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A MC Components destaca a importância de um visor de fluxo para evitar obstrução no sistema

Os visores de fluxos são componentes simplificados e possuem o objetivo único de identificação de obstrução da refrigeração dentro de um sistema. Os visores são compostos por uma carcaça de alumínio, visor em policarbonato e uma hélice em nylon, trabalhando de forma a rotacionar sua hélice com a passagem do fluído, sendo possível dessa forma identificar qualquer obstrução no sistema.

Com a mesma condição a hélice pode parar e assim é possível identificar visualmente o problema no sistema. Quando não se encontra um visor de fluxo e ocorro a obstrução em uma mangueira, ou entope a via de refrigeração do molde, ocorre um superaquecimento da cavidade, consequentemente aumenta o tempo de ciclo e aumenta os problemas dimensionais.

Os visores de fluxo permitem a inspeção visual das condições instantâneas de fluxo de fluídos no interior das tubulações, pode também ser utilizado para controlar o fluxo do vapor, e pode ser utilizado nas indústrias químicas, siderúrgicas, de mineração, na indústria plástica, entre outras.

O equipamento é desenvolvido com materiais que garantem mais durabilidade e resistência, com proteção contra impactos e corrosão, e pode ser instalado em diversos ambientes, desde os ambientes mais agressivos, até os ambientes mais simples.

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Prepare-se para o Primeiro Workshop Digital da Pensei Nisso, Confira o cronograma:

24 de Outubro - das 09:00 às 12:00.

31 de Outubro - das 09:00 às 12:00.

Inscrições 1° Lote – Até 30 de Setembro R$ 59,90Inscrições

2° Lote –  De 30 de Setembro até o evento R$ 69,90

Clique a aqui e faça sua inscrição individual

Evento será realizado através do ZOOM Meeting

A quem se destina o Workshop: Operadores de Máquina, Preparador ou Reguladores de Máquina, Trocadores de Molde, Lideres de Injetoras, Técnicos de Processo, Técnicos de Qualidade, Engenheiros de Produto e Processos, Ferramenteiros, Técnicos de Manutenção, entre outros.

A TAG Brazil é uma empresa que realiza serviços de consultorias para ajudar empresas a atingirem suas metas, informando alterações nas legislações, questões administrativas jurídicas e com alternativas de negócios, oferecendo diversos artigos sobre a atual situação.

Em tempos de crise econômica torna-se importantíssimo voltarmos as atenções aos custos das empresas e aprimorar o seu controle, tendo em vista que isso significa uma menor saída de caixa, a qual muitas vezes é desnecessária.

Neste sentido, não apenas os custos com folha de pagamento, mas os seus respectivos incrementos previdenciários e trabalhistas representam uma boa parte desta despesa, inviabilizando, por vezes, a manutenção de empregos ou criação de novos postos de trabalho.

O INSS sem dúvida é um dos custos mais significativos, e o mesmo incide tanto sobre a folha de salários, mas como sobre outras verbas que por vezes não deveria incidir, o que leva a um incremento maior ainda desta despesa tributária.

A nossa Constituição Federal (CF) trata da Contribuição Social Previdenciária (INSS), a qual tem objetivo de financiar a Seguridade Social, incidindo sobre a folha de salários e outros rendimentos do trabalho pagos às pessoas físicas que prestem serviços às empresas ou ao Estado.

A Lei no. 8.212/91, dispõe que o INSS incide sobre o total das remunerações, devidas ou creditadas a qualquer título. Assim, a União Federal interpreta a expressão “demais rendimentos do trabalho a qualquer título” de forma ampla, incluindo na base de cálculo todas as formas de pagamento ou crédito aos empregados.

Porém, tanto os tribunais inferiores quanto o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) tem decidido favoravelmente aos contribuintes no tocante à abrangência da base de cálculo do INSS, julgando que nem todos os valores pagos às pessoas físicas estão sujeitos ao INSS, principalmente os valores que não possuem natureza salarial, ou seja, somente as remunerações decorrentes do trabalho deveriam integrar a base de cálculo do INSS.

Desta forma, todas as verbas que não possuam natureza remuneratória, inclusive as chamadas verbas indenizatórias, não devem ser incluídas na base de cálculo do INSS, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) já vem sedimentando os seus julgados neste sentido.

Em um dos julgados do STF, Recurso Especial (RE) no. 593.068 de outubro de 2018, em caráter de repercussão geral, o Ministro Roberto Barroso, relator do processo, julgou que não deve ocorrer a incidência de contribuição previdenciária sobre verbas que não são incorporáveis aos proventos de aposentadoria, ou seja, se as referidas verbas não compõem a base de cálculo para aposentadoria do empregado ou servidor público, estas não deveriam estar sujeitas à tributação pelo INSS também.

O voto do relator foi acompanhado pelos ministros Rosa Weber, Carmen Lúcia, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski. A estimativa é que aproximadamente 30 (trinta) mil processos possam ser solucionados após este julgamento.

Além disso, o próprio STF entende que este tema deveria ser objeto de análise e decisão do STJ para firmar jurisprudência, por se tratar de matéria de natureza infraconstitucional. Eventuais outros questionamentos seriam meramente reflexos à Constituição Federal.

Da mesma forma que o referido julgado, entendemos que valores pagos aos empregados que tenham caráter indenizatório, não recebidos de forma habitual e/ou que não se incorporam ao salário para efeitos de contribuição e repercussão em benefícios, não devem compor a base de cálculo das contribuições previdenciárias a serem pagas pelo empregador.

Além disso, os valores pagos indevidamente de INSS sobre estas verbas estão sujeitas à restituição ou compensação, inclusive os valores pagos nos últimos 05 (cinco) anos, referentes as verbas indenizatórias e de natureza não salarial, e de forma prospectiva, as empresas passem a recolher o INSS vincendo sobre a base de cálculo correta, inferior à atual.

O nosso entendimento é de que há necessidade de ação judicial para o reconhecimento de tal direito, levando-se em consideração as decisões favoráveis emanadas pelos tribunais superiores, e para que as empresas tenham respaldo legal para a exclusão das verbas que não possuam natureza remuneratória da incidência do INSS.

Destarte, cabe aos demais tribunais, à Receita Federal do Brasil (RFB) e ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), reproduzir os entendimentos fixados pelos tribunais superiores, quer se trate de causas envolvendo compensação de tributos, quer trate de autos de infração (AIIM).

Resta-nos esperar o cumprimento dos precedentes decididos pelas cortes superiores brasileiras, pois com a uniformidade dos entendimentos sobre a legislação tributária, alcançaremos a segurança jurídica tão desejada pelos contribuintes.

Nesta época que as empresas estão adequando o seu quadro funcional, entre outros custos, torna-se ainda mais importante esta análise, e devem verificar criteriosamente as verbas que estão sujeitas à incidência do INSS (parte empresa), de forma que não ocorram pagamentos indevidos e o seu fluxo de caixa seja preservado, levando-se em consideração os altos custos incorridos mensalmente com a Folha de Pagamento e seus reflexos tributários como um todo.

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O plástico pode ser reutilizado de diversas formas após sua separação dos demais resíduos. O processo de reciclagem do plástico pode seguir três caminhos, processo mecânico, químico e energético.

- Reciclagem mecânica: o método mais comum, sendo realizada através de moagem do material, lavagem e separação, secagem e por último a extrusão;

- Reciclagem Química: forma de reciclagem transforma os materiais plásticos em substâncias químicas ou matéria prima;

- Reciclagem Energética: realiza a queima do material, de modo que gere calor ou energia, sendo utilizada em locais sem coleta de plásticos e transformados em combustíveis.

Aplicações

Os plásticos reciclados são transformados em matéria-prima como resinas PET, PEAD, PVC, PP e diversas outras. Dessa forma o material se torna reutilizável e com grande diversidade de aplicações. A reciclagem mecânica é aplicada em sobras industriais e materiais recuperados através da coleta seletiva, sendo transformado em pequenos grãos.

A reciclagem química realiza a transformação do material plástico em materiais petroquímicos. Por último, a reciclagem energética é feita para realizar a transformação do plástico em energia térmica e elétrica.

Componentes

Os componentes presentes na realização dos três processos:

- Reciclagem mecânica: moinho para realizar a trituração do material e por último uma extrusora, onde são aquecidos e formando os grânulos do material;

- Reciclagem química: processo é o mais complexo, possuindo três tipos, a hidrogenação, gaseificação, pirólise e quimólise;

- Reciclagem Energética: realizada em materiais plásticos encontrados em lixões ou onde não se dá mais para realizar os outros tipos de reciclagem. Eles são queimados, sendo reaproveitados como combustíveis.

A Earth Renewable Technologies é a primeira indústria do Brasil que produz plástico em até seis meses de materiais renováveis

Pela primeira vez na história, uma empresa produz em território nacional uma solução alternativa a plásticos derivados de petróleo. São plásticos de base orgânica, feitos a partir de materiais renováveis, que oferece a todos os segmentos, a possibilidade de substituir suas embalagens tradicionais por outros recipientes plásticos para qualquer uso e em qualquer formato, mas tendo em comum o fato de serem totalmente funcionais, biodegradáveis e compostáveis.

Assumindo o papel de “sustainability house”, é que a empresa Earth Renewable Technologies (ERT) oficializa sua operação no Brasil. A missão é fazer do plástico que desintegra em até seis meses uma solução viável para marcas interessadas em substituir suas embalagens plásticas tradicionais. “Isso é possível com a aplicação do nosso biopolímero, feito com base biológica a partir de materiais renováveis, que atende as normas técnicas e apresenta a mesma performance, mas com menor impacto ambiental. Nossa solução empodera as empresas e as conduz em direção aos conceitos mais concretos de economia circular, reduzindo suas pegadas de carbono, diminuindo a dependência de plásticos de origem fóssil, focando no desperdício zero e reduzindo o descarte de lixo plástico não degradável na natureza”, pontua Kim Gurtensten Fabri, CEO da Earth Renewable Technologies.

O CEO conta que o processo começou há 11 anos, quando a ERT desenvolveu em conjunto com a Clemsom University (instituição de ensino em engenharia de polímeros, na Carolina do Sul/EUA) a Short Fiber Reinforced Polymer (SFRP). A fibra foi patenteada como a primeira tecnologia capaz de modificar drasticamente a performance de biopolímeros e entregar aplicações antes desconhecidas para estes materiais. “Isso se dá pelo uso de bioplásticos, que são produtos de base biológica, derivados de plantas e outros materiais renováveis ​​agrícolas, marinhos e florestais”, explica Fabri.

A solução da ERT permite criar e customizar os mais variados tipos de recipientes, para diversos formatos de indústria, tornando-os efetivamente funcionais. Um exemplo é a sacola PLA Biobased, item biodegradável obtido de fontes renováveis e as embalagens feitas especialmente para a Melíponas. “Nosso diferencial está atrelado à funcionalidade e amplitude da nossa tecnologia. É uma solução que atende o varejo, o setor de serviços e a indústria com a mesma eficiência”, resume Emanuel Martins, COO da Earth Renewable Technologies.

Estrategicamente instalada em Curitiba (PR), a ERT tem pela frente alguns desafios. O primeiro é aliviar o fator custo, intrínseco a qualquer tipo de inovação. O segundo é vencer a barreira dos “oxibiodegradáveis”, que levam aditivo no plástico convencional e se fragmentam, contaminando o solo e o meio ambiente em geral. Por fim, promover uma disruptura no setor industrial nacional e emplacar de vez a sustentabilidade no meio corporativo, ainda um pouco tímido em relação ao uso de soluções biodegradáveis em suas linhas de produção.

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A Pro Life Reciclagem é uma empresa de comércio de resinas recicladas e recuperadas, e aparas industriais e atua com o objetivo de estar dentro do mercado ambiental correto. As resinas são utilizadas na produção industrial dos mais variados tipos de produtos plásticos, que estão presente na vida das pessoas, e as resinas recicladas estão ganhando destaque no mercado cada dia mais.

Para Thales Aquino, diretor da Pro Life Reciclagem, a empresa buscou se adaptar a nova realidade do coronavírus negociando e protelando os vencimentos próximos. “No início, tivemos uma imensa retração, caracterizada pela redução de pedidos de compras e inadimplência, mas passamos por esse período e estamos agora com elevada demanda de pedidos de compra”.

O diretor ainda ressalta que a empresa ainda possui um novo desafio, o de garantir fornecimento enquanto está com dificuldades de atender. “Como somos uma empresa de representação de pequeno porte, não tivemos demissões e não precisamos utilizar nenhuma iniciativa governamental. A empresa se mantém ativa a partir das vendas que invariavelmente estão ocorrendo, e não temos um dado de recuperação para o momento”, destaca.

Para 2021, a Pro Life Reciclagem possui expectativas altas, pois estão com demandas internas e a busca por resinas elevadas. “Para adaptar a essa nova realidade, pensei na inovação, fazer algo diferente e melhor para a empresa, e contratei a Plástico Virtual para desenvolver estratégias de divulgação para angariar novos clientes”, finaliza.

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ABIMEI discute sobre indústria 4.0

A ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais) discute como o setor de plástico e o mercado está se adaptando com a indústria 4.0. A indústria 4.0 de maneira geral traz automação, ganho de produtividade e competitividade.

Christopher Mendes, diretor financeiro da associação, explica que o setor plástico de forma geral não está se adequando a indústria 4.0, pois não faz parte da realidade dos clientes com máquinas extrusoras, de corte e solda, entre outros. O setor de injeção e sopro é o que mais atua com a indústria 4.0, mas ainda não é uma realidade para todos, e os robôs, sistemas de TI e dados na nuvem são considerados os pontos de maior acesso para as tecnologias deste mercado.

Plástico promete barrar o coronavírus

Um plástico antivírus desenvolvido em Hortolândia que é capaz de bloquear espécies do novo coronavírus começou a ser utilizado na fabricação de sacos plásticos de lixo e está pronto para a indústria de capas e aventais médicos; além de fabricantes de poltronas em ônibus, aviões, carros de aplicativos, dentre outros ramos da atividade industrial. Trata-se do Embalixo Antivírus, plástico que inativa até 99,999% do coronavírus.

O plástico foi desenvolvido na empresa Embalixo, em Hortolândia, entre fevereiro e março deste ano e será disponibilizado à população como saco de lixo prateado nesta primeira semana de setembro. A eficácia do plástico foi comprovada em testes de laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), seguindo as recomendações Anvisa e metodologias prescritas nas normas.

Repsol e grupo Armando Álvarez apostam na economia circular do plástico

A parceria vem reforçar o objetivo da Repsol de ser uma empresa com zero emissões líquidas em 2050, para o qual o negócio químico da empresa também contribuirá de forma decisiva. A Repsol aposta na eficiência dos seus processos químicos industriais e está orientada para a economia circular, com a ambição de reciclar o equivalente a 20% da produção de poliolefinas da empresa até 2030.

O resultado da colaboração entre a Repsol e a GAA foi o desenvolvimento do primeiro material homologado para a aplicação de película destacável que incorpora material reciclado da gama Repsol Reciclex, tonando-se assim empresas líderes de mercado e campeãs da economia circular em aplicações de embalagem.

A Repsol tem, desde 2016, uma estratégia de economia circular que se aplica a toda a cadeia de valor da empresa, desde a obtenção de matérias-primas à comercialização de produtos e serviços. Atualmente, possui mais de 200 projetos em curso nesta área, os quais são desenvolvidos em colaboração com mais de 180 parceiros estratégicos, organizações e instituições.

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Os manifolds são equipamentos para distribuição e ramificação de disposição da refrigeração da rede da fábrica, geladeira e/ou aquecedor para a máquina e molde de injeção. O manifold é um componente tão importante quanto a qualidade e dimensionamento da rede de água. O equipamento possui vários tubos de entrada ou saída de gases derivando de uma única instalação.

O problema de um manifold mal dimensionado, é que pode influenciar negativamente a refrigeração, aumentando o tempo do ciclo de injeção, até mesmo afetando o dimensional de peças técnicas por uma refrigeração ineficiente.

Os manifolds da MC Components são pensados e projetados para a melhor performance de refrigeração, dando total ênfase para a maior passagem de fluído possível sem restrições, com opções para baixa e alta temperatura de acordo com a necessidade. A MC Components dispõe de sete manifolds diferentes.

O manifold tubular alta vazão foi desenvolvido para atuar como um distribuidor de água principal para as máquinas injetoras. Com o manifold flauta plug via x via você encontra um sistema simples e de baixo custo, com todas as saídas e entradas do molde em uma entrada e saída principal. Com esse sistema fixado no molde, é possível reduzir o tempo de setup.

Já o manifold CPM registro vertical atendem a uma alimentação principal de mangueira, com semelhança ao manifold flauta registro vertical e horizontal, que contam com as mesmas características de trabalho, atendem uma alimentação principal de mangueira. Com o manifold flauta plug você encontra montagem desenvolvida para a aplição diretamente no molde para centralizar todas as entradas e saídas.

O acoplador troca rápida conta com todas as ligações de entradas e saídas do molde, feitas de forma simples através da alavanca, composto por acoplador lado máquina e acoplador lado molde.

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Sinplast-RS, Simplás e Simplavi reuniram entidades, parlamentares e interessados no setor

O Sinplast-RS, em parceria com Simplás e Simplavi, promoveu o webinar com representantes da ABIPLAST, Plastivida e Braskem a fim de dialogar sobre o tema: “Plástico e políticas públicas: alternativas e soluções”. O encontro ocorreu junto a parlamentares estaduais, suas assessorias e demais interessados no setor, reunindo cerca de 50 participantes simultâneos.

Soluções para reciclagem, educação ambiental e descarte correto integraram o bate-papo. O presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, iniciou o evento com uma fala sobre o tema principal. “Que possamos trabalhar na educação ambiental para a separação e o destino correto do plástico, a fim de que vire material novamente, reaproveitando e gerando um novo produto e fechando assim a economia circular”, ressaltou.

O presidente do Simplás, Gelson de Oliveira, também deu seu parecer ao começar o debate: “Falta educação, faltam políticas públicas e todas as entidades juntas com a responsabilidade de um projeto onde possamos reutilizar corretamente e não vilanizarmos o plástico”.

Daniel Fleischer e Vick Martinez, representando as Relações Institucionais da Braskem, foram os primeiros debatedores, abordando, principalmente a Indústria Brasileira, da petroquímica à reciclagem. Para Fleischer, a responsabilidade de cada um também deve ser medida, principalmente quando falamos sobre o assunto. “Se os plásticos estão nos lugares errados é porque PESSOAS descartaram os resíduos de forma errada. O plástico pode ser tudo, menos lixo”, destaca.

A coordenadora de projetos setoriais da Abiplast, Paula Pariz de Oliveira seguiu a discussão na mesma linha, tocando em pontos como o banimento, as restrições, o panorama geral do setor e uma linha do tempo dos materiais. “Quando falamos de Projetos de Lei, falamos geralmente sobre descartáveis. Mas, na produção total de resíduos, somente 2,5% são materiais de uso único”.


A Plastivida finalizou a programação do evento com uma fala ministrada por seu Presidente, Miguel Bahiense, que abordou, de forma geral, a realidade da reciclagem no Brasil. “Se nós não entendermos que não podemos desperdiçar, que não devemos consumir em excesso e que temos que destinar de forma adequada, não teremos solução para o lixo, e não importa se for plástico, papel ou alumínio”.

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Higienizar todas as embalagens que entram nas residências com água, sabão e álcool em gel se tornou uma nova rotina nos lares brasileiros. A justificativa tem sólida base científica: segundo um estudo da Universidade de Princeton, nos EUA, o novo coronavírus pode permanecer ativo em superfícies por até 72 horas.

Diminuir a necessidade de limpeza frenética foi o que levou a TNS Nanotecnologia a desenvolver o Protec-20, um aditivo para plásticos com capacidade de inativar diversos tipos de vírus envelopados, incluindo o Sars-Cov-2. Por meio da ação de nanopartículas de prata e zinco que desativam a camada lipídica dos vírus, é possível inativar o micro-organismo depois de 30 segundos do contato com o aditivo.

A empresa catarinense é a única no mercado latino-americano a oferecer componentes naturais que não geram impactos negativos no meio ambiente e para as células do organismo humano. A solução oferecida pela TNS diminui em 99,99% as chances de contaminação cruzada. Isto permite que a etapa da limpeza de superfícies plásticas, que contam em sua formulação com a tecnologia, seja feita sem preocupações excessivas.

O combate aos vírus já começa a partir da produção da embalagem na indústria, o que por sua vez pode permitir uma mudança no comportamento da população, que ainda se esforça para evitar contágio em tempos de pandemia. Além de plástico, o Protec-20 também está presente em materiais de isopor usados para acomodar alimentos e medicamentos. Esta medida contribui para que não haja transmissão para produtos que não podem ser higienizados. O produto conta com aprovação dos Institutos de Saúde da Universidade de São Paulo (USP), pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e do Núcleo Vitro, importante laboratório privado.

A utilização individual de equipamentos, seja de proteção ou mesmo copos de água, trouxe um aumento no número de lixo produzido. Segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), somente em maio houve um aumento de 28% na coleta de recicláveis.

Com a garantia da não proliferação de vírus, fungos e bactérias, o acréscimo do aditivo em plásticos da TNS permite que o material tenha aplicação prolongada, já que não é necessário descartá-lo de forma rápida.

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