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Recircula Brasil celebra primeiro ano de resultados positivos

Em julho de 2024 nascia uma ferramenta que viria revolucionar o setor de plásticos e reciclagem. Mais de um ano depois, a plataforma Recircula Brasil celebra sua consolidação como uma referência nacional e internacional e os mais de 40 mil toneladas certificadas de plástico reciclado. 

Recircula Brasil celebra primeiro ano de resultados positivos
Logo Recircula Brasil

O projeto veio de uma parceria entre ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial)  e Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), e operado pela Central de Custódia. O objetivo é rastrear os resíduos plásticos desde sua origem até o retorno à cadeia produtiva como um novo produto.

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Assim, a plataforma monitora todo o percurso dos plásticos reciclados ao inserir e cruzar as notas fiscais eletrônicas emitidas por recicladores e transformadores.

Desse modo, atesta-se a origem e o destino dos materiais,bem como confirmar que o produto contém plástico reciclado. Com isso, os trabalhadores do setor garantem transparência e confiabilidade a todo o processo, que é acreditado por um ente terceiro.

Qual o impacto na indústria?

Durante o primeiro ano do programa, a ABIPLAST rastreou 389 fornecedores distribuídos em 10 estados e 795 clientes em 20 estados, demonstrando portanto a abrangência do material certificado. A origem do volume rastreado: 

Paulo Teixeira, presidente-executivo da Abiplast, explica que no setor de atacado de recicláveis, pequenas empresas compram materiais como papel, metal e plástico de cooperativas e outras fontes geradoras. Em seguida, elas separam, organizam e armazenam esses resíduos para vendê-los em grandes quantidades para indústrias que processam os materiais.

Diante disso, ele pontua: “Hoje, o principal comprador das cooperativas é o comércio atacadista, que, via de regra, consolida e vende o material para a indústria”, aponta o presidente-executivo da ABIPLAST.”

Teixeira afirma o papel do programa: “O Recircula Brasil identifica essa realidade e pode ajudar, no futuro, na criação de novas políticas públicas que incentivem a compra de cooperativas ou em investimentos em infraestrutura por meio de projetos estruturantes.”

Ainda de acordo com os dados, os transformadores de plástico lideram o consumo de reciclados certificados com 31,0%. Enquanto o setor industrial registra 28,0% e a construção civil 12,9%, demonstrando a ampla adesão de diferentes setores à rastreabilidade.

Recircula Brasil avança para próxima etapa

Em maio, o Recircula Brasil lançou dois selos, validados por auditorias independentes e apoiados pela plataforma. Os selos visavam garantir a rastreabilidade da cadeia produtiva e a confiabilidade das informações divulgadas.

Sendo assim, o Selo de Rastreabilidade assegura ao mercado que as empresas recicladoras e transformadoras de plástico participantes rastreiem, por meio da plataforma, a origem dos materiais plásticos (resíduos ou resina com conteúdo reciclado) e o destino desses materiais. 

Já o Selo de Conteúdo Reciclado trata das marcas e indústrias, informa a porcentagem de plástico reciclado presente nos produtos. 

Segundo Teixeira, nenhuma marca utiliza o selo até o momento. Mas os usuários do Recircula Brasil empregam a rastreabilidade para comprovar o conteúdo reciclado nos produtos enviados às marcas.

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Feira SIM reúne inovação e tecnologia industrial em Minas Gerais

Na segunda semana de setembro, especificamente entre os dias 9 e 12, acontece a SIM (Semana Industrial Mineira), Feira de Produtos e Serviços Para a Indústria, em Belo Horizonte, Minas Gerais.  

A Semana Industrial Mineira, Feira SIM, Belo Horizonte reúne soluções tecnológicas e networking para profissionais da indústria. E conta com palestras, workshops e oportunidades
Feira SIM reúne inovação e tecnologia industrial em Minas

O evento é um espaço estratégico para aqueles que desejam descobrir e apresentar as melhores soluções em tecnologia industrial. Pela importância de Minas Gerais na indústria, sendo a segunda maior economia do Brasil, a Feira SIM espera mais 20 mil visitantes e 200 expositores em 20 mil m³. 

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Entre os participantes, a SIM pontua que recebe diversos profissionais segmentos como atacadistas, distribuidores, indústrias, tecnologia, entre outros. Portanto, recebe também workshops, rodadas de negócios e palestras, proporcionando oportunidades de atualização e networking para os participantes.

Sendo assim, a feira oferece eventos simultâneos, como a Plastpack, feira de tecnologia para a indústria do plástico e embalagem. Assim como, a Expofundi, feira mineira da indústria de fundição. 

O público da SIM também é amplo, são profissionais que representam interesses e/ou necessidades de qualquer planta fabril, de qualquer segmento ou porte. Além disso, a feira recebe agentes públicos e da iniciativa privada ligados à importação, distribuição e comércio de tecnologias em produtos e/ou serviços.

Com programação técnica abrangente, a SIM proporciona retorno institucional, lúdico e pedagógico a profissionais e técnicos que cuidam, atualizam e ampliam as plantas industriais da região.

Funcionamento e informações

Local: Expominas BH – Av. Amazonas, 6200 - Gameleira – Belo Horizonte - MG, 30510-000.

Data: 9 a 12 de setembro de 2025 – Terça à sexta-feira.

Horário: 14h às 21h.

Inscrições: Cadastramento gratuito no site oficial.

* Por se tratar de um evento técnico, menores de 16 anos, mesmo que acompanhados por seus responsáveis, não poderão entrar. 

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Brasil aplica tarifa em resinas importadas dos EUA e Canadá

Na última quinta-feira, 28 de agosto, o Governo Brasileiro estabeleceu uma nova cobrança provisória sobre a importação de resinas de polietileno vindos dos Estados Unidos e Canadá. A decisão veio do Camex (Câmara de Comércio Exterior). 

O Governo anunciou uma nova aplicação de taxação sobre resinas plásticas estrangeiras. A proposta se baseia na medida antidumping

Além desta aplicação, o Brasil também determinou a adoção de tarifas antidumping sobre dois segmentos. O primeiro sobre folhas metálicas de aço carbono importadas da China, e fibras de poliéster provenientes da China,Índia, Tailândia e Vietnã. 

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Ainda, o comitê estabeleceu também restrições à entrada de resíduos sólidos como vidro e papel. Esta limitação, por sua vez, partiu de fóruns ligados à economia circular, e por um comitê que representa catadores de materiais recicláveis. 

Em contrapartida, o Gecex/Camex reduziu a zero imposto de importação de sete produtos, entre eles para a indústria de saúde. Esta medida, por tanto, quer facilitar o acesso a insumos importantes e diminuir custos para os consumidores. Porém, até o momento o MDIC não divulgou esta lista de bens. 

Do mesmo modo, os produtos de bens de capital e de tecnologia da informação e comunicação tiveram a tarifa zerada. Isso aconteceu por meio do mecanismo chamado: ex-tarifário. Sendo assim, as isenções permitem atrair mais investimentos e ajudam a modernizar fábricas no Brasil.

Apesar da guerra comercial entre EUA e Brasil, a pasta ressaltou que a decisão não tem relação com este momento. A medida, portanto, visaria cumprir critérios técnicos de defesa comercial.

Diante disso, o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), as medidas visam proteger a indústria nacional. Isso porque, o antidumping trata-se de um mecanismo de defesa comercial, para proteger a indústria local contra produtos internacionais vendidos de forma desleal. 

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ICEI mostra pessimismo crescente com 25 setores industriais em falta de confiança

O levantamento mensal da CNI (Confederação Nacional da Indústria), aponta que em agosto de 2025, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) caiu em 20 dos 29 setores da indústria. Com isso, o número de segmentos com falta de confiança cresceu para 25, e assim, somente quatro continuam confiantes. 

Tendo em vista que o ICEI vai de 0 a 100 pontos, quem está abaixo da linha divisória de 50 pontos está abaixo da confiança. Enquanto isso quem está acima, indica confiança 

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Nesse sentido, setores que antes estavam em estado de confiança como: manutenção e reparação, impressão e reprodução, e calçados e suas partes, passaram para o estado de falta de confiança. 

Por outro lado, novos setores indicaram aumento do indicador de confiança. Porém, apenas o setor de bebidas migrou da falta de confiança para um estado de confiança. 

Diante disso, a analista de Políticas e Indústria da CNI, Isabella Bianchi, a alta do pessimismo no mês de agosto em alguns setores se deve ao aumento das tarifas americanas sobre parte das exportações brasileiras. 

Sendo assim, Bianchi, avalia: “As incertezas no cenário externo, sobretudo pela aplicação das tarifas de importação por parte do governo americano, têm impactado a confiança de setores industriais que são mais diretamente afetados pela taxação.”

Panorama da confiança empresarial nas cinco regiões do Brasil

Apesar do recuo de 0,7 ponto, indo de 51,5 pontos para 50,8, a região Nordeste permanece como a única com confiança. 

Já os empresários do Norte se tornaram pessimistas, após período neutro. Desse modo, o indicador nesta região passou de 50 pontos para 47,9 pontos. O Centro-Oeste, por sua vez, teve um leve crescimento de 0,2 ponto, mas ainda insuficiente para alcançar o estado de confiança. Agora, esta região chega aos 47,7 pontos.

ICEI mostra recuo generalizado em todos os portes da indústria 

O ICEI no Sul e no Sudeste caiu 3,5 pontos e 2,1 pontos, respectivamente. Portanto, a falta de confiança dos empresários dessas regiões se intensificou na passagem para agosto. 

Da mesma forma, a confiança caiu 2 pontos nas indústrias de grande porte, nas médias a queda foi de 1,2 ponto, e 0,4 ponto nas de pequeno porte. Ainda que todos os portes já apresentassem falta de confiança, o cenário se agravou com estes novos recuos. 

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Contaminação cruzada de plásticos ameaça reciclagem

Imagine toneladas de plástico prontas para serem recicladas, mas que, por causa de uma mistura inadvertida, se tornam quase inúteis. Esse é o cenário que a contaminação cruzada de polímeros provoca nas indústrias e cooperativas de reciclagem. 

Contaminação cruzada de plásticos ameaça reciclagem

Isso acontece quando diferentes tipos de plástico, como PE, PP e PET, se misturam e resultam em um material inconsistente, e consequentemente com propriedades mecânicas e químicas comprometidas. 

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No entanto, além dos problemas estruturais nos polímeros, a contaminação compromete 

suas propriedades. Assim, tornando-os inadequados para a aplicação ou desempenho desejado. Por isso, nas indústrias de plásticos, as consequências mais comuns incluem:

Sendo assim, lotes misturados podem tornar-se impróprios para venda. Para cooperativas que dependem de contratos fixos, por exemplo, cada tonelada de material contaminado representa perda direta de receita. Bem como, aumento de custo extra de separar, reprocessar ou descartar o plástico.

Porém, a contaminação de polímeros complica todo o processo de reciclagem, já que lotes irregulares ou com misturas incompatíveis podem danificar ou sobrecarregar equipamentos como moinhos, trituradores e extrusoras. Essas falhas provocam paradas não planejadas e reduzem a produtividade. 

Empresas que investem em triagem eficiente e maquinários adequados conseguem transformar resíduos plásticos em material de alta qualidade. Além disso, equipes bem treinadas e processos padronizados evitam erros humanos e fortalecem a confiabilidade de cada lote reciclado, mantendo a produção estável e a reputação da empresa intacta.

No mercado atual, cada vez mais exigente, empresas que investem em tecnologia de ponta e controle rigoroso de processos. Desse modo, garantem a lucratividade e impulsionam a produtividade no setor de reciclagem de plásticos.

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Bolhas e inclusões no plástico expõem falhas no controle industrial

A presença de bolhas e inclusões no material plástico é um desafio técnico recorrente na indústria de transformação. Apesar de comumente relacionado à qualidade do polímero, esses problemas apontam para outros gargalos na produção como: maquinário inadequado, falhas no controle ou molde irregular.

Bolhas e inclusões no plástico expõem falhas no controle industrial

Identificar de onde surge este problema é um dos primeiros passos para definir o que precisa ser mudado na fabricação. A princípio, as bolhas e inclusões no plástico chamam atenção por serem visíveis em peças injetadas, não há solidez ou consistente, por isso as bolhas de ar aparecem. 

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No entanto, as bolhas de ar têm diversas causas. Quando, por exemplo, o problema está na injetora, a peça passa por um resfriamento insuficiente, ou seja, passa por um ciclo curto, e resulta em uma peça sem solidez total, já que saiu antes do tempo. 

Do mesmo modo, abrir a porta da injetora cedo demais pelo operador causa falhas, especialmente em indústrias que não adotam ciclos automáticos de injeção e padronização dos procedimentos.

Ainda, temperaturas do molde muito altas ou muito baixas geram bolhas nas peças. Entradas de material mal posicionadas e saídas de ar insuficientes também provocam bolhas de ar. Por isso, durante o desenvolvimento dos moldes, os projetistas devem garantir que as entradas de material e as saídas de ar estejam corretamente dimensionadas e testar o molde de forma adequada antes da produção.

Bolhas e inclusões no plástico afetam produtividade e reputação das empresas 

Essa situação, geralmente, está ligada à tentativa de reduzir custos na produção. Mas no fim geram custos adicionais. 

Isso porque, a formação de bolhas e inclusões gera rejeitos elevados, desperdiça matéria-prima e aumenta o tempo de produção. Além disso, a fabricação consome recursos adicionais e atrasa a entrega dos produtos ao realizar retrabalho para corrigir essas falhas. Esses fatores reduzem a eficiência operacional e elevam os custos de produção.

Consequentemente, o uso de uma injetora inadequada aumenta o risco de bolhas e inclusões, gerando retrabalho constante e desperdício de material. Ainda, equipamentos mal dimensionados ou com tecnologia precária  exigem manutenções urgentes e mais frequentes, elevando os gastos operacionais e impactando a produtividade da linha de produção.

Além disso, em termos de mercado, empresas que atrasam ou não entregam os produtos sofrem danos à reputação no mercado. Clientes insatisfeitos procuram fornecedores alternativos, comprometendo a confiança na marca. Manter padrões de qualidade é essencial para fidelizar clientes e preservar a imagem da empresa no setor.

Identificar e corrigir bolhas e inclusões no plástico garante a qualidade do produto, a eficiência da produção e a saúde financeira da empresa. Investir em tecnologias de monitoramento, controle de processos e treinamento contínuo da equipe é essencial para mitigar esses defeitos e manter a competitividade no mercado.

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A reciclagem de plásticos mudou: Moinho 520 LRX da SEIBT chega para revolucionar o setor

Uma das pioneiras no desenvolvimento de máquinas para moagem, há 50 anos no mercado a SEIBT vem transformando a indústria do plástico. Cinco décadas depois e a empresa segue desenvolvendo soluções que acompanham cada momento do setor. Dessa vez, a SEIBT vai além e lança uma máquina para transformar o presente e o futuro da reciclagem: o Moinho 520 LRX. 

Projetado para combinar tecnologia avançada, sustentabilidade e produção superior, o Moinho 520 LRX da SEIBT leva a reciclagem de plásticos a outro nível

Buscando trazer excelência para a rotina produtiva das indústrias, a SEIBT trabalhou para confecção deste moinho para atender demandas insistentes da indústria. Sendo assim, o Moinho 520 LRX da SEIBT reúne, em apenas uma máquina, tecnologia avançada, robustez e sustentabilidade. 

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Desde sua idealização, a SEIBT já tinha um objetivo claro: trazer um desempenho superior para a moagem de plásticos. Sendo assim, entre os principais diferenciais do Moinho 520 LRX estão: 

Fique até o final e entenda por que o Moinho 520 LRX vão transformar a reciclagem 

Como o Moinho 520 LRX transforma o dia a dia da indústria e entrega um resultado final superior

O Moinho 520 LRX foi projetado para operar com baixo nível de ruído, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro e confortável. Para as indústrias de plástico, a SEIBT entende que esse diferencial melhora a experiência dos operadores e cria um ambiente produtivo mais fluído e organizado. 

Ainda nesse sentido, a eficiência energética deste equipamento coopera para um consumo inteligente de recursos, sendo um diferencial competitivo na indústria moderna. Assim, a SEIBT consegue trazer ao mercado uma revolução: um moinho com desempenho superior, mas com menor consumo de energia. 

Afinal, a sustentabilidade deixou de ser uma escolha e passou a ser um compromisso essencial na indústria. 

Além disso, a SEIBT conta que o setup rápido do Moinho 520 LRX diminui o tempo de parada das linhas e aumenta a produtividade. Consequentemente, impulsiona a agilidade no processo e mantém a responsabilidade ambiental. 

Esta flexibilidade na produção também se apresenta em outros pontos deste novo moinho da SEIBT, como nas opções de saída do material, que possibilita que as empresas adaptem a produção conforme o tipo de resíduo ou granulados desejados. 

Da mesma forma, o posicionamento estratégico dos mancais aumenta a durabilidade do equipamento e reduz a necessidade de manutenção. Para a indústria do plástico, isso significa menor custo com peças de reposição e maior confiabilidade, alcançando uma produção constante e eficiente.

Enquanto a homogeneidade dos granulados produzidos pelo Moinho 520 LRX resulta em peças uniformes que facilitam o processamento posterior e reduzem perdas. Assim, elevando o padrão de produção e contribuindo para a satisfação de clientes que exigem consistência e excelência.

Todos estes fatores impactam no produto final, além do cotidiano produtivo, mas também o modo como a indústria recicla e transforma o plástico. 

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Artista plástico e crianças transformam resíduos plásticos em arte no projeto “Natureza Plástica”

Artista plástico e crianças transformam resíduos plásticos em arte no projeto “Natureza Plástica”

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof.Olavo Pezzotti, localizada na zona oeste de São Paulo, participou da edição de 2025 do projeto “Natureza Plástica”. A iniciativa contou com a participação de professores e aproximadamente 300 alunos, sob o direcionamento do artista plástico Eduardo Srur. O projeto visa unir educação ambiental, arte contemporânea e reciclagem criativa.

Com foco na preservação dos recursos hídricos e reaproveitamento de resíduos plásticos descartados no dia a dia, a iniciativa começou em julho e conta com uma programação cheia. Entre as principais ações estão: palestras para professores e oficinas criativas com os estudantes do ensino fundamental I e II. 

Ainda, ressalta a preservação da água e propõe uma reflexão sobre os impactos do consumo e descarte de plástico em locais inadequados. 

O “Natureza Plástica”, porém, além de trazer conscientização teórica também resultou em uma exposição coletiva no evento “Dia da Família”, evento oficial da Prefeitura de São Paulo. Apesar da exposição no evento, o projeto dura até hoje, dia 29 de agosto, com entrada gratuita, a exposição recebe visitantes das 9h às 13h, na EMEF Prof. Olavo Pezzotti, na Vila Madalena.

Além disso, as criações dos alunos estabelecem uma conexão direta com o Córrego das Corujas, que passa ao lado da escola e alimenta atividades pedagógicas sobre sustentabilidade.

O projeto, conta com Eduardo Srur, mas também recebe o apoio do Travessia das Águas, que desenvolve soluções criativas baseadas na natureza. Assim, as ações se voltam para os córregos Corujas e Zavuvus, localizados na zona oeste paulistana.

Viva Lab em Portugal une criatividade e tecnologia para reciclar plástico

Viva Lab em Portugal une criatividade e tecnologia para reciclar plástico

Na Rua Pedro Hispano, 972, em Portugal, o Viva Lab une criatividade e tecnologia no centro da cidade, com projetos como o Precious Plastic que transformam resíduos plásticos em novos objetos, reforçando a economia circular e a educação ambiental.

Além de reciclar, o Viva Lab promove workshops e colabora com escolas, empresas e designers, conscientizando a comunidade sobre a reutilização. Para ampliar seu impacto, também estabelece parcerias estratégicas com a Lipor, pequenas empresas e designers locais, e busca fortalecer a colaboração e o desenvolvimento sustentável.

O Viva Lab funciona também como um centro educativo, levando a mensagem da reciclagem a diferentes faixas etárias e promovendo a mudança de mentalidade sobre o plástico.

Sendo assim, para aqueles que desejam participar, ele está aberto às quintas-feiras das 15h às 18h. Desse modo, o público consegue vivenciar o projeto, aprender novas técnicas e refletir sobre o uso sustentável dos materiais.

 Micronipol Becomes Veolia transforma resíduos plásticos em granulado pronto para novos produtos

 Micronipol Becomes Veolia transforma resíduos plásticos em granulado pronto para novos produtos

Em Freixianda, vila situada no município de Ourém, em Portugal, fardos de plástico fazem parte da paisagem da unidade de reciclagem Micronipol Becomes Veolia. Nesta unidade, a equipe recicla três tipos de plásticos. 

Como o polietileno de alta densidade, mais resistente e usado na produção de embalagens como frascos de xampu e detergentes. Assim, como o polietileno de baixa densidade, utilizado na fabricação de sacolas plásticas. E o polipropileno, aplicado na produção de canos e tampas de garrafa, entre outros itens.

Nesse sentido, Paulo Ferreira, diretor comercial da Micronipol Becomes Veolia, contou a jornalistas português: “Produzimos anualmente do nosso produto granulado cerca de 15 mil toneladas por ano, 40% é para exportação.”

Para isso, a empresa recolhe e compra os resíduos plásticos do setor urbano, mas também do setor não urbano, como indústria ou comércio. Quando chegam à unidade, o plástico passa por processos mecânicos e térmicos, ou seja, passam por fragmentação, lavagem e aquecimento até se fundir, sem sofrer alterações químicas.

Dentro da unidade, as máquinas trabalham continuamente, gerando um ruído constante pelos salões. O plástico passa primeiro por uma guilhotina, que corta o material em pedaços menores, e depois pelo tromel, um crivo rotativo que separa pedras e outros materiais pesados. 

Após a descontaminação, o plástico passa por lavagem e decantação, separando os polietilenos que flutuam na água. Depois moído, lavado novamente e desidratado antes de avançar para a segunda fase.

Após a secagem, os flocos de plástico caem sobre uma passadeira rolante e seguem para processos de corte, moagem, moldagem e granulação. Parte é micronizada, tornando-se pronta para ser transformada novamente em novos objetos. 

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CNI projeta redução no crescimento da indústria em 2025

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou no último dia 19 o Informe Conjuntural do 2º semestre. Segundo dados, a indústria deve crescer menos em 2025, pressionada tanto pelos juros altos quanto pelo cenário externo turbulento. Sendo assim, espera-se que o PIB (Produto Interno Bruto) reduza de 2% para 1,7%. 

CNI projeta redução no crescimento da indústria em 2025

Em contrapartida, espera-se uma alta significativa da agropecuária, indo de 5,5% para 7,9%. Isso se dá pelo somatório de um mercado de trabalho aquecido, que deve sustentar o crescimento de 2,3% do PIB mesmo em meio ao aumento das tarifas americanas sobre as exportações brasileiras, apontam dados. 

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Diante disso, o diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, afirma que o crescimento econômico de 2025 tende a ser inferior ao do ano anterior. Nesse sentido, Telles analisa: “Quando abrimos os números, identificamos um problema: os setores mais próximos do ciclo econômico, como a indústria e os serviços, têm apresentado um dinamismo cada vez menor.” 

Ainda, o diretor explica: “Nesse cenário, a projeção para o PIB não mudou porque a safra agrícola foi maior do que imaginávamos e o mercado de trabalho continua bastante aquecido, mas a composição do crescimento não é tão positiva.” 

Indústria de transformação desacelera após crescimento de 2024

Depois de registrar crescimento de 3,8% em 2024, a indústria de transformação enfrentou resultados negativos no 1º semestre de 2025. Isso ocorreu porque a demanda por bens industriais desacelerou, afetando a produção e o faturamento. 

Além disso, a CNI considera que os juros elevados, o ritmo intenso das importações e a provável queda das exportações devido à nova política comercial dos EUA vão limitar a atividade do setor. Consequentemente, projeta-se que o PIB da indústria de transformação avance apenas 1,5%, abaixo da previsão de 1,9%.

Para Telles, a perda de ritmo na indústria de transformação preocupa. Assim, ele analisa: 

“Mesmo com várias medidas acertadas, como a Nova Indústria Brasil e o Programa de Depreciação Acelerada, o crescimento da indústria de transformação deve cair muito em comparação ao ano passado. Isso se deve, principalmente, à taxa de juros elevadíssima e ao aumento das importações, em parte por causa da política comercial americana.”

CNI projeta PIB aquecido para construção, extrativa e serviços

Apesar de sentir os efeitos da desaceleração econômica, a indústria da construção permanecerá aquecida, pois os projetos iniciados em 2024 continuam em andamento. O desempenho do programa Minha Casa, Minha Vida, registrou crescimento de 31,7% nos lançamentos no 1º trimestre, fortalecendo o setor. Por isso, a CNI mantém a estimativa de crescimento do PIB da construção em 2,2%.

A indústria extrativa surge como um ponto positivo para o crescimento econômico de 2025, levando a CNI a dobrar a expectativa de alta do setor, de 1% para 2%, em razão do aumento da produção de petróleo. Por outro lado, o segmento de eletricidade, gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos mantém sua previsão de crescimento em 2,5%.

O setor de serviços deve manter um ritmo de crescimento modesto ao longo de 2025. No entanto, o mercado de trabalho aquecido e a expectativa de aumento robusto do rendimento médio dos trabalhadores devem impedir uma retração do setor, cujo PIB projeta-se em alta de 1,8%.

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Super Finishing há 33 anos impulsionando a evolução da indústria

Completando 33 anos em 2025, a Super Finishing, mais do que uma empresa de tratamento de superfícies, é uma líder no mercado em soluções contra corrosão e abrasão. Comprometida em fornecer serviços de alta qualidade para a indústria. 

Continue lendo e descubra os passos que transformaram a Super Finishing em referência na indústria brasileira. 

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Onde tudo começou: a visão que deu vida à Super Finishing e mudou o mercado de tratamento de superfícies

O início da empresa remonta 1993, específicamente em São Bernardo do Campo, SP, quando dois sócios com visões complementares ao analisar a indústria, descobriram uma das carências do mercado: soluções de alta qualidade contra corrosão e abrasão em peças metálicas. 

Assim, nasceu a ideia da empresa. O nome “Super Finishing”,que  traduzido do inglês significa, exatamente, “Super Acabamento”, reflete a missão de transformar peças industriais por meio de revestimentos duráveis e inovadores. 

A sede da empresa foi inaugurada em março de 1993, em um pequeno salão comercial. No entanto, o pequeno espaço não impediu o crescimento rápido da Super Finishing.

Alberto Araújo, Diretor Comercial da Super Finishing, relembra: “A empresa rapidamente se destacou pelo foco em resolver problemas reais dos clientes com dedicação, integridade e inovação.” 

A jornada de crescimento da Super Finishing: desafios e conquistas que tornaram a empresa líder no mercado

Ao longo de mais de três décadas, a Super Finishing evoluiu e se especializou em tratamentos de superfície para diversas aplicações industriais, conquistando mais espaço no mercado e se tornando uma líder. 

Nesse sentido, Araújo, revela: “Ensinar a importância do tratamento de superfície sempre foi uma prioridade para nós, e continua sendo até hoje. No início, enfrentávamos limitações estruturais e não contávamos com a infraestrutura que temos atualmente.”

Mesmo com os desafios, o Diretor Comercial da Super Finishing, evidencia: “Ainda assim, mesmo com uma estrutura modesta, sempre entregamos serviços de qualidade, mantendo o compromisso com a responsabilidade ambiental, que continua sendo um dos pilares da nossa atuação.” 

Mesmo com desafios do mercado, a Super Finishing manteve-se firme no objetivo: entregar tratamentos de superfície que trouxessem longevidade e desempenho superior. Neste caminho, conquistou a certificação ISO 9001:2015 e o reconhecimento do Lloyd's Quality Assurance. Conquistas como estas representam o compromisso da empresa em manter altos padrões de qualidade. 

Além da evolução em produções, a Super Finishing expandiu sua fábrica para 8.500 m² de infraestrutura e laboratórios tecnológicos. Com mais espaço e equipamentos avançados, a empresa conseguiu desenvolver soluções personalizadas com maior eficiência. 

Nesse sentido Araújo celebra: “Nossa equipe dedicada desenvolve soluções inovadoras e presta serviços de primeira linha, com controle rigoroso de qualidade em cada etapa do processo.”

Transformando indústrias em diferentes segmentos

Atualmente, a empresa conta com mais 100 profissionais altamente qualificados. E continua investimento em crescimento e conhecimento, e excelência para entregar soluções que transformam a operação industrial de seus clientes.

A inovação está no DNA da Super Finishing. Por isso, nestas três décadas já entregou mais de 400 projetos personalizados e ampliou os setores de atendimento. Do setor plástico ao offshore,o Diretor Comercial ressalta: “Atendemos com excelência, sempre com foco em qualidade, agilidade e comprometimento técnico.”

Além disso, a satisfação dos clientes reflete o compromisso da Super Finishing: 93% de aprovação, depoimentos elogiosos e projetos entregues dentro do prazo, mesmo para demandas complexas ou de pequeno porte. 

Três décadas depois, o compromisso da Super Finishing continua 

Mesmo após 33 anos, a empresa continua dando passos para aprimorar sua produção e atender as demandas atuais da indústria. Por isso, prioriza participação em feiras e eventos dos setores que atende, tanto para apresentar novas soluções quanto para aproximar-se de parceiros e clientes. 

O início da empresa foi para responder uma demanda pertinente do mercado, a falta de tratamento de superfícies eficazes. E hoje permanece resolvendo dores reais da indústria como: 

Diante disso, Araújo, analisa: “Vivemos um momento promissor. O cuidado que sempre tivemos com a qualidade dos nossos serviços tem gerado resultados consistentes: hoje, atendemos empresas de diversos segmentos, desde a indústria de óleo e gás até a alimentícia, que nos procuram justamente pela confiança e excelência que entregamos.”

Ainda, a Super Finishing pontua a satisfação dos clientes como um fruto do compromisso com a melhoria contínua. Este comprometimento se revela na constante evolução da empresa: “Atualmente, operamos com dois galpões amplos e adquirimos um terceiro para acompanhar o crescimento da demanda. Nossa equipe é treinada, qualificada e comprometida com resultados”, conta o Diretor Comercial. 

O investimento em tecnologia é mais um dos pontos de destaque da empresa, afinal a Super Finishing investe continuamente em tecnologia e capacitação. Diante disso, Alberto Araújo pontua: “Entendemos que não basta acompanhar o mercado, é preciso estar à frente, antecipando necessidades e oferecendo respostas à altura dos desafios da indústria.”

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