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Haitian integra precisão e economia de energia em suas injetoras servo-hidráulicas

Consolidada como uma referência global, a Haitian se destaca no mercado ao oferecer injetoras com servo motor que unem tecnologia e produtividade. Com máquinas de fechamento de duas placas hidráulicas e elétricas, as soluções da empresa possuem sistema de economia energética e uso de algoritmos. 

Injetoras Haitian

Nesse sentido, diante das altas e diferentes demandas da indústria do plástico, as injetoras da Haitian se diferenciam no mercado por suas aplicações nos setores. Isso porque as máquinas atendem o setor de utilidade doméstica, automobilístico, médico hospitalar, construção civil, linha branca, linha marrom, embalagem e cosméticos. 

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Assim, a tecnologia servo-hidráulica da Haitian reduz em até 80% o ruído durante a operação, garante maior precisão no controle de vazão e pressão e minimiza o desgaste dos componentes, o que amplia significativamente a durabilidade dos equipamentos.

Pensando na diversidade do mercado e nos diferentes desafios enfrentados pelos setores, a empresa entrega três linhas de injetoras servo-hidráulicas: Série Haitian Mars, Série Haitian Jupiter e Série Haitian Zeres. 

Os diferenciais das séries de injetoras servo-hidráulicas da Haitian 

Sendo a máquina de moldagem por injeção mais vendida do mundo, com mais de 230 mil unidades desde seu lançamento em 2006, a Série Haitian Mars continua ganhando o mercado. Agora conta com atualização para a versão “V”. 

A linha combina melhorias no design estrutural com a tecnologia patenteada de acionamento Mars, ou seja, assegura desempenho energético otimizado e alta produtividade. Além disso, a máquina tem forças de aperto que variam entre 600 e 33 mil kN. Ainda, a Haitian destaca que o sistema de fechamento desta é linha de 5 pontos. 

Portanto, nesta linha a empresa disponibiliza os seguintes modelos: 

Enquanto isso, a Série Haitian Jupiter volta-se a aplicações para moldes maiores e que demandam maior força de fechamento. Dessa forma, para isso, este modelo oferece um design compacto com tecnologia de duas placas e controle de alto desempenho. 

Disponível em versões de 4.500 a 88 mil kN, a linha Jupiter se destaca por sua economia de espaço, precisão de posicionamento (±0,05%). Bem como tempos de resposta rápidos, características que a tornam ideal para os setores diversos. 

Nesta linha, a Haitian conta com os modelos: 

Série Zhafir

Partindo das vantagens da tecnologia elétrica de moldagem por injeção em áreas tradicionalmente associadas a máquinas hidráulicas. A série Zhafir dispões de dois modelos elétricos, sendo uma totalmente elétrica nomeada Venus, e outra total elétrica que oferece um sistema hidráulico integrado. Os principais movimentos, como moldagem e injeção, são totalmente elétricos. Com hidráulica agregada para movimentos do bico, machos e extratores.

Desta forma, a série Zhafir fornece ao processador não só uma ampla gama elétrica de aplicações, mas também uma maior eficiência na produção devido à economia de energia na variação percentual de dois dígitos. Atualmente, a série Zhafir está disponível com forças de fechamento entre 400 e 33,000 kN.

Revelando assim a versatilidade e compromisso da Haitian com inovação e personalização, oferecendo soluções sob medida para diferentes demandas industriais.

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Por que operar sem injetoras custa caro para a produção plástica?

Muitas empresas que ainda não adotaram máquinas injetoras modernas enfrentam sérias dificuldades para manter a competitividade no mercado. Isso porque a ausência desses equipamentos impacta diretamente a padronização, o ritmo de produção e o aproveitamento de matéria-prima.

Injetoras plásticas

Fabricantes que investem em automação conseguem produzir grandes volumes com rapidez e precisão. Enquanto isso, aqueles que ainda operam com métodos manuais ou maquinário defasado veem seus processos limitados por falhas operacionais, lentidão e alto índice de desperdício.

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Afinal, empresas que operam sem injetoras modernas acabam comprometendo todo o fluxo produtivo. Pois, torna-se mais difícil atingir metas de qualidade, reduzir custos ou ampliar a escala de produção. 

Assim, a baixa eficiência acaba impactando outros pontos críticos da operação, como o tempo de entrega e a capacidade de inovação. A falta de controle sobre o processo produtivo dificulta que as indústrias atendam aos padrões de setores estratégicos que exigem alto grau de exatidão e rapidez.

O que considerar na escolha de injetoras? 

Na hora de escolher uma máquina injetora, fatores como eficiência energética, precisão no processo de moldagem e suporte técnico especializado devem pesar na decisão. 

Desse modo, equipamentos modernos oferecem sistemas automatizados que garantem maior controle sobre a produção, redução de desperdícios e repetibilidade nas peças. 

Além disso, outro ponto crucial é a compatibilidade da injetora com o tipo de material e o volume de produção desejado. Indústrias que operam com diferentes tipos de resinas ou moldes complexos devem buscar máquinas versáteis e adaptáveis. 

Assim, a confiabilidade da marca, o acesso a peças de reposição e o suporte pós-venda fazem a diferença no desempenho contínuo da operação.

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O erro invisível: como uma má seleção compromete toda a sua produção plástica

A seleção de materiais é uma etapa crítica que impacta diretamente a qualidade do produto final. Isso porque a eficiência da linha de produção plástica impacta também no cumprimento de normas de segurança, controle de impurezas, competitividade e sustentabilidade. 

O erro invisível: como uma má seleção compromete toda a sua produção plástica

Assim, selecionadoras ópticas de baixa performance, com tecnologia limitada ou desatualizada, têm dificuldade em identificar defeitos, contaminantes e materiais estranhos com precisão. 

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Por isso, contar com máquinas que possuem recursos como câmeras de alta resolução, iluminação inteligente e algoritmos de aprendizado de máquina, o processo de separação por cor, forma e textura se torna eficiente. 

Desse modo, o resultado são produtos com maior pureza, sem retrabalho, desperdício de material, menor custo operacional e mais sustentabilidade.  

Além disso, empresas que não investem na seleção correta comprometem sua competitividade e produção plástica. Tendo em vista a ampla variedade de equipamentos no mercado, é fundamental contar com uma solução que se adeque ao seu orçamento, capacidade produtiva e padrão de qualidade exigido. 

Uma escolha bem feita não apenas eleva a performance da produção, mas também fortalece a reputação da empresa frente aos seus clientes. Afinal, a seleção óptica não é apenas um detalhe técnico — é uma decisão estratégica. Escolher o equipamento certo é garantir eficiência, qualidade e confiança em cada etapa da sua produção.

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Créditos ambientais fortalecem catadores de plástico, rastreabilidade de plástico e embalagem de biopolímeros na Amazon

Projeto ambiental visa fortalecer cadeia produtiva do plástico para catadores

Projeto ambiental visa fortalecer cadeia produtiva do plástico para catadores

Com o nome "Agentes de Mudança", a OMA Ativos Ambientais lidera a iniciativa ao lado da Valgroup e da Fênix Reciclagem. Juntas, as instituições atuam para diminuir significativamente o desperdício de plástico, promovendo a valorização dos agentes da cadeia, sobretudo os catadores.

Apesar de exercerem papel fundamental na gestão dos resíduos sólidos, esses trabalhadores ainda atuam em contextos vulneráveis. 

Por isso, a iniciativa recorre à metodologia internacional da certificadora Verra, que transforma os resíduos coletados e reciclados em créditos ambientais. Cada crédito, equivalente a uma tonelada, gera recursos financeiros que fortalecem a cadeia produtiva.

Assim que obtém os créditos, a iniciativa aplica os recursos em três frentes: moderniza a infraestrutura dos centros de trabalho, fornece equipamentos e reforça a segurança. Além disso, investe na qualificação dos profissionais que atuam na coleta e reciclagem.

Diante disso, Juliana Rolla, fundadora e CEO da OMA Ativos Ambientais, ressalta que a reinserção dos resíduos na cadeia produtiva e a inclusão e valorização de grupos vulneráveis promove o desenvolvimento sustentável. 

Sendo assim, a meta estende-se até 2036, e também visa implementar uma linha de lavagem para viabilizar a reciclagem do material contaminado. Bem como o aprimoramento dos controles de qualidade da resina reciclada.


Desde 2016 até 2022, o projeto atuou ativamente na reciclagem de mais de 84 mil toneladas de plásticos e também retirou do meio ambiente mais de 17 mil toneladas. Com isso, reduziu impactos ambientais e gerou mais de 100 mil créditos ambientais.

Embalixo Oceano garante rastreabilidade e recolhimento de plástico

Embalixo Oceano garante rastreabilidade e recolhimento de plástico

Por meio do programa “Eu Voltei”, a linha Embalixo Oceano assegura a rastreabilidade de seus materiais. Além disso, o projeto tem como meta recolher anualmente 60 toneladas de plásticos descartados nos oceanos. 

Nesse sentido, Rafael Costas, ressalta: “Ao transformar plástico retirado do mar em um novo produto, fechamos um ciclo sustentável que une inclusão social, inovação e responsabilidade ambiental. Essa iniciativa vai ao encontro dos debates que estarão no centro da COP 30, como economia circular, descarbonização e proteção dos oceanos.”

Com o aporte de R$40 milhões, a Embalixo construiu uma usina própria de reciclagem em Hortolândia (SP) e avançou significativamente na ampliação do uso de reciclados em sua cadeia produtiva. 

Com capacidade para reciclar mil toneladas de plástico por ano, a usina permite que a Embalixo avance rumo à meta de produzir 70% de seus itens com matéria-prima reciclada até 2027.

Além de colaborar com a Embalixo, o Instituto Argonauta conduz, desde 1997, iniciativas voltadas à redução do lixo nos oceanos. Naquele mesmo ano, criou com o Projeto Tamar a Campanha Contra o Lixo no Mar, que hoje se tornou um projeto estruturado. 

Assim, ao longo dos anos, as duas instituições lideraram mutirões de limpeza, campanhas informativas e ações educativas reconhecidas internacionalmente. Incluindo a participação no Clean Up Day.

Amazon aposta em embalagem que revoluciona reciclagem

Amazon aposta em embalagem que revoluciona reciclagem

Dentro de um galpão discreto em Seattle, nos EUA, cinco cientistas do Laboratório de Inovação em Materiais Sustentáveis trabalham para projetar uma embalagem mais sustentável para a Amazon

Alan Jacobsen, diretor de ciências de materiais e energia do laboratório, explica: “Nossa meta de longo prazo é tornar o plástico tão simples de reciclar quanto o papel. Você não precisa saber se o plástico é tipo um, dois, três ou quatro. Basta jogar fora, e pronto.”

Segundo a empresa, ela pretende dividir os progressos da pesquisa e da tecnologia com outras companhias. Se o projeto funcionar, ele tem potencial para revolucionar a produção de embalagens e os processos de reciclagem.

O projeto visa criar biopolímeros usando várias fontes, entre elas plásticos reciclados. Para, assim, facilitar a identificação, a separação e o reaproveitamento desses materiais.

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Sustentabilidade cresce entre os brasileiros

O interesse por práticas sustentáveis é alto no Brasil: 87% da população deseja fazer escolhas mais conscientes. No entanto, conforme aponta o SSI (Sustainability Sector Index), da Kantar, apenas 35% efetivamente mudam seus hábitos de consumo.

A adoção de práticas sustentáveis no Brasil ainda enfrenta desafios estruturais e de comunicação. Apesar do alto interesse da população, a maioria esbarra em barreiras como custo e desinformação

A pesquisa ouviu mil pessoas no Brasil, entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, e mapeou os fatores que mais dificultam práticas sustentáveis no cotidiano. Assim, entre os principais, estão o custo considerado alto (35%), a carência de informações (33%) e a falta de clareza sobre os impactos reais das ações (20%).

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Além disso, o estudo identificou um avanço na percepção negativa dos consumidores: 58% disseram ter se deparado com conteúdos enganosos relacionados a ações sustentáveis divulgadas por marcas. Com isso, este número representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.

Apesar dos obstáculos, uma parcela significativa dos brasileiros já orienta suas decisões de consumo pelos valores das marcas. De acordo com a Kantar, 55% dos consumidores testaram ou usaram marcas com impacto positivo, ou demonstram abertura para isso. Além disso, 50% afirmaram ter deixado de consumir produtos ou serviços prejudiciais ao meio ambiente ou à sociedade.

O estudo Sustainability Sector Index monitora 42 setores a partir de quatro frentes principais: Estratégia, Inovação, Ativação e Impacto. Na última edição, o levantamento ouviu cerca de 23 mil consumidores em 22 mercados globais, entre eles o Brasil.

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Confiança da indústria sobe em maio, mas setor segue cauteloso, aponta CNI

A confiança do empresário industrial registrou leve melhora em maio, com o ICEI subindo de 48 para 48,9 pontos, conforme divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria)  na última quinta-feira (15). No entanto, o índice continua abaixo do nível de 50 pontos, o que sinaliza a continuidade do pessimismo no setor,  uma tendência que já dura cinco meses.

Confiança da indústria

Porém, para o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, o resultado é positivo, mas exige cautela. Sendo assim, ele explica: “É cedo para dizer se esse aumento vai se repetir nos próximos meses, especialmente a ponto de reverter esse cenário de falta de confiança do empresário”

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Nesse sentido, a falta de confiança na indústria influencia as decisões de negócio. “Essa persistência da falta de confiança se traduz em adiamento de decisões de produção, de emprego e de investimento, uma vez que o empresário tende a ser mais cauteloso”, analisa o economista.

Segundo o levantamento, os dois componentes da indústria melhoraram em maio. O índice de condições atuais cresceu 1,3 ponto, passando de 42,7 pontos para 44 pontos. Enquanto o índice de expectativas avançou 0,6 ponto, para 51,3 pontos. 

Entretanto, o primeiro indicador revela que a avaliação dos empresários sobre o momento das empresas e da economia é de piora na comparação com o que era há seis meses. Embora seja menos negativa do que em abril. A principal responsável pelo avanço do indicador nesta leitura foi a visão mais favorável dos empresários sobre a economia brasileira. 

Já o segundo índice compara o presente com seis meses à frente. Em maio, a alta do indicador expressou o otimismo crescente entre os empresários da indústria. Sobretudo em relação ao cenário econômico nacional.

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Brasil lança selos inéditos para rastrear plástico reciclado

A ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) lançaram dois selos de rastreamento para materiais plásticos. O anúncio acontece durante o encontro “Circularidade e Inovação – o Futuro do Conteúdo Reciclado em Produtos Plásticos”. O evento paralelo e oficial do Fórum Mundial de Economia Circular, sediado em São Paulo.

plástico

O primeiro selo, chamado “Selo de Conteúdo Reciclado" volta-se para marcas e indústrias que utilizam plásticos reciclados em suas produções. Enquanto isso, o segundo chama-se “Selo de Rastreabilidade” e foca em empresas recicladoras e transformadoras de plástico que desejam oferecer rastreabilidade de seus produtos. Sendo assim, as empresas interessadas já conseguem solicitar os selos.

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Os selos têm como base a plataforma "Recircula Brasil", criada pelas duas instituições em 2024. Desde então, a ferramenta possibilita o monitoramento completo do ciclo dos materiais, desde a origem dos resíduos até seu retorno ao mercado como novos produtos.

Assim, para garantir a rastreabilidade, a plataforma utiliza as informações contidas nas notas fiscais eletrônicas.

O monitoramento começa na aquisição dos materiais e segue até a comercialização do produto final. Então, a partir dessas informações o sistema verifica a procedência dos materiais e comprova o uso de plástico reciclado na composição dos produtos.

Até agora, a plataforma Recircula Brasil rastreou 304 fornecedores de resíduos ou resinas plásticas com conteúdo reciclado, distribuídos em 11 Estados brasileiros — com destaque para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

Além disso, o sistema já mapeou aproximadamente 1.500 clientes, localizados em 20 unidades da federação.

Diante disso, o presidente da ABDI, Ricardo Capelli, explica: “Ao permitir a rastreabilidade com verificação independente e geração de dados confiáveis, o Recircula Brasil oferece segurança jurídica às empresas em cumprimento às futuras exigências de comprovação de índices de reciclagem e de conteúdo reciclado nas embalagens, previstas para a cadeia do plástico.” 

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Governo define regras para importação de resíduos sólidos, plástico PET é vetado

Os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima; Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Secretaria-Geral da Presidência da República; e Casa Civil publicaram, na última sexta-feira, dia 10, no Diário Oficial da União, a portaria nº 1.386, que detalha cinco itens e subprodutos de resíduos sólidos que a indústria brasileira poderá, eventualmente, importar.

Importação de resíduos

A portaria complementa o decreto nº 12.451, resultado de um diálogo entre o governo, a indústria e cooperativas e associações de catadores. Assim, o decreto pretende equilibrar as demandas dos trabalhadores do setor de reciclagem com as necessidades da indústria.

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Segundo o texto, caberá ao GECEX definir as cotas de importação, conforme previsto no decreto. Após ouvir o Fórum Nacional de Economia Circular e o CIISC, que contarão com grupos de trabalho especializados no tema. Decreto e portaria ainda determinam que a importação deve seguir critérios técnicos, econômicos e ambientais.

Após o diálogo com representantes nacionais de catadores e catadoras de recicláveis, os ministérios envolvidos e o CIISC estabeleceram quais produtos importados não afetarão a reciclagem nacional.

Resíduos liberados e vetados na importação

Assim, a importação de plástico PET está vetada. Já itens como papelão de fibra longa, vidro incolor quebrado e resíduos metálicos — como ferro, aço e cobre — serão importados sob cotas e com base nas diretrizes do decreto.

Portanto, o ministro Márcio Macêdo coordenou a articulação entre as associações de catadoras e catadores, os representantes da indústria, recicladoras e os ministérios diretamente envolvidos com o tema.

Diante disso, ele explica: “Fizemos um amplo debate e o resultado é esse que está no decreto e na portaria publicada. Significa proteção para a indústria e a cadeia produtiva dos catadores. No decreto anterior, o trabalho desses profissionais estava exposta à oscilações do mercado que poderia prejudicar, e muito, a renda dessa categoria que faz um trabalho extraordinário para toda sociedade. Eles são agentes ambientais. E nosso trabalho é valorizar e melhorar as condições de trabalho e de vida de todos eles.”

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Braskem celebra 15 anos do I’m green™ com expansão da produção de eteno verde

Em 2025, a Braskem celebra os 15 anos do portfólio I’m green™ bio-based, um marco na produção de biopolímeros em escala industrial. Como líder global no setor, a empresa busca reafirmar seu compromisso com a sustentabilidade ao ampliar o desenvolvimento de soluções I’m green™ bio-based e apoiar clientes e parceiros em sua transição para práticas mais sustentáveis.

Braskem expande unidade de eteno verde e reforça liderança em biopolímeros

Sendo assim, ao completar 15 anos como produtora do portfólio I’m green™ bio-based, a Braskem celebra um avanço estratégico: a ampliação da capacidade produtiva da unidade de eteno verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul. Agora, a planta atinge 275 mil toneladas por ano — um salto de 37% em relação às 200 mil toneladas registradas em 2010.

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A Braskem produz o eteno verde com a mesma qualidade e versatilidade dos produtos de origem fóssil. No entanto, o diferencial está no impacto ambiental positivo: a cada tonelada fabricada, o material captura cerca de 2 toneladas de dióxido de carbono ao longo de toda a cadeia de produção, até o portão da empresa. 

Desse modo, com a expansão da capacidade produtiva, a Braskem estima capturar aproximadamente 159 mil toneladas de CO₂ por ano. Isto é, o volume equivalente às emissões anuais de 83 mil brasileiros.

Diante disso, Walmir Soller, Vice-Presidente da Braskem para América do Norte, Europa e Ásia – NAMEA e CEO da Braskem BV, comenta: “Em 2025, ao celebrarmos o aniversário de nossa marca pioneira I’m green™ bio-based. Refletimos sobre a notável jornada que empreendemos no avanço de plásticos e produtos químicos renováveis.”

Soller também explica:  “Este marco não é apenas um testemunho de nossa inovação e liderança em biopolímeros. Mas também uma celebração de nosso compromisso com um futuro mais sustentável. A expansão da produção da nossa unidade de eteno verde foi um passo significativo em nossa missão de apoiar a indústria e os nossos clientes em sua jornada de sustentabilidade. E nos aproxima do nosso objetivo de nos tornarmos carbono neutro até 2050. Estamos orgulhosos do que alcançamos e estamos entusiasmados com as possibilidades futuras.”

Com a inauguração da Planta de Eteno Renovável em 2010, a Braskem deu início a uma jornada marcada por inovação e sustentabilidade.

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Sustentabilidade: 87% dos brasileiros querem mudar hábitos

O interesse por práticas sustentáveis é alto no Brasil: 87% da população deseja fazer escolhas mais conscientes. No entanto, conforme aponta o SSI (Sustainability Sector Index), da Kantar, apenas 35% efetivamente mudam seus hábitos de consumo.

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