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Faturamento da indústria de transformação recua 5,3% em agosto

Em agosto de 2025 o faturamento real da indústria de transformação caiu 5,3% comparado a julho, segundo os Indicadores Industriais divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). Com isso, a indústria chega a quarta queda do índice nos últimos cinco meses. 

Faturamento da indústria de transformação recua 5,3% em agosto

Nesse sentido, o resultado negativo compromete o acumulado do ano do indicador. Isso porque de janeiro a julho, o faturamento registrado em 2025 era 5,1% superior ao mesmo período do ano anterior. 

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Sendo assim, contando os dados de agosto, este ano o faturamento registra 2,9%, ou seja, maior que os dos oito primeiros meses de 2024. 

Diante disso, a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, explica que a queda se dá por vários fatores. Portanto, ela pontua: “O primeiro deles é o patamar elevado dos juros, que impacta o crédito e o crescimento econômico como um todo. Um segundo elemento é a entrada de bens importados, especialmente de consumo, capturando boa parte do mercado consumidor da indústria nacional e prejudicando o setor. Além disso, a valorização do real frente ao dólar torna os produtos brasileiros mais caros lá fora, impactando as empresas exportadoras.”

Além disso, o número de horas trabalhadas na produção teve ligeira queda de 0,3%, entre julho e agosto. Enquanto, nos oito primeiros meses de 2025, o indicador ainda registra saldo positivo: alta de 1,6% frente ao mesmo período de 2024.

O emprego industrial, por sua vez, registrou estabilidade pelo quarto mês consecutivo. Até abril de 2025, o indicador acumulava 18 meses consecutivos sem queda. Após a queda em abril, o índice não mudou significativamente em maio, junho, julho e agosto. Ainda assim, o emprego cresceu 2,2% nos oito primeiros meses de 2025. 

Indústria apresenta recuo nos salários entre julho e agosto

A massa salarial registrou nova queda de 0,5% entre julho e agosto, mantendo o movimento de retração observado desde o início do ano. No comparativo anual, a redução já atinge 2% frente a 2024. Paralelamente, o rendimento médio dos trabalhadores industriais encolheu 0,6%, acumulando queda de 4,1% entre janeiro e agosto de 2025 em relação ao mesmo período do ano passado.

Já a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) da indústria mostrou leve recuperação em agosto. O índice cresceu 0,2 ponto percentual, após a queda de 0,4 p.p. em julho, e alcançou 78,7%. Apesar do avanço, a CNI aponta que a média de 2025 ainda está 0,7 p.p. inferior à registrada entre janeiro e agosto de 2024.

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Linha Smart Solution da Haitian otimiza processo de injeção

Precisão com robôs de automação, alimentadores de fluxo contínuo, umidade sob controle, são algumas das características que notamos na Linha Smart Solution da Haitian. Com a proposta de mapear todos os passos do processo de injeção de plásticos de modo integrado, a Haitian detalha os diferenciais e aplicações da linha. 

Linha Smart Solution da Haitian otimiza processo de injeção

A Smart Solution foi criada para atuar de forma contínua facilitando a produção de periféricos, e complementando o processo de injeção. Para isso, a Haitian a desenvolveu de modo a manter-se alinhada às demandas da indústria moderna, ou seja, cada particularidade é pensado para evitar defeitos e otimizar resultados.

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Entre as inovações do mercado industrial, a automação é a de maior impacto, afinal, transforma processos complexos em operações mais consistentes e seguras. A Haitian, alinhada às necessidades de seus parceiros e clientes, incluiu nesta linha robôs de automação para elevar a produtividade. 

Ainda, a indústria atual exige processos ágeis e eficientes, e as empresas buscam soluções que acelerem a produção, esta também faz parte do leque de soluções da Smart Solution. Isso porque, a linha possui alimentadores que asseguram o fornecimento contínuo dos materiais. 

Do mesmo modo, o resultado final de qualidade é um critério inegociável, pois além de um diferencial competitivo, também se caracteriza como uma garantia de confiabilidade do processo, satisfação do cliente e sustentabilidade operacional. Na Smart Solution a Haitian oferece isso com secadores e desumidificadores que controlam a umidade

Em relação aos demais diferenciais, a Haitian ressalta: “Além disso, a Linha Smart Solution oferece dosadores volumétricos precisos para garantir a quantidade exata de material. Bem como chillers para o controle térmico ideal durante o processo.”

Smart Solution Haitian, a linha que une sinergia e precisão na injeção de plásticos

Na indústria de injeção plástica, a ausência de periféricos integrados tende a gerar problemas sérios, como paradas inesperadas na produção, variação na qualidade das peças e desperdício de material devido à umidade ou dosagem incorreta.

A Linha Smart Solution, especialização em periféricos trabalha: “em sinergia, proporcionando um sistema de injeção eficiente e contínuo, garantindo a qualidade e estabilidade do processo em diversas aplicações industriais”, explica a empresa

Com a Linha Smart Solution, a Haitian demonstra que investir em periféricos integrados não é apenas uma questão de tecnologia, mas uma estratégia. 

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Projeto de Lei quer unificar cores de produtos recicláveis

O Projeto de Lei 343/25, em análise na Câmara dos Deputados, propõe padronizar as cores de produtos e embalagens recicláveis e altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Atualmente, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes seguem regras que garantem que os produtos possam ser reutilizados, reciclados ou destinados de forma ambientalmente correta após o uso.

Projeto de Lei quer unificar cores de produtos recicláveis

Para a deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), autora da proposta, a medida é necessária: “Hoje, a grande diversidade de cores e materiais dificulta a triagem manual e automatizada, aumenta os custos e reduz a eficiência na reutilização de resíduos.”

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De acordo com a proposta, as empresas terão 24 meses para se adaptar à nova regra. Durante esse período de transição gradual, deve-se padronizar os seguintes materiais: os plásticos deverão ser incolores ou apresentar uma única cor neutra, como translúcido, branco ou cinza claro. 

Enquanto isso, os vidros deverão ser incolores ou, quando necessário, verde-claro. E os papéis e papelões, por sua vez, deverão manter a cor pardo natural ou branca, sem impressões coloridas excessivas.

Já outros materiais recicláveis terão padronização definida posteriormente. A regulamentação futura também deverá prever exceções para casos que exigem requisitos técnicos ou de segurança, como nas embalagens de remédios e produtos inflamáveis.

Além das sanções previstas na Lei dos Crimes Ambientais, o descumprimento da futura norma trará penalidades específicas para os infratores. Inicialmente, se aplicará uma advertência, e ainda, concedendo prazo para adequação às regras. 

Caso a empresa continue em desconformidade, então ela sofrerá uma cobrança de multa proporcional ao porte da organização e à quantidade de produtos irregulares. Em situações de reincidência, poderá ocorrer a suspensão da comercialização dos produtos que não atendam às normas.

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Pesquisa revela que 76% das empresas já adotam práticas ESG

A Pesquisa Panorama da Sustentabilidade 2025, realizada pela Amcham em parceria com a Humanizadas, divulgou que mostrou que 76% das 400 empresas entrevistadas já implementam práticas ESG. Se compararmos com anos atrás, quando esse número era de apenas 47%, a evolução da agenda sustentável se mostra notável.

Pesquisa revela que 76% das empresas já adotam práticas ESG

Apesar disso, muitos líderes ainda questionam se o ESG representa um custo ou um retorno financeiro. Nesse sentido, a pesquisa revelou que 58% dos participantes, incluindo 42% em posições de liderança, consideram o maior desafio demonstrar o impacto econômico das práticas sustentáveis.

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Portanto, entre os principais achados do estudo, destaca-se que empresas mais avançadas em sustentabilidade alcançam resultados reais em reputação e competitividade. Assim, a adoção de práticas ESG eficazes melhora a percepção do público e contribui para a longevidade da organização.

De acordo a pesquisa, uma em cada quatro empresas se posiciona como avançada na adoção de práticas ESG, evidenciando sua liderança na agenda sustentável. Consequentemente, essas organizações registram benefícios notáveis, incluindo maior credibilidade perante stakeholders, vantagem competitiva no mercado e maior comprometimento interno com objetivos sustentáveis.

Sendo assim, entre eles estão:

Logo, ao fortalecer a competitividade, expandir mercados e cortar despesas, a sustentabilidade se mostra um recurso essencial para o desempenho empresarial. 

Nas organizações mais maduras, ela é reconhecida como um pilar estratégico e integrada em todas as funções e processos. Assim, molda a forma como o negócio cria valor imediato e assegura sua relevância a longo prazo.

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Tampinha Legal completa nove anos, plástico de bambu e insetos que degradam plásticos

Tampinha Legal comemora nove anos impulsionando a economia circular do plástico e ações sociais

Em 2025, o Tampinha Legal, reconhecido como a maior iniciativa socioambiental de caráter educativo da indústria de transformação do plástico nas Américas, celebra 9 anos. O programa nasceu em 2016, e neste anos já arrecadou mais de 1.700 toneladas de tampas plásticas, revertendo mais de R$ 4,7 milhões integralmente para centenas de entidades assistenciais em diversos estados brasileiros.

Tornando-se uma ação coletiva nacional de solidariedade e sustentabilidade, seu impacto vai além do número, mas se configuram como recursos transformadores. 

Esta fala de Simara Souza, gerente do Instituto SustenPlást, ressalta como o Tampinha Legal impulsiona alimentação, medicamentos, equipamentos e melhorias em instituições que atendem comunidades inteiras. 

Diante disso, a gerente ratifica: “O Tampinha Legal mostra que cada gesto conta. Uma simples tampinha descartada corretamente pode se transformar em esperança e qualidade de vida para milhares de pessoas.”

Nesse sentido, um dos marcos importantes na trajetória do programa, foi a realização de uma ACV (Análise de Ciclo de Vida) das tampas plásticas arrecadadas. Este estudo, portanto, comprovou a redução significativa dos impactos ambientais proporcionados pela destinação correta desses resíduos. 

Isso porque, “O tampinha Legal é a economia circular na prática. É uma nova forma de ensinar, através de ações modificadoras de comportamento de massa, com alegria, engajamento, solidariedade e conscientização socioambiental. O que mobiliza escolas, empresas, condomínios e milhares de cidadãos. A ACV veio comprovar, com rigor científico, que o que fazemos gera impactos ambientais positivos em escala”, diz Souza, 

Assim, reforça que a iniciativa ao mesmo tempo que promove benefícios sociais contribui de forma mensurável para a sustentabilidade do planeta.

Atualmente, o Tampinha Legal tem mais de 3.900 pontos de coleta distribuídos pelo país. E continua crescendo, alcançando cada vez mais pessoas e entidades assistenciais. 

Cientistas desenvolvem plástico biodegradável feito a partir de bambu

Cientistas desenvolvem plástico biodegradável feito a partir de bambu

Um estudo publicado na revista Nature Communications, revela que um grupo de cientistas criou um tipo de plástico biodegradável à base de bambu. Entre os benefícios deste novo plástico está sua combinação de resistência mecânica com rápida degradação no solo. Sendo assim, uma alternativa viável e sustentável. 

Para produzi-lo, os cientistas utilizam um método inovador, já que este plástico possui características semelhantes aos plásticos derivados do petróleo. Desse modo, possui: resistência, estabilidade térmica e maleabilidade. Porém, se distingue por conseguir degradar-se completamente no solo em apenas 50 dias.

Apesar dos plásticos com base biológica, como os compostos de bambu, se destacarem como uma alternativa aos plásticos tradicionais, em larga escala não se aplica tão facilmente devido às suas propriedades mecânicas. 

Isso acontece porque muitos destes plásticos utilizam fibras de bambu imersas em resinas sintéticas. Assim, impede a sua degradação total e compromete o seu potencial de sustentabilidade.

Por isso, a equipe liderada por Haipeng Yu e Dawei Zhao propôs um novo processo não-tóxico, baseado em solventes alcoólicos. Desse modo, tornando fácil dissolver a celulose do bambu até ao nível molecular. 

Para isso, primeiro, os pesquisadores reorganizam a celulose com controle preciso, o que dá origem a uma estrutura plástica resistente. Em seguida, essa celulose sofre transformações químicas que tornam possível a criação de uma rede molecular firme na etapa de regeneração.

Em seus testes, os cientistas colocaram o plástico de bambu lado a lado com materiais comerciais comuns, como o PLA e o HIPS. Os dados obtidos mostraram que o novo composto atingiu resistência à tração de 110 megapascais. Enquanto a energia de fratura de 80 kJ/m³, ultrapassando o desempenho de plásticos tradicionais e bioplásticos já existentes.

Insetos se destacam como solução sustentável para proteínas e biodegradação de plástico

Insetos se destacam como solução sustentável para proteínas e biodegradação de plástico

Ao longo das últimas décadas, diversos estudos apontam os insetos comestíveis como alternativa sustentável e eficiente para a obtenção de proteínas e nutrientes. Além de servirem como alimento para humanos e animais, esses insetos transformam resíduos plásticos em compostos nutritivos e produzem fezes que funcionam como fertilizantes ecológicos, reforçando os princípios da economia circular.

Mais recentemente, além de fornecer nutrientes, os insetos passaram a se destacar como alternativas biológicas para a biodegradação do plástico, inclusive do isopor. 

Nesse contexto, espécies como o Tenebrio molitor (larva de farinha), o Zophobas morio (tenebrio gigante) e a Galleria mellonella (traça da cera) demonstraram a capacidade de ingerir e degradar plásticos como o poliestireno, base do isopor. 

Esse processo ocorre graças aos microrganismos presentes em seus intestinos, que produzem enzimas capazes de quebrar as longas cadeias químicas do material.

Entre os insetos analisados, o Tenebrio molitor atrai especial atenção dos pesquisadores. Estudos comprovam que ele sobrevive ao consumir isopor e transforma parte do plástico em biomassa. 

Além disso, o material ingerido passa por alterações internas e não se acumula no exoesqueleto do inseto, uma camada protetora externa que indica a ocorrência de modificações efetivas no plástico.

Para isso, os insetos comestíveis degradam o isopor principalmente por meio da ação de sua microbiota intestinal. Nesse processo, os microrganismos do trato digestivo realizam reações químicas e oxidativas que fragmentam o plástico em moléculas menores, diminuindo seu peso molecular. 

No interior do intestino, enzimas naturais e aquelas produzidas por bactérias colaboram para decompor o material e, ao mesmo tempo, proteger o inseto dos efeitos tóxicos provocados durante a digestão.

Mesmo com os resultados promissores, há desafios técnicos e práticos que ainda precisam ser resolvidos para consolidar essa abordagem.

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TRIA chega à Feira K 2025 com lançamento

Em 1954 anos nascia na Itália a TRIA, uma empresa pioneira na produção de granuladores de lâminas, sistemas de transporte e moagem de plásticos. 71 anos depois, a empresa continua influenciando o setor e crescendo com ele, por isso, mais uma vez a TRIA participa da K Trade Fair 2025, ou Feira K, o maior evento da indústria de plásticos e borrachas.

TRIA chega à Feira K 2025 com lançamento

De 8 a 15 de outubro, em Düsseldorf, Alemanha, a TRIA agitará a feira com seu portfólio completo e novidades que prometem surpreender o setor. 

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Mais de 47.000 sistemas instalados em 70 países no mundo todo ressaltam os altos padrões de fabricação e design. Este lançamento chega para ampliar a produtividade e atender às demandas atuais da indústria. 

Ao passo que também fortalece a reputação da empresa como referência em inovação e eficiência industrial. Por sua experiência no setor, e sobretudo suas máquinas de alto desempenho, a expectativa no setor pelo lançamento levanta questões sobre mais detalhes da inovação. 

Nesse sentido, André Luis Lavignati, Diretor da TRIA do Brasil, revela: "Estamos apresentando nossa nova imagem, nova cor dos equipamentos, novo logotipo e novo payoff.”

Ainda, o diretor detalha: “Além disso, estamos apresentando os novos modelos JN 2115, JN 4215, ambos para aplicação pé-de-injetora. E nova linha TS com altura rebaixada, aplicação in-line em termoformadoras, com posicionamento abaixo da mesa de embalagem.”

Com isso, nota-se mais uma vez a tecnologia aplicada da TRIA, que não apenas melhora o rendimento, mas também reforça o compromisso da empresa em aliar soluções sustentáveis e responsáveis, com os avanços da indústria. 

Além do lançamento, a TRIA também preparou para a feira o Novo painel para indústria 4.0.

Nos anos 2000 a empresa chegava ao Brasil, e hoje já expandiu suas operações 20 vezes e firmou sua posição no mercado sul-americano. Atendendo indústrias de transformação com soluções de recuperação de plásticos in-line e off-line, abrangendo processos de injeção, sopro, extrusão, filmes e o segmento em expansão da reciclagem de plásticos pós-consumo. 

A empresa ressalta o entusiasmo de participar do evento, pois participar da Feira K significa apresentar inovações. Bem como, uma oportunidade de fortalecer relacionamentos com clientes e parceiros, e ampliar sua visibilidade no mercado.

Presente no Hall 09, Stand D02, TRIA busca fortalecer conexões, assim como mostrar como suas soluções para o setor de plástico, e como elas alinham-se às demandas sustentáveis da sociedade e do mercado.

Não deixe de visitar a TRIA durante os dias do evento, e conheça de perto a nova solução para o mercado de plásticos. 

Sobre a feira K e mais informações 

A K Trade Fair 2025 acontece no Messe Düsseldorf GmhB, em Düsseldorf, uma cidade na Alemanha. 

Reconhecida como a principal feira mundial de plásticos, a Feira K reúne líderes globais da indústria de plásticos e borracha. O evento internacional impulsiona o desenvolvimento tecnológico no setor, oferecendo aos participantes acesso a inovações exclusivas e tendências visionárias.

A feira funcionará do dia 8 ao 15 de outubro, das 10h às 18:30h. Assim, visitantes poderão explorar todas as novidades da TRIA. 

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Atrito excessivo de máquinas provoca grandes prejuízos na indústria plástica 

O atrito é um dos fatores mais críticos, pois está presente em praticamente todas as etapas do processo: no fechamento do molde, no movimento de extração das peças, no fluxo do polímero fundido e até nos mecanismos de guia e fixação. 

Atrito excessivo de máquinas provoca grandes prejuízos na indústria plástica

No entanto, diversas vezes, as indústrias só percebem o atrito quando ele excede níveis controláveis. Assim, tornando-se uma das principais causas de perda de eficiência produtiva, desgaste prematuro de componentes e aumento de custos de manutenção.

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Nos moldes de injeção plástica, o atrito surge principalmente em regiões de contato metálico, como pinos extratores, guias, buchas e colunas. Durante o ciclo produtivo, esses elementos realizam movimentos repetitivos em alta velocidade e sob pressão, o que intensifica o contato entre superfícies.

De modo que, com o tempo, mesmo pequenas irregularidades superficiais, como micro-rugosidades ou porosidades, passam a gerar resistência mecânica. Dessa forma, a resistência provoca aumento de temperatura localizada, deformação superficial e microdesgaste, comprometendo a precisão dimensional das peças e reduzindo a vida útil do molde.

Em condições severas, o desgaste causado pelo atrito cria folgas entre componentes móveis. Essas folgas alteram o alinhamento do molde e podem provocar rebarbas, falhas de vedação, vazamentos de polímero e variações dimensionais. 

Consequentemente, resultando em um processo instável, com maior índice de refugo e necessidade constante de ajustes e retrabalhos.

O impacto do atrito e desgaste na indústria do plástico

Na indústria plástica, o atrito excessivo entre componentes de moldes e sistemas auxiliares causa desafios diários. Moldes de injeção e sopro trabalham sob altas pressões e ciclos rápidos. Como resultado, qualquer resistência adicional em pinos, guias ou colunas compromete o fluxo do processo. Consequentemente, a precisão das peças sofre impactos significativos.

Além disso, muitos polímeros processados contêm fibras ou aditivos abrasivos. Esses materiais aceleram o desgaste das superfícies metálicas, gerando falhas dimensionais e variações no acabamento. Como consequência, aumenta o índice de peças rejeitadas, prejudicando a eficiência da produção.

Outro desafio surge com moldes de geometrias complexas. Nessas regiões, o atrito tende a se concentrar e o desgaste se torna localizado. Portanto, a manutenção precisa ser frequente e as paradas não programadas acabam se tornando mais comuns.

Sendo assim, o atrito não representa apenas desgaste mecânico. Ele interfere diretamente na produtividade, na qualidade das peças e nos custos operacionais. Por isso, controlar esse fator é essencial para manter a estabilidade e a competitividade da produção plásti

A influência na produtividade

O impacto do atrito vai além da degradação física das superfícies, pois afeta diretamente a eficiência energética e o tempo de ciclo. Quando há resistência mecânica excessiva, o sistema hidráulico e os servomotores da máquina precisam exercer maior força para movimentar os componentes, aumentando o consumo de energia e o desgaste dos atuadores.

Além disso, o atrito elevado reduz a velocidade de abertura e fechamento do molde, prolongando o ciclo de injeção. Em linhas de produção com alta cadência, mesmo variações de poucos segundos representam perdas significativas de produtividade ao longo do tempo.

Esse cenário é agravado quando o atrito resulta em travamentos ou emperramentos parciais, exigindo paradas não programadas para limpeza, lubrificação ou substituição de peças danificadas. Assim, interrompe a continuidade da produção e eleva o custo operacional.

O custo invisível do atrito

Embora o atrito excessivo nem sempre seja percebido imediatamente, ele se manifesta de forma acumulada:

Esses efeitos combinados geram custos operacionais expressivos e, por consequência, muitas vezes superam o valor inicial do molde ao longo de seu ciclo de vida. Assim, o problema não se limita à esfera técnica; ele também se torna econômico e estratégico, pois impacta diretamente a competitividade da empresa no mercado.

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Brasil registra recuperação na reciclagem de plásticos em 2024

2023 foi um ano de retração para a indústria de reciclagem de plástico no Brasil, enquanto isso, 2024 se consagrou como o ano da recuperação. Isso porque o índice de reciclagem mecânica para embalagens plásticas pós-consumo alcançou 24,4%, já o índice geral para todos os tipos de plásticos registrou 21%. 

Brasil registra recuperação na reciclagem de plásticos em 2024

Estes resultados provêm do estudo anual encomendado pelo Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PICPlast, parceria entre a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a Braskem.

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Em detalhes, o estudo acontece pela consultoria MaxiQuim, e o levantamento monitora os indicadores da reciclagem mecânica no país desde 2018, com o objetivo de acompanhar as metas da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). 

Porém, mais do que dados avulsos, a pesquisa trata-se uma ação ativa, ou seja, que busca reforçar a importância estratégica do Brasil regionalmente. Ainda de acordo com os dados de 2023, Brasil e México destacam-se como os principais responsáveis por todo o volume de plásticos reciclados na América Latina, totalizando 76%. 

Assim, este resultado ressalta a consolidação de uma indústria de grande porte e relevância para a circularidade na região.

Já que no que refere aos termos absolutos, a produção brasileira de resina pós-consumo, também chamada PCR, alcançou 1,012 milhão de toneladas em 2024. De modo que, este número posiciona o país entre os maiores produtores mundiais. 

Em termos de comparação, o México reciclou 1,53 milhão de toneladas no mesmo período, enquanto toda a América Latina somou 3,79 milhões de toneladas (dados de 2023). Na Europa, a produção foi de 7,1 milhões de toneladas em 2023, mas com queda de 8% em relação ao ano anterior. 

Um alerta de que mesmo os mercados mais maduros no âmbito da reciclagem também sofreram com a queda generalizada dos preços das resinas de primeiro uso a nível global.

Diante disso, Maurício Jaroski, diretor de química sustentável e reciclagem da MaxiQuim, explica: "Em 2024, a indústria de reciclagem apresentou uma recuperação tímida após o desempenho fraco de 2023. O prolongado ciclo de baixa das commodities petroquímicas seguiu pressionando a competitividade dos reciclados, com os preços das resinas de primeiro uso reduzindo o interesse da indústria de transformação por matéria-prima reciclada e dificultando o repasse de custos.”

Porém, Jaroski, pontua, ainda, a superação: “Apesar das dificuldades, houve alguns sinais positivos: setores ligados a compromissos ESG e metas de circularidade. Como grandes embaladores e marcas de consumo, mantiveram demanda constante para determinadas aplicações, em linha com seus objetivos.”

Desempenho da indústria e crescimento econômico

Em 2024, notou-se uma recuperação nos volumes de plásticos reciclados, o que impactou diretamente o faturamento da indústria. Pois atingiu R$ 4 bilhões, um aumento nominal de 5,8% em relação a 2023. O setor também gerou mais empregos, alcançando a marca de 20.043 postos de trabalho diretos, um crescimento de 7,7%.

Mesmo com os desafios, a capacidade instalada das indústrias recicladoras cresceu 1,9%, chegando a 2,43 milhões de toneladas. Sendo um reflexo de investimentos realizados em anos anteriores.

Entenda o cenário da geração e consumo de plásticos

Em 2024, o Brasil gerou 4,82 milhões de toneladas de resíduos plásticos pós-consumo. Desse total, a indústria recicladora reprocessou 1,55 milhão de toneladas de resíduos plásticos, incluindo pós-consumo e pós-industrial, e aumentou em 7,2% o volume em relação a 2023.

Se considerado somente o resíduo pós-consumo (doméstico e não doméstico), as recicladoras consumiram um volume de 1,2 milhão de toneladas. A maior parte desse material (87%) teve origem em embalagens, que somaram 1,037 milhão de toneladas consumidas. 

De onde vêm os resíduos?

A distribuição das fontes de matéria-prima utilizadas na reciclagem manteve o mesmo padrão dos anos anteriores. No entanto, os comerciantes de resíduos continuam a liderar como principal origem dos materiais recicláveis adquiridos pela indústria.

Nesse sentido, o consultor pontua: “Observamos que os catadores informais e as cooperativas perderam participação para os sucateiros, um reflexo da baixa remuneração que tem enfraquecido a força de trabalho das cooperativas.”

Principais números da produção de PCR

Desde 2018, ano em que o índice passou a ser acompanhado, a produção de resina reciclada pós-consumo (PCR) acumulou um aumento de 33,6%. Em 2024, a indústria alcançou 1,012 milhão de toneladas produzidas. Entre os materiais, o PET liderou com 39%, seguido do PEAD com 20%, do PP com 18% e do PEBD/PEBDL com 15%.

Assim, em 2024, a indústria destinou a resina PCR a diversos segmentos. Os setores de Alimentos e Bebidas, com 167 mil toneladas. Enquanto, a de Higiene Pessoal, Cosméticos e Limpeza Doméstica, com 132 mil toneladas, se consolidaram como os maiores consumidores, impulsionados pela crescente demanda por embalagens com conteúdo reciclado.

O setor de Construção Civil e Infraestrutura manteve sua importância em 2024, com o consumo de 130 mil toneladas de resina PCR. No entanto, após o aumento de participação registrado em 2023, motivado pela procura por materiais mais econômicos, apresentou uma leve redução proporcional.

A Agroindústria liderou o consumo de resina PCR em 2024, com 92 mil toneladas. Esse resultado representou um crescimento de mais de 35% em comparação a 2023, motivado por aplicações como lonas, mangueiras e embalagens de agroquímicos. Paralelamente, o setor de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos aumentou seu consumo, que alcançou 54 mil toneladas.

Assim, Jaroski, complementa: “Se compararmos com 2018, quando o estudo começou, percebemos uma inversão de protagonismo: naquele ano, construção civil era o principal destino da resina reciclada. Enquanto o segmento de alimentos e bebidas tinha uma participação menor. Essa mudança reflete o avanço regulatório e os compromissos de grandes marcas de consumo com a economia circular e o uso de materiais mais sustentáveis”

Panorama regional da reciclagem de plásticos

A geografia da reciclagem de plásticos no Brasil em 2024 mostra forte concentração nas regiões Sudeste e Sul, que lideram todas as etapas da cadeia, desde a geração do resíduo até a produção de resina reciclada pós-consumo (PCR). 

A região Sudeste se destaca como a maior geradora de resíduos plásticos, com 48,1% do total, equivalente a 2,3 milhões de toneladas. 

Além disso, lidera o processamento, respondendo por 47% do consumo de resíduos pela indústria e 55,5% da produção nacional de PCR, totalizando 559 mil toneladas. Na sequência, a região Sul representa 26% do consumo de resíduos e 26,2% da produção de PCR, com 266 mil toneladas.

Essa concentração industrial provoca um fluxo significativo de matéria-prima entre os estados. Em 2024, cerca de 41,1% do resíduo consumido pelas recicladoras veio de estados diferentes de onde as empresas estão localizadas. 

Esse movimento, superior ao registrado em 2023, mostra que as empresas buscaram matéria-prima em mercados mais distantes para garantir preços mais competitivos, mesmo com o custo do frete. 

Ao mesmo tempo, o Nordeste se consolidou como a terceira força produtora de PCR, respondendo por 13,7% do total, ou 139 mil toneladas, e registrou crescimento expressivo de 16,6% em relação a 2023, resultado da expansão de sua capacidade produtiva.

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Temas quentes movimentam a programação da Feira K 2025

A partir de amanhã, 08 de outubro, a indústria do plástico volta seus olhos para Düsseldorf, na Alemanha, pois, até dia 15, a cidade se transforma no epicentro mundial de tecnologia, sustentabilidade e inovação com a realização da Feira K 2025. 

Considerado o maior evento internacional dedicado aos setores de plástico e borracha, a feira acontece a cada três anos, e reúne empresas, profissionais e especialistas de todos os continentes. Assim, proporcionando um ambiente voltado à troca de conhecimento, fechamento de negócios e construção de parcerias estratégicas.

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Desde sua primeira edição, a K Trade Fair se consolidou como o espaço onde o futuro da indústria é desenhado. A feira não apenas apresenta tendências, mas também orienta o mercado sobre os rumos que o setor deve seguir. 

Um dos exemplos disso é a feira de 2022 que recebeu 177.486 visitantes. Graças ao seu alcance global, o evento gera interesse crescente em torno das inovações que moldam a transformação do plástico.

Um evento que conecta setores e oportunidades

A Feira K transpassa por diversos setores, além do plástico. Embora seu foco principal esteja em produção e processamento, o evento atrai também representantes de áreas como engenharia mecânica, indústria automotiva, eletrônica, tecnologia médica, embalagens e construção civil. 

Essa diversidade amplia as possibilidades de negócios e permite que as inovações apresentadas encontrem novas aplicações em diferentes segmentos industriais.

Mais do que uma exposição, a feira tornou-se um ponto de convergência de ideias. Fabricantes, fornecedores, pesquisadores e profissionais trocam experiências sobre desafios técnicos, soluções sustentáveis e tecnologias emergentes. A cada edição, o evento impulsiona a colaboração internacional e reafirma a importância do plástico como material estratégico para a economia global.

 Colorfix na feira K

Sustentabilidade e digitalização no centro dos debates

A edição de 2025 traz o tema “O Poder do Plástico! Verde – Inteligente – Responsável”, reforçando o compromisso da feira com o desenvolvimento sustentável e o uso responsável dos recursos. A K 2025 será marcada por debates sobre métodos de produção mais limpos, soluções digitais para eficiência industrial e modelos circulares de reaproveitamento.

Sendo assim, neste contexto, a organização do evento destaca os chamados “Temas Quentes”, que direcionam as discussões desta edição:

Nesse sentido, os eixos refletem o movimento global da indústria em busca de sustentabilidade, inovação e responsabilidade social, pilares indispensáveis para o futuro do setor.

Atrações que fazem da K uma experiência única

Além disso, a Feira K 2025 reúne experiências interativas, exposições tecnológicas e espaços voltados à experimentação e ao debate. Um dos grandes destaques é o show especial “Plásticos Moldam o Futuro”, organizado pela PlasticsEurope Alemanha, que apresentará de forma dinâmica como o plástico se conecta a novas soluções e aplicações que moldam o mundo moderno.

Outro ponto de interesse é o fórum do VDMA, realizado em uma ampla área ao ar livre. Assim, proporcionará discussões técnicas e apresentações de tecnologias voltadas à automação e à economia circular.

Do mesmo modo, a Zona de Startups promete atrair olhares. Após o sucesso da última edição, o espaço retorna maior e mais dinâmico, reunindo jovens empresas e empreendedores com projetos inovadores em plásticos e borracha. O ambiente estimula a troca de ideias e favorece conexões com investidores e empresas consolidadas, reforçando o espírito colaborativo que move a feira.

Um evento que impulsiona o futuro da indústria

A cada edição, a Feira K reafirma sua importância como um marcador tecnológico e sustentável da indústria mundial do plástico.

Afinal, ela reúne inovações, incentiva mudanças estruturais em toda a cadeia produtiva, desde a pesquisa de materiais ao design, da fabricação à reciclagem.

Informações práticas

A Feira K 2025 é uma oportunidade para quem quer entender o futuro da indústria do plástico. E que atua para fortalecer conexões globais e participar ativamente das mudanças que definirão os próximos anos do setor.

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Sustentabilidade na moda esportiva: escolhas que podem mudar o jogo

Artigo por Joice Sens, fundadora, diretora criativa e CMO da LIVE!

Cerca de 68% dos consumidores preferem comprar roupas esportivas de marcas que promovem a sustentabilidade. Segundo pesquisa recente da GitNux, o que mostra que responsabilidade ambiental já é um critério de escolha relevante no mercado. 

Sustentabilidade na moda esportiva: escolhas que podem mudar o jogo - Artigo por Joice Sens, fundadora, diretora criativa e CMO da LIVE!
Joice Sens, fundadora, diretora criativa e CMO da LIVE!

Por muito tempo, a moda esportiva foi associada apenas a performance, estilo e tendências. Mas os novos desafios climáticos e sociais impõem uma transformação urgente: já não é suficiente vestir roupas de alto desempenho, é preciso que cada peça carregue também uma responsabilidade ambiental. 

Leia mais: 

A boa notícia é que o setor tem mostrado que inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas.

Tudo começa na matéria-prima. Fios de base renovável, por exemplo, reduzem a dependência de combustíveis fósseis e contribuem para a diminuição das emissões de carbono, ajudando a proteger solos e rios. 

Enquanto isso, as fibras recicladas dão novo destino a resíduos têxteis e plásticos, transformando-os em tecidos e evitando que toneladas de materiais acabem em aterros. Cada escolha consciente fortalece a economia circular, um sistema em que nada se perde e tudo se reinventa.

A gestão de recursos naturais se destaca como mais um ponto fundamental. Processos de tingimento inovadores já conseguem reduzir pela metade o consumo de água e até reaproveitar energia elétrica, cortando emissões e custos. 

Isso mostra que eficiência ambiental não significa perda de produtividade, mas sim oportunidade de inovação. Além disso, técnicas como o uso de corantes naturais e a substituição de químicos tóxicos diminuem os danos tanto ao meio ambiente quanto à saúde de quem trabalha na indústria.

Tecnologia como aliada da sustentabilidade da moda esportiva

A tecnologia também tem papel decisivo. Hoje, conseguimos produzir tecidos de alta performance com menor emissão de carbono e consumo de energia. Isso significa que atletas e consumidores não precisam abrir mão de conforto ou desempenho em nome da sustentabilidade. 

Assim, inovações como a impressão digital em tecidos ainda reduzem o desperdício e permitem personalizações com baixo impacto ambiental, mostrando que criatividade e consciência podem andar lado a lado.

 Sendo assim, é possível pensar a sustentabilidade na moda esportiva como uma revolução silenciosa, que redefine a forma como produzimos, consumimos e nos relacionamos com o que vestimos. 

Portanto, cada escolha, do tecido à logística reversa, significa menos resíduos no planeta, menos carbono na atmosfera e mais futuro para as próximas gerações. A moda esportiva toca milhões de pessoas todos os dias. 

Quando ela une estilo, performance e consciência ambiental, o impacto positivo se multiplica. Essa transformação não depende apenas das empresas: consumidores atentos também têm papel essencial, entendendo que vestir-se é, cada vez mais, um ato social e ambiental.

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