Uma oportunidade para as empresas se modernizarem está com a aplicação da Indústria 4.0, conhecida como a Quarta Revolução Industrial, em que a internet é a principal aliada, tendo como base a utilização de menor força física dos empregados e mais força intelectual, através do uso das novas tecnologias.
Com as diversas transformações que a Indústria 4.0 e suas tecnologias podem trazer, o cenário de internet industrial passa por diversos ambientes para gerar negócio, desde o chão de fábrica, até a logística e a venda. As empresas, passam por um processo de transição, onde no Brasil essa nova tecnologia está sendo implantada aos poucos. Para muitas pessoas, o tempo agora é de pensar sobre os novos negócios, buscando assim agregar valor às empresas e se adaptar as mudanças do mercado.
Além do processo que envolve a produção, muitas empresas estão investindo em usos de aparelhos que contribuem para o aumento da competitividade no mercado, a geração de lucro, a redução de custos, além do ganho de eficiência. O processo então conecta plataforma móveis e aplicativos.
O avanço no mercado que envolve o digital mostra a importância de divulgar a marca e seu valor para o público através da internet. Uma maneira de se pensar em introduzir a Indústria 4.0 no seu processo produtivo, sem não deixar de lado o processo de vendas, é com a publicidade no mercado online. A divulgação de uma marca na internet revela números cada vez maiores, e a cada dia atrai empresas que desejam ter presença digital.
Exemplo disso é o Plástico Virtual, que através do meio digital auxilia na divulgação de empresas, que consequentemente podem conseguir novos negócios, pois o portal serve como uma plataforma que aumenta o Networking e a visibilidade das marcas, e mantém seus clientes informados com notícias, dicas e novidades do mercado.
Por isso, grandes empresas, estão se preocupando não só com a produção e o ‘chão de fábrica’ como também com a divulgação na internet e entendem a importância da conectividade para a geração de negócios. Usando as tecnologias, os processos se tornam facilitados e as empresas ganham uma forma de sobreviver e se destacar em um mercado competitivo.
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Atualmente a indústria de material plástico é a que mais cresce no sul do Rio de Janeiro e só o município de Três Rios, localizada no centro-sul fluminense possui 25 unidades. No total são 37 unidades industriais em toda região.
As fábricas chegaram em 2009, atraídas por uma política de incentivo fiscal e a boa localização do munícipio, uma cidade próxima ao estado de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e do próprio Rio de Janeiro, totalizando por todos esses fatores, mais de 1,7 mil pessoas empregados no setor. E contratando mais funcionários, em torno de 20 colaboradores.
Hoje a fábrica conta com 50 funcionários e de acordo com o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio de Janeiro, o segmento é o segundo que mais cresce no Sul do estado, ficando atrás somente do setor alimentício.
Com isso muitas empresas se instalaram no munícipio, como a que fabrica forro de PVC e está há oito anos no mercado, começando com oito funcionários e uma única linha de produção. De lá para cá a empresa expandiu e além do forro, eles passaram a fabricar portas sanfonadas e estão se preparando para produzir tubos.
A única dificuldade dos empresários é encontrar mão de obra especializada. Incialmente a empresa teve que trazer de fora e posteriormente foram treinando mão de obra dentro da empresa, até porque com o crescimento do setor e a chegada de novas indústrias, o Senai vai oferecer o primeiro curso de operador de processos industriais para transformador de plástico.
O instrutor do curso Luís Carlos disse que o aluno sairá com o aprendizado do curso no uso das máquinas e no conhecimento do plástico, por isso para quem se interessar, o curso começa em agosto no Senai da cidade.
Maiores informações sobre a capacitação podem ser obtidas pelo telefone 0800 0231 231.
Fonte: G1
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Do dia 09 a 13 de maio, aconteceu a EXPOMAFE 2017 – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial, no São Paulo Expo Exhbition & Convention Center, em São Paulo, iniciativa ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e organização Informa Exhbitions.
A maior feira industrial e de tecnologia da América Latina contou com diversas atrações, como o primeiro sistema de visão totalmente personalizável para a indústria. Essencial nos processos de controlar linhas de produção com alta precisão, velocidade, repetibilidade e consistência, apresentando avanço de desempenho, flexibilidade e facilidade de integração. Chamado de sistema de visão In-sight 7000, o lançamento executa inspeções rápidas e precisas que acompanham o ritmo crescente de velocidade, enquanto seu formato compacto se encaixa facilmente em espaços limitados.
Outro fator que também aumentará a produtividade, são os robôs que manipulam peças em 1/3 de segundo. Como o robô IRB 910SC, da linha SCARA, rápido, econômico e preciso, ele foi projetado para atender uma grande variedade de aplicações que requerem movimentos rápidos e repetitivos, tais como manuseio, carga/descarga de máquinas, paletização, despaletização e montagem de componentes.
Novas tecnologias de corte a plasma que reduzem custos operacionais, também foram lançadas na Feira, como a plataforma de plasma X-Definition, novidade disponível pela primeira vez em um sistema de 300 amperes, denominado XPR300 e que promete reduzir pela metade os custos operacionais, além de possibilitar a realização de perfurações mais profundas e aprimorar a qualidade do corte em aço-carbono, aço inox e alumínio. E o novo conceito de segurança para a indústria, que reduz custos com sensores integrados, como a linha Safety, composta por um conjunto de sistemas que ajudam a reduzir o risco de acidentes no chão da fábrica e podem ser integrados ao controle de cada equipamento já instalado.
Guias lineares 20% mais leves também ganharão espaço no chão das fábricas, por permitirem que equipamentos e métodos de produção passem a funcionar com mais qualidade e efetividade. Na feira foram apresentadas guias lineares da série PU/PE, isso porque parte dos modelos são feitos de resina, apresentando baixo atrito e menor ruído, além de uma estrutura projetada para evitar a geração de poeira.
O Seminário Internacional – Protocolo de Comunicação para Indústria 4.0 que é um tema importante para o mercado e que traz à tona a tecnologia, também foi um assunto muito discutido na feira. O seminário teve como objetivo discutir as tecnologias de coleta e transmissão de dados entre máquinas e equipamentos, assim como a utilização dos mesmos para armazenamento, processamento e análise.
Sem contar linhas de ferramentas e acessórios para trabalho em altura, controle e planejamento virtual da produção na indústria, tecnologia de impressão 3D e os novos lançamentos, destaques e parcerias que aumentaram ainda mais a visibilidade e credibilidade da feira, garantindo que os próximos eventos também sejam de sucesso.
Graças ao investimento em tecnologia de grandes multinacionais ligadas ao mundo da química, sofisticados plásticos de engenharia ganharam propriedades com maior resistência mecânica, térmica, à corrosão e ao fogo e apresentaram menor peso, emitindo pouca fumaça, tecnologia como essa, que faz o avião, por exemplo, ser o segundo meio de transporte mais seguro do mundo.
Para começar, um dos mais novos modelos do mercado da aviação comercial, prometem teto alto e janelas maiores, fazendo você esquecer aquela sensação de entrar em um lugar apertado, tudo devido a maior revolução de design aéreo desde os anos 20, quando os aviões de madeira deram lugar ao alumínio: a fuselagem feita de plástico. Fabricadas em Seattle – EUA, elas contêm o grande trunfo do peso.
Novos aviões batizados de 787, desenvolvidos pela companhia norte-americana Boeing, vem sendo construindo com um tipo de plástico misturado com fibra de carbono, 40% mais leve do que o alumínio. O resultado disso é uma economia de combustível que pode chegar a 25% em comparação aos outros aviões do mercado.
Outra companhia que vem apresentando esse avanço foi a Embraer. Antigos modelos contavam com 8% de plásticos reforçados no peso de sua estrutura. A linha de modelos chegou ao mercado com 10%. Essa porcentagem evoluiu para 13% nas linhas 170 e 190. E os novos modelos da empresa, os jatos executivos Phenom, que estão em fase final de desenvolvimento, possuem 16%.
Em um centro de testes em Manchester – Inglaterra, cientistas mostram como esse composto tão moderno é fabricado. As fibras de carbono são dispostas em camadas quase como um tecido. Depois tudo é endurecido com resina plástica, e equipamentos que medem o chamado Ponto de Ruptura, ou seja, medem a resistência do material, são utilizados, mostrando que enquanto o alumínio suporta no máximo 700kg, o composto de plástico e carbono aguenta um peso 10x maior.
E para completar esse material ultra resistente ainda oferece um bônus invisível, pois quando a cabine é pressurizada, o casco de alumínio dos aviões tradicionais se expande ligeiramente, forçando os rebites, e isso com o tempo vai gerando um estresse na fuselagem. Com os aviões feitos por composto de plástico e carbono, a resistência da fuselagem é maior, então a cabine pode receber o dobro de ar pressurizado. Garantindo a segurança dos passageiros que também relatam menos cansaço durante os voos.
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Recentemente, campanhas e discussões alertando sobre o uso de canudos plásticos, que são utensílios muito utilizados para o consumo de bebidas, tem sido presente nas redes sociais. Esse item representa 4% do lixo plástico mundial e países como os Estados Unidos chegam a utilizar mais de 500 milhões de canudos de plástico por dia.
Os canudos de plásticos não são biodegradáveis, e possuem utilização rápida para as pessoas, mas para o meio ambiente, podem levar séculos para desaparecem.
Campanhas como #RefusePlasticStraws e #PlasticPollutes, presentes nas redes sociais, começaram a alertar sobre esses itens que para muitas pessoas pode ser dispensável, com exceção para pessoas doentes que possuem dificuldade para beber e por isso necessitam dos canudos.
Enrique Estrela, especialista em Marketing e meio ambiente da Verdes Digitales, acredita que “os dados nos indicam que os canudos são um resíduo generalizado em nível mundial, já que representam 4% do lixo plástico e levam até mil anos para se decompor”. Além disso, “muitos desses canudos vão para o mar e estima-se que 90% das espécies marinhas tenham ingerido produtos de plástico em algum momento”.
O ‘The Last Plastic Straw’, também participa da campanha e informa as pessoas sobre como mudar as práticas das empresas para o uso indiscriminado dos canudos de plástico.
Estrela ainda acredita que “se realmente for feita uma forte campanha sobre os canudos, com apoio da sociedade, é muito provável que as empresas mudem sua concepção de uso do produto e tendam a criar canudos biodegradáveis ou que não produzam resíduos”, afirma.
Para o especialista em meio ambiente, a inovação pode ser uma saída. “Para as empresas deve ser fundamental ser socialmente responsável e apostar na inovação. E a redução do uso dos canudos e a melhora de seus processos produtivos será algo a se levar muito em conta se a pressão social tornar isso evidente”, diz.
Fonte: EL PAÍS Brasil
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Um levantamento realizado no ano de 2016 apontou que o setor brasileiro de materiais compósitos, que é um tipo de plástico de alta performance, teve uma queda de 4% em relação ao ano anterior, com faturamento de R$ 2,550 bilhões. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
Os compósitos são materiais que resultam da combinação entre polímeros e reforços e são conhecidos por sua resistência mecânica e química. Podem ser encontrados em mais de 50 mil aplicações em todo mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
O presidente da ALMACO, Gilmar Lima, conta que o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. “Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de, praticamente, todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos”, comenta.
O estudo da ALMACO aponta que das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, a divisão é a seguinte: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil), e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
Esse levantamento aponta novidades com alguns dados da América Latina. Conforme o estudo, os setores que mais consomem esses materiais é o de saneamento/corrosão (32%), construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%).
Para 2017, de acordo com a pesquisa da ALMACO, a situação continua em baixa. O faturamento previsto do setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões, com nova queda de 4%, e o consumo de matérias-primas deve reduzir 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.
Fonte: Redação - Agência IN
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Um assunto que traz à tona a tecnologia é a “Indústria 4.0”, que começou a ser debatida no Brasil. Esse processo atua como uma modernização do processo produtivo, com equipamentos automatizados, que como resultados gera a redução de custos, utilização mais eficiente de recursos, e outros processos.
As tecnologias como a “Internet das Coisas”, Big Data, digitalização e virtualização, mostram uma revolução tecnológica no mercado. Uma pesquisa da Accenture apontou que o uso de tecnologias ligadas à internet das coisas nos diversos setores deverá impactar o PIB (Produto Interno Bruto) em proximamente US$ 39 bilhões até 2030.
O consultor especializado em Indústria 4.0, Paulo Roberto dos Santos, conta que o Brasil não tem uma entidade que orquestre sua aplicação de forma global. “Apesar dessa falta de apoio, as empresas brasileiras já têm, na prática, todas as condições para a implantação da manufatura avançada”, explica.
Paulo Roberto ressalta que as indústrias devem planejar uma ação que estabeleça uma metodologia para a transição. “Para a Indústria 4.0 ser concebida, é necessária a digitalização de toda a cadeia de valor para fazer a informação fluir de forma automática. O próximo passo é investir na modernização da linha de produção, utilizando tecnologias para automação que já estão disponíveis no mercado brasileiro”, conclui.
No setor plástico, algumas empresas já passaram a investir nas novas tecnologias, como no uso de injetoras plásticas. O assunto também vem sendo debatido em diversas feiras do segmento, como na Plástico Brasil, que aconteceu no mês de março e abordou o assunto com seminários para os visitantes.
Fonte: Novo Momento
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Na última semana, foi descoberta uma larva capaz de comer polietileno, um dos materiais plásticos mais resistentes, utilizado em embalagens e conhecido como PET. Trata-se da larva da traça grande da cera, também conhecida como a traça do favo do mel.
Com o acúmulo de materiais plásticos jogados no oceano, essa larva poderá auxiliar no processo de biodegradação desse poluente que pode levar séculos para se decompor no meio ambiente e é responsável pela produção de cerca de 80 milhões de toneladas de polietileno produzidas no mundo, segundo estimativas de pesquisadores que participaram do estudo da revista americana Current Biology. Além disso, cientistas acreditam que possa haver até 100 milhões de toneladas de materiais plásticos nos oceanos.
“Os dejetos plásticos são um problema ambiental mundial, sobretudo o polietileno, particularmente resistente e que muito dificilmente se degrada naturalmente”, explicou a cientista Federica Bertocchini, do Centro Espanhol de Pesquisa Nacional (CSIC), autora da descoberta desta larva, a “Galleria mellonella”, conhecida como traça da cera.
Essa larva foi criada para servir como isca para pesca, e é um parasita das colmeias que se alimenta da cera das abelhas em toda a Europa.
Os cientistas puderam perceber com essa descoberta que o processo é rápido. Em uma experiência feita com um saco plástico de um supermercado no Reino Unido, que foi exposto a uma centena das larvas, os insetos destruíram o plástico em menos de uma hora.
Os responsáveis por essa descoberta acreditam que a larva da traça da cerca não somente ingere o plástico, como também o transforma, ou faz a quebra quimicamente, com uma substância produzida por suas glândulas salivares.
“Uma das próximas etapas será tentar identificar esse processo molecular e determinar como isolar a enzima responsável” explicaram os autores.
Segundo Paolo Bombelli, um dos principais coautores deste trabalho, “essa descoberta poderia ser uma ferramenta importante para eliminar os dejetos de plástico polietileno que se acumulam nos lixões e nos oceanos”.
Fonte: ISTOÉ
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Colaboradores da montadora Audi, da divisão de tintas da BASF e da empresa de materiais Covestro, formaram uma equipe de projetos onde pela primeira vez, um clearcoat contendo endurecedor de base biológica foi aplicado aos corpos de teste do Audi Q2 sob condições reais de produção. Trata-se do clearcoat, desenvolvido pela BASF, que utilizou o endurecedor de base biológica Desmodur® eco N 7300 da Covestro. Este produto é responsável por formar uma camada superior do sistema de revestimento automotivo, dando resistência a arranhões, brilho e proteção.
Essa inovação foi projetada para reduzir o consumo de energia e as emissões de CO2 na produção, além do consumo de recursos fósseis. Cerca de 70% do teor de carbono do endurecedor é composto por matérias-primas renováveis.
"O uso de matérias-primas de base biológica em tintas automotivas ainda está nos estágios iniciais", afirma Thomas Heusser, diretor de Materiais e Engenharia de Processos da Audi. "Entretanto, a aplicação do novo clearcoat em nossas máquinas atendeu todas as nossas especificações com resultados promissores. Com este projeto a Audi assume um papel pioneiro neste campo na indústria automotiva”, considera.
O diretor de desenvolvimento de clearcoat e topcoat da BASF, Matthijs Groenewolt ressalta os benefícios. "Nosso novo clearcoat ajuda nossos clientes a alcançar suas metas de sustentabilidade, sem comprometer a qualidade e o desempenho", afirma.
A Covestro, que é reconhecida como uma das maiores empresas de polímeros do mundo focados na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para diversos produtos.
O Audi Q2 revestido com o novo clearcoat foi exibido no European Coatings Show 2017, realizada na última semana, em Nuremberg, Alemanha.
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Atualmente a inovação é o motor da competitividade e o setor de embalagens anda atento a essa tendência, que mais do que uma necessidade, é uma questão de melhoria na rentabilidade e sobrevivência no mercado, até porque elementos visuais como as cores, o layout, o formato da embalagem e a maneira que são expostos são fatores que motivam a compra de um produto.
O uso de novas tecnologias em embalagens foi um movimento crescente nos últimos anos, por trazer praticidade e conveniência ao consumidor, e ainda aumentar o prazo de validade dos produtos, como é o caso da tecnologia resselável (abre e fecha), um material “microondável” que pode ser aquecido no microondas ou ser levado ao forno, possibilitando o cozimento do alimento na própria embalagem.
Outra tendência é a redução do tamanho das embalagens e o aumento das porções individuais, com várias opções de produtos em quantidade menor e embalagens consideradas econômicas, para pessoas que moram sozinhas e querem evitar o desperdício. A busca por hábitos saudáveis também influencia na fabricação de produtos inovadores, a fim de contribuir com a saúde e o bem estar do consumidor, transformando as embalagens desses produtos comuns em embalagens especiais, melhorando a qualidade, com o design mais moderno e colorido.
Pode-se inovar de várias formas, com o aumento de vida do produto na prateleira, mas também o aumento de proteção e segurança, mantendo o produto fresco por mais tempo, tornando a embalagem mais prática e funcional, melhorando a reutilização e a reciclagem, a apresentação e a contextualização da embalagem ao estilo de vida do usuário e sendo sustentável ou de fonte renovável.
A surpresa e a viabilização de embalagens cada vez mais personalizadas tem o poder de atrair imediatamente o olhar do consumidor, e vantagens, para que ele supre suas necessidades e prossiga comprando.
Parceria Plástico Virtual e InnovaPack
A parceria do Plástico Virtual com a Innovapack, que é um encontro focado em tendências, design e inovação para embalagens de alimentos e bebidas, revela a importância de informações e novidades do segmento de embalagens plásticas para o leitor. O portal expõe notícias, dicas, curiosidades e novidades para o setor. Acesse www.portalplasticovirtual.com.br ou assine nossa newsletter e receba informações do setor do plástico https://plasticovirtual.com.br/newsletter/
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