O EVA é um polímero de lenta decomposição
derivado do petróleo. Polímero esse que é emborrachado, flexível, e com
propriedade adesivas, além de alguns componentes serem à prova d’água. A
principal característica de um EVA é a absorção de calor.
O EVA é um plástico duro, não podendo ser
amolecido para ser reutilizado em novas formas depois, então não é facilmente
reciclável. Como não é facilmente reciclável, ele necessita de uma atenção
maior para ter seu descarte adequado.
O EVA é obtido através do copolímero etileno-acetato
de vinila, uma espuma sintética produzida a partir do seu copolímero
termoplástico, que é bastante usado em artesanatos. E por ser mais leve que a
água, é usado como um flutuador ou boia também.
É um produto competitivo em relação a outros
termoplásticos, por possuir bastante aderência, ser flexível mesmo em
temperaturas mais baixas, e ele também é atóxico e lavável. Existe uma grande diversidade
de cores, densidades, tamanhos e espessuras para EVA.
O processo de produção do EVA é equivalente a
4 etapas que precisam ser respeitadas para que o processo final seja feito de
maneira correta. O primeiro consiste na pesagem, onde é feita a dosagem dos
componentes, e das formulações. O segundo processo, é a mistura dos
componentes. O terceiro passo, é a prensagem, onde as placas serão inseridas
nas prensas e ganharão forma. O ultimo passo é o acabamento do EVA.
Aplicações
Muito usado nas indústrias de calçados, o EVA
também pode ser encontrado em produtos como, brinquedos, algumas placas
expandidas e placas diversas, além de brindes. Também encontramos na laminação,
em blendas, materiais escolares e em adesivos hot melt.
Além disso, o EVA é uma matéria-prima usada para
revestimentos em óculos de natação por ser mais leve que a água, também em chinelos
e sandálias.
Componentes
Os principais compostos que normalmente são
usados em EVA, são: as resinas, os agentes de expansão, cargas, ativadores,
auxiliares de processos e pigmentos.
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Durante o mês de julho trouxemos matérias
importantes e diferenciadas sobre a Automação Industrial e como ela já faz
parte de alguns setores nas indústrias. Os meses temáticos são de extrema
importância para garantir que todo o mercado entenda e fique por dentro de todo
os assuntos que estão acontecendo em seu segmento.
Para o nosso mês de agosto iremos trazer o
tema Impressão 3D e os desafios que ela traz consigo e para a indústria.
A Impressão 3D surgiu com Chuck Hull em 1984, sendo
uma tecnologia de fabricação aditiva para produzir o material de forma mais
rápida, mais poderosa e mais fácil de se usar.
A impressão 3D é feita com plástico, e hoje em
dia, muitos dizem que o vilão do mundo é o plástico.
A impressão 3D pode imprimir desde alimentos,
brinquedos, roupas, peças para indústrias até casas. Mas uma novidade que faz
da impressão 3D uma ótima aliada para o futuro, é que ela também pode imprimir
próteses humanas e animais que salvam vidas.
Uma das grandes vantagens da impressão 3D é
que se imprime peças complexas de uma vez só, com a quantidade exata de
matéria-prima, além da alta precisão no design. Outra vantagem da impressão 3D
é que os materiais podem ser coloridos na própria bandeja de impressão, o que
diminui o processo manual.
Ao longo do mês vamos mostrar
soluções que podem ser aplicadas, e que geram um bom retorno, mostrando que a
impressão 3D é uma aliada para o futuro e para as indústrias.
Já é possível criar próteses mais baratas com
a técnica de impressão 3D, ficando bem mais fácil construir e adaptar o modelo
á necessidade de cada paciente. Outra aplicação recente e inovadora da
impressão 3D é que uma jovem recebeu um implante de crânio através da
impressora. Esses procedimentos na medicina são feitos geralmente com
diferentes composições de plástico, o que faz com que ele seja repensado em ser
o vilão do mundo, e faz com que ele seja um aliado para as pessoas e favorece
essas indústrias.
A impressão 3D pode ajudar pessoas que
sofreram queimaduras ou doenças de pele, que não irão mais precisar retirar
tecidos de outras partes do corpo, pois já existem estudos para imprimir
células epiteliais.
A impressão 3D revolucionou as indústrias,
pois ela diminui tempo e custo de produção em larga escala, e o que se espera é
que nos próximos anos essa tecnologia revolucione definitivamente as indústrias
com os processos mais práticos, baratos e inteligentes.
Vamos trazer matérias que comprovam que o plástico
pode ajudar a salvar vidas através da impressão 3D, além de mostrar que a
impressão 3D vai mudar o mundo das indústrias, diminuindo o espaço que as
máquinas ocupam e imprimindo peças mais realistas.
Quer ficar por dentro de tudo o que
publicarmos durante o mês de agosto sobre impressão 3D? Deixe seu e-mail no
formulário abaixo e se inscreva para receber em primeira mão.
De 17 a 19 de setembro, congresso acontecerá
durante a Intermach, em Joinville
O congresso do Cintec Mecânica e Automação,
realizado de 17 a 19 de setembro, durante a Intermach em Joinville SC, vai
contar com debates e palestras, como a
transformação da indústria 4.0 irá trazer para os processos e rotinas dos
profissionais, outros assuntos também serão discutidos, como os desafios que as
organizações enfrentam na era digital. O evento irá contar com a abertura da
Coca-Cola que contará sua experiência na transformação digital dos processos
industriais.
Felipe Hoffmann, coordenador de transformação
digital de O Boticário vai apresentar o tema “Operações 4.0 e a mudança do
mindset”, detalhando a missão de realizar a governança dos projetos 4.0 e
apoiar a mudança do mindset, além de agilizar e desenvolver inovações com
tecnologias digitais solucionando problemas de negócio.
Com base em suas experiências em soluções
cognitivas e desenvolvimento de projetos, o fundador e CTO da NEXO, Luiz
Carvalho, irá falar sobre o tema “Pensando em soluções cognitivas”. Já Antonio
Mandalozzo, gerente de operações digitais na indústria para a América Latina da
Electrolux, irá falar sobre “Os desafios da jornada digital na indústria”.
O profissional responsável pelas soluções de
manufatura e operações na Dassault Systèmes para a América Latina, Luiz Roberto
G. Egreja, falará sobre “Renascimento Industrial e como ir além da Indústria
4.0 para ser competitivo no século 21”.
O gerente de engenharia da Marcopolo, Júlio César
Wustrow Igansi, fará um debate paralelo sobre “Tecnologia X Gestão de
Negócios”. Rogério Ribeiro Morrone, da Embraco, irá trazer o tema
“Rastreabilidade aplicada – um caso na indústria de compressores”.
Emanoel Christian Puhl dos Santos, da CNH
Industrial, vai apresentar o tema sobre “Inovação em processos industriais”,
baseado em sua experiência das áreas de logística, manufatura, produto e
segurança do trabalho.
O conhecimento técnico e financeiro do profissional
permitirá uma visão ampla com foco na inovação e geração de valor. Fabiana
Stumpf Tonin, engenheira de desenvolvimento de produto da Volvo do Brasil,
apresentará o tema “VM Autonomous sugar cane”, trazendo a sua experiência em
eletrônica automotiva e das pesquisas em energia solar e fotovoltaica para o
evento.
Carlos José Pavanello, gerente de Viltual Design da
Engenharia de Produtos, também trará novidades em produtos, com o tema
“Aplicação de ferramentas de otimização em CAE para o desenvolvimento de
produtos”.
“Manufatura digital” será o tema que Danilo
Oliveira Raimundo, gestor de unidade da Volkswagen Brasil, responsável pela
área de pré-desenvolvimento e fábrica digital, irá apresentar. O profissional vai
trazer para o evento a sua experiência de atuação na fábrica matriz da
Volkswagen na Alemanha, que é responsável pelo planejamento de linhas de
montagem final.
O evento será encerrado com uma palestra de
Carlos Eduardo Bristotti, diretor de planejamento técnico da BMW, que irá falar
sobre “Atualizações no sistema de produção da BMW para integração de novos
modelos”. O executivo vai ressaltar a integração de novos veículos,
equipamentos e estruturas na fábrica da BMW.
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Novo
minicontrolador configurável apresenta grande desempenho para automação
eficiente
A Pilz,
referência na fabricação de produtos para as áreas de segurança e automação
industrial, lança o minicontrolador configurável e seguro, com o objetivo de monitorar
inúmeras funções de segurança em máquinas e equipamentos, o PNOZmulti 2.
O PNOZmulti 2
é baseado em uma plataforma de hardware modular e segundo o diretor da Pilz
Brasil, Pedro Medina “esse minicontrolador oferece uma grande variedade de
módulos de expansão, que atendem praticamente a todas as exigências relevantes
para a segurança, como por exemplo, válvulas de segurança de prensa, cortinas
de luz, funções de monitoramento de movimento, entre outras”.
O novo
minicontrolador conta com módulos para o monitoramento seguro de prensas
mecânicas. O conceito modular permite uma adaptação exata à aplicação”, explica
Medina.
A Pilz é uma
empresa internacional de tecnologia de automação e em soluções de
segurança de máquina. Os produtos da empresa incluem tecnologia de
sensores, relés de monitoramento eletrônico, relés de segurança, sistemas de
controle configuráveis e programáveis, soluções de automação com controle de
movimento. As soluções da Pilz podem ser utilizadas em campos da engenharia,
nos segmentos de embalagem, automotivo, farmacêutico, prensas, entre outros
diversos.
“O módulo de
saída de semicondutor bipolar do PNOZmulti 2 pode ser utilizado para o comando
de válvulas de segurança de prensas e outros atuadores que precisam ser
controlados para a operação bipolar de forma simples e segura, tornando a
operação das prensas mecânicas mais produtiva. Dessa forma, tanto as prensas
novas como as antigas podem ser operadas de forma segura por um período longo
de tempo, fazendo apenas os retrofits necessários”, conclui Medina.
O
minicontrolador apresenta como diferencial das outras, vinte entradas integradas,
sendo que oito entradas/saídas de configuração livre, quatro saídas
semicondutoras seguras e quatro saídas de ciclo configuráveis.
O
minicontrolador também pode ser programado através de uma interface USB, e todo
o programa do usuário fica armazenado em um chip card.
Segundo
Vinicius Mariano, gerente de contas estratégicas, “a vantagem da PNOZ multi2 é
por conta da sua flexibilidade na configuração do hardware que através dos
módulos de expansão e redes, permite que o usuário tenha liberdade para ajustar
o sistema de controle de segurança a sua aplicação.” “A família de controle
PNOZ multi2 é ideal para implementação de sistema de segurança em máquinas
existentes, assim como para novos projetos, sendo aplicados em máquinas de
beixa complexidade até grandes sistemas.”
Os
controladores PNOZ multi2 trazem para a indústria 4.0, uma comunicação com
diversos dispositivos terceiros através de protocolos industriais utilizado no
mercado. Com o PNOZ multi2 é possível criar uma rede conectada utilizando os
controladores, resultando no diagnósticos em tempo real de dados.
Vinicius
Mariano, gerente de contas estratégicas comenta “como definido pelo Norma
regulamentadora nº 12, todas as máquinas devem ser seguras. Os
minicontroladores PNOZ multi2 permitem o monitoramento e controle das funções
de segurança da máquina, seja de pequeno ou grande porte. Com a possiblidade de expansão de diversas funções, o
usuário pode utilizá-lo em diferentes máquinas da indústrias plástica,
resultando em uma padrão que ajuda e contribue para a manutenção e a comunicação
entres os controles ou sistemas terceiros.”
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Acordo entre as empresas visa o cultivo automático de
microrganismos para desenvolvimento e pesquisa de químicos renováveis
A Braskem em prol do seu compromisso com o
desenvolvimento sustentável, anuncia a renovação da parceria com a Altar,
startup francesa especializada no desenvolvimento de linhagens de
microrganismos em sistemas automáticos de cultivos. A parceria que foi iniciada
há dois anos, visa fortalecer a estratégia da companhia em pesquisa e
desenvolvimento de químicos renováveis.
A tecnologia compartilhada pela Altar, vai auxiliar
na automatização do cultivo de linhagens de microrganismos, sem a interferência
humana, o que possibilita certas características importantes no cultivo que não
seriam possíveis através da técnica manual. Segundo o coordenador de Biotecnologia da
Braskem, Iuri Gouvea, “os microrganismos funcionam como biofábricas e têm
apresentado rotas mais sustentáveis para a indústria química e do plástico. A
parceria com a Altar complementa as propostas de biotecnologia e permite a
pesquisa e o desenvolvimento de soluções mais inovadoras para a cadeia.”
Para o CEO da Altar, Simon Trancart, o acordo
entre as duas empresas permite o avanço de ferramentas importantes para o
desenvolvimento da biotecnologia do mundo. “A Altar vem trabalhando com a
Braskem nos últimos dois anos como facilitadora dos seus projetos de engenharia
metabólica”, comenta Trancart.
Uma das estratégias da Braskem para o
desenvolvimento sustentável é construir um portfólio de produtos de
matérias-primas renováveis. A empresa já comercializa dois produtos de
matérias-primas renováveis, o polietileno verde e o EVA verde, ambos produzidos
a partir da cana de açúcar. A Braskem acredita no potencial de biopolímeros
como a ferramenta de captura de carbono, que contribuem para a redução na
emissão de gases causadores do efeito estufa.
A parceria entre as empresas tem o objetivo de
contribuir com a capacidade de engenharia metabólica da Brakem no Centro de
Pesquisa em Química Renovável em Campinas (SP), e também contribuir nos centros
de Pesquisa e Desenvolvimento em Triunfo (RS), Pittsburgh (EUA) e Boston (EUA).
Gouvea finaliza “a renovação da parceria possibilita trabalhar com os mais diversos conjuntos de projetos e contribui para reforçar nossa posição de protagonistas na química do futuro”.
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Solenidade
foi marcada pela presença de empresários importantes na sede da Abimaq
A Câmara Setorial de
Máquinas e Acessórios para Indústria do Plástico (CSMAIP) da Abimaq (Associação
Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) realizou, na noite de
ontem, na sede da associação a posse da nova diretoria da Câmara. O empresário
Amilton Mainard assume a presidência durante 2019 a 2021.
O maior desafio do setor é
sobre a liberação de crédito. Segundo Mainard, há um grande esforço em cima da
aprovação da Lei de Financiamentos e Créditos, por parte da Câmara e de toda a
Abimaq, já que o intuito é “unir as instituições financeiras e os empresários
para chegar em um acordo que seja benéfico para a categoria, visto que há o
interesse de compra e venda, e é isso também o que move a economia”.
O empresário está focado
em trabalhar, em movimentar a economia e as relações da porta pra fora. Muitas
empresas sobrevivem com vendas mês a mês, sem a certeza do que vai acontecer
amanhã. “Por via de regra, o segundo semestre é melhor do que o primeiro. Nosso
setor fechou o primeiro semestre com números positivos. Esperamos que o setor
consiga fechar o ano com respiro e forças para 2020”, completou Mainard.
Para o presidente da
CSMAIP, das 90 empresas participantes, cerca de 80% exportam algum tipo de
produto. “Há uma necessidade de vender para fora, e essa é uma realidade de
alguns anos, que hoje já está consolidada”.
Como primeiras ações da
Câmara, Mainard garante que há trabalho pela frente. “Já são 8 anos como
vice-presidente, então fica mais fácil de trazer algumas soluções que podem
melhorar de alguma forma o trabalho. Queremos trazer mais feiras e eventos
segmentados, porque há espaço para elas, se forem feitas no momento certo, e
outras ações que precisam ser estudadas”, contou.
A reunião contou com a
presença de importantes empresários do setor, que vieram prestigiar o novo
presidente. “Para nós do portal é importante que uma Câmara Setorial ativa como
a CSMAIP seja presidida por empresários experientes e conhecedores do mercado
de máquinas”, contou o diretor comercial do Portal Plástico Virtual, Rodrigo
Oliveira.
Além do presidente,
assumem como vice-presidentes os empresários: Gino Paulucci Jr., da
Polimáquinas, Paulo Lakatos, da Eletro-forming, Wilson Carnevalli Filho, da
Carnevalli, Rogerio Bosco, da Romi, Newton Zanetti, da Pavan Zanetti, Ricardo
Prado, da Piovan do Brasil.
Além deles, são vice-presidentes, Marc Antoine M. Boadas, da Comexi do Brasil, Andre Luis Lavignati, da Tria do Brasil, Rui Katsuno, da MTF Termoformadoras, Leonardo Padeiro, da Refriac, Luiz Fernando Sverzut, da Hece Máquinas, Marcel Melo de Brito, Vizzuri, Paolo de Fillips, da Wortex e Ulisses Cesar Fonseca da Multi Pack Plas.
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O uso do plástico na
agricultura, a chamada plasticultura, atende à crescente demanda para produzir
mais, usando menos recursos. Atualmente, esse método tem o objetivo de aumentar
a produtividade dos cultivos, reduzir drasticamente o consumo de água e gerar
um uso mais racional dos insumos agrícolas. Além disso, a plasticultura pode
contribuir para a sustentabilidade do processo, uma vez que os plásticos usados
na agricultura, especialmente filmes de efeito estufa, podem ser reciclados.
Segundo dados do CIDAPA,
Congresso Iberoamericano de Plasticultura, o Brasil é o terceiro país com a
maior área de cultivos protegidos no mundo entre os que divulgam os dados nesse
segmento (incluindo estufas, túneis e mini túneis), com 30 mil hectares, atrás
apenas da Espanha, com 69.705 hectares, e México com 40.862. Na região, a
Colômbia ocupa a quarta colocação e a Argentina o quinto lugar.
As estufas oferecem um
ambiente ideal para as plantas, protegem as hortaliças dos efeitos da geada, do
vento e da chuva, garantindo alta qualidade, além de contribuir para a rapidez
do amadurecimento de plantas e frutas, uma vez que permite várias colheitas no
ano. Outro exemplo de plasticultura é a armazenagem de grãos. No Brasil,
estima-se que cerca de 10% a 15% da produção de grãos nacional são coletadas
anualmente usando esse sistema de baixo custo, fácil implementação e alta
eficiência, que se consolidou como uma alternativa para armazenamento da produção
crescente brasileira.
A plasticultura pode
contribuir para o desenvolvimento da cultura protegida e para o uso mais
extensivo de filmes de longa duração. Além disso, aumenta o potencial de
crescimento do armazenamento de grãos em silo bolsas. Atualmente, o agronegócio
tende a adotar filmes plásticos de maior durabilidade, reduzindo o consumo
total do material. O desafio é oferecer tecnologias que ajudem os produtores a
obter colheitas maiores com menor consumo de recursos.
Com a ajuda de uma ampla gama
de aditivos plásticos para a indústria, é possível melhorar a qualidade técnica
dos materiais com antioxidantes, estabilizadores de luz e calor absorvedores de
UV, dentre outras possibilidades. No caso da BASF, a empresa é a criadora da
tecnologia NOR-HALS, que também apresenta alta performance na presença de
defensivos químicos, permitindo que os polímeros usados em todos os tipos de
cultivos durem mais tempo. Como consequência do desenvolvimento urbano e,
devido ao crescimento da erosão e mudança climática, a superfície do terreno de
cultivo tem sido reduzida. Atualmente, o principal desafio desse mercado
consiste em intensificar a atividade agrícola e, com a ajuda do cultivo
protegido, aumentar a produção por hectare.
Daniella Torres é Especialista Técnica para América Latina da BASF
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Com objetivo de apresentar novas tecnologias, a FIT com alguns
parceiros realizará evento sobre Moldes e Matrizes para a Indústria 4.0
A FIT irá realizar um evento em 25 de julho, na unidade da SECO Tools, em
Sorocaba- SP, junto com a parceria da SECO Tools, A2C Consulting,
Hermle-Tecnohow, Villares Metals, Blum Novotest, Renishaw e Blaser, e o evento
é focado em moldes e matrizes para a Indústria 4.0, com o intuito de apresentar
novas tecnologias para o processo fabril.
O principal objetivo desse evento é poder demonstrar as novas estratégias
e tecnologias para o segmento da ferramentaria, e a FIT visa realizar o evento com
o intuito de contribuir com vantagens para o mercado nacional de ferramentaria.
O público-alvo deste evento serão os diretores, gerentes e coordenadores
de ferramentaria. O evento será totalmente gratuito, porém com quantidade de vagas
limitadas e não será aberto ao público, apenas empresas convidadas poderão
participar de tal.
O evento procura ser de importância para o mercado, pois deve trazer
relevância para o mercado, e visa também trazer assuntos que otimizam as
atividades diárias e impactam na permanência dessas empresas no mercado.
No evento serão discutidos assuntos de como se aproximar da Indústria
4.0, tais como: como é possível realizar hoje na prática, além de algumas
ideias de execução, e a otimização na metodologia utilizada pela maioria das ferramentarias.
O evento
também irá falar de usinagem de uma cavidade-macho, que abordará as principais
tecnologias de ferramenta de corte, fixação, estratégia e medição.
Através desse evento, a FIT irá apresentar metodologias e processos para
padronização, automação e erros humanos, visando a implementação da indústria
4.0 no dia a dia das empresas participantes.
A agenda do evento será dessa maneira:
Novos materiais que reduzem processos de fabricação
Manufatura sem papel
Usinagem Dinâmica (VoluMill)
Ultra acabamento sem necessidade de polimento posterior
Rosqueamento, Mandrilamento e Furação Profunda em material
endurecido
Medição em Processo na máquina CNC
Converter rapidamente usinagem de 3 em 5 eixos
Reconhecimento automático de furos, roscas, rebaixos e alojamentos
em 3 a 5 Eixos
A FIT está há 10 anos no mercado, e é especializada no fornecimento de
softwares com tecnologia CAD, CAM, CAE e DNC de alta qualidade e eficiência. A
FIT também oferece soluções completas para os mais modernos processos de projetos,
engenharia de processos, transmissão de dados e manufatura.
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Acordo
prevê que os 28 países membros sejam isentos dos impostos por um período de 10
anos
O acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia possui como
objetivo, que as exportações do bloco sul-americano (Brasil, Argentina, Uruguai
e Paraguai), para os 28 países membros do bloco europeu sejam isentas de
impostos. E para a União Europeia, o acordo vai passar a ter as tarifas
retiradas dos produtos que exporta para o Mercosul no mesmo período.
O Brasil com esse acordo poderá ter, depois de atendidos os
requisitos, um acordo comercial de nova geração com um parceiro importante para
a economia.
A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos –, comentou e reconheceu a importância da finalização do Acordo de
Livre Comércio (ALC) com a União Europeia para as economias do Mercosul.
“Ainda não há clareza sobre o posicionamento final em questões
de grande relevância para a indústria de máquinas e equipamentos, também como os
cronogramas, as regras de origem, as compras públicas e a defesa comercial. E
como em toda grande negociação, é preciso observar os detalhes, e aguardar a
divulgação dos textos finais do acordo para avaliar o impacto no setor,” diz a
Associação.
O mercado europeu possui um grande potencial para o crescimento
das exportações brasileiras de bens agrícolas, sobretudo pela competitividade
agrícola do nosso país.
Para o lado industrial, existe a possibilidade de alguns ganhos
que já são reconhecidos, mas que dependem da concretização de algumas reformas
para darem certo, como a Reforma da Previdência, para que o país tenha
sustentabilidade em suas contas públicas, e da Reforma Tributária, para
corrigir o sistema ao investimento produtivo.
A ABIMAQ ainda destacou a importância da promoção de uma agenda
de competitividade para que os bens industriais possam se beneficiar das
oportunidades do Tratado Comercial, e de outros que já existem, além dos que
vão ser firmados pelo Mercosul, e o que irá contribuir para a pauta de
exportação do Bloco.
A ABIMAQ sempre na busca de uma maior competitividade para a Indústria brasileira de máquinas e equipamentos, contribuí com os Poderes Executivo e Legislativo na publicação de estudos que tratam do “Custo Brasil” e da agenda de competitividade. Com a maior inserção do Brasil no comércio internacional, a ABIMAQ visa estar cada vez mais preparada e presente na promoção de debates e de objetivos orientados á competitividade da indústria, além da melhoria do ambiente de negócios.
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A ABIMAQ com objetivo de transformar o negócio de
empresas, irá oferecer seminário para associados e não associados
A Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos, ABIMAQ, no dia 15 de agosto na sede da
ABIMAQ-SP das 13:30h às 18:00h, oferece um seminário sobre a transformação do
marketing digital na indústria.
O objetivo principal do evento
é transformar o negócio das empresas, ensinar a traçar metas e objetivos para
crescer e se tornar referência em marketing digital no seu segmento.
O seminário contará com um dia
de palestras e debates com quem entende do assunto. O evento será
disponibilizado para associados, sem custo, e para não associados, com o custo
de R$149,00.
O seminário conta com uma
programação, com início às 13:30h para credenciamento, as 14:00h abertura, e a
partir das 14:10h iniciam-se as palestras, primeiro sobre transformação digital
e cliente 4.0, em sequência as 14:40h uma série de debates sobre redes sociais,
as 15:40h fala sobre como gerar negócios com buscas do Google, as 16:10h outra
palestra de como criar uma máquina de captar clientes, e a última palestra fica
para o horário das 16:50h, sobre inovação e criatividade em vendas.
Alguns palestrantes já estão
confirmados como: Cristiano Santos, consultor de mídias sociais e marketing
digital, Rafael Moreira Lima, Sales Account Executive na LinkedIn, Jason Baroni
especialista em Facebook e Instagram, Lucas Torres, especialista em Youtube,
Rafael Rez, fundador da consultoria Web estratégica, Gabriel Folis, gerente de
sucesso do cliente para contas estratégicas na RD Station e Rogério Silva,
consultor da DNA de vendas.
A ABIMAQ em seu seminário
seleciona os melhores especialistas para ensinar as empresas como se destacarem
dos concorrentes através do marketing digital.
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