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O polietileno de baixa densidade, conhecido como PEBD, é um polímero termoplástico que em suas variadas formas, contam com propriedades únicas, que vão desde alta resistência ao impacto, alta flexibilidade e estabilidade térmica. E pode ser deformado com o calor, em temperaturas entre 100 e 115ºC, e passa para o estado líquido, assumindo a forma desejada do cliente.

Além do PEBD, é possível encontrar PEAD (polietileno de alta densidade), PELBD (polietileno linear de baixa densidade), PEUAPM (polietileno de ultra alto peso molecular), e PEUBD (polietileno de ultrabaixa densidade), e cada tipo de polietileno é direcionado para produções variadas.

A Plastlife é uma empresa que busca a destinação correta dos resíduos plásticos, transformando-os em embalagens plásticas e matérias-primas para novos produtos, fabricando o PEBD para as mais diversas formas, reciclando os produtos.

Aplicações

O PEBD pode ser encontrado em diversos segmentos da indústria, como indústria de embalagens flexíveis, sacolas plásticas, sacos de lixo, lona agrícola, mangueiras, brinquedos, componentes de computador, películas, entre outros produtos.

Componentes

O plástico se subdivide de acordo com a sua composição da cadeia de moléculas. O PEBD é um termplástico á base de petróleo, sendo feito através de alta pressão por via de polimerização radical, e podendo ser transformado em diversos produtos para o mercado plástico, podendo ser reciclado.

Frente Fabrica atual

Cada empresa tem uma história única, formada por pessoas que querem mudar o mundo, criar novos produtos e revolucionar o mercado. Foi pensando nisso que conversamos com Antonio D’Angelo, criador da Retilox, empresa especialista em soluções tecnológicas na fabricação de peróxidos orgânicos, coagentes e aditivos para os mais diversos polímeros.

Uma trajetória que começou sozinha, hoje é construída em família, já que D’Angelo tem sua esposa e filhos trabalhando lado a lado, levando a empresa para patamares cada vez mais competitivos.

Confira o bate-papo abaixo:

Como surgiu a ideia de criar a retilox?

Antonio – Eu trabalhei muitos anos em uma multinacional italiana, onde eu tive conhecimento e treinamento na área de peróxido orgânico e aditivos especiais para borracha e plástico.

Depois com 30 anos, eu saí de lá e resolvi montar a minha própria empresa. E eu consegui o licenciamento deles na época para poder fazer aqui no Brasil o que eles faziam na Itália, que são os produtos formulados.

Essa parceria durou 5 anos, e aí a empresa foi vendida, multinacionais trocam de mão muito fácil, e aí continuei na carreira solo, finalizei a parceria com a Itália, fechei a minha antiga empresa, onde atuei 7 anos e decidi montar a Retilox em que já estamos há 27 anos fazendo especialidades químicas para a área de borracha e plástico.

Como é trabalhar com a família?

Antonio – Quando existe harmonia é ótimo. A nossa família é muito unida, estou casado há 42 anos e nossos filhos trabalham conosco, não temos nenhuma dificuldade.

Como foi o processo de envolver a família dentro da empresa?

Antonio – Como sempre fizemos tudo juntos, eu saí da antiga empresa, havia pensado em voltar a trabalhar para alguma multinacional e aí minha esposa me incentivou a abrir a nossa própria empresa, lutando juntos. Eu e a minha esposa somos sócios na empresa, e nossos filhos trabalham lá dentro como sucessores de tudo o que estamos construindo.

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Qual foi maior desafio desde a criação da empresa?

Antonio – O nosso maior desafio até hoje é competir com as multinacionais, porque em uma linha do que fazemos, somos a terceira empresa do mundo que faz esse produto, as outras duas são multinacionais enormes. Nós fazemos especialidade químicas e conseguimos competir com eles. Então nos manter competitivos dentro desse mercado é sempre o maio desafio.

Qual a mensagem para quem está começando com sua empresa?

Antonio – Primeiramente é importante ter conhecimento sobre o segmento que deseja atuar, segundo é importante fazer uma pesquisa de mercado, com plano de negócios e terceiro, fechar parcerias saudáveis. Hoje temos a filial em Itajaí e a empresa em São Paulo.

Alguma vez vocês já pensaram em se tornarem multinacional?

Antonio – Esse é o nosso plano atual, de internacionalizar a empresa. Hoje com a nossa nova realidade, é um novo aprendizado, estamos recriando e reinventado a empresa, criando novas soluções.

Para 2021 nós temos o foco de efetivar a nossa internacionalização, passar de pequena empresa, para pequena e média empresa, crescer mais.

Recente Logística

Hoje exportamos para mais de 15 países, e queremos exportar para 21 países em 2021, e ampliarmos nossa atuação no mercado, porque muita gente ainda não nos conhece.

Nós somos uma empresa de soluções tecnológicas, buscamos ajudar o mercado e criamos soluções para nichos, se o cliente tem potencial e possui um problema, nós ajudamos a resolvê-lo.

O nosso objetivo é sempre buscar novas soluções oferecendo ganhos globais aos nossos clientes.

A complexidade do sistema tributário brasileiro já é de conhecimento de todos, e a necessidade da uma Reforma Tributária fica cada vez mais evidente, ainda mais depois da publicidade e relevância que este tema ganhou nos últimos anos.

Além das dificuldades enfrentadas pelas pessoas jurídicas na sistemática de cálculo dos tributos, e as suas respectivas obrigações acessórias, é muito comum os contribuintes apurarem créditos sobre tributos federais, mas se deparam com obstáculos que podem até inviabilizar a utilização dos referidos créditos, sendo que os mesmos podem decorrer de um simples pagamento indevido ou a maior, até créditos tributários decorrentes de decisão judicial.

O Código Tributário Nacional (CTN) já prevê em seus artigos 156 e 170 que a compensação é uma forma de extinção do crédito tributário e que a lei poderá atribuir à autoridade administrativa a autorização para a compensação de créditos e débitos entre contribuintes e a Fazenda Pública.

Além disso, o artigo 74 da Lei no. 9.430/96, deixa claro que o sujeito passivo que apurar créditos relativos a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal, poderá utilizá-los para compensar com quaisquer tributos e contribuições administrados pelo referido órgão.

Contudo, as normas impostas pela Receita Federal do Brasil (RFB) aos contribuintes, principalmente no tocante à compensação de créditos contra débitos tributários, acabam por forçar as empresas a efetuarem pagamentos de tributos que poderiam simplesmente serem compensados, sendo que os créditos tributários fazem parte do planejamento financeiro/ tributário das empresas, pois tais dispêndios afetam diretamente o seu fluxo de caixa mensal.

Um exemplo destas dificuldades, é referente a créditos tributários decorrentes de decisões judiciais transitadas em julgado, que se tornaram mais frequentes, após a decisão pela inconstitucionalidade da inclusão do ICMS nas bases de cálculo do PIS e da COFINS, pois os contribuintes são obrigados, além de ter que aguardar pelo encerramento de todo processo contencioso tributário, a efetuar o Pedido de Habilitação de Crédito perante a RFB, nos termos dos arts. 100 ao 104 da Instrução Normativa (IN) no. 1.717/17, a qual exige uma série de requisitos e documentos para sua protocolização, e ainda deve aguardar pelo deferimento ou não deste pedido e por vezes não respeita o prazo de 30 (trinta) dias para tanto, obrigando o detentor do crédito tributário a novamente acionar o Poder Judiciário para fazer valer o seu direito a utilização deste crédito

Outro exemplo, é a Instrução Normativa (IN) no. 1.765/17, a qual dispõe que saldos negativos de Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL) auferidos ao término do ano fiscal, somente possam ser compensados após a entrega da Escrituração Contábil-Fiscal (ECF), a qual ocorre apenas em julho (geralmente) do ano subsequente, ou seja, a RFB obriga os contribuintes tributados pelo Lucro Real Anual, a efetuarem pagamentos de suas antecipações de impostos em dinheiro nos primeiros 7 meses do ano, para somente após a entrega da obrigação acessória, poderem utilizar os seus créditos tributários, sendo que até então, a referida compensação poderia ser efetuada a partir de janeiro do ano subsequente.

Uma outra forma de desencorajar os contribuintes de buscar pelo direito a compensação de seus créditos tributários é a aplicação de multa isolada de 50%, quando tal compensação não for homologada pela RFB, podendo chegar 150% no caso de falsidade de informação apresentada, nos termos do art. 74 da IN no. 1.717/17, ou seja, o contribuinte além de não poder cometer nenhum erro na entrega PER/DCOMP, o que é bem comum ocorrer, ainda ficará sujeito a uma penalidade da qual somente poderá se defender após a sua lavratura, sem nenhuma chance de se defender ou se justificar perante o órgão fiscalizador antes que isso ocorra.

Diante deste cenário, os contribuintes, muitas vezes, desistem de buscar os seus créditos tributários ou necessitam recorrer ao Poder Judiciário, de forma que os seus direitos possam ser exercidos e poder usufruir destes créditos, ajudando a sustentar o círculo vicioso do contencioso tributário.

Esperamos que a Reforma Tributária, além de simplificar as formas de apuração e pagamento dos tributos, descomplique também as regras para restituição ou compensação de créditos tributários, de forma que os contribuintes possam satisfazer seus direitos constitucionalmente garantidos, pois isto representa fluxo de caixa das empresas, ainda mais nesta crise econômica que vivenciamos hoje, além de contribuir para a diminuição da insegurança jurídica no tocante ao direto tributário.

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As conexões são fundamentais para que sejam trocadas por engates rápidos de refrigerações. As conexões são uniões entre dois sistemas, que podem ser utilizadas nas mais diversas aplicações. As conexões são peças condutoras de fluídos como ar, óleo e combustível, e a sua qualidade influencia diretamente no desempenho das máquinas e devem ser desenvolvidas para que consigam suportar os valores de pressão diferentes.

As conexões são peças de grande importância, pois estão ligadas diretamente às máquinas e suportam fluidos e pressão. Dessa maneira a qualidade dessas conexões é fundamental para não comprometer o processo produtivo e manter a segurança do local sem vazamentos.

O material e conceito da fabricação da conexão varia de acordo com a sua aplicação e seu ambiente de trabalho. A MC Components oferece quatro tipos de modelos de conexões, que vão desde conexões rápidas de refrigeração, conexões comuns de refrigeração, conexões de extração e conexões hidráulicas.

Aplicações

A MC Components conta com quatro tipos de conexões para o mercado. As áreas que mais utilizam as conexões são: áreas médicas, mineradora, automobilística, alimentícia, indústrias de embalagens, plástico, borracha, desenvolvedoras de máquinas ferramenteiras, fundição, fabricantes de prensas, injetoras de plásticos, indústria metalúrgica, naval, de papel e celulose, siderúrgica e petrolífera.

As conexões hidráulicas de alta pressão são utilizadas em gruas de caminhão, máquinas agrícolas, automação. Já as conexões hidráulicas de baixa pressão podem ser encontrada em moldes de injeção, geladeiras, aquecedores.

As conexões hidráulicas industriais são utilizadas nos sistemas de máquinas interligando as mangueiras, cilindros, atuadores rotativos, acumuladores, motores, bombas de pistões, bombas de palhetas, bombas de engrenagens, bombas de dosagem, comandos direcionais múltiplos, direções hidrostáticas, unidades hidráulicas, válvulas proporcionais, direcionais, de vazão, de pressão, de retenção e cartucho.

As conexões pneumáticas, podem ser encontradas em automação, pontos de ar comprimido nas indústrias. As conexões elétricas são encontradas em circuitos elétricos de máquinas, carros, equipamentos industriais.

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Os moldes são peças necessárias para a execução de projetos em injeção de plástico e atendem à demanda de produtos como brinquedos, utensílios domésticos, e diversas outras peças. Basicamente, em todos os processos plásticos são necessários os moldes.

A fabricação de moldes para injeção de plásticos conta com vantagens como a possibilidade de desenho do projeto, também feito conforme a necessidade do cliente, garantia de adquirir peças mais duráveis e resistentes, maior precisão nas peças plásticas, e flexibilidade nos projetos.

Componentes

A fabricação de moldes é um processo delicado. Em casos de produtos de uso diário e que não peçam precisão de injeção, como em utensílios, moldes simples são elaborados.

Empresas de ferramentarias realizam o processo de fabricação de moldes para injeção de plásticos, através de um trabalho de análise e desenho das peças realizado por um projetista. Os moldes são feitos através de linhas e cavidades, que são enviadas para a equipe que o produz, utilizando materiais como aço e alumínio.

Para os plásticos de engenharia, que são utilizados em veículos, produtos eletrônicos, telefones e celulares, o molde recebe uma alta precisão e complexidade, além de exigir um excelente equipamento para a injeção plástica.

Aplicações

Com o aumento da produção de produtos plásticos que atendem indústrias de embalagens, alimentícias, automotiva e outras, a necessidade de fabricação de moldes para injeção de plásticos é requisitada.

Já para os plásticos de engenharia, que são utilizados em veículos, produtos eletrônicos, telefones e celulares, o molde recebe precisão e complexidade, além de exigir um excelente equipamento para a injeção plástica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica destaca em seu artigo os 59 anos da empresa e como continuar se inovando no mercado mesmo diante a crise.

Este 2020 em que comemoramos 59 anos, tem sido realmente muito desafiador. Mas o DNA da Termotécnica e das pessoas que trabalham na empresa é de superação. Seguindo a convicção de que é na crise que surgem as melhores oportunidades, a Termotécnica não parou. Ao contrário, vem se reinventando, desenvolvendo novas aplicações e lançando novidades no mercado com uma velocidade que é inerente aos tempos atuais.

Atentos a todas as mudanças na forma de consumo e comportamento das pessoas em tempos de pandemia por Covid-19 fizemos vários movimentos para oferecer aos clientes e ao mercado soluções de embalagens ativas, mais seguras, adequadas aos novos padrões de consumo. É o caso da nanotecnologia Safe Pack Antiviral e Antibacteriano agregada às nossas soluções de embalagens em EPS. Vimos na mudança de comportamento dos consumidores diante deste ‘novo normal’, uma demanda importante por maior segurança sanitária nos produtos. Então agregamos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado essa solução inovadora em tempo recorde.

A demanda crescente pelas frutas brasileiras no mundo, especialmente os cítricos, levou à exportação de um grande lote de limão nas conservadoras DaColheita para a Europa e Eurásia. Por suas características, essas conservadoras podem ampliar o shelf-life de frutas, legumes e verduras (FLVs) em até 20%, garantindo qualidade e frescor no longo transit time de exportação. Para atender às novas demandas de clientes e consumidores, o aumento do e-commerce e do delivery de alimentos, lançamos uma nova conservadora DaColheita mais compacta e prática para um mix de frutas porcionadas.

De tudo que estamos passando, o que podemos tirar de positivo é o quanto de aprendizado esta crise nos trouxe como cidadãos, como profissionais e como empresa. Em um primeiro momento foi assustador. Ainda é muito novo e diferente de tudo que já vivemos. Mas passados estes quase seis meses, aprendemos a lidar melhor com a situação e olhar o lado positivo.

Temos passado muito mais tempo em casa com a família e dado muito mais valor às relações pessoais. Aprendemos a cozinhar e compartilhar as tarefas domésticas. No trabalho, o home office acelerou o uso e a incorporação das ferramentas digitais de comunicação. Nestas reuniões remotas estamos sendo muito mais pontuais, produtivos e assertivos. Por outro lado, nada substitui as relações pessoais, a empatia do olho no olho. No novo normal, pós-pandemia, esperamos retomar esses contatos presenciais, mas certamente serão menos frequentes. A interação digital veio para ficar e não terá volta.

Temos uma cultura de prevenção muito forte em nossa empresa e a preservação da vida está no topo de nossas prioridades. E com a pandemia por Covid-19 não seria diferente. Desde o primeiro momento, temos zelado pelo bem-estar dos colaboradores e suas famílias, tentando ao máximo conciliar as nossas obrigações para com os clientes e o mercado para que possamos sair dessa crise preservando vidas, mantendo os empregos e garantindo a sustentabilidade de nossa empresa. Acredito que sairemos mais fortalecidos desta crise e certamente mais adaptáveis às mudanças.

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Em nossa última entrevista no projeto Plástico pós-pandemia entrevistamos o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho, e ele nos trouxe como o setor de transformados plásticos foi impactado pela pandemia do coronavírus e como pretende se recuperar.

Para o executivo, o ano de 2020 será de retração, com pequena melhora para 2021. Confira a entrevista completa:

Plástico Virtual - Como o setor se adaptou à nova realidade? Especialmente no viés econômico. Houve retração considerável? Como lidam com os números?

José Ricardo Roriz Coelho - A pandemia afetou a indústria do plástico principalmente em março em abril, período em que acumulou uma queda de -30%. Em maio e junho, o desempenho foi positivo e as expectativas dos empresários são ainda de aumento. Mas, no acumulado desse período, o setor ainda trabalha em um nível -11% do que no período pré-pandemia. Há perspectiva de que o ano encerre em um nível de produção -6% menor do que em 2019.

PV - Em relação a vagas de trabalho, como estão lidando com as perdas? Existe alguma iniciativa governamental para ajudar nesse quesito?

JRRC - O setor de forma geral utilizou recursos para evitar demissões.  Em sondagem realizada pela ABIPLAST, 58% das empresas utilizaram instrumentos como redução de jornada e salário, 47% anteciparam férias, 38% tiveram que efetivamente demitir e 33% suspenderam contratos de trabalhos e utilizaram banco de horas.

O governo criou uma linha de financiamento de salários que tinha uma taxa de 3,75% a.a., porém foi pouco utilizada. Dos R$ 40 bilhões destinados a essa linha, apenas R$ 5 bilhões foram efetivamente utilizados. Houve muita dificuldade para acesso a esses recursos e o setor plástico, a exemplos dos demais, praticamente não se utilizou desse expediente.

PV - O que espera do próximo ano?

JRRC - Mantemos uma expectativa otimista de crescimento, mas uma recuperação muito mais lenta do que gostaríamos que ocorresse. Esperamos uma retração de -6% no setor em 2020 e em 2021 um crescimento próximo de 2,5%.

PV - Como lidam com a nova realidade? Existe alguma ação que queira destacar?

JRRC - Nesse momento em que ainda passamos pela pandemia, o objetivo é sobreviver, buscando melhores opções de crédito e capital de giro, trabalhando e gerindo o pessoal, e também fortalecer o relacionamento com fornecedores e clientes. É preciso se adaptar, adotando as melhores soluções utilizadas e transformando em novas formas de fazer negócio.

Na sequência, no pós-pandemia, vamos precisar ter uma agenda e adoção de tecnologias para se reposicionar e se adequar à competitividade mundial. Nesse quesito, é importante pensar nas tecnologias da indústria 4.0, que, reforço, não é somente investimento em automação e mecanização, mas, sim, o uso das tecnologias existentes para ampliar a produtividade e a competitividade da indústria.

Outra questão que já é uma realidade de mercado é a Economia Circular. Nesse momento de mudança na estrutura produtiva, estudar a diversificação de fornecedores utilizando-se do próprio material reutilizado é uma tendência já observada em Ecoparks - condomínios empresariais inteligentes nos quais por vezes o resíduo de uma atividade industrial é a matéria-prima de outra / ou a mineração urbana. Pensar em Economia Circular é adequar a indústria a um momento em que os fluxos de capital estão sendo direcionados para negócios com conceitos de investimentos sustentáveis (ESG – Enviromental, Social and Governance).

PV - Existe algum dado de recuperação econômica ou ao menos projeção?

JRRC - Como citado, nos meses de maio e junho tivemos um desempenho de recuperação e, de acordo com a sondagem de expectativas dos empresários, espera-se que agosto e setembro também sejam meses de desempenho positivo. Porém, mesmo com esses indicadores positivos ainda não voltamos aos níveis do período pré-pandemia.

PV - A oscilação do dólar afeta a produção local? De que forma? 

JRRC - A oscilação do dólar afeta diretamente a aquisição de insumos pelo nosso setor, uma vez que a precificação de nossas matérias-primas leva em conta o câmbio. Atualmente, nosso setor vem sofrendo aumentos em seus insumos por causa do cenário internacional e das oscilações cambiais. Esses aumentos são bastante descolados da realidade do setor, que vem se reposicionando e se recuperando dessa situação de pandemia.

A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), apresentou na última quarta-feira (26), dados conjunturais sobre o mês de julho de 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O presidente executivo, José Velloso Dias Cardoso afirma que o mercado está com desempenho positivo em todas as variáveis. “O pior da crise ficou para trás, que foi o mês de abril, quando a indústria teve uma queda de 30%, e as quedas estão menos intensas a cada mês”.

Segundo detalhes mostrados durante a coletiva de imprensa, a melhoria da indústria de máquinas e equipamentos, se deve pelo mercado doméstico, que mostrou aumento de 30% em comparação ao mesmo período do ano anterior, enquanto isso, as exportações continuam em forte queda (33%), desde o ano passado, devido a fatores como a desaceleração em alguns países, a guerra entre China X EUA, e a situação de alguns países da América do Sul.

Devido ao novo coronavírus, os setores de máquinas agrícolas e a indústria de base, teve um aumento significativo. E os empregos que vinha com demissões desde o início da pandemia, cresceu 1,7%, ou seja, foram contratadas 5 mil pessoas no setor. “Daqui para frente, as demissões serão bem menores e vamos ter mais estabilidades e melhoria nas vendas. Estamos 2,6% abaixo de julho de 2019, mas recuperamos todos os empregos de dezembro de 2019” afirma Velloso.

O presidente executivo ainda destaca que o fundo do poço foi em abril. “Se olharmos o mercado interno, tivemos em abril uma queda de 28%, já maio crescemos 19%, junho mantemos os números e julho o mercado interno cresceu em 30%.”

Para a ABIMAQ, de janeiro a julho de 2020, existe uma queda de apenas 1,9%. No início do ano, a associação tinha a previsão de crescimento de 10%, porém, devido a pandemia, as pesquisas revelam que é possível uma queda de 3,5%, enquanto o PIB tenha queda de 5%.

A Associação durante a coletiva destacou a importância de sua campanha para a aprovação da Reforma Tributária. “Acreditamos que a reforma é muito importante no momento, também temos a importância da Reforma Administrativa”, ressalta Velloso.

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A bica ou sanfona são peças que utilizadas em conjuntos evitam o desperdício dos produtos que podem vir a cair no chão ou se perderem dentro das máquinas injetores. São utilizadas na parte interior do molde das máquinas, fabricada de acordo com as dimensões necessárias do cliente. A bica e a sanfona são fabricadas em uma trama de poliéster, antichamas.

A cortina de contenção possui um sistema retrátil, trabalhando sempre em par, com uma em cada lado do molde, podendo ser feita em quatro tamanhos. A cortina de contenção ainda pode ser utilizada com a bica ou com a sanfona.

A MC Components traz inovação com equipamentos como bica, sanfona e cortina de contenção, uma solução para conter e direcionar as peças injetadas no lugar certo.

Aplicações

São equipamentos utilizados em máquinas com peças injetadas, com o objetivo de reduzir as perdas das peças que caem no chão, buscando evitar desperdício e reduzem a manutenção dos equipamentos.  A MC Components traz inovação com equipamentos como bica, sanfona e cortina de contenção, uma solução para conter e direcionar as peças injetadas no lugar certo.

 Em moldes de peças pequena e ciclos rápidos, é comum algumas peças saírem e caírem fora da esteira, e essas três peças são as soluções para quem busca evitar desperdício.

Componentes

A cortina de contenção pode ser utilizada com a bica ou com a sanfona. Quando utilizada com a bica, no momento da injeção o tubo leva as peças até uma caixa para fora da máquina. Quando a máquina utilizada é uma esteira, a sanfona que é utilizada. A cortina de contenção possui uma carenagem de alumínio e peças em PP, e a película é feita em PVC.

A bica e a sanfona são fabricadas em uma trama de poliéster alta performance, para resistir a muitos ciclos e a sua fixação é feita com imãs de neodímio.

O primeiro plástico capaz de inativar até 99,999% do novo coronavírus MHV-03 (mesmo gênero das espécies SARS-CoV-1, SARS-CoV-2, MERS) acaba de ser desenvolvido por uma indústria brasileira. Produzido pela equipe de P&D da empresa, a tecnologia é incorporada no plástico durante a fabricação, dessa forma, o Embalixo Antivírus atrai e elimina a Covid-19 em contato com o vírus.

Criada pela Embalixo, líder nacional na categoria de sacos para lixo, que tem o objetivo de criar produtos inovadores e sustentáveis que facilitem o dia a dia do consumidor, a solução teve a eficácia comprovada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) por meio de um teste virucida, seguindo as recomendações da Anvisa e metodologias prescritas nas normas.  A Tecnologia ‘EmbaCycle Antivírus’ – antiviral e antibacteriano – age diretamente na membrana que envolve e protege o material genético do vírus.

A partir de componentes, o produto inativa as proteínas e gorduras e quebra a estrutura genética, impedindo a transição para células humanas e, consequentemente, a contaminação. “O diferencial deste novo produto é o efeito permanente, ou seja, a proteção antiviral e antibacteriana é conservada durante todo o tempo de vida do produto. Ele trabalha como uma armadilha para o COVID-19, com sistema que atrai o vírus ao Embalixo Antivírus. Dessa forma, a contaminação cruzada entre a embalagem e o usuário é eliminada, evitando que o saco para lixo atue como um agente transmissor do vírus, além de eliminar, também, as bactérias, deixando o ambiente, seguro, mais higiênico, e livre do mau cheiro causado pelos resíduos”, explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa.

Pensando nos profissionais de limpeza, todos os sacos serão fabricados na cor prata, assim facilitando o consumidor a identificar o produto, e dar maior tranquilidade aos profissionais de coleta de lixo ou a quem for manusear o saco com o lixo acondicionado, pois o mesmo estará protegido.

 A Embalixo destaca que esta tecnologia inovadora é uma barreira adicional no combate à contaminação cruzada de vírus e bactérias. O uso do Embalixo antivírus não elimina a necessidade de cuidados de higienização frequente, segundo as instruções de segurança da OMS perante o cenário de pandemia do novo coronavírus.

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