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Fique por dentro das novidades que acontecem pelo mundo do plástico

Reciclagem e sustentabilidade é tema abordado em Escolas Municipais da DRE Pirituba – Jaraguá

A Plastividade em parceria com a Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de São Paulo realizou no último dia 21 o Projeto educação Ambiental e Reciclagem dos Plásticos nos Centros de Educação Unificada.

A ação promoveu atividades mostrando a sustentabilidade dos plásticos com o encontro “Papo Reto”. O evento aconteceu no Centro de Educação Unificada (CEU) Perus, para tratar de temas como comunicação, Direitos Humanos, propostas e perspectivas da DRE. Os mais de 600 alunos tiveram a oportunidade de vivenciar experiências de reutilização de plásticos, verificar o resultado da reciclagem desses produtos e conhecer mais sobre as vantagens e benefícios que as ações responsáveis trazem às pessoas, à economia e ao meio ambiente.

Como estimular as crianças a separar resíduos sólidos

Dia 22 de novembro é o dia do reciclador, e com isso a Estação Plástico Transforma convidou crianças a participar e conhecer o trabalho de cooperativas de recicladores. A Estação Plástico Transforma acontece no dia 22 de novembro, inserida no parque temático KidZania, localizado em São Paulo, com o principal objetivo de proporcionar experiência lúdica em torno do processo de reciclar.

Economia Circular em debate

A Unilever Brasil, participa do “Seminário Gestão de Resíduos Sólidos”, uma realização da Fundação Vanzolini, POLI-USP e CREA-SP, no dia 26 de novembro, das 8h00 às 16h30, na Universidade de São Paulo (USP). Na ocasião, especialistas, professores e representantes do setor público e privado debaterão a problemática dos resíduos sólidos e apontarão possíveis soluções.

O desenvolvimento de uma economia circular é prioritário para a companhia, que está comprometida a, até 2025, ter 100% de suas embalagens de plástico reutilizáveis, recicláveis.

Plástico do oceano é usado para fazer discos de vinil

A cervejaria Sharps, está junto aos empreiteiros marítimos Keynvor e ao fabricante de vinil Tangible Formats em um novo projeto, onde produziram um disco de vinil de 10 polegadas a partir do lixo plástico retirado do mar. O produto das vendas físicas, foram direcionados à Surfers Against Sewage, uma organização dedicada a ajudar a limpar mares e praias no Reino Unido e, ao mesmo tempo, conscientizar a todos sobre o impacto da poluição e suas principais causas.

Estudantes criam projeto para combater o plástico

Os jovens de Mossoró, no Rio Grande do Norte, criaram um projeto sustentável para combater os plásticos no oceano, que geram um enorme impacto no meio ambiente. Para isto, criaram um canudo à base de mandioca, inspirados por Yuval Harari. Os jovens de Mossoró são finalistas da Olimpíada Nacional do Futuro, com este projeto que visa a sustentabilidade.

Plástico reciclado já é tendências para os carros do futuro

O produto desenvolvido pelo mercado europeu, está sendo testado no Jaguar Land Rover e promete praticidade no design, além de redução de poluentes e eficiência energética. Os materiais atendem aos mais elevados requisitos termomecânicos e de resistência química, possuindo facilidade de moldagem.

O desenvolvimento de plástico para o uso em veículos beneficia a indústria, desde o custo das peças, até a entrega de automóveis mais sofisticados, além de economia de combustível e redução de emissões de gases.

Tecnologia utiliza bolhas para combater plástico na água

Segundo os criadores, a barreira não impede a circulação de peixes nem de embarcações. Um tubo disposto no fundo de um canal bombeia ar, formando constantes bolhas e gerando uma corrente que empurra os plásticos para a superfície e para as margens, onde os plásticos podem ser recolhidos com mais facilidades.

A instalação desse sistema em um canal seria uma forma de impedir o fluxo de lixo na direção do oceano. Inaugurada no segundo semestre de 2019, a primeira barreira de bolhas ficará ativa 24 horas por dia durante três anos e vai substituir os tradicionais processos de dragagem utilizados para limpar os principais canais de Amsterdam.

Corantes líquidos apresentam vantagens técnicas para coloração de produtos com mais eficiência e rapidez

Os pigmentos para plásticos podem ser sintéticos, orgânicos e inorgânicos e apresentam cores primárias, podendo ser misturados para atingir as tonalidades corretas ou serem tratados para minimizar possíveis malefícios a saúde.

Hoje, os corantes líquidos são requeridos em boa parte na coloração direta de produtos plásticos. E por estarem em estado líquido, a sua solubilização com o meio a ser colorido, se torna mais rápido e eficiente, em comparação com os corantes em pó.

Os pigmentos e corantes são substâncias que conferem cor a algum material, a diferença está que os corantes são solúveis e os pigmentos são insolúveis. O corante promove o tingimento, sem proporcionar cobertura. Desta forma, o corante mantém a transparência do objeto tingido, diferente do pigmento que oferece cor e tira a transparência.

Os corantes em pó e os corantes líquidos, apenas se diferem no estado físico da matéria, pois possuem a mesma finalidade. Os corantes em pó precisam de agitação para a sua dissolução por completo, e os corantes líquidos podem ser mais vantajosos se o processo de coloração for contínuo, ou seja, por dosagem através de bombas dosadoras.

Segundo Alexandre Almeida, Engenheiro Químico responsável da ExataCor, “para 2020 a projeção para o setor químico é de grande crescimento no cenário econômico, gerando emprego e renda, e as empresas estão modernizando para trabalhar de forma contínua com corantes líquidos, havendo um aumento na procura pela facilidade que os corantes líquidos oferecem. Ao se utilizar corantes líquidos, o corante fica bem distribuído.”

Os corantes líquidos possuem maior aproveitamento, reduzindo melhor os problemas de dispersão, possibilitando maior homogeneização, além de possuírem melhor estabilidade térmica e maior versatilidade nas formulações.

Antes, para colorir os plásticos, o corante em pó era incorporado diretamente no material, com o uso dos corantes líquidos a forma de aplicação foi otimizada, e a coloração é alcançada da melhor forma. Os corantes líquidos para plástico são utilizados nos mais variados tipos de produtos.

Os pigmentos orgânicos e inorgânicos são indicados para o segmento de plásticos, corantes com alta capacidade de solubilidade em plásticos transparentes, principalmente poliestireno e seus derivados, tais como: SAN, ABS, PMMA, PET, PBT, PA e PC.

A aplicação dos corantes líquidos pode ocorrer de forma que o fabricante de aditivos prepara os corantes para uso direto, e entrega diretamente ao transformador. Podendo também ser desenvolvido pelo transformador final, para processos específicos, utilizando-se cores básicas. O concentrado em formato liquido é um pigmento pré-disperso que é melhor utilizado em cores translúcidas.

A tonalidade de cada material e a condição depende do corante líquido utilizado, buscando proporcionar maior atratividade aos plásticos. No processo de pigmentação é preciso considerar quais as tonalidades que serão utilizadas para se atingir a cor ideal para o produto, por isso a fabricação de corantes líquidos acaba tendo melhor desempenho do que os corantes em pó.

Os corantes líquidos possuem por finalidade a coloração de resina poliéster, e possuem como vantagens aditivos estabilizantes de raios ultravioleta, possibilitando maior solidez á luz.

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ABIHPEC doa equipamentos para reciclagem plástica para incentivar cooperativas de recicladores ajudando a sustentabilidade

A ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), possui como finalidade congregar as indústrias nacionais do setor, promovendo e defendendo os seus interesses, para o desenvolvimento econômico. Hoje a associação possui um projeto que doa equipamentos para reciclagem plástica.

Por meio do projeto “Dê a Mão para o Futuro”, a ABIHPEC doa equipamentos para cooperativas de recicladores. Segundo Rose Hernandes, diretora de Meio Ambiente da ABIHPEC, responsável pela coordenação do Dê a Mão para o Futuro, “até o final de 2019 prevemos beneficiar diretamente, aproximadamente 5 mil catadores e catadoras e suas famílias através do programa, que estão divididas em 164 cooperativas apoiadas, localizadas em 109 municípios de 21 estados brasileiros”.

Por meio do projeto que doa equipamentos para a coleta seletiva Dois Irmãos, a cooperativa consegue um melhor preço na comercialização do produto que se torna matéria-prima para fábricas de produtos plásticos, como embalagens, e hoje 38 pessoas trabalham na Cooperativa.

As cooperativas apoiadas pelo “Dê a Mão para o Futuro” recebem investimentos em máquinas, equipamentos, adequação de infraestrutura e capacitações sobre administração de negócios. Os investimentos propiciam que as cooperativas atuem em redes de comercialização, de modo a atingir escala, e comercializarem os seus resíduos diretamente á indústria recicladora, além de os equipamentos permitirem o aumento da produção para os catadores e reduzirem o consumo com a energia elétrica.

As empresas produtoras de bens de consumo possuem a responsabilidade da destinação correta das embalagens. E o reconhecimento das cooperativas como aliadas, reiteram a relevância das práticas de sustentabilidade para o meio ambiente. “A indústria HPPC (higiene pessoal, perfumaria e cosméticos), economiza com gastos de matéria-prima e desenvolve o potencial do setor de inovação, tendo processos cada vez mais tecnológicos na busca pelo melhor aproveitamento dos insumos”, afirma Rose.

Segundo a Rose , o programa “Dê a Mão para o Futuro”, se encaixa na legislação de logística reversa de embalagens, atendendo à lei federal nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), o decreto regulamentar nº 7.404/2010 e o acordo setorial para implementação do sistema de logística reversa de embalagens, em geral firmado com o Ministério do Meio Ambiente. As expectativas para 2020 da ABIHPEC estão em ampliar o número de cooperativas pelo projeto “Dê a Mão para o Futuro”, reforçando o seu compromisso com as práticas sustentáveis.

Rose destaca que “as cooperativas apoiadas pelo programa “Dê a Mão para o Futuro”, oferecem aos recicladores e as indústrias transformadoras, matérias-primas devidamente coletadas e processadas, proporcionando maior quantidade dos resíduos. E para todos os materiais, inclusive os plásticos, incentivamos a população para realizar o descarte correto, por meio de divulgação dos sistemas de coleta seletiva, muitas vezes realizados em partes ou totalmente pelas cooperativas”.

Ainda buscando estar à frente de iniciativas que promovem o desenvolvimento sustentável, a ABIHPEC faz parte da Rede de Cooperação para o Plástico. Um fórum que reúne todos os elos da cadeia produtiva do plástico em torno da discussão e do desenvolvimento da economia circular no processo produtivo do setor.

Hoje, o desafio para o setor é descobrir novas formas para continuar diminuindo o impacto ambiental que as embalagens podem produzir. “O conceito de embalagem “verde”, feita com materiais renováveis ou reciclados, já está muito bem absorvido pelos parques industriais de HPPC”, afirma.

Para Rose, hoje, a reciclagem incentiva a indústria do plástico através do estimulo para inovação, com a implementação de novas técnicas, mostrando alternativas de se mostrar menos nocivo o meio ambiente e aumentando o lucro da empresa, visto que passa a ter mais valor agregado e reforça o conceito da economia circular para as indústrias.

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Fechando o calendário oficial do sindicato, o 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade é apresentado em evento

O evento que aconteceu no último dia 11, encerrou o calendário oficial de atividades do Simplás em 2019, com a apresentação de um novo reconhecimento setorial. O 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade foi lançado no Restaurante Sica, da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul – RS.

A iniciativa da Conceitual Brasil, trata-se de um reconhecimento no mercado, pode ser direcionada à valorização do transformador. “Em 2020 completaremos 20 anos de Plástico Sul e consideramos o momento ideal para iniciar a premiação. Assim, convidamos uma consultoria de peso, a Maxiquim e pedimos o apoio de entidades de representatividade na região. O intuito é engajar todo o mercado do Sul do país nesta ação. O evento de entrega dos troféus será durante a Interplast 2020 que também completará 20 anos na ocasião, em Joinville (SC)”, conta a editora Melina Gonçalves.

Segundo Melina, “o Sul é o segundo maior mercado de transformação de plástico do país, com mais de 1,3 mil empresas instaladas, conforme dados da Abiplast. Queremos, agora, encontrar parceiros para valorizar o potencial inovador e sustentável das empresas desta importante região do Brasil.

Os objetivos da iniciativa foram valorizar as ações inovadoras e sustentáveis das empresas fabricantes de plásticos da região sul do país, reforçar as marcas que apostam nos três estados propulsores de desenvolvimento do setor e oferecer ao mercado uma premiação técnica diferente das existentes.

Melina ainda conta “a premiação cria uma sinergia entre todos os elos da cadeia de transformação de plásticos e destaca realizações dos fabricantes de material plástico de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O reconhecimento parte tanto da opinião público envolvida com o setor quanto dos fornecedores que são convidados a patrocinar o Prêmio”.

Os vencedores foram selecionados através da comissão composta por representantes de sindicatos dos três estados do Sul do país, do patrocinador principal, da consultoria Maxiquim e da Revista Plástico Sul. Haverá premiados por Produção Limpa, Iniciativa de Logística Reversa, Compromisso Social e Produto com Conteúdo Reciclado. Em Inovação, estarão em disputa Nova Aplicação / Novo Produto por processo de transformação, Embalagens Inteligentes e Indústria 4.0.

O tema da reunião-jantar foi o impacto da saúde mental nos negócios, com palestra da psicóloga da gerencia de Promoção da Saúde do Sesi-RS, Maíra Pellin Feldmann. Segundo a psicóloga, “o estresse é uma problemática forte e contemporânea na sociedade como um todo. No ambiente de trabalho, pode afetar, em diferentes níveis, trabalhadores e lideranças. No caso dos gestores, a incidência é bilateral, pois precisam lidar com a enorme responsabilidade de olhar para a saúde mental de suas equipes e ainda considerar o autocuidado. Adoecimento por saúde mental é muito caro para a indústria. Costuma ser longo. E o tratamento responsivo não é rápido. Há até relação indireta com aumento de acidentes, pois o estresse afeta atenção e concentração”.

O presidente Gelson de Oliveira esboçou os rumos da gestão iniciada em agosto e que vai até 2022, e da manifestação dos vice-presidentes Eugênio Misturini e Orlando Marin, em defesa da livre iniciativa e do associativismo, os mais de 200 empresários puderem conhecer estratégias para lidar com a saúde mental no trabalho, e o estresse.

O Simplás desenvolveu uma serie de soluções específicas, a partir da constatação do impacto das questões de saúde mental na indústria. A falta de medidas preventivas pode refletir diretamente nos cofres da empresa. Problemas de saúde mental resultam em aumento dos gastos com seguro de acidentes e adoecimento laboral, já por outro lado, investir em ações e programas de prevenção nessa temática, costuma exigir pouco investimento financeiro.

Dados apresentados ao público do Simplás revelaram que 670 mil brasileiros receberam auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez entre 2012 e 2016, e que 38% de todas as licenças emitidas em 2018 foram motivadas por transtornos mentais ou comportamentais.

Segundo Maíra, “já se projeta que a depressão será a principal causa de afastamento das empresas, em poucos anos. Todos estes problemas podem afetar a competitividade e a produtividade da empresa.”

O presidente Gelson de Oliveira finalizou com discurso que fala sobre “a nova diretoria tem um novo cenário diante de si, muito diferente dos anteriores. Com a atualização das leis trabalhistas, os recursos foram reduzidos. Assim, teremos pela frente uma gestão bem mais enxuta, voltada aos associados, reduzindo despesas, buscando oportunidades de aprimoramento e geração de negócios e oferecendo capacitação. Com foco em tecnologia e inovação. Também atuaremos cada vez mais forte na defesa da imagem do plástico, com ênfase na educação ambiental. Queremos promover a informação para reciclagem e consumo consciente”.

Artigo por Sandra Maura, CEO da TOPMIND fala sobre a indústria 4.0 e o desenvolvimento no Brasil

Em poucos minutos, os robôs da linha de produção de uma empresa na China iniciarão a produção de um novo projeto, que acaba de ser enviado pela equipe de desenvolvimento da companhia no Brasil. Enquanto isso, profissionais dessa mesma organização, na Europa, estudam como aplicar novos recursos naturais para tornar a operação global mais sustentável e eficiente. Parece inovador? Então, saiba que processos como esse já estão acontecendo em todo o planeta, com a ascensão da Indústria 4.0.

Também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, a Indústria 4.0 propõe a integração efetiva das estruturas físicas, virtuais e biológicas, construindo uma rede de inovação e produção cada vez mais rápida e inteligente. Em síntese, estamos vivendo uma transformação completa do planejamento e da execução das operações corporativas, incluindo novos paradigmas de organização de equipes, desenvolvimento de produtos e análise de mercado.

Para que tudo isso funcione, no entanto, a tecnologia é indispensável. O sucesso das Fábricas 4.0 está diretamente ligado à adoção e expansão de conceitos como Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), Big Data, impressão 3D e Robótica, além da utilização de ferramentas já mais amadurecidas no mercado, como Computação em Nuvem e Internet Móvel.

À medida que essas novas ferramentas inteligentes avançam, mais as companhias precisam se remodelar por completo. Para acompanhar as mudanças, as organizações são levadas a ajustar não apenas suas infraestruturas de TI, mas também os processos estratégicos e operacionais.

Essa demanda tem exigido que as empresas busquem informações e se abram à inovação, ampliando os investimentos em inteligência técnica e desenvolvimento estrutural. Apenas como exemplo, hoje, de acordo com a Confederação Nacional das Indústrias, aplicar as ideias da Indústria 4.0 é a principal prioridade de quase metade das companhias de manufatura do País – e esse cenário, de fato, se expande por todo o mundo.

Nesse contexto, podemos destacar o investimento em soluções de automação. Sem dúvida, a grande diretriz da Indústria 4.0 é a adoção de processos mais rápidos e integrados, o que está altamente relacionado às ações de automação industrial e análise de dados. Com isso, temas como Machine Learning (Aprendizado de Máquina), Gêmeos Digitais e Simulação Realística são pontos que deverão ganhar ainda mais atenção das companhias, sobretudo à medida que as fábricas comecem a adotar efetivamente as tecnologias de Internet das Coisas e Inteligência Artificial.

Por outro lado, é fato que essa transformação profunda tem seus desafios. Pesquisas indicam que a maior parte das maiores companhias do mundo ainda está preocupada em como migrar suas formas de trabalho e aplicar as novas tecnologias dentro de suas operações. Esse é um dos motivos que explicam por que menos de 2% das empresas brasileiras já estão realmente inseridas no contexto 4.0, segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

O ponto em questão é que investir em novas ferramentas é apenas uma das peças do quebra-cabeças apresentado por essa nova era. Além de tecnologias inovadoras, é essencial que as Fábricas Inteligentes também implementem transformações em relação à força de trabalho, aprimoramento constante dos serviços e visão estratégica para o futuro. Isso significa, por sua vez, que as companhias devem buscar parcerias e alianças preparadas para este novo momento, simplificando as alterações e ajustes necessários para a geração real de valor em suas linhas de produção.

Os ganhos projetados para as organizações que avançarem na jornada da tecnologia inteligente são enormes. Estima-se que em 10 anos, as companhias 4.0 consigam economizar, juntas, mais de US$ 70 bilhões em custos industriais relativos à produção, gestão de insumos, armazenamento e entrega. Além disso, as inovações permitirão reduzir o tempo gasto nos processos, o que pode render vantagens competitivas direcionadas ao atendimento dos clientes.

A Indústria 4.0 é um modelo de negócios orientado aos dados, focado em resultados e capaz de otimizar custos e prazos de forma única. Existem, hoje, diversos caminhos para iniciar ou acelerar essa transformação de forma prática. A dúvida é quais empresas serão capazes de encontrar as soluções adequadas e os parceiros preparados para realizar essas transformações digitais e estratégicas com a rapidez que o mundo inteligente exige. Não há tempo a perder.

Associação participa de debates referente a reforma tributária reforçando a importância para o país

Considerada importante para a recuperação da economia, a reforma tributária está prestes a se tornar realidade, e possui o apoio dos empresários da ADIRPLAST (Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins). “O Brasil tem um sistema de arrecadação de impostos complexo e ineficiente, que aumenta os custos, gera insegurança e prejudica o cres cimento da economia. Por isso, estamos, desde a nossa fundação, como entidade, participando de debates e contribuindo para que a mudança finalmente ocorra em nosso país”, explicou Laercio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST.

Segundo Laercio, é urgente e indispensável que o país faça uma atualização de seu sistema tributário. “A ADIRPLAST defende a simplificação do sistema tributário nacional. Não queremos prejudicar quem paga menos e conseguir benefícios em alguns estados, mas o sistema não pode continuar complexo e desigual como está hoje, visto que provoca deformidades na cadeia e estimula a concorrência não leal entre as empresas”, diz.

Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilmes, empresa associada à ADIRPLAST, ainda reforça, "a reforma tributária não é só sobre o meu negócio, mas sobre oferecer uma melhora do ambiente de negócios para todo país”.

Erasmo ainda comenta “o Brasil é um dos únicos países (se não o único) a criar diferenças tributárias entre estados (ICMS). Criam-se assim vantagens em um estado em detrimento do outro, formando-se assim 'aberrações' comerciais. Estas distorções criam ilhas de concorrência desleal em que o que conta é a vantagem tributária no lugar da maior eficiência, isto é um desestímulo ao ambiente de negócios e ao próprio crescimento econômico”.

Hoje, o capital destinado à gestão tributária também é um entrave para as empresas. "O emaranhado existente hoje é um desafio a qualquer empresário no Brasil. Além de gerir todo o seu processo fabril e desenvolvimentos comerciais, ele deve estar atento às mudanças frequentes da legislação dos impostos. Por incrível que pareça, só a mudança do estado, ou da classificação fiscal pode tornar uma venda em prejuízo", explica Erasmo.

Marcelo Berghahn, da Apta Resinas, também associada à entidade conta “as diferenças interestaduais de impostos abrem espaço para sonegação e traz uma maior complexidade para todas as empresas, que precisam lidar com tamanha burocracia".

Hoje existem três projetos em andamento sobre a Reforma da Previdência, um do Governo, um da Câmara e outro do Senado. Os projetos propõem simplificar a cobrança de tributos com a unificação de vários impostos. A carga tributária, porém, seria mantida.

O objetivo é mudar a forma de cobrança, que passaria a ser no consumo e não na produção, além da redistribuição dos recursos arrecadados. "Para nós empresários é importante este debate, mas é essencial que a reforma tributária seja feita o quanto antes. Apenas com um novo e mais eficiente sistema teremos um ambiente mais favorável ao crescimento das empresas no Brasil", finaliza Laercio.

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O funil secador é um equipamento montado diretamente sobre o canhão da máquina, no lugar do funil original. Ele substitui a estufa de bandeja e exige de o operador abastecer a mesma com a resina fria, depois de retirar esse material quente e transportar e abastecer o funil original.

O funil secador evita todo o trabalho arriscado do trabalho, pois ele se auto abastece da resina, succionando a resina a vácuo, secando a abastecendo o canhão conforme a demanda. Ele deve ser dimensionado pela capacidade de plastificação em kg/h da máquina, para isso considera o tempo de permanência da resina, densidade aparente g/cm³ ou Kg/litro.

A fórmula para dimensionar o funil secador é a capacidade kg/h = litragem X densidade aparente da resina divido por nº de secagem.

O modo de funcionamento do funil secador consiste em secar a matéria-prima por um tempo inicial na temperatura correspondente a resina após o período.

Aplicações

O funil secador é fundamental para ser utilizado na injetora, extrusora ou sopradora. Ele pode possuir dois displays que mostram simultaneamente os valores da temperatura desejada e da temperatura real. O funil secador é fabricado com silo em aço inox, isolado termicamente e revestido com chapas de alumínio, inox ou aço carbono, com pintura eletrostática a pó.

Componentes

Para o processo do funil secador, as peças plásticas são produzidas injetando-se em um molde, sob alta pressão, e a matéria-prima plástica derretida. O plástico preenche e assume a forma das cavidades do molde e se solidifica ao resfriar.

Proposta possui como objetivo amenizar o impacto do descarte incorreto na natureza, transformando plástico em novas peças

Apenas 1,26% das 11 milhões de toneladas de plástico fabricado no Brasil é reciclado. O descarte incorreto de plástico é um problema mundial. Do restante, 80% param nos oceanos, segundo dados da WWF. Cinco mulheres que vivem no litoral paranaense estão adaptando o projeto do holandês Dave Hakkes para desenvolver uma estação de reciclagem de plástico que processará os resíduos plástico.

Segundo Ellen Joana Cunha, idealizadora do negócios socioambiental Marixo, “a ideia é ter um espaço onde as empresas e pessoas possam trazer o plástico, em seguida, auxiliaremos na separação por tipo de material, trituração e transformação em outros produtos, como capinhas de celular, chaveiros, balde, trazendo uma solução para o aporte de lixo plástico.”

Próxima de finalizar seu segundo mestrado, Ellen estuda assuntos relacionados às ciências ambientais, tecnologia e sociedade. Ela identificou nos oceanos uma forma de conservar a natureza e gerar renda. “Como nós estamos em uma cidade litorânea, ter ações como essa são de suma importância para a redução do aporte de lixo no mar. Estudos científicos comprovam que mais de 80% do lixo que alcançam os oceanos são produzidos em terra. O plástico é o artefato do século 20. Foi uma novidade, mas hoje está se tornando um problema”, comenta.

O projeto ganhou forma quando Ellen começou a participar do Programa Natureza Empreendedora, criado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza para fomentar a cultura do empreendedorismo e desenvolver iniciativas inovadoras com impacto socioambiental positivo. “Eu estou alcançando um sonho profissional e pessoal, que é colocar em prática, melhorar e expandir essa ideia para algo que pode realmente impactar e contribuir com o meio ambiente. Se não fosse esse momento de formação e de troca, talvez seria mais uma pesquisa parada na biblioteca de uma universidade”, afirma.

O Marixo foi uma das iniciativas desenvolvidas no Programa Natureza Empreendedora, que auxilia a articulação de negócios inovadores na região do Lagamar paranaense. As propostas desenvolvidas visam explorar o potencial econômico da região, capacitar a comunidade local e aumentar a oferta de emprego com impacto positivo ao meio ambiente.

Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário comenta “queremos mostrar que desenvolvimento econômico e conservação da natureza conseguem andar lado a lado, gerando benefícios para o meio ambiente e para a comunidade local. É o chamada “negócio de impacto”, que gera resultados financeiro positivos de forma sustentável e valoriza o patrimônio natural.”

O Natureza Empreendedora, iniciado em 2018, foi estruturado a partir de identificação do potencial empreendedor aliado á conservação da Mata Atlântica. A pesquisa também mapeou que os jovens desejam continuar na região, mas não encontram oportunidades, e que existe pouco senso de valorização e identidade da Mata Atlântica.

Já a Fundação Grupo Boticário, foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. A instituição defende que o patrimônio natural bem conservado é a base para o desenvolvimento econômico e bem-estar social.

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A 36ª edição do Encontro Nacional do Plástico do ano de 2019 acontece em novembro

No dia 29 de novembro, acontece o Jantar da ABIPLAST, o 36º ENP (Encontro Nacional do Plástico). O evento acontece às 20h, no Villaggio JK, em São Paulo – SP, e como nas edições anteriores, terá o discurso da ABIPLAST e os homenageados do ano corrente.

Como todos os anos, são homenageadas quatro personalidades do setor plástico que se destacaram no ano. Os homenageados do ano de 2018 foram: Miguel Luiz Rosário Lorenzo, presidente da Bomix e conselheiro da ABIPLAST; representando o presidente José Ricardo Roriz Coelho da ABIPLAST e do SINDIPLAST, seu filho Leonardo Alonso Roriz Coelho; Maria da Conceição Tavares, presidente do Sindicato das Indústrias de Material e Laminados Plásticos do Estado do Rio Grande do Norte e integrante da diretoria plena da ABIPLAST e Antonio Domingos Trevisan, diretor-presidente da Cobrirel e conselheiro do SINDIPLAST.

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BASF lança agente universal que apresenta desempenho na estabilização dos pigmentos e potência de cor

A BASF está lançando um novo dispersante de alto peso molecular, o Dispex Ultra PX 4290, apresentando excelente desempenho na estabilização de pigmentos, potência de cor e excelente redução de viscosidade.

O Dispex Ultra 4290 oferece benefícios de maiores cargas de pigmento, mantendo características de fluidez, além de possuírem melhor brilho, e estabilidade de floculação. O Dispex Ultra PX 4290 foi desenvolvido em resposta a uma crescente demanda do mercado por um agente dispersante que tenha ampla aplicabilidade em pigmentos e cargas orgânicas e inorgânicas em OEM automotivo e repintura automotiva á base de água, revestimentos industriais e revestimentos de madeira.

A divisão de Dispersões e Pigmentos da BASF desenvolve, produz e comercializa uma gama de pigmentos de alta qualidade, resinas, aditivos e dispersões de polímeros em todo o mundo. Essas matérias-primas são usadas em formulações para diversas indústrias, inclusive revestimentos, construção, adesivos, impressão e embalagem, eletrônicos e papel. Com o seu portifólio de produtos abrangente, a divisão de Dispersões e Pigmentos oferece aos seus clientes soluções inovadoras e sustentáveis e os ajuda a avançar em suas formulações.

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