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Inovações tecnológicas, soluções e conteúdo informativo de alto nível mostraram ao mercado como aumentar a produtividade e contribuir com a gestão dos recursos e a qualidade de vida

Com a presença de 97 empresas do setor de tratamento de água, solo, resíduos, análise e medição de ar, 4 mil compradores dos setores privado e público, 68 palestras e participação de mais de 120 especialistas ao longo da programação de todos seus eventos técnicos, os quatro dias da 1ª edição da Pollutec Brasil no Pavilhão de Exposições do Anhembi foram um grande sucesso.

Entre os dias 12 a 15 de abril, a Pollutec Brasil agregou muito conhecimento técnico ao público, formado principalmente por profissionais com poder de decisão final (15% de sócios-proprietários, 16% de diretores e 14% de gerentes).

“Contamos com a participação dos grandes players nacionais e internacionais que atuam na área de desenvolvimento sustentável”, avalia Paulo Octávio de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da feira. Empresas líderes do setor como Suez, Estre, Solví, Thermo Fisher, Mizumo, Dow e Pellenc aproveitaram a Pollutec Brasil para lançamento das últimas novidades. A Veolia trouxe para a feira uma Unidade Móvel de Tratamento de Água que despertou o interesse dos visitantes. “Além de funcionar como vitrine das mais novas soluções ambientais disponíveis no mercado, a Pollutec Brasil abrigou eventos emblemáticos como o 6º Encontro Nacional das Águas e a assinatura da Carta das Águas, que vai compor a pauta do Fórum Mundial da Água de Brasília de 2018”, complementa Paulo Octávio.

O fórum Cuidando do Futuro, elaborado em conjunto com a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental — ABES, promoveu 32 palestras gratuitas, entre cases em soluções sustentáveis no setor de monitoramento da qualidade do ar, gestão de resíduos sólidos, geração de biogás, geração de energia com fontes renováveis, remediação de áreas contaminadas, dessalinização e reuso de agua e análises dos panoramas de hoje e de amanhã dos serviços ambientais. “Demos nossa contribuição para que o saneamento seja visto para além da questão do binômio água e esgoto. O assunto exige uma visão sistêmica para que o Brasil obtenha mais avanços em pontos como a sustentabilidade em seu sentido mais amplo, economia verde e aproveitamento energético”, disse Dante Pauli, presidente da ABES.

Por meio de parceria com o Abcon/Sindcon — Associação e Sindicato das Empresas Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto, o público da Pollutec Brasil teve acesso às palestras do 6º Encontro Nacional das Águas, o ENA, que reuniu em dois dias (12 e 13 de Abril) as principais lideranças do saneamento básico (tanto do setor privado quanto público) no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, dentro do Pavilhão. Cerca de 500 profissionais circularam no ENA, que abriu os debates com uma mesa mediada pelo jornalista William Waack. Posteriormente, no terceiro dia de Pollutec Brasil, foi realizada uma Visita Técnica com a presença de 40 profissionais ao Aquapolo, o maior empreendimento de água de reuso industrial da América Latina, fruto de parceria entre Sabesp e Odebrecht e localizado em São Caetano do Sul.

Como não poderia deixar de ser, a feira propiciou intercâmbio tecnológico e oportunidades de negócios às empresas. Em seu estande, a CNI – Confederação Nacional da Indústria promoveu Encontros Internacionais de Negócios: foram realizadas 30 rodadas de negócio durante dois dias, das quais participaram 40 empresas de cinco países diferentes. Ademais, dois dos maiores órgãos de fomento a projetos de infraestrutura do Brasil — o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) — se colocaram à disposição do público para divulgar suas linhas de crédito.

Outro diferencial da Pollutec Brasil foi que a feira reuniu as principais entidades do setor ambiental, entre elas CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), FIESP — Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (por meio de seu departamento de meio ambiente), ABES, Abcon/Sindcon, Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia), Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição), Abal (Associação Brasileira do Alumínio), Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro) e Instituto Trata Brasil.

A Pollutec Brasil aconteceu simultaneamente à feira referência do mercado da arquitetura e construção civil, a Feicon Batimat. Como resultado da sinergia entre expositores e conferências das duas feiras, o público saiu ganhando com um ambiente de negócios inovador tanto para o setor de meio ambiente quanto para o de construção.

No mundo, a Pollutec é a feira histórica da inovação ambiental, pois há mais de 40 anos apresenta ao mercado internacional as evoluções do setor. Com edições anuais na França — em Lyon e Paris —, Argélia e Marrocos (estreia na China em outubro de 2016), a feira enfim veio à América Latina. Por aqui, Pollutec Brasil cumpriu a missão de ampliar o repertório de soluções ambientais que podem contribuir para a competitividade com sustentabilidade das empresas brasileiras e uma melhor gestão dos serviços públicos, promovendo também a cooperação internacional e geração de negócios.

Empresas oriundas de 12 países (França, Holanda, Bélgica, Áustria, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Austrália, China, Suécia, Estados Unidos e Itália) apresentaram através de estandes individuais e pavilhões nacionais a suas expertises e inovações tecnológicas representando mais de 35% da oferta da feira. Algumas delas vieram ao Brasil pela primeira vez acreditando no grande potencial do mercado, na marca Pollutec de grande renome fora do país e na organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado.

“A Pollutec Brasil foi uma iniciativa pioneira e inédita, no sentido de que ela propiciou uma visão multissetorial dos desafios ambientais do país em todas as dimensões do desenvolvimento sustentável”, pontua Yves Besse, conselheiro da Pollutec Brasil. “Os produtos e serviços oferecidos na feira mostram que o setor ambiental, além de ser um dos mais inovadores, é dos únicos que podem gerar negócios promissores neste momento crítico”, afirma. “O sucesso da Pollutec Brasil confirma a vocação da Reed Exhibitions Alcantara Machado para investir em segmentos que fazem a diferença para o planeta.”

Mais Informações com

Leila Reis ([email protected]) — +11 9.9170.4876

Caio Martins ([email protected]) — +11 9.8843.1397

Priscila Lopes ([email protected]) — +11 9.8174.7073

RLC Comunicação e Ideias

+11 3673.4452

www.rlcpress.com.br

O material foi desenvolvido por pesquisadores suecos e pode ser usado para painéis solares, janelas, fachadas e outras opções. Segundo os pesquisadores, é um material mais barato que o vidro e igualmente eficaz

 

Pesquisadores suecos desenvolveram uma madeira feita de polímero transparente, que pode substituir o vidro. O material foi criado pelo Real Instituto de Tecnologia sueco (Kungliga Tekniska Högskolan - KTH), com sede em Estocolmo, a capital sueca.

A proposta é substituir o vidro na confecção de painéis solares de forma a reduzir custos de implantação desses painéis em superfícies extensas. Isso é possível já que a madeira é um recurso barato e renovável, mesmo no caso da madeira feita de polímero transparente.

De acordo com os pesquisadores, o projeto pode beneficiar regiões com boas condições climáticas, que permitam a implantação desses painéis para o uso da energia solar.

 

Madeira feita com polímero transparente

Para criar a madeira feita com polímero transparente, os pesquisadores suecos desenvolveram um processo químico de remoção da lignina, um componente natural da parede celular da madeira.

Quando a lignina é removida, a madeira se torna branca. A superfície porosa branca é então revestida com um polímero transparente com propriedades óticas.

A transparência foi obtida pelos pesquisadores por meio de tecnologias de manipulação em nanoescala (escala atômica e molecular). O resultado mostra uma madeira natural, com textura natural, mas visualmente transparente.

 

Pesquisa

A madeira transparente já foi desenvolvida no passado em escala microscópica, apenas para estudo da anatomia da madeira. A pesquisa sueca, contudo, permite uma madeira feita com polímero transparente que pode ser usada em escala comercial.

No caso dessa pesquisa, a madeira foi fabricada usando madeira de pinheiro e pau de balsa como matéria-prima.

 

Outras aplicações

Além dos painéis solares, a madeira feita com polímero transparente também poderá ser instalada em janelas e fachadas para permitir a iluminação natural do sol em ambientes internos. Dessa forma, obras estilosas e com projetos de luz vazada poderão ser realizadas com material mais barato que o vidro.

Além disso, a madeira feita com polímero transparente mantém a privacidade dois usuários, já que mantém a superfície turva.

 

Plástico de óleo de mamona

Você tem acompanhado as notícias do Plástico Virtual? Recentemente divulgamos uma tese elaborada por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) que apresentou a possibilidade de desenvolver plástico de óleo de mamona.

A proposta é que esse plástico seja usado em próteses e outras aplicações médicas. A universidade já tem a patente do uso de ácido cítrico para desenvolver plástico.

Produzir polímeros, como poliéster, a partir do óleo de mamona envolve um processo em que o óleo torna reativo quimicamente e uma “cura”, quando as cadeias reativas de moléculas se ligam formando uma rede tridimensional, dando origem ao polímero.

 

Saiba mais sobre o universo dos plásticos

O que achou desta curiosidade? Você já tinha pensado sobre a possibilidade de uma madeira feita com polímero transparente? Acompanhe o site Plástico Virtual e fique por dentro dessas e outras notícias do segmento plástico.

Polímero (plástico) é um dos componentes usados para a fabricação de uma nanofibra que pode ampliar os efeitos de medicamentos contra Alzheimer

 

Em estudo, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma técnica que melhora a absorção de um remédio contra Alzheimer por meio de uma nanofibra (formada usando plástico). Essa técnica libera um fármaco em uma ação prolongada que combate o avanço da doença.

O estudo vem sendo realizado no Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), em São José dos Campos, no estado de São Paulo, encabeçado pela estudante de doutorado Geisa Salles e o professor Anderson Lobo.

Os pesquisadores testam a eficiência da fibra nanométrica, que parece um filete de algodão, no laboratório e comemoram a possibilidade de aumentar em cerca de 30% a durabilidade dos medicamentos usados para combater a doença.

Durante a pesquisa, os cientistas já conseguiram desenvolver o nanomaterial que contém o fármaco de tratamento do Alzheimer. Foram feitos testes in vitro, com células que simulam o comportamento da doença.

Para os pesquisadores, os resultados são animadores e acreditam que poderá contribuir para o tratamento da patologia.

 

Como é realizado

O processo, chamado de nanotratamento, depende da associação de polímeros (plástico) e peptídeos (proteínas) até que seja formada uma fibra subcutânea. Essa fibra é capaz de liberar o fármaco que combate o Alzheimer na corrente sanguínea de maneira contínua.

Isso significa que ao invés de ingerir o medicamento de uma só vez e, consequentemente, exigir que seu organismo assimile todo o conteúdo, com o nanotratamento, as dosagens do fármaco serão oferecidas à corrente sanguínea sem interrupções. A fibra permite uma assimilação rápida e duradoura.

A fibra é praticamente invisível a olho nu, já que tem 800 nanômetros de espessura. Ela é inserida em um fármaco importado do Reino Unido e através da técnica de eletrofiação - uma agulha, onde é embutido o medicamento, recebe energia e luz para emitir filetes da fibra. Isso resulta no nanomaterial que será implantado embaixo da pele.

 

Aplicação

A forma de inserir a fibra no corpo da pessoa com Alzheimer ainda está em estudo, contudo, uma possibilidade é que seja usada tal como uma fita para parar de fumar. Ainda precisam avaliar como será essa aplicação e em qual etapa do Alzheimer apresentará resultados.

De acordo com o professor, o tempo de absorção do medicamento verificado nos testes in vitro, chama a atenção. Após ser aplicada em células infectadas com a doença, a droga é absorvida ao longo de 10 horas pelo tecido sanguíneo. Atualmente, os medicamentos administrados nos pacientes têm um tempo de vida de aproximadamente 7 horas. Seria um ganho de 3 horas para expansão dos efeitos do medicamento e melhoria do tratamento.

 

Vantagens de usar plástico

A utilização de polímero (plástico) nesse processo traz a vantagem de ser um composto biocompatível, inerente ao organismo e que é degradável. Ao implantar o nanodispositivo, o paciente não fica viciado, nem tem efeitos colaterais.

A pesquisa está na segunda fase de testes, em que células animais que tem as mesmas características do alzheimer serão acompanhadas para verificar quais os efeitos após a implantação da nanofibra.

 

Continue por dentro das novidades

Não sabia que plástico também poderia ser usado para combater o Alzheimer? O Plástico Virtual mantém seus usuários por dentro das principais novidades do segmento plástico no Brasil e no Mundo, com curiosidades, notícias e informações úteis.

Garrafas PET são cada vez mais utilizadas por diversas indústrias para o reaproveitamento das fibras existentes no componente. É o caso de carros que usam garrafas PET para compor carpetes e outros componentes

 

Uma das vilãs mais conhecidas do Meio Ambiente, a indústria automobilística vem mudando o conceito de poluição da natureza. Uma das iniciativas verdes adotadas pelas montadoras é utilizar garrafas PET descartadas para fabricar componentes dos veículos. Esses carros que usam garrafas PET mostram o potencial sustentável da indústria automobilística, quando unida à indústria plástica.

A Ford, uma das principais montadoras do mundo, utiliza quase quatro quilos de garrafas PET para a fabricação dos carpetes e outros componentes do modelo Focus. Já a Renault, também conhecida mundialmente, a matéria-prima obtida das garrafas PET não é usada apenas no assoalho, mas no forro do porta-malas e no tampão que separa o compartimento de bagagem da cabine (nos modelos hatch).

O objetivo é reaproveitar um material que seria descartado na natureza e poderia prejudicar a decomposição de outros resíduos, caso dispensado em aterros sanitários. A garrafa PET acaba por impermeabilizar algumas superfícies, dificultando a decomposição de determinados materiais. Eis um dos motivos para o incentivo ao reaproveitamento das fibras de PET em calças, camisetas e outros produtos, tais como carros que usam garrafas PET.

Ford

Para mudar o conceito de que indústria automobilística é poluidora e responsável pela degradação da natureza, a Ford possui um setor de Reciclabilidade e Engenharia de Materiais que trabalha de forma interligada com todas as unidades ao redor do mundo para buscar soluções ecologicamente corretas que possam ser inseridas nos componentes dos veículos.

De acordo com reportagem divulgada pela montadora, a estratégia nos próximos anos é ampliar esses números, produzindo carros 85% recicláveis e que sejam também 95% renováveis posteriormente.

O Ecosport, por exemplo, tem cerca de 70 garrafas PET de 2 litros transformado em componentes. Os carpetes, por exemplo, são 100% fabricados com garrafas PET.

O modelo também tem 1kg de fibras têxteis reutilizadas (de camisetas e calças jeans) que geram isolamento acústico. E o investimento não para por aí, a montadora vem trabalhando para aplicar componentes sustentáveis na carroceria e interior do veículo, bem como no motor e embreagem.

Renault

Também antenada em soluções sustentáveis, a Renault investe no segmento com carros que usam garrafas PET. Os carpetes que revestem assoalho, o forro do porta-malas e o tampão que separa o compartimento de bagagem da cabine utilizam fibras de garrafas PET recicladas.
Com isso, milhões de toneladas de plástico já deixaram de poluir a natureza. Basta fazer as contas: para produzir 1kg de fibra reciclada são usadas 22 PETs. No caso do Sandero, por exemplo, o carpete que o forra pesa de 2,5kg a 2,7 kg. Dessa forma, calcula-se que um carro de porte médio utilize 60 garrafas de 2 litros.

 

Saiba mais sobre o universo dos plásticos

O site Plástico Virtual mantém seus usuários atualizados sobre todas as novidades e curiosidades do segmento plástico, inclusive carros que usam garrafas PET.

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram em elaborar um material que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A “Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo”, será lançada nesta sexta-feira (15), durante o workshop de reciclabilidade, que contará com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), apresentando suas respectivas visões sobreecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos, em aumentar os índices de reciclagem das embalagens e, também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagem pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.  

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, também nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

O evento acontece em São Paulo, nesta sexta-feira, dia 15 de abril, das 14h às 16h30, na sede da Abiplast, que está localizada na Av. Paulista, nº 2439, 8º andar.

Fonte: www.viveiros.com.br

O encontro da indústria metal mecânica há mais de 50 anos se torna imprescindível e se consolida na busca por referência de novas tecnologias, gerando expectativa e concentrando as atenções do visitante em novos equipamentos e na geração de negócios.

Carlos Costa, gerente da Pricol do Brasil, que atua no setor de autopeças em Diadema, no ABC paulista, considera que o momento pede atenção redobrada para ganhos de produtividade e tecnologia acionada por mecanismos eletrônicos. Nesse sentido, vislumbra na feira a chance de se manter atualizado e buscar novos negócios como aplicações inusitadas de maquinário e processos industriais. “Encontramos oportunidades com equipamentos específicos em características técnicas de que necessitamos, inclusive de fornecedores de fora do país, porque desembarcam aqui as máquinas e depois iniciam o processo de nacionalização”, sentencia Costa. Mais do que automatização das linhas de montagem, o executivo recomenda critérios na escolha dos equipamentos a partir do conjunto de capacidades que oferece para inibir perdas e reduzir ao máximo o custo operacional.

Mais do que uma exposição de produtos, uma imersão em conhecimento para inspirar e transformar a indústria. É isso que a Feira da Mecânica proporciona ao público com a sua ÁREA DE INOVAÇÃO, espaço que traz as mais avançadas técnicas industriais. Neste vídeo exclusivo, em pouco mais de dois minutos você conhece as possibilidades em soluções para impressão 3D da ‘3D Systems’. Na Feira da Mecânica, você tem a possibilidade única de conversar diretamente com os criadores desta tecnologia e como implementar essa solução em seu negócio. A Feira da Mecânica acontece de 17 a 21 de maio, no Anhembi, em São Paulo. São cerca de duas mil marcas e uma comunidade de 90.000 profissionais do mercado. Faça parte desta comunidade. Visita gratuita para quem fizer o credenciamento pelo site.

A inovação que transforma a indústria

A Mecânica é muito mais que inovação e tecnologia, é garantia de bons negócios!

Só a Mecânica traz as inovações e oportunidades para todos os segmentos industriais com a maior variedade de máquinas e equipamentos voltados para a elaboração de projetos, produção, controle de qualidade e movimentação de carga.

Um ambiente ideal para ótimos negócios e networking com os principais players do mercado.

Data: De 17 a 21 de Maio de 2016
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo / SP

 

Perspectivas surpreendentes indicam as proporções deste evento:

• Exposição de mais de 2.100 marcas nacionais e internacionais
• Presença de 100.000 visitantes altamente qualificados
Área de 85.000 m² de exposição

 

VISITAÇÃO: Proibida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados. Evento exclusivo e gratuito para profissionais do setor que fizerem o seu pré-credenciamento por meio do site ou apresentarem o convite do evento no local. Caso contrário, será cobrada a entrada no valor de R$ 55,00 no balcão de atendimento.
Estudantes podem visitar a exposição com o credenciamento de grupos organizados com no mínimo de 15 pessoas e monitorado por um coordenador do curso relacionado ao tema do evento: Administração, Engenharia, Logística e Tecnologia da Informação. O estudante que comparecer ao evento sem um grupo organizado terá um custo de R$ 20,00 para acesso individual. E deverá comprovar estar matriculado em um curso relacionado ao tema do evento: Administração, Engenharia, Logística e Tecnologia da Informação.

ATENÇÃO: Ao participar da MECÂNICA, VISITANTES e EXPOSITORES estão cientes e concordam que fotografias e filmagens feitas durante o evento poderão ser utilizadas pelos organizadores para promoção do setor e do evento.

Os sistemas 4.0 surgem para atender a uma necessidade crescente de flexibilidade e para alcançar novos patamares de confiabilidade e desempenho na indústria. A proposta é viabilizar a produção de produtos duráveis, permitindo a fabricação de quantidades menores, mas com alta qualidade. Nesse novo cenário, a empresa precisa se adaptar de forma autônoma, e a fábrica aprende a se ajustar ao produto. Esse modelo industrial inovador só é possível com níveis elevados de automação e planejamento flexível, permitindo à indústria se reprogramar sem a necessidade de grandes investimentos.

Ao abordar esses tópicos, é importante considerar os desafios relacionados à sustentabilidade do nosso planeta. O cenário delineado sugere um novo paradigma na indústria mecânica, onde a convivência com essa abordagem inovadora se torna inevitável. Planejar-se para esse futuro é essencial.

Estarei presente na Mecânica 2016 para explorar mais a fundo esses temas e discutir como enfrentar os desafios dessa nova era industrial.

Foi em 2002 que pela primeira vez visitei a Feira da Mecânica, com o objetivo de encontrar instrumentos de medição. A participação na feira não se limita apenas à descoberta de novos fornecedores, mas também representa uma oportunidade para conquistar novos clientes. Mesmo em períodos de crise, acredito que essa iniciativa é sempre valiosa, pois a evolução tecnológica contribui para alcançarmos maior produtividade e qualidade, resultando, consequentemente, em redução de custos.

Ao longo dos anos, fechamos negócios durante a Feira da Mecânica, adquirindo marcas de máquinas CNC que ainda estão em pleno funcionamento em nossa planta. A experiência nos mostrou a necessidade de adaptar e inovar, uma vez que testemunhamos avanços surpreendentes em termos de ferramentas e máquinas de alta velocidade desde 2002 até a última visita na quinta-feira passada. Notamos um aumento significativo no número de empresas apresentando seus produtos, tanto a nível nacional quanto internacional. Estamos ansiosos para participar da Mecânica 2016 e continuar explorando as possibilidades que essa feira oferece.

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