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Evento acontece em outubro e é reconhecida a mais importante para o setor plástico e da borracha no mundo

Principal feira internacional voltada à indústria do plástico e da borracha, Feira K é realizada a cada dois anos em Düsseldorf, Alemanha, e em 2019, o evento acontece de 16 a 23 de outubro.

Pensando nisso, a agência de viagens Crosstur promove, nesse ano, a missão empresarial para a Feira K, saindo do Brasil dia 15 e retornando dia 20 de outubro. Para Rodrigo Serrano Ruas, diretor da agência, o foco da missão é proporcionar momentos e networking com empresários da indústria plástica. “Somos a primeira agência brasileira a realizar missões empresariais para a feira, e por isso já temos expertise em proporcionar os melhores momentos para quem viaja para o evento com foco em fazer negócio”, comentou.

Com missões à Feira K desde 2010, Ruas participou de duas edições pessoalmente, além de outros eventos do mesmo porte, para outros segmentos. “Além da K, promovo missões para feiras em Milão na Italia, Paris na França e na China em Canton e Xanghai. Sempre com o mesmo padrão de qualidade e possibilidade de networking”, completou.

Os valores dos pacotes partem de £ 1932 euros, podem ser parcelados em até 6 vezes sem juros, e entrada de 30%. "Conseguimos pacotes especiais para grupos de uma mesma empresa, além de pensar em extensões da viagem", completou.

O pacote inclui passagem aérea Brasil/ Dusseldorf/ Brasil em classe econômica, taxas de embarque e governamentais, cinco noites de hospedagem, café da manhã, translado de chegada e saída - aeroporto/ hotel/ aeroporto, ingresso para 3 dias de feira, seguro-viagem com cobertura para toda a viagem e chip internacional de dados e telefonia.

A Crosstur é uma agência especializada em produzir missões internacionais com empresários para eventos importantes para diversos segmentos. Além disso, promove pacotes para outros destinos, sempre com foco em oferecer uma experiência personalizada a seus clientes.

A Feira K é a feira mais importante do material sintético e borracha do mundo, São mais de 3 mil expositores, se tornando a plataforma ideal de negócios e contatos com os principais players da indústria plástica e de borracha, com tecnologias nunca antes vistas no mercado.

Contato Crosstur

[email protected]

www.cross.tur.br

Tel: + 55 11 2816-8759 - Jundiaí

Cel: + 55 11 99199-3516 (WhatsApp)           

Simplás soma atendimento em 10 instituições, 6 mil alunos e 600 professores de Caxias do Sul

O Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), em comemoração à Semana do Meio Ambiente, expandiu sua capacidade de atuação do programa Plástico do Bem para 36 escolas nessa terceira etapa. O último grupo de 10 instituições soma quase 6 mil alunos e 600 professores.

Ao todo, desde que a iniciativa foi deflagrada no maior município do interior do Rio Grande do Sul, em abril, já foram capacitados 11.087 estudantes e 1.198 professores de 26 escolas (15 no primeiro núcleo e 11 no segundo). “O grande objetivo é levar a Educação Ambiental ao maior número possível de pessoas e assim, promover, também, uma grande transformação econômica e social”, explica o presidente do Simplás, Jaime Lorandi. Nos próximos passos, a capacitação incluirá os núcleos 4 (12 escolas, quase 600 professores e mais de 5,5 mil alunos) e 5 (16 escolas, 600 professores e 5,6 mil alunos).

O objetivo, até o fim do ano, é concluir a implantação em todas as 81 escolas da rede municipal de Caxias do Sul, abrangendo cerca de 3,5 mil professores e 35 mil alunos, num público total, considerando-se também a participação das famílias, com apoio em casa, de 140 mil pessoas. “Estamos promovendo economia circular e Educação Ambiental na prática. Porque precisamos evoluir nesta relação com um produto que é tão benéfico para a humanidade. O Plástico do Bem só tem começo. Depois de implantado, queremos que passe a fazer parte do cotidiano das pessoas, para que, no futuro, tenhamos uma comunidade mais limpa e mais consciente das suas responsabilidades na destinação correta daquilo que consome”, conclui Lorandi.

Plástico do Bem

Plástico do Bem é um projeto de Educação Ambiental criado e desenvolvido pelo Simplás. A iniciativa capacita educadores para multiplicar informações e conhecimento entre crianças e adolescentes em idade escolar, com o objetivo de conscientizar e estimular a adoção de novos hábitos de separação, limpeza e destinação correta de resíduos plásticos pós-consumo pela população atual e futuras gerações de adultos.

Em paralelo, o material arrecadado pelos estudantes e suas famílias nas próprias residências e vizinhanças é reunido e comercializado pelas escolas, e assim, gera renda extra para cada instituição aplicar da forma que considerar mais adequada. O ciclo se completa com a participação de uma empresa recicladora conveniada, que faz a coleta, aquisição, processamento e reinserção de todo o volume na cadeia econômica do plástico.

A parte didática da capacitação de educadores e estudantes conta com a parceria do Instituto Brasileiro do PVC e do instituto sócio-ambiental Plastivida.

Uso de equipamentos de ponta melhora a produtividade e a competitividade, garante especialista em soluções industriais

Embora as projeções econômicas no Brasil sofram altos e baixos, uma coisa é certa: a indústria brasileira tem muito potencial para crescer e se desenvolver. E o uso da tecnologia pode ser um grande aliado nesta trajetória de migração para a chamada Indústria 4.0, na qual a automação e a tecnologia de informação permitem que as máquinas desempenhem funções cada vez mais complexas, em menos tempo.

De acordo com o Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o aumento da capacidade de inovação das empresas e a inserção na Indústria 4.0 são aspectos importantes para a construção de uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional.

Porém, uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, com 227 empresas, demonstrou que cerca de um terço das empresas ainda desconhece a temática da Indústria 4.0. Outro estudo divulgado pela CNI, no ano passado, apontou que somente 27% das indústrias do Brasil utilizam automação digital com sensores, uma das alternativas para modernização.

O especialista em automação industrial Wilson Roma destaca a vantagem competitiva que a implementação de dispositivos tecnológicos de controle e precisão pode gerar. “Hoje em dia, a aplicação dessas tecnologias ajuda a reduzir custos e tempo de produção, além de garantir níveis mais altos de precisão, atendendo a patamares internacionais de exigência”, afirma. Ou seja, mais qualidade, produtividade e eficiência para responder às demandas dos consumidores, às mudanças constantes da sociedade e aos desafios do próprio cenário industrial.

ABIPLAST se posiciona contra os aditivos oxibiodegrantes. Posição da entidade endossa o que foi dito pela Fundação Ellen MacArthur

A ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) endossa, em conjunto com outras 150 entidades de todo o mundo, o posicionamento da Fundação Ellen MacArthur, que pede o banimento dos produtos com aditivos oxibiodegradantes incorporados. Segundo a entidade, os compostos supostamente possibilitariam a decomposição completa do plástico no meio ambiente, “mas recentes análises trazem evidências de que os aditivos levam mais tempo do que o propagandeado para degradar o material e, na verdade, apenas o transformam em micropartículas”.

Trata-se de um movimento global entre grandes empresas, associações e organizações ambientalistas e cientistas que querem levar ao consumidor final que, apesar da propaganda, trocar sacolas e canudos comuns por “biodegradáveis” não é uma escolha boa para o meio ambiente.

Publicado pela iniciativa Nova Economia do Plástico (New Plastics Economy, em inglês) no final de 2017, o posicionamento esteve fora do ar nos últimos meses devido à disputa judicial com um fabricante e para a realização de novas investigações sobre os oxibiodegradantes. Com a revisão das evidências, uma nova versão do documento foi divulgada nos últimos dias, com o endosso de membros do Parlamento Europeu e de organizações como PepsiCo, Unilever, Greenpeace e WWF (World Wildlife Fund).

Em 2015, após estudos e análises sobre a composição e ação dos aditivos pró-degradantes, a ABIPLAST realizou um evento para debater o tema, que contou com a participação de especialistas das Universidades Mackenzie, de Caxias do Sul e Federal de Minas Gerais e do CETEA/ITAL. “Com base nos estudos apontados, e em parceria com a Câmara Nacional do Recicladores de Materiais Plásticos (CNRPLAS), a entidade lançou um comunicado se posicionando contra a utilização desses aditivos. Isto porque, além de não serem biodegradáveis de fato, eles ainda prejudicam e inviabilizam o processo de reciclagem do material plástico”, aponta o documento.

Desde então, a ABIPLAST trabalha contra a rotulagem ambiental dada pela ABNT Certificadora a esses aditivos no Brasil. Em novembro de 2017, a entidade assinou pela primeira vez o relatório divulgado globalmente pelo programa New Plastics Economy, da Fundação Ellen MacArthur, pelo banimento desses aditivos.

Investimentos de R$ 25 milhões em máquinas, obras e capital de giro foram apresentados em encontro com presidente do BNDES

A Krona Tubos e Conexões teve um faturamento bruto de R$ 689 milhões em 2018, com crescimento de 13,3% em relação a 2017. Para 2019, a meta de investimentos é de R$ 25 milhões. Os números foram apresentados ao presidente do BNDS (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social), Joaquim Levy, que visitou a matriz da empresa em Joinville (SC), nesta sexta-feira (17).

A presença de Joaquim Levy na Krona aconteceu logo após sua participação em um encontro com empresários, organizado pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul).

Durante o evento, a Krona apresentou a experiência positiva de suas operações com o BNDES. Iniciadas em 2011, resultaram em uma captação total de R$ 126 milhões, sendo R$ 96 milhões já liberados e mais R$ 30 milhões em fase contratual para liberação. Os recursos, aplicados em máquinas, obras e capital de giro, contribuíram para a empresa se transformar numa das maiores do país dentro de seu segmento.

Ao avaliar o momento da economia, o Diretor Comercial e Marketing da Krona, Valdicir Kortmann, disse que diante do tamanho da recessão, a retomada do crescimento será gradual e liderada pela redução das incertezas e elevação do consumo, com o desafio de aumentar a produtividade. "Estamos realizando investimentos na aquisição de máquinas, equipamentos e tecnologia de gestão em RH, compras e logística para sustentar a expectativa de crescimento para 2019”, adiantou.   

Novo produto e app de realidade aumentada

A empresa acabou de lançar no mercado seus novos quadros de distribuição, que aliam beleza e segurança nas instalações comercias e residenciais. Destinados à proteção mecânica de dispositivos elétricos, encaminhamento de cabos e condutores em instalações elétricas de baixa tensão, podem ser instalados em paredes de alvenaria e drywall.

Para proporcionar uma experiência diferente, a empresa criou o aplicativo Krona RA, que pode ser baixado no Google Play e App Store. Basta apontar a câmera para a imagem do quadro (foto) e conhecer todos os detalhes, em imagens 3D.

Os quadros foram projetados com base nas normas brasileiras e têm grau de proteção IP40 (norma NBR IEC 60529). Produzidos em PVC rígido antichamas - que não propagam fogo -, garantem mais espaço interno para a organização do cabeamento. O design diferenciado apresenta uma tampa que gera leveza ao ambiente, além de uma superfície lisa para facilitar a limpeza e tampas cegas que dispensam corte.

Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), o Brasil gera cerca de 10.5 milhões de toneladas de resíduos plásticos anualmente. Se todo esse material fosse reciclado, seriam injetados R$5.7 bilhões na economia nacional. O potencial econômico deste tipo de resíduo representa uma grande oportunidade de mercado para as empresas que os geram. Entretanto, nem todas elas possuem conhecimento sobre como aproveitar este material e encaminham seus resíduos à aterros sanitários, o que representa o aterramento de receita latente, além do impacto ambiental negativo - se comparado à reciclagem.

Observando essa questão, a startup Polen - Solução e Valoração de Resíduos desenvolveu a ferramenta “Calculadora do Potencial Econômico dos Resíduos Plásticos”. Após inserir informações como a categoria dos resíduos plásticos da sua empresa, a quantidade mensal de resíduos gerados e o valor gasto com sua destinação, você receberá um relatório por e-mail indicando o valor aproximado de quanto sua empresa pode ganhar com a venda destes materiais e como você pode começar a tornar esta previsão em realidade.

A calculadora é totalmente gratuita e tem como objetivo demonstrar para as empresas o valor imenso que os resíduos de plástico possuem, apontando a comercialização como a forma de destinação mais eficiente, tanto para as empresas quanto para o meio ambiente.

Categorias Disponíveis

Os polímeros são divididos em Termoplásticos e Termofixos. Os primeiros se referem a plásticos que não sofrem alterações estruturais quando aquecidos, e após o resfriamento eles podem ser novamente moldados. Enquanto isso, os termofixos são aqueles que uma vez moldados não podem ser fundidos e remodelados.

Todos os principais termoplásticos podem ter seus potenciais econômicos calculados na ferramenta. São eles:

  1. Polietileno Tereftalato — PET

Muito utilizado por ser impermeável, leve, transparente e inquebrável. Esse material é um dos mais reciclados pelas empresas. Sua resina é encontrada em garrafas de refrigerante, bandejas para micro-ondas e filmes para áudio e vídeo. Já seu uso reciclado costuma ser em fibras para carpete e estofamentos, acessórios e objetos diversos e materiais da indústria têxtil.

2. Polietileno de Alta Densidade — PEAD

Assim como o PET, o PEAD é inquebrável, impermeável e leve. Porém, também é resistente a baixas temperaturas, é rígido e possui resistência química. É considerado um dos melhores materiais para ser utilizado com alimentos naturais e industrializados, e também costuma ser reciclado. Embalagens para detergentes, caixas de leite de plástico e sacolas de supermercado são exemplos de onde é aplicado, enquanto embalagens de óleo para motor, tubulações de esgoto e conduítes são objetos que possuem o material reciclado.

3. Policloreto de Vinila — PVC

Esse material tem como características a rigidez, transparência, impermeabilidade e resistência às temperaturas. É conhecido também como vinil e é formado pela união do etileno com o cloro. É reciclável, mas menos usual que os anteriores. Cones de trânsito, brinquedos e bolsas de sangue possuem este material em sua composição e, após a reciclagem, ele costuma ser aplicado em mangueiras de jardim e em cabos em geral.

4. Polietileno de Baixa Densidade — PEBD

O PEBD é flexível, leve, transparente e impermeável. É outro tipo de material plástico reciclável. A aplicação desta resina se dá em sacos de lixo, bolsa para soro medicinal e sacos de pão. Sua reciclagem possibilita que ele componha envelopes, filmes e tubulações para irrigação.

5. Polipropileno — PP

Conserva o aroma, é inquebrável, transparente, brilhante, rígido e resistente às mudanças de temperatura. É reciclável e muito comum nas indústrias automobilísticas e na construção civil. Integra tubos para água quente, carcaças de baterias automotivas e canudos de plástico. Quando reciclado compõe vassouras, escovas e bandejas.

6. Poliestireno — PS

O Poliestireno é transparente, leve, brilhante, rígido, inquebrável, brilhante, impermeável, capaz de isolamento térmico, possui flexibilidade, grande moldabilidade sob ação do calor e baixo custo. Exemplos: Potes para iogurte, talheres de plástico e aparelhos de barbear descartáveis. Não costuma ser reciclado, porém quando passa por esse processo integra placas de isolamento térmico e bandejas.

Além dessas opções de resíduos plásticos, você ainda consegue calcular o valor intrínseco das seguintes categorias: ABS/SAN, Polietileno, Poliéster, Policarbonato e EVA (Acetato-Vinilo de Etileno). A Calculadora deve passar por atualizações e disponibilizar mais opções no futuro.

Utilize a ferramenta clicando em “Calculadora do Potencial Econômico dos Resíduos Plásticos“ e descubra quanto sua empresa pode faturar!

Autor: Breno Drummond Valle, Analista de Marketing Digital

Site: https://www.brpolen.com.br/

Com capacidade para carregar 6kg, equipamentos da Pilz estão configurados para trabalhar em conjunto com humanos

As demandas da Indústria 4.0 passam principalmente pela modernização dos parques industriais, com a utilização de robôs por exemplo. Em alguns casos, a interação entre humanos e máquinas é inevitável.

Pensando nisso, a Pilz criou uma linha de robôs colaborativos, que incluem o braço robótico, módulo de programação e módulo de controle. “São recursos considerados diferenciais da nova linha, que conta com módulos que garantem uma operação segura entre homem e robô, e comissionamento rápido através do princípio plug-and-play”, conta Vinícius Terra Mariano, gerente comercial da empresa.

Desenvolvido para diferentes aplicações industriais, o braço robótico aguenta até 6kg de carga, e tem como funcionalidade principal aplicações em Pick & Place. “Nós somos muito ligados em segurança, por isso, criamos mecanismos que garantem a segurança do usuário, com scanners de presenças e outros itens”, comentou Mariano. Segundo o executivo, os equipamentos são certificados pela associação alemã de seguros de acidentes estatutários (DGUV), de acordo com a EN ISO 10218-1.

A Pilz participou da EXPOMAFE 2019 com soluções em automação industrial e relés de segurança. “Feiras desse porte são importantes para que os empresários vejam na prática as aplicações de equipamentos importantes, como o robô colaborativo. Muitas vezes é difícil entender sua aplicação, e isso acaba gerando confusão, por isso eventos assim são imprescindíveis”, completou Mariano.

Durante a feira, a Pilz apresentou soluções recém lançadas e que já se encontram à disposição do mercado. Entre elas estão os sistemas de portas de proteção seguros:  PSENslock, PSENmlock e PSENsgate, utilizados como proteção de dispositivos de barreiras físicas. Eles monitoram portas nas zonas de proteção, além de tampas e coberturas. “Nossos equipamentos estão alinhados a NR12, garantindo aos nossos clientes processos seguros e eficientes”, finalizou o executivo.

Alta produtividade e inovação foram o foco da empresa durante feiras segmentadas em que participaram no início de 2019

Com foco no desenvolvimento de novas soluções, a Romi apresentou ao mercado nacional máquinas para a indústria do plástico e centros de usinagens que garantem a performance de qualidade. Presente na Plástico Brasil e recentemente na EXPOMAFE, a empresa mostrou que é capaz de integrar processos, e garantir que suas máquinas trabalhem com eficiência e rapidez.

Para o Diretor-Presidente da Romi, Luiz Cassiano Rando Rosolen, um dos pilares da Indústria 4.0 é a integração entre homem e máquina. “Nosso principal objetivo é oferecer máquinas com alta tecnologia que atendam a nova geração da indústria e sejam referência”, conta.

A automação de seus equipamentos também faz parte dos processos da empresa há alguns anos, sempre com foco em oferecer produtos modernos, mas que sejam rentáveis aos clientes. “Nos últimos anos, nos dedicamos no desenvolvimento de soluções de automação, como também na conectividade das máquinas com os sistemas de monitoramento dos ambientes fabris para a análise aprofundada dos dados de produção”, explicou.

Sobre as expectativas para 2019, o executivo demonstra confiança tímida no crescimento da economia. “Nos preocupamos em suprir a necessidade da nova geração da indústria, que entende a necessidade da atualização do parque fabril e está em busca de mais tecnologia, economia e produtividade. Nossas novas gerações de linhas de produtos lançadas recentemente, refletem esta preocupação, pois proporcionam elevados ganhos de produtividade em relação as gerações anteriores”, concluiu o executivo.

Segundo William dos Reis, apoiar um evento de porte internacional coloca a Romi automaticamente em contato com seu cliente. “Para nós, participar das decisões do evento é extremamente viável, visto que conhecemos o gosto do cliente, podendo dessa forma contribuir com aquilo que o mercado precisa”, completa.

Robótica colaborativa pode ser o primeiro passo para a que a transição da indústria para o 4.0

Focada em trazer soluções em tecnologia para a indústria 4.0, a ABB trouxe para a EXPOMAFE (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial), alguns produtos que ajudam na digitalização e robotização das indústrias.

Para auxiliar na transição das indústrias para o 4.0, as soluções precisam ser simples, integradas e facilitarem a vida de quem a controla. “Fizemos uma pesquisa com o The Economist sobre digitalização industrial e dentre os 25 países participantes, estamos na 19ª posição. Isso mostra que temos muito trabalho pela frente”, conta Peterson Dias, Product Manager da ABB.

Ainda segundo Dias, a capacitação do usuário daquela máquina é o primeiro passo para que a indústria se transforme em 4.0. “Nosso principal foco é garantir que a pessoa consiga acessar essa tecnologia, mostrando que ela é simples, fácil e importante para o bom andamento do trabalho”, concluiu Dias.

A robótica colaborativa é um dos pontos apresentados pela empresa. O foco da tecnologia é permitir que máquinas operem ao lado de profissionais humanos para uma produção mais ágil e precisa. “A quebra de paradigma ainda é um desafio, já que há uma resistência das pessoas que atuam nesses setores, por isso a robótica colaborativa se torna importante nessa transição”, explicou.

Um exemplo apresentado pela empresa é o SafeMove2, uma solução que permite a interação das pessoas com qualquer robô industrial no mesmo ambiente, sem grades de proteção, de forma segura e colaborativa. O fim das barreiras físicas vai permitir células robóticas mais enxutas, flexíveis e produtiva, o que resulta em ganho de tempo e produtividade.

O YuMi, primeiro e mais famoso robô verdadeiramente colaborativo de dois braços, também marca presença no estande. Para mostrar toda a sua flexibilidade e rapidez, ele demonstrará ao público a resolução de cubos mágicos, mostrando in loco como se dá a interação homem-máquina e como são infinitas as possibilidades de sua programação e precisão.

Diretor do Simplás, Diego Piazza aponta caminhos para desenvolvimento de materiais no país

A cada ano, cerca de 5% de todo o PIB do Brasil é gasto com medidas anticorrosivas em milhões de produtos disponíveis no mercado. Uma oportunidade gigantesca, já detectada por algumas empresas e instituições que estão investindo na pesquisa e desenvolvimento de revestimentos nanoestruturados.

De tintas com propriedades especiais térmicas, físicas e de barreiras protetoras e anticorrosão, capazes de resistir ou até de se regenerar após sofrerem danos.

Segundo o pesquisador e professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e diretor do Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), Diego Piazza, trata-se de apenas um dos cada vez mais numerosos exemplos de aplicações para os chamados polímeros inteligentes. “Polímeros inteligentes são materiais que respondem a um determinado estímulo, de ordem química, física ou biológica, de forma reprodutível e específica”, explica Piazza.

Ainda segundo o pesquisador, há um universo de oportunidades no setor de polímeros para quem se dispõe a pensar além das aplicações ou processos convencionais. Outro exemplo, além da chamada tinta self-healing, vem de uma das mais recentes patentes requeridas pelo time de pesquisadores da UCS.

Neste caso, especialmente desenvolvida para uso do Exército Brasileiro: um colete a prova de balas feito de polietileno. “Outras inovações surgindo ao redor do mundo incluem sistema inteligente de entrega de medicamentos ao organismo, engenharia de tecido (para reparação ou desenvolvimento de novos produtos), tintas inteligentes, embalagens ativas e polímeros com memória de forma. É tudo questão de enxergar novas possibilidades de cada material, para além das aplicações ou processos que já conhecemos”, observa Piazza.

Entre 2016 e 2023, o mercado de polímeros inteligentes deve crescer aproximadamente 15%, atingindo a cifra de 3,33 bilhões de euros. “Isso não é coisa de outro mundo, tampouco para um futuro distante. Já está acontecendo agora, no nosso quintal. O grafeno, por exemplo, já é realidade em Caxias do Sul”, revela o pesquisador da UCS, instituição onde o material vem sendo estudado.

Novas possibilidades

Diretor do Simplás, Diego Piazza aponta uma iniciativa do sindicato como fundamental para estimular já nas futuras gerações uma visão nova, extremamente criativa e livre de preconceitos em torno dos materiais poliméricos. O projeto Plástico do Bem dissemina conhecimentos de separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo entre estudantes da rede de educação fundamental. “O projeto Plástico do Bem é a mais bem estruturada campanha de Educação Ambiental básica que já chegou às ruas”, sentenciou Piazza, durante evento que abriu o calendário oficial de eventos do Simplás em 2019, em Caxias do Sul (RS).

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