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O plástico reciclado vem sendo utilizado como matéria-prima na produção de uma série de produtos e as protagonistas da vez são as estradas, em setembro de 2018 foi inaugurada uma ciclovia com cerca de 30 metros feita com 70% de plástico reciclado e 30% de polipropileno, um termoplástico também reciclável. A ciclovia foi implementada em Zwolle, na Holanda.

O trecho será utilizado como fase de teste para o produto PlasticRoad, que está sendo desenvolvido por duas holandesas: a KWS, construtora de estradas e a Wavin, fabricante de tubos de plástico. As empresas firmaram parceria com a Total, francesa fornecedora de gás e petróleo. Uma segunda ciclovia piloto está sendo construída na cidade de Giethoorn.

De toda a quantidade de plástico produzida desde os anos 1950, menos de 10% é reciclado, segundo a revista The Economist. A grande maioria é descartada incorretamente e acaba nos aterros sanitários. E as previsões para o futuro não são boas. Só em 2018, devem ser produzidas cerca de 380 milhões de toneladas de resíduos plásticos. Isso é três vezes mais do que 120 milhões de toneladas de betume usado para asfaltar estradas.

Se tudo correr bem, os criadores da tecnologia de pavimento produzido em plástico reciclável pretendem desenvolver a ideia para fazer seções inteiras produzidas com o material. Com o tempo, as estradas de plástico podem ganhar circuitos de energia para alimentar carros autônomos e elétricos.

Os fabricantes estimam que a estrada de plástico tenha vida útil até três vezes maior do que as convencionais. Afirmam que o custo é bem mais baixo, principalmente porque o tempo de construção e implementação desse pavimento seriam reduzidos em até dois terços.

Diferentemente do asfalto, o plástico usado nas estradas poderá ser reciclado. Os engenheiros do projeto ainda estudam o desempenho desse tipo de estrada, analisando o desgaste e os ruídos produzidos pela passagem de carros.

A empresa britânica MacRebur tem um projeto similar, para uma rodovia no campus da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos. Para isso, vários plásticos especializados em fabricação de rodovias estão sendo desenvolvidos. “A mistura é proveniente de um tipo de plástico que não é barato ou fácil de ser reciclado, e por isso, acaba em aterros sanitários”, disse o fundador da empresa Toby McCartney em entrevista à Economist.

A MacRebur já construiu estradas, estacionamentos e pistas de aeroportos com mistura de plásticos em diversas partes do mundo. Um de seus projetos mais antigos é um trecho da estrada de Cumbria, na Grã-Bretanha, onde passam até caminhões.

A Austrália também demonstra interesse em rodovias feitas com plástico. No início deste ano, um trecho de 300 metros foi concluído em Rayfield Avenue, um subúrbio de Melbourne. O material veio de mais de 200 mil sacolas plásticas e embalagens, além de 63 mil garrafas de vidro trituradas e um toner com 4.500 cartuchos de impressora. Ao plástico foram adicionadas 50 toneladas de asfalto, a fim de produzir um total de 250 toneladas de material para a construção das estradas.

Fonte: Época Negócios

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O estudo da Confederação Nacional da Indústria, “Indústria 4.0 e Digitalização da Economia” estima que, caso o Brasil mantenha a taxa média de crescimento do Produto Interno Bruto registrada na última década (1,6%), levará mais de meio século para alcançar o PIB per capita dos países desenvolvidos.

Para reduzir esse prazo, a entidade calcula a necessidade de, no mínimo, dobrar o PIB brasileiro nos próximos anos e, para que isso aconteça, é preciso ampliar – ou, pelo menos, não reduzir – o potencial de expansão da indústria. “A indústria tem o poder de estimular outros setores, além de ser um dos principais agentes da inovação tecnológica”, diz o estudo.

A solução passa indiscutivelmente pelo avanço da Indústria 4.0. Também chamada de Manufatura Avançada, Indústria do Futuro e Fábrica Inteligente, a Indústria 4.0 se caracteriza pela integração dos processos de produção com o ambiente virtual, por meio de modernas tecnologias, como Comunicação Máquina-Máquina, Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Armazenamento em Nuvem, Robótica Avançada e outras.

“O desenvolvimento da Indústria 4.0 tem sido fundamental nas estratégias de empresas líderes e na política industrial das principais economias desenvolvidas. A incorporação de tecnologias digitais é essencial para o aumento da produtividade e, consequentemente, para o crescimento do País”, alerta a CNI.

Tendo em vista que o desenvolvimento da Indústria 4.0 está no centro das estratégias de política industrial dos países desenvolvidos e da necessidade do Brasil em agilizar esse processo para diminuir o gap de competitividade no mercado internacional, o estudo, que integra um conjunto de documentos entregues pela CNI aos candidatos à presidência da República, faz algumas recomendações.

Entre elas: priorizar políticas de difusão e indução à adoção de novas tecnologias, disponibilizar mecanismos específicos para promover o desenvolvimento tecnológico, ampliar e melhorar a infraestrutura de telecomunicação (em especial a banda larga), aperfeiçoar os aspectos regulatórios que afetam o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil, facilitar a articulação entre os órgãos públicos responsáveis pelas políticas ligadas à Indústria 4.0 entre si e também com o meio empresarial.

Em que pese a urgência dessas medidas e muitas outras que têm por finalidade destravar o avanço da Indústria 4.0 no Brasil, é vital ressaltar que a iniciativa privada vem fazendo sua parte para “democratizar” o acesso à grande parte da tecnologia necessária.

Quem visitou a última edição da Feimec (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), em abril do ano passado, pôde constatar o quanto a evolução das plantas fabris para os conceitos da Indústria 4.0 é viável. O Demonstrador de Manufatura Avançada em operação naquela feira foi desenvolvido pela ABIMAQ e um notável grupo de parceiros (públicos e privados) em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis a todos os segmentos.

A Robótica Avançada é uma das principais tecnologias da Indústria 4.0. Os robôs colaborativos tiveram forte presença não só no Demonstrador, mas também nos estandes de diversos fabricantes. Diferente dos modelos convencionais, que precisavam fazer uma única ação repetidas vezes, na Robótica Avançada os robôs são programados para executar diferentes tarefas simultaneamente.

Mais seguros e versáteis, eles desempenham funções no mesmo ambiente e até interagem com os profissionais em diferentes áreas da indústria, sem necessidade de isolamento por cercas e proteções.

Grande parte dos fabricantes que estiveram na Feimec participa nesta próxima edição da EXPOMAFE, em maio, no São Paulo Expo, que tem a Automação Industrial entre seus focos principais (juntamente com as máquinas-ferramenta). Mais uma vez, o que se espera é uma exposição da mais alta tecnologia, num ambiente propício à negociação com grandes marcas nacionais e internacionais.

Há um longo e árduo caminho para o nosso país percorrer na corrida dos mercados mundiais e o novo governo, seja qual for, precisa estar sensível às demandas por uma política de desenvolvimento industrial que ajude a diminuir nossa desvantagem.

Do lado de cá, estamos fazendo nossa parte para que a tecnologia chegue mais rapidamente, para mais empresas e nas melhores condições, por meio do nosso canal de marketing digital, que mantém contato com o setor consumidor de máquinas-ferramenta e robôs durante os 365 dias do ano. Para conhecer, visite https://avozdaindustria.com.br/.

Fonte: Liliane Bortoluci

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O INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento Acrílico – acaba de divulgar um levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8 mil toneladas vendidas em 2017, e chegará as 9.100 toneladas, o que equivale a um crescimento de 14%.

Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas. Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado chegue às 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 2013.

Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram esse ano mil toneladas comercializadas. Já o desempenho das importações é o que tira o sono dos produtores de chapas nacionais. Não é para menos, pois neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas, 700 toneladas a mais que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.

Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. “Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12”, conclui.

Com mercado mais aquecido, INDAC confirma continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cose di Acrilico, que esse ano ganha edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.

Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas funcionalidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura – também continua em 2019.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 18 anos, por empresários da livre iniciativa do setor, com objetivo de promover o suo correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Para mais informações, acesse: www.indac.com.br ou ligue (11) 3171-0423.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Foto: Marcelo Machado de Melo

Fortalecida em sua visão de negócio, que é “ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar”, segundo Albano Schmidt, presidente da Termotécnica. A empresa comemora, pelo quinto ano consecutivo, presença o ranking do Guia Você SA, que destaca as 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. O presidente destaca o índice 96,1 no quesito Employer Branding, que comprova a satisfação e o orgulho do colaborador em relação à atuação da empresa. “Nossa visão de negócio está verdadeiramente incluída em todas as pautas da empresa e este resultado confirma que o colaborador é prioridade aqui”, ressalta Albano.

O Índice de Felicidade no Trabalho (IFT) conquistou média 82,4 e, ao citarem o Momento com o Presidente - no qual Albano Schmidt reúne a equipe, apresenta a situação da companhia e responde dúvidas dos colaboradores - os entrevistados valorizaram a transparência na comunicação interna, que conquistou média 91,9. Além disso, a pontuação do índice de Gestão Estratégica foi 94,0 e da Liderança 87,1 – reflexo, principalmente das reuniões nas fábricas, em que os líderes cascateiam informações sobre a empresa.  A área de descanso com TV, mesas de jogos e revistas foi valorizada como um ponto positivo, junto do café especial em que os aniversariantes do mês são homenageados.

O resultado dessa pesquisa foi divulgado na noite de terça-feira, 6/11, em evento organizado pela Editora Abril, em São Paulo (SP); e a Termotécnica faz parte da categoria Fabricantes de Embalagens. “Essa vitória é resultado do trabalho de um time muito competente e, sobretudo, alegre. A alegria faz parte do DNA dos nossos colaboradores. É um sentimento que contagia e faz acontecer”, comemora Schmidt.

Guia Você S/A

A pesquisa “As 150 Melhores Empresas para Trabalhar” surgiu em 1997 com a missão de valorizar as empresas que cuidam melhor de seus colaboradores. Esse trabalho é baseado em uma metodologia que foi se aperfeiçoando ao longo dos anos, tornando-se mais abrangente, crítica e rigorosa quando ganhou a parceria da Fundação Instituto de Administração (FIA) em 2006. Hoje, o Guia Você S/A — As 150 Melhores Empresas para Trabalhar é a melhor pesquisa de clima organizacional do país.

Sobre a Termotécnica

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Conquistou espaço, em 2015 e 2016, no Guia Exame de Sustentabilidade. Em 2015, o Guia elegeu a Termotécnica a empresa mais sustentável do ano no Brasil na categoria Química e destacou sua atuação na categoria Gestão de Resíduos. Além disso, desde 2014, figura entre as 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar no Brasil, segundo a Revista Você SA.

Aos 57 anos, tem sua trajetória marcada pelo empreendedorismo, desenvolvimento tecnológico e respeito ao meio ambiente. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Mais informações, acesse: www.termotecnica.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Com certeza 2018 será um ano que entrará na história, pois foram tantas descobertas e projetos que envolvem a sustentabilidade. E não seria diferente com Kablin, que em seus 119 anos apostou neste novo conceito.

A fabricante de papéis para embalagens anunciou no segundo semestre de 2018, um investimento de R$ 32 milhões em suas operações de pesquisa e desenvolvimento. O montante foi destinado à construção de um parque de plantas (piloto) na unidade de Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR). A companhia ainda lançou o KlaCup Bio, um papel cartão para copos descartáveis, 100% livre de polietileno.

Pesquisa e desenvolvimento sustentável

São 500m² de parque de plantas, que terá duas frentes: o primeiro projeto será voltado para estudos sobre celulose microfibrilada (MFC) - que aumenta a resistência do papel. Pois o empreendimento permite simular uma unidade fabril para testes do material, que brevemente será incorporado aos produtos da empresa.

Já o outro foco dos estudos é a extração de lignina, um polímero de origem renovável que pode ser usado como substituto para produtos de origem fóssil. A substância ainda pode ser mesclada e compostos para redução do uso de plástico em embalagens. A extração deste material é feita a partir de espécies diferentes de madeira, como pinus e eucalipto.

O objetivo do parque de planta piloto é reforçar o desenvolvimento de soluções bioeconômicas, que valorizam o uso consciente dos recursos. A previsão de atuação é o quarto trimestre de 2019.

Previsão de lançamento do copo sustentável

A empresa apresentou o KlaCup Bio, papel cartão para copo descartável que não utiliza polietileno, durante o INOVA Klabin. O produto ainda está sendo produzido em escala experimental, com lançamento previsto para 2019.

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Este ano, pessoas e empresas começaram a se preocupar mais com a preservação e restauração do meio ambiente. A ONU (Organização das Nações Unidas) Meio Ambiente e o Instituto Ecosurf promoveram a 2ª edição da Campanha Mares Limpos, que está cadastrando ações de limpezas de praias que foram programadas durante o mês de setembro.

O mutirão de limpeza começou na praia em Itapoá (SC), e superou a edição anterior que teve 136 grupos inscritos em 18 estados brasileiros, que coletou cerca de 24 toneladas de resíduos das praias e rios. Em 2017, 57 grupos registraram resíduos de 53 praias litorâneas e outras localidades, como margens de rios, lagos e lagoas, na coleta os itens mais encontrados foram: canudos, bitucas de cigarros, tampas de garrafas, garrafas PET, sacolas plásticas, embalagens plásticas, copos e pratos descartáveis, garrafas de vidros, pedaços de isopor e talheres plásticos. Além de aparelhos eletrodomésticos danificados, móveis e cerca de mil pinos eppendorf - usado para transporte de entorpecentes.

Segundo a ONU, esta mobilização nacional é imprescindível para aumentar a visibilidade do problema enfrentado por brasileiros, pontuando melhorias. Os dados das coletas serão reunidos em um relatório e entregues ao Ministério do Meio Ambiente, para subsidiar as discussões do Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, previsto para ser lançado em 2019.

A Campanha Mares Limpos foi lançada em 2017 e durante cinco anos terá ações que incentivem pessoas e empresas a reduzirem o descarte incorreto do plástico, com o objetivo de conter a poluição dos mares.

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Todos se perguntam por que separar o lixo para coleta seletiva é importante, mas a resposta é fácil: além de reduzir o impacto ambiental, a reciclagem reduz as retiradas de matérias-primas da natureza, o que resulta em economia de água e energia. A preservação do meio ambiente começa com atitudes pequenas na rotina de cada pessoa, que faz toda a diferença no final.

Mas, afinal o que é lixo?

O lixo nada mais é que resíduos gerados pelas atividades humanas ou pela natureza em regiões urbanas. O lixo orgânico são resíduos de origem animal ou vegetal, como resto de comida, cascas de frutas, legumes, ossos, entre outros. Já o lixo inorgânico é tudo que é feito pelo homem, que não tem origem biológica, como os plásticos, vidros e outros. E, o lixo eletrônico é todo resíduo material feito pelo descarte de equipamentos eletrônicos.

O que é reciclável?

São resíduos descartados que podem retornar à cadeia produtiva para virar o mesmo ou outros produtos, como a maioria dos papéis, vidros e plásticos, papelão e alumínio. Esses materiais podem ser separados e entregues à coleta seletiva. O lixo eletrônico também pode ser reciclado após a triagem, mas deve ser descartado em pontos específicos com esta finalidade.

E, o que não é reciclável?

Papel-carbono, etiqueta adesiva, fita crepe, guardanapos, fotografias, filtro de cigarros, papéis sujos, papéis sanitários, copos de papel, cabos de panela e tomadas, clipes, grampos, esponjas de aço, canos, cristais, espelhos, baterias de celular, pilhas e outros materiais. Por isso, devem ser descartados em locais apropriados para evitar danos ao meio ambiente.

Agora, o portal Plástico Virtual te dará dicas de como separa o lixo da sua residência, empresa ou escritório:

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Origem italiana e mais de 77 anos de atuação e idoneidade são algumas das referências da RadiciGroup – considerada uma das líderes mundiais na área de especialidades químicas, plásticos de alta performance e fibras sintéticas. Com fábricas e sedes na América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa, uma das filiais de destaque é a brasileira.

Situada no município de Araçariguama, em São Paulo, e considerada uma das maiores do setor, a unidade, focada no segmento de poliamidas e plástico de engenharia, acaba de completar 20 anos com um crescimento sustentável e orgânico. E seus planos de expansão no mercado Sul-Americano são ambiciosos e estão sendo alcançados antes do prazo.

Em 2016, a meta era sair do patamar de 16% de share chegar em 20% ou 25% até 2021. Mas com um modelo de negócios criativo, oferta de produtos, atendimento personalizado e desenvolvimento de mão de obra, em 2017, o crescimento foi na ordem de 20%. Já para o próximo ano, a previsão era fechar com 10%, mas até o último mês de julho, o índice já apontava um valor bem acima do previsto.

Este desempenho é resultado da qualidade de seus produtos, da interpretação da necessidade do mercado, assim como as particularidades de cada cliente. E a base disso, é seu modelo atendimento e Centro de Pesquisa, que, em parceria, estão apresentando novas soluções e fórmulas para suprir a demanda. E os números comprovam: só a indústria automobilística representa 40% dos negócios da filial brasileira, seguida de eletroeletrônicos com 17% e embalagens com 12%.

Mas, esta performance não surgiu da noite para o dia. “Administrar uma empresa não é fácil. Por isso, eu sempre brinco que uma boa gestão empresarial deve ser igual ao controle de uma geladeira. Nada pode sobrar ou estragar, tudo precisa ser utilizado, ou seja, controle absoluto de estoque, matérias-primas, sobra de aditivos etc.”, explica Jane Campos – Country Manager da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.

E apesar do cenário econômico no país, a Radici não desanimou e continuou a investir em seu parque fabril. De 2017 a 2018 foram mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa tem capacidade instalada de 20 mil toneladas por ano, um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua representação e autonomia para atender à crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

Outro ponto importante é que apesar da escassez mundial de matéria-prima PA 66, a companhia nunca deixou de atender seus clientes. Inclusive nos últimos dois anos teve que suspender as férias coletivas dos colaboradores. “Enquanto muitas indústrias suspenderem as atividades, no fim do ano, nós mantivemos o mesmo ritmo de produção. A verdade é que temos tido muitos desafios, mas com resultados acima da média”, declara.

E ela ressalta que “não adianta investir e crescer se sua mão de obra, não estiver preparada para as mudanças da empresa. Por isso, um dos nossos pilares são os treinamentos internos, para mantermos a excelência na prestação de serviços. Sem este olhar a empresa não opera com eficiência”, finaliza.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 70 colaboradores diretos e indiretos.

RADICIGROUP

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros, em 2017, e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia. Atualmente, a RadiciGroup é considerada uma das principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Produtos elaborados graças a um know-how químico de excelência e à integração vertical no setor da poliamida, desenvolvidos para aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos. A estratégia da RadiciGroup está focada na inovação, qualidade, satisfação dos clientes e na sustentabilidade social e ambiental. Com macro áreas de negócio - Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) - a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (ITEMA) e o da energia (GEOGREEN) e da Hotelaria (SAN MARCO). Para mais informações, acesse: www.radicigroup.com.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Unidade de Água Gelada é um equipamento utilizado em sistemas de refrigeração. Também conhecida como ‘Chiller’, possui como característica principal a capacidade de causar o resfriamento de líquidos, geralmente água, que são utilizados no sistema.

Esse tipo de equipamento tem grande utilização no resfriamento de água e ar em processos industriais, como em atividades na modelagem de produtos como o plástico, a borracha, na injeção de alumínio e com diferentes líquidos. A peça tem importância para melhorar o funcionamento do sistema de refrigeração, e além disso, tem fácil instalação, que é feita de forma prática e rápida.

Aplicação

Praticamente todos os segmentos de indústrias precisam de um sistema de água gelada para refrigeração, mas estes sistemas também são indicados para: construção; indústrias alimentícias; indústrias farmacêuticas; indústrias do petróleo e gás, petroquímicos e refinarias; hospitais; indústrias químicas; logística; aeroportos; estações de metrô; armazéns; equipamentos de telecomunicações; refrigeração em geral; entre outros.

Componentes

O sistema de Unidade de Água Gelada funciona com base no princípio de refrigeração. Seus principais componentes incluem:

Para realizar manutenção, é importante que estes componentes sejam inspecionados e mantidos em bom estado.

A Polystell, empresa nacional fabricante de aditivos, iniciou suas atividades no ano de 2001, com atuação na área do poliéster, junto aos fabricantes de gelcoats e também em proximidade com os transformadores de PRFV.

Posteriormente, os novos cenários e a crescente demanda do mercado direcionaram a empresa para outros segmentos das indústrias de transformação, entre eles tintas, vernizes, têxtil, plásticos, gelcoats, poliéster, compósitos, entre outros. A empresa, atualmente, mantém-se instalada em nova e ampla área industrial no bairro Alvarenga, em São Bernardo do Campo (SP).

Cada vez mais, a Polystell tem se adequado as perspectivas de crescimento com um olhar mais atento às inovações de produtos, parcerias e investimentos em pesquisa, qualificação de colaboradores, além da sintonia com as atuais exigências de normas técnicas e práticas de sustentabilidade na indústria química.

Para a linha de compósitos, a Polystell lançou o bactericida/antimicrobiano Polyclean 6020 – agente antimicrobiano que elimina em até 24 horas 99,99% das bactérias, além do umectante/diluidor Polyumec 5757-D10, que melhora a umectação e o nivelamento do laminado estrutural. Indicado para resina poliéster.

Fonte: Polystell

Para mais informações, acesse: http://polystell.com.br/

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