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O ano de 2018, apesar dos desafios que o mercado do plástico, assim como todos os outros, enfrentou, o portal Plástico Virtual conseguiu se destacar, crescer e amadurecer mais. Em maio (11/05), o portal realizou o seu primeiro evento com grandes parcerias, o E-plast, que foi um sucesso e trará novas edições.

Foram diversos os eventos em que a equipe do portal marcou presença durante o ano – cafés da Abief, participação no 9º Fórum Flex Abief, expositor na Interplast 2018, VIII Seminário Flex Gestão de Pessoas, 4º Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos, FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2018, CINTEC 2018, EletroMetalMecânica 2018, ENAFER 2018 – Encontro Nacional de Ferramentaria e Summit de Embalagens.

Além disso, o portal fechou parcerias importantes para a sua participação no mercado competitivo, tanto nacional quanto internacional: AMT – Associação de Tecnologia de Fabricação, NPE 2018, além da nova parceria com o Simpesc – Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina.

O crescimento também foi notável em parcerias de trocas de conteúdos imprescindíveis para munir o mercado do plástico com informações e dados importantes para o desenvolvimento, além de estratégias e diferenciais que podem ser utilizados para se destacar no mercado.

O portal estreou um layout novo, mais versátil, para atender da melhor forma o público. Ainda, trouxe um tema que será muito discutido neste ano: a Indústria 4.0. Uma série exclusiva de matérias, sobre esse novo modelo industrial para o mercado do plástico, em parceria com a Zorfatec.

Para 2019, a expectativa é que o mercado cresça e se desenvolva mais fortemente e o portal Plástico Virtual crescerá junto, acompanhará tudo o que acontece no mercado e fará parte de todo o desenvolvimento. Para isso, o portal participará de eventos, trará mais conteúdo relevante, oportunidades de visibilidade para as empresas do mercado, além de participação e exposição em feiras importantes para o setor: Plástico Brasil 2019 – 25 a 29 de março, Feiplastic 2019 – 8 a 12 de abril.

Acompanhe o melhor e mais completo portal da América Latina do segmento do plástico e saiba tudo o que acontece no mercado nacional e internacional.

Com a poluição atingindo níveis cada vez mais alarmantes, pessoas buscam soluções criativas e eficazes para tentar combater o problema. É justamente o caso da ONG Plastic Whale, que se tornou a primeira empresa especializada em pescar nada menos do que plástico.

A organização surgiu em Amsterdã, na Holanda. Famosa por seus mais de 100 quilômetros de canais, a cidade sofre com a poluição nos rios, principalmente em datas comemorativas quando turistas e os próprios cidadãos realizam festas a bordo de embarcações nos canais.

Com quase 7 anos de vida, a Plastic Whale já retirou mais de 146 mil garrafas plásticas de dentro dos canais, conseguindo encher nada menos que 3 mil sacolas de lixo. A ONG conta com o apoio de mais de 15 mil pescadores que trabalham a bordo de pequenos barcos feitos justamente com o plástico retirado dos canais. A frota da Plastic Whale conta com 10 embarcações e a ideia é aumentar este número com o tempo.

“Começamos em Amsterdã, mas queremos ser globais. Há muitas maneiras de você contribuir para a solução: venha pescar com a gente, espalhe a notícia, crie seu produto legal, apoie nosso programa escolar. Apenas suba a bordo”, diz a empresa em seu site oficial.

Além de construir barcos com o plástico, a Plastic Whale consegue produzir material de escritório como mesas, cadeiras e luminárias, graças à parceria feita com a companhia Vepa. A série de mobiliário foi lançada em fevereiro de 2018 e está ganhando destaque no mercado holandês.

A ONG oferece ainda a oportunidade de turistas participarem do trabalho de pesca nos canais. Os viajantes podem agendar os passeios através de sites como Booking.com e, caso não tenham interesse em ajudar a retirar o lixo dos canais, podem somente observar o trabalho. Entretanto, o diferencial da excursão é justamente participar do trabalho social.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Quer saber mais sobre o mercado do plástico e as práticas para evitar a poluição de canais de água, como rios, e as medidas tomadas? Preencha o formulário abaixo e receba conteúdo segmentado do melhor e maior portal da América Latina.

O selo Eureciclo conecta marcas de bens de consumo com recicladores, promovendo reciclagem com responsabilidade social, através da compensação ambiental. Mas você já conseguiu entender como esse processo todo funciona? Entenda agora!

Todo esse processo é certificado de maneira a cumprir e proteger as empresas de bens de consumo da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), comprovando a logística reversa de suas embalagens e adequando-as à legislação ambiental vigente.

Para oferecer esse serviço, a New Hope Ecotech, startup de tecnologia que acompanha indicadores da cadeia de reciclagem através de uma plataforma online, criou também o selo Eureciclo. Através do selo, é possível gerar valor para as empresas certificadas, comunicando aos seus consumidores o compromisso com a reciclagem.

A ferramenta da compensação ambiental

O sistema de compensação ambiental com o qual o selo trabalha funciona através de uma plataforma que rastreia os dados da cadeia de reciclagem no Brasil. Essa plataforma certifica o trabalho das cooperativas de reciclagem através de notas fiscais, a fim de garantir que os materiais recicláveis estão sendo destinados corretamente aos recicladores finais. Contabilizamos esses dados de modo a garantir que não exista dupla contagem, na qual duas empresas dizem ter reciclado a mesma tonelada de material.

Através desta tecnologia, já é possível ter os dados de reciclagem de mais de 150 mil toneladas de resíduos. Estes dados dão origem aos créditos de logística reversa, análogos aos créditos de carbono, que são comprados por marcas de bens de consumo para compensar a pegada ambiental de suas embalagens. Isso possibilita agregar valor ao serviço das cooperativas e catadores, o que gera renda adicional para eles e oferece melhores condições de trabalho e de vida.

A partir do momento em que as marcas informam quantas toneladas de plástico, vidro, papel ou metais geraram com a venda dos seus produtos, o selo Eureciclo calcula a sua pegada ambiental equivalente. Com base nesse valor, as marcas pagam pelo serviço ambiental de forma proporcional à quantidade de embalagens que vendem, adquirindo o crédito de logística reversa equivalente. O pagamento pelo serviço é destinado às cooperativas de reciclagem que comprovam que estão operando formalmente e reciclando resíduos equivalentes, em massa e material, aos das embalagens.

Assim, as empresas recebem o selo, que é inserido em suas embalagens para informar ao consumidor o engajamento com a reciclagem e o certificado que comprova sua adequação à PNRS. Dessa forma, busca-se alcançar a missão de levar a sustentabilidade financeira e desenvolvimento para o setor de reciclagem do Brasil.

Fonte: Blog Eureciclo

Para mais informações como essa, preencha o formulário abaixo e fique por dentro de tudo que acontece no mercado do plástico, com o melhor e mais completo portal da América Latina do setor.

Ao analisarmos os impactos da digitalização, ou indústria 4.0 no setor de plásticos e borracha, podemos perceber que nas mais diversas áreas, as novas tecnologias aplicadas isoladamente ou em conjunto, proporcionam avanços significativos na redução do tempo e custos de desenvolvimento de novos produtos, bem como nos custos de produção.

Para que seja possível um entendimento desses diferentes impactos, abordaremos a cadeia de valor do setor, partindo da matéria prima, até o produto final, apresentando como as principais tecnologias, de forma não exaustiva, e as aplicações práticas já identificadas.

Desenvolvimento de novas matérias-primas

No desenvolvimento de novos materiais poliméricos, um dos segredos é encontrar a relação entre a estrutura e as propriedades físicas. Com esta informação, a estrutura química de um polímero pode ser inserida em um computador e é possível realizar experimentos virtuais de síntese que simulam as interações entre moléculas. Isso permite prever a estrutura de agregação dos polímeros. Ao investigar a relação com as propriedades físicas medidas, é possível esclarecer a relação entre a estrutura e as propriedades físicas, o que ajuda no desenvolvimento de materiais.

Com o uso da capacidade de computação em nuvem, computação quântica e da Inteligência Artificial, será possível realizar as simulações com maior grau de complexidade, incluindo múltiplos materiais, em um tempo cada vez mais reduzido. Esse novo ambiente possibilitará o desenvolvimento de matérias primas com características ainda mais avançadas, como autorregeneração, alterações de cor e forma em função de estímulos externos.

Essa possibilidade de simulação se traduz no que é conhecido na Indústria 4.0 como o “Gêmeo Digital”, onde se torna possível, por meio da simulação computacional, comparar e até sincronizar o comportamento de um elemento real com seu gêmeo virtual, figura 1.

Figura 1 - DABBF, oxigênio, arilbenzofuranona (ABF) e seus orbitais de fronteira

Fonte: Programa de Pós-Graduação em Nanociências e Materiais Avançados – UFABC – Universidade Federal do ABC (http://nano.ufabc.edu.br/2016/09/07/simulacao-computacional-de-materiais/)

Criação de novos materiais possibilitando a impressão 4D

Na impressão 4D temos uma quarta dimensão que seria o tempo. Isso significa que mesmo depois de ser produzido pela impressora, o material pode ter sua forma alterada sozinha.

Para isso são utilizadas matérias-primas chamadas de inteligentes, como os materiais com efeito de forma. O efeito de memória de forma permite que o material seja deformado plasticamente e quando aquecido volte instantaneamente à sua forma original, a figura 2 apresenta um modelo que com o tempo, muda de forma.

Figura 2 - Estágios de um objeto impresso em 4D

Fonte: Reprodução/MIT

Aplicações da impressão 4D

A indústria que mais se beneficia com esse tipo de processo e de material é a robótica. O mercado necessita de robôs mais precisos e com movimentos suaves, o que é chamado de soft robots. Acredita-se então que os materiais provenientes da impressão 4D podem auxiliar na confecção desses robôs e ajudar a indústria médica, por exemplo. Além disso, no futuro esses materiais podem fazer parte de componentes que se montam sozinhos, facilitando o armazenamento.

Fonte: Raviv, Dan, et al. “Active printed materials for complex self-evolving deformations.” Scientific reports 4 (2014).

Moldes e ferramentas se beneficiam com a manufatura aditiva de metais

A utilização dos conceitos de digitalização e simulação associados a meios de produção como manufatura aditiva de metais e Rapid Tooling, está permitindo a criação de ferramentas em processos rápidos e totalmente automatizados. Integração e automatização do ciclo completo desde a concepção do produto, criação e montagem da ferramenta na máquina e manutenção.

O desenvolvimento das ferramentas já não depende exclusivamente da experiência do projetista, pois conta agora com o apoio de avançados softwares de análise e simulação, que previnem os potenciais defeitos dos processos de injeção e moldagem, veja a figura 3.

Figura 3 - Software de simulação de processo de injeção

Fonte: SolidWorks 3D

Novos processos híbridos de fabricação combinam usinagem com novas técnicas de deposição e fusão de metais, com aplicação de pó metálico e laser, permitindo a adição de diversos materiais em perfis complexos.

Esses processos se mostram muito viáveis na construção e manutenção dos moldes de injeção de plásticos ou nas ferramentas de moldagem de elastômeros, uma vez que materiais nobres podem ser adicionados na quantidade exata para atingir o perfil desejado, e posteriormente usinados, obtendo-se grande economia no uso destes materiais de custo elevado.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=24VmCzT12mk&t=2s

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Ens_f2eSXYU

A evolução das máquinas

Novas gerações de máquinas injetoras de plásticos, com tecnologia híbrida, dotada de acionamento elétrico nos movimentos de fechamento, extração e plastificação. Em que o movimento de injeção é feito por acionamento hidráulico, a partir de um acumulador com controle efetuado por servo válvula.

As injetoras híbridas trazem maior vantagem competitiva na redução do consumo de energia e no aumento da produtividade, com os recursos de simultaneidade total e maior velocidade em todos os movimentos, além de atender aplicações mais extremas. Elas também possuem sistema de regeneração de energia para aproveitar a corrente elétrica gerada durante as frenagens dos movimentos, como demonstra a figura 4.

Figura 4 - Máquina injetora de plásticos com tecnologia híbrida

Fonte: Internet

A conectividade e comunicação M2M estão possibilitando reprogramação, atualização, diagnóstico e manutenção remota reduzindo drasticamente os tempos de parada e custos de manutenção. Setups automáticos serão fundamentais na integração e flexibilização do processo produtivo para ganho energético.

É possível ainda comprovar o aumento da eficiência energética e redução de refugos por falha do processo, pelo monitoramento constante das variáveis do processo e seus respectivos ajustes automáticos.

A possibilidade de verificação e determinação dos parâmetros de processos mais eficazes pelo uso da virtualização das máquinas e suas ferramentas, está reduzindo o tempo de lançamento de produtos e proporciona redução de custos operacionais.

Um exemplo de aplicação dessas tecnologias pode ser observado na operação da Injetora hibrida integrada com sistemas de automação para manipulação de peças, verificação de vazamentos e inspeção por processamento de imagem.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mXsbdlof940

Processos de produção com manufatura aditiva

O processo de Manufatura Aditiva já é conhecido há algum tempo, e vem trazendo grandes benefícios nas fases de validação de produtos, em que é possível a construção de protótipos das peças a serem injetadas, e com isso evitar enormes despesas com ferramental para o processo de validação. Agora estamos presenciando a aplicação deste processo em substituição aos processos tradicionais de injeção, especialmente para produtos com lotes muito pequenos, ou ainda para produção de peças de reposição.

O sucesso da manufatura aditiva depende de dois fatores: de um processo preciso de impressão tridimensional e de materiais de alto desempenho, que apresentem características adequadas de fusão e contração para esse processo, mas que não percam as propriedades necessárias ao longo de seu tempo de vida útil.

Conforme a aplicação, tais propriedades poderão incluir resistência ao desgaste, agentes químicos, ácidos, solventes, altas temperaturas, etc. Alguns novos materiais utilizados no processo de manufatura aditiva podem apresentar resistência ao desgaste até 50 vezes superior à dos plásticos convencionais. Outros compostos apresentam resistência a antissépticos e a temperaturas de até 100 °C (a longo prazo) ou de até 180 °C (em curtos períodos), o que os torna adequados para a fabricação de componentes usados na indústria farmacêutica ou alimentícia.

O Instituto Fraunhofer para Tecnologia e Automação da Produção, localizado em Stuttgart, Alemanha (www.ipa.fraunhofer.de), desenvolveu um equipamento para manufatura aditiva em que a impressora tridimensional dá lugar a um robô, e oferece novas possibilidades de movimentação para o cabeçote de impressão.

Enquanto os sistemas convencionais de deposição de camadas trabalham com três eixos, o robô proposto trabalha com seis, podendo configurar livremente a camada no espaço, processo esse que foi denominado Free Space Fabrication (fabricação no espaço livre). Essa nova solução torna possível o uso de resinas com fibras contínuas, permitindo a fabricação de peças em compósitos, com alta resistência mecânica.

A fibra é incorporada ao fluxo de resina fundida no momento da impressão, permitindo aumentar em dez vezes a resistência mecânica do material por conta de seu efeito de reforço.

Fonte: ARANDA EDITORA TÉCNICA E CULTURAL / ARANDA EVENTOS E CONGRESSOS. Disponível em: <http://www.arandanet.com.br/revista/pi/materia/2016/12/24/k2016. html>. Acesso em 20 de jan. 2018

A integração horizontal e vertical dos processos

Fluxo de dados desde o chão de fábrica até os sistemas de gestão, através da integração vertical dos processos, trazendo transparência, velocidade na tomada de decisão e a otimização constante dos processos.

Informações geradas na especificação e compra de um produto sendo utilizadas nos processos produtivos e de logística pela integração horizontal da cadeia de valor. Ultrapassar os limites da empresa contemplando também os processos nos fornecedores e clientes.

Integração horizontal

A integração horizontal é sobre a digitalização em toda a cadeia de suprimentos/valor. Quando falamos digitalização, isso quer dizer que a troca de dados e o fluxo de informação conectando todos os envolvidos na cadeia de valor. Este será um desafio para todas as organizações, industriais ou não.

Por isso, as indústrias que se preocuparem em estudar mais sobre essa integração na indústria 4.0, terão grandes chances de explorarem um oceano azul pela frente, a figura 5 demonstra o esquema da integração horizontal.

Figura 5 - Integração horizontal

Fonte: I-Scoop

Integração vertical

A integração vertical trata da integração de sistemas em vários níveis de produção e fabricação hierárquico, em uma solução abrangente, que tem como objetivo fazer com que a informação possa fluir verticalmente, desde o chão de fábrica até os sistemas de gestão e tomadas de decisão da empresa.

Os níveis hierárquicos encontrados na indústria são:

Nível de chão-de-fábrica: Interface com o processo de produção através de máquinas, sensores e atuadores.

Nível de controle: Sistemas empregados para regular e controlar as máquinas e outros sistemas.

Nível de produção: Utilizado para monitorar e controlar, integrandos várias máquinas e processos.

Nível de operações: Gestão e Planejamento de produção, gerenciamento de qualidade e assim por diante.

Nível de planejamento empresarial: Gerenciamento da cadeia de valor, planejamento geral dos recursos da empresa, realizando o monitoramento de desempenho da fábrica e etc. Veja a figura 6.

Figura 6 - Integração horizontal

Fonte: I-Scoop

Em uma visão mais simplificada, temos que, as soluções e tecnologias típicas na integração vertical são:

PLCs: Responsáveis por controlar os processos de fabricação e se encontram no nível de controle.

SCADA: Sistema que permite monitorar, controlar e supervisionar várias tarefas de nível de produção.

MES: É um sistema de execução de fabricação para o gerenciamento do nível operacional da planta.

ERP: É o sistema inteligente da empresa para o nível de planejamento empresarial, o nível mais alto da hierarquia.

Sendo assim, a integração dos processos, de moldagem de borracha e de injeção de plásticos, à Indústria 4.0 também inclui a interligação das máquinas às redes corporativas.

Essa integração do chão de fábrica até os sistemas de ERP, possibilitam carregar automaticamente os dados dos novos moldes e realizar os ajustes às suas especificações, facilitando assim a produção de lotes menores. Com o crescente interesse dos consumidores por produtos personalizados, deve crescer essa necessidade de produção de lotes menores.

Peças/Produtos

O desejo por produtos que atendam necessidades específicas e individuais aumenta proporcionalmente ao aumento da disponibilidade de informação, e ao acesso às redes sociais. Esse desejo de consumo não é apenas pelo novo, mas também pelo inédito, criando uma geração ansiosa por receber mercadorias tão logo comprem.

Com a adoção de soluções hibridas de produção, utilizando processos de moldagem convencionais, associados à Manufatura Aditiva, Gravação Laser e Impressão por Jato de Tinta, já é possível atender demandas específicas dos consumidores.

Em áreas como aeroespacial, empresas fabricantes de aviões criam peças plásticas por processos de manufatura aditiva, quer seja para funções de itens do mobiliário, como também itens funcionais, como por exemplo, dutos de ar condicionado.

Personalização

O desafio de atender individualmente os consumidores, fornecendo produtos fabricados de acordo com suas preferências deixa de ser utopia com a Indústria 4.0. Nesse novo ambiente, podemos considerar novos processos de negócio, com o consumidor determinando características funcionais, e não apenas estéticas do produto.

A integração horizontal traz a possibilidade de produção sob encomenda em ambientes fabris de itens individualizados ou com características individualizadas por meio de manufatura aditiva combinada com processos tradicionais de fabricação. Em que o fundamental é que a informação sobre o que o consumidor deseja, possa fluir desde o momento da compra até a logística para a entrega.

Já é possível identificar novos modelos de negócio baseados na personalização de produtos, em que muitas vezes, não se trata apenas de questões estéticas, mas também de questões funcionais do produto, como é o caso do projeto SpeedyFactory, da Adidas, que se propõe fornecer um calçado esportivo sob medida.

Esse projeto contempla não apenas a fabricação, mas desde a tomada das medidas, e nesse caso também da “pisada” do cliente, que é medida no momento da compra. Depois de coletados os dados do cliente, tudo é transmitido automaticamente para a fábrica, e um novo produto é engenheirado, planejado e fabricado em um processo que cria um produto único e o entrega ao consumidor.

Vídeo Adidas: https://www.tecmundo.com.br/tecnologia/91722-speedfactory-fabrica-automatizada-adidas-cria-calcados-rapidamente.htm

Por Paulo Roberto dos Santos – Diretor da Zorfatec

Novas profissões como engenheiro de cibersegurança ou fibras têxteis, mecânico de veículos híbridos, técnico em impressão de alimentos e operador de máquina high speed estão entre as profissões que irão despontar no mercado nos próximos cinco anos. Algumas delas podem demorar até 10 anos para se consolidar, mas a demanda já existe. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

O Senai analisou de que forma as novas tecnologias – como realidade virtual, automação, internet das coisas e impressão 3D – estão influenciando a dinâmica de oito setores da indústria brasileira. São eles: automotivo, alimentos e bebidas, máquinas e ferramentas, tecnologia da informação e comunicação, construção civil, química e petroquímica, petróleo e gás, e têxtil e vestuário.

A partir daí, mapeou as profissões (de nível médio e superior), que vão ganhar relevância nos próximos anos, bem como aquelas que serão criadas a partir do uso de novas tecnologias e novos equipamentos. Confira, a seguir, o que muda em cada setor:

1 – Automotivo

Mudanças em andamento: robotização de linhas de produção, comunicação de máquinas por meio da IoT, impressoras 3D e simuladores.

Profissões existentes: eletromecânico de automóveis, mecânico de automóveis leves, mecânico de manutenção automotiva e técnico em manutenção automotiva.

Profissões que surgirão: mecânico de veículos híbridos, mecânico especialista em telemetria, programador de unidades de controles eletrônicos, técnico em informática veicular.

2 – Alimentos e bebidas

Mudanças em andamento: empresas usam softwares avançados para o controle e implementação de processos álcool químicos para produção de eteno, butadieno, butanol, acetaldeído, entre outros; big data já é usado para previsão de orçamento industrial e drones no monitoramento e segurança das áreas de plantio.

Profissões existentes: técnico em açúcar e álcool, técnico em cervejaria, operador de processamento de grãos e operador de processamento de bebidas.

Profissões que surgirão: especialista em aplicações para rastreabilidade de alimentos, técnico em impressão de alimentos, especialista em aplicações de embalagens para alimentos.

3 – Tecnologia da Informação e Comunicação

Mudanças em andamento: integração das tecnologias de informação e comunicação (TICs) aos processos de automação da indústria 4.0, digitalização de etapas de processos produtivos, uso de IoT e de redes sem fio nas linhas produtivas.

Profissões existentes: técnico programador de jogos digitais, programador de multimídia, técnico em desenvolvimento de sistemas, técnico em rede de computadores.

Profissões que surgirão: analista de IoT, engenheiro de cibersegurança, analista de segurança e defesa digital, especialista em big data, engenheiro de softwares.

4 – Química e Petroquímica

Mudanças em andamento: automação dos processos contínuos e robotização dos processos discretos. Uso mais intensivo de internet das coisas (IoT) na comunicação entre etapas dos processos produtivos e coleta de informações de mercado que afetem a produção. Desenvolvimento de novos produtos, aplicando os conceitos de nano e biotecnologia, além de novas composições poliméricas para tintas, vernizes e fibras sintéticas.

Profissões existentes: técnico em química, operador de processos, técnico em plásticos (associado ao ambiente petroquímico), técnico em análise química, supervisor de produção.

Profissões que surgirão: técnico em análises químicas com especialização em análises instrumentais automatizadas, técnico especialista no desenvolvimento de produtos poliméricos, técnico especialista em reciclagem de produtos poliméricos.

5 – Petróleo e gás

Profissões existentes: operador de sonda, técnico em petróleo e gás, engenheiro de petróleo, técnico em petroquímica.

Profissões que surgirão: especialista em técnicas de perfuração, especialista em sismologias e geofísica de poços, especialista para recuperação avançada de petróleo.

Adaptação. Fonte: Barbara Bigarelli – Época Negócios.

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A água é o principal recurso do planeta. A preservação dela significa garantir a manutenção da vida. Entre os principais usos da água, estão o abastecimento público, saneamento, agricultura, pecuária, geração de energia, recreação e comercial.

Infelizmente, no Brasil, a poluição de rios e lagos e o desperdício deste recurso são alarmantes. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, estima-se que o desperdício de água no Brasil chegue a 70%. Um estudo da ONG também aponta que, de 184 rios e corpos d’água monitorados, 27,5% apresentam qualidade ruim ou péssima e estão indisponíveis para qualquer uso.

Os principais poluidores nas cidades são o esgoto e os efluentes das indústrias, que possuem produtos tóxicos e metais pesados. Além disso, existe a poluição através do lixo jogado em locais inadequados e que acabam chegando aos rios com a enxurrada. Na zona rural, pode-se destacar os agrotóxicos das lavouras e as atividades pecuárias.

Como podemos evitar a poluição das águas?

Cada cidadão é responsável pelos impactos, positivos ou negativos, de suas atitudes. Para não contaminar ainda mais as águas, é importante mudar algumas ações como:

1 – Não descarte o óleo de cozinha no ralo. Guarde o produto em uma garrafa e entregue para uma cooperativa para que possa ser transformado em sabão;

2 – Não utilize pesticidas ou herbicidas nas plantas;

3 – Jogue o lixo sempre em local adequado e amarre bem os sacos antes de colocar na lixeira;

4 – Não jogue nenhum tipo de material, como sacolinhas plásticas e embalagens, em rios, lagos e mares;

5 – Não descarte medicamentos ou outros materiais no vaso sanitário. Algumas farmácias fazem a coleta de remédios vencidos;

6 – Reduza o desperdício de água, fechando as torneiras ao escovar os dentes, o chuveiro durante o banho, entre outras;

7 – Evite a erosão do solo, promovendo a cobertura vegetal nos locais com essa tendência;

8 – Use menos produtos químicos para limpar a casa, opte por produtos biodegradáveis.

Fonte: G1/UM®

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Entre tantos acontecimentos no mundo, uma das palavras mais ouvidas nos últimos anos é sustentabilidade. Em revistas, jornais, sites, novelas, qualquer meio de mídia e comunicação nos dias atuais, questiona algum fator que envolve ‘a palavra da moda’. Seja em uma coluna, uma propaganda ou incentivos, todos os meios, em algum momento, citaram o tema. Mas, não adiantam tantos meios e citações se nenhuma ação é realizada.

A sustentabilidade é uma atitude humana com o objetivo de reverter danos relacionados à natureza ou ao meio ambiente de forma geral, decorrente do cotidiano da ação da sociedade. É no dia a dia que tudo acontece, que jogamos copos e vários outros materiais descartáveis, que colocamos ralo a baixo litros de óleo de cozinha, que lavamos a garagem, quintal e o carro com mangueiras e que desperdiçamos muito papel.

Além de um grande negócio, a sustentabilidade é um meio de demonstrar respeito pela vida particular e de outras gerações, além de garantir um futuro que muitos sonham. Para ajudar neste movimento de cuidar do planeta, veja os passos a seguir, para iniciar:

1 – O sistema de reaproveitamento da água da chuva é um grande passo

Este é um sistema de captação e, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não possui um preço elevado. Nos dias atuais muitas empresas investem neste ramo e, além de várias formas de pagamento, existe também uma variedade de marcas, que vão além de ser uma fonte renovável: garantem uma água pura.

2 – Escolha de móveis para casa ou empresa

Ao comprar móveis para sua casa ou empresa é possível contribuir, ao avaliar o local de compra. Todo o material que não é retirado ilegalmente da natureza através de madeireiras clandestinas possui um selo de certificação legal, que garante a você uma compra segura e que não contribua com este mercado.

3 – Lixo orgânico

O lixo orgânico é um dos maiores causadores do apodrecimento do solo, quando descartado incorretamente em lugares indevidos, como é o caso da maioria. Existe um equipamento que se chama composteira doméstica e faz com que todo o lixo orgânico se torne adubo, que é possível vender ou doar para plantações e viveiros. O lixo inorgânico (plástico, vidro, metal, entre outros) deve ser separado - é possível encontrar em lojas de departamentos domésticos lixeiras com as cores adequadas, preços acessíveis e que contribui para a separação do lixo.

4 – Compra de equipamentos domésticos

Os equipamentos domésticos também contribuem, por isso, na hora de comprar, opte pelos que possuem baixo consumo de energia. Vale contratar um arquiteto ou paisagista que possa auxiliar no projeto de ambientes de forma que entre mais iluminação natural e possua boa ventilação, que contribuirá com a economia de lâmpadas e evitar o uso de ar-condicionado.

5 – Reutilização da água

A água que sai dos chuveiros, pias e lavanderia é classificada como água cinza, e pode ser reaproveitada para lavar o chão e calçadas, para regar plantas e jardins. A água do vaso sanitário é classificada como água negra, entretanto, pode ser reaproveitada a partir de filtros naturais, como uma plantação de bananeiras, por exemplo. Em locais que o esgoto corre a céu aberto, ter este tipo de plantação é um método de tratar a água negra, para que a mesma não contamine o solo e lençóis freáticos.

Essas são poucas dicas dentre das inúmeras que existem para iniciar projetos de sustentabilidade de maneira simples e efetiva. As fontes são inesgotáveis e começar com pequenas atitudes já é uma grande ação pelo meio ambiente e pela sobrevivência dos seres vivos no planeta.

Fonte: Blog do Brasil

A Tecniplas forneceu duas colunas de eluição para a mineradora de origem canadense Leagold. Com fundo e tampo abaulados, trinta bocais cada e inteiramente de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro), os equipamentos trabalham sob condições bastante severas na planta que a Leagold mantém em Santa Cruz (BA).

“Trata-se de um fornecimento complexo, para dizer o mínimo. Em operação, cada um dos quatro pés dos equipamentos tem que suportar dez toneladas. Internamente, são 3 kg de pressão e uma temperatura média de 65 ºC. Sem contar que as colunas devem atender às exigências da norma NR-13, referente a vasos de pressão”, comenta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Outro complicador é o fato de o fundo e o tampo serem abaulados, o que dificulta a laminação dos cilindros com as partes superior e inferior dos equipamentos. Com 3 m de diâmetro, 5,75 m de altura e capacidade para 35 m³, as colunas apresentam espessura elevada, característica necessária para resistir à alta pressão, e isso também influenciou diretamente na composição dos bocais.

“Foi preciso fazer muito estudo de cálculo para determinar a laminação adequada da etapa conhecida como ‘recomposição do laminado’, já que os cortes para a instalação de cada bocal implicam em descontinuidade do filamento de fibra de vidro, que, por norma, deve ser recomposto por meio da laminação manual”, detalha o diretor da Tecniplas.

Sobre a Tecniplas

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) começaram a produzir modelos plásticos dos corações de pacientes que precisam enfrentar cirurgias cardíacas delicadas. Semelhantes ao órgão verdadeiro, esses moldes ajudam os médicos a planejarem em detalhes operações complicadas.

Feito em uma impressora que desenvolve as maquetes em três dimensões, o material plástico é moldado a uma temperatura de 215º, no laboratório de Design do Centro de Artes e Comunicação (CAC), no Campus Recife da UFPE. O trabalho pode ser aplicado em vários órgãos do corpo, além do coração. Realizada a reconstrução digital em 3D, é possível dar aos médicos uma visão mais real do problema de saúde e definir o local exato da cirurgia.

Um dos participantes do projeto, o estudante de Design Leandro Lucena sempre teve vontade de aliar o design à área de saúde. "É uma experiência ótima, porque está agregando bastante. Eu nunca imaginei que a parte de design poderia estar sendo aliada com a área de saúde. Isso é uma coisa que eu gosto bastante", disse.

O cardiologista pediátrico Raimundo Amorim explica que o projeto serve para ajudar, por exemplo, nas cirurgias cardíacas de crianças com até um ano de idade. Um dos modelos de coração já produzidos foi feito com base em um exame de tomografia de um bebê de três meses de vida que nasceu com uma má formação.

O molde tem tamanho real e mostra as mesmas características do coração que apresentava uma anomalia rara. No computador, a imagem revela que a artéria aorta envolvia o esôfago e a traqueia, um problema que dificultava a respiração da paciente e poderia levar a criança à morte. "Essa paciente se operou em Natal e está bem. Está em casa, usufruindo da saúde dela, graças a Deus", contou o cardiologista.

O projeto é uma parceria entre médicos, alunos e pesquisadores e recebeu o apoio de instituições que incentivam e financiam pesquisas desse tipo, como Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe). "Ter a oportunidade de fazer uma reconstrução, imprimir e colocar esse coração na mão do cirurgião pode auxiliar a equipe cirúrgica a evitar efeitos adversos durante a cirurgia, a programar melhor o procedimento para o paciente", disse o médico.

De acordo com o pesquisador de design Walter Franklin Correia, um dos coordenadores da pesquisa, o projeto, que já auxiliou no tratamento de pacientes de forma experimental, pode ser aplicado em outros casos.

"A ideia é que, se existir demanda, ela venha e que a gente faça isso de forma gratuita, porque o projeto visa isso agora. A tecnologia 3D está cada vez mais presente na vida da gente. Eu acho que isso é um caminho fácil, mostrar como a impressão 3D pode, de fato, não somente ajudar as pessoas, mas salvar vidas", afirmou.

Fonte: Danielle Fonseca – TV Globo

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Ações sustentáveis são necessárias diante da urgência de preservação do meio ambiente. De Guaramiranga vem um exemplo que une comodidade, beleza e sustentabilidade aos visitantes. O Hotel Vale das Nuvens possui 36 chalés feitos de plástico reciclado.

O engenheiro civil e proprietário, Joaquim Caracas, conta: “eu consegui substituir a madeira das obras pelo plástico reciclado. Em média, a madeira constitui mais de 80% das obras. A Impacto Protensão é uma empresa focada em inovação. Nós temos um departamento focado só para este tipo de ação”.

O hotel ainda possui outras ações que buscam harmonizar a relação entre o homem e a natureza. “Nós também temos parte do esgoto feito de plástico. 85% dos resíduos passam por tratamento sanitário, na maioria dos estabelecimentos esse número é 40%”, conta Caracas.

O local também possui placas solares, que aproveitam o calor do Sol e transformam em energia para o estabelecimento. Uma torre eólica foi instalada no local como outra forma de energia sustentável. Caracas se orgulha pelo fato de o projeto ter sido realizado em sua cidade natal. “Nasci em Guaramiranga, o desafio maior é fazer este projeto de plástico. É uma patente minha, já fomos eleitos o melhor hotel de serra”.

Museu

No mês de outubro, o público ganhará mais uma atração no espaço. Um museu com foco em aviação será inaugurado. Caracas já estudou aviação por três anos e ganhou da Força Aérea Brasileira um caça Xavante, que será exposto no local. Quem visitar o Hotel terá a oportunidade de fazer um voo virtual por Guaramiranga de dentro do avião. O modelo foi o primeiro avião a jato fabricado pela Embraer.

Fonte: Gabriel Borges – Uol notícias

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