Por que atrair o público certo é fundamental para o sucesso na Plástico Brasil 2025?
A Plástico Brasil se firmou como o maior e mais relevante evento da América Latina para negócios, inovação, conteúdo e networking no setor de plásticos. Sendo assim, representa uma ótima oportunidade para que as empresas impulsionem sua presença no mercado.
No entanto, como atrair o público certo para a feira? Com essa definição clara, as empresas conseguem desenvolver estratégias de marketing direcionadas para alcançar esse público de forma eficaz.
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Definir o público alvo para a Plástico Brasil
O primeiro passo na atração de público para a feira envolve compreender quem se deseja atingir. Definir o público-alvo de forma clara facilita o direcionamento das ações de marketing e comunicação. Ao responder questões sobre os interesses e necessidades desse público, a equipe consegue criar uma estratégia que se conecta diretamente com as pessoas certas
Uma vez que a organização sabe quem é o público-alvo, é hora de pensar em como alcançá-lo.
Organização do estande
A primeira impressão que o público terá de qualquer expositor será pela apresentação de seu estande. Esse contato inicial pode influenciar o interesse dos visitantes mais dispostos a explorar novos negócios.
Os estandes são espaços limitados. No entanto, a "fachada", a disposição dos móveis e a organização dos itens demonstrativos devem ser cuidadosamente planejadas. Para assim, garantir uma apresentação da marca que seja tanto agradável quanto memorável.
Experiências exclusivas para os visitantes
As pessoas buscam constantemente experiências marcantes e exclusivas. Ao planejar seu evento, considere como oferecer algo especial que faça o seu se destacar dos outros.
Em uma feira de negócios, nada mais eficaz do que exibir produtos que tragam diferenciais para o cliente e se destaquem pela inovação.
Portanto, os produtos e serviços mais representativos da empresa auxiliam na atração de clientes e parceiros, já que a Plástico Brasil de evento oferece uma oportunidade única de contato.
Utilizar redes sociais para divulgar participação na Plástico Brasil
Utilizar o marketing de conteúdo é uma abordagem eficaz para envolver e atrair o público em todas as fases do evento. Com conteúdo relevante e de valor, é possível despertar o interesse e manter a audiência animada e informada.
Criar conteúdo relevante e interessante para o seu público-alvo e compartilhar em redes sociais, blogs e outros canais. Incluindo artigos, infográficos, vídeos, também se apresentam como formas de integrar o público a empresa e a participação na Plástico Brasil
Bom atendimento
Por fim, mas talvez ainda mais importante que os aspectos anteriores, está o atendimento nos estandes. A presença de profissionais qualificados é essencial para garantir o sucesso da participação de uma empresa em uma feira de negócios.
Para que o visitante se sinta bem e mais interessado pelo negócio, a interação e o atendimento oferecidos são fundamentais. Isso porque, o comportamento de seus profissionais reflete a imagem da empresa.
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Com mais de 32 anos de história, a Retilox se consolidou como líder em especialidades químicas para modificação de plásticos. Nossos aditivos especiais garantem melhor desempenho, eficiência produtiva e valorização das resinas recicladas.
Desse modo, promovem uma reciclagem de alta qualidade e contribuindo para a economia circular. Atuamos em múltiplos segmentos e exportamos para mais de 15 países, impulsionando a evolução tecnológica do setor.
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Para 2025, Bruno Ziviani, Gerente da Retilox, conta: "A presença da Retilox na Plástico Brasil reforça nosso compromisso em oferecer o que há de melhor em aditivos especiais para transformação de plásticos e resinas recicladas. Estar presente em eventos globais fortalece nossa posição como referência em inovação e excelência na indústria."
Em 2025, participaremos da Plástico Brasil, um dos principais eventos da América Latina para a transformação do plástico. Mas, antes de falarmos sobre essa feira estratégica, conheça um pouco mais sobre a Retilox.
Nosso compromisso com a reciclagem e a eficiência produtiva
A Retilox investe em tecnologias que ampliam a viabilidade da reciclagem de plásticos. Desse modo garantindo que as resinas recicladas mantenham propriedades semelhantes às das resinas virgens. Nossos aditivos possibilitam a melhoria do processamento, resistência mecânica e estabilidade térmica dos materiais, permitindo um uso mais eficiente e sustentável dos polímeros.
Além disso, seguimos rigorosos padrões de qualidade, assegurando que nossos produtos estejam alinhados com as mais recentes normas internacionais e exigências da indústria.
Nossas soluções inovadoras
A Retilox desenvolve aditivos que otimizam o desempenho de polímeros em diferentes aplicações industriais. Dentre nossas principais soluções, destacamos:
Aditivos modificadores de fluidez para PP e PE
Aditivos para modificação reológica para PVC
Substituição da Borracha Nitrílica em PVC
Aditivo para EVA Expandido e substituição de ENGAGE
Aditivos modificadores de impacto
Aditivos compatibilizantes e auxiliares de fluxo
Aditivos inibidores de odores
Assim, essas soluções são aplicáveis em diversos segmentos, como embalagens, automobilístico, fios e cabos, calçados, e produtos de consumo. Nesse sentido, as soluções asseguram maior eficiência e qualidade no processo produtivo.
O que é a Plástico Brasil?
A Plástico Brasil é um dos maiores eventos da América Latina voltados para a indústria de transformação do plástico. Afinal, a feira reúne os principais players do mercado, apresentando lançamentos tecnológicos, inovações e tendências que impactam diretamente a cadeia produtiva do setor.
Por que a Plástico Brasil é importante?
O evento se consolidou como uma plataforma estratégica para empresas que buscam inovação, networking e parcerias de alto valor. Isso acontece porque, durante a feira, especialistas e tomadores de decisão exploram soluções que aumentam a produtividade, reduzem custos e impulsionam a eficiência na indústria.
Sendo assim, para a Retilox, a Plástico Brasil representa uma oportunidade única de apresentar nossas soluções avançadas e fortalecer relações comerciais com os principais players do setor.
Nossa agenda na Plástico Brasil 2025
Entre os dias 24 e 28 de março, a Retilox estará presente na Plástico Brasil 2025, no São Paulo Expo, ocupando o estande 194, na rua E. Nossa equipe de especialistas estará disponível para apresentar nossas inovações. Bem como, esclarecer dúvidas e discutir soluções personalizadas para otimizar os processos industriais dos visitantes.
Feira: Plástico Brasil 2025 Local: São Paulo Expo – São Paulo, Capital Estande: 194, Rua E Site para credenciamento: [Clique aqui]
Venha nos visitar e descubra como as soluções da Retilox podem transformar sua produção, tornando-a mais eficiente, inovadora e sustentável!
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O preço do plástico: desafios da Diretiva da União Europeia
A Diretiva 2019/904, assinada por Antonio Tajani em 5 de junho de 2019, visava reduzir o lixo marinho na União Europeia, com foco em produtos de plástico descartáveis, como tampas de garrafas. Segundo as estimativas da Comissão Europeia, apenas 10 produtos eram responsáveis por 70% do lixo marinho global, com as tampas de plástico figurando entre eles.
Assim, o objetivo principal da normativa era garantir que, com sua implementação, cerca de dez produtos fossem fabricados exclusivamente com materiais sustentáveis.
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Porém, se isso não fosse possível, a indústria precisaria ajustar o design para facilitar a coleta de até 90%, e lançar campanhas específicas para minimizar os danos ambientais em produtos mais sensíveis.
A ideia era lançar um vasto programa de inovação e desenvolvimento para "estimular novos designs, materiais e usos". Contudo, a Comissão encontrou uma sociedade que não entendia completamente os objetivos da iniciativa nem as ações ainda necessárias.
Exigências para 2025
Com a nova exigência de que, a partir de 2025, as garrafas PET contenham pelo menos 25% de plástico reciclado, surgiram grandes problemas.
Em 2023, o preço do plástico PET reciclado duplicou, passando a ser mais caro que o plástico novo. Enquanto os flocos de PET pós-consumo estavam sendo comercializados por até 1.690 euros (R$ 10,1 mil) por tonelada na Europa em fevereiro de 2024.
A explicação é simples: não havia reciclagem de PET suficiente para atender à demanda de 25%, e com isso, os preços dispararam. Como explicou Tatiana Rojas, o impacto foi significativo para as indústrias que dependem desse material para fabricar seus produtos.
O ano de 2024 foi crucial para a transição. Afinal, ninguém queria enfrentar 2025 com pendências. Contudo, isso não significa que a diretiva tenha chegado ao fim: pelo contrário, a indústria tem até cinco anos para alcançar uma meta ainda mais ambiciosa, 30%.
Vale a pena?
A dúvida sobre a validade da reciclagem persiste, mas a resposta ambiental é clara. Apenas uma fração diminuta dos plásticos descartados globalmente (menos de 10%) passa pelo processo de reciclagem.
A indústria, por sua vez, dedicou anos à promoção da reciclagem, mesmo estando ciente de suas limitações práticas. Apesar do impacto europeu ser reduzido, iniciativas como essa demonstram que a aplicação prática depende da vontade de agir.
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O que esperar da participação da Imerys na Plástico Brasil 2025?
A partir de 24 de março e até o dia 28, São Paulo será o foco da indústria do plástico com a feira Plástico Brasil. E a Imerys estará presente, trazendo um estande repleto de soluções inovadoras e interatividade para os visitantes.
Tendo como tradição a participação em eventos do setor de plástico, a empresa vê este evento com uma oportunidade de contribuir de forma abrangente para o setor.
Nesse sentido, a Imerys comenta: “[O evento está] permitindo-nos apresentar nossas inovações e fortalecer nossos laços com parceiros e clientes em um ambiente que reúne diversos aspectos da cadeia produtiva do plástico.”
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Sendo assim, um dos grandes destaques que a Imerys apresentará na feira será um aplicativo interativo exclusivo. Uma inovação que oferecerá aos participantes a oportunidade de explorar o uso prático dos minérios e compreender sua aplicação direta nos processos produtivos.
Com esta novidade a empresa espera impactar positivamente a percepção dos clientes e potenciais parceiros durante a feira de diversas maneiras. Isso porque o app permite a apresentação de cada produto de forma individualizada, destacando suas características únicas e vantagens competitivas.
Mais novidades da Imerys na Plástico Brasil
A Imerys enxerga a feira como uma oportunidade estratégica para expandir negócios e fortalecer parcerias, apesar do cenário econômico desafiador de 2025.
Dessa forma, a empresa planeja divulgar a nova Unidade de Quixeré/CE. A nova unidade que produz Carbonato de Cálcio Cretáceo, essencial para o segmento de PVC. Com isso, a Imerys demonstra o compromisso com o mercado brasileiro e expansão no Nordeste.
Além disso, haverá apresentação de novos produtos e desenvolvimentos recentes, como Óxido de Cálcio. Esta novidade conta com funcionalidade dessecante para masterbatches e uma solução local em Talco para compostos de PP.
Por fim, a empresa ressalta: “Pretendemos destacar como nossos produtos podem oferecer funcionalidades específicas e redução de custos, aspectos cruciais no atual cenário econômico. Nossa equipe comercial e técnica estará totalmente disponível para interagir com clientes e parceiros, oferecendo um atendimento personalizado e acolhedor.”
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Plástico Brasil: o maior evento de inovação e tecnologia do setor
Reconhecida como a maior e mais influente feira do setor no Brasil, a Plástico Brasil 2025 acontece entre os dias 24 e 28 de março. O evento destaca-se por apresentar as mais avançadas máquinas, equipamentos e matérias-primas, conectando soluções do mercado nacional e global.
Com expectativa de superar os recordes de 2023, esta edição promete ser ainda mais grandiosa. A feira agora ocupa um pavilhão adicional no São Paulo Expo, expandindo sua área de 40 mil m² para 62 mil m². Além disso, o número de marcas expositoras também cresce, saltando de 800 para mais de 1.000, um aumento de 25%.
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A ABIMAQ e a Informa Markets firmaram uma parceria com a ABIPLAST, que agora também apoia oficialmente a iniciativa do evento. Para esta edição, a expectativa é receber 57 mil profissionais do setor, um crescimento de quase 12% em relação à última edição.
Assim, participar da Plástico Brasil é fundamental para a geração de novos negócios, permitindo que as empresas apresentem seus diferenciais e fortaleçam sua estratégia de marketing.
A feira oferece uma excelente oportunidade para capturar novos clientes e entender melhor as necessidades do público-alvo, o que permite ajustes em produtos e soluções.
Além disso, o evento proporciona um networking importante ao setor, já que conecta pessoas do setor com interesses comuns. Afinal, os contatos feitos podem resultar em clientes no futuro.
O que esperar das atividades da Plástico Brasil 2025
Reconhecida por ir além dos negócios, a Plástico Brasil oferece conteúdo e experiências que agregam valor ao setor.
Sendo assim, o evento oferece mais de 80 horas de atividades, e para este ano o evento trará muitas novidades. Veja abaixo algumas atividades previstas para esta edição.
Parque de Ideias
Com um auditório integrado à área de exposição, o evento traz conteúdos inéditos e relevantes, destacando inovação e tecnologia. A programação de cada edição inclui a participação de instituições de ensino de referência na indústria do plástico.
SMED – Single Minute Exchange of Die (Troca Rápida de Moldes)
Essa metodologia, já consagrada na Plástico Brasil, traz demonstrações cronometradas ao vivo. Nesse momento, apresentam-se tecnologias inovadoras para elevar a eficiência da indústria do plástico e reduzir o tempo de setup.
Com baixa interação humana, o SMED possibilita a rápida troca de moldes em máquinas injetoras, minimizando paradas e otimizando a produção.
Escola Móvel SENAI
Como parte das atrações consolidadas da Plástico Brasil, essa iniciativa combina demonstrações tecnológicas, experiências imersivas e troca de conhecimento entre visitantes e especialistas do SENAI. A cada edição, uma nova tecnologia, alinhada às necessidades do setor, é selecionada para ser apresentada na feira.
Mulheres que transformam
Pela primeira vez, a Plástico Brasil receberá uma edição especial do evento promovido pela Revista Plástico Sul. “Mulheres que Transformam” surgiu com o propósito de conectar mulheres da indústria.
Assim, promovendo a troca de experiências, desafios e oportunidades. O anúncio da edição dentro da feira foi feito por Yeda Monteiro, gerente da Plástico Brasil, durante um encontro do evento, realizado em outubro de 2024.
Além dessas atrações, a feira também conta com novidades como o RIT – Reciclagem, Inovação e Tecnologia, o Palco Economia Circular e Reciclagem, e a Produção de Sacolas.
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Entendendo os símbolos de reciclagem
Embora na indústria do plástico os símbolos da reciclagem sejam amplamente conhecidos, aos olhos do consumidor eles ainda podem passar despercebidos. No entanto, identificações como essas ajudam a diferenciar os tipos de material e suas classificações. Desse modo, cooperando de forma assertiva com o processo de reciclagem.
A princípio, vale destacar que existem 7 símbolos da reciclagem de plástico, cada número indica um tipo diferente de material. Assim, cada um possui um código correspondente à resina usada ou às resinas predominantes, em caso de misturas.
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Portanto, na prática, os números facilitam a separação dos diversos tipos de plásticos. Assim, o material torna-se homogêneo e a reciclagem acontece.
Os tipos de material
Em primeiro lugar, aparece o PET (Politereftalato de Etileno), material encontrado em garrafas de refrigerante, água e embalagens plásticas de antisséptico bucal, por exemplo. Quando reciclado este material transforma-se em: acessórios e objetos diversos, como vassoura, embalagem de produtos de limpeza, fibra para carpete e até tecidos na indústria têxtil.
O plástico usado em embalagens de leite, sucos e frascos de shampoo, por sua vez, vem do PEAD (polietileno de Alta Densidade). De sua reciclagem derivam produtos como: conduíte (material usado em paredes para passar fiação elétrica), embalagens de produto de limpeza,tubulação de esgoto, entre outros.
Já o PVC (Policloreto de Polivinila ou Policloreto de Vinil) aparecem em itens de higiene pessoal, brinquedos, frascos de remédio, filme estirável, blister, garrafa de água mineral, bolsa de sangue, e também na indústria de calçados. Após a reciclagem, o PVC é usado na mangueira de jardim, cones de sinalização e cabos em geral.
Enquanto isso, o PEBD, encontra-se em embalagens flexíveis. Ou seja, embalagens de leite, iogurte, filme encolhível, sacolas de compras, de supermercado e sacaria industrial. Quando reciclado, o PEBD aplica-se na fabricação de tubulação para irrigação, sacos em geral, envelopes e filmes.
Já o PP (Polipropileno) aparece em produtos químicos, remédios, embalagens industriais, autopeças, fraldas, entre outros. Após a reciclagem transforma-se em: caixas e cabos de bateria de automóvel, recipientes para tintas, vassoura, bandejas e escova.
Já o Poliestireno, por sua vez, possui ampla aplicação, aparecendo desde frascos, parte interna de geladeiras, até brinquedos e embalagens para ovos. O PS também transforma-se em placas para isolamento térmico, acessórios para escritório, bandejas.
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Degradar o plástico é a única solução? Entenda os desafios
Embora muitos acreditem que a degradabilidade do plástico seja a solução para lidar com a destinação inadequada de resíduos, estudiosos afirmam que essa não é a melhor forma de lidar com a questão.
Isso porque o banimento do plástico, assim como esse processo, não resolve o problema de maneira eficaz. Sobretudo porque o material reciclado e o original são essenciais, principalmente em áreas como medicina e farmacêutica.
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Além dos impactos ambientais, a degradação do plástico traz custos econômicos devido ao retrabalho necessário. Calcula-se que de 30 a 40% dos gastos nessa área sejam usados para refazer o que a degradação danificou.
A degradação e o retrabalho geram um alto custo ambiental, pois envolvem o uso de recursos. Caso a degradabilidade fosse evitada, esse custo seria significativamente menor.
Proibir o material também se revela ineficaz, pois substituí-lo por alternativas resulta em um impacto ambiental maior.
Isso ocorre porque muitos materiais concorrentes não têm a mesma capacidade de reciclagem que este material, sendo um dos mais reciclados e reutilizados.
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Larvas degradam plástico, energia verde com plástico e mais de 6 mil toneladas recicladas
Cientistas descobrem larvas que degradam isopor
De acordo com um estudo publicado na revista Nature, as larvas-da-farinha demonstram um enorme potencial na degradação do poliestireno, popularmente chamado de isopor. Pesquisadores do Icipe (Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos), no Quênia, descobriram que essas larvas consomem resíduos plásticos de forma natural em galpões locais.
O poliestireno, com sua ampla aplicação em embalagens alimentícias, é notoriamente difícil de se decompor. No entanto, as larvas do besouro Alphitobius não só conseguem sobreviver ao consumir poliestireno, mas também o degradam de maneira eficiente. Estudos mostraram que uma dieta enriquecida com nutrientes adicionais melhora consideravelmente a capacidade dessas larvas de degradar o plástico.
Diante disso, pesquisadores propõem a extração de enzimas e microrganismos encontrados no intestino das larvas para aplicá-los em processos industriais. Isso possibilitaria uma degradação controlada e ecológica do poliestireno em fábricas e aterros.
Apesar das perspectivas promissoras, a tecnologia ainda está em estágios iniciais. Os pesquisadores seguem trabalhando para otimizar as condições e ampliar a aplicação das descobertas em processos industriais em larga escala.
Pesquisa revela como resíduos plásticos podem ser transformados em energia limpa
Uma pesquisa conduzida pelo professor Manish Shetty, da Universidade Texas A&M, criou uma estratégia inovadora para converter resíduos plásticos em energia limpa. O estudo baseia-se em duas reações químicas fundamentais: metanólise e hidrogenólise
Na metanólise, o metanol quebra o PET em compostos menores. Enquanto a hidrogenólise utiliza hidrogênio armazenado em transportadores orgânicos para converter esses fragmentos em p-xileno, fundamental para a produção de combustíveis. Esse processo, além de reaproveitar o plástico, resolve o desafio do armazenamento de hidrogênio puro, que é caro e complexo.
A chave para o sucesso dessa tecnologia são os catalisadores especializados, como o Cu/ZnZrOₓ, que combina cobre, zinco e zircônio. Esses catalisadores aceleram e controlam as reações químicas. Desse modo, permitindo que o hidrogênio transportado pelo metanol rompa as ligações do PET e o converta em uma matéria-prima valiosa.
Assim, essa abordagem não só recicla plásticos descartados, mas também apresenta uma solução viável para substituir os combustíveis fósseis. Dessa forma, promovendo um futuro mais sustentável.
Ambiental recicla 6 mil toneladas de plásticos em 2024
A Ambiental, divisão da JBS focada na gestão de resíduos sólidos, registrou uma marca histórica ao reciclar 6 mil toneladas de plásticos em um único ano. Com mais de 10 anos de atuação, a unidade já reciclou 46 mil toneladas de plásticos, volume equivalente a 18 piscinas olímpicas, contribuindo para a redução de resíduos em aterros.
De acordo com Thuany Taves, diretora da Ambiental, a empresa tem investido desde 2017 na valorização da reciclagem de plásticos. Entre 2023 e 2024, viu a necessidade de expandir seu impacto no mercado, além de intensificar suas iniciativas de economia circular.
Nesse sentido, ela afirma: “Desde a criação da Ambiental, a empresa passou da gestão de resíduos para avançar também na reciclagem de resíduos plásticos e sua conversão em matéria-prima e produtos.”
Cerca de 80% do plástico reciclado pela Ambiental vem das operações da JBS, incluindo Friboi, Seara, Swift, Couros e Novos Negócios. Além disso, a empresa cria novos produtos para atender às necessidades da companhia e do mercado. Desses 12 meses de reciclagem, 66% foi destinado a insumos industriais e 34% a produtos plásticos.
Com uma atuação abrangente, a Ambiental gerenciou em 2024 a destinação adequada de cerca de 30 mil toneladas de resíduos. Com isso, abrange tanto recicláveis (papel, vidro e metal) quanto não recicláveis (lâmpadas, pilhas e baterias).
Em parceria com outras empresas, a Ambiental também desenvolve soluções sob medida para diferentes tipos de plásticos. Bem como atuar na reciclagem e gestão de resíduos.
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Plásticos Reciclados: oportunidades e desafios no Brasil
No setor do plástico, a reciclagem se consolidou como um fator decisivo, permitindo reduzir impactos ambientais e aumentar a rentabilidade das empresas. Mais do que uma escolha, essa prática se tornou uma necessidade.
Porém, a reciclagem de plásticos passa por desafios complexos. Igualmente, assegura oportunidades valiosas, já que possui vantagens valiosas para a indústria e para a sociedade.
Apesar das inúmeras oportunidades, os desafios ainda afetam o setor. Isso porque, a trajetória dos resíduos plásticos, do recolhimento ao processamento final, envolve diversos agentes e oscilações na qualidade da separação e do pré-tratamento.
Desafios da reciclagem
A princípio, a reciclagem enfrenta desafios devido à diversidade de resinas plásticas e à presença de aditivos. Muitas embalagens contêm combinações de materiais que complicam a triagem e o processamento.
A ausência de uma estrutura adequada para coleta seletiva e triagem limita a eficácia da reciclagem. Em muitas áreas, os sistemas atuais não são suficientes para suprir a necessidade crescente.
Além dos desafios estruturais, a reciclagem no país enfrenta a necessidade de maior conscientização. Especialmente para reduzir a informalidade e evitar a desvalorização dos preços.
Embora a reciclagem tenha evoluído, parte da indústria ainda hesita em adotar plásticos reciclados por questões de qualidade e performance. É crucial reforçar os ganhos ambientais e econômicos desses materiais.
Oportunidades com plásticos reciclados
Com a preocupação ambiental em alta, a busca por produtos feitos com plásticos reciclados vem aumentando. Assim, empresas estão ampliando o uso desses materiais, promovendo a economia circular.
A adoção de plásticos reciclados contribui para a redução expressiva das emissões de carbono. Já que a reciclagem tem capacidade de cortar esses níveis em até 70% quando comparada ao uso de materiais virgens.
Ainda, novas tecnologias de reciclagem estão otimizando o processo, tornando-o mais econômico e eficiente. Inovações como reciclagem química e sistemas automatizados de separação ajudam a melhorar a qualidade dos materiais reaproveitados.
O progresso na reciclagem depende de uma abordagem colaborativa, focada na melhoria da infraestrutura e no desenvolvimento de novas tecnologias. Dessa forma, os desafios podem se transformar em oportunidades reais para um futuro sustentável.
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Inovação de sensoriamento mapeia plástico na agricultura
O uso de plástico na agricultura, conhecido como plasticultura, tem se mostrado uma solução eficiente para proteger culturas, otimizar a produção e minimizar o uso de agroquímicos. Embora esse material tenha revolucionado o setor agrícola, sua gestão inadequada gera impactos ambientais significativos.
Front view spacious and reliable greenhouse with red strawberries in green rows. Concept of juicy fresh strawberries growing in large windproof hothouse.
Diante disso, o CEP (Centro de Engenharia da Plasticultura), com apoio da Fapesp e da Braskem, desenvolveram um sistema de sensoriamento remoto. A tecnologia emprega aprendizado de máquina para analisar séries temporais de imagens de satélite e identificar, com altíssima precisão, áreas agrícolas que utilizam a plasticultura no manejo.
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Entre os principais focos da pesquisa está a identificação do mulching, técnica que utiliza filme de polietileno para otimizar o cultivo. Assim, mantendo o solo na temperatura e umidade ideais, além de minimizar o crescimento de plantas daninhas. Com isso, a plantação obtém os recursos essenciais de forma balanceada.
Embora o mulching utilize menos plástico do que as estufas, sua necessidade de substituição a cada safra aumenta o risco de poluição plástica na agricultura.
Nesse sentido, Marlon Fernandes de Souza, pesquisador do CEP, explica: “A estufa, por sua vez, é mantida por quatro ou cinco anos. Além disso, o mulching fica em contato direto com a terra e, se manejado de forma incorreta, pode deixar pedaços”.
Circularidade do plástico no campo
Segundo o engenheiro agrícola ambiental, o descarte inadequado de materiais usados na agricultura tem gerado preocupações em várias regiões. Assim, tornando-se um problema ambiental significativo. Por isso, Souza ressalta: “Nosso projeto busca determinar a quantidade de resíduo produzida e propor soluções para gerenciá-lo de maneira sustentável.”
Antes dessa pesquisa, não se conhecia com precisão a extensão do uso de mulching no Brasil, uma informação que nem mesmo a indústria possuía.
Assim, ele explica: “O 1º passo foi descobrir onde o plástico é utilizado e em que quantidade. “Até então, as informações eram fragmentadas. Com imagens de satélite, conseguimos delimitar essas áreas e obter dados com precisão próxima a 100%.”
Na visão do pesquisador, o estudo realizado pelo CEP e publicado na Environmental Science and Pollution Research contribui de forma relevante para a adoção da circularidade dos plásticos na agricultura brasileira.
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