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Como nasceu o Dia Mundial do Meio Ambiente e como ele é celebrado?

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje, dia 5 de junho, busca incentivar uma atitude crítica e ativa diante dos desafios ambientais do planeta. Mas quando essa data passou a ser celebrada e reconhecida?

Descubra a origem e os objetivos do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e entenda como essa data se tornou um marco global na luta pela preservação ambiental

Criado em 1972 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o Dia Mundial do Meio Ambiente marcou o início da Conferência de Estocolmo. Isto é, um evento que simbolizou um marco nas discussões globais sobre questões ambientais.

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Na ocasião, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Com isso, apresentou a Declaração da Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, contendo diretrizes focadas na melhoria da conservação do meio ambiente.

No Brasil, no entanto, criou-se a Semana do Meio Ambiente, pelo Decreto nº 86.028/1981. A Semana do Meio Ambiente, comemorada do dia 01 ao 05 de junho, visa incentivar a participação da população na conservação do patrimônio natural do país.

Sendo assim, espera-se que com o Dia Mundial do Meio Ambiente a população se conscientize dos impactos causados pelo homem e passe a adotar práticas responsáveis no uso dos recursos naturais. 

A data também serve para lembrar governantes e cidadãos da importância da conservação ambiental. Bem como a criação de leis que garantam um desenvolvimento sustentável, evitando danos ao meio ambiente.

Anualmente, define-se um tema para orientar as ações e reflexões durante o Dia Mundial do Meio Ambiente, assim como um país sede para discussões e trocas sobre o tema. Em 2025, o tema trata de formas de lidar com os plásticos destinados a locais inadequados. Este ano, a celebração acontece na Coreia do Sul, na província Autônoma de Jeju.

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CNI avalia que juros altos e importações em alta frearam a indústria no 1º trimestre

Com o aumento dos juros e das importações no 1º trimestre de 2025 não houve crescimento da indústria, aponta a CNI (Confederação Nacional da Indústria). Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre os três principais setores da economia, a indústria foi a única a recuar em relação ao 4º trimestre de 2024.

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A indústria recuou 0,1%, já a agropecuária cresceu 12,2%, bem como os bens de serviço que subiram 0,3%. Enquanto isso, o PIB (Produto Interno Bruto) do país registrou uma alta de 1,4%. 

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Diante disso, o presidente da CNI, Ricardo Alban, avalia que o crescimento da economia se deu por fatores desfavoráveis, mesmo com o crescimento expressivo. 

Assim, Alban explica: “Setores como a indústria de transformação e a construção, fundamentalmente ligados ao aumento da capacidade produtiva do país, recuaram, como consequência dos juros altos e da intensa entrada de bens importados.”

No momento, a taxa básica de juros registra 14,75%. Alban resalta que as perspectivas de aumento do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) e a MP do Setor Elétrico tendem a piorar as condições para a indústria. 

Em relação a isso, o diretor afirma: "Só o IOF vai representar um peso de R$ 19 bilhões para as empresas em 2025 e R$ 39 bilhões no ano que vem. A pressão da isenção da conta de luz, como prevê a MP do Setor Elétrico, também vai recair sobre nós. O cenário piora condições já muito difíceis para a indústria, a principal prejudicada pelo Custo Brasil. Não é possível crescer num ambiente assim.”

O aumento do IOF impõe maior custo aos financiamentos voltados à produção, elevando a tributação sobre os empréstimos empresariais para mais de 110% ao ano. A CNI analisa que isso expõe as assimetrias relacionadas aos instrumentos de empréstimos entre crédito e debêntures. 

A tributação no câmbio, por sua vez, impacta a importação de insumos e bens de capital usados para o investimento privado e modernização do parque industrial.

Importações disparam e impacta indústria

A CNI aponta um descompasso entre o consumo interno e a produção nacional. No primeiro trimestre, o consumo das famílias cresceu 1% e a demanda por bens industriais aumentou 1,2%. Mas a produção industrial nacional avançou apenas 0,1%.

Assim, avalia: “Boa parte da demanda, portanto, está sendo atendida por importados.”

Entre janeiro e março de 2025, as compras externas de bens aumentaram significativamente: 5,9% em relação ao final de 2024 e 14% em comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Sem a redução da taxa básica de juros, a indústria não conseguirá se recuperar plenamente. Afinal, os juros altos já afetaram sua competitividade no início do ano e, além disso, representam um entrave concreto ao crescimento contínuo do país.

Nesse sentido, Alba analisa: “Nesse ambiente, é fundamental criar condições para que a Selic começa cair o quanto antes. A indústria já perdeu o forte ritmo de crescimento observado no ano passado. Sem redução de juros, a indústria vai demorar a ganhar força de novo. A indústria tem sido fundamental para o crescimento vigoroso da economia. Com o cenário atual, fica cada vez mais difícil sustentar esse desempenho.”

Indústria de transformação recua

O aperto na política monetária, iniciado em setembro de 2024, prejudicou o crescimento industrial no Brasil. No primeiro trimestre de 2025, a produção da indústria de transformação caiu 1% e a construção civil teve retração de 0,8%.

Apesar das dificuldades enfrentadas pela indústria em 2025, alguns setores evitaram um resultado mais negativo. A indústria de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos cresceu 1,5%. Enquanto a indústria extrativa avançou 2,1%, ajudando a equilibrar o desempenho industrial no primeiro trimestre.

Por outro lado, o setor de serviços apresentou alta, sustentado pelo bom desempenho dos serviços de informação e comunicação. Sobretudo aqueles voltados à internet e ao desenvolvimento de software.

Expectativas para o restante de 2025

Para o restante de 2025, espera-se um menor ritmo de crescimento da atividade econômica. Assim, a expectativa da CNI aponta para uma alta de 2,3% do PIB este ano. 

Atualmente, a manutenção das taxas de juros que registra 14,75%, tende a continuar penalizando a atividade industrial e o investimento. Assim como deve levar a taxa de juros real deve chegar a dois dígitos, descontando a inflação. 

Assim como o bom resultado da agropecuária também se concentra no primeiro trimestre. Portanto, não deve continuar nos semestres seguintes. 

Sob outra óptica, porém, o investimento tende a desacelerar. Do mesmo modo da característica pontual do crescimento no 1º trimestre, e os juros elevados impedirão novos investimentos. Enquanto isso, o cenário internacional também aponta para crescimento da incerteza, podendo mudar, relacionado a política comercial americana, pondera CNI. 

Portanto, o crescimento do consumo tende a ser contido, e uma expectativa de menor concessão de crédito e menor crescimento do mercado de trabalho. Dessa forma, o espaço para crescimento do número de pessoas ocupadas está abaixo, por conta da taxa de desemprego em patamar baixo. 

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A importância da semana do meio ambiente e a contribuição da indústria do plástico

Do dia 1 ao 5 de junho comemora-se a Semana Nacional do Meio Ambiente, esta data além de buscar conscientizar a sociedade quanto à preservação ambiental, visa também realizar ações voltadas à sustentabilidade. Assim, na Semana Nacional do Meio Ambiente, é comum que instituições como prefeituras, escolas e universidades promovam atividades abertas ao público. 

A importância da semana do meio ambiente e a contribuição da indústria do plástico

Entre as sugestões de atividades estão: palestras sobre consumo consciente, workshops sobre reciclagem doméstica, apresentações de projetos sustentáveis, mutirões de limpeza em praias e parques. Bem como o plantio de árvores e cuidados com hortas e jardins comunitários. 

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Mais do que ações pontuais, a Semana do Meio Ambiente deve incentivar pessoas e organizações a transformarem seus hábitos e a cultivarem atitudes sustentáveis diariamente.

Aplicações plásticas para preservação do meio ambiente

Nesse contexto, a indústria do plástico tem investido cada vez mais em soluções que transformam esse desafio em oportunidade. Entre os valores que o plástico pode aliar a conservação ambiental destacam-se proteção de solo, conservação de água, controle de erosões, tratamento de esgoto, e assim por diante. 

Nos casos de sucesso da indústria plástica para preservação do meio ambiente, destaca-se, a princípio, o isolamento térmico que reduz o consumo de energia. Assim como as lonas usadas em aterros que ajudam a proteger os lençóis freáticos 

Os filmes, por sua vez, aumentam o rendimento de certas lavouras. Já as das redes de captação de água viabilizadas por tubulações plásticas em regiões remotas. O setor de plásticos atua como um forte aliado da sustentabilidade, preservando o meio ambiente, promovendo o bem-estar social e impulsionando o progresso econômico. 

Para garantir que esses benefícios durem e não prejudiquem a natureza, as indústrias precisam intensificar as práticas de reciclagem, aproveitando que grande parte dos plásticos pode ser reciclada.

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Confiança do empresário industrial cresce em 21 setores, aponta CNI

Levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), divulgado na última quarta-feira, mostra que a confiança do empresário industrial cresceu em 21 dos 29 segmentos da indústria em maio. No entanto, o índice recuou em oito setores.

Confiança do empresário industrial cresce em 21 setores, aponta CNI

Os dados revelam que três setores superaram a barreira da desconfiança e agora operam em território positivo. Impressão e reprodução registrou alta de 5,8 pontos (52,6), produtos diversos cresceu 2,5 pontos (51,6), e máquinas e materiais elétricos avançou 0,7 ponto (50,2).

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Enquanto alguns setores avançaram, outros três recuaram para a zona de falta de confiança, segundo o ICEI. Sendo eles biocombustíveis (-2,5 pontos, para 49,8), calçados e suas partes (-3,3, para 48,9) e veículos automotores (-3,9, para 47,9). No índice, resultados abaixo de 50 revelam pessimismo entre os empresários.

Com isso, maio repetiu o resultado de abril, mantendo 23 setores da indústria em um cenário de pessimismo e apenas seis em confiança. Conforme ressalta Claudia Perdigão, especialista da CNI, esse sentimento contido compromete o ritmo da atividade econômica.

Diante disso, a economista explica: “A confiança do empresário está ligada à sua capacidade de investir e desenvolver novos projetos. Quando o empresário demonstra incerteza, ele investe menos e executa menos iniciativas. Uma luz vermelha se acende quando observamos falta de confiança.”

Além disso, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário) Industrial cresceu de abril para maio em todas as faixas de porte. As pequenas indústrias lideraram o avanço, com aumento de 2 pontos. Nas médias, o indicador subiu 0,4 ponto; nas grandes, 0,5 ponto.

Enquanto as grandes indústrias superaram a barreira dos 50 pontos e agora apresentam um leve otimismo, as pequenas e médias continuam na faixa de pessimismo, com índices abaixo desse limite.

Confiança do empresário industrial cresce em algumas regiões

Embora a confiança da indústria tenha aumentado no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, as quedas registradas no Nordeste e Norte impediram mudanças significativas no panorama nacional entre abril e maio.

No Sul e no Sudeste, os empresários ainda demonstram desconfiança. Em contrapartida, os industriais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste continuam otimistas.

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Braskem faz primeira venda de polietileno circular na América do Sul

A Braskem deu um passo inédito ao comercializar, pela primeira vez na América do Sul, sua resina circular de polietileno (PE), obtida por reciclagem química. Com isso, a empresa fortalece seu compromisso com soluções sustentáveis ao fornecer o material ao Grupo Copobras, que o utilizará na fabricação de embalagens flexíveis para o setor de pet food.

Nesse contexto, buscando impulsionar soluções sustentáveis no setor químico, a Braskem incorporou seu PE circular ao portfólio Wenew, que reúne produtos voltados à economia circular. 

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Produzida com matéria-prima reciclada fornecida pela finlandesa Neste, a resina reforça o compromisso com práticas industriais responsáveis. Em 2024, ambas as empresas assinaram uma parceria para fornecer matérias-primas circulares e biocirculares para a produção de resinas e químicos sustentáveis.

Diante disso, Pier Pesce, gerente de desenvolvimento de negócios da Braskem na América do Sul, afirma:“É o nosso primeiro case de reciclagem química na América do Sul. Tivemos a matéria-prima oriunda da parceria com a Neste, a nossa atuação na produção da resina circular e a venda para a Copobras. Esse é um grande marco da companhia na direção do desenvolvimento sustentável e da concretização da economia circular.”

Além disso, a Anvisa reconhece a confiabilidade da reciclagem química, que transforma resíduos em monômeros de alta pureza, idênticos aos de origem virgem. Por atender plenamente às normas regulatórias, o material pode ser usado, sem restrições adicionais, em embalagens destinadas ao contato direto com alimentos. 

Braskem fortalece economia circular na indústria plástica

Para o setor, este avanço representa um marco, pois possibilita aplicações antes inviáveis com a reciclagem mecânica, que ainda enfrenta desafios técnicos e legais.

Com a primeira venda de PE circular na América do Sul, a Braskem reforça seu compromisso com soluções sustentáveis e economia circular. Desde 2021, a empresa tem direcionado esforços ao desenvolvimento de tecnologias e à aquisição de insumos circulares por meio de processos como a pirólise. 

Como resultado, o material fornecido ao Grupo Copobras possui a certificação internacional ISCC Plus, atestando sua sustentabilidade e origem circular.

Sendo assim, Morgana Bon, gerente de Engenharia de Produto do Grupo Copobras, afirma: “O processo de desenvolvimento do PE circular da Braskem é de altíssima qualidade e temos muito orgulho de termos sido os primeiros a utilizar tal resina. Soluções como essas devem se tornar cada vez mais presentes no mercado para que consigamos garantir padrões sustentáveis para o setor como um todo. E esse é um caminho fundamental para atendermos as demandas dos consumidores e brand owners por mais sustentabilidade nos produtos.”

Assim, com foco nos ODS da ONU, a Braskem vem desenvolvendo soluções inovadoras em economia circular, incluindo tecnologias e produtos baseados em reciclagem mecânica e química. Essa abordagem fortalece o portfólio Wenew e oferece alternativas sustentáveis aos clientes. 

Além disso, as resinas Wenew contribuem para reduzir em até 48% as emissões de carbono em comparação com resinas virgens. O PE circular recém-lançado reforça essa jornada e apoia a meta da Braskem de alcançar 1 milhão de toneladas em vendas de produtos reciclados até 2030.

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Evite prejuízos: saiba como identificar os sinais da degradação de polímeros

Indesejados, porém presentes na indústria química e plástica, a degradação de polímeros afeta a produção de materiais poliméricos e vida útil dos produtos. O processo acontece através de várias reações químicas como oxidação, despolimerização, reticulação, cisão de ligações químicas, entre outros.

Evite prejuízos: saiba como identificar os sinais da degradação de polímeros

Sendo assim, o rompimento de uma ligação covalente mostra-se como a primeira etapa da degradação polimérica, ou seja, geralmente acontece quando o material é exposto a uma fonte de energia externa, como calor e luz (radiação).

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No que se refere aos danos da degradação por falta de controle adequado no processamento de polímeros, destacam-se alteração de cor, amarelamento, manchas e redução do brilho. Assim, impactando diretamente a aparência e a qualidade do produto final.

Além disso, aparecem também fissuras, que, geralmente concentram tensões e aumentam a probabilidade de falhas mecânicas em materiais utilizados em aplicações onde há solicitação mecânica considerável.

Como evitar a degradação de polímeros na indústria do plástico

Sendo assim, para evitar os efeitos indesejados da degradação de polímeros, a indústria deve, antes de tudo, escolher corretamente o material e os aditivos para cada aplicação. Essa escolha se torna ainda mais crítica quando há exposição ao calor, contato com substâncias químicas ou incidência de radiação, como a luz UV.

 Além disso, investir em soluções específicas para cada ambiente de uso garante maior durabilidade, estabilidade e desempenho das peças plásticas.

Portanto, para escolher o material polimérico ideal, os fabricantes utilizam diversos ensaios técnicos que analisam o comportamento. Assim como as propriedades dos polímeros em condições reais de uso. 

Esses testes passam por rigorosa análise e teste. Especialmente importantes se o material for exposto a fatores que aceleram a degradação, como calor, luz e agentes químicos. Dessa forma, torna-se mais fácil garantir maior durabilidade e desempenho dos produtos finais.

Contar com fornecedores que desenvolvem peróxidos orgânicos, também ajuda, afinal, essa tecnologia oferece reticulação controlada, o que garante maior estabilidade térmica, resistência química e durabilidade aos materiais mesmo em condições severas de uso. 

Além disso, alia alto desempenho técnico à sustentabilidade, permitindo que indústrias reduzam perdas por degradação de polímeros. E, assim, melhoram a qualidade dos produtos finais e de seus processos produtivos. 

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Plástico feito de amido, bioplástico de resíduos agropecuários e tampas sustentáveis

UEPG cria plástico biodegradável a partir de amido

Bioplástico de amido de milho

Pesquisadores da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) desenvolvem plástico biodegradável à base de amido. O projeto, liderado pelo professor Luiz Gustavo Lacerda e pela mestranda Luana Carolina Ruths, busca criar uma alternativa sustentável aos plásticos convencionais. Com isso, a pesquisa pretende atender, no futuro, à crescente demanda por materiais mais ecológicos na indústria.

Os plásticos usados em embalagens, garrafas e sacolas do dia a dia são produzidos com polímeros altamente resistentes, que podem levar mais de 400 anos para se decompor no meio ambiente. 

No entanto, pesquisadores da UEPG propõem uma alternativa sustentável: desenvolver plásticos biodegradáveis com alta resistência, capazes de aliar durabilidade e menor impacto ambiental.

Nesse sentido, Lacerda explica: “Nós buscamos fontes alternativas, extraindo amido do milho, mandioca, arroz e batata, e a nossa ideia é que essas fontes naturais sejam biodegradáveis e não precisem ter componentes fósseis, como o que acontece com os plásticos do mercado.”

O professor Luiz Gustavo também ressalta que a pesquisa ainda está em teste: “Comparado com o plástico convencional, ele ainda está abaixo em termos de resistência e permeabilidade, então estamos fazendo ensaios mecânicos para determinar a aplicação do produto”. 

Além disso, a pesquisa conta com parceria do professor Ivan Venson, do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná. Os pesquisadores da UEPG levam o milheto para moagem na máquina da UFPR, até conseguir o estado nano e extrair celulose nanofibrilada, que serve de base para o desenvolvimento do plástico de amido.

Startup brasileira cria alternativa plástica feita de resíduos agropecuários

Plástico feito de resíduos agropecuários

Com foco em sustentabilidade, a brasileira Bioreset criou um bioplástico 100% biodegradável a partir de resíduos agropecuários. Tecnicamente comparável ao polipropileno (PP), esse novo material se destaca porque se decompõe totalmente na natureza. Assim, evita impactos ambientais e elimina resíduos prejudiciais.

Diferente do plástico convencional, esta solução desaparece completamente em seis meses. Sobre isso, Carlos Sassano, engenheiro de alimentos e pesquisador responsável pelo projeto, conta: “Quando falamos que dura 450 anos é porque não deixaram mais tempo para testar. Pode ser que dure ainda mais.”

Ele explica também que o PHA, ou polihidroxialcanoato, resulta da ação de microrganismos em um processo de fermentação controlado. Segundo ele: “Damos todas as condições para esse microrganismo crescer e acumular o PHA dentro da célula. Depois, rompemos a célula, secamos o material e eles fica em pellets para ser utilizado em diversas aplicações”

Mesmo mantendo todas as propriedades do plástico convencional, a alternativa feita de PHA se decompõe completamente na natureza. Além disso, a BioReset escolheu começar pelos plásticos de vida útil curta,  como canudos e mexedores.

Manaus investe em sustentabilidade com tampas de bueiro feitas de plástico reciclado

Tampas de bueiro feitas de plástico reciclado em Manaus

A Ageman (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus) iniciou um projeto-piloto para instalar tampas de bueiro feitas com material reciclado. A nova solução, além de sustentável, oferece alta resistência e custa 50% menos do que as tampas metálicas tradicionais. Com isso, a iniciativa busca combater os furtos e diminuir os gastos com reposição.

A empresa SBS, localizada no Dimicro (Distrito das Microempresas da Prefeitura de Manaus), fabrica tampas ecológicas de bueiro a partir da reciclagem de resíduos plásticos. 

Desenvolvido ao longo de dois anos, o projeto passou por rigorosos testes de força, resistência e adaptação às estruturas já existentes, para garantir eficiência e sustentabilidade.

Assim, a Ageman instalou 50 tampas de bueiro sustentáveis em ruas e avenidas de zonas como Jacira Reis (Centro-Sul), Silves (Sul), Timbiras (Norte) e Colina do Aleixo (Leste). Segundo a agência, o projeto busca servir como referência para que outros órgãos, como a Seminf e concessionárias de telefonia e internet, adotem o modelo em larga escala no futuro.

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Sondagem Industrial revela desaceleração do setor

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou a pesquisa Sondagem Industrial, que apontou queda na atividade industrial durante abril. De acordo com o estudo, o índice de evolução da produção industrial registrou 47,8 pontos, revelando que os empresários indicaram diminuição da produção em comparação a março.

Sondagem Industrial revela desaceleração do setor

Segundo a Confederação o indicador de produção de abril ficar abaixo da linha divisória dos 50 pontos está dentro da normalidade. Salvo abril de 2024 que demonstrou uma performance acima do esperado. 

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Além disso, a sondagem industrial também revelou uma queda no número de empregados na passagem de março para abril. Assim, o índice que mede a evolução dos postos de trabalho industriais ficou em 49,2 pontos. 

Já a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) permaneceu estável, em 69%. Porém, o número indica uma queda em relação ao mesmo período no ano passado. Os estoques de produtos continuam caindo, o indicador fechou abril em 49,5 pontos, apontando queda comparado a março. 

O índice de estoque efetivo, por sua vez, relativo ao planejamento das empresas, ficou em 49,3 pontos em abril, e 48,9 em março. Assim, a CNI aponta que por aproximar-se dos 50 pontos os dados do indicador apontam uma redução na distância entre o estoque real e o que os empresários consideram adequado.

Nesse sentido, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, pontua: "A queda dos estoques mostra que a demanda por produtos industriais ainda tem alguma força, embora isso esteja diminuindo desde o fim do ano passado.”

Investimentos e expectativas na indústria

Ainda, o levantamento mostra que a intenção de investimento dos empresários industriais caiu 0,3 ponto, chegando a 56,1 pontos em maio.

Assim, a CNI analisa que esta queda leva o indicador para o seu menor nível desde novembro de 2023. Em 2025, porém, a intenção de investimento dos industriais acumula uma queda de 2,7 pontos. 

Com isso, Azevedo avalia: "A queda da intenção de investimento é gradual e, certamente, é influenciada pelo aumento da taxa de juros que vem ocorrendo desde o fim do ano passado.”

Segundo a Sondagem, todos os índices de expectativa dos industriais registraram queda em maio. Para exemplificar, a expectativa de demanda recuou 1,3 ponto; a de compras de insumos, 1 ponto; a de exportações, 0,5 ponto; e a de número de empregados, 0,4 ponto.

Diante disso, Azevedo ressalta: “Ainda assim, os índices permanecem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que as perspectivas continuam positivas, embora em menor grau em relação ao que se projetava em abril.” 

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Peças automotivas com plástico reciclado e reforça compromisso ambiental

O setor automobilístico tem investido cada vez mais em sustentabilidade, pensando nisso também aumentou o uso de plástico reciclado em suas produções. Prova disso é uma pesquisa no Japão que resultou na criação de peças internas para veículos que utilizam plástico reciclado. A equipe de pesquisa contou com fabricantes de automóveis, a Universidade de Tohoku, o Ministério do Meio Ambiente e outras organizações. 

Peças automotivas com plástico reciclado e reforça compromisso ambiental

As novas peças automotivas vêm de guarda-roupas descartados. Os próximos passos são apresentar a tecnologia e os protótipos em uma exposição de tecnologia. Assim, impulsionando a sustentabilidade no setor automotivo japonês. 

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Quando se fala dos benefícios da aplicação do plástico reciclado na fabricação de veículos, vários se destacam, tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista ambiental. Além disso, contar com o processo de reciclagem e uso de plástico diminui as emissões de dióxido de carbono, alinhando-se aos esforços de descarbonização mundial. 

Sendo assim, a equipe busca alargar a produção com desenvolvimento de amostras de outras peças automotivas. Assim, por fim, o desenvolvimento busca integrar o plástico reciclado na produção nacional de veículos em larga escala. 

Já no que se refere aos desafios para a produção de plástico reciclado da indústria automotiva, está a escassez de peças de carros usados para uso como matéria prima. Isso porque o Japão tem um volume alto de exportação de veículos. 

Portanto, o grupo visa o desenvolvimento de novas tecnologias e alternativas a partir dos plásticos recicláveis descartados no cotidiano. No momento, as peças plásticas representam metade do volume total e 10% do peso dos veículos, um número significativo.

Vale ressaltar também que aplica-se cerca de 1 milhão de toneladas de plástico na produção de novos veículos no Japão, em componentes como para-choques e tampas de motor. 

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Conheça as aplicações das esteiras transportadoras da Crizaf

Desde 1954 atuando no mercado, a Crizaf se destaca por entregar soluções personalizáveis e de alta performance. Com seu amplo portfólio, a empresa é uma referência no mercado de transportadoras, pois oferece em sua linha modelos lineares, planas, inclinadas e combinações plano-inclinadas.

Conheça as aplicações das esteiras transportadoras da Crizaf

Encaixando-se no dia a dia produtivo das indústrias plásticas, as esteiras da Crizaf dispensam trabalho manual, aumentando a eficiência e reduzindo custos operacionais. 

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Além disso, os equipamentos têm capacidade de adaptação para diversos layouts e fluxos produtivos. Desse modo, a Crizaf consegue atender diversos setores, como: automotivo, alimentício, farmacêutico, logístico, têxtil, plástico e reciclagem. Assim também opera em portos, aeroportos e na indústria de papel e celulose.

As esteiras transportadoras da Crizaf sanam necessidades específicas de cada indústria, e, ao mesmo tempo, otimizam processos e contribuem para o dia a dia operacional. 

Os diferenciais da esteiras transportadoras Crizaf

Apostando em inovação na indústria, o primeiro diferencial da Crizaf é a personalização sob medida, que permite que empresas alinhem e escolham as máquinas conforme as particularidades de cada produção. 

Sem contar que as esteiras transportadoras da Crizaf reduzem os custos de manutenção, porque não têm paradas inesperadas ou desperdícios de materiais. A empresa também desenvolve máquinas seguras, com sistemas de lubrificação otimizados, dispositivos de segurança avançados. 

Com essas esteiras inteligentes, a Crizaf oferece uma forma de cuidar de sua produção com maior controle e integração, já que as esteiras possuem um sistema de gestão e monitoramento em tempo real. 

A empresa também destaca que com esse portfólio diverso, podem atender a cada função específica. 

Portanto, enquanto os modelos lineares planos solucionam problemas relacionados ao transporte em linhas retas, ideais para linhas de montagem. Já as esteiras inclinadas garantem agilidade no abastecimento de máquinas e promovem maior produtividade nas operações.

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