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A Indústria 4.0 ou a quarta revolução industrial traz em seu bojo muitas oportunidades e ameaças, em um processo de transformação nunca antes experimentado pelas organizações. Vivemos em uma era em que acordamos com novas invenções revolucionárias, novos modelos de negócio, novas oportunidades que fazem nascer novas organizações e tornar outras obsoletas rapidamente.

O elemento-chave para esta transformação, ao contrário do que a maioria pode pensar, não é a tecnologia, mas sim o ser humano, responsável por todo processo de inovação. As transformações são decorrentes de todo processo de inovação que está ocorrendo nas organizações orientadas para o futuro.

A preparação para a Indústria 4.0 começa por estabelecer uma cultura focada para a inovação, que será o motor de todo o processo de transformação, que por consequência irá no devido momento demandar processos automatizados e as tecnologias habilitadoras.

Desta forma, o primeiro investimento de toda empresa que esteja buscando preparar-se para a Indústria 4.0, deveria ser capacitar seus gestores para criarem a cultura de inovação, e saberem como planejar processos e soluções disruptivas, por meio das pessoas capacitadas e motivadas.

As pessoas ajudam as empresas a realizar sua transformação digital e são as mais afetadas pelas mudanças no local de trabalho. Seu ambiente de trabalho direto é alterado, exigindo que elas adquiram novas habilidades e qualificações. Isso torna cada vez mais crítico que as empresas preparem seus colaboradores para essas mudanças através de treinamento adequado e educação continuada.

Com a velocidade das mudanças se faz necessário entender o novo papel do ser humano no processo industrial, que definitivamente migra das atividades manuais e operacionais, para interação com processos produtivos complexos, que demandarão mão de obra cada vez mais especializada, e criará demandas para formação profissional.

Por Paulo Roberto dos Santos – Diretor da Zorfatec.

Chegamos a nossa última matéria da parceria com a Zorfatec. Deseja receber todo o conteúdo? Preencha o formulário abaixo e receba tudo sobre a Indústria 4.0 para o mercado do plástico.

Com dados alarmantes sobre a poluição causada pelo descarte incorreto do plástico pelo homem nos oceanos, estudos de universidades no mundo todo têm cada vez mais achado soluções ecológicas e não poluentes para o material. A engenheira de alimentos recém-formada pela UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia), Larissa Sandes, 25 anos, compartilhou em suas redes sociais os resultados de uma embalagem biodegradável, sustentável e comestível, que serviria como um filme plástico, ideal para envolver frutas e outros alimentos.

Desenvolvidas a partir de amido de milho, quitosana e fécula de batata, as chamadas ‘embalagens ativas’ têm espessura e força de um plástico filme de PVC, mas além de serem comestíveis, se decompõem no meio-ambiente em até dois meses. Para se ter uma ideia, o plástico comum, produzido a partir do petróleo, leva de 100 a 600 anos para se desintegrar e se decompor por completo.

Incentivada pela professora doutora Cristiane Patrícia de Oliveira, Larissa estudou por três anos para chegar à composição ideal do material. Além da alternativa comestível, existe também uma mais resistente, feita a partir de BHT, um composto produzido por fitoplanctons, que também é biodegradável, porém não pode ser ingerido.

Segundo os estudos, a embalagem ativa também pode aumentar a vida de prateleira dos alimentos. Em seu último trabalho, Larissa aplicou o filme em salsichas e observou sua capacidade de atuar contra fatores externos (umidade e oxigênio), que aceleram a oxidação dos alimentos. Até o momento, ainda nenhuma empresa brasileira utiliza esse material em escala comercial.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Conheça um pouco da história e de como este material se desenvolveu

O plástico é um material indispensável e fundamental para a sociedade, principalmente por inúmeros itens, que só existem devido a sua criação. Inicialmente, os materiais plásticos surgiram com o objetivo de substituir materiais de origem animal, como o marfim dos elefantes. E foi assim que o plástico se consolidou como um material leve, resistente e versátil.

A seguir, acompanhe uma linha do tempo, que apresenta a evolução deste material, desde o seu surgimento até os dias atuais.

Substituindo o marfim dos elefantes, os cascos e chifres bovinos, surge a Baquelite®, primeira forma comercial de plástico totalmente sintético – em uso até hoje, tendo como apelo sua versatilidade e modernidade.

Em 1909 surge o descartável, que vem atender a legislação americana que proibia o uso de xícaras comunitárias em trens, o que evitava a disseminação de doenças.

Os anos 30 foram impactantes para a indústria do plástico – os fabricantes aprenderam como produzir poliestireno, polímeros acrílicos e poli (cloreto de vinila - a partir do petróleo).

Em 1938 a Poliamida (nylon®) foi inventada, novo passo foi dado pelo plástico em direção à intimidade e ao corpo humano. O plástico entrou no âmbito da moda, do estilo e da elegância.

Nos anos 50 vêm o crescimento dos laminados decorativos, aqueles conhecidos como Formica®, muito populares em lanchonetes e restaurantes nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a resina de melamina-formaldeído torna-se popular na fabricação de utensílios domésticos. Na década de 50, os plásticos tornam-se a nova tendência na indústria de confecção de vestuário. Tecidos de poliéster, nylon® e Lycra® eram fáceis de lavar, dispensavam a necessidade de passar as roupas e eram muito mais baratos que os tecidos naturais. Como resultado, o plástico se tornou muito popular entre os consumidores, cansados do cotidiano de trabalho doméstico.

O plástico foi referência estética, visual e de bom gosto. Ele chegou com apelo futurista, arrojado, dinâmico e alinhou o Brasil à modernidade do mundo. Também na área tecnológica, nos idos dos anos 60, os plásticos aparecem como importante material na produção de componentes para naves espaciais, durante a corrida espacial. Seu baixo peso e versatilidade fazem dele um material fundamental para o sucesso da exploração espacial.

A música, a fotografia e o vídeo também souberam se servir dos benefícios do plástico.

Ninguém que tenha crescido nos anos 70/80 está completamente imune ao plástico, ao seu caráter divertido ou à sua presença constante e marcante no cotidiano, seja na música ou nos brinquedos, o plástico se fazia presente.

Neste período, os meios de transporte começam a utilizar maior quantidade de conteúdo plástico, devido a sua leveza e redução de consumo de combustíveis e seu uso alcança 11% em 1988. Com o surgimento dos super e hipermercados, vem o aumento de uso dos plásticos nas embalagens para manter o frescor dos produtos e da vida dos produtos que compramos nas prateleiras. Com o aumento da ênfase na proteção ao meio ambiente, novas técnicas foram desenvolvidas para recuperar e reciclar os produtos plásticos ao término da sua vida útil.

Os plásticos possuem um futuro brilhante. Com uma indústria inovadora que contribuiu com os avanços críticos no século XX e como a chave para alavancar algumas das maiores metas no novo século XXI: avanço tecnológico, proteção ao meio ambiente, prosperidade econômica e melhoria dos padrões de vida para toda a humanidade.

O aumento do conteúdo de material reciclado passa a ser uma tendência com olhar positivo da sociedade sobre essas iniciativas. Grandes marcas já anunciaram metas globais para a inserção do material reciclado. Com isso, produtos elaborados com material virgem já começam a seguir uma tendência de ecodesign para aumentar a qualidade e a viabilidade de recuperação do material e sua reinserção na cadeia de produção, na forma de novos produtos com alto valor adicionado.

Alguns avanços tecnológicos:

Fonte: Abiplast

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A instituição tem alto índice de empregabilidade, em que geralmente 90% dos novos alunos, que estavam desempregados e não eram da área de plásticos, conseguem trabalho antes de se formar, mesmo sem experiência

A Escola LF de formação profissional em plásticos está abrindo matrículas para os cursos de sopro e extrusão. As aulas são teóricas e práticas, iniciam a partir do dia 16 de março aos sábados no período da manhã, na sede da escola. As vagas são limitadas. Segundo o diretor técnico da instituição, Alexandre Farhan, pelo menos 90% dos egressos, que estavam desempregados e não eram da área de plásticos, saem empregados, e muitos deles sem qualquer experiência anterior. Existem encaminhamentos para empresas parceiras, muitas delas desde a criação da escola, que reconhecem o potencial dos alunos formados.

O curso de sopro tem duração de oito meses, enquanto o de extrusão é de cinco meses. Ao final o formando recebe certificado, que é reconhecido no mercado principalmente pelas grandes empresas em todo o território nacional. Em seus 23 anos de existência a Escola LF já formou aproximadamente 20 mil profissionais. “Conforme são desenvolvidas as aulas teóricas, vamos demostrando nas máquinas da oficina de transformação a prática do dia a dia dos nossos alunos. No último mês são realizadas apenas aulas práticas”, explica Farhan. “No final do curso os alunos são capazes de trocar moldes, regular máquinas, analisar os processos e sobretudo colocar a mão na massa, ou melhor, no plástico, já que aqui não é padaria”, brinca ele.

A Escola

Este estabelecimento de ensino profissional totalmente independente tem uma estrutura muito ampla, bem equipada, moderna e confortável. A área construída é de 1,2 mil metros quadrados e o prédio, projetado exclusivamente para ser uma escola no setor de plásticos, tem quatro andares, salas de aulas para 30 alunos cada, cantina e um auditório com capacidade para 70 lugares. “Além disso, há um laboratório de informática para os cursos de projetos de moldes 3D e um laboratório para aulas práticas com máquinas sopradoras, injetoras e toda infraestrutura para que o aluno atue na indústria, na prática. Ela está localizada próxima à estação do Metrô”, descreve Farhan.

Os cursos na realidade formam profissionais para atuar de maneira direta na produção. O aluno terá conhecimento para operar plenamente as máquinas, fazendo os ajustes necessários para produzir itens de qualidade, otimizar tempos de trocas de ferramentas e até com o objetivo de reduzir os períodos ociosos no processo de fabricação. “Com isso, a empresa consegue reduzir despesas, evita desperdícios de resinas, porque elas possuem um alto valor de mercado, além de diminuir quebras de moldes e outras peças”, argumenta ele. “Esses cursos também podem ser aproveitados pelos donos de empresas, engenheiros, técnicos de processo, inspetores de qualidade, programadores PCP e até mecânicos de manutenção e profissionais da área comercial, porque aborda o processo como um todo”.

Os instrutores (professores) dos cursos da Escola LF são profissionais com grande experiência prática na indústria e formados em diferentes cursos universitários. Alguns deles, por sinal, apresentam pós-graduação. Qualquer um deles têm no mínimo cinco anos de vivência na instituição. Um pré-requisito é que todos esses mestres precisaram ser formados na própria Escola LF antes de irem para as salas de aulas, laboratório e oficina transmitirem seus conhecimentos. Além disso, para se tornarem professores, tiveram que ficar pelo menos dois anos em treinamento direto com o diretor técnico Alexandre Farhan. “Nunca contratei um instrutor que não fosse também formado pela nossa escola”, diz orgulhoso.

Processos de produção

Para entender melhor o conteúdo do curso, a área de sopro no setor plástico trabalha com o produto final, os frascos, garrafas (inclusive PET), e todos os produtos de plástico que são ocos, abrangendo até tanques de combustível de carros. Os produtos são produzidos por máquinas sopradoras. Grosso modo, elas recebem inicialmente o plástico em forma de grãos, como se fossem lentilhas. Elas são derretidas num cilindro e vão para uma peça chamada cabeçote, onde a seguir sai em forma de uma mangueira mais grossa, em estado pastoso e quente. Essa mangueira escorre pelo equipamento até chegar num molde no formato do produto, uma garrafa, por exemplo. Esse molde, feito em duas partes, acopla as duas metades e se fecha sobre a mangueira pastosa. A máquina sopradora dispõe de um pino que penetra pela abertura superior do molde, no caso o gargalo da garrafa, e sopra o ar com pressão dentro do molde onde está a mangueira quente e pastosa. Ela a seguir fica inflada e toma formato da garrafa prevista no molde. Depois disso a peça produzida vai para o acabamento.

Já no processo de extrusão, a máquina extrusora serve para todos os chamados produtos extrudados. Neste caso, abrangem objetos como tubos, chapas, mangueiras, filmes (películas) para sacos plásticos e até multifilamentos (tipo de ‘linhas’) para tecelagem ou cabelos de bonecas. Podem também produzir matéria-prima plástica em forma de grãos (pellets), que é o formato inicial para fabricação dos produtos plásticos injetados, soprados ou extrudados e também é uma tecnologia muito usada em reciclagem desses materiais.

Na verdade, tanto no sopro como na extrusão a máquina é a mesma. O que muda é o chamado cabeçote, em que cada processo exige o seu próprio modelo. Esta peça é quem vai proporcionar o formato pré-definido do objeto. Para cada processo de produção há detalhes específicos para o respectivo equipamento. Por isso, o profissional precisa se especializar no processo que pretende desenvolver o produto.

Serviço:

Escola LF

Tels.:

11 3277-0553

11 3628-3905

11 4119-0047

e-mail: [email protected]

site: https://escolalf.com.br/

 

Fonte: Escola LF

Por estar presente em diversos mercado devido a sua versatilidade, o produto plástico possui diferentes durabilidades e isso varia de acordo com o seu uso.

Confira, no gráfico 1, os segmentos nos quais o plástico tem ciclo longo de vida, acima de 5 anos.

Gráfico 1 - Fonte: Abiplast

Por causa de suas propriedades de resistência e leveza, por exemplo, o plástico está fortemente ligado na Construção Civil, automóveis e autopeças, móveis e eletrônicos – essas aplicações de ciclo longo são responsáveis por mais de 52% do mercado consumidor de produtos plásticos.

No gráfico 2, veja os setores que utilizam o plástico com ciclo de vida médio.

Gráfico 2 - Fonte: Abiplast

Existem também aplicações de ciclo médio, em torno de 1 a 5 anos, que é o plástico utilizado na agricultura e na fabricação têxtil e do vestuário, mercados estes potenciais para a inserção cada vez maior do plástico em aplicações importantes, garantindo a redução de custos na agricultura e a sustentabilidade no mercado do vestuário com a utilização do plástico reciclado.

No gráfico 3, conheça os segmentos que utilizam o plástico que tem o ciclo de vida de até um ano.

Gráfico 3 - Fonte: Abiplast

Para finalizar, representando um pouco mais de 30% do mercado consumidor do plástico, aparecem as aplicações de ciclo curto (até 1 ano), representada principalmente pelas embalagens destinadas a alimentos, bebidas e artigos de higiene pessoal e limpeza.

Fonte: Abiplast

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A consolidação da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha – como maior evento do setor na América Latina está em sua segunda edição (de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo), chamou a atenção do mercado internacional. Neste ano, 69 empresas de 13 países escolheram a feira para se relacionar com a indústria brasileira e aproveitar as oportunidades de uma economia em ascensão.

Este número de expositores internacionais – vindos da Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Suíça, Taiwan e Turquia – representa um incremento de 122% sobre a edição inaugural da Plástico Brasil, em 2017. Para acomodá-los, a área de exposição destinada aos estrangeiros quase dobrou, reforçando o caráter internacional da feira.

Os visitantes profissionais da Plástico Brasil poderão estreitar relacionamento e conhecer as novas soluções e tecnologias destes fabricantes em estandes individuais dispostos ao longo da feira e também nos quatro pavilhões internacionais: Alemanha (7 expositores), Áustria (9), Itália (15) e China (8).

Confira os expositores dos pavilhões internacionais:

ITÁLIA

AMAPLAST/MACPLAS/PLAST 2021

BANDERA

COLINES

ELECTRONIC SYSTEMS

HELIOS QUARTZ

ICMA SAN GIORGIO

IPM

ITIB MACHINERY

MARIS

OMIPA

PLASTIBLOW

PROMIXON

TECNOVA

ÁUSTRIA

EREMA

NGR

AWO

HIRSCH

STARLINGER

SENOPLAST

HTW

BLUE AIR

SML

ALEMANHA

HANS WEBER

ASCONA

HERBOLD

LEONHARD BREITENBACH

KAUTEX MASCHINENBAU

NETZSCH

BEILOMATIK LEUZE

CHINA

CMEC

DESIGNER PRECISE MACHINERY

JINGYE MACHINERY

JWELL PIPE EQUIPMENT

LESUN SCREW

PLASTIC MACHINERY MANUFACTURE

QUEENSENSE MACHINE

XUANHAN TECHNOLOGY

A AMAPLAST, Asociação dos Fabricantes de Máquinas e Moldes para Plástico e Borracha, considera o Brasil um importante e tradicional mercado para suas exportações. Prova disso é que 20 fabricantes de máquinas italianas abriram operação no país para produção no local e passaram a oferecer ao mercado nacional uma ampla gama de equipamentos, desde máquinas básicas até auxiliares. Parte destes fabricantes vai compor o pavilhão da Itália na Plástico Brasil.

No pavilhão oficial da Áustria, patrocinado pela Câmara Econômica Federal Austríaca em parceria com o escritório do Advantage Áustria em São Paulo, nove empresas apresentarão seus serviços e produtos de alta qualidade.

PLÁSTICO BRASIL

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira reunirá mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta-moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais das indústrias da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros, que vislumbram na Plástico Brasil a melhor oportunidade para se modernizar e competir num mercado em ascensão.

A feira oferecerá uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019 e a demonstração de um inovador sistema de SMED (Single Minute Exchange of Die) sem interação humana e inédito na América Latina.

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira destacará uma série de ações que vão, não só colaborar com a preservação do meio ambiente, mas também inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Serviço

PLÁSTICO BRASIL - Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Data: 25 a 29 de março de 2019

Horário: Das 10h às 19h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo – SP)

Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Expositores: mais de 600 marcas nacionais e internacionais

Setores: máquinas; equipamentos e acessórios; matérias-primas e resinas; moldes e porta moldes; automação industrial e robótica; periféricos; entre outros produtos, serviços e soluções

Público: em torno de 45 mil visitantes/compradores

Entrada: Gratuita para profissionais do setor, com credenciamento online (www.plasticobrasil.com.br) ou no local

Mídias Sociais: facebook.com/plasticobr

O portal Plástico Virtual participa da Feira Internacional do Plástico e da Borracha – Plástico Brasil 2019 – que ocorre entre os dias 25 e 29 de março no São Paulo Expo (São Paulo Exhibition & Convention Center).

Com o slogan ‘Tecnologia que Transforma’, a feira se fortalece como uma plataforma de negócios, proporcionando novas oportunidades para expositores e visitantes. Alinhado a este princípio, o Plástico Virtual participa do evento levando informações essenciais ao setor, com layout moderno, conteúdos específicos e vantagens de visibilidade aos clientes e parceiros.

Plástico Virtual se renova com posicionamento estratégico

Em 2018, o site passou por mudanças significativas, como a estreia de layout novo, mais versátil e mais facilidade de navegação e usabilidade para atender seu público-alvo.

Alterações no posicionamento do portal trouxeram novas perspectivas, com conteúdo mais específico e qualificado, com matérias exclusivas para o segmento, textos diversificados e relevantes para o setor industrial do plástico e para a área de transformação.

Com o objetivo de melhor atender clientes, parceiros e público em geral, com notícias do mercado nacional e internacional, o posicionamento estratégico do portal teve destaque e foi reformulado para oferecer ao segmento estratégias e oportunidades únicas e exclusivas, favorecendo o crescimento deste nicho.

E neste ano, o Portal abre espaço para divulgação de conteúdos exclusivos de colunistas do segmento. Então, se você tem interesse em divulgar textos do setor ou publicações técnicas de sua autoria, entre em contato com a equipe de marketing do Plástico Virtual.

Plástico Brasil 2019 - Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Data: 25 a 29 de março

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - São Paulo (SP)

Estande Plástico Virtual: I087

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Pense em quantos objetivos diferenciados e interessantes podem ser produzidos a partir de materiais que iriam para o lixo. É nítido o quanto a reciclagem faz bem para o meio ambiente – com o descarte correto e a reutilização de certos materiais - além da natureza, o seu bolso também agradece.

Veja, a seguir, como as garrafas plásticas foram reutilizadas de maneira extremamente criativa em oito exemplos:

1 – Garrafas pintadas para decorar o ambiente

O amarelo traz luz para um ambiente. Com essas garrafas pintadas, seu espaço fica mais alegre e colorido.

2 – Garrafas de desinfetante vazias utilizadas como organizadores

Tem coisinhas espalhadas pela casa? Esta é uma excelente opção!

3 – Garrafas de refrigerante podem ser transformadas em vasos de plantas

Suas plantinhas precisam de um lugar para serem acomodadas? O problema está resolvido!

4 – O fundo das garrafas PET podem se transformar em um charmoso lustre

Só unir os fundinhos, bem organizados e montar um belíssimo lustre.

5 – Garrafas PET transformadas em vasinhos decorativos pintados

Pinte as garrafas e decore sua casa, empresa ou qualquer ambiente com vasinhos diferenciados.

6 – Estufa pequena feita com garrafas PET recicladas

Quer deixar seu espaço de plantinhas com um ar mais moderno e sustentável? Utilize garrafas PET.

7 – Barco feito de garrafas PET

Inúmeras garrafas PET juntas formam um barco que pode ser utilizado para navegação.

8 – Protetor de plantas

Deixe suas plantinhas protegidas e bem cuidadas com o protetor feito de garrafa PET.

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Notícias recentes, mais uma vez, atribuem ao plástico o papel de vilão do meio ambiente. Uma delas, publicada em dezembro no Diário de Pernambuco, dá conta que a administração de Fernando de Noronha publicou decreto que restringe o uso e a comercialização de recipientes e embalagens descartáveis no arquipélago; entre eles, garrafas plásticas (abaixo de 500 ml), canudos, copos, sacolas e outros objetos que tenham polietilenos, polipropilenos ou similares na composição.

Em que pese a justa cautela de preservar a Natureza em todas suas formas e, em especial, num paraíso como Fernando de Noronha, este é mais um exemplo de como o plástico, e não o uso indevido que se faz dele, acaba responsabilizado por problemas ambientais.

Eu proponho um exercício de ficção: vamos imaginar um mundo sem plástico. Do que seriam feitos os equipamentos e frascos dos hospitais e laboratórios? Quantos dos utensílios e eletrodomésticos de nossos lares existiriam? Qual o custo da maioria das peças de veículos particulares e coletivos?

O que se quer dizer com isto é que o plástico faz parte de nossa vida e sua abolição ou substituição por polímeros biodegradáveis não parece viável no médio prazo. O que urge é uma mudança de consciência na nossa relação de consumo com os produtos industrializados e as embalagens que os acondicionam.

Num país com tantas deficiências na educação, talvez seja utópico almejar programas de educação e conscientização ambiental. Ainda mais utópico seria desejar a universalização dos coletores seletivos e medidas que garantam a viabilidade financeira da atividade de reciclagem face aos nossos problemas estruturais, onde se estima que 17 milhões de pessoas não contam com serviços básicos de coleta de lixo em suas residências.

Um aspecto fundamental, porém, constantemente desprezado, no debate sobre o plástico é sua importância econômica. Artigo publicado pelo SIMPERJ (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro) destaca que a indústria de transformação do plástico gera 326 mil empregos (é o 4º setor que mais emprega no País) nas mais de 11.500 empresas atualmente em atividade – a sua maioria microempresas (73% do total). O faturamento do setor é de R$ 62 bilhões por ano, e por aí dá para ter uma ideia da sua contribuição para o erário público.

Em resumo: o plástico é fundamental nas nossas atividades cotidianas, é relevante para a economia do país e, sim, ele é sustentável – desde que cada consumidor, empresas e demais entidades públicas e privadas assumam sua parcela de responsabilidade na preservação do meio ambiente.

E isso pode se dar desde nossa relação diária com o que consumimos até a criação de subsídios, incentivos ou desoneração fiscal para equipamentos e insumos voltados à reciclagem. Não há vilões quando se trata de tornar o mundo melhor. Pode parecer clichê, mas o fato é que o futuro do planeta está em nossas mãos.

Por: Liliane Bortoluci – diretora da Informa Exhibitions, promotora da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Com o ambiente virtual cada vez mais em alta no mercado competitivo, foram criadas estratégias diferenciadas de propaganda para atender as demandas existentes nesse mercado online, ou seja, o marketing digital que, segundo a Rock Content, “é o conjunto de atividades que uma empresa (ou pessoa) executa online, com o objetivo de atrair novos negócios, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade da marca”.

Mas por que devo investir neste novo modelo de marketing? Vamos apresentar 6 motivos que não te farão pensar duas vezes para investir.

1 – Dados sobre pesquisa na internet

De acordo com uma pesquisa realizada pela Infront Webworks, 98 milhões de pessoas usam web no Brasil, 21% das empresas vendem pela internet e 62% das empresas compram pelo ambiente virtual. Dados comprovam que a internet é intensamente utilizada para pesquisa, compra, venda e contratações.

2 – Referência no mercado competitivo

Para se tornar referência em um ambiente mercadológico que tem tantas empresas competindo diariamente, sair na frente é primordial para conquistar seu espaço. Por isso, existem diversas maneiras de criar valor junto ao seu público-consumidor, e uma das estratégias é o marketing de conteúdo.

3 – Criar valor para a marca

Além de apresentar seus produtos para o público-consumidor, é imprescindível fazer com que ele consuma informação relevante e referente ao seu serviço/produto/marca. Ações diferenciadas, apresentação de diferenciais, ferramentas para divulgação, como exposição em portais segmentados, são coisas fundamentais para criar valor da marca junto ao cliente em potencial ou real.

4 – Visibilidade

Estar visível para o público-consumidor é uma necessidade da empresa. Investir em estratégias de marketing digital para conquistar visibilidade é um passo importante para alcançar com mais frequência os mesmos. Para isso, existe uma Tecnologia de Posicionamento Inteligente, a TPI, estratégia exclusiva que oferece posicionamento orgânico no maior buscador do mundo, o Google.

5 – Segmentação

O marketing digital contribui com o direcionamento correto de ações específicas para atingir o segmento de mercado, ou seja, a fração do mercado que compete à sua empresa ou marca. A exposição em sites e portais segmentados é mais assertiva, por exemplo, você saberá a data e horário que seu consumidor em potencial está online, quais lugares ele visita frequentemente e onde é o melhor lugar para estar visível.

6 – Mensurar ações

O novo modelo de marketing proporciona a mensuração de resultados das ações realizadas pela empresa. São diversas as ferramentas que podem ser utilizadas para metrificar todos os investimentos em ações de marketing digital, além de poder entender o perfil, saber onde acertou, qual tentativa de promoção foi falha, e ainda, informações mais pessoais do seu público, como idade e localidade, por exemplo.

Conheça as ações de marketing que o nosso portal oferece para você, empresa da cadeia produtiva do plástico que deseja ter mais visibilidade, oferecer conteúdo segmentado, matérias especiais e ações específicas para sua empresa. Destaque-se no maior e mais completo portal do mercado do plástico da América Latina.

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