Automação industrial deve movimentar mais de US$ 430 bilhões até 2032
Mais do que uma tendência, a automação industrial tem se tornado uma das protagonistas da transformação digital nas indústrias. Isso porque integra tecnologias avançadas que monitoram, controlam e melhoram os processos produtivos.
Com isso, destaca-se como um dos fundamentos das chamadas “fábricas inteligentes”. Porém, mais do que substituir tarefas repetitivas, a automação conecta dados, máquinas e pessoas, assim, entrega precisão e segurança.
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Entre as principais ferramentas desta automação estão os CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), sensores, atuadores e IHMs (Interfaces Homem- Máquina). Desse modo, as linhas de produção ganham um funcionamento mais inteligente.
A IA (Inteligência Artificial), por sua vez, quando incorporada na indústria analisa os sistemas e compreendem dados, conseguem antecipar falhas. Bem como, otimizar processos e ajudam nas tomadas de decisões em tempo real.
Outras tecnologias que vêm impactando a Indústria 4.0 são o uso de IoT (Internet das Coisas), Big Data, Computação em Nuvens e Duplas Digitais.
Assim, o mercado global de automação industrial deve passar por um crescimento expressivo nos próximos anos, impulsionado por avanços tecnológicos, demandas por eficiência produtiva e pela adoção crescente de sistemas inteligentes nas fábricas.
Tendências de crescimento de automação industrial
Segundo projeções da Grand View Research, o setor deve movimentar cerca de US$ 226,7 bilhões em 2025, com expectativa de alcançar US$ 378,6 bilhões até 2030. Estimativas semelhantes da Polaris Market Research indicam que o mercado pode ultrapassar US$ 430 bilhões até 2032, com taxas de crescimento anual entre 8% e 11%.
Esse avanço reflete o papel estratégico da automação na digitalização da indústria. Sobretudo na redução de custos operacionais e na transição para processos mais sustentáveis e integrados. Ressaltando-se em setores como manufatura, alimentos e bebidas, energia e logística.
Esse avanço tecnológico exige profissionais cada vez mais qualificados. No Brasil, a segunda edição do Mapa do Trabalho Industrial 2022–2025, elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria, projeta um crescimento de 46,9% nas vagas relacionadas à automação e mecatrônica até 2025.
Nesse cenário, habilidades como inteligência artificial, análise de dados, cibersegurança, programação, computação em nuvem e metodologias de automação ganham destaque e se consolidam entre as mais valorizadas pelo mercado.
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Paracetamol feito de resíduos plásticos? Cientistas descobrem como fazer a transformação
Na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, cientistas descobriram um modo de transformar resíduos plásticos na fabricação de medicamentos. Usando uma versão geneticamente modificada da bactéria Escherichia coli, assim, os pesquisadores convertem o plástico PET no principal ativo do paracetamol, um dos analgésicos mais utilizados no mundo.
Esta descoberta foi divulgada na Nature Chemistry, e chama a atenção por sua eficiência e sustentabilidade.
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Quanto ao processo de transformação, os cientistas explicam que o processo ocorre em temperatura ambiente, com quase nenhuma emissão de carbono e em menos de 24 horas. Com isso, aproximadamente 92% do plástico processado converteu-se com sucesso no fármaco.
O segredo desta inovação, no entanto, está na combinação entre biotecnologia e química, apontam. Isso porque os cientistas alteraram a E. coli para transformar o ácido tereftálico (obtido da quebra do PET) em para-hidroxianilida. Isto é, a substância essencial para o paracetamol.
Nesse sentido, o processo, que se assemelha à fermentação da cerveja, ocorre sem necessidade de metais pesados ou catalisadores artificiais.
A descoberta, por tanto, recebeu o nome de “reação de Lossen”. E agora está sendo viabilizada em ambiente aquoso e com ajuda apenas do fosfato, já presente no meio da bactéria.
Os pesquisadores também explicam que, para completar o ciclo, retira-se um gene retirado de cogumelos, chamado Agaricus bisporus, e outro proveniente de uma bactéria do solo conhecida como Pseudomonas aeruginosa para inseri-los na E. Coli. Desse modo, permite a conclusão da transformação do PET em paracetamol.
Próximos passos para o desenvolvimento do paracetamol a partir de plásticos e perspectivas sobre a descoberta
O processo ainda está em fase laboratorial, mas a pesquisa aponta para um potencial revolucionário da descoberta. Isso porque apresenta um novo modo de lidar com resíduos plásticos e produção de medicamentos.
Em relação a isso, os cientistas ressaltam que precisam fazer mais testes, sobretudo em escala industrial. No entanto, este estudo já abre caminho para a economia circular, em que o resíduos se transforma em um insumo valioso.
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A versatilidade dos Moinhos BSC da SEIBT contribuem para o aumento da reciclagem de plásticos
O índice de reciclagem no Brasil tem previsão de crescimento de 10% até 2026, segundo o Instituto Logística Reversa. Porém, este aumento só acontecerá com investimento em infraestrutura adequada para processamento dos plásticos. Nesse cenário, os Moinhos BSC da SEIBT se destacam como o modo ideal para garantir reaproveitamento de diversos tipos de plástico.
Tendo em vista a alta demanda por moagem de plásticos, sobretudo de plásticos reciclados, e com a crescente conscientização ambiental, a indústria tem caminhado para sanar estes desafios. Assim, a SEIBT, fabricante de Moinhos para plásticos, desenvolve a linha de BSC que entrega alta produtividade, baixo custo e fácil operação e manutenção.
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Para que o processamento de plásticos seja viável em contextos diferentes, as indústrias precisam de equipamentos adaptáveis. Por isso os Moinhos BSC da SEIBT, além de atender a moagem de diferentes tamanhos e geometrias de peças plásticas, também atuam desde linhas de produção até centrais de moagem, seja moagem com água ou a seco.
Sendo moinhos de alta rotação, eles possuem bocais e câmaras de moagem que variam de 200mm a 1200mm de maior dimensão. Dessa forma, a empresa consegue oferecer um equipamento que processa pequenas peças e peças de grande porte.
Aliado à robustez dos equipamentos, os Moinhos BSC da SEIBT também possuem diferenciais em sua estrutura que conferem maior durabilidade à máquina. As sedes de rolamentos afastadas, o isolamento impede a entrada de água na mancalização. Com isso, se reduz o risco de falhas mecânicas, permitindo o funcionamento contínuo do equipamento.
Moinhos BSC da SEIBT unem produtividade e segurança no processamento de plásticos
A cadeia de reaproveitamento de plásticos exige capacidade contínua e não permite longas paradas na produção. Então, para atender a esta demanda a SEIBT prepara mais um diferencial para esta máquina: rolamento autocompensadores fixados por buchas que facilitam a manutenção.
Ainda nesse sentido, a Linha BSC possui uma peneira, assentada sobre a caixa de moagem, que permite uma troca rápida e prática. Assim, além da contribuição no fluxo produtivo, por evitar paradas, os moinho da SEIBT ajudam a diminuir os custos operacionais, graças à manutenção simplificada e à vida útil prolongada.
Visando maior proteção nas operações industriais, os moinhos da SEIBT estão dentro das Normas de Segurança vigente e nas Normas específicas ABNT NBR 15.107, NR10 e NR12.
Destacando-se como mais um diferencial de segurança, os moinhos possuem um freio do rotor com monitoração por micro de fim de curso. Desse modo, as manutenções, trocas de facas e limpeza acontecem de modo seguro. Para reforçar a segurança no ambiente industrial os Moinhos BSC possuem uma chave solenoide de segurança com trava certificada, fixada na lateral do bocal de alimentação.
Com essas soluções a SEIBT atua no presente, mas também impacta positivamente o futuro da reciclagem de plásticos ao entregar moinhos de alto rendimento com segurança e sustentabilidade.
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Estudo prevê avanço do Acordo global sobre plásticos em 2025
Em 2022 a Assembleia das Nações Unidas aprovou o Acordo Global sobre Plásticos, desde então, no Brasil pelo menos 60% das empresas adotam um modelo de redução ou reutilização. Assim, utilizam plásticos recicláveis ou outros materiais, aponta uma pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Com isso então a previsão indica para um avanço na adoção deste Acordo ao longo de 2025. Sendo assim, entre os principais compromissos a serem adotados destacam-se: eliminação de substâncias tóxicas desnecessárias ao longo do ciclo de vida do material, não adotar práticas consideradas ineficazes.
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Bem como a criação e promoção de estratégias de resíduos zero, assim, foca na redução de consumo e no reaproveitamento. E, além disso, garantia de condições mais justas de transição para catadores de materiais recicláveis.
Entretanto, ainda existem diversos desafios no caminho com gargalos que impedem um progresso mais significativo. Assim, a transição para uma economia mais circular depende de práticas efetivas, como um sistema de reciclagem.
Outros entraves como insuficiência da coleta seletiva, logística reversa desarticulada e falta de conscientização e engajamento da população quanto ao reuso de plásticos, também impedem esse avanço.
Quanto aos pontos positivos, porém, especialistas vêem avanços tanto nas discussões quanto nas soluções tecnológicas em vários setores da indústria. De modo geral, chega-se à conclusão de que o plástico não é o vilão ou o problema em si, mas o seu modo de descarte e, às vezes, de utilização.
Como a indústria pretende garantir maior sustentabilidade?
Entre as ações para aplicar a sustentabilidade nas empresas aparecem, por exemplo, o uso de plástico reciclado. Pois em alguns casos pode ser mais barato que o plástico virgem.
Nesse sentido, escolher um fornecimento adequado de matéria-prima com uma fonte que não dependa de recursos naturais ou que tenha estabilidade na cadeia de suprimentos ajuda na segurança da reciclagem.
Empresas que investem em reciclagem também têm vantagem competitiva, atendendo à demanda crescente dos consumidores, consequentemente se destacam em competitividade e inovação.
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Moldando o futuro da injeção plástica: a aliança estratégica entre Bolsa de Injetoras e JMT Mould redefine padrões de qualidade e eficiência
No dinâmico e competitivo universo da indústria de transformação plástica, a busca por soluções que unam alta tecnologia, eficiência produtiva, custo-benefício e, acima de tudo, segurança e suporte local, é uma constante. Então, nesse cenário a parceria entre a Bolsa de Injetoras e a renomada ferramentaria chinesa JMT Mould surge como um divisor de águas. Assim, oferecendo uma proposta de valor completa e sem precedentes no mercado brasileiro.
Assim, empresas que dependem de moldes de injeção de plásticos sabem que a qualidade e a agilidade no desenvolvimento desses componentes são cruciais para o sucesso de seus produtos e a otimização de seus processos.
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A visão por trás da parceria: inovação global com suporte local
Desde 2022, a Bolsa de Injetoras, reconhecida por sua expertise e profundo conhecimento do mercado nacional, uniu forças com a JMT Mould, uma ferramentaria de ponta com capacidade tecnológica e produtiva impressionantes.
Essa aliança, além de uma colaboração comercial, também se caracteriza pela materialização de uma visão estratégica que visa preencher uma lacuna crítica no setor, Isto é: a necessidade de acesso a moldes de injeção de plásticos de alta qualidade e competitividade global, sem abrir mão do acompanhamento e suporte técnico e comercial no Brasil.
Sendo assim, a missão conjunta torna-se clara e ambiciosa, pois: “Nossa missão é levar aos nossos clientes uma solução completa que lhe dê segurança, produtividade e tecnologia atualizada”, ressalta a empresa.
Essa promessa se comprova através de um modelo que combina o melhor dos dois mundos: a excelência em engenharia e fabricação da JMT Mould com a proximidade e o atendimento personalizado da Bolsa de Injetoras.
JMT Mould: a força tecnológica por trás dos moldes de alta performance
A JMT Mould, se destaca como uma ferramentaria de sua vasta experiência e capacidade técnica. Desse modo, com uma equipe de projetistas e engenheiros especialistas que acumulam mais de 20 anos de vivência no desenvolvimento de moldes.
Uma empresa chinesa e um sinônimo de precisão e inovação. Devido a sua infraestrutura permite a criação de moldes complexos e de alta performance, atendendo às mais rigorosas exigências da indústria.
Portanto, a especialização da JMT Mould abrange uma ampla gama de aplicações, demonstrando sua versatilidade e domínio técnico:
Moldes automotivos (tanto para peças internas quanto externas, essenciais para a segurança e estética veicular)
Moldes de utilidade domésticas (garantindo a durabilidade e o design de produtos do dia a dia)
Moldes para brinquedos (onde a precisão e a segurança são fundamentais)
Moldes para eletrodomésticos (contribuindo para a funcionalidade e o acabamento de aparelhos modernos)
Essa diversidade de atuação se revela, então, como um testemunho da capacidade da JMT Mould de entregar soluções sob medida para diferentes segmentos. Afinal, a empresa sempre foca na qualidade e na inovação.
Bolsa de Injetoras: o pilar do suporte e da segurança no Brasil
O grande diferencial dessa parceria, e o que a torna verdadeiramente única para o mercado brasileiro, é o papel fundamental da Bolsa de Injetoras. Isso porque com um time técnico e comercial dedicado e atuante no Brasil, a empresa garante que o cliente tenha total tranquilidade e suporte em todas as etapas do projeto.
Em relação a isso, a Bolsa de Injetora ressalta: "Possuímos um time técnico e comercial no Brasil oferecendo acompanhamento e suporte desde desde o início do projeto até o molde em produção na máquina injetora de plásticos."
Isso significa que, desde a concepção inicial do projeto, passando pelo desenvolvimento, fabricação, importação e, crucialmente, a fase de try-out e produção na máquina injetora, o cliente conta com um acompanhamento individualizado.
Assim, a presença local elimina as barreiras de comunicação, fuso horário e cultura que frequentemente surgem em negociações internacionais. Com isso, transformando um processo complexo em uma experiência fluida e segura.
Benefícios tangíveis para a sua empresa: por que escolher a parceria entre Bolsa de Injetoras e JMT Mould?
A sinergia entre a capacidade produtiva e tecnológica da JMT Mould e o suporte técnico-comercial da Bolsa de Injetoras no Brasil se traduz em vantagens competitivas diretas para as empresas do setor:
A princípio, destaca-se a qualidade inquestionável com custo-benefício competitivo: A expertise da JMT Mould garante moldes de alta precisão e durabilidade. Enquanto a estrutura da parceria permite oferecer esses produtos com um custo-benefício altamente atrativo, otimizando o investimento do cliente.
Já a redução do tempo de desenvolvimento e entrega dão eficiência aos processos da JMT Mould. Aliada à gestão e acompanhamento da Bolsa de Injetoras, acelera o ciclo de projeto, permitindo que seus produtos cheguem ao mercado mais rapidamente.
Tecnologia de ponta acessível, por sua vez, traz à sua empresa um acesso direto às mais recentes inovações em design e fabricação de moldes. Dessa maneira garantindo que seus produtos estejam sempre à frente da concorrência.
A segurança e suporte localizado, então, revelam como a presença da equipe da Bolsa de Injetoras no Brasil oferece a tranquilidade de ter um parceiro local para resolver qualquer questão. Pois auxilia desde o planejamento até a produção, minimizando riscos e garantindo a continuidade das operações.
Por fim, o acompanhamento individualizado trata cada projeto com a atenção e o cuidado que merece. Afinal, o suporte personalizado que entende as necessidades específicas de cada cliente.
Um compromisso com o sucesso do cliente
A parceria entre Bolsa de Injetoras e JMT Mould é construída sobre pilares de desenvolvimento, segurança, clareza e um relacionamento sólido, que vem gerando sucesso para ambas as partes desde 2022.
Assim, mais do que fornecedores, eles se posicionam como verdadeiros parceiros estratégicos, cujo compromisso é intrínseco ao sucesso de cada projeto.
Diante disso, eles pontuam: "Nosso compromisso é com o sucesso do projeto de nosso cliente, por que este é o nosso sucesso!”.
Portanto, a filosofia reflete a dedicação em entregar não apenas um molde, mas uma solução completa que impulsiona a produtividade, a inovação e a competitividade de seus clientes.
Leve seu próximo projeto ao próximo nível
Se sua empresa busca excelência em moldes de injeção de plásticos, com a garantia de tecnologia de ponta, custo-benefício otimizado e, fundamentalmente, um suporte técnico e comercial robusto no Brasil, a parceria entre Bolsa de Injetoras e JMT Mould é a resposta.
Então, não perca a oportunidade de transformar seus desafios em soluções de sucesso. Entre em contato com a equipe da Bolsa de Injetoras e descubra como essa aliança estratégica pode moldar o futuro dos seus projetos de injeção plástica. Invista na segurança, na produtividade e na tecnologia que sua empresa merece.
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A falta de um sistema de reciclagem em indústrias de plástico pode comprometer a competitividade no mercado
Com as mudanças na percepção de mercado, práticas sustentáveis deixaram de ser um diferencial para se tornarem um requisito de competitividade. Seja no Brasil ou no exterior, as indústrias que trabalham com plástico e não possuem um sistema de reciclagem ou ações nesse sentido podem encontrar um entrave no crescimento.
Tendo em vista a transição econômica global em direção a um modelo regenerativo e de baixo carbono, a sustentabilidade se posiciona no centro das decisões estratégicas. Assim, não atender a essas demandas muitas vezes significa perda de mercado. Bem como restrições em exportações e exclusão de cadeias globais que priorizam fornecedores sustentáveis.
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Desse modo, investir em um sistema de reciclagem eficiente e adaptável, que atenda à qualidade exigida e possibilite o reaproveitamento de materiais com alta performance. Afinal, não se trata apenas de uma escolha ambiental, mas de uma decisão estratégica.
Isso porque com soluções robustas e personalizáveis para filmes e plásticos rígidos, por exemplo, o processo de reciclagem agrega valor ao negócio. E como consequência reduz custos com descarte e gera matéria-prima reaproveitável de alta qualidade.
Além disso, consumidores e investidores estão cada vez mais atentos ao impacto socioambiental das marcas que apoiam. Empresas que não adotam medidas visíveis de gestão de resíduos, como a reciclagem de materiais pós-industriais e pós-consumo, correm o risco de perder reconhecimento e perder relevância diante de concorrentes mais alinhados às novas exigências ambientais.
Em um mercado cada vez mais competitivo e regulado, antecipar-se às exigências ambientais além de uma vantagem: é uma necessidade para garantir espaço e relevância no presente e no futuro.
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Pesquisa global aponta que 1% a mais na reciclagem evitaria 2 mil toneladas de resíduos
A companhia global Avery Dennison realizou uma pesquisa que revela que com um aumento de somente 1% nas taxas de reciclagem reduziria 2.000 toneladas de resíduos, considerando que uma indústria de garrafas produza 10 bilhões de frascos no mesmo período.
Além deste dado, o estudo também aponta para um ganho potencial em produção para o meio ambiente se as embalagens contiverem etiquetas auto adesivas de alta tecnologia. Para chegar a este resultado, a pesquisa entrevistou o setor produtivo, autoridades governamentais, entre outros players do segmento, em 11 países na Europa, Ásia e Américas, incluindo Brasil.
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Tendo em vista que a maioria das marcas globais de bens de consumo embalados desejam incluir embalagens 100% recicláveis até 2030. Esta solução traz ganhos reais à reciclagem e à produção.
Segundo este relatório, os produtos sustentáveis representam cerca de 31% do crescimento do setor de bens de consumo em uma década, entre 2013 e 2023. No entanto, somente cerca de 18,5% da participação de mercado sustentável vem da indústria de bens de consumo embalados.
Produtos sustentáveis representaram cerca de 31% do crescimento do setor de bens de consumo entre 2013 e 2023, apesar de corresponderem a apenas aproximadamente 18,5% da participação de mercado sustentável de CPG.
31% dos consumidores, por sua vez, acreditam que investir em embalagens sustentáveis faz parte dos três principais modos de lidar com questões ambientais. Afinal, os consumidores analisam as embalagens como um dos instrumentos mais visíveis e controláveis de sustentabilidade de uma marca.
Assim, a reciclagem de embalagens e modelos de reutilização causam um impacto significativo. Isso porque os plásticos rígidos reciclados, por exemplo, como PET e HDPE, produzem aproximadamente 70% menos emissões.
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Conferência da ONU sobre Oceanos lança documento sobre plásticos
Entre os dias 5 e 13 de junho, em Nice, na França, aconteceu a UNOC3 (Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos). O evento reuniu ministros e representantes de mais de 100 países, e juntos assinaram um documento intitulado “Alerta de Nice para um Tratado Ambicioso sobre os Plásticos” ou “Apelo Nice”. A declaração aponta cinco pontos urgentes para um acordo.
Entre os pontos críticos citados no documento aparecem: a redução da produção e consumo de plásticos, eliminação progressiva de produtos plásticos que possam ser nocivos, e a melhoria no design de produtos para assegurar a sustentabilidade.
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Apesar de receber apoio de mais de 100 países, o documento não tem a assinatura do Brasil. Em relação a isso, os representantes do país apontaram o descumprimento dos países desenvolvidos sobre o impacto econômico dessas medidas sobre as nações produtoras de petróleo.
No entanto, uma das fontes dos representantes afirmou que o Brasil deseja chegar a um acordo final com um texto robusto. Isso porque “o documento deve ser ambicioso tanto nas obrigações dos países quanto na provisão de financiamento aos países em desenvolvimento”, explicam.
Além desse novo documento, vale lembrar do Tratado Global sobre Plásticos criado em 2022 pelas Nações Unidas e que permanece em negociação. Esta declaração, por sua vez, quer resultar em um documento jurídico que ajude os países a reduzir ou eliminar qualquer tipo de poluição.
É possível uma vida sem plástico?
Diante disso, surge a pergunta: “É possível viver sem plástico?”. Ao analisar a vida cotidiana concluí-se que o plástico está em materiais duradouros também, como prédios, meios de transporte, infraestruturas vitais. Bem como nos móveis, eletrodomésticos, TVs, telefones, entre outros.
Por isso, imaginar ou criar um mundo sem plástico é irrealista. Portanto, a ideia de
Mas também usamos plástico de muitas maneiras mais duradouras: em nossos prédios, meios de transportes e outras infraestruturas vitais, sem mencionar nossos móveis, eletrodomésticos, TVs, tapetes, telefones, roupas e inúmeros outros objetos do cotidiano.
Tudo isso significa que um mundo totalmente sem plástico é irrealista. Portanto, o objetivo deve ser como continuar implementando o material de forma sustentável, focando em reciclagem e reuso, por exemplo.
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Confiança industrial cai pelo sexto mês seguido
O resultado do ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) de maio para junho aponta para uma queda de 0,3 ponto, passando de 48,9 pontos para 48,6 pontos, diz a CNI (Confederação Nacional da Indústria). Com isso, a indústria registra o sexto mês consecutivo sem confiança.
Sobre este resultado, Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, avalia que o resultado aconteceu devido uma percepção negativa sobre o futuro. Assim, ele explica: “Especialmente na economia. Voltar para o otimismo requer melhoria nas condições e nas expectativas. Isso não deve ocorrer de uma hora para outra.”
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Entre os subíndices do ICEI está o índice de condições atuais que apresentou crescimento, e com isso chegou a 44,1 pontos. Apesar disso, este indicador permanece abaixo da linha divisória dos 50 pontos.
Portanto, este subíndice mostra que as avaliações dos empresários sobre o momento da economia e das próprias empresas seguem negativas.
Enquanto isso, o índice de expectativas caiu 0,4 ponto, assim chegando a 50,9 pontos. Este resultado, por sua vez, indica um aumento do pessimismo dos industriais em relação ao desempenho da economia para o próximo semestre. Já as perspectivas para o futuro das empresas tornaram-se menos otimistas.
Entre os dias 2 e 6 de junho de 2025, a CNI entrevistou 1.169 empresas industriais para compor a edição mensal do ICEI, índice que avalia a confiança dos empresários. Portanto, foram consultadas 480 pequenas, 420 médias e 269 grandes empresas.
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Investimento em energia limpa nas indústrias brasileiras cresce 40%
Uma pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em 2024 revelou que 48% das empresas investem em práticas ou projetos de energia limpa, isto é, o uso de energia hídrica, eólica, solar, biomassa ou hidrogênio de baixo carbono.
Em relação a 2023, 2024 notou um salto significativo neste investimento, pois em 2023 a porcentagem de empresas que adotavam essas iniciativas era de 34%.
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Entre as regiões brasileiras com mais destaque neste investimento aparece o Nordeste, pois 6 em cada 10 indústrias têm ações voltadas para o uso de energia limpa. Enquanto isso, no Norte e no Centro-Oeste representa 56%, 53% no Sul e 39% no Sudeste.
Ainda, a pesquisa aponta um aumento de indústrias que consideram a energia limpa, junto à inovação, uma estratégia para descarbonização. Por isso, ano passado 25% das empresas indicaram o uso de fontes renováveis como prioridade para diminuir as emissões de GEE (gases do efeito estufa).
A CNI aponta mais um salto comparado a 2023, porém, tratando da inovação tecnológica como prioridade, pois passou de 14% para 20% em 2024.
Já no que se refere aos desafios de incluir a descarbonização nas empresas, 9 em cada 10, criticam a falta de incentivo tributário. No entanto, mais de 60% das empresas têm o objetivo de financiar maquinários para alcançar a descarbonização.
Estes dados aparecem na pesquisa encomendada pela CNI à Nexus, além disso, entrevistou mil executivos do pequeno, médio e grande porte, e em todas as regiões do Brasil. A pesquisa aconteceu entre 24 de outubro e 25 de novembro de 2024.
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