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Câmara dos Deputados discute regulamentação da IA e impactos para a indústria

Na última terça-feira, dia 12, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados, responsável por analisar o Projeto de Lei nº 2.338/2023, sobre governança e regulação da inteligência artificial, se reuniu em audiência pública. O encontro visava tratar do impacto das regras para a competitividade e a soberania nacional na implementação e regulamentação da IA na indústria.

Especialistas e representantes do setor avaliam o impacto da regulamentação da IA na indústria, incluindo oportunidades e desafios
Câmara dos Deputados

O debate contou com a participação de representantes do governo, do setor produtivo e de órgãos de defesa da concorrência. Para a indústria do plástico e segmentos correlatos, o que isto implica?

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A reunião destacou que o modo com o Brasil irá regulamentar a IA será decisivo para ampliar a participação nas cadeias globais de tecnologia. Bem como, estimular investimentos e impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras.

Especificamente no setor do plástico, essa perspectiva se manifestaria nos sistemas e processos produtivos. Isso porque uma regulamentação clara e alinhada às melhores práticas internacionais permitiria que indústrias brasileiras incorporassem IA de forma segura e competitiva. 

A inteligência artificial vem transformando a indústria do plástico ao oferecer ganhos significativos em eficiência operacional, controle de qualidade e sustentabilidade. Com algoritmos capazes de analisar dados em tempo real, prever falhas e otimizar processos.

Entretanto, apesar do potencial expressivo, a adoção dessa tecnologia ainda esbarra em barreiras que precisam ser superadas para que seus benefícios sejam amplamente aproveitados.

Entre os principais desafios, destaca-se a necessidade de dados de qualidade para treinar modelos de IA, Além disso, a implementação demanda investimentos consideráveis em infraestrutura, softwares especializados e mão de obra qualificada. O que representa um custo elevado para muitas empresas do setor.

Leia até o final e veja o que representantes do setor industrial e governamental, pontuam sobre a regulação da inteligência artificial

Contexto brasileiro e regulação “tropicalizada” da IA 

No entanto, para alcançar este patamar deve-se levar em conta o contexto brasileiro. Nesse sentido, Cristiane Rauen, diretora de Transformação Digital e Inovação em Novos Negócios do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), defende uma regulação “tropicalizada”, isto é, e adaptada ao cenário do Brasil, evitando barreiras excessivas à entrada de pequenas e médias empresas.

Por isso, para ela, a carga regulatória deve ser proporcional ao risco de cada aplicação, preservando espaço para inovação. Além disso, Rauen destacou que o Brasil já é “uma potência em termos de dados”, citando os 175 milhões de usuários do PIX, por exemplo. Por fim, ela pontua que o país precisa aproveitar melhor tanto bases públicas quanto dados não pessoais gerados pela indústria.

Enquanto isso, o gerente de Transformação Digital e Inovação da CNI (Confederação Nacional da Indústria), alerta Rodrigo Pastl Pontes para os possíveis riscos. Como a redação atual do PL, que poderia ampliar custos e inviabilizar a inovação industrial. 

Assim, ele defende que o foco regulatório seja restrito a usos de alto risco, preservando a competitividade e evitando a fuga de talentos. Como exemplos, ele pontua a aplicação da IA em segurança veicular, automação industrial e agricultura, reforçando que tecnologias transversais precisam de regras proporcionais ao seu impacto.

O conselheiro do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Victor Oliveira Fernandes, por sua vez, defende que a IA pode trazer ganhos inéditos de produtividade. Porém também viabilizar condutas anticompetitivas, como cartéis formados por algoritmos de precificação. 

Ele apontou que a cooperação entre reguladores e a adoção de ferramentas como o sandbox regulatório favorecem a realização de testes e a validação de soluções inovadoras. Fernandes observou que a definição de critérios diferenciados para micro e pequenas empresas, incorporada pelo Senado, é decisiva para evitar restrições à entrada.

Os riscos e as oportunidades da regulamentação da IA na indústria

A advogada Roberta Barreira Sousa Aires, da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), contestou a adoção integral do modelo europeu de IA (AI Act). 

Sendo assim, ela advertiu sobre o risco de excesso de obrigações e de bloqueio à inovação. Aires ainda expressou preocupação com possíveis conflitos com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), por isso, defendeu programas de capacitação e letramento digital voltados a trabalhadores e empresas.

Sob outra perspectiva, Ana Paula Bialer, consultora do MBC (Movimento Brasil Competitivo), afirmou que o Brasil não deve restringir sua estratégia apenas a medidas de regulação de risco. 

Ela destacou a necessidade de integrar o marco regulatório a políticas públicas consistentes, capazes de estimular pesquisa, desenvolvimento e experimentação, com base nos R$ 23 bilhões previstos no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial para os próximos quatro anos.

Jean Paul Torres Neumann, que atua como diretor adjunto de Inteligência de Dados e IA na Confederação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, abordou os temas de abertura de tecnologias de alto risco, transparência e competitividade brasileira no mercado internacional.

Vale lembrar que o PL 2.338/2023, já foi aprovado no Senado e ainda está em análise na Câmara. E para os participantes, representa uma chance de fortalecer o protagonismo do Brasil no debate global sobre Inteligência Artificial, harmonizando proteção de direitos, desenvolvimento tecnológico e soberania nacional.

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Para os não iniciados, o antidumping trata-se de um mecanismo de defesa comercial usado por governos para proteger a indústria local contra produtos estrangeiros vendidos a preços “anormalmente baixos” ou o famoso “preço de liquidação”, que mina o mercado interno.

ANTIDUMPING: investigações do governo dispararam os preços das resinas no Brasil e a proteção pode virar pressão para quem transforma

Aqueles que atuam na indústria brasileira sabem, porém, que o antidumping pode ser um catalisador de custos e incerteza. Sobretudo para a indústria de transformação no Brasil, em especial o setor plástico.

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Pois, quando mal calibrado, o antidumping tende a proteger um setor e pressionar todos os outros abaixo dele. Impactando assim os setores de insumos essenciais, como o de resinas plásticas, base da maior parte dos produtos: da embalagem do arroz à peça do carro, da seringa ao brinquedo.

E foi exatamente isso que começou a acontecer no Brasil, agora, em 2025.

Leia a matéria completa, fique com a gente até o fim. O que vem a seguir é mais urgente do que parece.

Um prólogo necessário

Desde novembro de 2024, o MIDC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), por meio da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), deu início a uma série de investigações antidumping sobre resinas plásticas. Focando, principalmente, no PEAD (polietileno de alta densidade) e outras variações, importadas dos Estados Unidos e do Canadá. 

Os pedidos partiram da Braskem e do Sinplast - RS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Estado do Rio Grande do Sul). As duas entidades apontaram práticas desleais de preços por parte dos exportadores estrangeiros.

Assim, as investigações analisaram os dados de importação referentes ao período de abril de 2023 a março de 2024,. Além dos efeitos sobre a indústria nacional entre 2019 e 2024. De acordo com documentos oficiais e fontes setoriais, algumas solicitações preveem alíquotas de até 26% caso o dumping seja comprovado.

No dia 27 de maio de 2025, a agência internacional ICIS publicou um alerta informando que o governo brasileiro ampliou o escopo das investigações para pelo menos sete tipos diferentes de resina. Dessa forma, aumentando a preocupação de diversas entidades do setor industrial quanto aos efeitos dessas medidas sobre os custos e a competitividade da cadeia transformadora.

Alíquotas em vigor e novos casos na mira

O Brasil já mantém em vigor uma série de medidas antidumping definitivas e provisórias que impactam diretamente o mercado de resinas plásticas. 

Segundo com o MIDC, estas medidas abrangem diferentes origens e tipos de polímeros, com prazos estendidos por anos:

Assim, as resoluções estão publicadas no Diário Oficial da União e listadas na base pública do governo federal que trata de defesa comercial e interesse público.

Além disso, existem investigações em curso sobre o PEAD importado dos Estados Unidos e do Canadá, que tendem a culminar em novas taxações. 

Portanto, espera-se que, caso se confirme as práticas de dumping, o Brasil adote alíquotas adicionais que variem entre 20% e 26%. De acordo com estimativas do setor jurídico e técnico ligado à Braskem e ao Sinplast-RS.

Então, se confirmadas, essas medidas devem restringir ainda mais a oferta interna de resinas plásticas. E, consequentemente, elevar os preços de forma significativa para transformadores e demais integrantes da cadeia.

Para especialistas, o risco é claro: uma política antidumping em expansão desorganiza o mercado, desestimula importações legítimas e gera escassez local. Sobretudo em um setor que o país não se mostra autossuficiente na produção de todos os tipos de resinas.

O gargalo da oferta: um país que não produz o que consome

Sendo assim, o alvoroço em torno das medidas antidumping não é à toa. 

O Brasil não produz sozinho toda a resina que consome. Este fato, apesar de antigo, revela que boa parte da cadeia industrial depende da importação complementar de resinas. Principalmente do polietileno, que ao mesmo tempo atende à demanda nacional e mantém suas exportações competitivas.

Nesse sentido, a partir do final de 2024 as investigações e sobretaxas instauradas desde o final passaram a restringir esse canal externo. Desse modo, criando um efeito imediato no mercado: redução na oferta, aumento de preços e, claro, a incerteza nos contratos de longo prazo.

A reação da base industrial sobre o antidumping

Neste cenário, em novembro de 2024, o Sinplast-RS emitiu uma nota questionando a legitimidade das novas investigações. Com o argumento que as medidas prejudicariam as empresas que operam sob o regime de drawback, especialmente as que exportam. Afinal, já que não teriam como justificar os aumentos de custo aos clientes internacionais.

Em relação a isso, a Sinplast - RS, comenta: “A iniciativa fragiliza o setor exportador brasileiro, em um momento de alta competição global e margens apertadas”, declarou o presidente do Sinplast-RS à imprensa na ocasião.” 

Em maio de 2025, a agência internacional ICIS publicou uma nota com declarações de associações do setor de transformação plástico brasileiro. Nela, as entidades alertavam para “pressões generalizadas de custos ao longo de toda a cadeia industrial”, apontando que o efeito das tarifas já era sentido antes mesmo de qualquer decisão final.

A indústria entre proteção e sufocamento

Na prática, porém, o cenário mostra que as empresas transformadoras estão sendo pressionadas por todos os lados. Com insumo mais caro, menor previsibilidade nos contratos e dificuldade de competir internacionalmente.

Resultando, assim, na diminuição de margens, risco de paralisações, e um sistema de produção que opera mais caro e mais frágil.

O impacto real e presente do antidumping

As medidas antidumping, mesmo sem consolidação, já estão provocando efeitos reais na cadeia produtiva brasileira. Mostrando que não se trata de um temor futuro, mas de um problema atual. 

Tanto que, setores estratégicos como o de embalagens, autopeças e agronegócio, têm relatado reajuste de preços nos insumos plásticos desde o segundo trimestre de 2025. 

Algumas empresas, inclusive, já começaram a repassar os custos ao consumidor final. 

Enquanto, outras alertam para riscos de desabastecimento, especialmente entre as pequenas e médias indústrias, que não têm poder de estoque nem volume de negociação internacional.

Além disso, exportadores estão vendo sua competitividade cair frente a países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Chile, que continuam importando livremente as mesmas resinas, sem a aplicação de tarifas antidumping.

O efeito dominó se estende para além das fábricas. Cadeias logísticas, varejistas e até alimentícias relatam pressões inflacionárias relacionadas ao custo dos plásticos em suas operações. E, especialmente na confecção de embalagens, paletes, silobags, tubulações e acessórios de irrigação.

O jogo entre proteção e protecionismo

Em junho de 2025, quando a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) publicou um boletim afirmando que o antidumping, embora legal, tem sido usado de forma “pouco transparente".Isso porque, sofre com o efeito prático de distorção econômica, prejudicando o elo mais vulnerável da cadeia, isto é: quem transforma.

Diante disso, a Abiplast, afirmou em Boletim Técnico "Medidas que deveriam proteger a indústria nacional estão servindo como barreiras de mercado, promovendo escassez e concentração”. 

Por sua vez, a Braskem, maior petroquímica da América Latina, se pronunciou por meio de sua diretora de Relações Institucionais, Renata Bley, em editorial publicado pela revista Exame. 

Ela explicou que as ações do governo seguem os princípios da OMC (Organização Mundial do Comércio ). No entanto, reconheceu a necessidade de "responsabilidade e equilíbrio para não comprometer o ecossistema produtivo".

A disputa, portanto, está além do âmbito jurídico ou econômico, mas envolve diferentes visões sobre o papel do Estado e da concorrência internacional.

Cenário internacional e comparativos

Enquanto o Brasil endurece medidas contra importações, outros países recuam. Em julho de 2025, os ministérios do MDIC e MRE (Relações Exteriores) e das MRE (Relações Exteriores) comemoraram o encerramento de uma investigação antidumping na Argentina contra resinas brasileiras de poliéster insaturado, exportadas por empresas nacionais.

Para o governo, esse desfecho representou uma vitória diplomática e comercial, pois evitou o bloqueio a um importante canal de exportação para o Cone Sul. No entanto, o episódio também escancarou o contraste: o Brasil luta para abrir mercados lá fora, enquanto fecha portas aqui dentro.

E isso levanta a crítica mais delicada: em setores tão essenciais quanto o das resinas plásticas, a política comercial precisa de muito mais critério técnico do que posicionamento defensivo. 

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Indústria fecha semestre com alta, mas ritmo desacelera

Os dados dos Indicadores Industriais, apurados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), revelam que a indústria finalizou o primeiro semestre de 2025 com uma alta de 6,5% comparada ao mesmo período de 2024. No entanto, apesar do resultado positivo, a indústria demonstra desaceleração. Em junho, o faturamento industrial recuou 1,9%, somando uma queda de 2,6% no segundo trimestre. 

Indústria fecha semestre com alta, mas ritmo desacelera

Essa desaceleração também se nota no número de horas trabalhadas na produção, por exemplo, em junho o indicador subiu 2,7% em relação à mesma época no ano passado. Entretanto, o índice recuou 0,7% em junho, assim, somando uma queda de 1% no segundo trimestre. 

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A diminuição do ritmo se deu também no mercado de trabalho, porém de forma mais branda. Durante o mês de abril, o emprego industrial recuou após 18 meses. Enquanto isso, em maio e junho, os postos de trabalho continuaram estáveis. 

Sendo assim, o segundo trimestre, para o emprego, finalizou com uma leve queda de 0,1%.. O acúmulo dos seis primeiros meses do ano, por sua vez, aumentou 2,4% perante ao mesmo período de 2024. 

Nesse sentido, Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI, avalia: “O segundo semestre será desafiador para a indústria de transformação. Há bastante incerteza no mercado internacional, ao mesmo tempo em que problemas internos de longa data, como carga tributária e juros elevados, demanda interna insuficiente e falta de mão de obra especializada, seguem sendo entraves para o setor.”

UCI encerra trimestre sem grandes variações

Já a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) da indústria, entre maio e junho, oscilou 0,1 ponto percentual, assim, chegando aos 78,8%. No segundo trimestre, a UCI caiu 0,1 percentual em relação ao primeiro trimestre. Entre janeiro e junho de 2025, comparada ao mesmo período do ano passado, a queda foi maior, de 0,8 ponto percentual. 

Em junho, por sua vez, a massa salarial subiu 1,3%, fechando o segundo trimestre com alta de 1,2%. O rendimento médio dos trabalhadores subiu, chegando a 1,2% em junho. Desse modo, o acumulou uma alta de 1,7% no segundo trimestre.  

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FOTO-CATALÍTICA: a reforma que pode reescrever o futuro do plástico no planeta

Você já ouviu falar de fotoreforming? O nome fala de um processo que, com luz e ciência avançada, promete transformar resíduos plásticos em combustível limpo. O experimento vem do Japão, mais especificamente da Universidade de Kyushu, e acaba de ser publicado no Journal of Catalysis

FOTO-CATALÍTICA: a reforma que pode reescrever o futuro do plástico no planeta

Conduzida pelos cientistas Thanh Tam Nguyen e Kaveh Edalati, a pesquisa demonstra como usar um catalisador high-tech para quebrar o plástico. E, assim, gerar energia ao mesmo tempo. 

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Nesse sentido, o processo, literalmente, transforma garrafas de água em hidrogênio. A inovação tecnológica “Óxido de Alta Entropia”, além de possuir um nome bonito, na prática trata-se de um catalisador composto por cinco metais: titânio, zircônio, háfnio, nióbio e tântalo. 

Assim, os cientistas o sintetizaram em laboratório para torná-lo mais eficiente, estável e potente do que o tradicional TiO₂. Isto é, um material comumente encontrado em protetor solar ou estudos antigos de fotocatálise. 

É sobre esse processo que nós vamos falar na nossa matéria de hoje, por isso, fique comigo até o final e depois, claro, deixe sua opinião nos comentários.

Uma dose de entropia, um experimento de luz

Em um reator de quartzo, os cientistas adicionam uma solução de hidróxido de sódio, conhecida como soda cáustica, fragmentos de PET (politereftalato de etileno), o plástico mais comum do planeta. Em seguida, inserem um pó metálico composto de cinco elementos raros, chamado de óxido de alta entropia.

O objetivo, portanto, é transformar os resíduos plásticos em combustível limpo. E, para isso, os pesquisadores da Universidades de Kyushu, desenvolveram esta solução sob luz intensa e mantiveram a mistura em agitação constante e temperatura ambiente. 

Depois de quatro hora, o resultado não deixou dúvidas: 

Os resultados colocam essa descoberta no radar de qualquer pesquisador ou executivo do setor energético. Isso porque o catalisador japonês alcança uma eficiência de 319 μmol/m²/h na produção de hidrogênio. Enquanto o dióxido de titânio (TiO₂), referência global, atinge apenas 32 μmol/m²/h. Isso significa que o novo material é dez vezes mais potente, um salto expressivo em desempenho.

O futuro do experimento 

Este estudo japonês demonstra que o PET tem outros destinos, além do descarte incorreto, afinal, transforma um dos resíduos mais descartados do planeta em energia limpa e valiosa.  

Em termos de aplicabilidade, a inovação sugere transformações plásticas. Imagine um futuro em que estações solares movem-se pela energia gerada de antigas garrafas PET, copos de festa ou embalagens de delivery.

Tudo isso sem emitir CO₂, sem liberar toxinas. 

No entanto, esta revolução no modo de transformar plástico, ainda está em fase de desenvolvimentos e testes laboratoriais. O processo, ainda depende de condições altamente controladas, como soluções alcalinas concentradas e catalisador sob medida.

Deixe sua opinião nos comentários, nos siga nas redes e fique por dentro dessa e de outras notícias sobre a indústria do plástico. 

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Indústria apresenta propostas para o Tratado Global sobre Plásticos

Genebra será palco, entre os dias 4 e 14 de agosto, de uma nova etapa das negociações lideradas pelo INC (Comitê Intergovernamental de Negociação), da ONU, que busca estabelecer um tratado global e juridicamente vinculante contra a poluição plástica, inclusive nos oceanos. A Abiquim acompanhará a delegação brasileira, junto ao Itamaraty, para defender os interesses do setor e reiterar seu compromisso com um acordo técnico e equilibrado.

Indústria apresenta propostas para o Tratado Global sobre Plásticos

Nesse sentido, a Abiquim, reconhecida pelo UNEP (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), propõe um documento fundamentado em princípios de economia circular, transição justa, inclusão social e financiamento equitativo, com foco especial nos países em desenvolvimento.

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O tratado busca estabelecer estratégias para estimular investimentos em infraestrutura de coleta, triagem e reciclagem. Tendo a definição de metas nacionais progressivas de reciclagem e a adoção de requisitos para o uso de plástico reciclado em embalagens. 

A proposta, então, visando avançar de forma efetiva, precisará considerar as distintas realidades regionais, principalmente no que se refere aos usos e substituições do plástico. Para, dessa forma, estabelecer critérios universais, permitindo aos governos flexibilidade para avaliar e implementar medidas por meio de planos de ação nacionais.

A Abiquim sustenta que políticas públicas bem estruturadas são essenciais para viabilizar a circularidade, com incentivos claros à reutilização, à reciclabilidade e ao uso de conteúdo reciclado. Assim, para alcançar esse objetivo, a entidade considera indispensáveis a implementação da REP, a integração do setor informal e a adoção da neutralidade tecnológica como base para soluções sustentáveis e inclusivas.

Ainda, a entidade enfatiza que toda proposta de limitação ou proibição de produtos plásticos deve se basear em provas técnicas e científicas. Isto é, usar critérios transparentes e considerar cuidadosamente o impacto social, evitando assim ações simplistas ou punitivas que possam ignorar os progressos já realizados.

Para concluir, a Abiquim reforça seu compromisso com soluções que integrem inovação, responsabilidade estendida do produtor e justiça social. Desse modo, contribuindo para criar um tratado eficaz, justo e sensível às demandas dos países em desenvolvimento.

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Do fracasso ao sucesso milionário: como o plástico bolha nasceu e mudou a indústria de embalagens

Você sabia que o plástico-bolha, tão comum nas embalagens modernas, começou como um erro? O que hoje movimenta bilhões foi, na verdade, o resultado de um projeto que falhou ao tentar criar algo completamente diferente.

Do fracasso ao sucesso milionário: como o plástico bolha nasceu e mudou a indústria de embalagens

Tudo começou em 1957, quando o engenheiro americano Alfred Fielding e o químico suíço Marc Chavannes se uniram para criar um papel de parede diferente. Assim, inspirados pela geração Beat, que rejeitava o consumismo e buscava liberdade criativa, os dois queriam desenvolver um produto inovador e ousado

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Os inventores selaram duas folhas de cortina de banho com ar entre elas, esperando criar um papel de parede texturizado. No entanto, o resultado ficou longe do que imaginaram. Ainda assim, ao observar o material inusitado, eles não perceberam que tinham dado início a uma revolução na indústria de embalagens e transporte.

Três anos mais tarde, os inventores deram o próximo passo e criaram a Sealed Air. Com isso, identificaram uma oportunidade concreta: proteger eletrônicos frágeis no transporte. Coincidentemente, a IBM havia acabado de lançar o revolucionário computador 1401 e buscava uma forma segura de enviá-lo. Foi nesse momento que o Bubble Wrap provou seu valor.

Após o sucesso inicial, pequenas empresas de embalagens passaram a adotar o plástico-bolha no lugar do tradicional jornal amassado. Com o tempo, os inventores registraram seis patentes ligadas ao processo de fabricação do Bubble Wrap, o que lhes garantiu exclusividade comercial sobre a invenção.

O prazer de estourar plástico-bolha: curiosidades e ciência por trás disso

Enquanto isso, o hábito de estourar as bolhas do plástico-bolha se popularizava. Até mesmo Howard, filho de Alfred Fielding, descobriu esse prazer quando era criança, segundo a revista Smithsonian.

Nesse sentido, o filho do inventor, revela: “Lembro-me de olhar para o material e o meu instinto foi rebentá-lo. Digo que fui a primeira pessoa a rebentar plástico-bolha, mas tenho a certeza de que não é verdade. Os adultos da empresa do meu pai provavelmente faziam-no para garantir a qualidade. Mas eu era provavelmente o primeiro.”

Por fim, confessa: “As bolhas eram muito maiores naquela altura, por isso faziam um barulho alto, era muito divertido.”

Então, o que torna o estourar das bolhas de plástico tão irresistível? Cientistas da Universidade de Swansea buscaram essa resposta e concluíram que não se trata só de entretenimento. A atividade ativa a produção de serotonina e dopamina, gerando sensações rápidas de calma e bem-estar.

Para quem não resiste ao plástico-bolha, o porta-chaves Mugen PuchiPuchi, inventado em 2007, simulava perfeitamente o barulho e a sensação de estourar as bolhas, onde quer que você estivesse.

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Automação além dos sistemas inteligentes: os desafios invisíveis da infraestrutura física da indústrias

Em tempos de transformação digital acelerada, falar sobre automação industrial muitas vezes remete a sensores inteligentes, CLPs (Controladores Lógicos Programáveis) e sistemas digitais que prometem máxima eficiência. 

Automação além dos sistemas inteligentes: os desafios invisíveis da infraestrutura física da indústrias

De fato, essas tecnologias desempenham um papel fundamental na evolução das fábricas. No entanto, limitar o conceito de automação apenas ao universo do controle eletrônico é ignorar uma parte crucial da realidade industrial: os desafios invisíveis da infraestrutura física.

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Mais do que o desempenho ou integração dos sistemas digitais, existe um conjunto de elementos físicos que impactam diretamente na fluidez da operação industrial. Sendo assim, correias desalinhadas, roletes mal posicionados, suportes frágeis ou vibrações excessivas comprometem o desempenho geral da linha, mesmo quando os softwares de última geração operam perfeitamente.

Embora muitas vezes vistos como pequenos gargalos, a longo prazo acumulam impactos significativos. De modo que até uma simples falha mecânica em um ponto de transporte gera paradas frequentes, acelera o desgaste dos componentes, causa retrabalho e até interrompe o fornecimento. 

Em muitos casos, o diagnóstico tende a recair sobre o sistema de controle, mas a raiz do problema está em detalhes mecânicos ignorados no planejamento da automação.

Assim, a eficiência produtiva acontece, também, quando o software conversa com o hardware, e ambos estão em perfeita harmonia. Isso inclui considerar a qualidade dos materiais utilizados nas estruturas. Passando por projetos de layout bem elaborados, até manutenções preditivas baseadas em dados reais do chão de fábrica.

Esse olhar mais amplo também demanda uma mudança industrial. Isso porque implica em um olhar mais atento para os processos técnicos, os fornecedores de bons equipamentos e o entendimento completo do processo produtivo,

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Troca de plástico por produto de higiene, IA para rastreamento de plástico e Dow leva soluções circulares à K 2025

Cubatão lança programa que troca plásticos por produtos úteis

População troca plástico por higiene e eletrônicos em novo programa de Cubatão

O SENAI recebeu o lançamento de um programa inovador que incentiva a troca de plástico por produtos de higiene e eletrônicos. Realizado na Praça da Bíblia, nº 1, no Centro de Cubatão. O evento reuniu representantes de ONGs ambientais, conselheiros, servidores públicos e estudantes, todos engajados em promover a sustentabilidade. 

Nesse sentido,  o programa funciona de forma simples: os cidadãos entregam plásticos nos pontos de coleta e recebem produtos em troca, conforme a quantidade entregue. 

Desse modo, incentiva a população a recolher resíduos em casa e em locais públicos, promovendo a limpeza da cidade e a preservação do meio ambiente.

O programa oferece itens de higiene pessoal, como sabonetes, xampus e cremes dentais, além de eletrônicos como carregadores e headphones, em troca dos plásticos. Para isso, a equipe escolheu esses produtos estrategicamente para garantir que os participantes recebam itens úteis no dia a dia.

Sendo assim, ao oferecer produtos essenciais em troca de plásticos, o programa ao mesmo tempo motiva hábitos sustentáveis e ensina a comunidade a cuidar melhor do meio ambiente. 

O programa convida a população a participar da reciclagem oferecendo recompensas concretas por materiais que, muitas vezes, seriam descartados de forma incorreta. Com isso, os cidadãos eliminam plásticos de maneira responsável e ainda levam para casa itens úteis no dia a dia.

O evento conquistou uma recepção positiva do público. Diversas instituições manifestaram apoio formal à iniciativa e já propuseram parcerias para expandir o programa. Com base nesse retorno, a Prefeitura de Cubatão estruturou novos passos, como workshops temáticos e campanhas educativas voltadas à sustentabilidade.

Desenvolvimento com IA ajuda a remover plásticos de locais incorretos

Desenvolvimento com IA ajuda a remover plásticos de locais incorretos

A The Ocean Cleanup trabalha para retirar plásticos de destino incorretos, como dos oceanos e rios. Portanto, para ampliar seu impacto, estabeleceu parceria com a AWS (Amazon Web Services). Para isso, a organização utiliza inteligência artificial, machine learning e cloud computing para potencializar seus projetos. E concentra seus esforços na Grande Mancha de Lixo do Pacífico, com a meta ambiciosa de eliminar 90% do plástico flutuante até 2040. 

Assim, com apoio das tecnologias da AWS, a The Ocean Cleanup implementa sistemas de detecção de plásticos mais precisos, além de modelos preditivos que acompanham o deslocamento dos resíduos e ferramentas de gestão de dados quase em tempo real. 

A equipe também desenvolve um sistema de “navegação de plásticos” para localizar áreas críticas de descarte incorreto e planejar operações de recolhimento com mais eficiência. Esses recursos se baseiam em dados coletados por satélites, drones, sensores IoT e dispositivos flutuantes conectados à nuvem.

Segundo Boyan Slat, CEO e fundador da The Ocean Cleanup, a parceria permite que sua equipe localize com mais precisão os pontos críticos de descarte incorreto de plástico. Bem como, otimizar as estratégias de coleta e avance rumo ao objetivo de minimizar drasticamente os plásticos oceânicos até 2040. 

Por fim, ele reforça que o grupo avaliará os resultados com base no volume de plástico retirado e na melhoria do desempenho das missões ao redor do mundo.

Dow leva inovação sustentável em plásticos à K 2025 com o tema “Geração Transformação”

Dow leva inovação sustentável em plásticos à K 2025 com o tema “Geração Transformação”

Na K 2025, em Dusseldorf, a Dow (NYSE: DOW) destacará o papel de suas tecnologias em ciência dos materiais para impulsionar soluções plásticas que promovam a sustentabilidade e atendam às necessidades do cliente. Assim, a participação será guiada pelo tema "Geração Transformação"

Recentes inovações em embalagens, desenvolvidas em colaboração com marcas e convertedores, estarão em exibição junto com toda a gama de soluções da Dow. Entre elas, destacam-se materiais de monopolietileno (mono-PE), biocirculares, circulares e reciclados pós-consumo (PCR). 

Estas inovações com plástico e polímeros proporcionam maior vida útil do produto, resistência à adulteração e resistência a rasgos. Além disso, essas soluções ajudam os clientes a se prepararem para a PPWR (Regulamentação de Embalagens e Resíduos de Embalagens). 

Por exemplo, incluem as novas embalagens cartonadas D-PAK, produzidas em parceria com a Elopak e a Orkla Home and Personal Care (OHPC), que combinam polietileno circular reciclado e polímeros biocirculares renováveis.

Diante disso, Stephanie Kalil, Vice-Presidente Comercial de Embalagens e Plásticos Especializados da Dow na Europa, Oriente Médio, África e India (EMEA), comenta: "Inspirados pelo tema do K Show deste ano 'O Poder dos Plásticos', nós nos perguntamos: quem ou o que gera essa energia? É a inovação e a colaboração entre indivíduos e organizações, respondendo aos desafios que enfrentamos na indústria e na sociedade. Juntos, todos fazemos parte da Geração Transformação.”

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A gestão correta dos plásticos pode economizar US$ 200 bilhões até 2040

Uma pesquisa da Plastic Treaty Futures, conduzida pela consultoria internacional Systemiq, a pedido da Coalizão Empresarial por um Tratado Global para os Plásticos, revela que regras globais aplicadas ao longo de todo o ciclo de vida do plástico, tem capacidade de gerar uma economia de até US$ 200 bilhões em gastos públicos até 2040.

A gestão correta dos plásticos pode economizar US$ 200 bilhões até 2040

Nesse sentido, para chegar a este resultado a pesquisa avaliou os efeitos econômicos da má gestão. Assim, demonstrou que adiar ações ou mantê-las fragmentadas compromete a eficiência dos sistemas públicos e desperdiça oportunidades de inovação e crescimento. 

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Por outro lado,adotar modelos de design voltados à reciclagem e ampliar os negócios circulares reduzem significativamente a pressão sobre a produção de plástico virgem. Segundo o levantamento, a demanda por plástico primário pode cair 30% até 2040, em comparação com os níveis de 2019.

Desse modo, a redução impactaria diretamente os gastos com coleta, tratamento e destinação final, principalmente em países de baixa e média renda. Nesses locais, os custos públicos para gerir os resíduos plásticos terão que quase dobrar em relação a 2019, apenas para acompanhar o crescimento populacional e a melhoria das condições de vida. 

No entanto, o financiamento atual ainda está longe do necessário. A lacuna global para investimentos em gestão de resíduos plásticos nessas nações alcança US$ 300 bilhões entre 2026 e 2040. Além disso, chegaria a US$ 900 bilhões se considerados também os resíduos orgânicos.

O estudo reforça que a gestão correta dos plásticos não se trata apenas de uma questão ambiental, mas uma decisão estratégica com impactos diretos no orçamento global e no desenvolvimento econômico. Para alcançar essa economia bilionária, seria preciso adotar políticas integradas, fomentar o uso eficiente de recursos e impulsionar o plástico como um ativo econômico. 

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Como a prospecção digital impulsiona vendas na indústria: Rodrigo Oliveira é palestrante oficial da Induspar 2025

Especialista no mercado industrial, com mais de 10 anos na área, Rodrigo Oliveira, diretor do Plástico Virtual e outras empresas do grupo Naipe, é um dos palestrantes oficiais da Induspar 2025, feira que reúne os setores do plástico, de embalagens, químico e muitos outros. 

Como a prospecção digital impulsiona vendas na indústria: Rodrigo Oliveira é palestrante oficial da Induspar 2025

Nesse sentido, para o evento, Rodrigo leva o tema “Prospecção Digital para a Indústria: Como gerar mais oportunidades comerciais e qualificadas”. A palestra, portanto, apresentará estratégias práticas para empresas que desejam ampliar seu alcance comercial por meio de ferramentas digitais. 

Fique comigo até o final e saiba como participar. 

Leia mais: 

A palestra acontece no dia 7 de agosto, das 17h às 18h, no Auditório Induspar, dentro da programação oficial da feira. A palestra visa entregar insights valiosos sobre como captar clientes de forma mais eficiente e direcionada.

Além disso, devido a toda jornada à frente do Plástico Virtual, Portal e Agência industrial reconhecida nacionalmente, Rodrigo também tem como experiências outros negócios do grupo Naipe. Sendo assim, traz resultados mensuráveis, inovação em prospecção e geração de valor para empresas do setor.

A Induspar 2025, evento que acontece em paralelo à Plastfair, reúne nomes importantes dos setores metal-mecânico, químico, automação, agronegócio, logística, eletroeletrônico e plástico. Logo, a proposta é clara: criar um ambiente propício para troca de conhecimento, networking de alto nível e decisões comerciais assertivas.

Entenda como será a programação completa

A entrada nas palestras é gratuita, mediante inscrição no site oficial: https://feirainduspar.com.br/

Data: 5 a 8 de agosto de 2025

Horário: 14h às 21h

Local: Expotrade Convention Center – Pinhais/PR

Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, 10.454, Vila Amélia, Pinhais – Paraná

Vale lembrar que por se tratar de um evento técnico, a entrada é restrita a maiores de 16 anos. Menores não serão autorizados, mesmo se estiverem acompanhados por responsáveis.

Para acompanhar a feira e todas as novidades em tempo real, siga @plasticovirtual e a @plastfair nas redes sociais para ficar por dentro de tudo o que vai acontecer. 

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