A Plastecno, é uma empresa que atua no segmento de plásticos de engenharia há mais de 30 anos, e aderiu ao longo de sua jornada um modelo de atendimento personalizado, proporcionando uma segurança extra para seus clientes.
Comercializando chapas, tarugos redondos, tarugos quadrados, tubos, buchas, perfis especiais, peças técnicas para acrílico, poliacetal, CELERON, UHMW, PVC, polietileno, nylon 6, nylon 6.6/6, entre outros, a empresa busca atender seus clientes de forma específica, mostrando a importância de oferecer atendimento personalizado dentro do mercado.
Atendendo setores como siderúrgico, metalúrgico, químico, petroquímico, elétrico, alimentício, farmacêutico, civil, cosméticos, máquinas agrícolas e entre outros, a Plastecno realiza estudos a fim de identificar e compreender as necessidades de seus clientes para adaptar as melhores soluções.
Para Patricia Andrade Paulino, responsável pelo departamento comercial da Plastecno é muito importante ter um atendimento personalizado e pessoas qualificadas dentro da empresa. "Há 20 anos, trabalhamos no desenvolvimento dos nossos colaboradores para que se tornem vendedores técnicos na área de plásticos industriais. Realizamos frequentes treinamentos internos, estimulando a interação entre as pessoas e a troca de conhecimentos, formando um ambiente constante de troca de experiências."
Em uma recente pesquisa realizada dentro da Plastecno, entre seus clientes, 52,9% classificaram o atendimento da empresa como ótimo ou excelente, devido a sua personalização diferente. O atendimento personalizado define uma lealdade do consumidor. “O atendimento personalizado já é uma realidade e dentro da Plastecno, observamos cada vez mais a necessidade de individualização no atendimento aos nossos clientes, precisamos ter a certeza que as necessidades serão atendidas, buscando gerar fidelização, atração de novos clientes e crescimento de nossa empresa que se encontra em expansão”, explica a gestora.
Com mais de 30 anos de experiência no mercado de plásticos de engenharia, a empresa realiza constantemente treinamentos externos e internos visando a capacitação dos seus colaboradores, garantindo o aprimoramento em seu atendimento e garantindo melhor satisfação por parte dos consumidores. O atendimento personalizado é um conjunto de técnicas que possuem a missão de fazer com que o cliente se sinta único e especial. A técnica de comunicação possui ainda como objetivo, agregar valor à empresa, além de fazer com que o cliente se sinta mais confortável em estar com você.
A gestora finaliza que os clientes, por conta do mercado e do alto volume acabam necessitando de um atendimento um pouco mais imediato e isso faz com que a Plastecno ganhe cada vez mais agilidade no atendimento. “São ações como essas que permitem que o departamento de vendas realize um atendimento personalizado, identificando a necessidade dos clientes, apresentando soluções e sanando dúvidas técnicas sobre os materiais”.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber as novidades e conteúdos de qualidade do mercado plástico.
[dinamize-form id="13211"]
Post Views:8
Apesar do cenário com a pandemia do novo coronavírus, a indústria está retomando suas operações com indicadores positivos
O volume de produção na indústria está sendo reestabelecido e, algumas delas, já estão operando na capacidade máxima. No artigo, Luiz Seixlack, Associate Partner da Page Executive, aponta os desafios para 2021, o que é esperado dos profissionais e os cargos e setores em alta.
Seixlack afirma “apesar da capacidade de operação da indústria estar em seu maior patamar desde 2014, é nítido a falta de matéria-prima, além do alto custo gerado pelo balanço entre oferta e demanda, e que o cenário da indústria será muito desafiador nos próximos meses”.
Em função do momento atual, o perfil de profissional exigido pelo mercado está passando por uma transformação, que continuará mudando para se adaptar ao cenário de incertezas. O perfil que demonstrar resiliência, flexibilidade e capacidade de adaptação terá mais sucesso para enfrentar esses desafios.
Seixlack explica que na prática, é um profissional que consegue entender o cenário em que está inserido, se adaptar junto com a equipe e tomar decisões rápidas acompanhando o movimento do mercado, negociando com fornecedores. Em posições de liderança, as empresas têm buscado gestores que consigam desenvolver e reter suas equipes. "O afastamento entre as pessoas gerado pela pandemia pode afetar a produtividade. Um perfil demandado é de quem é capaz de manter o time coeso, respeitando o espaço e forma de trabalho individuais. É um gestor menos executor, que delega mais e deixa o time mais autônomo”.
Na alta liderança, o foco continua sendo na redução de custos, melhoria de performance e adoção de estratégias para alavancar a carteira de clientes. “Se o profissional entende a movimentação do mercado e desenvolve suas competências diante disso, tem chance de evoluir em seu plano de carreira. Por outro lado, caso não acompanhe essa transformação, poderá será substituído ou ficará estagnado”, afirma.
Os 3 desafios para a indústria em 2021:
O primeiro desafio da indústria em 2021, é ter melhorias de processos; utilizar ferramentas de lean manufacturing para reduzir custo, melhorar eficiência e ter equipes mais enxutas e autônomas. Outro deságio é a transformação digital; introdução de conceitos de indústria 4.0, automação e robotização, com gestão a distância das operações. Ferramentas de marketing para alcançar novos clientes e conseguir analisar grandes volumes de dados. E por último o capital humano; a partir do momento que as fábricas evoluem, os profissionais que as operam também devem seguir essa tendência. Por essa razão, há uma necessidade de formação para essa nova massa, com maior capacidade analítica e conhecimentos técnicos ligados a tecnologia.
A demanda reduzida do início da pandemia ligado a uma redução dos estoques das empresas para ajuste financeiro, levou a uma alta da produção que vem se mantendo. A tendência é que a produção venha a se estabilizar nos próximos meses em um nível inferior ao que está hoje. Nesse sentido, a mão de obra temporária tem sido bastante utilizada para ajustar essas flutuações.
Durante a crise em 2020, as posições de BackOffice, como RH, compras, finanças e TI, foram muito exigidas e, por isso, houve menos movimentação nesses cargos. Em um cenário de recuperação neste ano, a tendência é que esses profissionais passem por avaliações de desempenho mais rigorosas que levarão a mudanças de estrutura em caso de performance abaixo do esperado.
Os setores da indústria de base como metalurgia, siderurgia, embalagens, insumos químicos e materiais de construção permanecerão em alta.Devido ao cenário da economia do país aliado a crises sucessivas, o formato da composição da remuneração dos profissionais da indústria sofreu algumas alterações.
Primeiramente, a parcela fixa da remuneração se manteve estável ou até mesmo sofreu uma redução ao longo dos últimos anos, devido a uma alta disponibilidade de executivos dispostos a negociar seu pacote de remuneração para voltar ao mercado.Por um outro lado, para compensar essa perda, as empresas vêm alavancando a parcela variável da remuneração, com bônus mais agressivos e atrelados a resultados concretos. Além disso, incentivos de longo prazo têm se tornado mais comuns, visando a retenção de talentos e mão de obra qualificada.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber as novidades e conteúdos de qualidade do mercado plástico.
[dinamize-form id="13211"]
Post Views:8
A ABB lançou o ABBAbilitySmart Sensor que oferece análises, funcionalidades e comunicações aprimoradasem tempo real
A ABB lança no Brasil o ABB Ability Smart Sensor para áreas classificadas, um sensor inteligente e seguro capaz de monitorar motores elétricos e bombas instalados em atmosferas explosivas. O sensor inteligente sem fio monitora os principais parâmetros para fornecer análises detalhadas sobre o desempenho e a integridade de ativos, como motores e bombas.
Equipamentos instalados em locais de difícil acesso ou perigoso podem ser monitorados com segurança à distância. Os operadores podem planejar suas atividades de manutenção com antecedência, reduzir o tempo de inatividade e estender a vida útil do equipamento.
Teijo Kärnä gerente de produto global, ABB Ability SmartSensor afirma que essa nova geração de sensores inteligentes fornece dados de alta qualidade para permitir que as análises avançadas da ABB sejam usadas em áreas classificadas. “Esses sensores inteligentes têm maior sensibilidade, o que permite que os clientes vejam os problemas com antecedência. Eles também oferecem mais recursos de monitoramento, uma frequência de comunicação mais ampla e excepcional vida útil da bateria”.
O ABB Ability Smart Sensor para áreas classificadas oferece uma vida útil da bateria de até três vezes mais do que a maioria dos modelos da concorrência. Ele é vedado com uma classificação IP66/67 e pode ser montado diretamente no equipamento em questão de minutos usando um suporte de montagem simples. O sensor se comunica com smartphones, tablets, PCs e gateways da planta usando Bluetooth ou WirelessHART de baixa energia.
Um novo projeto de antena ampliou seu alcance, a comunicação confiável em distâncias de algumas centenas de metros agora é possível. Outra novidade é que os sensores têm maior sensibilidade a pequenas mudanças nas condições do equipamento, incluindo aviso prévio de danos aos rolamentos.
Essa capacidade de gerar uma gama muito mais ampla de dados é combinada com eletrônicos integrados de última geração que incorporam algoritmos avançados com base na vasta experiência da ABB em motores elétricos. Isso ajuda os operadores e as equipes de manutenção a produzir informações precisas para prever possíveis falhas, permitindo que ações corretivas sejam tomadas antes que ocorra uma pane.
O ABB Ability Smart Sensor para áreas classificadas possui os certificados ATEX, IECEx e NEC500, para área classificada (Zona 0, Zona 20, Classe | Divisão | e Classe 2 Divisão I) em conformidade com os requisitos rigorosos para equipamentos que operam em atmosferas explosiva.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades e receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
[dinamize-form id="13211"]
Post Views:8
Fique por dentro do que rolou essa semana no mundo o plástico
Startup queniana transforma plástico em tijolos mais fortes do que concreto
Startup queniana Gjenge Makers fundada pela empresária Nzambi Matee, criou uma máquina capaz de transformar resíduos do material em tijolos mais resistentes do que concreto. O maquinário permite que 1.500 tijolos sejam produzidos em um único dia. As peças conseguem suportar o dobro do peso limite de blocos de concreto.
Além da praticidade e da qualidade, o material também se destaca pelo custo acessível em relação aos tijolos tradicionais. A startup já conseguiu transformar mais de 20 toneladas de resíduos de plástico em tijolos coloridos. A empresa também gerou 112 postos de emprego para catadores de lixo, mulheres e jovens no Quênia.
Hamee Corporation e BASF reinventam capinhas para celulares com TPU Elastollan
A marca japonesa Hamee Corporation, lançou uma nova linha de capinhas de proteção personalizadas feitas com o Elastollan, poliuretano termoplástico (TPU) da BASF, para o novo iPhone 12 e iPhone 12 Pro. Por sua alta durabilidade e excelente estética, com elevada transparência e resistência ao amarelamento, Elastollan é o material ideal para capinhas de proteção.
O Elastollan é selecionado para a nova linha de capinhas de proteção da Hamee, HIGHER, para proteger o celular sem comprometer a clareza e a estética ao longo do tempo. A resistência UV do Elastollan, otimizada na nova fórmula, ajuda a garantir as suas propriedades de evitar o amarelamento.
Este TPU inovador utilizado na estrutura híbrida multimaterial impede a descoloração ou amarelamento durante a vida útil da capinha de celular, resultando em um equilíbrio correto entre forma e função, garantindo ao mesmo tempo uma qualidade superior nos produtos Hamee.
Eastman vai construir planta de reciclagem molecular de plásticos nos EUA
Através da metanólise, a planta de escala global converterá resíduos de poliéster, que frequentemente acabam nos aterros sanitários e nos corpos d’água, em produtos duráveis, criando uma economia circular otimizada. Ao longo dos próximos dois anos, a companhia investirá aproximadamente 250 milhões de dólares na planta, que irá apoiar o compromisso da Eastman em entender a crise mundial de resíduos e a mitigar os desafios criados pelas mudanças climáticas, ao mesmo tempo que gera valor para seus acionistas.
Utilizando a tecnologia de renovação do poliéster, a nova planta utilizará mais do que 100 mil toneladas de resíduos plásticos, que não podem ser reciclados pelos métodos atuais de reciclagem mecânica, para produzir plásticos especiais de alta qualidade feitos com conteúdo reciclado.
Este processo que utiliza resíduos plásticos como a principal matéria prima é uma verdadeira solução de reciclagem material-a-material e não apenas reduzirá o uso de matérias primas de origem fóssil, como também reduzirá a emissão de gases de efeito estufa em cerca de 20%-30%, quando comparado ao uso de materiais fósseis. Essa planta, que está prevista para finalização mecânica por volta do final do ano de 2022, contribuirá para que a empresa alcance seus ambiciosos compromissos com a sustentabilidade.
Robôs industriais da ABB contam com wizard easy programming para programar sem a necessidade de treinamento básico
A ABB Robótica, pioneira em tecnologia, automação de máquinas e serviços digitais, acaba de lançar o software Wizard Easy Programming para programação do robô industrial IRB 1100, permitindo que usuários de robótica iniciantes introduzam automação em suas linhas de produção sem a necessidade de habilidades de programação especializadas ou qualquer conhecimento de código RAPID.
Baseado em blocos gráficos simples, o Wizard Easy Programming torna mais fácil para não-especialistas automatizar suas aplicações. Os blocos representam ações como ‘mover para o local’, ‘pegar um objeto’ e ‘repetir movimentos’, tornando mais fácil e intuitivo construir uma série de processos simples para o robô realizar. Também existem funções para tratamento de erros, permitindo que programadores novatos resolvam problemas, como colisões.
Com a programação do Wizard Easy, um robô pode ser instalado e começar a funcionar em minutos. O processo de programação é reduzido a simplesmente arrastar e soltar o bloco necessário no controlador ABB FlexPendant, permitindo ao usuário ver os resultados imediatamente e, caso necessário, ajustar as ações do robô. Ao vincular esses blocos, programas completos podem ser construídos para aplicações como carregamento de máquinas ou montagens, sem a necessidade de qualquer conhecimento de linguagens de programação de robôs.
O software Wizard Easy Programming da ABB, que já está disponível para a linha Single Arm do YuMi®, está disponível gratuitamente e pode ser instalado como um complemento. Além disso, o Wizard será pré-instalado no controlador ABB FlexPendant de cada novo robô IRB 1100. O software estará disponível em outros robôs industriais da ABB no futuro.
Antti Matinlauri, chefe de gerenciamento de produto da ABB Robótica destaca “Há uma demanda crescente da indústria por robôs que possam ser facilmente programados para uma ampla gama de tarefas, razão pela qual a ABB está expandindo a capacidade do Wizard Easy Programming para suportar pequenos robôs industriais, iniciando com o IRB 1100”.
Matinlauri ressalta “As pessoas se acostumaram às interfaces de usuário fáceis em smartphones e outras tecnologias de consumo. Nossa ferramenta Wizard Easy Programming usa esse conceito para tirar o esforço da programação de robôs industriais e nos aproxima de permitir que qualquer pessoa use a robótica.”
Para empresas com necessidades de programação mais especializadas, novos blocos também podem ser criados para executar tarefas específicas. Isso é possível por meio do software Skill Creator da ABB, que a empresa ou seus parceiros podem usar para transformar rotinas de programação em linguagem RAPID em blocos do assistente, prontos para uso. Os blocos personalizados, conhecidos como habilidades (“Skills”), podem ser produzidos para controlar garras especializadas ou aplicações de visão.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
Post Views:9
A Activas e a ERT apostam no mercado do país e na vocação de sustentabilidade da distribuidora brasileira
A Activas, fechou parceria inédita com a empresa norte-americana Earth Renewable Technologies (ERT), que produz materiais biodegradáveis, excelente opção às embalagens plásticas, entre outros produtos. A Activas terá a exclusividade no Brasil de comercialização de plásticos de base orgânica da ERT, feitos 100% a partir de materiais renováveis.
A ERT tem forte presença nos EUA e Europa, pois oferece um produto não poluente e biodegradável, desde que seja colocado em ambiente compostável. “Nossa solução única, que entrega propósito e sustentabilidade às marcas, somada a um mercado que se mostra aberto a serviços e produtos sustentáveis e pós-planeta, torna o Brasil um campo promissor para nossa atuação e a expectativa de nos tornarmos líderes no segmento de biopolímeros”, afirma Kim Gurtensten Fabri, CEO da ERT.
O CEO afirma que a escolha da Activas como parceira se deve, ao comprometimento com a sustentabilidade e à política de compliance da distribuidora de plásticos, além de ter uma equipe qualificada e ótima infraestrutura de distribuição.
A Activas tem hoje mais de 5.000 clientes/ano, espalhados por todo o país e faturou no ano passado cerca de R$ 700 milhões, resultado estável em relação a 2019, mesmo com crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “A nossa ideia, com a parceria, é ter disponível na prateleira mais uma opção sustentável aos clientes, além do polietileno verde, da Braskem (da qual a Activas é distribuidor oficial), à base de cana de açúcar, que já ofertamos”, afirma Laércio Gonçalves, CEO da distribuidora.
Gonçalves ressalta que o biopolímero biodegradável da ERT, cujo mercado ainda é quase inexplorado no Brasil, pode ser usado em todas as áreas atendidas pelo plástico normal, mas neste primeiro momento vamos ofertar produtores de descartáveis embalagens de supermercados, filmes e monofilamentos para impressora 3D. “No caso dos descartáveis, um mercado no Brasil estimado em 226 mil toneladas de plásticos por ano, os biodegradáveis são ótima opção, diante da nova legislação de São Paulo, que proíbe o uso de garfos, talhares e copos plásticos não recicláveis ou biodegradável, por exemplo”.
Fabri destaca “a ERT a empresa escolheu o Brasil também em função da vocação agrícola do país e a abundância de matéria-prima renovável, como a bagaço de cana ou fibra de bambu e de coco e amido de milho, utilizados na produção do biopolímero composto”.
A empresa norte-americana está construindo fábrica do produto em Curitiba, na qual está investindo US$ 5 milhões (cerca de R$ 27 milhões). “A partir de agosto, a fábrica estará produzindo cerca de 1 mil toneladas ao ano, com previsão de chegar a 30 mil até 2025. Nos EUA e na Europa, o mercado de plásticos biodegradáveis tem crescido cerca de 50% a cada cinco anos”, afirma.
De acordo com Alexandre Pastro, da Activas, o acordo com a ERT vem sendo negociado há algum tempo. “Nas próximas semanas, já devermos ter os primeiros materiais biodegradáveis para entregar no mercado nacional. Vamos trabalhar em conjunto com a ERT para desenvolver um mercado nacional desse produto”, salienta Pastro.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Anualmente, o PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), parceria entre a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), representante do setor de transformados plásticos e reciclagem e a Braskem, maior petroquímica das Américas, realiza um estudo sobre a reciclagem mecânica de plásticos com o objetivo de entender o tamanho da indústria no Brasil e acompanhar a sua evolução ao longo dos anos. O estudo foi comandado pela MaxiQuim, empresa de avaliação de negócios na indústria química com foco em análise de mercados e competitividade.
Na edição de 2018, o ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Enquanto os números de empresas recicladoras (de 716 para 695) e de empregos diretos (18.662 para 17.919) diminuíram – o faturamento bruto teve um leve crescimento de R$ 2,4 para R$ 2,5 milhões.
As capacidades instaladas e ociosas se mantiveram praticamente estáveis com uma pequena variação. Enquanto a primeira variou de 1.802 mil toneladas para 1.848 mil toneladas de 2018 para 2019, a ociosidade caiu de 39% para 38%.
Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 168 indústrias, ou 24,2% do total das empresas, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.
Segundo o estudo, em 2019 foram consumidas 1,3 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem, representando um crescimento de 5,2% em comparação a 2018, sendo que 953 mil toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros, e 370 mil toneladas de plástico industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.
A maioria do plástico reciclado tem origem no pós-consumo doméstico (52,5%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (19,5%) e resíduo pós-industrial (28%). A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas, (28%), pelos sucateiros (26%), pelos beneficiadores (17%), cooperativas (12%), empresas de gestão de resíduos (8%), catadores (4%), direto da fonte geradora (3%) e de aterros (2%).
A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (48%), seguido pelo Sul (27%), Nordeste (12%), Centro Oeste (6%), Norte (4%) e 2% foram importados. Aproximadamente 34,7% (ou 460 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, explica Solange Stumpf, sócia da consultoria MaxiQuim.
O estudo encomendado pelo PICPlast foca principalmente na reciclagem do plástico pós-consumo. O levantamento apontou que, em 2019, foram gerados 3,5 milhões de toneladas de resíduos plástico pós-consumo um crescimento de 2% em relação ao ano anterior.
Stumpf ressalta “o último estudo que realizamos, em 2018, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 757 mil toneladas. Ou seja, apesar do volume de resíduo plástico gerado ter crescido apenas 2% de um ano para outro, o montante reciclado cresceu 10% o que nos mostra um avanço da indústria da reciclagem de plástico no país”.
Segundo o estudo, em 2019 foram produzidas 838 mil toneladas de plásticos reciclados. A região sudeste é a responsável por 51,6% da produção com 464 mil toneladas, seguida pela região Sul com 226 mil toneladas, Nordeste com 94 mil toneladas, Centro Oeste com 40 mil toneladas e Norte com apenas 12 mil toneladas.
O índice de reciclagem mecânica dos plásticos pós-consumo ficou em 24% em 2019, um crescimento de 8,5% em comparação ao ano anterior. Esse número é calculado dividindo a quantidade de plástico pós-consumo produzido reciclado pelo volume de plástico pós-consumo gerado.
A consultora finaliza “sabemos que temos um longo caminho ainda que pode ser explorado pelo segmento de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo, entretanto, o crescimento dos índices mostra que estamos no caminho certo. Quando olhamos outros países da União Europeia ou mesmo os Estados Unidos vemos que na comparação com a reciclagem mecânica o Brasil vai muito bem, entretanto, precisamos evoluir também na reciclagem química e na recuperação energética, quando falamos do rejeito”.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
A necessidade de isolar ambientes e proteger pessoas do novo coronavírus fez com que o mercado de acrílico no Brasil saltasse durante o ano
Se de um lado a pandemia do novo coronavírus, paralisou a economia global, de outro fez com que novas demandas surgissem. É o caso das barreiras de proteção de acrílico que se tornaram peças obrigatórias e cada vez mais constantes em lugares públicos – de restaurantes a caixas de supermercado.
Elas foram, sem dúvida, as grandes responsáveis pela alta na demanda de acrílico no país em 2020. Em 2019, por exemplo, o setor amargou uma queda nas vendas de 8,4% em relação a 2018, com um total de 9.430 toneladas de acrílico comercializados. Já no ano passado, esse número saltou para 10.501 toneladas, um crescimento de 11,4% ante a 2019.
Marina Vitoruzzo, vice-presidente do INDAC e gerente para América Latina da Lucite International destaca “ao perceber que o setor de comunicação visual, que geralmente responde pelo maior consumo de acrílico no país, não iria alavancar negócios, os empresários do setor foram rápidos em se adaptar e criar produtos direcionados para o combate da proliferação da COVID-19”.
Ainda segundo Vitoruzzo “a rapidez com que os transformadores de acrílico do país perceberam essa nova oportunidade de mercado surgiu já no início da pandemia. Nessa época, algumas empresas do segmento produziram e forneceram cúpulas de intubação que ajudavam a isolar pacientes e a proteger médicos e enfermeiros em hospitais. Das cúpulas às barreiras não levou muito tempo”.
Das mais de 10.500 toneladas de chapas acrílicas consumidas no Brasil em 2020, 5.317 toneladas foram importadas. Isso significa que a importação responde, mesmo que com diferença mínima, pela maior fatia de consumo do produto no mercado nacional, com 50,6% de participação, apesar da ociosidade instalada de cerca de 70% da indústria nacional.
Apesar do resultado positivo, o ano de 2021 ainda parece bastante incerto, diz a representante do INDAC. Segundo ela, os empresários do segmento mantêm expectativas bem realistas para este ano: “Seguimos longe ainda de ter superado a pandemia ou de ter uma normalidade econômica em que alguns fatores de demanda possam ser previstos, mas já não acreditamos que a demanda por barreiras de proteção, por exemplo, siga alçando o setor. De outro lado, muitas empresas dos segmentos de comunicação visual ou de eventos, por exemplo, seguem sem trabalho, e assim não podem retomar projetos. A certeza que fica é que 2021 será mais um ano que exigirá de nós a capacidade de se reinventar”.
Apesar de não acreditar numa alta na demanda para este ano, a vice-presidente do INDAC diz que o setor segue firme no objetivo de alcançar, até 2022, a meta de 14.000 toneladas de chapas acrílicas vendidas no país, incluindo as chapas ecológicas.
Para chegar lá, as empresas do setor têm trabalhado fortemente na divulgação das vantagens do acrílico – matéria-prima altamente durável e versátil – não apenas no mercado de comunicação, no qual o produto já é bastante conhecido, mas também nos setores de arquitetura, construção civil e móveis, onde o acrílico pode ajudar a valorizar o produto final.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
Post Views:7
Os dados indicam uma elevação da demanda e ampliação dos negócios para a Intermach
A 13ª edição daIntermach acontecerá de 14 a 17 de setembro de 2021 em Joinville (SC), e é a melhor oportunidade para empresas beneficiar-se da elevação da demanda, formando novos parceiros comerciais e ampliando a carteira de negócios, e ganha destaque para tecnologias inovadoras.
Santa Catarina atraiu investimentos e sua economia manteve-se forte em 2020, apresentando alta em relação a 2019, tendo sua recuperação acima da média nacional. Em outubro, a atividade econômica catarinense foi 18.1% maior que outubro de 2019, já havendo recuperado as perdas do início do ano.
O setor de máquinas e equipamentos também teve um ótimo desempenho no final do ano. Nos últimos 4 meses foram registrados os melhores resultados em anos, recuperando as perdas do início de 2020 e encerrando o ano no positivo. A recuperação econômica está sendo vigorosa e procuram por atualizações em diversos setores da indústria.
Dados da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) mostram o levantamento da receita líquida de 13,4 bilhões de reais, um crescimento de 36,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A receita do ano de 2020 totalizou R$ 144,5 bilhões, representando um aumento de 5,1%.
Setores que tiveram aumento expressivo da demanda incluem os de equipamentos para fabricação de bens de consumo e máquinas agrícolas, puxado pelo bom momento do agronegócio. As vendas para este setor subiram 27% em relação a 2019, com expectativa de crescimento de mais 7% este ano sobre o resultado de 2020.
Ao reunir todo o setor, a feira agrega importantes eventos paralelos voltados as tecnologias inovadoras. Para 2021, já está confirmada a 5ª edição do Automation Talks do Núcleo de Automação da ACIJ, com a temática central “Aplicações inteligentes na indústria 4.0”.
AIntermach é o principal evento MetalMecânico da região Sul do Brasil. Milhares de profissionais da indústria de todo o país e do exterior vêm para conhecer mais de 1000 novas máquinas, equipamentos, componentes e sistemas, para resolver seus desafios de fabricação e melhorar sua eficiência.
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
Post Views:5
A parceria entre Braskem e Casa dos Ventos prevê o fornecimento de energia por 20 anos fortalecendo a estratégia de ampliação da matriz energética renovável
A Braskem assina contrato para aquisição de energia eólica da Casa dos Ventos, uma das pioneiras e maiores investidoras no desenvolvimento de projetos do segmento no Brasil. O contrato corporativo de energia elétrica (PPA) está vinculado à construção de um novo parque eólico e prevê o fornecimento de energia renovável por 20 anos, com estimativa de evitar a emissão de cerca de 700 mil toneladas de CO2 no período. A Casa dos Ventos será responsável por direcionar o investimento na implementação do parque.
Gustavo Checcucci, diretor de energia da Braskem destaca que “é nosso quarto contrato para aquisição de energia renovável de longo prazo, sendo o maior em volume adquirido até o momento. A partir dele, contribuiremos para a construção de mais um parque de geração de energia e fortalecemos a estratégia de termos uma matriz energética cada vez mais renovável em nossa operação e na operação da cadeia petroquímica, reafirmando o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. Estamos empenhados em nos tornamos uma empresa carbono neutro até 2050, com a meta de reduzir em 15% nossas emissões até 2030, e este é mais um passo nessa jornada”.
Além da compra de energia, a Braskem terá a opção de adquirir, condicionada à aprovação das instancias de governança competentes, uma participação acionária nos parques eólicos, possibilitando o regime de autoprodução. “Desenvolvemos um modelo sob medida, no qual somos responsáveis pela construção e operação dos parques eólicos, mas deixamos aberta a possibilidade de que nossos parceiros possam se tornar acionistas desses empreendimentos, no futuro. É um modelo que gera benefícios para todos, principalmente para o país, ao incentivar um modelo de transição energética para grandes consumidores”, explica Lucas Araripe, diretor de novos negócios da Casa dos Ventos.
Em 2020, a Braskem anunciou outros dois importantes contratos para aquisição de energia renovável. O primeiro acordo, divulgado em março, com a multinacional francesa Voltalia, viabilizará a expansão do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, com capacidade de gerar 270 MW.
O segundo, anunciado em junho, é uma parceria com Canadian Solar e viabiliza a construção de uma usina solar no Norte de Minas Gerais, com capacidade instalada de 152 MWp, o suficiente para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes.
No final de 2018, a companhia havia assinado contrato com a EDF Renewable para compra de energia eólica, também por um período de duas décadas. Por meio dos quatro acordos, com Casa dos Ventos, Voltalia, Canadian e EDF Renewable, a Braskem estima evitar a emissão de cerca de 1,5 milhão de toneladas de CO2.
A Braskem anunciou um compromisso público para a ampliação de seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050. Para alcançar esta meta, a estratégia da companhia considera iniciativas de redução, compensação e captura de carbono, assim como ampliação do portfólio I’m green, que inclui os produtos com foco em economia circular, e o engajamento para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.
Tanto a Braskem quanto a Casa dos Ventos aderiram formalmente ao Pacto Global e aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Organização das Nações Unidas. Esta parceria, junto com as iniciativas da Braskem para as próximas décadas, está alinhada à Agenda 2030 da ONU e o Acordo de Paris para o controle dos impactos das mudanças climáticas. Conheça o manifesto da Braskem (link www.braskem.com.br/macroobjetivos).
Quer saber mais sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para saber mais novidades receber os conteúdos de qualidade do mercado plástico.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.