Quando a Feira da Mecânica se aproxima, uma série de lembranças percorre minha mente, revisitando praticamente toda a minha trajetória de vida. Recordo-me das primeiras máquinas expostas no início da minha carreira, marcando o ponto inicial e a primeira aquisição de equipamento, que curiosamente ocorreu durante a própria Feira da Mecânica. Surpreendentemente, a última aquisição também aconteceu no evento do ano passado, esperando que não seja a derradeira, mas sim o início de uma continuidade.
A motivação para visitar a Feira da Mecânica ao longo dos anos sempre foi a busca incessante por novidades e o desejo de conhecer diferentes aspectos do setor. Ao longo de aproximadamente 30 anos de participação, a feira se tornou um ponto de convergência para diversos segmentos em um único local. Isso proporciona acesso não apenas a máquinas, mas também a medições, ferramentas, dispositivos, acessórios e processos que atendem às variadas necessidades cotidianas.
A Feira da Mecânica, ao abrir suas portas, não apenas beneficia os profissionais consolidados, mas também oferece oportunidades aos jovens, com um Senai ativo que promove o acesso à tecnologia e ao futuro. Acredito que a feira desempenha um papel positivo em todos os sentidos, como pude vivenciar na Mecânica 2016.
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A Fernanda Mecânica é conhecida desde a época do Senai, aproximadamente há 30 anos. Naquele período, a mecânica representava uma janela para o futuro, sendo uma nova metodologia crucial. Diante das restrições de importação e limitações nos equipamentos, a Fernanda Mecânica se destacava como a única opção para acesso ao mercado internacional, devido à presença de equipamentos importados.
Atualmente, a comparação entre a Fernanda Mecânica daquela época e a atual é notável. As máquinas, agora equipadas com CNC e tecnologia eletrônica avançada, são incomparáveis. A evolução na feira da mecânica é evidente, proporcionando insights sobre novos mercados e inovações.
A Feira da Mecânica atua como uma vitrine, inspirando inovações e instigando empresas a mudarem seus caminhos. Representa uma oportunidade para corrigir deficiências e buscar novas esperanças. Em um mercado em constante movimento, a Feira da Mecânica se torna ainda mais vital. A constatação de que o mercado não parou e a necessidade de inovação são evidentes. A Fernanda Mecânica desempenha um papel crucial nesse cenário, pois, agora mais do que nunca, é essencial aprimorar, adquirir novos equipamentos e melhorar a produtividade. A participação na Feira da Mecânica em 2016, por exemplo, reforçou essa percepção, evidenciando a importância de buscar o que há de mais recente no mercado para garantir o crescimento e a excelência da empresa.
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A Feira da Mecânica, uma das mais reconhecidas da América Latina, especialmente em São Paulo, destaca-se como um espaço onde se podem visualizar as inovações do setor mecânico. É possível encontrar formas de dois amigos compartilharem experiências, trocarem novidades tecnológicas e ficarem atualizados sobre o que há de novo no Brasil.
Além disso, a feira apresenta ofertas atrativas que facilitam a aquisição de equipamentos e máquinas. Considerada uma vitrine da indústria nacional, a Feira da Mecânica fortalece o cenário nacional, sendo um evento que vale a pena visitar pelo menos uma vez. Durante o evento, é possível encontrar fornecedores, fazer novos contatos e descobrir as últimas novidades do setor.
Nossa empresa, parceira de longa data, iniciou suas atividades há oito anos e tem se dedicado ao trabalho com máquinas. Temos uma relação profunda com eles, compartilhando experiências e conhecimentos. A cada ano, aproveitamos a presença na feira para explorar novas oportunidades, encontrar fornecedores, e até mesmo, estabelecer novos contatos e clientes.
A Feira da Mecânica é um local onde é possível comparar diferentes produtos, negociar preços e prazos, o que é essencial para o crescimento e sucesso do nosso negócio. Participamos ativamente das edições anteriores, como em 2016, e esperamos continuar aproveitando esse importante evento para impulsionar nosso desenvolvimento e presença no mercado.
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A Royal DSM, empresa global baseada em ciências ativas nas áreas da saúde, nutrição e materiais, expande sua linha de polímeros provenientes de fontes renováveis resistentes à alta temperatura com a inserção do ForTii® Eco, uma nova família de materiais de poliamida 4T de alta desempenho, parcialmente produzidos a partir de fontes renováveis. Esses novos materiais se adequam à necessidade crescente de dispositivos mais velozes, mais finos e mais sustentáveis na indústria de eletrônicos.
Em média, os smartphones ficam 12% mais finos a cada ano, enquanto a velocidade e a funcionalidade continuam a aumentar. Ao mesmo tempo, há uma demanda crescente da sociedade por dispositivos mais sustentáveis. Todo o portfólio da DSM para a indústria de eletrônicos já é livre de halogênios e fósforo vermelho, com materiais sendo utilizados em cabos, conectores, carcaças e antenas em dispositivos móveis. O ForTii® contém dois materiais, o Arnitel Eco (um elastômero termoplástico) e o EcoPaXX®(poliamida 410), que são parcial ou totalmente derivados de fontes renováveis. Os novos tipos de ForTii® Eco enriquecem a atual plataforma de materiais provenientes de fontes renováveis além de proporcionar uma melhor performance, se comparados a soluções baseadas em óleos minerais. A DSM apresentará os novos tipos ForTii durante a Chinaplas, em Xangai, entre os dias 25 a 28 de abril.
Os tipos ForTii Eco da DSM representam a próxima geração de poliamidas de alta temperatura. Eles são capazes de atender a requisitos mais rígidos em termos de propriedade - como fluxo, tensão mecânica e dielétrica - do que os tipos de ForTii "existentes", que já apresentam superação de desempenho com outras poliamidas.
O polímero nos novos tipos é 30-60% derivado de fontes renováveis. A DSM utiliza mamona como base para a química C10 que ele incorpora. Os tipos possuem um bio-conteúdo que varia de 10 a 25% de peso na base de um composto.
Os novos três tipos da família são ForTii® Eco E11, ForTi®i Eco E61 e ForTii® Eco LDS62. Eles fornecerão soluções livres de halogênio para peças com paredes mais finas, demonstrando ótimo fluxo, com excelentes propriedades mecânicas e dielétricas. As aplicações-chave para o ForTii Eco E11 e o ForTii Eco E61 incluem conectores com tecnologia de montagem de superfície (SMT), como o novo USB-C, e também conectores de áudio; o ForTii® Eco LDS62 é altamente recomendável para antenas, invólucros de segurança RFID e interruptores encontrados em muitos dispositivos eletrônicos portáteis.
O ForTii® Eco LDS62 é um material ideal principalmente para a produção de antenas para eletrônicos móveis, já que contém uma tecnologia especial que permite a incorporação de circuitos elétricos muito finos e precisos por meio de estrutura direta a laser (LDS) altamente rentável. As peças feitas para o ForTii® Eco LDS62 possuem ótima dielétrica, boa qualidade de superfície e alta robustez mecânica. O pacote total de propriedades oferecido com este tipo é superior a qualquer outro tipo de LDS em um polímero concorrente.
O ForTii® Eco exibe baixa sensibilidade à umidade, o que garante que suas excepcionais propriedades mecânicas e dielétricas sejam mantidas mesmo no estado condicionado. Sua rigidez também é alta. “Conforme as velocidades de transmissão de dados continuam a aumentar, há a necessidade crescente no mercado por materiais de isolamento como o ForTii, que possuem uma constante dielétrica estável e uma tangente de perda para limitar as perdas de sinal", afirma Konraad Dullaert, gerente de negócios do ForTii®.
Esses novos tipos oferecem um fluxo maior e melhor intervalo de processamento, combinados a uma alta rigidez e total resistência a solda de alta temperatura. Poliamidas semi-aromáticos concorrentes, como o PA6T e o PA10T, apresentam fluxo e rigidez mais baixos (em diversas medidas).
“
Este é um desenvolvimento importante para processadores, porque os novos tipos, com suas melhores características de processamento, ajudarão a reduzir custos e, ao mesmo tempo, conseguirão produzir peças que atendem aos requisitos OEM”,afirma John Hsieh, gerente de marketing de conectores. "Os próprios OEMs valorizarão os benefícios de marketing de materiais provenientes de fontes renováveis e a capacidade de projetar peças mais finas".
Fonte: www.dsm.com
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O vice-presidente do conselho de administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Cesar Prata, informou nesta terça-feira que o BNDES vai beneficiar empresas que tenham financiamentos contraídos junto à instituição, desde 2009 para compra de máquinas e bens de capital. Ele não deu detalhes de como isso vai ocorrer.
Prata disse que a medida foi anunciada ontem pelo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, durante a reunião do Fórum, no Palácio do Planalto. A trégua, de acordo com o executivo, seria de um ano.
Ele destacou que a medida vai ajudar as empresas a atravessar a crise, evitando assim demissões e falências.
As tecnicalidades ainda estão sendo discutidas, o importante é que o governo entendeu o nosso pleito. Teremos uma trégua — destacou Prata.
Fonte: http://www.abimaq.org.br/site.aspx/imprensa-clipping-tendencias-detalhe?detalheclipping=1431#22652
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A Pollutec, maior feira de tecnologias e soluções ambientais do mundo, será o palco da campanha SP Cidade Gentil. Para despertar os cidadãos quanto a importância da coleta seletiva na preservação do meio ambiente e melhoria da qualidade de vida, a Loga, empresa do Grupo Solví e operadora dos serviços de coleta em São Paulo, disponibilizará um caminhão dourado de coleta para espalhar a mensagem de conscientização ecológica na Pollutec, que acontece até sexta-feira no Pavilhão de Exposições do Anhembi. O veículo dourado – que simboliza a campanha e também se faz presente em escolas e comunidades – estará no estacionamento do Pavilhão das 16h às 20h, próximo ao portão três. Sua cabine foi transformada para servir de estúdio móvel à websérie da campanha e para promover educação e sensibilização junto a adultos e crianças.
Quase 100 marcas estão presentes na Pollutec, que oferece uma vitrine tecnológica em setores como tratamento de água e efluentes para usuário final e indústria, gestão de resíduos (reciclagem, logística reversa, compostagem, biomassa e biogás), eficiência energética, remediação de solo, tratamento e monitoramento do ar. A feira espera receber mais de cinco mil visitantes, que vão conferir nos estandes muitas novidades entre lançamentos e produtos de alta performance e inovação em prol da sustentabilidade. Leia alguns destaques de expositores atuando no Brasil:
· A Certoma, empresa de máquinas de limpeza, expõe em seu estande o Glutton, varredor desenvolvido na Bélgica que faz o trabalho de quatro pessoas. Ele consegue armazenar até 240 litros de detrito e é equipado com filtro de 24m² que elimina partículas e odor, devolvendo ar limpo. Voltado a indústrias, prefeituras, promotoras de evento e empresas de limpeza urbana, o equipamento é manuseado por puxador, mas o esforço é compensado por motor movido a energia elétrica de duas velocidades (3 e 6 Km/h). A empresa espera lançar o produto ainda esse semestre por cerca de R$ 80 mil e afirma já ter sido procurado por prefeituras como Campinas e Recife, além de ter fornecido alguns modelos à Inova, prestadora da Prefeitura de São Paulo, para testes.
· A Projar, empresa de origem espanhola presente no Brasil e em 14 países, apresenta sua expertise de cobertura vegetal de margens de rodovias e condomínios industriais com sementes de crotalária. A flor dessa planta serve de alimento para libélulas, um dos predadores naturais do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, o Aedes Aegypti. A crotalária já se encontra em terrenos em que a Projar atua nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Além disso, ela desenvolve projetos em fitodepuração, ou seja, a implantação de estações depuradoras compostas de plantas que absorvem poluentes de águas residuais e produz água de reuso. Trata-se de recurso apropriado para empresas e pequenas prefeituras por seu baixo custo de manutenção.
· Em seu estande a Veolia, multinacional atuando em tratamento de água e efluentes, apresenta a unidade de Serviços Móveis de Água ACTIFLO Turbo. Unidade compacta e automatizada, atende necessidades em larga escala para a produção de água clarificada e/ou potável em caráter emergencial ou programado, removendo sólidos suspensos, cor, algas, metais e outros poluentes. O equipamento tem capacidade de atender vazões entre 70 m³/h a 340 m³/h, tratando águas com turbidez até 1.000 NTU. Além disso, é um sistema modular que permite interligação com outras unidades. O Serviço Móvel de Água atende aos mercados industriais de óleo e gás, químico e petroquímico, farmacêutico, alimentos e bebidas, siderurgia, energia, açúcar e álcool, papel e celulose, mineração, automobilístico, ainda o segmento municipal e produção de água potável.
Quase 100 marcas estão presentes na Pollutec, incluindo empresas de países como Reino Unido, França, Bélgica, Holanda, Áustria, Austrália e Itália – em um intercâmbio tecnológico que vai expandir o repertório de soluções em desenvolvimento sustentável encontrado aqui.
Os participantes também vão agregar conhecimento técnico com a realização de eventos paralelos como o Fórum Cuidando do Futuro, em que empresas e entidades discutem cases de sucesso em desenvolvimento sustentável. A geração de negócios é outro objetivo da feira, que contará com estandes da Confederação Nacional da Indústria – CNI e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, nas quais profissionais podem saber mais sobre serviços focados em inovação, competitividade e financiamento de projetos.
Fonte: www.pollutec-brasil.com
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A Eletro-Forming é referência em máquinas e soluções para termoformagem no Brasil. Na 9ª Interplast a empresa apresentará, através de fotos e vídeos, as novas tecnologias no processo de termoformagem.
Paulo Lakatos, sócio-gerente, adianta que será mostrada a mais rápida linha nacional de produção de pratos descartáveis que trabalha a 50 ciclos por minuto, com alta redução de consumo energético (aproximadamente 0.15 kW por kg de prato termoformado) e empacotamento automático.
Além dela, os visitantes verão a solução nacional mais automatizada (menor uso de operador) para produção de tampas com cruz com capacidade de 840 tampas por minuto e empacotamento automático. Será apresentada também a nova linha de produção de copos descartáveis em PET: mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado para o futuro sustentável dos copos descartáveis no Brasil.
A Eletro-Forming já participou de outras edições da Interplast. “É a segunda feira mais importante na indústria do plástico no cenário nacional e está próxima a um enorme polo de transformação plástica do Brasil”, explica Lakatos.
Mais informações sobre a empresa, acesse www.eletro-forming.com.br.
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Santa Bárbara d’Oeste - A Romi, líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, com 85 anos de história e mais de 150 mil máquinas instaladas por todo o mundo, orgulhosamente participará do evento oficial do setor manufatureiro brasileiro apresentando seus melhores produtos e inovações tecnológicas de 2016.
Sempre trabalhando pelo sucesso de seus clientes, a Romi dá mais um passo em direção ao futuro, modernizando a apresentação de seus produtos no principal evento realizado no Brasil para a indústria. Acontecerá, de 3 a 7 de maio, no São Paulo Exhibition & Convention Center, a FEIMEC.
Idealizada como uma ferramenta de desenvolvimento tecnológico e econômico, a FEIMEC é muito mais do que um evento para realizar negócios e networking. A Feira, idealizada pela ABIMAQ, visa oferecer aos visitantes o mesmo padrão dos eventos realizados na Europa e nos Estados Unidos, especialmente atualizando o visitante quanto às principais inovações para o setor.
O conforto do visitante também foi priorizado, uma vez que o local do evento, o São Paulo EXPO, oferece fácil acesso, pois está localizado a 10 minutos do aeroporto de Congonhas, do Rodoanel, da Marginal Pinheiros e da estação de metrô Jabaquara, além de possuir 5 mil vagas de estacionamento - a maioria delas coberta, e ambiente climatizado, entre outros benefícios.
A Romi apresentará 14 máquinas em seu estande:
· Torno Universal ROMI T 240.
· Torno CNC Centur 35D.
· Centro de Torneamento Vertical ROMI VTL 500MR.
· Centro de Torneamento ROMI GL 170G.
· Centro de Torneamento ROMI GL 280M.
· Centro de Torneamento ROMI GL 350B.
· Centro de Usinagem ROMI D 800.
· Centro de Usinagem ROMI D 1000AP.
· Centro de Usinagem Vertical 5 Faces ROMI DCM 620-5F.
· Centro de Usinagem ROMI PH 400.
· Lançamento: Nova Versão do Centro de Torneamento ROMI G 550M.
· Lançamento: Injetora ROMI ES 300.
· Injetora ROMI EN 220.
· Sopradora ROMI P 5L.
O novo modelo de injetora, a ser lançado na Feira, irá atender às aplicações de ciclo rápido e paredes finas, completando a linha de máquinas Romi as quais atendem aos mais exigentes padrões de produção. As novas versões dos Centros de Torneamento ROMI G550T/G5500M incluem melhorias ergonômicas e tecnológicas, que tornarão as máquinas mais precisas, seguras e produtivas para os clientes.
Manufatura Avançada
Além do estande, a Romi apresentará também duas máquinas na “Linha de Fabricação de Demonstração do Conceito de Manufatura Avançada, Indústria 4.0”. No espaço, a Romi mostrará como a interligação e a comunicação entre as máquinas em uma linha de produção, controladas e monitoradas virtualmente, em que há uma interação entre o ambiente real e virtual, com acesso às informações necessárias de desempenho na fabricação de produtos individualizados, estabelecerão os parâmetros de produção nos próximos anos.
Para Luiz Cassiano Rosolen, Diretor-Presidente da Romi, a participação nesse evento reafirma o compromisso da Companhia com a satisfação do cliente: “Trabalhamos muito para sempre oferecer aos nossos clientes a mais moderna tecnologia, para que ele fique cada vez mais competitivo. Recebê-lo nesse novo espaço, com todo o conforto que ele merece, reforça o padrão de atendimento que nós buscamos sempre oferecer. Mesmo durante este momento de crise, queremos que nossos clientes contem conosco para buscar as melhores oportunidades”.
Sobre a Romi
A Indústrias Romi S.A. (Bovespa: ROMI3), fundada em 1930, é líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais. A Companhia est á listada no “Novo Mercado”, que é reservado para as empresas com o maior nível de governança corporativa da Bovespa. A Companhia fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras de termoplásticos; e peças fundidas em ferro cinzento, nodular ou vermicular, que podem ser fornecidas brutas ou usinadas. Os produtos e serviços da Companhia são vendidos mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como automotiva, de bens de consumo, máquinas em geral, equipamentos industriais e agrícolas.
Sobre a FEIMEC 2016
Iniciativa da ABIMAQ, Informa Exhibitions e mais de 30 entidades setoriais, a FEIMEC é o evento brasileiro oficial do setor de máquinas, equipamentos, peças e ferramentas, e será realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2016, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, o mais moderno centro de eventos da América do Sul. Seus expositores estão entre as maiores e mais importantes empresas dos diferentes segmentos que compõem a indústria brasileira de máquinas e equipamentos, o que faz da FEIMEC 2016 a feira das grandes marcas do mercado.
Fonte: www.feimec.com.br
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Empresa japonesa passa a usar plástico verde em tampas de garrafas PET
A indústria Suntory passará a usar plástico verde, proveniente de Braskem, em 30% de sua produção de tampas para garrafas PET de água mineral. Hoje a produção desse produto é de 26 milhões de unidades por ano
Dando um passo em direção à sustentabilidade, a Suntory, indústria japonesa fabricante de bebidas que é líder no segmento, passará a adotar plástico verde nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml.
A resina de origem renovável para a produção desse plástico verde será fornecida pela Braskem, maior petroquímicas Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Ao todo, o plástico verde representará 30% de todo o plástico usado nas tampas da água “Suntory Aso Tennensui”.
A estimativa é de que a Suntory produza 26 milhões de unidades de garrafa de água por ano, o que significa que quase um terço dessa produção utilizará plástico verde nas tampas.
Empresa japonesa é pioneira no uso par ao segmento
Com essa iniciativa, a Suntory se torna a primeira indústria do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET. Essa parceria amplia a presença de plástico verde no mercado asiático e permite que mais indústrias conheçam as alternativas sustentáveis.
O diretor de Químicos Renováveis da Braskem, Alexandre Elias, afirmou, em release divulgado pela empresa, que a preocupação com adoção de soluções inovadoras e de menor impacto ambiental está cada vez mais presente nas empresas do mundo. Segundo ele, o Polietinelo Verde já é usado em diversos segmentos.
O plástico verde da Braskem é produzido a partir de etanol (da cana-de-açúcar), que é uma matéria-prima 100% renovável.
O plástico verde tem sido distribuído pela Ásia e Oceania para uma grande variedade de aplicações. É uma tendência sustentável que não para de crescer!
O que é o plástico verde
O plástico verde foi criado com o objetivo de diminuir os impactos da indústria petroquímica na produção e comercialização do plástico. Diferente do plástico comum, que é produzido de uma fração do petróleo chamado nafta, o plástico verde é produzido de matéria renovável.
O álcool etílico, obtido a partir da cana-de-açúcar, possui as características necessárias para a produção do polietileno (PE). Esse é o plástico verde.
A principal vantagem do produto não refere-se a características físicas, até porque essas características são muito semelhantes às do plástico comum, mas sim ao fato de ser produzido de origem vegetal.
Para ser produzido da cana-de-açúcar, esse plástico verde capta CO2 da atmosfera. A estimativa da Braskem é que para cada tonelada do plástico verde produzida, 2,5 toneladas de CO2 sejam captadas do Ambiente.
Outra vantagem mercadológica do plástico verde é que tanto as propriedades mecânicas quanto a processabilidade da resina são idênticas às do petroquímico convencional.
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As peças mais conhecidas feitas a partir de fios de garrafa PET são as camisetas, mas é possível fazer calça de PET também. Elas utilizam o dobro de garrafas PET em sua confecção
Embora as camisetas feitas de garrafa PET sejam mais comuns, calças produzidas com o mesmo tecido já competem no mercado. Um exemplo é a marca Camiseta feita em PET, que produz roupas com material de garrafa reciclada e lançou sua linha de calça jeans esse ano. A calça de PET já é uma realidade.
A empresa foi criada em 2008 e tem como objetivo a reciclagem de materiais. Em 2014, faturou R$ 750 mil. Já em 2015, o faturamento subiu para R$ 2 milhões.
De acordo com a Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), para produzir uma camiseta são necessários materiais reciclados de duas garrafas PET de 2 litros, já para uma calça de PET.
Muitas outras indústrias têxteis têm se rendido à produção de camiseta e calça de PET, tais como a Hering, Oskler, Mizuno e Brookfield. Ainda segundo dados da Abipet, a reciclagem de garrafas consome 50% de toda a produção de PET do Brasil.
No site da Abipet, a associação afirma que o fio de poliéster, que geralmente é associado ao algodão, confere algumas propriedades ao tecido, como estabilidade dimensional, que impede que o tecido encolha ou entorte, solidez na cor, resistência e durabilidade com mais qualidade durante muito tempo.
Moda íntima
O fato de evitar que o tecido amasse, transforma a roupa feita de PET em uma alternativa interessante para pijamas e moda íntima. O PET está chegando, por exemplo, ao universo masculino. Uma das maiores fabricantes de cueca do País pretende inserir o tecido de material reciclado em sua produção.
Embora desde 2001 o PET reciclado venha sendo utilizado por grifes, só em 2007 isso começou a ser anunciado oficialmente em desfiles.
Curiosidade
O PET, na verdade, foi criado pela indústria têxtil para fazer tecido, em 1940. A partir dos anos 70, passou a ser matéria-prima alternativa para ser usada em mistura com algodão. Foi quando algumas transformações químicas permitiram a produção de garrafa.
A partir do final da década de 90, a garrafa de PET, que é descartada, transformou-se novamente em fibra e vem sendo usada cada vez mais!
Camisetas
As camisetas utilizam 50% de fios de garrafa PET e 50% de algodão. Todo o material de PET é revestido com algodão. Não é diferente com a calça de PET, que também tem parte de algodão em sua produção.
Reciclagem
As garrafas PET são totalmente recicláveis e suas fibras podem ser reaproveitadas na confecção de fios. A produção desses fios demanda separação por cor e, em seguida, as garrafas são moídas. Depois de serem aquecidas a 300°C, elas são transformadas em uma fibra 20% mais fina que o algodão e em seguida transformadas em poliéster.
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