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O que é politetrafluoretileno (PTFE)?

O PTFE (Teflon) é um polímero fluorado, e o flúor assim como outros elementos da coluna dos halogênios possui a propriedade de retardância de chama. Mas o fato de não propagar fogo é apenas uma das excelentes características deste material.

As altas forças intermoleculares geradas pela presença de grandes átomos de flúor, além de dar rigidez à macromolécula, dificultando mudanças de conformação, promovem alta estabilidade térmica, baixo coeficiente de atrito e inércia química. O PTFE só não é um polímero adequado para uso em altas temperaturas como também em baixas, tendo propriedades mecânicas úteis em temperaturas criogênicas até -260°C.

O PTFE é considerado um plástico de alto desempenho, estando um degrau acima dos plásticos de engenharia como as poliamidas e o poliacetal. O PTFE possui viscosidade muito alta, o que impede de ser processado da mesma forma que outros termoplásticos (por injeção, extrusão), sendo necessária à sua utilização na forma de pó, para compactação em molde e sintetização a altas temperaturas.

Características do PTFE

Alta resistência química, baixa constante dielétrica e fator de perda, propriedades mecânicas úteis mesmo em temperaturas criogênicas, baixa resistência à tração e a fluência e antichama.

Aplicações

Cobertura de estádio, fita verde-rosca, revestimento de frigideira, gaxetas, componentes em graxas, piercing, revestimento de tubulação, válvulas, tubos que substituem veias humanas, entre outros.

Cana-de-açúcar é o ingrediente renovável testado na fabricação

A sustentabilidade em alta com o intuito de utilizar as diversas matérias-primas renováveis que o meio ambiente proporciona e, com intenção de desenvolver outra ação de trabalho sustentável é que a Braskem, maior petroquímica das Américas, iniciou parceria com a Haldor Topsoe, especialista dinamarquesa em catalisadores, para construir uma fábrica em miniatura para testes de viabilidade de produção em grande escala do componente monoetilenoglicol (MEG), que é um dos principais ingredientes do PET.

A Braskem está em fase de testes com o processo químico renovável que pode fazê-la entrar em um novo segmento de mercado, o de insumos para plásticos PET, que são muito utilizados em garrafas de bebida e possui uma demanda global de milhões de toneladas por ano.

A unidade de teste terá suas operações iniciadas na Dinamarca em 2019, e ocupará uma área de cerca de 100 metros quadrados, e uma altura equivalente de dois a três andares, falou à Reuters Gustavo Sergi, o diretor de químicos renováveis da Braskem, sem revelar qualquer valor de investimento. "Não trabalhamos ainda com MEG, já trabalhamos com PET há 10 ou 15 anos, mas agora podemos avaliar a decisão se nos aprofundamos na cadeia do PET", disse Sergi.

O MEG atualmente produzido a partir do petróleo ou gás natural, e a empresa indiana India Glycols fabrica a partir do etanol, enquanto o Brasil é um importador do produto. No ano de 2015 as compras de MEG pela Índia somaram cerca de 100 mil toneladas, relatou. Sergi calcula que a demanda do mercado mundial por MEG está entre 25 e 30 milhões de toneladas anuais, onde 85% é destinado para a produção de PET, que é uma das cinco principais resinas do mundo. O restante é utilizado em aplicações da indústria têxtil, anticongelantes e solventes, afirma Sergi.

A partir de testes de laboratório e pilotos realizados pela Braskem foram demonstrados que o MEG a partir da cana-de-açúcar tem rendimento maior que o obtido a partir do etanol e evitou citar números referentes a isso. "A primeira fase dos testes é usar açúcar vindo de cana, mas o nosso objetivo é ter flexibilidade para a tecnologia, como utilizar açúcar vindo de beterraba e açúcar de segunda geração, proveniente de biomassa", disse o diretor, que citou o açúcar celulósico, que pode ser gerado a partir de resíduos como palha de cana.

A companhia tem uma expectativa de que a decisão a respeito de prosseguir com a construção de uma fábrica em escala industrial, capacitada para centenas de milhares de toneladas ocorra entre 2020 e 2021. O MEG é uma das frentes de desenvolvimento de plásticos produzidos a partir de fontes renováveis desenvolvidas pela Braskem.

Uma fábrica de ‘plástico verde’ que tem produção de eteno e polietileno a partir da cana-de-açúcar foi inaugurada em 2010 em Triunfo (RS), e tem capacidade para 200 mil toneladas anuais. O investimento nessa unidade, desde 2007, já soma em torno de 300 milhões de dólares, e atualmente a fábrica opera com capacidade quase total, pois segundo Sergi, "A demanda por plástico verde é crescente. Exportamos para Ásia, Europa, Estados Unidos e América do Sul. As empresas consumidoras têm metas de redução de carbono junto a governos e os clientes delas também estão demandando".

Aumento de vendas proporciona novos lucros para a empresa

A melhora no desenvolvimento e investimento no mercado contribuiu para o crescimento da Covestro. No terceiro trimestre de 2017, a fabricante de materiais Covestro apresentou o período mais forte da história da empresa, ao manter a tendência positiva com relação aos seis primeiros meses. Ao atingir 491 milhões de euros, a receita líquida da empresa subiu 89,6% com relação ao trimestre do ano anterior e, concomitantemente, o EBITDA foi 50,2% mais alto e as vendas tiveram um crescimento de 16,9% relacionado ao mesmo período do último ano. No total, os volumes subiram 2,6%, o que mostrou um desenvolvimento e desempenho melhor.

A elevação dos preços de venda, especialmente no segmento de poliuretanos, com valor de 18,4% foi responsável pelo impulso nas vendas. O fluxo de caixa operacional livre, o FOCF atingiu 658 milhões de euros, o que representa uma alta de 1,9% também com relação ao mesmo trimestre do ano interior. De acordo a empresa, as vendas, via plataforma online, resultaram em 1 bilhão de euros e uma recompra de ações em até 1,5 bilhões de euros de capital social. Baseada nos resultados sólidos, a Covestro resolveu revisar seu objetivo anunciado para atingir um FOCF acumulado de 5 bilhões de euros até o final de 2021, porém a apresentação de um crescimento acelerado, a nível de grupo, o objetivo foi reiterado para todo o ano de 2017.

O desempenho excelente da empresa é atribuído à grande demanda por parte dos principais clientes da empresa e ao desempenho positivo nas margens, principalmente no segmento de poliuretanos. De acordo com o CEO Patrick Thomas, “Atualmente, estamos desfrutando de um tremendo impulso de crescimento e apresentando recordes de receita, rentabilidade e geração de caixa. Essa extraordinária geração de caixa oferece a oportunidade de retornar quantias significativas de dinheiro aos nossos acionistas antes do esperado, ao mesmo tempo que preservamos a capacidade de considerar as oportunidades de aquisição e por isso decidimos iniciar imediatamente uma recompra de ações para até 1,5 bilhões de euros ou até 10% do capital social em circulação”.

Segundo o Dr. Markus Steilemann, membro do Conselho responsável por marketing, vendas e inovação, “estamos atualizando nossa estratégia para continuar aproveitando da oportunidade geracional que nosso atual impulso oferece. A digitalização será uma parte integral da nossa estratégia corporativa. Queremos oferecer aos clientes uma maneira mais simples e eficiente de comprar nossos produtos básicos. Atualmente estamos desenvolvendo a nova plataforma online, que, segundo nossas projeções, gerará cerca de um bilhão de euros em vendas já no fim de 2019”.

Com um desempenho excelente nos três primeiros trimestres de 2017, a empresa aumentou seus volumes totais em 3,2% com o crescimento da demanda continuada e favorável. Além disso, o FOCF ampliou significativamente para 1,2 bi de euros – tudo isso devido a um acordo de término de controle firmado com a Bayer AG. Com isso, a Covestro deu um passo a mais para a independência total.

Sobre a Covestro

A Covestro é uma empresa líder mundial na produção de polímeros. Com os materiais e aplicações de alta tecnologia, a empresa busca ampliar as fronteiras e cumprir a sua visão de transformar o mundo em um lugar melhor. Os produtos da Covestro são utilizados em diversas áreas da vida moderna, e os principais setores são o automotivo, construção, elétrico e eletrônico, madeira, imobiliário, esporte e lazer.

No trabalho com soluções para os desafios do tempo atual: tornar os veículos mais leves para economizar no uso de combustíveis e consequentemente, contribuir com a natureza. Os sistemas de isolamento protegem os edifícios do calor e frio, visando reduzir o consumo de energia. Além disso, atua no entretenimento digital, com produtos que oferecem funcionalidade, segurança e design perfeito.

Inscrições foram prorrogadas e podem ser realizadas até 31 de janeiro

O curso de Especialização em Tecnologia da Cadeia Produtiva do Biogás, ofertado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e que estava previsto para ter início no fim de 2017, foi transferido para março de 2018, e as inscrições podem ser realizadas até dia 31 de janeiro, com o objetivo de atender maior número de interessados.

A Especialização resultou parceria entre a UTFPR, o Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás) e a Itaipu Binacional. As aulas ocorrerão quase que inteiramente no ambiente virtual e serão iniciadas no dia 19 de março – o curso será semipresencial e contará com quatro encontros no município de Foz do Iguaçu (PR).

Para seleção dos alunos, serão analisados currículos, atividades profissionais e histórico escolar. São 60 vagas e a inscrição para o processo seletivo custa R$ 30. As mensalidades da Especialização podem ser parceladas em até 18 vezes de R$ 334,32.

O conteúdo foi produzido por mestres e doutores com atuação direta na área, e tem o objetivo de atualizar os profissionais que desejam atuar na cadeia energética do biogás. Além disso, os alunos terão a oportunidade de realizar visitas técnicas as unidades de produção do CIBiogás.

De acordo o professor Dr. Thiago Edwiges da UTFPR, idealizador da Especialização, os conteúdos foram elaborados para capacitar esses profissionais, e que todas as disciplinas contemplam todos os processos da cadeia produtiva, e inclui métodos químicos de análises, conversão de substratos, operacionalização de biodigestores e purificação de gases.

O Biogás é um mercado em expansão

Segundo a Associação Brasileira de Biogás e Biometano (ABiogás), o país tem total potencial para uma produção de cerca de 70 milhões de m³ de biogás por dia e estima que o Brasil, em 2030, tenha uma produção média de 30 milhões de m³ por dia. Com a expectativa de aplicação de legislações adequadas e programa de incentivo, como o Renovabio do Governo Federal, a Associação acredita que elas proporcionaram o desenvolvimento deste potencial nos próximos anos e, por consequência, chegue a essa produção estimada.

Mais informações sobre o curso

Com carga horária de 360 horas, o curso de Especialização em Tecnologias de Cadeia Produtiva do Biogás visa atingir profissionais que atuam na área de energias renováveis e interessados em aprofundar seus conhecimentos na área do biogás de forma sistêmica e multidisciplinar que possuam graduação completa. O curso é de modalidade semipresencial e os encontros serão realizados na cidade de Foz do Iguaçu (PR).

As aulas têm início no dia 19 de março de 2018. Para mais informações sobre o curso de Especialização em Tecnologias de Cadeia Produtiva do Biogás, acesse o site www.cibiogas.org/posgraduacao.

Sobre o CIBiogás

O Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável da cadeia do biogás e outras energias renováveis, bem como a visão de estar consolidada até 2018 e ser referência nacional em soluções inovadoras, tecnológicas e de negócios para a cadeia do biogás. A CIBiogás trabalha com valores como cooperação, transparência, comprometimento, inovação, respeito e valorização das pessoas em geral.

Baseada na sustentabilidade e economia circular, a Sea2See incentiva a consciência global

O mundo da moda sempre coloca em pauta a sustentabilidade em todos os seus processos, com o intuito de oferecer soluções criativas e consequentemente evitar o desperdício de materiais que contribuem para a poluição do meio ambiente. Para exemplificar essa preocupação, a Sea2See, uma marca espanhola vem reciclando plástico que resgata dos oceanos e os transforma em óculos de extrema elegância e sofisticação.

A empresa entende e leva em conta que são necessários, no mínimo, 450 anos para a decomposição do plástico e que, uma grande parcela da indústria da moda continua com o uso do material. Ainda existe um longo caminho para que as pessoas entendam a importância da reciclagem para a vida humana e da natureza.

Quando cada um faz um pouco, as coisas melhoram e caminham bem – por isso, a iniciativa dos óculos é excelente e um bom começo, assim como a iniciativa da Stella McCartney, que utiliza o plástico também retirado do oceano em suas roupas. Francois Van den Abeele, fundador da Sea2See contou que está atento ao problema faz algum tempo e que, junto com as autoridades da Espanha, contrata pescadores da região para coletar os resíduos que se acumulam nas redes quando estão trabalhando. Para Francois é uma situação triste e relata “Eu vivi grande parte da minha vida nos oceanos ou ao redor dos oceanos”.

O material que é recolhido divide-se entre o que pode ser utilizado na fabricação dos óculos e o que precisa ir para a reciclagem. Cada peça demanda 10 quilos de plástico na sua confecção – são mais de oito milhões de toneladas de plástico jogadas nos mares todos os anos e essa enorme quantidade de material precisa ser reutilizada de alguma forma para evitar mais estragos ao meio ambiente.

De acordo com o site da marca "Sustentabilidade é quase inexistente na indústria de eyewear, em que o plástico é a matéria-prima” e ainda “O espírito da Sea2See é criar uma consciência global sobre o problema da contaminação dos oceanos através de um produto estiloso, que todos possam usar com orgulho”. Dos modelos mais clássicos quadrados aos de estilo aviador, a marca disponibiliza para o consumidor tudo o que pode ser considerado mais cool nesse mundo, ou seja, a oportunidade e consciência a respeito do meio ambiente e todos os seres vivos que dependem direta ou indiretamente dele.

Esses modelos de óculos da Sea2See custam entre 80 a 100 libras, e são vendidos através do e-commerce. Apesar da dificuldade de fazer com que as pessoas acreditassem que o produto é realmente interessante e sustentável, os óculos estão à venda na Espanha, Itália, Holanda e Bélgica. Além disso, Van Den Abeele está em negociação com distribuidores australianos e norte-americanos – a marca chegou às finais dos prêmios ‘Chivas Venture’, concurso que conta com um fundo de US$ 1 milhão e apoia empreendedores sociais promissores, assim como destacar na sociedade as novas empresas que proporcionam impacto social positivo e que visam ser sustentáveis.

O fitilho plástico é um produto muito utilizado para a amarração de caixas de papelão ou outros objetos. Produzido pelo polipropileno (PP), o fitilho garante proteção e segurança da mercadoria no transporte. Sua aplicação é extremamente prática e de fácil utilização.

O fitilho possui alta resistência e praticidade (para uso manual), utilizado em diversos setores. O fitilho pode ser utilizado em amarração de tubos plásticos, fios e cabos elétricos e pacotes em geral.

O fitilho plástico é fornecido em rolos, pesando aproximadamente 1 quilo, produzido em diversos modelos, tamanhos e cores, conforme a necessidade de cada cliente.

Saiba mais sobre o fitilho plástico

O fitilho foi criado para trazer mais economia para as embalagens, e é confeccionado com plástico virgem ou reciclado, o que traz mais destaque em relação à conservação do meio ambiente.

Geralmente, os fitilhos de plástico são encontrados em formatos como rolos, o que equivale a 280 metros de fita, com uma largura de aproximadamente 10mm, podendo variar 2 mm para menos ou para mais, não interferindo na resistência do fitilho.

Dessa forma, o fitilho de plástico, apesar de poder ser fabricado com plástico reaproveitado, possui alta resistência de alongamento, o que promove o travamento e o adequado acondicionamento de todos os produtos que serão amarrados.

É possível encontrar ainda o fitilho torcido, que é muito utilizado para amarrar materiais que são prensados como, por exemplo, os fardos. Devido a sua resistência de tensão, em alguns casos pode substituir as fitas de aço, arame e sisal.

Aplicações do fitilho

Ideal para amarração de caixa de papelão, pacotes em geral, objetos em carros, caminhões e utilitários, entre outros.

Além disso, é muito utilizado em mudanças de residências e comércios, alguns transportes de produtos, armazenagens em geral, fixação de objetos, entre muitos outros usos importantes no dia a dia.

Com isso, por poder ser fabricado com plástico reciclado, o fitilho de plástico promove maior responsabilidade ambiental, o que o torna mais requisitado e aproveitado.

Lançamento da versão impressa do Brasil Dairy Trends 2020 ocorre na data

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realiza o evento “Inovação em Lácteos: Oportunidades e Desafios” no dia 29 de novembro, na sede do Instituto na cidade de Campinas (SP).

Dividido em duas etapas, no período da manhã, será realizado um painel com debate entre as lideranças do setor de lácteos, presidido por Luis Madi, Diretor Geral do ITAL. Deste debate participarão pesquisadores, professores, representantes de Associações como a ABL (Associação Brasileira de Leite Longa Vida), ABIS (Associação Brasileite das Indústrias de Sorvetes), SindLeite (Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de São Paulo) e empresas do segmento.

Em seguida, o evento conta com o lançamento da versão impressa do documento “Brasil Dairy Trends 2020”. Durante o período da tarde haverá palestras com os autores do documento, que abordarão temas que estão inseridos nas Plataformas de Inovação definidas.

O Brasil Trends 2020 tem como parte o “Brasil Dairy Trends 2020”. O primeiro conta com estudos publicados com os temas alimentos em geral, embalagens, panificação, chocolates, balas e confeitos e bebidas não alcoólicas, que tem sido disponibilizada pelo ITAL desde 2010. A série tem como objetivo geral disseminar informações estratégicas de forma pública e gratuita, a fim de gerar benefícios para milhares de empresas. Estas publicações também têm como metas principais auxiliar no processo de inovação, assim como fornecer para a sociedade brasileira produtos alimentícios que tenham qualidade, ao agregar valores que dão permissão para que o consumidor construa uma relação estreita ao identificar e confiar no setor.

Participaram do desenvolvimento do documento, além dos editores, os autores Raul Amaral Rego, Patrícia Blumer Zacarchenco e Ariene G. F. Van Dender, 20 pesquisadores do ITAL e de outras instituições e universidades como a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a USP (Universidade de São Paulo), a IFRJ (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná), o IFPR (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná), a UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), a Universidade Federal de Viçosa e Embrapa Gado de Leite (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) – a participação de todos esses especialistas garantiu uma análise ampla, com total diversidade e abrangência do assunto tratado.

O Brasil Dairy Trends 2020

O documento abrange informações sobre produtos lácteos que tenham probióticos, prebióticos e fibras, produtos com teores reduzidos de gordura, sódio e açúcar, que tenham baixo teor de lactose, alto teor de proteína e cálcio, além de conter peptídeos bioativos. Ainda constam no documento temas como levantamento histórico da produção de lácteos no Brasil e desenvolvimento de embalagens diferenciadas, dentre outros. As macrotendências observadas em avaliações dos setores técnico e mercadológico do segmento, tanto no Brasil quanto no mundo, foi o principal motivo para que a organização das tendências e das plataformas de inovação fossem identificadas.

Sobre o ITAL

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) foi fundado em 1963, está situado em Campinas (SP), e faz parte da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O ITAL tem a função de promover atividades de pesquisa, desenvolvimento, assistência tecnológica, inovação e difusão de conhecimento nas áreas de embalagem e processamento, conservação e segurança de alimentos e bebidas. O Instituto conta com sete unidades técnicas especializadas em produtos cárneos, de panificação, cereais, chocolates, balas, confeitos, laticínios, frutas, hortaliças, engenharia de processos industriais e embalagens; 15 plantas-piloto especializadas em processamento de alimentos e bebidas e de avaliação do desempenho de embalagens; e 35 laboratórios de análise e ensaios. Além disso, o ITAL conta com uma Plataforma de Inovação Tecnológica, que é especializada em estudos de tendências de mercado e de prospecção de oportunidades e demandas de inovação. O Instituto tem certificado na norma NBR ISO 9001 e ensaios acreditados na norma ISO/IEC 17025 pela CGCRE/INMETRO. Para mais informações sobre o Instituto, visite o site http://www.ital.sp.gov.br.

Argumentos foram apresentados com foco na redução de poluição com plástico

O tema protagonista na mesa redonda da Web Summit foi “Plastic: recuse, recycle, redesign” discutido com bastante seriedade na mesa redonda do evento. Foram apresentados argumentos com imensa relevância pelos palestrantes Tim Brookes (Head of Environmental Responsibility da Lego), Mark Kaplan (Chief Sustainability Officer da Unilever), Diana Cohen (co-fundadora e CEO da Plastic Pollution Coalition) e Rosario Dawson (atriz e fundadora da Studio 189), que fizeram os presentes analisarem sobre os graves danos que o plástico oferece e já causou ao meio ambiente e a saúde pública das pessoas.

O CEO da startup Tone, Mark Kaplan, já trabalhou com grandes empresas como Coca-Cola, P&G e PayPal, defendeu que a coleta do plástico precisa ser encarada como segunda fonte de rendimento por todas as pessoas que trabalham na indústria da pesca – sejam eles pescadores, trabalhadores das docas, entre outros envolvidos. De acordo Kaplan, “este modelo poderia funcionar”, pois o plástico recolhido seria pago pelos bancos de plástico. Diana Cohen garantiu que o valor do plástico pode aumentar quanto mais cedo ele for recolhido e entregue.

Segundo Tim Brookes “o material não é o vilão aqui, mas as formas como as pessoas o tratam”, pois é fundamental educar as pessoas sobre como utilizar o plástico. Para Brookes essa educação é de suma importância, pois “é um material fantástico que mudou a sociedade”, e entende a necessidade que as pessoas reavaliem a forma que lidam com o plástico, e que percebam o quanto ele é importante e que o valorizem para que “olhem como tratam tantas outras coisas que têm em casa e que não poderiam jogar fora após apenas uma utilização”.

Ao contar sobre um trabalho realizado na Califórnia, Rosario Dawson relatou que várias organizações e mercearias se envolveram no processo, com o objetivo de acabar com os sacos plásticos que inúmeras vezes são descartadas de maneira incorreta. Segundo Dawson, designers assinaram sacos reutilizáveis e as pessoas que compravam na loja deixavam as sacolas plásticas em protesto, para que as lojas mudassem suas políticas a respeito do uso delas, e que isso “foi um cainho que foi sendo trilhado cidade a cidade até que todo o estado da Califórnia ficasse livre do plástico”.

“Reduce, reuse and recycle” são três passos que são ensinados para as crianças nos Estados Unidos, segundo Diana Cohen, e isso faz parte da série de inovações que são desenvolvidas no sentido de dar nova vida ao plástico. Diana diz “é um desafio todos os dias levantar e perceber onde posso reutilizar: tenho a garrafa reutilizável, tenho uma mochila para transportar as coisas... Creio que com design inteligente e inovação se consegue incentivar as pessoas a manter um produto em materiais como alumínio, por exemplo”. Ao fim, Kaplan reafirmou que é necessária uma mudança global e que tudo passa pela educação das próprias pessoas, para que essa alteração seja realmente efetiva no meio ambiente e na vida do ser humano.

Sobre o Web Summit

A Web Summit, que originalmente chama-se Dublin Web Summit, é uma conferência de tecnologia realizada anualmente desde 2009, mas o evento foi realizado em Lisboa em 2016 e 2017, sua próxima edição também ocorre no mesmo local em 2018. O tema é centrado na tecnologia da internet e os participantes são variados, com empresas da Fortune 500 até pequenas empresas de tecnologia. Além disso, a conferência conta com uma mistura de CEO’s e fundadores de startups tecnológicas, que trabalham aliados à indústria de tecnologia global e indústrias relacionadas – é o maior evento do gênero na Europa.

Superfície de alta qualidade graças ao controle dinâmico de temperatura

A Covestro apoia a tendência da indústria automotiva em direção aos componentes leves com superfícies customizáveis Classe A, que possam ser fabricados economicamente em uma única etapa.
Eles foram fabricados em um molde por injeção com controle dinâmico de temperatura, por meio de uma moldagem física com espuma, a partir da grade (PC/ABS) Bayblend® com superfície otimizada para o uso em interiores automotivos.
Os visitantes podem ver a peça sendo fabricada por meio do método ProFoam® no estande da especialista em máquinas de moldagem por injeção Arburg (Estande A13, Hall 13). Neste caso, a empresa selecionou Makrolon® SF800Z, um policarbonato reforçado com fibra de vidro da Covestro, desenvolvido para moldagem física com espuma. Já está em uso atualmente para caixas de impressoras e outras aplicações não automotivas. Está listado na UL94 para antichamas.

Componentes ainda mais leves

“Além da estratégia leve da moldagem física com espuma, que reduz a densidade e assim o peso do componente, nós também aproveitamos deliberadamente a oportunidade de fazer modificações de design relacionadas ao processo”, disse Rainer Protte, Chefe de Processos de Moldagem Especial por Injeção da Unidade de Negócios de Policarbonatos da Covestro. “Aumentar a concentração de nitrogênio no material reduz a viscosidade da fundição e melhora o fluxo”, completou.
Isto permite que a espessura da parede de moldagem seja reduzida sem exceder a pressão de injeção permitida. A combinação dos dois efeitos – diminuir a densidade e a espessura da parede – permitiu que o peso do protótipo fosse reduzido em aproximadamente 30%. O policarbonato e suas misturas apresentam boas propriedades mecânicas, o que significa que esta classe de materiais também é adequada para componentes sujeitos a alto estresse mecânico.
Graças às condições do processo e do material, Superfícies Premium com alto brilho e áreas texturizadas podem ser alcançadas mesmo com moldagem física com espuma. Uma etapa adicional de cobertura é desnecessária.

“Superfície lisa como um espelho”

Isto foi possível devido ao controle dinâmico de temperatura, onde a água superaquecida é utilizada para aquecer a superfície da cavidade do molde para a temperatura de transição vítrea ou superior antes da injeção. Uma vez que a massa fundida for injetada, permite-se o resfriamento até a temperatura de desmoldagem. A alta temperatura de moldagem faz a superfície da peça moldada virtualmente “lisa como um espelho”. As estruturas também podem ser processadas de maneira muito eficiente utilizando este método.
O processo ProFoam®, em operação na exposição comercial, é um método de moldagem física por espuma desenvolvido pela Arburg, baseado em Lossburg, na Alemanha. Durante o processo de plastificação, o agente de expansão se dissolve na massa fundida e não é liberado novamente até que a pressão aumente durante a injeção, quando ele é então emitido na forma de “bolhas” microcelulares que “congelam” durante a solidificação da fundição. Plásticos reforçados com fibra também podem ser processados a partir deste método, sem qualquer cisalhamento adicional.

Além da Arburg, a Covestro trabalhou neste projeto com a gwk Gesellschaft Wärme Kältetechnik em Meinerzhagen (processo de controle de temperatura), a fabricante de moldes baseada em Hiddenhausen Krallmann, e a J. & F. Krüth em Solingen, que é especialista em texturização de moldagem, onde o foco neste caso é a texturização a laser 3D.
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Indústria está há três anos entre as 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil

A revista Você S/A classificou no mês de setembro a Termotécnica como umas das 45 melhores empresas para se começar uma carreira no Brasil, a avaliação da Termotécnica e as entrevistas foram realizadas com jovens de até 26 anos que trabalham na empresa.

A Termotécnica foi classificada na 16ª colocação, obtendo 79,7 pontos no IFT Jovem (Índice de Felicidade no Trabalho Jovem) e se destacou como a primeira colocada entre as empresas de Santa Catarina que participaram da disputa. Hoje, os jovens representam 18% dos colaboradores, muitos iniciaram sua carreira como jovens aprendizes ou estagiários, grandes talentos que conseguiram ter uma oportunidade de evolução profissional na Termotécnica.

A pesquisa destacou a importância da clareza dentro da comunicação e o envolvimento dos diretores em reuniões para informar todas as áreas dos desafios que a empresa enfrenta. Esta medida é o diferencial para os gestores que querem passar transparência aos seus funcionários, contribuindo para a satisfação interna.

A Termotécnica está há três anos entre as 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, sendo motivo de orgulho para o presidente Albano Schimidt e para toda a equipe que vem conquistando este reconhecimento, que valoriza o comprometimento e a dedicação da organização para o aprendizado e a evolução do jovem.

Conheça um pouco mais sobre a Termotécnica

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócios, Conservação, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Há 56 anos de mercado, tem sua trajetória marcada pelo empreendedorismo, desenvolvimento tecnológico e respeito ao meio ambiente. Sua matriz está sediada em Joinville (SC) e possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

A indústria conquistou seu espaço em 2015 e 2016, no Guia de Exame de Sustentabilidade. Em 2015, o Guia elegeu a Termotécnica a empresa mais sustentável do ano no Brasil na categoria Química e destacou sua atuação na Gestão de Resíduos. Mas, desde 2014, ela está presente entre as 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil, segundo a revista Você S/A.

 

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