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Sondagem da CNI aponta estagnação na produção da indústria

A Sondagem Industrial, divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) no último dia 20, revelou que a indústria fecha o 3º semestre do ano com mais sinais de dificuldades. Em setembro, enquanto os estoques se acumulavam, a produção do setor estagnou. E os empresários demonstraram maior preocupação com a demanda interna insuficiente. 

Sondagem da CNI aponta estagnação na produção

O marcador da evolução da produção industrial registrou 50,1 pontos em setembro, ou seja, manteve-se estável em relação a agosto. Pois, está praticamente sobre a linha divisória de 50 pontos. 

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Já o índice de evolução do emprego registrou 48,9 pontos, sendo assim, abaixo da linha divisória, indicando queda do número de trabalhadores industriais comparados a agosto. CNI pontua que se trata de um resultado atípico, porque desde 2020 esse indicador registrava crescimento neste período, com exceção de 2023. 

O índice de evolução do nível de estoques, por sua vez, registrou 50,8 pontos. Este indicador está acima da linha divisória de 50 pontos, apontando para um acúmulo de estoques entre agosto e setembro. 

Além disso, o indicador de estoque efetivo em relação ao usual passou de 48,8 pontos em agosto para 50,7 pontos em setembro. Desse modo, o movimento indica que os estoques estão acima do esperado pelos empresários. 

Diante disso, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, avalia: "Os dados mostram um quadro difícil para a indústria. É importante notar que o acúmulo de estoques indesejado ocorre mesmo com um freio da produção. É um sinal de que a demanda veio mais fraca do que os empresários esperavam.”

A UCI (Utilização da Capacidade Instalada), porém, permanece em 70%. O percentual, no entanto, é menor do que o registrado em setembro do ano passado, quando a UCI chegou a 72%.

Empresários reduzem insatisfação com lucros e crédito, mas desafios persistem no 3º trimestre

A satisfação dos empresários com a situação financeira das indústrias subiu, indo de 48,4 pontos para 48,9 pontos no 3º trimestre, segundo o indicador. Apesar disso, a ligeira alta não teve força suficiente para alterar o quadro de insatisfação dos industriais com essa variável. 

Mas, ainda assim, revela que o descontentamento está menos intenso e disseminado do que no 2º trimestre. 

O índice de satisfação com o lucro operacional passou de 42,8 pontos para 43,6 pontos, recuperando parte da queda vista entre o 1º e o 2º trimestres do ano. 

A pesquisa mostra também o crescimento no índice de facilidade de acesso ao crédito, que registrou 0,4 ponto, saindo 39,9 pontos para 40,3 pontos, aproximando-se do valor visto no 1º trimestre. 

Por outro lado, o índice que mede a evolução do preço médio das matérias-primas caiu 1,8 ponto, passando de 57 pontos para 55,2 pontos. O indicador continua acima dos 50 pontos; com isso, revela que os industriais ainda percebem aumento nos preços. 

Quantos aos três principais problemas enfrentados por suas empresas, neste 3º trimestre, os empresários responderam que:

A falta ou alto custo de trabalhador qualificado foi mencionada por 22,9% dos empresários, ficando na 4ª posição de principais problemas. A competição desleal ficou na 5ª colocação, com 19,1%.

Indústria projeta leve recuperação da demanda e volta a aumentar intenção de investir

Durante o mês de outubro, o índice de expectativa de quantidade exportada aumentou 2, chegando a 48,6 pontos. O indicador continua abaixo dos 50 pontos, revelando projeções de queda das exportações nos próximos seis meses, embora menos intensas do que em setembro. 

As empresas mostraram menor otimismo em outubro: o indicador de expectativa de empregos e o de compras de matérias-primas caíram 0,3 ponto. O primeiro atingiu 49,3 pontos, sinalizando aumento na expectativa de redução de vagas. O segundo recuou para 51 pontos, o que ainda sugere intenção de compra de insumos, embora com menor intensidade.

Os industriais demonstraram maior confiança na demanda, impulsionando o índice de expectativa em 0,2 ponto, de 52,3 para 52,5 pontos. Esse leve avanço reforça o otimismo do setor com o aumento da procura por produtos industriais no próximo semestre.

A indústria voltou a demonstrar maior disposição para investir, elevando o índice de intenção de investimento de 54,4 para 54,8 pontos. Esse avanço compensa parcialmente a queda de 4,4 pontos registrada entre dezembro de 2024 e setembro de 2025.

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Indústria brasileira se destaca na adoção de energias renováveis

Transição energética, processos sustentáveis, energia renovável e economia circular são temas que percorrem toda a indústria, seja por necessidade geral seja por demandas específicas. Nesse cenário, a indústria brasileira lidera, com 85% das indústrias do Brasil que desenvolvem ao menos uma prática de economia circular, como revelou a pesquisa de 2024 da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o Centro de Pesquisa em Economia Circular da USP (Universidade de São Paulo).

Indústria brasileira se destaca na adoção de energias renováveis

Isso se reforça na indústria do plástico, isso porque no Perfil 2025 ABIPLAST revelou como este segmento impulsiona práticas sustentáveis e reciclagem. Sendo assim, este resultados mostra como as práticas aliam-se ao uso de energias renováveis. 

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Ainda falando de pesquisa, o mais recente BEN (Balanço Energético Nacional), divulgado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) junto ao Ministério de Minas e Energia, revelou que a indústria consumiu 31,8% de toda a energia gerada no Brasil em 2023, atrás apenas do setor de Transportes (33%).

Por outro lado, porém, se caracterizou como o menor crescimento no consumo entre os anos de 2022 e 2023, sendo: 2,9%. Comparado a 6,4% de serviços, por exemplo. Ainda, registrou-se 64,7% de renovabilidade na matriz energética na indústria em 2023.

Isso significa que a indústria brasileira tem avançado de forma consistente na adoção de fontes limpas e práticas sustentáveis. Afinal, tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e incorporando soluções de economia circular em suas operações.

Mais uma pesquisa da CNI, encomendada pela Nexus, desta vez, revela que quase metade, isto é 48%, das empresas entrevistadas estavam investindo em ações ou projetos de transição para fontes de energia renováveis em 2024. Sendo: hídrica, eólica, solar, biomassa ou hidrogênio de baixo carbono. 

Indústria amplia investimentos em energia renovável e acelera a descarbonização

Em nível de comparação, na edição anterior da pesquisa, em 2023, o índice era de 34%. Porém, outros dados apontados pela pesquisa CNI/Nexus constatam a busca dos empresários para incorporar fontes renováveis de energia no processo produtivo. 

Nesse sentido, o número de indústrias que consideram a energia renovável e inovação como estratégias para a descarbonização, registrou 25% em 2024 e 23% em 2023. Enquanto isso, o número de indústrias que priorizam a inovação tecnológica para descarbonização são 20% em 2024; 14% em 2023.

Ainda, mais de 60% das empresas manifestaram interesse em financiamento para adequar seu maquinário, visando descarbonização. Em outra perspectiva, 9 em cada 10 entrevistados, indicam a falta de incentivo tributário para as ações de descarbonização indústrias como principal gargalo. 

Diante disso, Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais da CNI, em entrevista ao Mundo do Plástico, pontua que o aumento do interesse em investir em fontes de energia renováveis demonstra que o Brasil está na vanguarda da transição energética. Bem como reflete o compromisso crescente da indústria brasileira com a sustentabilidade.

Compromisso ambiental e o modo de produzir da indústria brasileira

A pesquisa da CNI mostrou que a indústria brasileira concentra seus esforços em seis principais frentes de sustentabilidade, demonstrando um compromisso crescente com práticas ambientais mais responsáveis e eficientes.

Em primeiro lugar, 89% das indústrias reduzem a geração de resíduos, evidenciando uma atuação direta no controle de sobras e rejeitos. Em seguida, 86% otimizam o consumo de energia, adotando tecnologias mais eficientes e processos que diminuem desperdícios. Além disso, 81% investem na modernização de maquinários, buscando ganhos ambientais que resultam em maior produtividade e menor impacto.

Outro ponto de destaque é que 79% das empresas reduzem ou eliminam a poluição da água, reforçando o compromisso com a preservação dos recursos hídricos. 

Na mesma proporção, 79% também otimizam o uso da água, implementando práticas de reuso e controle de consumo. Por fim, 77% aperfeiçoam seus processos produtivos com o objetivo de elevar o desempenho ambiental e promover uma produção mais limpa.

Dessa forma, a pesquisa evidencia que a indústria brasileira não apenas reconhece a importância da sustentabilidade. Mas também transforma esse reconhecimento em ação concreta, incorporando medidas contínuas que equilibram eficiência, inovação e responsabilidade ambiental.

Crescimento das fontes renováveis impulsiona a sustentabilidade industrial

Muito além da energia renovável, a pesquisa da CNI revelou que a indústria brasileira direciona seus esforços para seis medidas centrais de sustentabilidade, consolidando um compromisso amplo com a eficiência ambiental. 

Muito além da energia renovável, a pesquisa da CNI revelou que a indústria brasileira direciona seus esforços para seis medidas centrais de sustentabilidade, consolidando um compromisso amplo com a eficiência ambiental. Entre as práticas mais adotadas estão:

Esses resultados reforçam como o setor industrial acompanha o avanço da matriz energética sustentável do país. De acordo com o Ministério de Minas e Energia:

Esses dados evidenciam a consolidação da transição energética e o papel ativo da indústria na construção de uma economia mais sustentável.

País consolida liderança global em energia limpa com avanço do Mercado Livre

No total, as fontes renováveis alcançaram 88,2% da matriz energética brasileira, um índice muito superior à média mundial. Esse resultado coloca o Brasil entre os países com maior presença de energia limpa no planeta, evidenciando um caminho sólido rumo à transição energética.

Além disso, o crescimento do Mercado Livre de Energia tende a impulsionar ainda mais esses avanços. Essa modalidade permite que consumidores escolham fornecedores de energia renovável, contribuindo diretamente para a redução da pegada de carbono e para a diversificação das fontes de abastecimento. 

Para consolidar essa expansão, o Ministério de Minas e Energia abriu, até 21 de outubro deste ano, uma consulta pública que busca regulamentar a abertura total do mercado de energia elétrica, incluindo os consumidores residenciais.

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ICEI cresce, mas ainda indústria permanece pessimista

Em outubro o ICEI (Índice de Confiança Industrial), subiu 1 ponto e chegando a 47,2 pontos. Apesar disso, a alta não faz com que o marcador ultrapasse a linha divisória de 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. Sendo assim, os empresários do setor chegam a 10 meses de pessimismo, de acordo com o levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria). 

ICEI

Nesse sentido, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, pontua que ainda é cedo para apontar reversão do quadro de falta de confiança. Isso porque, relembra o gerente, o índice permanece há três pontos abaixo da linha de 50 pontos. 

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Diante disso, ele explica: "O final do ano costuma ser mais favorável para a indústria e isso costuma se refletir nas expectativas. É possível que o ICEI melhore, mas não que essa falta de confiança que vem desde o início do ano se reverta.”

Além disso, dois componentes do ICEI melhoraram durante o mês de outubro. O primeiro sendo o Índice de Condições Atuais subiu 1,3 ponto, passando de 41,9 pontos para 43,2 pontos. Este crescimento aconteceu pela melhora na percepção dos industriais sobre o momento das empresas e da economia brasileira. 

Entretanto, este índice também continua abaixo da linha divisória de 50 pontos. E, para os empresários, as condições atuais dos negócios e da economia continuam piores do que eram há seis meses. 

Em outubro, o Índice de Expectativas cresceu 2,9 pontos, a terceira alta consecutiva. Assim, o  indicador chegou aos 49,1 pontos, e também permanece abaixo da linha de 50 pontos. Este patamar revela que as perspectivas dos empresários para os próximos seis meses continuam negativas, embora menos pessimistas do que em setembro. 

A pequena melhoria aponta que as expectativas refletem perspectivas menos negativas dos empresários para o futuro da economia. Bem como para as próprias empresas.  

Para esta edição do ICEI, a CNI consultou 1.164 empresas: sendo 458 de pequeno porte; 444 de médio porte; e 262 de grande porte. A pesquisa acontece mensalmente, e neste mês aconteceu do dia 1 ao 7 de outubro de 2025. 

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Indústria do plástico cria 23 mil vagas e reforça papel na economia nacional

O Perfil das Indústrias de Transformação e Reciclagem de Plástico 2025, divulgado pela ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), reforça a importância do setor no cenário nacional. Este estudo anual reúne os principais indicadores do setor com base em 2024, e revelou que a indústria movimentou 14,6 mil empresas em atividade e 404,6 mil empregos diretos, ocupando a posição de 4º maior empregador da indústria de transformação brasileira.

Perfil 2025 da ABIPLAST revela como a indústria do plástico no Brasil cresceu e impulsionou mais empregos, inovação tecnológica e investimentos em reciclagem e sustentabilidade
Indústria do plástico cria 23 mil vagas e reforça papel na economia nacional

Apenas em 2024, o setor do plástico criou 23,2 mil novas vagas (+6,3%), e no primeiro semestre de 2025 foram abertas 11,8 mil. Sendo assim, espera-se encerrar o ano com crescimento de 3% no emprego.

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Nesse sentido, José Ricardo Roriz Coelho, presidente do Conselho da ABIPLAST, afirma: “A indústria do plástico é um dos pilares da produtividade nacional. Estamos presentes em praticamente todos os setores, da saúde ao agronegócio, da construção civil ao automotivo, oferecendo eficiência, inovação e acessibilidade.”

Além disso, a produção também mostrou avanço, alcançando 7,46 milhões de toneladas em 2024, alta de 6,3% em relação ao ano anterior, considerando principalmente as embalagens plásticas, com forte demanda no setor de alimentos e bebidas. Para 2025, a expectativa é de que o crescimento seja de 2% sobre 2024.

Faturamento da indústria plástica deve crescer

A indústria registrou faturamento de R$ 164 bilhões em 2024 e projeta alcançar R$ 168 bilhões em 2025, alta de 2%. No período entre 2025 e 2027, o setor plástico pretende aplicar R$ 31,7 bilhões em crescimento produtivo, inovação sustentável e reciclagem. Somente nos seis primeiros meses de 2025, os investimentos já atingiram R$ 5 bilhões.

Portanto, Roriz explica: “A reciclagem [NM1] consolidou-se como uma atividade estratégica de valor agregado, com índice de reciclagem mecânica para embalagens alcançando 24,4%, reforçando a economia circular como pilar de competitividade e sustentabilidade”

Na balança comercial, o déficit chegou a US$ 2,85 bilhões em 2024. No entanto, o primeiro semestre de 2025 apresentou sinais positivos: as importações de transformados recuaram 9%, enquanto as exportações cresceram 7%. Esse avanço reforça a competitividade internacional do setor e evidencia uma maior diversificação de mercados.

Para Roriz, a trajetória do setor é marcada por inovação e transformação tecnológica, assim ele pontua: “Indústria 4.0, automação, digitalização e impressão 3D já fazem parte do dia a dia das fábricas, tornando nossas operações mais eficientes e sustentáveis. As embalagens evoluíram e hoje incorporam soluções inteligentes, funcionais e alinhadas às exigências globais.”

O presidente enfatiza que, para competir de forma justa no cenário global, a indústria depende de condições mais adequadas. “Enquanto avançamos em inovação e sustentabilidade, enfrentamos desafios estruturais na petroquímica nacional. Precisamos de políticas industriais robustas, redução de barreiras e incentivo à competitividade para consolidar o Brasil como protagonista na agenda internacional da inovação e da sustentabilidade”, afirma. 

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Tecnologia inovadora quebra o PET com menor impacto

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA) desenvolveram um novo método que usa energia mecânica para promover reações químicas. Nesse processo, colisões entre bolas metálicas e fragmentos de plástico quebram as ligações moleculares do material, e acontece em temperatura ambiente e sem gerar emissões poluentes. 

Tecnologia inovadora quebra o PET com menor impacto

O princípio do método está na mecanoquímica, técnica que usa a energia dos impactos para transformar materiais. Assim, elimina a necessidade de fornos, solventes e alto consumo energético, a abordagem se destaca como uma alternativa sustentável para o tratamento em larga escala de resíduos plásticos.

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Este avanço, portanto, cria novas possibilidades para um modelo de reciclagem mais limpo, eficiente e adaptável. Sendo, então, capaz de recuperar os componentes originais do PET e diminuir a poluição causada por seu acúmulo em aterros e oceanos.

Durante os testes, os cientistas observaram que os impactos controlados geram áreas concentradas de calor e pressão, quebrando a estrutura do PET. Como resultado, o processo não só decompõe o polímero, mas permite sua transformação em materiais reutilizáveis e de alta qualidade.

No cenário mundial, por sua vez, o avanço reforça as metas do Pacto Verde Europeu. Isso porque acompanha políticas internacionais voltadas a elevar os índices efetivos de reciclagem e reduzir a dependência de recursos não renováveis.

Essa tecnologia abre caminho para que o PET se consolide como um material sustentável, reprocessado continuamente sem impactar o meio ambiente. Além disso, o baixo consumo de energia da tecnologia viabiliza sua aplicação em plantas modulares e descentralizadas. Uma solução ideal para regiões carentes de infraestrutura industrial robusta, por exemplo. 

Diante de um mundo tomado pelo plástico, o avanço sinaliza uma nova etapa na gestão de resíduos, marcada pela união entre ciência e ecologia em prol de um ciclo de consumo mais equilibrado.

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Moda brasileira transforma 68 mil toneladas de plástico reciclado em roupas e acessórios

A moda brasileira também uniu-se à sustentabilidade e economia circular, isso porque a indústria têxtil transformou 68 mil toneladas de plástico reciclado em roupas e acessórios ao longo de todo 2024. Este dado vem do estudo Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plásticos Pós-Consumo no Brasil 2025 (Ano-Base 2024), realizado pela MaxiQuim em parceria com o PICPlast

Moda brasileira transforma 68 mil toneladas de plástico reciclado em roupas e acessórios

Com isso, nota-se um crescimento frente a aplicação têxtil em 2023, quando registrou 15% sobre as 59 mil toneladas de PCR (resina reciclada pós-consumo). 

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Consequentemente, a aplicação têxtil subiu de posição entre os segmentos de destino nas vendas de plásticos PCR. Em 2024, é o 6º segmento de maior demanda. Já em 2023 ocupava a 8ª posição. A indústria de alimentos e bebidas lidera, e movimentou 167 mil toneladas desse tipo de plástico.

Somando, o consumo de plástico PCR no ano passado chegou a 1,012 milhão de toneladas no Brasil, distribuídos em diferentes aplicações. Para as aplicações têxteis, por sua vez, o PET se destaca como o plástico pós-consumo mais utilizado, já que converte-se em fibra para a confecção de roupas, calçados e alguns tipos de acessórios.

Apenas em PET o consumo brasileiro da indústria correspondeu a 397 mil toneladas em 2024, conforme o estudo. A produção de resina reciclada em 2024 envolveu outros 7 tipos de plástico, além do PET.

Apesar da alta sobre 2023, os fios têxteis de plástico reciclado representam uma fração pequena do total de fibras têxteis consumidas no Brasil. Segundo dados da Abrafas (Associação Brasileira de Produtores de Fibras Artificiais e Sintéticas), o consumo brasileiro total em têxtil correspondeu a 678.417 toneladas de fibras de poliéster em 2024.

Assim, ao divulgar os resultados do estudo de 2024, a MaxiQuim anunciou o lançamento da plataforma Recicla Data, prevista para entrar em operação em 2026. A nova ferramenta digital vai automatizar o envio de informações sobre a entrada e a saída de resíduos por marcas e fabricantes. 

Além disso, permitirá comparar dados entre diferentes setores e regiões, tornando o monitoramento mais ágil e transparente.

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Fábrica de reciclagem de PET, idosos reciclam mais e pisos de plásticos reciclados

Cirklo e Solar Coca-Cola inauguram fábrica de reciclagem de PET no Pará

Cirklo e Solar Coca-Cola inauguram fábrica de reciclagem de PET no Pará

A Cirklo, uma das maiores recicladoras de garrafas PET no Brasil, e a Solar Coca-Cola, uma das maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola Brasil, uniram-se para construir uma fábrica de reciclagem de garrafas PET, em Ananindeua, no Pará. 

Com uma capacidade de transformar até 1.000 toneladas de PET por mês, assim, o empreendimento pretende gerar impactos ambientais, sociais e econômicos positivos na região amazônica. A estrutura já conta com estrutura concluída e encontra-se na fase de instalação de equipamentos, portanto, espera-se que a operação comece em novembro. 

Para contribuir com o volume de garrafas PET para a unidade, a Solar Coca-Cola, fabricante que integra o Sistema Coca-Cola Brasil, vai contribuir. Desse modo, promovendo um ciclo fechado em que produtos descartados dão origem a novas embalagens. 

Além disso, o material coletado por cooperativas e comerciantes locais será triado e processado no estado, transformando-se em flocos de PET reciclado. Em seguida, a matéria-prima seguirá para uma das unidades da Cirklo especializadas em granulação, completando o ciclo de reaproveitamento para produção de novas embalagens PET 100% recicladas.

A inauguração da fábrica da Cirklo em Ananindeua fortalece toda a cadeia de reciclagem, apoiando catadores e cooperativas e garantindo o processamento final do material. Bem como, com o investimento de R$ 20 milhões, a iniciativa marca um avanço significativo na estruturação da reciclagem na Amazônia, reforçando o compromisso das empresas com geração de valor social, ambiental e econômico.

Nesse sentido, Irineu Bueno Barbosa Júnior, CEO da Cirklo, destaca: “Esta é nossa quarta unidade industrial, e nela vamos gerar inicialmente mais de 60 empregos diretos, além de impulsionar toda a cadeia de coleta e reciclagem, beneficiando cooperativas, catadores e agentes ambientais. É um movimento que valoriza o resíduo, promove renda e reconhece o papel fundamental da base da cadeia.”

Pesquisa revela que brasileiros com mais de 60 anos reciclam mais

Pesquisa revela que brasileiros com mais de 60 anos reciclam mais

Nova pesquisa da Nexus, encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo), analisou o perfil do brasileiro que mais recicla. Com isso, a pesquisa revelou que são os brasileiros com mais de 60 anos. 

De acordo com a pesquisa Sindiplast/Nexus, 78% dos entrevistados com mais de 60 anos afirmam separar o lixo para reciclagem. Em seguida, vem a faixa 41 a 59, que reciclam 72%. Enquanto isso, os mais jovens, o percentual cai drasticamente, isso porque apenas 63% da faixa dos 25 aos 40 reciclam. 

Ainda, dos brasileiros entre 16 a 24 anos 62% têm este hábito. Sendo assim, concluí-se que quanto mais jovem, menor o hábito de separar o lixo.

Já no que se refere ao gênero notam-se poucas diferenças, pois 70% das mulheres costumam separar lixo para reciclagem regularmente, e entre os homens o percentual registra 68%. 

No tocante à escolaridade, 69% dos brasileiros com ensino fundamental separam o lixo para reciclagem (sendo que 53% sempre e 16% na maioria das vezes). Ao passo que 68% dos entrevistados com ensino médio têm o mesmo hábito (sendo que 44% sempre e 24% na maioria das vezes) e 69% com ensino superior (sendo que 46% sempre e 23% na maioria das vezes).

O método da Pesquisa da Nexos, a pedido do Sindiplast, aconteceu por telefone, com 2.009 pessoas a partir de 16 anos, nos 26 estados e Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Ecofábrica e São Judas Unimonte criam pisos drenantes com plástico reciclado

Ecofábrica e São Judas Unimonte criam pisos drenantes com plástico reciclado

Em Santos (SP), a cidade passou a instalar pisos drenantes produzidos 100% com resíduos reciclados, resultado de uma parceria entre a Universidade São Judas Unimonte e a Ecofábrica da Zona Noroeste. 

A iniciativa, que transforma descarte em infraestrutura sustentável, tornou a Ecofábrica um verdadeiro laboratório vivo de inovação urbana, unindo educação, reciclagem e preservação ambiental em um mesmo projeto.

Nesse sentido, a parceria entre a universidade, a Secretaria das Prefeituras Regionais e a Ecofábrica resultou na instalação de pisos drenantes que não apenas ajudam a combater enchentes, mas também evitam a destinação incorreta de plásticos. 

O desenvolvimento do projeto conta com a participação dos estudantes de São Judas Unimonte desde setembro. Para isso, eles seguem até a Ecofábrica para realizar análises técnicas, testes de resistência e ensaios que aprimoram a qualidade dos pisos.

Assim, o projeto acontece inteiramente na Ecofábrica da Zona Noroeste. Os resíduos plásticos, por sua vez, chegam por meio do serviço municipal Cata-Treco ou através de doações da própria  comunidade. Depois disso, passam por máquinas que trituram plástico, borracha e acrílico, transformando tudo em matéria-prima para os pisos.

Com isso, fabricam-se as peças, cada uma medindo 40×40×6 cm. Portanto, para fabricar apenas um piso, os cientistas precisam de aproximadamente 64 garrafas plásticas de 500 ml. Desse modo, por mês, a Ecofábrica produz 400 pisos por mês. Ou seja, mais de 25 mil garrafas plásticas resgatadas do lixo mensalmente. 

Portanto, com um ano de operação, o projeto já conseguiu alcançar 5 mil pisos instalados e resgatar mais de 330 mil garrafas plásticas.

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Visando acelerar a transição para uma economia circular do plástico, a Rede pela Circularidade do Plástico lançou a RETORNA, uma plataforma gratuita, online e inédita no Brasil que avalia o Índice de Reciclabilidade de Embalagens Plásticas. 

RETORNA: plataforma avalia reciclabilidade de embalagens plásticas no Brasil
Logo da Plataforma RETORNA

Esta solução, além de impulsionar a sustentabilidade, também se alinha ao Plano Nacional de Economia Circular e às propostas da Política Nacional de Resíduos Sólidos, no que se refere à contribuição para aprimorar a reciclagem no país.

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Nesse sentido, Juliana Seidel, líder do Eixo Design de Embalagens da Rede pela Circularidade do Plástico, ressalta: “A reciclabilidade técnica é o ponto de partida, mas só será eficaz se for acompanhada de viabilidade econômica e infraestrutura regional. Por isso, a RETORNA integra esses critérios à avaliação, para evidenciar gargalos e caminhos de ação concretos.”

Além disso, Seidel ressalta que o RETORNA busca, principalmente, atuar como uma ferramenta de tomada de decisão tanto para empresas quanto para designers que atuam com embalagens plásticas.

Cada vez mais a plataforma tem se consolidado como uma referência técnica e de mercado. Já que consegue diagnosticar e orientar práticas mais sustentáveis para produção de embalagens plásticas. 

Sendo assim, desde sua criação, já realizou mais de 1.200 análises, com mais de 300 usuários cadastrados. Entre os participantes estão: empresas, designers, engenheiros, técnicos ambientais e profissionais da indústria de embalagens.

Como a RETORNA atua?

A plataforma se baseia em regras técnicas e de mercado, e dessa forma permite analisar cada embalagem com uma abordagem completa e personalizada. Para isso, leva em conta: materiais em sua composição, design, pigmentação, adesivos, rótulos, além de infraestrutura regional para coleta e reciclagem. 

Assim, resultando em uma nota de reciclabilidade, que vai de A (alta reciclabilidade) até E (baixa reciclabilidade). Ainda, a RETORNA possui 11 níveis intermediários que detalham os entraves específicos para cada tipo de embalagem.

Diante disso, a líder detalha: “Com a RETORNA, oferecemos às empresas uma ferramenta acessível e prática para reavaliar suas decisões de design, materiais e processos produtivos. Por meio de algumas adaptações e conhecimento técnico, é possível alterar o design da embalagem para que seja mais fácil de reciclar. Entretanto, se não houver estrutura de coleta, triagem e reprocessamento, as embalagens continuam fora da economia circular.”

Os diferenciais da RETORNA 

Entre os principais diferenciais da plataforma, está a combinação entre avaliação técnica e realidade de mercado. A RETORNA gera duas notas complementares, sendo: 

A análise acontece por meio de um formulário estruturado e intuitivo. E, ao fim do processo, a empresa recebe um relatório completo com todas as respostas, justificativas e nota final. Ferramentas importantes para tomadas de decisão e ações de melhoria.

Ainda, outro diferencial da RETORNA é sua capacidade de apresentar as diferenças regionais do Brasil, ou seja, mostra como a reciclabilidade de uma mesma embalagem tende a variar conforme a localidade. 

Em relação a isso, Seidel, observa: “A regionalização da análise permite uma leitura mais realista e estratégica do cenário brasileiro. Identificando oportunidades de avanço em infraestrutura para coleta e reciclagem. Essa leitura ajuda a construir políticas públicas e soluções logísticas mais eficazes.”

De acordo com ela, a plataforma nasceu da necessidade de promover a transparência e o compartilhamento de conhecimento sobre o impacto do desenho de embalagens em sua reciclagem no mercado brasileiro. 

Portanto, Seidel ressalta: “Entender e compartilhar o quanto é fácil — ou difícil — reciclar as embalagens que estão chegando ao mercado é fundamental para redesenhar produtos e investir em soluções mais sustentáveis. Foi um dos compromissos assumidos em 2018, quando nasceu a Rede pela Circularidade do Plástico” 

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Produção industrial cresce e interrompe meses sem avanço

No último dia 3, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os dados da pesquisa PIM (Pesquisa Industrial Mensal), que aponta crescimento na produção industrial. 

Produção industrial cresce e interrompe meses sem avanço

Desde de abril a indústria sofria com um comportamento predominantemente negativo, quando acumulou uma perda de 1,2%. No entanto, em agosto de 2025 o setor indústrial cresceu 0,8%, comparado a julho, assim interrompe este movimento de queda. 

Com isso, a produção industrial está 2,9% acima do patamar pré-pandemia, ou seja, fevereiro de 2020. Porém, ainda está 14,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011, e quando comparado a agosto de 2024, a produção industrial caiu 0,7%. 

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Enquanto isso, no acumulado do ano, perante o mesmo período em 2024, o setor industrial avançou 0,9%, e em 12 meses 1,6%. A média móvel, por sua vez, subiu 0,3% no trimestre, diante das quedas de julho (-0,2%) e junho (-0,4%), que, na época, interrompeu a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2025.

Diante disso, o gerente da pesquisa, André Macedo, explica: “Para o resultado desse mês, a base de comparação depreciada é um fator importante para entendermos não só a expansão de 0,8%, o maior avanço desde março de 2025 (1,7%). Mas também o perfil disseminado de taxas positivas, uma vez que três das quatro grandes categorias econômicas e 16 das 25 atividades industriais pesquisadas apontaram avanço na produção.”

Vale ressaltar que este resultado se destaca como o maior espelhamento desde março 2025, quando 17 ramos da indústria demonstraram crescimento. Entretanto, mesmo considerando a expansão, o total da indústria ainda mostra saldo negativo de 0,4% nos últimos 5 meses.

Houve expansão na produção de 16 das 25 atividades industriais, na transição de julho para agosto de 2025. Sendo assim, entre as influências positivas mais importantes estão:

Assim, a primeira acumulou uma expansão de 28,6%, em quantos meses consecutivos de crescimento. Enquanto isso, as duas últimas marcaram dois meses seguidos de avanço, em que acumularam ganhos de 2,7% e 2,4%, respectivamente. 

Avanços em diferentes setores

Entre as nove atividades que registraram retração na produção, o setor de produtos químicos (-1,6%) teve o maior peso na média geral da indústria, encerrando uma sequência de três meses de alta, quando acumulou avanço de 2,4%. 

Também contribuíram negativamente para o resultado global os segmentos de máquinas e equipamentos (-2,2%), produtos de madeira (-8,6%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-3,6%) e indústrias extrativas (-0,3%).

De julho para agosto, a indústria mostrou avanço em quase todos os segmentos. Sendo eles:

Em contrapartida, o setor de bens de capital recuou 1,4%, intensificando a perda observada no mês anterior (-0,2%).

Produção industria: agosto 2024 x agosto 2025

Na comparação com agosto de 2024, a produção industrial diminuiu 0,7% em agosto de 2025. O desempenho negativo foi registrado em três das quatro grandes categorias econômicas, abrangendo 15 dos 25 ramos, 53 dos 80 grupos e 56,8% dos 789 produtos pesquisados. Cabe destacar que o mês de agosto de 2025 contou com 21 dias úteis, um a menos que no mesmo mês do ano anterior (22 dias).

Entre as atividades industriais, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis exerceram a maior influência negativa sobre o resultado geral, com queda de 4,0%. Com o recuo sendo impulsionado principalmente pela redução na produção de álcool etílico.

Nesse sentido, o gerente da pesquisa pontua: “Esta atividade, que exerce o principal impacto negativo tanto na comparação interanual quanto no indicador acumulado do ano, foi pressionada, sobretudo, pela menor produção de álcool etílico. O recuo observado nesse item pode estar associado à estratégia de alocação do processamento da cana-de-açúcar, que nesse período foi direcionado em maior proporção para a produção de açúcar, em detrimento da produção de álcool.”

Ainda, ele completa: “Esse movimento reflete, em parte, as condições do mercado, o que estimulou as usinas a privilegiarem esse produto. Além disso, dentro desta atividade, também exerceram influências negativas importantes os desempenhos de outros derivados, como asfalto e gás liquefeito de petróleo, que registraram retrações e contribuíram adicionalmente para a queda do indicador”

Resultados entre os setores industriais 

Outros setores também contribuíram para o resultado negativo da indústria em agosto.

Essas perdas somadas reforçaram o movimento de queda da produção industrial no período.

Por outro lado, em relação a agosto de 2024, dez atividades registraram aumento na produção. Entre elas, as indústrias extrativas se destacaram com alta de 4,8%, exercendo a principal influência positiva sobre a média geral da indústria. Assim, este avanço teve impulsão de avanço, sobretudo, pela maior produção de óleos brutos de petróleo.

Por isso, Macedo destaca: “Esse segmento registra a influência positiva mais relevante, tanto na comparação interanual quanto no indicador acumulado para o período de janeiro a agosto de 2025, resultado impulsionado, em grande medida, pela expansão da extração de petróleo.”

Além disso, outros setores registraram avanço na produção, contribuindo positivamente para o resultado da indústria:

Esses desempenhos reforçaram o impacto positivo sobre a média da produção industrial em agosto.

Saiba mais sobre a pesquisa

A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo sobre o comportamento do produto real das indústrias extrativas e de transformação desde a década de 1970. A partir de março de 2023, a pesquisa passou a divulgar uma nova série de índices mensais, após uma reformulação que atualizou a amostra de atividades, produtos e informantes. 

Desse modo, elaborou uma nova estrutura de ponderação baseada em estatísticas industriais recentes, atualizou o ano base de referência e incorporou novas unidades da federação nos resultados regionais. Essas alterações metodológicas são essenciais, pois permitem refletir as mudanças econômicas da sociedade.

Os resultados da PIM Brasil podem ser consultados no Sidra. E a próxima divulgação, referente a setembro de 2025, está prevista para 4 de novembro.

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Uma semana de negócios para Haitian pelo mundo: empresa participa como expositora da Feira K e Mercopar simultaneamente

Com o tema “Level Up!”, a Haitian participa mais uma vez da feira como expositora da Feira K, maior evento do setor do plástico mundial. Estamos chegando ao fim de uma semana marcada por networking, projetos mundiais e negócios para a maior fabricante de injetoras plásticas do mundo. Não o bastante, a Haitian participa simultaneamente da Mercopar, maior feira de Inovação Industrial da América Latina que acontece anualmente em Caxias do Sul. 

Uma semana de negócios para Haitian pelo mundo: empresa participa como expositora da Feira K e Mercopar simultaneamente

Do dia 8 ao dia 15, em Düsseldorf, Alemanha. Assim, os visitantes podem conhecer de perto as soluções da Haitian no Hall 15/A57, onde encontram diversas exposições de máquinas e sistemas.

Os destaques da Haitian na Feira K 2025

Para este evento, a Haitian Internacional preparou uma exposição do novo Zeres F elétrico de quinta geração e a última geração do Zeres com embalagem médica.

A Haitian Plastics Machinery, por sua vez, foca em detalhar a nova série MAV/F Pro de alta velocidade e na série Jupiter de dois pratos. Tanto a Zhafir Zeres Medical quanto a Jupiter da Haitian estão integradas ao MES "GoFactory" da Haitian, que já está disponível e incluído no pacote padrão de cada máquina.

Leia mais:

Enquanto isso, a Haitian Precision demonstra isso com a solução CNC, já a Haitian Smart Solutions apresenta periféricos e automação.

Por ser um grupo industrial em rede, a Haitian tem fábricas em todo o mundo. Portanto, consegue oferecer soluções integradas e prontas para uso industrial, seja para moldagem por injeção, seja para outras finalidades.

Nesse sentido, a empresa traz detalhes dos diferenciais e benefícios de uma das máquinas em exposição: “Combinada com uma célula de automação totalmente integrada da Haitian Smart Solutions”. Ou seja, a união com a célula de automação da Haitian Smart Solutions potencializa o desempenho da máquina, tornando o processo mais sincronizado e eficiente.

Assim, durante esta semana de Feira K, a Haitian tem atraído especialistas do setor ao seu estande. Os engenheiros da empresa apresentam soluções de ponta, que vão desde sistemas de rastreabilidade para o setor médico até inovações em moldagem automotiva em uma única etapa.

O que a Haitian preparou para a 34ª edição da Mercopar? 

Além disso, a Haitian participa simultaneamente da 34ª edição da Mercopar, que acontece em Caxias do Sul, na Serra gaúcha. Esta feira de impacto nacional e internacional é reconhecida por trazer alto conhecimento para todo o setor. Do dia 14 ao 17 de outubro, a Mercopar também deve atrair aqueles que visitam outras cidades do Rio Grande do Sul. 

Para o que promete ser a maior edição da Mercopar, a Haitian preparou para sua participação como expositora a Máquina MA2500 V. 

Sendo assim, a empresa espera também fortalecer conexões com profissionais e empresas de diferentes segmentos e gerar novas oportunidades de negócios. Do mesmo modo, apresentar, na prática, a tecnologia que faz da Haitian líder mundial em injetoras plásticas. 

Os visitantes, desse modo, podem encontrar a Haitian no estande T12, no Pavilhão Sul. No espaço, a equipe da empresa estará disponível para apresentar a Máquina MA2500 V em funcionamento, esclarecer dúvidas técnica

Sobre o funcionamento da Feira K e Mercopar 

Feira K 2025

Mercopar 2025

O credenciamento acontece online e presencialmente, nos pontos físicos a partir das 9h. Sendo: Aeroporto POA, Aeroporto Caxias do Sul, Rodoviária Caxias, Sebrae Serra e Simecs. 

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