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A Escola LF proporciona curso de câmara quente para formar profissionais na área do plástico possuir destaque no mercado de trabalho

O curso de câmara quente será proporcionado pela escola LF, e busca preparar o aluno para que ele tenha destaque no mercado de trabalho. O público principal do curso são os profissionais que já trabalham na área, seja com máquinas injetoras, moldes plásticos, e também vendedores do sistema de câmara quente. O treinamento irá começar no dia 13 de julho, terá carga horária de 40 horas, e está programado para acontecer aos sábados, das 8h às 13h.

O curso também será oferecido para os profissionais de manutenção de máquinas, eletricistas que fazem a instalação desse sistema e empresários que querem substituir os moldes convencionais, adaptando os sistemas de câmara quente.

O mundo do plástico é muito grande e abrangente até hoje em dia, e possuem inúmeros processos de transformações, como injeção, sopro, rotomoldagem, extrusão, e vários outros. O sistema de câmara quente é uma tecnologia que está envolvida dentro dos moldes de injeção, e os moldes são ferramentas para produzir peças injetadas.

Como os preparadores de máquinas ou os técnicos não conseguem enxergar dentro do molde de injeção, encontram dificuldade em regular as máquinas. E com essa dificuldade corre o risco de acontecer vazamentos internos de plásticos, o que gera prejuízo para as máquinas.

A intenção da escola LF foi desenvolver um curso para formar os profissionais nesta área. Esses profissionais vão poder analisar e conhecer os sistemas de câmara quente. Eles irão aprender a efetuar a manutenção correta e preventiva, além de entender o comportamento dos materiais plásticos dentro dos moldes de injeção, com os sistemas de câmara quente.

Os alunos irão conseguir até analisar os orçamentos dos fabricantes desses sistemas, avaliando tecnicamente a viabilidade dos fornecedores. No curso, o aluno vai aprender a efetuar cálculos para saber em quanto tempo o investimento de um sistema de câmara quente terá retorno para a empresa.

O conteúdo do curso é totalmente programático e bem completo, fornecendo todo o conhecimento necessário para que o profissional não precise de auxílio de seus colegas ou da chefia.

Nas aulas, os alunos aprenderão as diferenças entre os vários tipos de sistemas, as suas peculiaridades e como dar atenção às questões de segurança pessoal e com os moldes.

Outra prática que será instruída no curso, é a melhoria da qualidade dos produtos fabricados em moldes com câmara quente, sem que isso possa gerar danos aos sistemas em uso, tudo isso visando evitar acidentes, prejuízos e desperdícios.

Após a conclusão do curso, o profissional passa a ter o título de Analista Técnica em Câmara Quente, e os formados irão receber um certificado exclusivo do curso, que hoje faz toda a diferença no mercado dos plásticos, com excelência técnica. A escola LF em 23 anos de existência, já conseguiu formar mais de 20 mil profissionais, e já conseguiu criar a sua marca.

Evento promovido pela SIMCO traz possibilidade de empresários gerarem negócios entre eles em dois dias de evento

Nos dias 25 e 27 de julho a SIMCO abre suas portas para a realização da segunda edição do Open House em sua sede de Campinas – SP. Serão dois dias com workshops sobre ferramentas, automação e indústria 4.0, treinamentos, networking e geração de negócios. Sucesso de público em 2018, a empresa espera receber cerca de 500 visitantes de todas as partes do Brasil.

O evento contará com workshops sobre ferramentas para alto desempenho de usinagem, automação para máquinas injetoras, processo de injeção e utilização de materiais recicláveis, máquinas ferramentas CNC, conceito e aplicação de Indústria 4.0, entre outros assuntos.

As principais novidades do Open House são as injetoras da linha S9 da LOG e máquinas integradas com robô. Com amplo portfólio os participantes também poderão conferir os últimos lançamentos das seguintes marcas:

FEELER: marca de tradição no Brasil e no mundo, faz parte da gigante FFG. Trabalha com centros de usinagem CNC, centros de usinagem 5 eixos, portais dupla coluna, tornos CNC, mandriladoras e máquinas para automação industrial, destacando-se pela qualidade, desempenho e design inovador de seu maquinário.

LOG: jovem e em constante avanço, a chinesa LOG produz injetoras termoplásticas oferecendo precisão e economia de energia a diversos nichos industriais como o de embalagens, produtos domésticos, eletrodomésticos e eletrônicos. Dentre seus principais modelos estão as injetoras LOGM6, LOG S6, LOG A8, LOG S8 e o mais novo lançamento, a linha S9.

FFG GROUP: considerado um dos maiores holdings de maquinário do mundo, o Fair Friend Group (FFG) incorpora versatilidade, flexibilidade, eficiência e produtividade ao mercado ao trazer à SIMCO um grupo de marcas de ponta como a gigantesca Jobs, FEELER, Sigma, Sachman, Rambaudi e entre outras.

EURON: produz centros de usinagem como a Smart Mill, máquina potente de ótimo desempenho e custo-benefício, que alia produtividade à alta performance.

QUAZAR: empresa fornecedora de diversas linhas de tornos mecânicos versáteis, de alta performance e durabilidade que atuam tanto na confecção quanto no acabamento de peças.

PINNACLE: foi a primeira marca que a SIMCO trabalhou. São fresadoras convencionais de alta qualidade percebida pelo mercado nacional. Há mais de 5 mil unidades em todo território brasileiro.

Programação de Workshops:

11h às 11h30: Ferramentas para alto desempenho de usinagem – Widia

12h às 12h30: Nr12 e automação para máquinas injetoras – Automata

13h às 13h30: Performance do conjunto sinumerik 828 – Siemens

14h às 14h30: Conceitos básicos de processo de injeção e utilização de materiais recicláveis – SIMCO

15h às 15h30: Indústria 4.0: conceito e aplicação – Yaskawa

16h às 16h30: Conceito e aplicação de máquinas ferramentas CNC – SIMCO

O evento é gratuito e para participar é preciso efetuar uma inscrição através desses links:

Open House 25 de julho

Inscrições: http://bit.ly/openhouse-simco-25-07

Open House 27 de julho

Inscrições: http://bit.ly/openhouse-simco-27-07

Com o crescimento do segmento da Indústria Plástica no Brasil, muitas empresas enxergaram potencial de mercado, sempre focado em inovações tecnológicas que tragam benefícios ao setor. Esse é o caso da WRoma, empresa de sensores que trouxe diversos produtos pensados ao mercado de transformadores plásticos e suas particularidades.

 Isso porque há uma demasiada exposição e comercialização de materiais poliméricos, bem como máquinas de processamento de plásticos e tecnologias para adequá-lo de acordo com a necessidade dos consumidores e da própria indústria.

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), a produção de plástico no Brasil cresceu 2,5% em 2017. Este foi o primeiro resultado positivo registrado desde 2013. A alta também foi maior do que a previsão de 2% registrada pelo segmento. Diante desse cenário de retomada, o momento é de investir para voltar a crescer, tornando as empresas mais produtivas e competitivas, além de capazes de fazer frente aos concorrentes no mercado externo.

Pensando nisso, a WRoma disponibiliza os Sensores Fotoelétricos 0300 / 0500, tecnologia capaz de otimizar praticamente qualquer processo em máquinas de embalagem. Os Sensores Fotoelétricos são usados no processo de emissão e recepção de raios de luz infravermelhos e servem para detectar qualquer tipo de substância ou material, de acordo com o índice de reflexão ou difração, além disso, apresentam soluções modulares e versáteis que oferecem flexibilidade em diferentes materiais, superfícies, formas e cores de embalagens.

Esse sensor é muito utilizado na indústria plástica devido ao seu amplo campo de atuação, uma vez que apresenta diferentes tipos de variação e a capacidade de aplicação para detecção de diversos tipos de material, cor, distância, marcas e transparência.

Durante todo o mês de junho trouxemos diversas matérias importantes e educativas sobre a sustentabilidade no mercado plástico. Os meses temáticos são importantes para garantir que toda a cadeia produtiva entenda assuntos importantes e atuais do mercado. Para o mês de julho, falaremos sobre a automação industrial e seus desafios. Afinal, sabemos que são vários.

A indústria plástica ainda caminha no processo de automação. São anos em um parque tecnológico sem grandes mudanças, que colocam o país em uma posição distante no ranking de inovação e tecnologia. Mas precisa ser assim?

A automação industrial é peça-chave para melhorar a produção e as vendas das indústrias, não importa seu porte e faturamento. A conectividade das máquinas, a adequação de novos processos, e a educação do corpo de colaboradores é a equação perfeita para garantir bons resultados.

Durante todo o mês de Julho vamos trazer soluções e informações sobre processos para que o setor do plástico migre para a automação.

Conversamos com a Abimaq para entender gargalos e desafios do mercado plástico sobre o assunto, e vamos trazer dados importantes sobre o setor, que apontam o futuro rumo a Indústria 4.0.

Em que momento a automação industrial se torna indispensável? Falaremos sobre isso durante o mês, bem como as ações necessárias para que as empresas de todos os portes se adequem e caminhem rumo a essa realidade, que fora do país é tão plausível.

Por via de regra, a automação na indústria plástica se dá por conta dos ganhos na produtividade e na redução dos desperdícios. Com isso, é possível tornar os produtos competitivos perante os importados.

Mais do que renovar o parque industrial de uma empresa, a automação está ligada a mudança de pensamento do empresário, pois algumas boas mudanças podem ser adaptadas à dinâmica da indústria e seu funcionamento.

Ao longo do mês vamos mostrar soluções que podem ser aplicadas de maneira simples, e que geram um bom retorno, mostrando que o processo de automação é para todos.

Vamos falar sobre robôs e suas aplicações nas produções, bem como a importância de processos de segurança dos colaboradores que atuam junto das novas tecnologias.

Afinal, automação e segurança andam juntos.

Quer ficar por dentro de tudo o que publicarmos durante o mês de julho sobre automação industrial? Deixe seu melhor e-mail no formulário abaixo e se inscreva para receber em primeira mão.

Tem uma sugestão de pauta que vale a pena? Nos escreva no redaçã[email protected]

Iniciativa pioneira em Economia Circular reúne ONGs, especialistas e as grandes empresas para discutir resíduos plásticos e sua correta destinação

A Iniciativa 3R é o primeiro esforço global projetado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A ação tem por objetivo usar crédito para alavancar a economia circular, por meio de incentivo a empresas que queiram assumir a liderança dentro de seus segmentos.

A iniciativa oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem. “Forneceremos padrões por meio de um processo robusto envolvendo várias partes interessadas, envolvendo empresas respeitadas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas ", declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade. "Este mecanismo 3R - Reduzir, Recuperar, Reciclar - é o resultado de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta", disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. "O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos do meu coração e apoia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários”, concluiu.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático. "Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário", disse Moura Costa.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

A nova tecnologia da LANXESS permite uma taxa de produção mais rentável e eficaz além de gestão avançada de recursos

A empresa especializada em produtos químicos LANXESS forneceu uma nova tecnologia de moldagem por injeção. O Adiprene C930. Ele é um exclusivo uretano fundido com baixo teor da MDI livre, e demonstrou ser um material adequado para o processamento.

A empresa coreana Autox foi quem desenvolveu o processo de produção que permite a moldagem por injeção de poliuretanos fundidos. A inovação dessa moldagem traz uma nova linha de perspectivas para os PU fundidos. A Autox lançou uma nova tela vibratória para o setor de mineração, feita a partir do pré-polímero fundido o Adiprene C930.

A moldagem por injeção aumenta sua taxa de produção, o que torna o processo mais rentável e eficaz. Em uma certa quantidade limitada de tempo e com apenas um molde, mais telas poderão ser fabricadas. Com esse processo, a eficiência de custo também é modificada pelos gastos do trabalho que são menores do que na fundição por derramamento. O tempo de produção hoje de uma tela de malha moldada por injeção é de cinco minutos, já o processo de fundição por derramamento, leva em torno de trinta e cinco minutos, por exemplo.

O pré-polímero Adiprene LF gera uma melhor higiene industrial, além de sua facilidade de processamento. Proporciona também uma melhor combinação com o processo de moldagem por injeção, visto que a viscosidade é menor do que a de um pré-polímero convencional.

A tela de mineração Adiprene C930 consegue oferecer ótimas propriedades de resistência á abrasão e resistência a fadiga, o que melhora e estende o tempo de vida útil e a eficiência das telas. A malha de tela vibratória é uma aplicação complexa e necessária para suportar as condições de operação de mineração.

Baseada em caprolactona, os resultados dessa tecnologia são visíveis e foram comprovados por testes em campo. Testes esse que comprovam que o tempo de vida útil da tela pode ser até três vezes maior do que a referência de alta qualidade do mercado. Esse avanço exclusivo leva á redução de custos de manutenção das minas, quando a produtividade é menor na mineração.

O novo desenvolvimento da Autox vai permitir o processamento de pré-polímeros PU fundidos, tornando possível que a peça moldada apresente um melhor desempenho. O processo de moldagem por injeção vai oferecer respostas para umas das questões de maior preocupação da indústria, que é a gestão de resíduos. Ela vai garantir melhor consistência de qualidade, levando á geração de menor aparas e menos resíduos gerados pelas sobras.

A LANXESS e a Autox, com o material Adiprene C930, têm mostrado que grandes conquistas podem ser obtidas através do PU moldado por injetoras para telas de mineração. As duas empresas seguem confiantes de que algumas outras aplicações também serão beneficiadas por esse novo desenvolvimento á longo prazo.

Armação de óculos sustentável foi feita a partir de tubo de pasta de dente e uma sacola plástica

Uma parceria entre a Sagui, empresa paulista, e o Estúdio RatoRói, de Jaraguá do Sul-SC, resultou nos óculos sustentáveis. Apresentados no espaço Conexão Criativa e Comercial, esse foi um dos projetos do salão de design Inspira Mais, iniciativa da Assistencial. Quatro tubos de pasta de dente, descartados pela indústria, e uma sacola plástica geraram uma armação de óculos.

Quando o designer Felipe Madeira Pinto percebeu o alto preço dos acetados importados da ótica da família, começou a pesquisar material sustentável, há quatro anos. A sua ideia de utilizar tubos de pasta de dente foi inspirada em telhas produzidas com esse material. E foi em 2017, que soube que a RatoRói desenvolvia lâmina de sacola plástica.

A designer Flavia Vanelli, da RatoRói, explica que desde 2008 cria novas superfícies com materiais reciclados da recuperação de embalagens e sacolas plásticas. “Achei interessante agregar as duas tecnologias”, diz Felipe. “Hoje, produzimos óculos de tubo de pasta de dente e óculos de lâmina de sacola plástica com os tubos”.

Os tubos e sacolas são transformados em uma chapa, depois moldada e cortada nos formatos dos óculos, tanto de grau quanto de sol. “Quando eu olho para a sustentabilidade, eu não acredito que eu posso mudar o mundo, mas si, eu, você, todos”, afirma Felipe.

A produção é de 180 unidades mensais, com doze modelos. O diferencial é que a cor das armações depende do material. Por exemplo, prata, deve-se ao descarte da indústria do tubo natural, antes da impressão das marcas. A comercialização já acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro, além do e-commerce da marca. O custo de produção chega a ser 70% menor do que um óculos tradicional. Ao consumidor final, o preço gira em torno de 350 reais.

Além dos óculos, chinelos e dos tênis com solados encauchados, no espaço Conexão Criativa e Comercial 2020_II, ganharam visibilidade também produtos realizados com borra de café e aglutinantes naturais, além de biotecidos desenvolvidos a partir do cultivo de bactérias, tecidos e aviamentos naturais com tingimento vegetal, com sementes e itens naturais e bijuterias com fibras de curauá, que é chamado de papel da Amazônia.

Esses componentes originais com abordagens responsáveis, estão sendo produzidos por 24 empresas de diversas regiões do país que se destacaram no projeto Conexão Criativa e Comercial, com o qual Inspira Mais estimula novas gerações de valores que combinam elementos, como a sustentabilidade, pluralidade e tecnologia ao trabalho artesanal.

Produto da Evonik aumenta a eficiência do uso de água, nutrientes e ativos, possibilita o plantio em condições extremas e aumenta o rendimento e qualidade das culturas

Com foco em trazer soluções para aumentar a produtividade através de produtos químicos e plásticos, a Evonik apresenta a linha Creasorb, em que tem no seu rol, Polímeros Superabsorventes utilizados na agricultura e outros segmentos. Dentre eles está o Stockosorb 660, desenvolvido especialmente para o uso na produção agrícola.

Este Polímero Superabsorvente (SAP) altamente reticulado é capaz de absorver e disponibilizar às plantas um grande volume de água de até 300 vezes o seu próprio peso. Em contato com a água, os cristais sintéticos (grânulos) “incham” rapidamente, formando o hidrogel através da absorção e retenção de água, nutrientes e ativos, que são liberados para a planta de forma gradual e eficiente durante o processo de secagem do solo.

Esta absorção de nutrientes ocorre através da troca de cátions que são liberados gradualmente para as plantas de acordo com o Processo Osmótico. “Desta forma, o Stockosorb 660 pode ser aplicado em cultivos perenes, semi-perenes e anuais, como Silvicultura, Cafeicultura, Citricultura, Cultivo de Cana-de-Açúcar, Horticultura, Paisagismo, Gramados e Sojicultura, entre outros”, explica Henrique Oliveira, Executivo de Contas da linha Agro, da Evonik.

Vantagens para o solo e a planta

Para o solo, além de melhorar a capacidade de retenção de água, o Stockosorb 660 atua na melhora das características físicas, promove a descompactação; reduz a taxa de erosão e a perda de nutrientes por lixiviação; aumenta a capacidade de troca catiônica (CTC); e é fonte de K2O.

Na planta, promove o aumento da taxa de sobrevivência das mudas; possibilita o plantio em condições extremas de solo e clima; aumenta a produtividade e qualidade da cultura; promove aumento da biomassa das raízes e uniformidade da cultura; prolonga “shelf-life” (sobrevida) de mudas e plantas; e confere maior vigor e sanidade à cultura.

Sustentabilidade

Stockosorb 660 não é tóxico e é ambientalmente correto: biodegradável, não contamina plantas, solo ou lençóis freáticos. Possui degradação fúngica (Phanerochaete chrysosporium, Pleurotus ostreatus, etc.) e bacteriana. O produto será totalmente solubilizado e mineralizado, após um período de 6 a 8 anos.

Pesquisas demonstram que o SAP é completamente reintegrado no ciclo do carbono do solo, sem quaisquer efeitos negativos ou tóxicos no solo e/ou sobre os microrganismos. Isento de acrilamida, promove o uso racional de água e nutrientes e, consequentemente, o menor custo de plantio e irrigações.

Muito se fala sobre banir a produção e comercialização do canudinho plástico, mas já pararam para pensar em todos os pontos que isso pode acarretar?

Ao longo do tempo, o baixo custo do plástico o transformou em vilão do meio-ambiente. Fala-se sobre o pós-consumo, sobre a destinação do canudo após o uso (muitas vezes único), e que a quantidade de material descartado incorretamente é enorme e o grande vilão da poluição do meio ambiente.

Com toda essa onda de projetos de lei voltados ao banimento do canudo em cidades grandes como Rio de Janeiro, Campinas e São Paulo, muito foi falado na economia dos resíduos plásticos inseridos no meio ambiente, mas pouco foi dito sobre a conta que essa ação causará nos bolsos de todos, especialmente dos empresários.

Com o banimento dos canudos será notório que algumas empresas especializadas na produção dos materiais terão que reduzir seu pessoal, gerando ainda mais desempregos, impactando na economia.

Outro ponto a ser levado em consideração é com a comercialização dos outros tipos de canudos. Podemos listar alguns materiais que já são comercializados como o bambu, metal, vidro, macarrão, papel e outros tipos, sempre com o mote comercial de que farão a diferença para a questão ambiental. Só que é preciso olhar para trás e pensar em outro ponto importante: motivo.

Qual o motivo do plástico ter sido tão difundido e usado a tantos anos é sua facilidade de produção, garantia de higiene e preço. Será que um canudo de bambu é higiênico, ou sua propriedade porosa não traz risco de contaminação a longo prazo?

O canudo de metal é o mais comercializado, mas seu peso e sua produção aguentam a larga escala que uma demanda alta exige? Qual a logística utilizada para seu transporte, e qual o valor agregado que um produto desse material trará para restaurantes, bares e outros estabelecimentos?

Será que penalizar a indústria que gera empregos e movimenta economia como a dos transformadores plásticos é o caminho ideal, ou a solução pode ser mais trabalhosa e com resultados mais assertivos?

O canudo não chega no oceano sozinho. A gente sabe que é o pós-consumo que o leva até o fundo do mar. A educação ambiental deixou de ser tema extra para se tornar necessário para garantir que o meio ambiente seja preservado.

O plástico não é o único vilão, senão veríamos apenas produtos desse material sendo depositados em locais inapropriados. Mas não é bem assim, não é mesmo? É só dar uma caminhada na orla da praia depois de um domingo quente de verão para encontrar bitucas, garrafas de vidro e tantos outros dejetos que poluem na mesma proporção que o canudo.

O que é preciso levar em consideração também é que o plástico possui características e aplicabilidades para o material reciclado. É possível ver, em muitos setores, produtos feitos a partir de resinas recicladas.

As indústrias de transformadores plásticos já olham para esse cenário a anos com foco em resolver o assunto. Será que outros materiais tem a mesma aplicabilidade e solução para o pós-consumo?

Continuamos com a convicção de que o plástico não é o vilão do mundo. É o conjunto de ações que envolvem toda uma cadeia produtiva que se torna responsável pelo material. Aqui sempre daremos espaço para as iniciativas de indústrias que sejam sustentáveis e de acordo com o propósito por um mundo mais limpo, pois acreditamos que é a união de esforços que trará resultados concisos e eficientes a longo prazo, não o banimento.

Produto criado pela Braskem e Antilhas garante aplicação em diversos segmentos como alimentos e cosméticos; foco é reforçar o conceito de Economia circular

Em parceria com a Antilhas Flexíveis, a Braskem desenvolveu uma embalagem stand-up pouch monomaterial, focada em atender alguns segmentos dos mercados de estética e alimentos.

O material utilizado foi o polietileno, que compõe a embalagem em várias camadas e espessuras. “Esse produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Dessa forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade, com diversas possibilidades de aplicação”, comentou Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado da Braskem.

A produção das embalagens levou em conta algumas particularidades para garantir sua usabilidade no mercado, como o fato dela ser stand-up pouch, ou seja, se manter em pé independente da matéria que o envolve. A pintura foi aplicada em cima do material, com uma tecnologia que não necessita de laminação, eliminando assim uma camada de verniz.

O produto foi desenvolvido com a tecnologia EB (Electron Beam), que possui um processo de impressão externa por cura, com feixe de elétrons e é patenteado pela Antilhas. “O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos. A tecnologia possui um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final, além de redução de 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que também reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, comentou o especialista.

A embalagem apesar de ter sido lançada durante a Feiplastic, em abril, já está disponível ao mercado, e pode ser utilizada nos setores de alimentos e cosméticos. Por conta de suas propriedades, a embalagem garante que o oxigênio passe para o material armazenado, garantindo que a aplicação dele possa ser vasta. “Existem algumas particularidades no produto que pode ser embalado”, contou.

Durante a feira, foi possível ver uma embalagem recém-produzida pela Antilhas e um feito com a resina reciclada do material, para mostrar sua aplicabilidade e sua qualidade em todos os formatos. “Estamos em conversa com algumas grandes empresas e sabemos que há aplicabilidade em diversos produtos do mercado. Esse é um dos nossos produtos que estão dentro do nosso propósito por uma Economia Cicular”, concluiu Sant’ana.

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