criar novos plásticos. A técnica funciona de maneira eficaz no polietileno, comum em sacolas plásticas descartáveis, e também no polipropileno, utilizado em produtos como potes e seringas. O método também degrada de forma eficiente misturas desses plásticos.

Enquanto isso, cientistas da Universidade de San Diego, na Califórnia, EUA, criaram um novo tipo de plástico biodegradável composto por poliuretano termoplástico (TPU) e esporos da bactéria Bacillus subtilis. Os pesquisadores projetaram esses esporos para resistir às altas temperaturas durante a produção.

Já um time de químicos da Universidade de Konstanz criou um plástico biodegradável que mantém a mesma resistência e durabilidade do plástico comum. No entanto, ele se degrada rapidamente, em meses ou até dias, devido a uma tecnologia. 

Nessa descoberta, os químicos usam a estrutura do poliéster – 2,18 é composta por uma unidade de diol com dois átomos de carbono e um ácido dicarboxílico de dezoito átomos de carbono. Para garantir sua decomposição, os cientistas inseriram pontos de ruptura no material, fazendo com que ele se desintegrasse em suas unidades fundamentais.

Essas descobertas demonstram um avanço significativo na busca por soluções mais sustentáveis e eficientes para o setor de plásticos.

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Europa tem nova exigência para fabricação de garrafas PET

Seis meses depois da implementação das tampas fixadas nas garrafas de plástico, entra em vigor uma nova exigência da União Europeia: todas as garrafas PET devem conter pelo menos 25% de plástico reciclado. A mudança faz parte da Diretiva Europeia 2019/904, que busca reduzir o impacto ambiental do uso de plásticos.

Garrafas pet

Enquanto a alteração nas tampas teve impacto direto nos consumidores, esta nova exigência implica em ajustes por parte das indústrias, como destaca a Executive Digest. Assim os fabricantes deverão adequar seus processos de produção, um movimento que já vinha sendo antecipado por diversas empresas. Contudo, a alta no custo do plástico reciclado – cuja demanda tem aumentado rapidamente – pode refletir no preço final de alguns produtos.

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Segundo especialistas da área, a demanda crescente por plástico reciclado tem impulsionado os preços do material, o que gera um obstáculo adicional para os fabricantes. No entanto, não se espera que isso traga grandes alterações para os consumidores em um futuro próximo.

Nesse sentido, as medidas em curso fazem parte de um projeto abrangente para fortalecer a economia circular e sustentável. O uso de plástico reciclado nas garrafas PET é um dos marcos dessa iniciativa, que inclui ainda metas ambiciosas, como elevar o conteúdo reciclado para 30% até 2030.

Embora as alterações possam não ser visíveis para os consumidores a curto prazo, as indústrias devem caminhar para se ajustarem e cumprirem as metas ambientais. Isso porque a  mudança para um modelo mais ecológico depende de um esforço coletivo. Sobretudo visando preservar o meio ambiente e construir um futuro sustentável.

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CNI revela queda no índice de situação financeira das pequenas indústrias

O índice que avalia a situação financeira das indústrias de pequeno porte registrou uma queda de 42,8 para 42 pontos entre o 3º e o 4º trimestre. Na última segunda-feira (03) a CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou por meio do PPI (Panorama da Pequena Indústria) que a percepção dos empresários sobre as finanças das empresas piorou. 

O indicador leva em consideração aspectos como a margem de lucro operacional e a facilidade de acesso ao crédito. Sendo estes, fatores que, segundo os entrevistados, impactaram negativamente a situação financeira das pequenas indústrias.

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Enquanto isso, o índice de desempenho das indústrias de pequeno porte caiu de 47,5 pontos no 3º trimestre para 46,8 pontos no 4º trimestre. Apesar dessa diminuição, a CNI avalia o resultado como positivo, pois ele continua acima da média histórica de 44 pontos. Bem como da marca de 45,9 pontos registrada no 4º trimestre de 2023.

Assim, a CNI avalia o desempenho da pequena indústria com base na ponderação de fatores como volume de produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada em comparação com a média usual. Quanto maior o índice, melhor o desempenho das empresas.

Os principais problemas

A alta taxa de juros foi o principal problema que cresceu na avaliação dos empresários das pequenas indústrias da construção. 

No 3º trimestre, ela estava na terceira posição, com 24,2% de menções. Mas no 4º trimestre esse número subiu para 34,7%, fazendo com que o problema passasse para o primeiro lugar da lista. A carga tributária elevada ficou em segundo lugar, com 33,9%, enquanto a competição desleal apareceu em terceiro, com 23,7%.

No setor de pequenas indústrias de transformação, os maiores obstáculos apontados foram a alta carga tributária (39,9%), a falta ou o alto custo de mão de obra qualificada (26,9%) e a escassez ou o alto custo da matéria-prima (23%). O maior aumento de preocupações entre o 3º e o 4º trimestre foi com a taxa de câmbio, que subiu de 7,7% para 19,6% das empresas afetadas.

ICEI volta a menor nível desde 2020

Em janeiro, o ICEI das pequenas indústrias registrou uma queda de 2,8 pontos em relação a dezembro, marcando a quarta redução seguida. Desde setembro, o indicador acumula uma perda de 5,2 pontos, chegando a 46,8 pontos em janeiro, o menor valor desde junho de 2020.

Nesse sentido, a CNI informou que o índice de perspectivas das pequenas indústrias, que reflete as expectativas para os próximos seis meses, teve uma variação mínima de +0,1 ponto em janeiro, atingindo 48,2 pontos. 

Esse valor está bem perto da média histórica de 46,9 pontos, sugerindo uma leve desaceleração no otimismo das empresas.

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