Reciclagem dos plásticos usados na COP30, oficinas de transformação e ações que impulsionam catadores
Material plástico usado na COP30 em Belém será transformado em bancos, tijolos e lixeiras
Durante a COP30 em Belém todos os resíduos plásticos gerados durante o evento são destinados à produção de bancos de praça, tijolos e lixeiras. A iniciativa veio de uma parceria entre a Concaves (Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis) e a startup paraense FlexStone.
Sendo assim, espera-se que boa parte do plástico reutilizável venha da Cúpula dos Povos, um espaço paralelo à COP30, organizado pela sociedade civil do dia 12 ao 16 de novembro na UFPA (Universidade Federal do Pará). Assim como, a Freezone, uma área gastronômica e cultural, deve contribuir com resíduos.
Indo além da simples coleta seletiva, o projeto visa processar sete toneladas por mês de plásticos pouco aproveitados comercialmente. Para realizar este feito, a FlexStone desenvolveu um maquinário capaz de transformar estes plásticos em “britas ecológicas”, que servirão como base no desenvolvimento de tijolos, mobiliários urbanos ou lixeiras. Ainda, a tecnologia opera em alta temperatura e pressão, porém sem queima ou uso de água.
Para a cooperativa a ação também oportuniza novos caminhos e dignidade. Nesse sentido, o catador Jonas de Jesus, que atua há 22 anos, comenta: “[A iniciativa é] “a realização de toda a união e o esforço dos cooperados”. Do mesmo modo, ressalta como a coleta seletiva em Belém se mostra rentável e um bom negócio para a cidade.
Seguindo a mesma lógica, a presidente da Concaves, Débora Baía, destaca o cenário na região Amazônica: “É uma solução essencial, porque já temos grande dificuldade logística para comercializar plástico”.
Durante a Cúpula, a cooperativa trabalha em turnos, mesmo de madrugada, para, desse modo, conseguir processar os materiais 24 horas por dia. Além disso, conta com a ajuda da Prefeitura de Belém e outras associações de catadores.
Oficinas transformam resíduos plásticos em luminárias e móveis em Belém
Luminárias e móveis estão ganhando forma em Belém, PA, a partir de embalagens de produtos de limpeza e outros plásticos, através do Regenera Project – Transformando o Agora, lançado em maio de 2025 como parte do legado da COP30.
A curadora de design Taissa Buescu concebeu o projeto para unir educação ambiental, inovação social e design sustentável. Assim, consequentemente, fortalecer comunidades de baixa renda, catadores e estudantes da rede pública.
Para ampliar esse impacto, a equipe conduz oficinas práticas em escolas e nas Usinas da Paz, estruturas públicas que estimulam cidadania, inclusão e sustentabilidade em regiões vulneráveis de Belém.
O projeto ampliará sua projeção internacional durante a COP30, quando promoverá o Regenera Festival de 9 a 12 de novembro no Teatro Estação Gasômetro, em Belém.
O público conhecerá uma instalação formada por mais de 400 luminárias produzidas a partir de lixo reciclado e, ainda, terá acesso às peças desenvolvidas na “marcenaria de plástico”, resultado da integração entre design sustentável, inovação e impacto social.
Catadores transformam reciclagem em renda
A Plastic Bank tem incentivado a reciclagem como forma de combate a pobreza, assim, catadores estão investindo cada vez mais em negócios que geram renda de até 20 mil mensais. Tendo a reciclagem de plástico como um ferramenta impulsionadora, outros empresas têm sido gerados para outros trabalhadores também
Nesse sentido, Gabriel Siqueira, da cidade de Serra (ES), e de Jaminson José Arcanjo, de Curitiba (PR), revelaram que saíram de seus empregos e da coleta individual para liderar negócios de reciclagem.
Desde 2019, a Plastic Bank atua no Brasil incentivando a coleta e a reciclagem de plásticos. A empresa paga um bônus por quilo de material entregue em pontos de coleta parceiros. Sendo assim, já destinou mais de R$ 3,5 milhões em bonificações à cadeia de reciclagem
Até o momento, os catadores coletaram 8.707.482 quilos de plástico, o que equivale a 435.374.106 garrafas PET. Desse modo, garantindo renda extra, acesso a benefícios sociais e incentivo ao empreendedorismo. Cerca de 4.716 catadores do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Amazonas já participaram do programa.
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Conheça as empresas palestrantes do Workshop de Manutenção 2025 da Esola LF – Parte 1
Desde 1995 a Escola LF contribui para a capacitação de profissionais da indústria do plástico. Neste ano, acontece o Workshop de Manutenção, que leva palestrantes e empresas do setor a Escola LF para disseminar conhecimento no setor e criar conexões entre especialistas, empresários, estudantes, fornecedores e gestores.
No dia 05 de dezembro a escola reunirá profissionais e empresas do setor plástico para um dia inteiro de palestras e confraternização. O evento acontece na sede da Escola LF, em São Paulo, a partir das 10h.
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Para apresentar as empresas participantes, elaboramos matérias que vão ao ar antes do evento. Sendo assim, descubra abaixo detalhes sobre quatro palestras e empresas que estarão no Workshop de Manutenção.
3DWF destaca como manutenção e processos de monitoramento impulsionam resultados industriais em palestra
Com mais de 30 anos de mercado, a 3DWF é referência em manutenção, monitoramento de rolamentos e vazamentos e sistemas de lubrificação industrial. Além de fortemente conhecida por sua tecnologia de alta performance. Para isso, a empresa oferece seus serviços com mão de obra qualificada, serviços e produtos personalizados.
Portanto, nesse sentido a 3DWF participada do Workshop de Manutenção da Escola LF com o tema “Confiabilidade na manutenção com uso de ferramentas e processos de monitoramento”. Ministrada por Fernando Cesar Bertolino. Diretor de Operações. Professor de MBA em gestão de ativos, a apresentação surge como uma resposta à constante busca por resultados dentro das corporações.
Em mais detalhes, o Diretor de Operação ressalta: “A Manutenção tem um papel importante neste cenário e atualmente podendo se utilizar de métodos modernos de monitoramento.”
Isso quer dizer que Bertolino irá explicar a conexão entre a busca por resultados e a confiabilidade dos equipamentos. Assim como demonstrar como algumas dessas tecnologias funcionam e quais seus resultados na prática.
Participar do Workshop de Manutenção demonstra como a 3DWF preocupa-se em fornecer serviços e produtos com alto padrão de qualidade. Ao passo que também promove a constante inovação e capacitação, garantindo o crescimento de seus negócios.
Eudrix compartilha 20 anos de experiência prática com Asaclean em injeção, extrusão e sopro no Workshop de Manutenção
Entre as empresas palestrantes confirmadas, está também a Eudrix Plásticos que com mais de 30 anos de experiência no setor de plásticos para a indústria, e que atua na distribuição dos compostos de purga Asaclean (Asahi Kasei – Japão e EUA) e do aditivo desmoldante e auxiliar de fluxo Axel (Axel Plastics – EUA).
Para a palestra do Workshop de Manutenção, Euquerio Cualhete, Diretor técnico, compartilhará aprendizados que marcaram as quase duas décadas de atuação do Asaclean no mercado. Por isso, a apresentação debate: “20 anos de experiência prática no Brasil com injeção, extrusão e sopro”.
Ao longo desses anos de aplicação, o Asaclean demonstrou resultados expressivos na melhoria da segurança operacional e no aumento da capacidade produtiva das máquinas, tornando os processos mais estáveis e eficientes.
Além disso, o produto reduz os custos de manutenção e otimiza o uso dos recursos industriais, garantindo maior aproveitamento e menor desperdício.
Para evento da Escola LF, Bardahl explica como escolher o lubrificante ideal para máxima confiabilidade das injetoras
Atuando no mercado da indústria química de lubrificantes, fluidos, aditivos e graxas, a Bardahl participa do Workshop com o Analista Sênior de Produtos, Gustavo Pierrocini, que leva a palestra: “Lubrificante certo, injetora saudável: O que você precisa saber para máxima confiabilidade.”
Sendo assim, a apresentação da Bardahl visa compartilhar conhecimentos e informações acerca da à importância da correta seleção, aplicação e monitoramento do óleo hidráulico para garantir a durabilidade e o desempenho das unidades hidráulicas.
Desse modo, Pierrocini, releva: “Serão abordados os fundamentos dos sistemas hidráulicos presentes em máquinas de transformação de plásticos, com destaque para os componentes críticos (reservatório, bomba, válvulas e atuadores). E os principais modos de falha relacionados à contaminação, cavitação, aeração, sobrepressão e uso de lubrificante inadequado.”
Bem como irá detalhar os critérios técnicos para escolha do lubrificante. Além disso, a apresentação também abordará a manutenção preditiva por meio da análise de óleo, explicando o protocolo correto de amostragem, os parâmetros a serem monitorados e como interpretar os resultados para antecipar falhas.
Braseal apresenta palestra sobre vedações de alto desempenho na indústria plástica
O Workshop de Manutenção da Escola LF também recebe a empresa Braseal Vedações. Com 30 anos no mercado, a empresa comercializa vedações para diferentes ramos, assim como é especialista em Anéis O´rings, Retentores, Anéis Raspadores, Gaxetas de vários perfis e artefatos de borracha.
Por entender as necessidades de cada ramo da indústria, a empresa diversifica seu catálogo para resolver as demandas de seus clientes. Portanto, a palestra que leva ao evento, com o título “Vedações de Alto Desempenho”.
Diante disso, Lucas Vieira, do setor de Venda da Braseal e ministrante da palestra, explica: “Falaremos um pouco da trajetória da Empresa durante os 30 anos de mercado, e de nosso trabalho eficaz e ágil voltado aos kit's de vedações para injetoras e sopradoras.”
Ainda, ele ressalta que, apesar de parecer uma ação “simples”, a vedação eficaz é uma demanda recorrente no setor. Nesse sentido, a Braseal se mostra o parceiro ideal para trazer confiança e com conhecimento avançado. Com isso, demonstra como a empresa está disposta a fazer a diferença no mercado.
Em relação às perspectivas sobre o encontro promovido pela Escola LF, Vieira ressalta que este será um momento de colaboração com os demais participantes. Além disso, revela que a Braseal está disposta a buscar novas parcerias durante o evento.
Sobre o Workshop de Manutenção da Escola LF e mais informações
Vale lembrar que as vagas são limitadas e podem encerrar antes da data. Garanta sua vaga agora mesmo e faça parte desse evento que conecta profissionais e empresas do setor plástico.
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Pequenas indústrias enfrentam piora no 3º trimestre de 2025
O 3º trimestre de 2025 piorou em relação ao desempenho e finanças das pequenas indústrias, comparado ao mesmo período no ano passado. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou o resultado o PPI (Panorama da Pequena Indústria), no último dia 3.
Entre os meses de junho e setembro, o índice de desempenho das pequenas indústrias registrou uma média de 46,3 pontos, contra média de 47,5 pontos entre julho e setembro de 2024. Para calcular o índice, a CNI considera volume de produção, utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual e evolução do número de empregados.
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Do mesmo modo as condições financeiras das empresas industriais de pequeno porte, o índice de situação financeira do segmento foi de 41.1 pontos no 3º trimestre de 2025, ou seja, abaixo do registrado na mesma época em 2024, que registrou 42,8 pontos.
Vale ressaltar que o indicador vai de 0 a 100 pontos e leva em conta fatores como: a satisfação dos empresários com a margem de lucro operacional e situação financeira dos negócios, além da avaliação sobre a facilidade de acesso ao crédito. Sendo assim, quanto maior o índice, melhor é a situação financeira das empresas.
Diante disso, Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI, afirma que os juros elevados são os principais responsáveis pelo cenário negativo da pequena indústria.
Assim, ela explica: “Os juros altos afetam os pequenos industriais de várias maneiras. Por um lado, dificultam o acesso ao crédito. Por outro, enfraquecem a demanda do mercado consumidor interno”.
Os principais problemas
Segundo os cinco principais problemas enfrentados pela indústria de transformação no 3º trimestre foram:
Elevada carga tributária (40,6%);
Taxa de juros elevada (27%);
Demanda interna insuficiente (26,4%);
Falta ou alto custo de trabalhador qualificado (26,1%);
Os empresários puderam escolher até três respostas na pergunta sobre os principais problemas, o que explica por que a soma dos percentuais ultrapassa 100%.
A falta de confiança e pessimismo dos empresários
Além disso, o 4º trimestre não começou bem para a pequena indústria. Isso porque, durante o mês de outubro, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) das empresas de pequeno porte ficou em 46,7 pontos.
Com isso, tornou-se o 11º mês consecutivo em que o indicador ficou abaixo dos 50 pontos, apontando falta de confiança desses industriais. O resultado contrasta com o registrado em outubro do ano passado, quando o ICEI da pequena indústria registrava 51,9 pontos, patamar que refletia confiança dos empresários.
Enquanto isso, o índice de perspectivas das indústrias de pequeno porte, que captura as expectativas desses empresários para os próximos seis meses, fechou outubro em 46,8 pontos.
Sendo assim, comprado ao mesmo mês do ano passado, o indicador havia registrado 49,8 pontos. Vale lembrar que o índice de perspectivas é uma ponderação das expectativas dos empresários para o nível de atividade, emprego e investimento em seus negócios.
O PPI é uma publicação trimestral produzida a partir dos dados da Sondagem Industrial, Sondagem Indústria da Construção e ICEI.
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O que a indústria do plástico pode esperar da COP30?
Neste dia 10 de novembro, Belém - PA, recebe a COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima). Considerado o evento mais importante do mundo para discussão e negociação de ações globais sobre as mudanças climáticas. O evento vai até dia 21 de novembro.
O evento é a principal instância de decisão da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima). Sendo assim, busca estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera.
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No entanto, como este evento se relaciona com a indústria do plástico? Diante da abrangência das pautas relacionadas ao plástico e da importância do setor. Portanto, a COP30 reservou os dias 10 e 11 para debater temas pertinentes à indústria do plástico, nomeado de “Resíduos e Economia Circular”.
Para o embaixador do Movimento Circular, Flávio Ribeiro, o plástico deve entrar no tema "Economia Circular". Nesse sentido, ele analisa: “A economia circular contribui no combate às mudanças climáticas de várias maneiras. Uma delas é quando você reaproveita melhor as coisas, e aí a gente já começa a olhar para o plástico.”
Ou seja, os plásticos provavelmente estarão em debate sob o contexto da economia circular, além de discussões sobre como o material pode se tornar um instrumento de combate às mudanças climáticas. Dessa maneira, destacando-se em questões como o ciclo de vida, reuso, reciclabilidade, entre outros.
Como COP30 deve debater o plástico
O professor, e também Conselheiro para Economia Circular do Pacto Global da ONU, antevê alguns pontos de discussão na COP30 para a indústria do plástico. O principal sendo o ciclo de vida, tópico fundamental para a economia circular.
Além disso, entre os temas que devem ganhar destaque na conferência está a matéria-prima. A dependência do setor em petróleo e gás natural tem sido alvo de críticas nas COPs anteriores, e a tendência é que esse debate se intensifique. Nesse cenário, o evento deve fomentar o interesse por bioplásticos de fontes renováveis, por exemplo.
Outro ponto é o das emissões. Durante a COP30 entidades e representantes devem reforçar a necessidade de reduzir os impactos de toda a cadeia produtiva. Bem como racionalizar o uso de energia para alinhar o setor às metas globais de descarbonização.
O tema do reuso também deve ganhar força. A conferência tende a estimular compromissos que priorizem produtos e embalagens reutilizáveis, alinhados à ideia de uma economia mais durável. Para Ribeiro, esse é um caminho em que o plástico pode se destacar, superando o modelo de produtos descartáveis e contribuindo para uma sociedade do reuso.
Já a reciclabilidade será abordada como parte das soluções de circularidade. A gestão de resíduos, por sua vez, deve surgir como um dos desafios mais urgentes da COP30, como formas de evitar o envio de plásticos para o meio ambiente, e apresentar soluções que ampliem ações conjuntas.
O especialista defende que a indústria do plástico, por meio de suas entidades representativas, leve esses temas à COP30 para debatê-los com clareza, base técnica e respaldo científico, indicando os principais desafios e caminhos para solucioná-los.
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Por que o desgaste das lâminas é um dos maiores custos na termoformagem
O processo de termoformagem gera uma grande quantidade de resíduos plásticos. Para manter o ciclo produtivo sustentável, as indústrias realizam a moagem desse material. Nesse ponto, as lâminas do granulador assumem papel central. Elas são responsáveis por transformar chapas e aparas em pequenos grãos reutilizáveis.
Com o uso contínuo, essas lâminas sofrem desgaste natural. O atrito constante entre o corte e o material processado altera a precisão e modifica o formato das partículas. Aos poucos, o equipamento perde regularidade na moagem e exige mais esforço para alcançar o mesmo resultado.
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Essa perda de precisão reflete diretamente na rotina produtiva. A moagem mais lenta gera acúmulo de material, reduz o ritmo das operações e amplia a necessidade de manutenção. Cada parada interfere na entrega final e aumenta o custo operacional da linha.
Nos últimos anos, os fabricantes de equipamentos passaram a investir em soluções voltadas para esse problema. Desse modo, as lâminas receberam novos tratamentos superficiais, que diminuem o impacto do atrito e retardam o desgaste provocado pelo contato com diferentes tipos de polímeros.
Além disso, os sistemas de moagem incorporaram recursos que mantêm a temperatura sob controle durante o corte. Esse controle térmico evita deformações no material e garante um processo mais constante, mesmo quando o operador trabalha com chapas recém-formadas.
Sendo assim, com essas melhorias, o processo de moagem se tornou mais estável e previsível. As indústrias conseguem manter a uniformidade do granulado, reduzir trocas de componentes e preservar o ritmo produtivo por mais tempo.
Em um cenário cada vez mais competitivo, compreender a origem do desgaste e adotar tecnologias que o minimizem deixou de ser apenas uma questão de manutenção. Portanto, tornou-se uma estratégia para sustentar a produtividade e assegurar um uso mais inteligente dos recursos.
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Planejamento estratégico na indústria do plástico: um pequeno guia
Desenvolver um planejamento de negócio para a indústria do plástico é por si só, desafiador e quando mal gerido atrapalha os empreendimentos e novos rumos das empresas. Um plano de negócios para empresas do setor plástico exige uma análise estratégica, considerando demandas, oportunidades de mercado, gestão financeira sólida, definição clara de metas e identificação de diferenciais competitivos.
Sendo assim, quem deseja empreender ou redefinir os rumos de uma empresa do setor plástico deve começar elaborando um plano de negócios que registre claramente os objetivos da organização e as estratégias para alcançá-los. Esse planejamento orienta as decisões, reduz riscos e estrutura o caminho para o crescimento da empresa.
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Um plano de negócio para a indústria do plástico é mais do que um documento formal, é a base estratégica que orienta todas as decisões da empresa. Ele descreve, de forma detalhada, como o negócio deve operar, crescer e se posicionar no mercado.
Desse modo, ao elaborar esse plano, o empreendedor define o público-alvo, os produtos ou serviços que serão oferecidos, as metas financeiras e as estratégias comerciais.
Na prática, o plano de negócio transforma a visão da empresa em ações concretas, conectando objetivos de curto, médio e longo prazo.
Seja para uma indústria transformadora, recicladora ou fornecedora de matéria-prima, esse planejamento funciona como um mapa que guia desde a fase inicial até a consolidação e expansão no setor plástico.
A importância da visão ampla para o planejamento
A partir dessa base, o gestor identifica como a empresa irá gerar receita, equilibrar custos e alcançar lucratividade em um mercado altamente competitivo. Isso se torna ainda mais relevante diante das oscilações nos preços das matérias-primas, das exigências ambientais e da necessidade constante de inovação. Nesse contexto, o plano de negócio atua como um verdadeiro guia de gestão de riscos e de tomada de decisão estratégica.
Além disso, o documento estimula uma visão ampla sobre toda a cadeia de valor. Ele faz o gestor investigar quem são os principais concorrentes, quais fornecedores oferecem melhores condições e quais tendências tecnológicas podem impactar o setor. Essa análise integrada ajuda a empresa a se posicionar de forma mais sólida e a antecipar mudanças do mercado.
No fim, o plano de negócio não apenas organiza as metas e estratégias internas, bem como fortalece a credibilidade da empresa.
Ao apresentar dados, projeções e objetivos claros, o gestor aumenta as chances de atrair investidores. Consequentemente, conquista financiamentos e alinha todas as áreas da operação em torno de um mesmo propósito: crescer com consistência, eficiência e visão de futuro.
Estruture sua visão estratégica
O gestor deve iniciar refletindo sobre a ideia do negócio. Para isso, use ferramentas que permitam visualizar cada bloco do modelo separadamente. Com isso, conferir se a proposta de valor se conecta aos recursos e às atividades da empresa.
Organize com ferramentas inteligentes
Softwares de planejamento também ajudam a dar forma ao plano de negócio. Ao mesmo tempo, insira dados de produção, custos e projeções financeiras de forma detalhada.
Com essas informações, ideias estratégicas se tornam um documento claro e pronto para orientar decisões e atrair investimentos.
Conheça seu mercado
O gestor deve estudar profundamente o público-alvo e suas demandas. Além disso, analisar a concorrência revela forças, fraquezas e oportunidades de diferenciação. Assim, a empresa se posiciona com inteligência e constrói vantagem competitiva.
Planeje suas finanças
Mapear todos os custos operacionais da indústria, para projetar o investimento inicial e dimensionar o capital de giro. Ao fazer isso, o ponto de equilíbrio fica claro e a operação funciona sem interrupções. Portanto, o plano garante segurança financeira e suporte para decisões estratégicas.
Fortaleça a comunicação digital
Integrar marketing digital ao plano de negócio é fundamental, isso porque em um site profissional as empresas conseguem apresentar portfólio, certificações e capacidade produtiva.
Para isso, podem contar com mídias e agências que utilizam estratégias de SEO e marketing de conteúdo, para atrair clientes e leads qualificados. Dessa forma, a empresa reforça sua credibilidade e estabelece conexão direta com o mercado B2B.
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Plástico transforma-se em combustível, tijolos e alimento
Tijolos de plástico suporta terremotos
A startup Colombiana Conceptos Plásticos fabricou um tijolo feito de 100% de plástico reciclado, o intuito é diminuir os plásticos em locais impróprios e oferecer alternativa acessível à construção.
A ideia nasceu em 2011, quando o arquiteto Óscar Mendez transformou sua pesquisa em blocos modulares que se encaixam como legos. Assim, possibilitando construir casas em até cinco dias. Atualmente, Isabel Gámez lidera a empresa com foco em tecnologia e sustentabilidade.
O tijolo pesa aproximadamente 3 quilos e apresenta medidas semelhantes às de um bloco de argila convencional. Desse modo, proporciona isolamento térmico e acústico, a resistência do material também chama atenção, que suporta terremotos e contém aditivos que retardam a combustão, aumentando a segurança das edificações.
A sua montagem exige apenas um treinamento básico, tornando seu processo acessível e diminuindo os custos das construções em até 40% em comparação aos métodos tradicionais.
Combustível feito de resíduos plásticos
O jovem norte-americano Julian Brown, 21 anos, desenvolveu um tipo de combustível para abastecer carros a partir da reciclagem de resíduos plásticos. Brown reside em Atlanta, Estados Unidos.
A inovação, embora parece um filme de ficção científica, tornou-se possível graças à unidade de tecnologia e sustentabilidade. Para chegar a este resultado, o jovem utilizou uma máquina chamada de Plastoline, ou seja, um equipamento para a transformação plástica.
O desenvolvimento deste combustível, porém, levou cerca de cinco anos para aperfeiçoamento, e o resultado deu certo. Surgindo como uma inovação que representa uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis.
Pesquisadores criam comidas a partir de plásticos
Um grupo de pesquisadores australianos encontrou uma forma de reutilizar os plásticos: transformá-los em alimento para microrganismos, transformando resíduos em matéria biológica reutilizável.
O projeto foi criado pelo BIH (Bioplastics Innovation Hub), que busca fechar o ciclo dos resíduos, devolvendo à natureza o que antes a contaminava. A ideia consiste em revolucionar: fazer com que os plásticos voltem a integrar-se nos ecossistemas de forma segura.
Desse modo, a ciência propõe uma nova rota para a sustentabilidade, onde os materiais criados pela indústria não terminem sendo lixo, mas sim recursos para gerar vida.
O processo australiano emprega microrganismos que metabolizam restos de plástico e resíduos orgânicos. Ao realizar essa digestão, os micróbios geram PHA, um bioplástico totalmente biodegradável.
Esse material serve para fabricar embalagens e produtos sustentáveis e, ao fim de sua vida útil, se decompõem naturalmente, sem liberar resíduos tóxicos. Assim, integra-se ao solo como adubo orgânico, fechando o ciclo ambiental.
Com isso, a inovação impulsiona a economia circular, transformando resíduos em novos recursos e diminuindo a dependência da reciclagem convencional e dos combustíveis fósseis.
Além disso, o projeto estimula empregos verdes e o avanço tecnológico, provando que a sustentabilidade pode ser um verdadeiro motor de crescimento econômico.
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Missão Brasileira vai a CIIE 2025
Em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) a CNI (Confederação Nacional da Indústria) promove a Missão Empresarial à (CIIE) China Internacional Import Expo de 2025, do dia 3 ao 7 de novembro.
Sendo considerada a maior feira de importação da China e um palco global para promoção de produtos, tecnologias e inovação, o evento reúne compradores e investidores de mais de 150 países. Assim, consolidando-se como um ambiente estratégico tanto para ampliar negócios quanto para atrair investimentos.
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A missão visa fortalecer o posicionamento internacional da indústria brasileira, bem como estimular parcerias estratégicas em inovação, sustentabilidade e digitalização industrial. Além disso, quer também ampliar o intercâmbio de conhecimento, investimentos e negócios entre empresas do Brasil e da China.
Assim, a delegação brasileira reúne representantes de seis estados diferentes e diversos setores como mineração, alimentos e bebidas e têxtil, seja em pequenas ou médias empresas.
Na agenda está marcada também reuniões com executivos e instituições chinesas, e ainda, integrará o programa executivo IEL Experience, realizado em uma universidade em Xangai. Esta iniciativa quer reforça o compromisso com a inovação, o aprendizado e a cooperação tecnológica.
Além disso, a missão busca unir empresários brasileiros com interesse em expandir suas atividades no mercado internacional, a missão representa uma oportunidade estratégica para:
Conhecer de perto o mercado chinês;
Identificar potenciais parceiros comerciais;
Acessar as principais tendências e inovações globais;
Ampliar a presença de seus produtos na China.
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Indústria na Europa enfrentam crises na reciclagem de plástico
Na Europa, o setor de reciclagem de plástico enfrenta uma crise jamais vivida. Fechamento em série de fábricas, cancelamento de novos projetos, são alguns dos principais impactos. O problema, porém, vem desde 2023 quando o continente perdeu quase um milhão de toneladas de capacidade de reciclagem, de acordo com a organização Plastic Recyclers Europe.
A entidade responsável por representar os recicladores de plástico na Europa, em entrevista à BBC, ressaltou: “Sem ação política decisiva, a Europa substituirá sua indústria de reciclagem pela dependência de importações insustentáveis.”
Os fatores que levam a Europa aos desafios de gerir a reciclagem de plásticos
Entre as ocorrências que têm ameaçado o setor de reciclagem na Europa, destaca o encerramento de operações em vários países do continente. Entre os fechamentos marcantes, estão três grandes recicladoras como Biffa, Viridor e Veolia.
Além disso, empresas como o Borealis e Dow desistiram de construir novas plantas no continente. Para James McLeary, diretor da divisão de polímeros da Biffa, isso tem acontecido pelos altos custos de energia e mão de obra, o que leva o setor ao seu “ano mais desafiador até agora”.
Somados à isso, há também a concorrência do plástico virgem e reciclado importado da Ásia, pontua McLeary. O Reino Unido, por sua vez, exportou 600 mil toneladas de resíduos plásticos em 2024, isto é 5% a mais que no ano anterior.
Exigências para nova gestão
Para reverter esta situação, autoridades e executivos propõem uma reforma urgente, como Steve Morgan, da organização britânica RECOUP, que alerta: “Estamos quase testemunhando o fim da reciclagem de plástico como a conhecemos”.
Nesse sentido, a entidade pressiona o Governo para criação de um sistema único de certificação e redução das exportações. O Departamento de Meio Ambiente Britânico, por sua vez, afirma que novas reformas e um programa de devolução de garrafas, previsto para 2027, o que deve fortalecer o mercado interno.
No entanto, ainda há sinais de resistência no continente, como a Enviroo que investe £ 58 milhões em uma nova planta no norte da Inglaterra. Bem como, empresas como a Plastic Energy apostam em tecnologias avançadas para transformar resíduos em novos materiais.
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Indústrias na Europa enfrentam crises na reciclagem de plástico
Na Europa, o setor de reciclagem de plástico enfrenta uma crise jamais vivida. Fechamento em série de fábricas, cancelamento de novos projetos, são alguns dos principais impactos. O problema, porém, vem desde 2023 quando o continente perdeu quase um milhão de toneladas de capacidade de reciclagem, de acordo com a organização Plastic Recyclers Europe.
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A entidade responsável por representar os recicladores de plástico na Europa, em entrevista à BBC, ressaltou: “Sem ação política decisiva, a Europa substituirá sua indústria de reciclagem pela dependência de importações insustentáveis.”
Os fatores que levam a Europa aos desafios de gerir a reciclagem de plásticos
Entre as ocorrências que têm ameaçado o setor de reciclagem na Europa, destaca o encerramento de operações em vários países do continente. Entre os fechamentos marcantes, estão três grandes recicladoras como Biffa, Viridor e Veolia.
Além disso, empresas como o Borealis e Dow desistiram de construir novas plantas no continente. Para James McLeary, diretor da divisão de polímeros da Biffa, isso tem acontecido pelos altos custos de energia e mão de obra, o que leva o setor ao seu “ano mais desafiador até agora”.
Somados à isso, há também a concorrência do plástico virgem e reciclado importado da Ásia, pontua McLeary. O Reino Unido, por sua vez, exportou 600 mil toneladas de resíduos plásticos em 2024, isto é 5% a mais que no ano anterior.
Exigências para nova gestão
Para reverter esta situação, autoridades e executivos propõem uma reforma urgente, como Steve Morgan, da organização britânica RECOUP, que alerta: “Estamos quase testemunhando o fim da reciclagem de plástico como a conhecemos”.
Nesse sentido, a entidade pressiona o Governo para criação de um sistema único de certificação e redução das exportações. O Departamento de Meio Ambiente Britânico, por sua vez, afirma que novas reformas e um programa de devolução de garrafas, previsto para 2027, o que deve fortalecer o mercado interno.
No entanto, ainda há sinais de resistência no continente, como a Enviroo que investe £ 58 milhões em uma nova planta no norte da Inglaterra. Bem como, empresas como a Plastic Energy apostam em tecnologias avançadas para transformar resíduos em novos materiais.
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