Quem começa o ciclo de reciclagem do plástico? Você! A coleta seletiva é a primeira etapa desse grande ciclo pelo Meio Ambiente
O plástico é 100% reciclável e o ciclo da reciclagem começa com o consumidor, na coleta seletiva dos produtos plásticos. O material recolhido é levado para os Centros de Triagem onde é separado pelo tipo de plástico em sua composição, identificado por meio de números (de 1 a 7).
Separados os tipos de plásticos, são levados para as recicladoras, onde são executadas a fragmentação (moagem), lavagem, separação, secagem e extrusão.
Destes processos sai à matéria-prima, que é enviada para os transformadores. Estes, por sua vez, transformam em novos produtos plásticos, fechando o ciclo da reciclagem e promovendo a sustentabilidade.
Não tem coleta seletiva na sua casa?
Bom, esse não é um problema. Hoje a maioria das cidades conta com pelo menos um PEV (Posto de Entrega Voluntária). E existem diversas formas para saber onde encontrá-los.
A primeira opção é ligar no telefone 156 na prefeitura de sua cidade e se informar se há ou não coleta seletiva na sua região e o dia em que passa. Caso realmente não haja, o atendente poderá informar a localização do PEV.
Mas quer uma forma ainda mais prática? O app ‘Reciclagem de Plásticos’ conta com quase 2 mil PEVs em 20 estados do Brasil cadastrados. Nele, você será indicado para o PEV mais próximo de sua localização.
Viu só? Não tem mais desculpa para não reciclar!
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Exemplos foram retirados da listagem da Sondagem Especial – Indústria 4.0 feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria)
Parece um pouco distante, mas a tecnologia digital pode ser aplicada nos mais diversos detalhes. Por exemplo, na forma de atendimento a seu cliente ou mesmo nos processos da empresa.
Uma dica, por exemplo, é ter um canal de venda e, nisso, o Portal Plástico Virtual consegue te ajudar: em nossa plataforma a empresa divulga os seus produtos na internet, podendo receber cotações de todos os cantos do País.
Conheça os 3 tipos de tecnologias digitais separados para você:
Área de acesso a clientes: criar esse ambiente é uma forma prática de agilizar os pedidos e o otimizar o relacionamento com o cliente. Sabe aquele antigo modo de fazer contato? Ele não é bom o bastante para o cliente moderno, que quer ter suas dúvidas esclarecidas imediatamente.
Inclua canais de contato: chat para o site, e-mail, WhatsApp disponível para clientes mais rentáveis e, é claro, respostas rápidas e de qualidade nas redes sociais.
Canais de venda e marketing: ter um sistema integrado e digitalizado possibilita ampliar seu raio de vendas e trabalhar com mais qualidade a importação e exportação de produtos. As tecnologias digitais vão permitir que o processo produtivo seja acompanhado e monitorado de forma eficiente.
Então, sim, é necessário ter um CRM para agilizar seus processos internos. Mas também é importante aumentar seus canais de venda e marketing.
As redes sociais hoje são canais importantes, uma loja virtual bem estruturada – mesmo que seu foco não seja vender pela internet -, e parcerias nos sites de cotações, como o Portal Plástico Virtual, podem aumentar suas vendas.
Processos: Automação digital sem sensores, Automação digital com sensores para controle de processo. Monitoramento e controle remoto da produção com sistemas do tipo MES e SCADA, Automação digital com sensores com identificação de produtos e condições operacionais, linhas flexíveis.
Tudo isso já demanda investimentos, muitas vezes, mais altos do que as duas dicas anteriores, mas que colaborarão com o produto final do seu processo.
Avalie o que é aplicável para sua empresa e não tenha medo de mergulhar no universo digital.
Dicas: Plástico Virtual
Fontes de informação: CNI e Mundo do Plástico da Plástico Brasil
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Porcentagem refere-se às indústrias entrevistadas pelo CNI. Dez tecnologias digitais foram apresentadas para que as empresas apontassem aquelas que são aplicadas em seus processos
Pouco menos da metade das indústrias plásticas utilizam, pelo menos, uma das 10 tecnologias digitais listadas pela Sondagem Especial – Indústria 4.0 feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) com 2.225 empresas de pequeno, médio e grande porte, no primeiro semestre deste ano.
Algumas das opções de tecnologia são as automações digitais sem sensores; prototipagem rápida ou impressão 3D; utilização de serviços em nuvem associados ao produto ou incorporação de serviços digitais nos produtos.
A sondagem aponta que 49% das empresas de produtos de material plástico utilizam pelo menos uma das dez tecnologias digitais listadas na pesquisa. Isso coloca o setor na 6ª posição de um ranking com 16 segmentos.
Otimização de processos já é feita em 36% das empresas, seguida por aplicações ao desenvolvimento com 21% e Produto e novos modelos de negócios na casa de 19%.
De acordo com a consultoria PwC, as empresas brasileiras apostam em um avanço acelerado em digitalização que alcance 72% delas até 2020. E a indústria transformadora de plástico tem muito a ganhar com esse progresso tecnológico, sendo esse um verdadeiro diferencial competitivo tanto no mercado doméstico, quanto internacional.
Fontes de informação: CNI e Mundo do Plástico da Plástico Brasil
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Conhecer um pouco mais sobre as aplicações da resina plástica no nosso cotidiano é sempre importante para compreender a importância e versatilidade desse material. No caso do PEAD, você tem ideia de quantas aplicações ele tem?
O PEAD (em inglês conhecido como HDPE ou PE-HD) é o Polietileno de Alta Densidade. Ele é resistente e durável podendo ser transformado em tubo, mangueira e até tanque de combustível. Por sua grande densidade (igual ou maior que 0,941 g/cm) ele pode ter aplicações que demandem mais cuidado.
Tem um baixo nível de ramificações, com alta densidade e altas forças intermoleculares. A produção de um bom PEAD depende da seleção do catalisador. E todas as peças feitas com esse material são resistentes a altas temperaturas, muito resistentes à tensão, compressão e tração e são impermeáveis.
Aplicações do PEAD
- Frascos para: detergentes, shampoo, etc;
- Sacolas para supermercados;
- Caixotes para peixes, refrigerantes, cervejas;
- Frascos para pintura, sorvetes, azeites;
- Tambores;
- Tubulação para gás, telefonia, água potável, lâminas de drenagem e uso sanitário;
- Também é usado para recobrir lagoas, canais, fossas de neutralização, contra tanques, tanques de água, lagoas artificiais, etc..
Resinas plásticas
O plástico é um dos materiais mais versáteis do mundo atual. Além de ser 100% reciclável, ele se adapta ao uso mais necessário para cada segmento. É importante ressaltar, ainda, que existem vários tipos de materiais plásticos, como o PET, PEAD e tantos outros.
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São quase 2 mil PEVs (Postos de Entrega Voluntária) cadastrados no aplicativo “Reciclagem de Plásticos”, em 20 estados do Brasil. Baixe em sua loja de apps

O aplicativo "Reciclagem de Plásticos", que já está disponível para download aos usuários de smartphones com sistema iOS, Android e Windows, foi lançado com o objetivo de incentivar a coleta seletiva dos plásticos e dos demais materiais recicláveis. Foi desenvolvido para facilitar a vida do usuário que vinha enfrentando dificuldades para localizar um dos Postos de Entrega Voluntária (PEVs) para fazer o descarte correto do lixo reciclável.
O app permite ao usuário acessar rapidamente o endereço do PEV mais próximo de sua casa ou estabelecimento comercial. As buscas pelo PEV ou por recicladores podem ser feitas por meio do CEP, nome de rua e, no caso dos aplicativos para celular, por referência geográfica automático, quando o aparelho possuir essa função.
Ao clicar no ícone do símbolo da reciclagem, o usuário acessará um box com o nome e endereço do posto, além de informações como os materiais plásticos recolhidos naquela unidade: PET, PEAD, PVC, PEBD, PP, PS e outros tipos de materiais como aqueles procedentes de produtos como CDs e DVDs, carcaças de eletrodomésticos, carcaças de computadores e eletroeletrônicos em geral, autopeças etc.
São 1.936 pontos cadastrados, distribuídos por 61 cidades, em 20 estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins. A consulta pode ser realizada também pela internet: reciclagemdeplastico.org.br .
O "Reciclagem de Plásticos" é uma iniciativa do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), idealizado pela Braskem - maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e da ABIPLAST - Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e visa colaborar para o descarte correto do lixo reciclável. Estudos do Ipea projetam que o país perde oito bilhões de reais, anualmente, com o descarte incorreto de resíduos que poderiam ser reaproveitados, gerando trabalho e renda para uma parcela da população.
Etapas do processo de reciclagem
O plástico é 100% reciclável e o ciclo da reciclagem começa com o consumidor, na coleta seletiva dos produtos plásticos. O material recolhido é levado para os Centros de Triagem onde é separado pelo tipo de plástico em sua composição, identificado por meio de números (de 1 a 7).
Separados os tipos de plásticos, são levados para as recicladoras, onde são executadas a fragmentação (moagem), lavagem, separação, secagem e extrusão. Destes processos sai a matéria-prima, que é enviada para os transformadores, que a transformam em novos produtos plásticos, fechando o ciclo da reciclagem e promovendo a sustentabilidade.
Sobre o PICPlast
O PICPlast - Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico - é uma iniciativa criada em 2013 pela ABIPLAST - Associação Brasileira da Indústria do Plástico - e pela Braskem que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica, incluindo investimentos para aumentar as exportações de produtos transformados, incentivo à inovação e o reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.
Sobre a Braskem
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.
Sobre a ABIPLAST
A Associação Brasileira da Indústria do Plástico - ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.559 empresas que empregam um total de 326.000 mil pessoas.
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O objetivo foi atrair mais informação para a indústria brasileira e despertar o interesse de mercados exteriores para cá
Pensando tanto em atrair negócios para o mercado brasileiro, quanto em agregar conhecimento para ser compartilhado com as empresas locais, a Expomafe (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Comercial) participou da FABTECH, em Las Vegas, nos Estados Unidos, maior feira de tecnologia, equipamentos e conhecimentos nas indústrias de formação, fabricação, soldagem e acabamento de metais.
A participação, que foi encerrada no último dia 18, contou com um estande no evento para atender expositores e visitantes profissionais de diversos países, a feira brasileira integrou a programação oficial da FABTECH com uma apresentação, no auditório principal, sobre “Novas oportunidades no Brasil para fornecedores de tecnologia e equipamentos de manufatura”.
A palestra tratou, entre outros temas, das perspectivas de retomada do crescimento da indústria brasileira, demanda por equipamentos de tecnologia de manufatura, competitividade dos bens importados no Brasil e oportunidades de negócios oferecidas pela EXPOMAFE para as empresas expositoras.
A participação na FABTECH faz parte da estratégia de internacionalização da EXPOMAFE e integra uma parceria de divulgação conjunta das duas feiras, firmada entre ABIMAQ e Informa Exhibitions com as entidades que realizam a FABTECH.
São elas: Fabricators & Manufacturers Association, International (FMA), Society of Manufacturing Engineers (SME), Precision Metalforming Association (PMA), Chemical Coaters Association International (CCAI) e American Welding Society (AWS). Do mesmo modo, a FABTECH está confirmada na EXPOMAFE 2017
Durante três dias, a equipe da feira brasileira manteve reuniões com estas entidades parceiras e outras que representam pelo mundo, além de conversas e reuniões com consumidores de tecnologia industrial e empresas já confirmadas na EXPOMAFE 2017, como Sumig, Flow, Hypertherm, Mazak, Omax, Fronius, Messer Cutting Systems, Davi e outras.
Sobre a EXPOMAFE
Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a EXPOMAFE vai apresentar as últimas novidades em automação industrial, robótica, estampagem de precisão, manufatura aditiva, sistemas integrados e multitarefa, metrologia, medição e controle de qualidade, ferramentas manuais e de corte, equipamentos hidráulicos, pneumáticos, bombas e compressores, para movimentação e armazenagem, máquinas-ferramenta, soldagem, manufatura aditiva, prototipagem, impressoras 3D e muitos outros.
Em sua edição inaugural, a feira brasileira já faz parte do calendário mundial do setor de máquinas-ferramenta, pois contará com a presença das grandes marcas mundiais entre seus expositores, em estandes próprios ou por meio de importadores, representantes e distribuidores.
A EXPOMAFE é apoiada por entidades representativas da indústria de máquinas-ferramenta dos principais mercados internacionais, como a associação alemã dos fabricantes de máquinas-ferramenta Verein Deutscher Werkzeugmaschinenfabriken (VDW); Cámara Argentina de la Máquina Herramienta y Tecnologías para la Producción (CARMAHE) e Asociación de Industriales Metalúrgicos de la República Argentina (ADIMRA); a italiana UCIMU-Sistemi Per Produrre; e a norte-americana AMT - The Association of Manufacturing Technology.
A feira será realizada no novo São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, o mais moderno centro de convenções da América Latina. Localizado na zona Sul de São Paulo, o espaço é de fácil acesso para quem chega à cidade por meio das principais rodovias, aeroportos e porto de Santos. O moderno pavilhão é completamente climatizado, tem um amplo estacionamento (mais de 5 mil vagas de estacionamento, sendo 4,5 mil cobertas), acesso ao transporte público e proporciona aos expositores e visitantes um grau de conforto semelhante ao dos melhores eventos de negócios do mundo.
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Durante a FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2016, 12.800 visitantes conheceram e negociaram novas soluções tecnológicas para suas empresas
De 8 e 10 de novembro de 2016, aconteceu a nona edição da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR - Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. Esta edição recebeu 12.800 visitantes, um número 16 % inferior ao evento de 2014 (15.250 profissionais), mas registrou um aumento de 8% no número de empresas que visitaram o evento. “Para os expositores, o público visitante foi extremamente qualificado e diversificado, permitindo o fechamento de negócios na própria feira e a criação de várias oportunidades reais de novas transações comerciais ”, informou Simone Martins Souza, diretora do Grupo ArtSim, responsável pela organização do evento.
A exposição contou com mais de 300 empresas que expuseram seus produtos e tecnologias, sendo 28% de outros países (total de 87 empresas), liderados por China, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Inglaterra (68 empresas), além de 19 empresas vindas da Suíça, França, Austrália, Argentina, Uruguai, Turquia, Taiwan, Peru, Índia, Emirados Árabes, Coreia, Colômbia, Chile e Bielorrússia. As empresas expositoras mostraram matérias-primas e equipamentos para a fabricação de peças em composites, poliuretano e plásticos de engenharia (a relação completa está em www.feiplar.com.br), tendo grande destaque a participação de fabricantes de peças acabadas como Acque, Acrinil, Aeroalcool, Airbus, Amecon, Aunde, Belart Fibras, Bigarello, Bike Design, Blitz, Boeing, Brana, Caio, Caoni, Carbox Racing, CBI Madeiras, Cnooc do Brasil, Composites VCI, Concept Blindagens, Conteccomposites, Coplatex, Correias Mercúrio, Dimitry Design, Embraer, Estaleiro Shape Clube, Estilglass, Fastplast Automotive, Fibra Aço, Fibromix, Henrimar, Holos Brasil, Hurner, IBI Brasil, Inbrasp, Indumaplast, Ipiranga, JE Fiber, Joplas, NOV, Nova Poliuretanos, Petrofisa, Petros Seals, Polispuma, Protecta, Protective, PU Ideia, Pultrusão do Brasil, Safe, Stringal, Travi Plásticos, Unifibra e Vetro.
Paralelamente, as 100 palestras técnicas ministradas no Congresso SAMPE Brasil e Congressos Internacionais reuniram um público de 2.515 profissionais. A quarta edição do Congresso SAMPE Brasil (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de importantes nomes da indústria e especialistas de materiais como Antonini Puppin Macedo e Catherine Parrish (Boeing), Ricardo Abelheira (Embraer), Jorge Nasseh (Barracuda), Scott Beckwiht (SAMPE EUA), Maikson Tonatto (UFRGS), Alexander Roth (Evonik), Toshiyuki Takayanagi (Mitsubishi Heavy Industries), Dante De´Grandis (Florida Institute of Technology) e Décio Ferreira (LNA - Laboratório Nacional de Astrofísica / NTC - Núcleo de Tecnologia em Compósitos). Empresas como a Mastin, SAIP, Purcom, Universidade Mogi das Cruzes, EDB Polióis, Cannon, Evonik, Novapol/Orbis, Texiglass, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, Polystell, ASRocha, Meyer, Abifor, Heraeus, Sabic, Universidade Federal de São Carlos, Aditive e Radici Perfomance Plastics mostraram suas novas tecnologias e soluções no Congresso Internacional de Poliuretano, Congresso Internacional de Composites, e Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos.
Para complementar o conteúdo técnico, foram realizados os Painéis Setoriais (seminários), que abordaram diversos mercados como Náutico, Isolamento Térmico, Saneamento Básico, Automotivo, Construção Civil, Mineração, Energia Eólica, Petróleo & Gás, Aeroespacial e Espumas Flexíveis, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais: Barracuda, Owens Corning, NovaScott/Scott Bader, Brana, Alan Harper, ITW, Abrava, Honeywell, Evonik, Solvay, M.Cassab, Chemours, Dow, PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Ministério do Meio Ambiente, Abratufi, Engcom, Ibcom, Saertex, Petrofisa, Heraeus, A.Schulmann, BASF, Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim, Dow, Texiglass, Novapol/Orbis, Covestro, Albemarle, FCC/Nukote, UBE, Correias Mercúrio, Kaneka, Teijin, Airbus, Abeeolica, Oklahoma State University, Protective, Arkema, Chemtura, Univar, Huntsman e Purcom.
Outros eventos simultâneos, as demonstrações técnicas (fabricação e reparo de peças ao vivo) e treinamentos práticos mostraram diversas tecnologias como correta aplicação para agentes desmoldantes (Chem-Trend), aquecimento por radiação infravermelha e correta especificação dos emissores de infravermelho (Heraeus), o melhor processo para PU injetado (RMPA), como fabricar uma prancha de surfe com MDI (PU Ideia e Estaleiro Shape Clube), tecidos técnicos para reforços plásticos (Texiglass), materiais de núcleo – com ênfase em espuma PET (Diprofiber), modelação, sistemas de desmoldagem, tipos e aplicação de gelcoat, tipos de resina e laminação, e como calcular um laminado (WR Consultoria e Treinamento, e VI Fiberglass) e soluções para reciclagem de PU, borracha e outros materiais (Chemtura).
Durante a FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2016 também foi realizada a terceira edição do Desafio Acadêmico em Composites SAMPE, que teve o objetivo de introduzir o tema “perfil em material composites” no meio acadêmico e contou com a participação de 16 projetos universitários. O vencedor geral do III Desafio Acadêmico SAMPE Brasil foi o Centro Universitário da FEI. A UFRGS-Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Instituto Mauá de Tecnologia, a USF-Universidade São Francisco e a Unicamp – Universidade Estadual de Campinas venceram também em suas respectivas categorias.
Outros destaques foram o curso Critérios de falha a longo prazo e inovações tecnológicas para compósitos industriais do Ibcom-Instituto Brasileiro de Composites (Antonio Marmo, Francisco Carvalho e Antonio Carvalho), e as Sessões Especiais Blindagem, Industrial, Automotivo, Construção Civil, Saneamento Básico, Moveleiro e Calçadista (com a exposição de mais de 150 produtos acabados).
Já marcando tradição no evento, pela segunda vez, Scott Beckwith, diretor técnico da SAMPE EUA, ministrou cursos no Brasil: Moldes p/ a fabricação de composites e Métodos de testes p/ composites, e a VI Fiberglass, com o objetivo de oferecer um encontro especial com seus clientes e visitantes, organizou um encontro com o Professor Gretz com o objetivo de propiciar uma nova forma motivadora de trabalho e realização de negócios (um dos mais premiados palestrantes nesta área).
Muito repercutida no mercado, a Cerimônia do Prêmio Excelência, que neste ano reuniu os setores de composites, poliuretano e plásticos de engenharia num único evento, no dia 8 de novembro, com um público superior a 150 pessoas, mostrou os grandes nomes do mercado de plásticos de performance diferenciada, seja no desenvolvimento de peças, no fornecimento de matérias-primas e equipamentos, ou na atuação individual dos profissionais. As empresas vencedoras na categoria Produtos Acabados foram a Fibra Aço, Petros Seals, Vedapar, Universidade Federal de Minas Gerais, PU Ideia, Engepoli, Holos Brasil, Inbrasp, A.Schulman e Real Poliformas. Na categoria Destaque de Fornecedor, a Chem-Trend, Covesto e Evonik foram premiadas como Fabricantes do Ano, e Abcol, M.Cassab e Petropol, como Distribuidores do Ano. As Personalidades do Ano foram Luis Fernando Barbi (Texiglass), Rodrigo Santiago (Univar) e Fernando Tadiotto (Petropol). A homenagem aos profissionais que se dedicam de forma contínua e destacada no mercado (categoria Conjunto da Obra) consagrou Américo Potenza (VI Fiberglass), Giuseppe Santanché (Purcom) e Jane Campos (Radici). O Hall da Fama recebeu novos e importantíssimos nomes: Giorgio Solinas (Texiglass), Antonio Koury (CBP) e Antonio Dimitry (Dimitry Design).
A FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2016 foi patrocinada pelas empresas MCassab, Huntsman, Texiglass, Transtécnica, VI Fiberglass, Chem-Trend, Abcol, MVP, Covestro, Purcom, Novapol, NovaScott, Scott Bader, Orbis, UBE, Teijin, Owens Corning e Saertex, e contou com o apoio técnico da Sampe Brasil, Comissão de Poliuretanos da Abiquim e Ibcom. Mais informações sobre as tecnologias disponibilizadas por estas empresas ou por qualquer uma das empresas expositoras pode ser encontrada no site www.feiplar.com.br (veja também o catálogo de visitação) ou email: [email protected]. A próxima edição da FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR acontecerá em 2018.
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Depois de meses de elaboração, a multinacional Adidas, em parceria com a Parley for Oceans, finalmente colocará a venda 7 mil pares de tênis feitos com plástico retiradas dos oceanos.
A parte superior de cada par de tênis, que tem como objetivo reforçar a necessidade da reciclagem e conscientizar as pessoas para não jogar lixo nas ruas, rios e oceanos, foi feito com 11 garrafas PET, que são transformadas em fios. Já a sola, cadarço e meia embutida foram confeccionados com resíduos de garrafas PET reciclados.
Embora a proposta seja muito interessante, o preço ficou bem salgado. A partir de novembro cada par será vendido a 220 dólares.
A expectativa é que 7 mil tênis sejam vendidos de imediato e outros 1 milhão até o final do ano que vem.
Poluição
Estima-se que estejam espalhados pelos oceanos do planeta aproximadamente 5,2 trilhões de resíduos plásticos. Este mês, uma imagem chocante rodou o mundo, mostrando imensas baleias cachalotes mortas na areia. Treze delas encalharam em março deste ano, na costa norte da Alemanha, mas só agora, em novembro, pesquisadores daquele país divulgaram o resultado da necrópsia realizada nos animais e revelaram que, no estômago de quatro delas, foi encontrada uma enorme quantidade de resíduos plásticos, entre eles, uma rede de pesca de 13 metros de comprimento. Eles afirmam, entretanto, que esta não foi a causa da morte das baleias.
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Conhecer um pouco mais sobre as aplicações da resina plástica no nosso cotidiano é sempre importante para compreender a importância e versatilidade desse material. No caso da resina PC (policarbonato), você tem ideia de quantas aplicações ele tem?
Outra resina plástica muito comum do nosso cotidiano é o PC, policarbonato, que faz lentes de óculos e de semáforos.
O PC tem uma densidade alta, é muito pouco cristalino, termoplástico, incolor e transparente. Sua propriedade mais marcante é a semelhança com o vidro. Ainda assim, por ser um tipo de plástico, é reciclável, tornando-se mais ambientalmente correto do que o vidro.
Além disso, mesmo se parecendo muito com o vidro, ele é muito mais resistente a impacto. Por isso é usado nos óculos que eventualmente caem no chão sem necessariamente quebrar e em semáforos que precisam ser resistentes à chuva, vento e outros atritos.
São moldáveis quando aquecidos, sendo por isso chamados termoplásticos. Como tal, estes plásticos são muito usados atualmente na moderna manufatura industrial e no design. O tipo de policarbonato mais utilizado é baseado no bisfenol A.
Saiba mais sobre resinas plásticas
O plástico como um todo é um material versátil, 100% reciclável e que se adapta ao uso mais necessário para cada segmento. É importante ressaltar, ainda, que existem vários tipos de materiais plásticos, como o PVC, PEBD, PET, PEAD e tantos outros.
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Essa cartilha foi desenvolvida pela Plástico Brasil, feira que será realizada de 20 a 24 de março de 2017, em São Paulo. Confira dicas para dar um ‘up’ na sua empresa
A instabilidade econômica mexeu com todos os segmentos da indústria e, no caso dos plásticos, não foi diferente. No entanto, a cadeia do plástico aproveitou o momento para readaptar processos, o que pode fortalecer o setor pelos próximos anos.
Essa reorientação de negócios provocou um decisivo movimento, mas o setor precisa investir constantemente em inovação e tecnologia para que continue fortalecido.
Confira as 04 apostas que auxiliarão a indústria de plásticos a se fortalecer nos próximos anos:
1 – Redução de custos de produção
Considere ter um planejamento que leva em consideração trabalhar com rigor pontos como a diminuição de gasto com energia elétrica, processos produtivos eficientes no chão de fábrica, a logística industrial integrada para otimizar a produção, o estoque de matéria-prima adequado ao volume de produção e o desenvolvimento de novos fornecedores. Assim, é possível receber uma conta menor no final do mês.
2 – Melhoria de produtividade
Essa medida envolve investimento em máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, análise de processos, medidas de desempenho e aposta em mão de obra qualificada para operar adequadamente o maquinário e trazer novas ideias para atingir novo patamar produtivo.
3 – Reorientação para o mercado
Se a orientação para o mercado sustenta os pilares para alcançar as metas organizacionais para a indústria ser mais efetiva que a concorrência, levando em conta produtos e necessidades de clientes, a reorientação requer esforços para entender a transformação do momento de compra. Além disso, aponta para um estudo de ampliar mercado, buscando oportunidades possíveis de atender com ajustes na maneira convencional de produzir.
4 – Internacionalização dos negócios
Expandir a empresa para vendas no exterior já é considerada uma via de sobrevivência em mercados cada vez mais competitivos. Por isso, vale a pena ampliar o radar para o estudo de novos mercados e o desenvolvimento de negócios entre os países em que haja vantagem para uma entrada competitiva.
Fonte: Mundo dos Plástico – Plástico Brasil
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