Evento acontece em outubro e é
reconhecida a mais importante para o setor plástico e da borracha no mundo
Principal
feira internacional voltada à indústria do plástico e da borracha, Feira K é
realizada a cada dois anos em Düsseldorf, Alemanha, e em 2019, o evento
acontece de 16 a 23 de outubro.
Pensando
nisso, a agência de viagens Crosstur promove, nesse ano, a missão empresarial
para a Feira K, saindo do Brasil dia 15 e retornando dia 20 de outubro. Para
Rodrigo Serrano Ruas, diretor da agência, o foco da missão é proporcionar
momentos e networking com empresários da indústria plástica. “Somos a primeira
agência brasileira a realizar missões empresariais para a feira, e por isso já
temos expertise em proporcionar os melhores momentos para quem viaja para o
evento com foco em fazer negócio”, comentou.
Com
missões à Feira K desde 2010, Ruas participou de duas edições pessoalmente,
além de outros eventos do mesmo porte, para outros segmentos. “Além da K,
promovo missões para feiras em Milão na Italia, Paris na França e na China em
Canton e Xanghai. Sempre com o mesmo padrão de qualidade e possibilidade de
networking”, completou.
Os
valores dos pacotes partem de £ 1932 euros, podem ser parcelados em até 6 vezes
sem juros, e entrada de 30%. "Conseguimos pacotes especiais para grupos de
uma mesma empresa, além de pensar em extensões da viagem", completou.
O
pacote inclui passagem aérea Brasil/ Dusseldorf/ Brasil em classe econômica,
taxas de embarque e governamentais, cinco noites de hospedagem, café da manhã,
translado de chegada e saída - aeroporto/ hotel/ aeroporto, ingresso para 3
dias de feira, seguro-viagem com cobertura para toda a viagem e chip
internacional de dados e telefonia.
A Crosstur
é uma agência especializada em produzir missões internacionais com empresários
para eventos importantes para diversos segmentos. Além disso, promove pacotes
para outros destinos, sempre com foco em oferecer uma experiência personalizada
a seus clientes.
A Feira K é a feira mais importante do material sintético e borracha do mundo, São mais de 3 mil expositores, se tornando a plataforma ideal de negócios e contatos com os principais players da indústria plástica e de borracha, com tecnologias nunca antes vistas no mercado.
Contato Crosstur
[email protected]
www.cross.tur.br
Tel: + 55 11 2816-8759 - Jundiaí
Cel: + 55 11 99199-3516 (WhatsApp)
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Simplás
soma atendimento em 10 instituições, 6 mil alunos e 600 professores de Caxias
do Sul
O Simplás (Sindicato das
Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), em comemoração à Semana do
Meio Ambiente, expandiu sua capacidade de atuação do programa Plástico do Bem
para 36 escolas nessa terceira etapa. O último grupo de 10 instituições soma
quase 6 mil alunos e 600 professores.
Ao todo, desde que a
iniciativa foi deflagrada no maior município do interior do Rio Grande do Sul,
em abril, já foram capacitados 11.087 estudantes e 1.198 professores de 26
escolas (15 no primeiro núcleo e 11 no segundo). “O grande objetivo é levar a
Educação Ambiental ao maior número possível de pessoas e assim, promover,
também, uma grande transformação econômica e social”, explica o presidente do
Simplás, Jaime Lorandi. Nos próximos passos, a capacitação incluirá os núcleos
4 (12 escolas, quase 600 professores e mais de 5,5 mil alunos) e 5 (16 escolas,
600 professores e 5,6 mil alunos).
O objetivo, até o fim do
ano, é concluir a implantação em todas as 81 escolas da rede municipal de
Caxias do Sul, abrangendo cerca de 3,5 mil professores e 35 mil alunos, num
público total, considerando-se também a participação das famílias, com apoio em
casa, de 140 mil pessoas. “Estamos promovendo economia circular e Educação
Ambiental na prática. Porque precisamos evoluir nesta relação com um produto
que é tão benéfico para a humanidade. O Plástico do Bem só tem começo. Depois
de implantado, queremos que passe a fazer parte do cotidiano das pessoas, para
que, no futuro, tenhamos uma comunidade mais limpa e mais consciente das suas
responsabilidades na destinação correta daquilo que consome”, conclui Lorandi.
Plástico do Bem
Plástico do Bem é um projeto
de Educação Ambiental criado e desenvolvido pelo Simplás. A iniciativa capacita
educadores para multiplicar informações e conhecimento entre crianças e
adolescentes em idade escolar, com o objetivo de conscientizar e estimular a
adoção de novos hábitos de separação, limpeza e destinação correta de resíduos
plásticos pós-consumo pela população atual e futuras gerações de adultos.
Em paralelo, o material
arrecadado pelos estudantes e suas famílias nas próprias residências e
vizinhanças é reunido e comercializado pelas escolas, e assim, gera renda extra
para cada instituição aplicar da forma que considerar mais adequada. O ciclo se
completa com a participação de uma empresa recicladora conveniada, que faz a coleta,
aquisição, processamento e reinserção de todo o volume na cadeia econômica do
plástico.
A parte didática da capacitação de educadores e estudantes conta com a parceria do Instituto Brasileiro do PVC e do instituto sócio-ambiental Plastivida.
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Uso de equipamentos de ponta melhora a
produtividade e a competitividade, garante especialista em soluções industriais
Embora
as projeções econômicas no Brasil sofram altos e baixos, uma coisa é certa: a
indústria brasileira tem muito potencial para crescer e se desenvolver. E o uso
da tecnologia pode ser um grande aliado nesta trajetória de migração para a
chamada Indústria 4.0, na qual a automação e a tecnologia de informação
permitem que as máquinas desempenhem funções cada vez mais complexas, em menos
tempo.
De
acordo com o Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, elaborado pela
Confederação Nacional da Indústria (CNI), o aumento da capacidade de inovação
das empresas e a inserção na Indústria 4.0 são aspectos importantes para a
construção de uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado
internacional.
Porém,
uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo,
com 227 empresas, demonstrou que cerca de um terço das empresas ainda
desconhece a temática da Indústria 4.0. Outro estudo divulgado pela CNI, no ano
passado, apontou que somente 27% das indústrias do Brasil utilizam automação
digital com sensores, uma das alternativas para modernização.
O especialista em automação industrial Wilson Roma destaca a vantagem competitiva que a implementação de dispositivos tecnológicos de controle e precisão pode gerar. “Hoje em dia, a aplicação dessas tecnologias ajuda a reduzir custos e tempo de produção, além de garantir níveis mais altos de precisão, atendendo a patamares internacionais de exigência”, afirma. Ou seja, mais qualidade, produtividade e eficiência para responder às demandas dos consumidores, às mudanças constantes da sociedade e aos desafios do próprio cenário industrial.
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ABIPLAST se posiciona contra os aditivos
oxibiodegrantes. Posição da entidade endossa o que foi dito pela Fundação Ellen
MacArthur
A
ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) endossa, em conjunto
com outras 150 entidades de todo o mundo, o posicionamento da Fundação Ellen
MacArthur, que pede o banimento dos produtos com aditivos oxibiodegradantes
incorporados. Segundo a entidade, os compostos supostamente possibilitariam a
decomposição completa do plástico no meio ambiente, “mas recentes análises
trazem evidências de que os aditivos levam mais tempo do que o propagandeado
para degradar o material e, na verdade, apenas o transformam em micropartículas”.
Trata-se
de um movimento global entre grandes empresas, associações e organizações
ambientalistas e cientistas que querem levar ao consumidor final que, apesar da
propaganda, trocar sacolas e canudos comuns por “biodegradáveis” não é uma
escolha boa para o meio ambiente.
Publicado
pela iniciativa Nova Economia do Plástico (New Plastics Economy, em inglês) no
final de 2017, o posicionamento esteve fora do ar nos últimos meses devido à
disputa judicial com um fabricante e para a realização de novas investigações
sobre os oxibiodegradantes. Com a revisão das evidências, uma nova versão do
documento foi divulgada nos últimos dias, com o endosso de membros do
Parlamento Europeu e de organizações como PepsiCo, Unilever, Greenpeace e WWF (World
Wildlife Fund).
Em
2015, após estudos e análises sobre a composição e ação dos aditivos
pró-degradantes, a ABIPLAST realizou um evento para debater o tema, que contou
com a participação de especialistas das Universidades Mackenzie, de Caxias do
Sul e Federal de Minas Gerais e do CETEA/ITAL. “Com base nos estudos apontados,
e em parceria com a Câmara Nacional do Recicladores de Materiais Plásticos
(CNRPLAS), a entidade lançou um comunicado se posicionando contra a utilização
desses aditivos. Isto porque, além de não serem biodegradáveis de fato, eles
ainda prejudicam e inviabilizam o processo de reciclagem do material plástico”,
aponta o documento.
Desde
então, a ABIPLAST trabalha contra a rotulagem ambiental dada pela ABNT
Certificadora a esses aditivos no Brasil. Em novembro de 2017, a entidade
assinou pela primeira vez o relatório divulgado globalmente pelo programa New
Plastics Economy, da Fundação Ellen MacArthur, pelo banimento desses aditivos.
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Investimentos de R$ 25 milhões em
máquinas, obras e capital de giro foram apresentados em encontro com presidente
do BNDES
A
Krona Tubos e Conexões teve um faturamento bruto de R$ 689 milhões em 2018, com
crescimento de 13,3% em relação a 2017. Para 2019, a meta de investimentos é de
R$ 25 milhões. Os números foram apresentados ao presidente do BNDS (Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico Social), Joaquim Levy, que visitou a
matriz da empresa em Joinville (SC), nesta sexta-feira (17).
A
presença de Joaquim Levy na Krona aconteceu logo após sua participação em um
encontro com empresários, organizado pela ABIMAQ (Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos) e BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento
do Extremo Sul).
Durante
o evento, a Krona apresentou a experiência positiva de suas operações com o
BNDES. Iniciadas em 2011, resultaram em uma captação total de R$ 126 milhões,
sendo R$ 96 milhões já liberados e mais R$ 30 milhões em fase contratual para
liberação. Os recursos, aplicados em máquinas, obras e capital de giro,
contribuíram para a empresa se transformar numa das maiores do país dentro de
seu segmento.
Ao
avaliar o momento da economia, o Diretor Comercial e Marketing da Krona,
Valdicir Kortmann, disse que diante do tamanho da recessão, a retomada do
crescimento será gradual e liderada pela redução das incertezas e elevação do
consumo, com o desafio de aumentar a produtividade. "Estamos realizando investimentos
na aquisição de máquinas, equipamentos e tecnologia de gestão em RH, compras e
logística para sustentar a expectativa de crescimento para 2019”,
adiantou.
Novo produto e app de realidade
aumentada
A empresa
acabou de lançar no mercado seus novos quadros de distribuição, que aliam
beleza e segurança nas instalações comercias e residenciais. Destinados à
proteção mecânica de dispositivos elétricos, encaminhamento de cabos e
condutores em instalações elétricas de baixa tensão, podem ser instalados em
paredes de alvenaria e drywall.
Para
proporcionar uma experiência diferente, a empresa criou o aplicativo Krona RA,
que pode ser baixado no Google Play e App Store. Basta apontar a câmera para a
imagem do quadro (foto) e conhecer todos os detalhes, em imagens 3D.
Os quadros foram projetados com base nas normas brasileiras e têm grau de proteção IP40 (norma NBR IEC 60529). Produzidos em PVC rígido antichamas - que não propagam fogo -, garantem mais espaço interno para a organização do cabeamento. O design diferenciado apresenta uma tampa que gera leveza ao ambiente, além de uma superfície lisa para facilitar a limpeza e tampas cegas que dispensam corte.
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Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana
(Selurb), o Brasil gera cerca de 10.5
milhões de toneladas de resíduos plásticos anualmente. Se todo esse
material fosse reciclado, seriam injetados R$5.7
bilhões na economia nacional. O potencial econômico deste tipo de resíduo
representa uma grande oportunidade de mercado para as empresas que os geram.
Entretanto, nem todas elas possuem conhecimento sobre como aproveitar este
material e encaminham seus resíduos à aterros sanitários, o que representa o
aterramento de receita latente, além do impacto ambiental negativo - se
comparado à reciclagem.
Observando essa questão, a startup Polen - Solução e Valoração de Resíduos desenvolveu a ferramenta “Calculadora do Potencial Econômico dos
Resíduos Plásticos”. Após inserir informações como a categoria dos resíduos
plásticos da sua empresa, a quantidade mensal de resíduos gerados e o valor
gasto com sua destinação, você receberá um relatório por e-mail indicando o
valor aproximado de quanto sua empresa pode ganhar com a venda destes materiais
e como você pode começar a tornar esta previsão em realidade.
A calculadora é totalmente gratuita e tem como objetivo
demonstrar para as empresas o valor imenso que os resíduos de plástico possuem,
apontando a comercialização como a forma de destinação mais eficiente, tanto
para as empresas quanto para o meio ambiente.
Categorias Disponíveis
Os polímeros são divididos em Termoplásticos e Termofixos.
Os primeiros se referem a plásticos que não sofrem alterações estruturais
quando aquecidos, e após o resfriamento eles podem ser novamente moldados.
Enquanto isso, os termofixos são aqueles que uma vez moldados não podem ser
fundidos e remodelados.
Todos os principais termoplásticos
podem ter seus potenciais econômicos calculados na ferramenta. São eles:
- Polietileno
Tereftalato — PET
Muito utilizado por ser impermeável, leve, transparente e
inquebrável. Esse material é um dos mais reciclados pelas empresas. Sua resina
é encontrada em garrafas de refrigerante, bandejas para micro-ondas e filmes
para áudio e vídeo. Já seu uso reciclado costuma ser em fibras para carpete e
estofamentos, acessórios e objetos diversos e materiais da indústria têxtil.
2. Polietileno de
Alta Densidade — PEAD
Assim como o PET, o PEAD é inquebrável, impermeável e leve.
Porém, também é resistente a baixas temperaturas, é rígido e possui resistência
química. É considerado um dos melhores materiais para ser utilizado com
alimentos naturais e industrializados, e também costuma ser reciclado.
Embalagens para detergentes, caixas de leite de plástico e sacolas de
supermercado são exemplos de onde é aplicado, enquanto embalagens de óleo para
motor, tubulações de esgoto e conduítes são objetos que possuem o material
reciclado.
3. Policloreto de
Vinila — PVC
Esse material tem como características a rigidez,
transparência, impermeabilidade e resistência às temperaturas. É conhecido
também como vinil e é formado pela união do etileno com o cloro. É reciclável,
mas menos usual que os anteriores. Cones de trânsito, brinquedos e bolsas de
sangue possuem este material em sua composição e, após a reciclagem, ele costuma
ser aplicado em mangueiras de jardim e em cabos em geral.
4. Polietileno de
Baixa Densidade — PEBD
O PEBD é flexível, leve, transparente e impermeável. É outro
tipo de material plástico reciclável. A aplicação desta resina se dá em sacos
de lixo, bolsa para soro medicinal e sacos de pão. Sua reciclagem possibilita
que ele componha envelopes, filmes e tubulações para irrigação.
5. Polipropileno — PP
Conserva o aroma, é inquebrável, transparente, brilhante,
rígido e resistente às mudanças de temperatura. É reciclável e muito comum nas
indústrias automobilísticas e na construção civil. Integra tubos para água
quente, carcaças de baterias automotivas e canudos de plástico. Quando
reciclado compõe vassouras, escovas e bandejas.
6. Poliestireno — PS
O Poliestireno é transparente, leve, brilhante, rígido,
inquebrável, brilhante, impermeável, capaz de isolamento térmico, possui
flexibilidade, grande moldabilidade sob ação do calor e baixo custo. Exemplos:
Potes para iogurte, talheres de plástico e aparelhos de barbear descartáveis.
Não costuma ser reciclado, porém quando passa por esse processo integra placas
de isolamento térmico e bandejas.
Além dessas opções de resíduos plásticos, você ainda
consegue calcular o valor intrínseco das seguintes categorias: ABS/SAN, Polietileno, Poliéster, Policarbonato e EVA (Acetato-Vinilo de Etileno). A Calculadora deve passar por
atualizações e disponibilizar mais opções no futuro.
Utilize a ferramenta clicando em “Calculadora do
Potencial Econômico dos Resíduos Plásticos“ e descubra quanto sua
empresa pode faturar!
Autor: Breno Drummond Valle, Analista de Marketing Digital
Site: https://www.brpolen.com.br/
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Com
capacidade para carregar 6kg, equipamentos da Pilz estão configurados para
trabalhar em conjunto com humanos
As demandas da Indústria 4.0 passam
principalmente pela modernização dos parques industriais, com a utilização de
robôs por exemplo. Em alguns casos, a interação entre humanos e máquinas é
inevitável.
Pensando nisso, a Pilz criou uma linha de
robôs colaborativos, que incluem o braço robótico, módulo de programação e
módulo de controle. “São recursos considerados diferenciais da nova linha, que
conta com módulos que garantem uma operação segura entre homem e robô, e
comissionamento rápido através do princípio plug-and-play”, conta Vinícius Terra
Mariano, gerente comercial da empresa.
Desenvolvido para diferentes aplicações industriais, o braço robótico
aguenta até 6kg de carga, e tem como funcionalidade principal aplicações em
Pick & Place. “Nós somos muito ligados em segurança, por isso, criamos
mecanismos que garantem a segurança do usuário, com scanners de presenças e
outros itens”, comentou Mariano. Segundo o executivo, os equipamentos são
certificados pela associação alemã de seguros de acidentes estatutários (DGUV),
de acordo com a EN ISO 10218-1.
A
Pilz participou da EXPOMAFE 2019 com soluções em automação industrial e relés
de segurança. “Feiras desse porte são importantes para que os empresários vejam
na prática as aplicações de equipamentos importantes, como o robô colaborativo.
Muitas vezes é difícil entender sua aplicação, e isso acaba gerando confusão,
por isso eventos assim são imprescindíveis”, completou Mariano.
Durante a feira, a Pilz apresentou soluções recém lançadas e que já se encontram à disposição do mercado. Entre elas estão os sistemas de portas de proteção seguros: PSENslock, PSENmlock e PSENsgate, utilizados como proteção de dispositivos de barreiras físicas. Eles monitoram portas nas zonas de proteção, além de tampas e coberturas. “Nossos equipamentos estão alinhados a NR12, garantindo aos nossos clientes processos seguros e eficientes”, finalizou o executivo.
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Alta produtividade e inovação foram o foco da
empresa durante feiras segmentadas em que participaram no início de 2019
Com foco no desenvolvimento de novas soluções, a
Romi apresentou ao mercado nacional máquinas para a indústria do plástico e
centros de usinagens que garantem a performance de qualidade. Presente na
Plástico Brasil e recentemente na EXPOMAFE, a empresa mostrou que é capaz de
integrar processos, e garantir que suas máquinas trabalhem com eficiência e
rapidez.
Para o Diretor-Presidente da Romi, Luiz Cassiano
Rando Rosolen, um dos pilares da Indústria 4.0 é a integração entre homem e
máquina. “Nosso principal objetivo é oferecer máquinas com alta tecnologia que
atendam a nova geração da indústria e sejam referência”, conta.
A automação de seus equipamentos também faz parte
dos processos da empresa há alguns anos, sempre com foco em oferecer produtos
modernos, mas que sejam rentáveis aos clientes. “Nos últimos anos, nos dedicamos no
desenvolvimento de soluções de automação, como também na conectividade das
máquinas com os sistemas de monitoramento dos ambientes fabris para a análise
aprofundada dos dados de produção”, explicou.
Sobre as expectativas para 2019, o executivo
demonstra confiança tímida no crescimento da economia. “Nos preocupamos em
suprir a necessidade da nova geração da indústria, que entende a necessidade da
atualização do parque fabril e está em busca de mais tecnologia, economia e
produtividade. Nossas novas gerações de linhas de produtos lançadas
recentemente, refletem esta preocupação, pois proporcionam elevados ganhos de
produtividade em relação as gerações anteriores”, concluiu o executivo.
Segundo William dos Reis, apoiar um evento de porte internacional coloca a Romi automaticamente em contato com seu cliente. “Para nós, participar das decisões do evento é extremamente viável, visto que conhecemos o gosto do cliente, podendo dessa forma contribuir com aquilo que o mercado precisa”, completa.
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Robótica colaborativa pode ser o
primeiro passo para a que a transição da indústria para o 4.0
Focada
em trazer soluções em tecnologia para a indústria 4.0, a ABB trouxe para a
EXPOMAFE (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial),
alguns produtos que ajudam na digitalização e robotização das indústrias.
Para
auxiliar na transição das indústrias para o 4.0, as soluções precisam ser
simples, integradas e facilitarem a vida de quem a controla. “Fizemos uma
pesquisa com o The Economist sobre digitalização industrial e dentre os 25
países participantes, estamos na 19ª posição. Isso mostra que temos muito
trabalho pela frente”, conta Peterson Dias, Product Manager da ABB.
Ainda
segundo Dias, a capacitação do usuário daquela máquina é o primeiro passo para
que a indústria se transforme em 4.0. “Nosso principal foco é garantir que a pessoa
consiga acessar essa tecnologia, mostrando que ela é simples, fácil e
importante para o bom andamento do trabalho”, concluiu Dias.
A
robótica colaborativa é um dos pontos apresentados pela empresa. O foco da
tecnologia é permitir que máquinas operem ao lado de profissionais humanos para
uma produção mais ágil e precisa. “A quebra de paradigma ainda é um desafio, já
que há uma resistência das pessoas que atuam nesses setores, por isso a
robótica colaborativa se torna importante nessa transição”, explicou.
Um
exemplo apresentado pela empresa é o SafeMove2, uma solução que permite a
interação das pessoas com qualquer robô industrial no mesmo ambiente, sem
grades de proteção, de forma segura e colaborativa. O fim das barreiras físicas
vai permitir células robóticas mais enxutas, flexíveis e produtiva, o que
resulta em ganho de tempo e produtividade.
O YuMi, primeiro e mais famoso robô verdadeiramente colaborativo de dois braços, também marca presença no estande. Para mostrar toda a sua flexibilidade e rapidez, ele demonstrará ao público a resolução de cubos mágicos, mostrando in loco como se dá a interação homem-máquina e como são infinitas as possibilidades de sua programação e precisão.
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Diretor do Simplás, Diego Piazza aponta
caminhos para desenvolvimento de materiais no país
A
cada ano, cerca de 5% de todo o PIB do Brasil é gasto com medidas
anticorrosivas em milhões de produtos disponíveis no mercado. Uma oportunidade
gigantesca, já detectada por algumas empresas e instituições que estão
investindo na pesquisa e desenvolvimento de revestimentos nanoestruturados.
De
tintas com propriedades especiais térmicas, físicas e de barreiras protetoras e
anticorrosão, capazes de resistir ou até de se regenerar após sofrerem danos.
Segundo
o pesquisador e professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e diretor do
Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho),
Diego Piazza, trata-se de apenas um dos cada vez mais numerosos exemplos de
aplicações para os chamados polímeros inteligentes. “Polímeros inteligentes são
materiais que respondem a um determinado estímulo, de ordem química, física ou
biológica, de forma reprodutível e específica”, explica Piazza.
Ainda
segundo o pesquisador, há um universo de oportunidades no setor de polímeros
para quem se dispõe a pensar além das aplicações ou processos convencionais.
Outro exemplo, além da chamada tinta self-healing, vem de uma das mais recentes
patentes requeridas pelo time de pesquisadores da UCS.
Neste
caso, especialmente desenvolvida para uso do Exército Brasileiro: um colete a
prova de balas feito de polietileno. “Outras inovações surgindo ao redor do
mundo incluem sistema inteligente de entrega de medicamentos ao organismo,
engenharia de tecido (para reparação ou desenvolvimento de novos produtos),
tintas inteligentes, embalagens ativas e polímeros com memória de forma. É tudo
questão de enxergar novas possibilidades de cada material, para além das
aplicações ou processos que já conhecemos”, observa Piazza.
Entre
2016 e 2023, o mercado de polímeros inteligentes deve crescer aproximadamente
15%, atingindo a cifra de 3,33 bilhões de euros. “Isso não é coisa de outro
mundo, tampouco para um futuro distante. Já está acontecendo agora, no nosso
quintal. O grafeno, por exemplo, já é realidade em Caxias do Sul”, revela o
pesquisador da UCS, instituição onde o material vem sendo estudado.
Novas possibilidades
Diretor
do Simplás, Diego Piazza aponta uma iniciativa do sindicato como fundamental
para estimular já nas futuras gerações uma visão nova, extremamente criativa e livre
de preconceitos em torno dos materiais poliméricos. O projeto Plástico do Bem
dissemina conhecimentos de separação, limpeza e destinação correta de materiais
plásticos pós-consumo entre estudantes da rede de educação fundamental. “O
projeto Plástico do Bem é a mais bem estruturada campanha de Educação Ambiental
básica que já chegou às ruas”, sentenciou Piazza, durante evento que abriu o
calendário oficial de eventos do Simplás em 2019, em Caxias do Sul (RS).
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