Indústria nacional chega ao pior desempenho em 10 anos
No mês de agosto de 2025, a indústria brasileira registrou o pior desempenho para o mês após dez anos, o último registro remonta de 2015. Os dados vêm da Sondagem Industrial feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Na pesquisa os empresários revelaram queda na produção, redução no número de empregados e recuo na utilização da capacidade instalada. Nesse sentido, o cenário contrasta com a tendência histórica de expansão em agosto e reforça o cenário adverso enfrentado pela indústria.
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Segundo o levantamento, o índice de evolução da produção caiu para 47,2 pontos, ou seja, abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa crescimento de retração. Com isso, a indústria registrou o resultado mais baixo em dez anos, quando em agosto de 2015 marcou 42,7 pontos.
Além disso, a Sondagem Industrial indica redução no número de empregados, com índice de 48,4 pontos, desse modo, aponta a diminuição das contratações entre julho e agosto. Novamente a queda está em desacordo com um desempenho recente, tendo em vista que desde 2020 a indústria registrava alta no emprego no período, com exceção de 2023.
Diante disso, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, de forma geral, a sondagem de agosto traz uma mensagem clara: “O cenário adverso que a indústria vem atravessando desde o início de 2025 está se aprofundando. Os empresários relatam uma percepção de queda considerável da atividade em um mês em que tradicionalmente acontece o inverso.”
O gerente reforçou ainda que os empresários apontaram queda no número de funcionários, movimento que geralmente acontece com atraso em momentos de crise.
O resultado influencia na capacidade instalada e estoques?
A UCI (Utilização da Capacidade Instalada) da Indústria, na passagem de julho para agosto também reduziu. Com isso, passou de 70% para 71% um percentual menor, se observado agosto de 2024, com 72%, porém idêntico ao de agosto de 2023.
Enquanto isso, nos estoques a indústria registrou estabilidade. Isso acontece porque o índice de evolução do nível de estoques ficou em 50 pontos, dessa forma, sendo o mês consecutivo sem variações relevantes.
Por outro lado, o indicador de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 49,8 pontos, próximo da neutralidade. Assim, o índice do mês revela que os estoques se encontram ajustados conforme o planejado pelos empresários industriais.
Pesquisa aponta para moderação nas expectativas e intenção de investimento
Em setembro, os índices de expectativas de demanda e de compra de insumos e matérias primas recuaram de 0,8 ponto, para 52,3 pontos. Já o de compra de insumos e matérias-primas caiu para 51,3 pontos.
Entretanto, apesar das reduções, ambos permaneceram acima de 50 pontos, com o indicativo de expectativa de crescimento, mas em ritmo menos intenso.
Os indicadores de quantidade exportada, por sua vez, mantêm-se inalterados (46,6 pontos) e o de número de empregados subiu 0,3 pontos, totalizando 49,6 pontos. Portanto, os indicadores se mantiveram abaixo da linha divisória de 50 pontos em setembro e reforçam a perspectiva de recuo.
Em análise a este comportamento, Azevedo pontua: “As expectativas refletem esse cenário mais adverso e preocupam. Não só o número de empregados caiu no mês – a expectativa dos empresários é que isso siga acontecendo. A preocupação das empresas exportadoras com suas exportações também segue elevada. E isso tudo vem gerando cautela, com expectativas de demanda e de compras de matérias-primas cada vez mais moderadas.”
O levantamento mostrou que a intenção de investimento da indústria caiu para 54,4 pontos em setembro, recuo de 0,2 ponto em comparação a agosto. Este é o terceiro mês consecutivo de baixa.
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Retilox participa do Prêmio Top Rubber 2025: saiba como votar
Com mais um ano trazendo inovações ao mercado transformador da borracha, a Retilox participa mais uma vez do Prêmio Top Rubber 2025. Dessa vez concorrendo em seis categorias que traduzem o que entrega de melhor para o mercado: especialidades químicas para cura, produtividade, qualidade e responsabilidade com o meio ambiente.
Neste conteúdo, você entende por que essa indicação faz sentido para a cadeia produtiva, conhece o que cada categoria representa na prática. Além disso, no final, encontra um guia rápido e contínuo para registrar seu voto em poucos cliques.
Fique até o fim, porque reunimos tudo que você precisa para apoiar a Retilox agora mesmo e compartilhar com a sua rede.
Por que essa o Prêmio Top Rubber 2025 importa para o setor?
O Prêmio Top Rubber destaca empresas do setor que transformam conhecimento científico em desempenho industrial consistente, sem perder de vista as atuais questões de sustentabilidade.
Nesse sentido, oferece ao mercado uma gama de pré-compostos e compostos comsistemas de cura mais eficientes. Com redução de custos globais, estabilidade de processo e ganhos enormes de produtividade. Do mesmo modo, a homogeneização mais rápida na mistura e redução do ciclo de cura, além de total reciclabilidade de resíduos, eliminando descartes ao meio ambiente.
Sendo assim, seu voto atua como um reconhecimento para toda a equipe da Retilox que inova e olha diariamente para o futuro. A empresa segue de forma totalmente focada nas necessidades do mercado, trocando informações com clientes, fornecedores e parceiros para trazer o que existe de melhor ao mercado em sistemas de cura aliados à sustentabilidade.
Assim, ao acessar a página, você começa informando seu nome completo, e-mail e empresa. Com esses dados preenchidos, basta rolar a tela até as categorias. Aqui que o seu apoio faz toda a diferença.
No item 15, Especialidades, você reconhece o portfólio de produtos exclusivos pensado em oferecer o melhor para sua indústria em produtividade, qualidade e lucratividade. Enquanto isso, no item 17, Sustentabilidade, o voto na Retilox valoriza nosso contínuo desenvolvimento em pré compostos e compostos curados com peróxidos orgânicos.
Neste item, ressalta-se como as produções da empresa ajudam a reduzir desperdícios. Bem como, retornar resíduos produtivos em sua totalidade aos compostos originais, sem perda de propriedades, evitando descartes no meio ambiente.
Seguindo para o item 18, Inovação, você apoia o desenvolvimento contínuo de soluções inovadoras que trazem diversos benefícios ao transformador , através de nosso departamento de P&D. No item 19, Tecnologia idem, focamos em soluções que além da viabilidade técnica e econômica, estão à frente do que a concorrência oferece ao mercado.
Em Meio Ambiente, item 20, você chancela a prática da própria fábrica da Retilox que não gera resíduos produtivos, não emite gases e não utiliza água em sua produção. E, por fim, no item 22, Destaque, o seu voto celebra a atuação da Retilox com seus 33 anos de mercado, desenvolvendo o que existe de melhor em sistemas de cura para a indústria da borracha.
Como registrar seu voto
Desse modo, para registrar o voto, escreva RETILOX no campo correspondente a cada um desses itens. Ao concluir as categorias, desça até o final da página, preencha o código de verificação para comprovar que você não é um robô e clique em Enviar votação.
Em menos de um minuto seu apoio está computado. Se quiser ampliar o alcance, compartilhe o link com colegas, fornecedores, clientes e grupos do setor, explicando que as categorias a apoiar são 15, 17, 18, 19, 20 e 22, sempre com o nome RETILOX nos campos.
Caso o regulamento traga regras de elegibilidade, prazos ou limites de votos por e-mail, siga as orientações que aparecem na própria página de votação.
Sobre a Retilox
A Retilox é especialista em sistemas de cura para a indústria da borracha, com foco em eficiência de processo, produtividade , qualidade e total reciclabilidade. Nosso portfólio atende a diferentes aplicações e necessidades e requisitos técnicos.
O propósito é claro: entregar o que há de melhor em soluções eficientes e sustentáveis para o setor, com suporte técnico próximo e orientado a resultados.
Agradecemos pelo seu voto e seguimos juntos nessa trajetória.
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Colorfix leva soluções avançadas em compostos sustentáveis e cores para estreia como expositora na Feira K 2025
Em 2025 a Feira K acontece entre os dias 8 e 15 de Outubro, em Düsseldorf, na Alemanha. Considerado um dos maiores e mais relevantes eventos mundiais do setor de plásticos e borrachas, a feira recebe empresas referências de todos os continentes. A Colorfix Masterbatches, portanto, estará presente no evento como co-expositora em parceria com a ApexBrasil e o Think Plastic Brazil.
Francielo Fardo, CEO da Colorfix
Sendo assim, para sua primeira participação como expositora na Feira K, a Colorfix busca unir o impacto do evento no setor ao seu papel como líder na produção de masterbatches. Nesse sentido, a Colorfix levará duas inovações: a Linha Marble e a Revora CO₂RE Carbono Reduzido.
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As duas soluções da empresa representam o futuro do setor, que une: tecnologia, alta performance e sustentabilidade. Diante disso, Francielo Fardo, CEO da Colorfix, explica: “Levaremos isso para a vitrine mundial da indústria do plástico porque essas soluções refletem o design diferenciado, avanço tecnológico e compromisso ambiental, que são os pilares de nossa companhia.”
Ainda em relação a participação da empresa na feira, Fardo ressalta: “Mais que expor produtos, a participação na Feira K 2025 será estratégica para ampliar a presença internacional da marca, fortalecer parcerias e antecipar tendências que moldarão a indústria nos próximos anos.”
Apesar de ser a primeira feira como expositora, a Colorfix já esteve em outras edições do evento.
Por isso, tanto Fardo quanto outros oito representantes da empresa estão dispostos a aproveitar a feira K: “Queremos mostrar que é possível aliar desempenho técnico, beleza e responsabilidade ambiental, entregando ao mercado soluções que fazem a diferença para o futuro.”
Linha Marble e Revora são destaque da Colorfix na Feira K
A participação da Colorfix, representa também o impacto de suas linhas no cenário mundial. Reconhecida como uma das companhias mais inovadoras em tendências e tecnologias, a linha Marble e a marca Revora compõem o acervo da renomada Biblioteca de Inovação Material Connexion de Nova Iorque, Estados Unidos.
O portfólio da Colorfix soma aproximadamente 90 mil cores e aditivos, e a empresa produz, por ano, cerca de 3 mil toneladas de masterbatches especializados. Com isso, reforça o protagonismo na inovação ao desenvolver cores e aditivos que melhoram os produtos de modo inovador e sustentável.
A escolha de quais produtos apresentar na feira K também revela o compromisso da Colorfix no setor: “Queremos que as grandes marcas mundiais conheçam essa importante inovação que é uma das soluções para um mundo ambientalmente mais responsável e com ele a indústria terá um importante aliado nesta constante busca. E quem estiver na Feira K terá essa oportunidade de conhecer mais sobre o Revora CO₂RE”, enfatiza o CEO.
Presente no Pavilhão 8B, no Stand H30, como vem fazendo ao longo dos anos, a Colorfix busca fortalecer conexões, assim como mostrar como suas soluções para o setor de plástico e borracha alinham-se às demandas sustentáveis da sociedade e do mercado.
Conheça de perto a linha Revora CO₂RE e as cores Marble, protagonistas da inovação industrial.
Sobre a feira K e informações
A K Trade Fair 2025 acontece no Messe Düsseldorf GmhB, em Düsseldorf, uma cidade na Alemanha.
Reconhecida como a principal feira mundial de plásticos, a Feira K reúne líderes globais da indústria de plásticos e borracha. O evento internacional impulsiona o desenvolvimento tecnológico no setor, oferecendo aos participantes acesso a inovações exclusivas e tendências visionárias.
A feira funcionará do dia 8 ao 15 de outubro, das 10h às 18:30h. Assim, visitantes poderão explorar todas as novidades da Colorfix, e o portfĺio da Linha Marble e da marca Revora.
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Créditos de carbono de reciclagem no Brasil podem gerar R$ 2,8 bi
O primeiro projeto brasileiro para geração de créditos de carbono de reciclagem acaba de chegar ao país por meio da startup Green Mining, especializada em logística reversa. Esta solução visa transformar o setor no mercado e tem potencial para movimentar R$ 2,8 bilhões por ano a partir de 26 mil toneladas de resíduos desviadas de aterros e lixões.
Sendo assim, além de resolver demandas ambientais, o projeto também foca em gerar renda e impactar socialmente. Portanto, nesta primeira fase, a proposta submeteu-se à certificadora internacional Gold Standard e começará a comercializar créditos em até seis meses.
Vale ressaltar que há iniciativas similares já aprovadas em outros países, como Romênia e Kenya e alguns da Verra na China.
Nesse sentido, Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining, durante a coletiva de imprensa, antecipou a novidade. Em seguida, explicou que os recursos provenientes dos créditos serão destinados à reorganização da cadeia e repassados ao primeiro elo, formado por catadores e agentes ambientais.
Assim, Oliveira diz: "Ao compartilhar além do valor do material, não falamos só sobre de financiamento, mas também de justiça climática. Os catadores precisam ser melhor remunerados.”
Iniciativa quer conectar indústria, tecnologia e trabalhadores informais
Dentro do programa em andamento da Estação Preço de Fábrica, a startup implementará a iniciativa pioneira. Para isso, trabalhará em parceria com o Banco do Brasil e a Kipos Soluções Ambientais. Recebendo também apoio de empresas como Grupo Boticário, EDP, Ibema, Indorama Ventures, Nude, Parque Global, Tesouro Nacional e B3.
Localizadas em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Tocantins, as nove estações atuam como contêineres de depósito de resíduos. Ao mesmo tempo, elas compram os materiais recicláveis e efetuam o pagamento via Pix.
Logo, o dinheiro vai diretamente para às mãos dos catadores e carroceiros, sem a intervenção de atravessadores. Como consequência, os ganhos mensais aumentam de R$ 250 para até R$ 2,5 mil, um crescimento de aproximadamente 400% a 500%.
De acordo com o CEO, a iniciativa visa integrar produtivamente trabalhadores que vivem em situação de precariedade e recebem pouco reconhecimento. Paralelamente, a empresa paga valores equivalentes aos da indústria e utiliza um aplicativo para registrar e comprovar toda a logística.
O piloto, então, concentrará suas atividades em cinco estações paulistas: Santo Amaro, Jabaquara, Pinheiros, Camaçari e Embu das Artes, gerenciando resíduos plásticos, papel, vidro e metal.
Dessa forma, espera-se reduzir 268 mil toneladas de CO2 equivalente na atmosfera ao longo dos próximos 20 anos.
Potencial brasileiro de descarbonização é nove vezes maior que a demanda interna
Os números mostram o tamanho do potencial desperdiçado, especialmente em um momento estratégico.
Além disso, o Brasil regulamentou o mercado de carbono no final de 2024, e a implementação deve começar em quatro a cinco anos. Enquanto diversos projetos já estão em andamento no mercado voluntário.
A PwC revelou em estudo recente que o potencial brasileiro no setor é nove vezes maior que a demanda interna. Com isso, o Brasil se destaca como “um grande hub de descarbonização” e pode liderar a exportação global.
O país produz todos os anos 26 milhões de toneladas de resíduos recicláveis, mas só utiliza entre 5% e 7% desse total. Assim, a conversão completa em créditos de carbono poderia gerar R$ 144 milhões por ano.
Nesse contexto, o CEO explica: "Conseguirmos mitigar é uma fortaleza: reduzir a extração da natureza e deixá-la se regenerar". Para Oliveira, transformar o resíduo em recurso fortalece a atividade, tornando-a economicamente viável e promovendo uma cadeia mais justa e sustentável.
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Braskem apresenta soluções e evoluções na Feira K 2025
A Braskem, referência no mercado de biopolímeros em escala industrial, participará da edição de 2025 da Feira K, a maior feira do setor do plástico que acontecerá em Düsseldorf, Alemanha, entre os dias 8 a 15 de outubro.
Desde a última edição em 2022, a Braskem intensificou sua transformação para se adaptar ao cenário atual da indústria petroquímica. Da mesma forma, para esta edição a empresa visa demonstrar as evoluções desde a última Feira K.
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Portanto, entre as principais evoluções da empresa no último ano, destacam-se a otimização de unidades base nafta. Bem como, a expansão de operações base gás e investimentos significativos em tecnologias e produtos bio-based.
Sendo assim, no Hall 6, estande D27, os visitantes terão a oportunidade de vivenciar o espírito pioneiro da Braskem e descobrir suas soluções inovadoras em produtos mais sustentáveis. Além de acompanhar as evoluções da empresa desde 2022.
Nesse sentido, a empresa também visa destacar a estratégia Braskem Transforma, um projeto que está remodelando suas operações e impactando toda a indústria. Ao otimizar unidades base nafta, ampliar a produção base gás e fortalecer sua liderança em produtos bio-based, a empresa abre caminho para um futuro mais circular e de baixo carbono
Dessa forma,, Roberto Ramos, CEO da Braskem, ressalta: "A Feira K 2025 é o momento ideal para mostrar como a estratégia de transformação da Braskem está progredindo. Para nossas operações, nossos parceiros e o planeta. Ao migrar para o gás e ampliar o uso de renováveis, não estamos apenas nos adaptando às mudanças, mas lideramos a construção de um futuro mais resiliente e com menor emissão de carbono para a indústria de plásticos.”
Braskem impulsionam negócios sustentáveis em 40 países
Assim, para a Feira K a Braskem levará seu portfólio, em constante expansão, demonstrando também o apoio aos transformadores e brand owners em mais de 40 países com soluções inovadoras que aceleram suas jornadas de sustentabilidade.
Entre as soluções:
Polietileno, EVA e cera de polietileno I’m green™ bio-based, já presentes em mais de 200 marcas globalmente
O portfólio Wenew, com produtos com conteúdo reciclado, que está em rápido crescimento e possui mais de 55 grades e já vendeu mais de 85 mil toneladas de produtos globalmente.
Design circular de embalagens e inovação colaborativa por meio do Cazoolo, o lab de design circular da Braskem.
Dessa maneira, a empresa pontua a importância da feira e da participação no evento. Walmir Soller, Vice-Presidente para América do Norte, Europa e Ásia – NAMEA, e CEO da Braskem BV, pontua: “Na Braskem, enxergamos a Feira K 2025 como uma oportunidade global para aprofundar parcerias e cocriar soluções que impulsionam a circularidade e o crescimento dos negócios.”
Assim, quanto ao portfólio, Soller, comenta: “Nosso portfólio segue em expansão, por meio da diversificação de matérias-primas, desde bio-based até reciclados. O que reflete nosso compromisso em apoiar nossos clientes em mais de 40 países a atender às suas crescentes expectativas de sustentabilidade e construir cadeias de valor mais resilientes.”
O que esperar da Braskem da Feira K 2025?
O estande da Braskem destacará a estratégia Braskem Transforma, que aumenta a competitividade da empresa e reúne produtos e iniciativas que enfrentam mudanças climáticas e reduzem resíduos plásticos. Sendo assim, os visitantes poderão explorar essas soluções por meio de exposições interativas, painéis técnicos e sessões com especialistas.
Sendo elas:
Carbono renovável (soluções bio-based):
Avanços em polietileno, EVA e cera de polietileno I’m green™ bio-based, celebrando os 15 anos da marca.
Colaborações com Veja (EVA) e bottle up (PE), com aplicações que vão de calçados a embalagens e cosméticos.
Novo estudo de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) do EVA e da Cera de Polietileno I’m green™ bio-based, destacando sua pegada de carbono negativa.
Novas regras de contabilidade de carbono.
Carbono circular (soluções para alavancar a circularidade):
Wenew: ecossistema de Economia Circular, que evita que os resíduos plásticos sejam descartados de forma inadequada e os reintegra à cadeia de valor.
Portfólio para aplicações com alta performance: cosméticos, embalagens rígidas e flexíveis, eletrodomésticos e itens domésticos.
Produtos com certificação ISCC: produzidos via balanço de massa com origem em plásticos pós-consumo (PCR) ou outros tipos de resíduos como óleo de cozinha
usado (UCO).
Lançamentos:
MDO: portfólio completo de resinas para soluções MDO (Machine Direction–Oriented), incluindo opções com I’m green™ bio-based na composição, que oferece mais sustentabilidade e reduz a pegada de carbono do produto.
Não-tecidos: polietileno de alta densidade, com origem renovável, para produtos de higiene como fraldas e outras soluções que envolvem a aplicação de fibras.
Medcol: polietileno de baixa densidade de base biológica para aplicações farmacêuticas (blow-fill-seal).
EVA 21%: EVA de origem renovável com 21% de acetato de vinila, ideal para solados e palmilhas de calçados.
Impulsionando soluções inovadoras: serviços da Braskem para multiplicar ideias inovadoras
Avanços do Cazoolo em design para reciclabilidade e soluções em embalagens circulares
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Mulheres transformam plástico, circularidade do PVC e grife lança bolsas de sacolas plásticas
Oficina ensina reciclagem de plástico e gera renda feminina
As participantes da Oficina para Reciclagem de Plásticos
Entre os dias 8 e 12 de setembro, na Ilha de Itaparica, recebeu a formação da Oficina de Transformação de Plástico para mulheres. As participantes da ação aprenderam a montar mobiliários com peças vindas da reciclagem de plástico, como o PP (polipropileno), material presente em baldes, bacias, cadeiras e mesas.
Sob a coordenação do professor Paulo Gomes, da Escola de Belas Artes, a atividade contou com o apoio da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Gomes é o idealizador do maquinário utilizado na oficina.
Nesse sentido, o professora comenta: “O maior desafio foi construir um maquinário, que fosse de fácil manuseio. Acessível para qualquer pessoa sem qualificação técnica prévia.”
Mais do que ensinar técnicas, a iniciativa fortalece o protagonismo feminino e abre caminhos de autonomia e renda para as participantes e suas famílias.
Além disso, cria oportunidades para os catadores de Vera Cruz, que agora fornecem materiais à oficina, tornando-se parte de uma cadeia produtiva que une inclusão social e preservação ambiental.
De acordo com Adriana Muniz, gerente de ASG do Village Itaparica, o projeto evidencia a viabilidade de combinar sustentabilidade com impacto social.
Diante disso, ela destaca: “Mais do que reciclar, estamos criando caminhos de autonomia e renda para mulheres da comunidade e valorizando o trabalho dos catadores. Essa rede de cooperação nos ensina que o desenvolvimento sustentável acontece quando todos crescem juntos.”
Como parte do programa “Da Natureza ao Recomeço”, a iniciativa acontece no Centro de Sustentabilidade do Village Itaparica, em colaboração com o negócio social Zro e a Universidade Federal da Bahia.
IBPVC apoia webinar sobre circularidade do PVC
O IBPVC (Instituto Brasileiro do PVC), que representa oficialmente a cadeia de valor do material, esteve entre os apoiadores do webinar realizado pela Mesa Latino-Americana do PVC – Vinila, na última semana, com o tema “Casos de sucesso internacionais para a circularidade do PVC”.
O evento recebeu especialistas da Europa e da África do Sul, que compartilharam experiências bem-sucedidas sobre a circularidade de plásticos, em foco o PVC. Dessa forma, contribuíram para informar o setor e, ao mesmo tempo, estimular novas iniciativas.
Durante sua participação, Charlotte Röber, do VinylPlus Europa, explicou o compromisso assumido pela região nos anos 2000, direcionado à sustentabilidade. Hoje, segundo ela, a entidade desenvolve 12 ações específicas e mantém 39 compromissos mensuráveis, reportados anualmente em relatório.
Com isso, os dados e resultados são disponibilizados ao mercado. Para Röber, as bases desse trabalho estão nas parcerias e no engajamento, que buscam reduzir emissões e atender às normas vigentes de produção e comercialização do PVC.
Enquanto isso, a representante do Recovinyl, Ingrid Verschueren, explicou a iniciativa criada pela indústria europeia para consolidar e ampliar o fornecimento contínuo de resíduos de PVC pós-consumo e pós-industrial reciclados na Europa.
Além disso, ela destacou que, atualmente, o Recovinyl monitora, verifica e relata as tonelagens de reciclagem de PVC europeu. Por meio do RecoTrace, também acompanha o uso do PVC reciclado em toda a região.
Telfar Clemns lança coleção de bolsas inspirada em sacolas plásticas
Modelos para a nova coleção marca de grife Telfar Clemns,
A marca de grife Telfar Clemns, inovou ao lançar uma coleção de sacolas plásticas, banidas em Nova York desde 2020. O lançamento propõe provocar consumidores e fashionistas a refletirem sobre quanto tempo uma identidade pode, de fato, se manter ligada a um produto ou marca, assim como as sacolas plásticas.
Ao completar 20 anos de trajetória, a etiqueta de moda agênero lançou o modelo Plastic Bag, em nylon revestido, por US$ 195 (aproximadamente R$ 1.058). Em 2020, Nova York proibiu o uso de sacolas plásticas para conter impactos ambientais. Naquele mesmo ano, a etiqueta anunciou que deixaria o ritmo convencional de temporadas.
Diante disso, em comunicado à imprensa, a marca ressalta: “A cidade mudou porque as sacolas são descartáveis — nós saímos porque nunca fomos —, mas o plástico é para sempre.”
Sendo assim, a Plastic Bag segue as proporções de uma tote tradicional, com alças elásticas e disponível apenas nos tamanhos M e L. No site oficial, das 15 variações lançadas, restam apenas sete à venda.
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Cada minuto em que uma máquina permanece parada custa caro à indústria de plásticos. No setor de moldagem por injeção, esse problema tem nome: downtime elevado. Muitas linhas de produção perdem até 20% do tempo com essas paradas não planejadas.
A interrupção inesperada afeta diretamente a produtividade e os custos da operação do plástico. Isso porque, além de atrasar entregas, o downtime elevado compromete a confiabilidade da linha e pressiona equipes a lidar com situações de alta tensão.
Quando os equipamentos param, mesmo por pequenas falhas, toda a linha de produção sofre, e o efeito cascata compromete o desempenho geral da fábrica. Mas você sabe como identificar se sua empresa tornou-se refém desse inimigo?
Sinais de que sua empresa sofre com downtime elevado
O primeiro sinal que você pode notar aparece no dia a dia da produção. Se suas máquinas e linhas de produção param repetidamente, ou os operadores passam mais tempo solucionando problemas do que produzindo. Se o número de paradas cresce mês a mês, a empresa precisa investigar as causas e avaliar se o downtime se tornou uma barreira para a operação.
Outro indicativo claro aparece no aumento de custos indiretos. Empresas que dependem de linhas contínuas de produção sentem o impacto do downtime no desperdício de matéria-prima, no consumo extra de energia para reinicializar máquinas e no retrabalho de peças defeituosas.
Sendo assim, quando os relatórios financeiros mostram despesas crescentes ligadas a falhas operacionais ou baixa produtividade, a fábrica não apenas enfrenta paradas, mas sofre para controlá-las.
Em terceiro lugar, o downtime gera o atraso constante em entregas. Quando a empresa envia produtos fora do prazo ou remaneja pedidos com frequência, ela perde credibilidade e confiança no mercado. Linhas de produção que não cumprem cronogramas consistentes mostram que o downtime não ocorre ocasionalmente, mas domina o planejamento logístico.
Em quarto lugar, o downtime pressiona equipes e operadores. Funcionários sobrecarregados lidam constantemente com falhas, ajustes manuais e retrabalho, reduzindo a produtividade e aumentando a chance de erros.
Assim, quando o clima organizacional reflete frustração com paradas constantes, fica evidente que a empresa não apenas enfrenta o downtime, mas depende dele para organizar o dia a dia.
Por fim, a ausência de indicadores claros de manutenção e monitoramento evidencia o problema. Empresas que não medem o tempo de máquina parada, a frequência de falhas e o tempo de resolução subestimam o impacto do downtime.
Interrupções constantes pressionam equipes e afetam resultados
Sem controle rigoroso e dados confiáveis, a empresa dificilmente reage de forma proativa e permanece refém de interrupções que prejudicam produtividade, aumentam custos e comprometem a competitividade.
O downtime elevado revela muito sobre a saúde operacional de uma empresa. Linhas de produção que param com frequência, atrasos em entregas e equipes sobrecarregadas indicam que a empresa se tornou refém de interrupções que afetam produtividade, custos e credibilidade no mercado.
Mais do que problemas isolados, esses sinais mostram que o downtime impacta toda a cadeia produtiva. Ele interfere no planejamento, pressiona pessoas e compromete resultados, deixando claro que, quando as paradas se tornam rotina, a operação inteira sofre consequências diretas e duradouras.
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Seis em cada dez brasileiros consideram o plástico indispensável
De acordo com a nova pesquisa da Nexus, encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo), seis em cada dez brasileiros consideram o plástico indispensável no dia a dia.
O levantamento aconteceu em todas as regiões do Brasil, e unanimemente obteve-se uma percepção positiva do plástico. Sendo assim, 61% dos brasileiros afirmaram que é impossível
evitar o uso de embalagens. Enquanto isso, metade da população ressalta que este material ajuda na conservação dos alimentos e contribuem para a saúde das pessoas.
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Já, nos recortes específicos, os idosos, os moradores das regiões Norte e Centro-Oeste e as pessoas com menor escolaridade valorizam mais a importância do plástico em seu dia a dia.
Além disso, 22% da população já destinam as embalagens plásticas de forma específica, seja por meio de doação ou pela retirada feita por empresas especializadas.
Nesse sentido, a indústria do plástico mantém sua posição como pilar da economia nacional, alcançou R$ 123 bilhões em faturamento apenas em 2024 e produziu 7,4 milhões de toneladas no ano. A pesquisa ainda revela que, para 9 em cada 10 brasileiros que separam resíduos, o plástico é o material mais reciclado.
Em março, a Nexus conduziu, sob solicitação do Sindplast, este estudo de alcance nacional por meio de entrevistas telefônicas.
Com isso, ao todo, 2.009 participantes, com idade mínima de 16 anos, responderam ao questionário em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Dessa forma, visando assegurar precisão estatística, a pesquisa estruturou-se com uma margem de erro de dois pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
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Haitian conquista o Prêmio Total Quality e agradece clientes e parceiros pelo sucesso
Pela primeira vez, a Haitian, uma empresa referência na fabricação de máquinas de moldagem por injeção, ganhou o Prêmio do Instituto Total Quality. O prêmio reconhece a excelência em produtos e serviços, e reforça o compromisso da marca em oferecer soluções inovadoras.
Sendo assim, o Instituto Nacional de Excelência de Gestão de Qualidade Total Quality atua há anos como referência na promoção das melhores práticas de gestão e inovação no Brasil. A organização se dedica a reconhecer empresas que se destacam pela seriedade no atendimento. Bem como, pelo comprometimento com a qualidade de seus produtos e serviços e pela busca constante por melhorias.
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Sendo assim, os critérios de premiação incluem: eficiência operacional, inovação tecnológica, impacto positivo no setor em que a empresa atua e credibilidade junto a clientes e parceiros. Dessa forma, o prêmio se consolida como uma das distinções mais respeitadas do mercado, celebrando organizações que vão além do padrão e estabelecem novos referenciais de excelência.
A Haitian, portanto, recebeu os selos: “Empresa Qualificada com Padrão de Qualidade Internacional”, “Top of Quality Gold International” e “100% Qualidade Verificada 2025.”.
Além disso, estes selos reforçam a credibilidade da marca no mercado e a confiança de seus clientes nas soluções em injetoras. E, além disso, demonstra que a Haitian mantém um padrão de excelência em todos os processos, desde o desenvolvimento das máquinas até o suporte pós-venda.
Embora a lista tenha sido divulgada, a cerimônia para entrega do prêmio acontecerá no dia 15 de Dezembro de 2025, em uma solenidade, em São Paulo.
O percurso da Haitian até a premiação do Instituto Total Quality
A presença da Haitian no Brasil começou há mais de duas décadas, marcada por investimentos em tecnologia. Dessa forma, durante todo esse período, a empresa construiu uma história sólida, baseada em confiança, inovação e resultados consistentes.
De acordo com a evolução da empresa no país, a trajetória acompanha o crescimento da indústria nacional de transformação plástica. Sendo uma subsidiária integral do maior fabricante mundial de máquinas de moldagem por injeção.
Em relação às vendas unitárias, a Haitian Brasil trouxe ao mercado local tecnologia de ponta com excelência em serviços.
Graças a força de credibilidade de uma marca global, a Haitian apoia todas as indústrias de processamento de plásticos. Desse modo, fornece máquinas altamente eficientes das marcas Haitian e Zhafir.
Nesse sentido, a Haitian se consolidou como uma parceira estratégica para empresas de diferentes portes e segmentos. Afinal, traz flexibilidade na fabricação das máquinas, e com isso alcançou mais este reconhecimento.
Haitian celebra o Prêmio Total Quality e agradece clientes e parceiros pelo sucesso
A Haitian reforça a importância de seus clientes e parceiros para alcançar o Prêmio do Instituto Total Quality. Isso porque, por meio dessa confiança mútua a empresa mantém sua trajetória de crescimento.
Com apoio e confiança a Haitian consegue ampliar sua relevância no mercado e fortalecer o compromisso de entregar soluções que unem tecnologia, eficiência e excelência em serviços.
Portanto, reconhece que mais esta conquista nasceu de um esforço coletivo, no qual clientes e parceiros caminham lado a lado e compartilham os mesmos valores.
Assim, a Haitian celebra com orgulho a conquista do Prêmio do Instituto Total Quality, e continua trabalhando com dedicação para honrar o reconhecimento, clientes e parceiros. Cada inovação implementada, cada processo aprimorado e cada máquina entregue reforça o compromisso da empresa em continuar impulsionando o mercado.
Haitian e outras líderes recebem Prêmio do Instituto Total Quality
Além disso, o instituto também premiou outras empresas. Sendo assim, veja abaixo a lista com a Haitian, outras empresas também receberam o prêmio. Confira no site oficial a lista completa.
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Confiança do empresário industrial segue baixa em setembro de 2025
Em mais uma edição do ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), a CNI (Confederação Nacional da Indústria), revelou que o empresário industrial permanece sem confiança. Sendo assim, em setembro de 2025, o ICEI registrou 46,2 pontos, e considerado estável se comparado a agosto (46,2), o pior resultado do ano.
Com isso, o indicador soma nove meses seguidos sem confiança, ou seja, abaixo de 50 pontos que separa a confiança da falta de confiança. Isso significa um pessimismo dos empresários da indústria.
Diante disso, o desempenho aponta para uma combinação de sinais opostos. Isso porque a percepção sobre as condições atuais recuou 0,7 pontos e chegou a 41,9 pontos. Dessa forma, indica deterioração tanto na avaliação das empresas quanto da economia brasileira. Enquanto isso, o Índice de Expectativas avançou levemente (0,5 ponto), para 48,3 pontos.
Diante disso, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, comenta sobre a passagem de mês e o comportamento do ICEI. Em uma avaliação feita no site oficial da Confederação, Azevedo pontua: “A expectativa melhorou um pouco na passagem de agosto para setembro, mas o diagnóstico segue sendo o mesmo.”
Em seguida, completa: “De uma perspectiva negativa de economia brasileira e uma moderação nas expectativas para as próprias empresas.”
Ainda, o gerente explica que em relação às expectativas ela segue pessimista no que se refere a economia brasileira. No entanto, seguem moderadas quando se fala da economia com a pŕopria empresa.
Já no que diz respeito aos motivos para este resultado, aparece em destaque a taxa alta de juros. Sendo assim, a falta de confiança dos empresários impacta diretamente o comportamento futuro da empresa. De modo que, ocorre uma diminuição nos investimentos, produções e contratações, e interfere de forma mais potente pois perdura há nove meses.
Para este mês, a CNI consultou 1.150 empresas: 460 de pequeno porte; 418 de médio porte; e 272 de grande porte, entre os dias 1º e 5 de setembro de 2025.
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