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A ação promoveu um mutirão de pintura e reforma de carroças e arrecadou valor que será revertido na compra de cestas básicas para os catadores de materiais recicláveis.

O Pimp My Carroça em Circuito, uma das principais ações da ONG Pimp My Carroça, chegou à 23ª edição, com uma programação especial para os catadores e catadoras de recicláveis da cidade de São Paulo. Durante os dias 21 a 25 de junho, 39 carroças foram reformadas por 38 artistas de toda São Paulo.

A ação voluntária durante a pandemia, que acontecerá novamente no Rio de Janeiro de 19 a 23 de julho, é um gesto de empatia e também de investimento em profissionais informais, catadores e catadoras, que sofrem com a falta de políticas públicas e com a crise agravada pelo vírus da Covid-19. 

Ivonete, empreendedora e catadora de materiais recicláveis, estava desempregada e encontrou na reciclagem uma solução para sua renda. “Eu achei o projeto muito incentivador para os carroceiros. Dá um suporte, uma ferramenta para ele conseguir executar seu trabalho com dignidade”. 

Por conta da pandemia, a ação aconteceu de portas fechadas, com revezamento da equipe e agendamento dos catadores, seguindo todos os protocolos de segurança contra o novo coronavírus. Além disso, a tradicional grade de programação cultural foi adaptada: shows, conteúdos educativos e filmes independentes, esses últimos via parceria com a Taturana Mobilização Social, ganharam o formato digital e foram exibidos em um telão. 

O Valgroup, patrocinador do projeto, entende que a ação de reforma das carroças fortalece e apoia os catadores, mas também é essencial para o cuidado com a cidade e conscientização social sobre a reciclagem.

César Sanches, Diretor de Sustentabilidade do Valgroup afirma que a ação atua em 2 dos 3 grandes pilares da sustentabilidade: o social e o ambiental. “Trazer os materiais novamente para a cadeia de valor, através da reciclagem e reutilização dos resíduos como matéria-prima, gera trabalho e riqueza para a população vulnerável, enquanto impacta positivamente o meio ambiente devido à diminuição de resíduos descartados erroneamente. O Valgroup acredita que o futuro é circular e os catadores são agentes fundamentais dessa transformação”.

Mika, uma das 38 artistas voluntárias, acredita que o projeto faz uma reflexão sobre a importância da reciclagem. “O objetivo de pintar uma carroça é justamente levar uma mensagem através dos catadores, que desempenham um papel que todos deveriam desempenhar: reciclar, levar esses materiais para um ponto de coleta, para que sejam reaproveitados e colaborar com o planeta”. 

Durante a ação, houve a distribuição de kits de segurança (EPIs) para catadores, artistas e equipe, kits de prevenção ao novo coronavírus, com máscaras PFF2 e álcool em gel, além da entrega de um vale-alimentação no valor de R$80,00 para livre utilização em supermercados. 

Além disso, a realização de live no YouTube com show da banda Dead Fish mobilizou as redes sociais, alcançando 6.200 visualizações e a arrecadação de 4.500 reais para a campanha Doe Cestas pros Catadores, valor revertido integralmente para a aquisição de 45 cestas a serem doadas para catadoras e catadores de todo o Brasil.

A campanha Doe Cestas Pros Catadores continua no ar e as doações podem ser realizadas pelo site: www.doecestas.com

conta Francisco Luciano, um dos catadores beneficiados pelo projeto.

Francisco Luciano, um dos catadores beneficiados pelo projeto conta “Para mim é gratificante ter essa profissão. Porque eu limpo a cidade e dessa limpeza eu tiro minha renda. Eu agradeço muito a Deus por essas pessoas que estão arrumando minha carroça que é meu meio de sustento. Agradeço muito por essa oportunidade. Porque é com a reciclagem que eu sustento minha família”.

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LEGO revela protótipo de tijolo feito a partir de garrafa PET reciclada

A empresa acabou de revelar o primeiro protótipo do que é um tijolo LEGO feito com plástico reciclado. A ideia faz parte das últimas iniciativas da empresa em busca por um modelo de fabricação mais sustentável. De acordo com a LEGO, o protótipo já atende aos estritos parâmetros de qualidade, precisão e segurança que sempre distinguiram a empresa.

Até 2030, a marca pretende transformar toda a linha de produção para oferecer apenas itens sustentáveis.

Para chegar ao protótipo de tijolo reciclado, nada menos que 250 variantes de PET e centenas de outros tipos de plástico. Segundo a LEGO, uma garrafa PET de um litro produz em média 10 tijolos 2x4 do protótipo criado. A empresa produz uma média de 36 bilhões de tijolos por ano. A próxima fase de desenvolvimento do programa durará cerca de um ano e pretende abranger mais testes, ainda mais aprofundados. Somente após isso será dado o sinal para a tentativa de produção em massa.

Indústria de plástico reciclado tem redução de 70% na conta de luz após investir em energia limpa

A Acquaforte, indústria de reciclagem e reaproveitamento de material plástico, anunciou a redução de 70% de seus gastos com energia elétrica em um ano graças à usina de energia solar fotovoltaica instalada em seu complexo industrial em São José de Mipibu, próximo a Natal, no Rio Grande do Norte. A empresa é responsável por uma produção anual de mais de 9.000 itens, de artefatos domésticos a recursos para construção civil a partir de materiais reciclados.

Neste cenário, a eletricidade representa um componente vital para o funcionamento dos maquinários da empresa e, antes da instalação da usina fotovoltaica, era responsável por um dos maiores custos mensais, equivalente a cerca de 20% das despesas operacionais. Com investimento de R$ 2 milhões no sistema de geração de energia solar, em operação desde julho de 2020, a Acquaforte conquistou uma significativa redução da tarifa mensal: de R$ 50 mil para cerca de R$ 15 mil.

Dow anuncia Mariana Orsini como nova Diretora de Relações Governamentais Brasil

A Dow anuncia Mariana Orsini como a nova responsável pela Diretoria de Relações Governamentais da Dow Brasil. A executiva reportará ao Diretor de Comunicação, Relações Governamentais e Sustentabilidade para América Latina, Matias Campodonico.

Como diretora de Relações Governamentais, Orsini retorna à sua área de origem com a missão de fomentar o diálogo entre a Dow e os diferentes setores, entidades e agentes públicos no Brasil. Seu objetivo é colaborar com a construção de políticas públicas relevantes para o desenvolvimento sustentável da empresa no país.

Alinhada à pauta ESG (Environmental, Social & Governance), Orsini e sua equipe terão como desafio a construção de uma agenda positiva que reforce os benefícios para a sociedade da legítima defesa de interesses, conectando-se com entes governamentais federais, estaduais e municipais para contribuir com informações, iniciativas e ações que tragam resultados positivos para a empresa e a sociedade.

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Após um ano e quatro meses do primeiro caso oficial do novo coronavírus anunciado no Brasil e mais de 500 mil mortes registradas até o momento, o transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia.

Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário, o modal mais usado no Brasil, representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre.

Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas baixíssimas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra o novo coronavírus, em todo o território brasileiro.

Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus, com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso de tecnologia avançada em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio, processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados.

Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow, explica “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilitam excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra o novo coronavírus”.

Além desses benefícios e de atender as adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal.

Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais.

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As empresas Actplus, Azzu, Colorfix e Pro-Color são as novas distribuidoras associadas à ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins). Com as novas adesões, a entidade passa a representar mais um segmento do setor de plásticos: o de Masterbatch e Compostos. Isso faz aumentar a sua envergadura, que já abrigava empresas distribuidoras autorizadas no varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP, BOPET e plástico de engenharia, e que soma agora 29 distribuidoras no país.

Para Francielo Fardo, da Colorfix, participar da associação o ajudará a realizar o benchmarking com outras empresas do setor. “Além disso, temos a oportunidade de compreender melhor tendências do mercado”.

Hoje a empresa, que atende todo o território nacional, trabalha com masterbatches de cor e aditivos, inclusive da marca REVORA, que oferece produtos totalmente voltados à sustentabilidade. “Atendemos aos processos de transformação de injeção, extrusão de sopro, multifilamento, monofilamento, rotomoldagem, extrusão de filme, ráfia e extrusão de chapa para todas as resinas desde as poliolefinas até as de engenharias”, diz Fardo.

Tedy João Pacífico, da Azzu Resinas, também acha muito positivo a entrada da empresa na entidade. O executivo conta que a empresa, que tem sete anos de mercado, tem em seu portfólio Masterbatch de cor e aditivos para todas as resinas e processos termoplásticos e atende todo o Brasil e Mercosul. “A Adirplast nos traz informações sobre o segmento de Masterbatch e isso nos dá ferramentas de planejamento para o nosso negócio, isto é, traz mais previsibilidade às nossas ações”.

O executivo da Pro-Color, Roberto Clauss, também aposta que a entrada de sua empresa para a Adirplast trará benefícios. “Isso nos ajudará a aumentar a nossa network, nos atualizará sobre o universo das resinas termoplásticas e será um ambiente possível para compartilhar informações”.

Clauss conta que a empresa, que existe desde 1986, tem sua matriz em Cotia, SP, mas também conta com filiais em Bauru (SP), Jaraguá do Sul (SC), Condado (PE), e Recife (PE). Hoje o portfólio da companhia conta com Masterbatch, Compostos, Aditivos, Dry-Blend, Tingimentos e Mão de Obra para tingimento e aditivação.

Alexandre Pastro, que representa a Actplus, empresa do Grupo Activas, também comemora a entrada na entidade. “A participação na Adirplast é muito importante pois, além da troca de informações, do fortalecimento das parcerias e da interação entre as empresas, também ajuda no desenvolvimento do setor plástico em nosso País, pois amplia as possibilidades de crescimento e melhoria contínua entre as empresas participantes”.

O diretor conta que a empresa produz compostos de plásticos de engenharia, masterbatches, aditivos, resinas pigmentadas e faz industrialização para terceiros. “Estamos presentes em todos os segmentos de mercado, com destaque para aplicações na indústria automotiva e alimentos”, finaliza.

Para o presidente da ADIRPLAST, Laercio Gonçalves, a entrada deste novo grupo reforça ainda mais a importância da entidade. “A troca de informações entre diversos representantes da cadeia do plástico fortalece o nosso setor para a construção de um mercado mais saudável e competitivo”.

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Com foco na expansão continuada da empresa, a SIMCO Máquinas acaba de contratar Ralf Dippold para assumir o cargo de COO (Chief Operating Officer). O ex-CEO da Messer no Brasil, assume o cargo recentemente criado para preparar a empresa para futura expansão de linhas de produto e oferta de novos serviços. Dippold chega para complementar o time executivo liderado pelos sócios-diretores João Pavan (financeiro-administrativo) e Vitor Ortega (business development).

A SIMCO vem crescendo em ritmo acelerado nos últimos anos e o foco inicial do COO será o de assegurar que as áreas de importação, assistência técnica e compras acompanhem esse crescimento com processos eficientes e alto valor agregado para os clientes.

Dippold destaca “Com a minha experiência, aliada a um time de colegas motivados, tenho plena certeza de poder contribuir positivamente aos resultados e ao crescimento contínuo da empresa e consequentemente ao dos nossos clientes, parceiros e colaboradores”.

Dippold tem 49 anos, é administrador de empresas e há 18 anos vem atuando como executivo em vários países. Por 13 anos foi CEO da Messer Cutting Systems do Brasil, onde fundou e gerenciou a filial brasileira em Jundiaí, deixando o cargo quando a empresa ultrapassou 50% de market share em seu segmento.

O executivo cometa que sempre gostou de trabalhar com produtos de alta tecnologia e dentro do segmento de equipamentos industriais.” Por este motivo, fiquei extremamente feliz e orgulhoso quando me ofertaram a oportunidade de poder fazer parte da diretoria da SIMCO. Temos, ademais, a sorte que em nosso segmento o cenário econômico mostra anos prósperos em frente”.

Em 2021 a SIMCO completa 25 anos no mercado de máquinas industriais. Buscam na precisão das máquinas, inspiração para evoluir sempre e oferecer aos clientes e colaboradores um trabalho com excelência. A SIMCO disponibiliza um pacote completo de soluções em manufatura e indústria 4.0 nos segmentos de Usinagem, Transformação de Plásticos e projetos especiais.

Com atendimento técnico comercial em todo território nacional e amplo portfólio de máquinas e estoque de peças de reposição, atendem com rapidez o mercado industrial brasileiro aliando qualidade, eficiência técnica e custo competitivo.

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Iniciativa do Plástico Transforma apresenta projetos de inovação e educação para o Tampinha Legal

O maior programa socioambiental de caráter educativo em economia circular da indústria de transformação do plástico na América Latina, o Tampinha Legal, fomenta há mais de quatro anos a coleta de tampas plásticas em prol de entidades assistenciais do terceiro setor.

O programa conta com o patrocínio do Movimento Plástico Transforma, que mostra o potencial de transformação do plástico e é liderado pela parceria entre a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a Braskem.

Para Fernanda Maluf, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma, a parceria reforça a importância da reciclagem e estimula o engajamento da população com a causa, de maneira educativa.

Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, o Movimento Plástico Transforma mostra que o plástico é aliado em frentes como a inovação e a responsabilidade socioambiental, promovendo os conceitos da economia circular, assim como o Tampinha Legal. “O Tampinha Legal proporciona ações modificadoras de comportamento de massa, ou seja, a sociedade civil é inserida na economia circular na prática. É importante nos cercarmos de iniciativas que proporcionem que o plástico pós-consumo seja valorizado por todos. Esta matéria-prima nobre deve retornar para a indústria para a produção de novos artefatos e também novas possibilidades”, explica.

Com os recursos obtidos por meio do Tampinha Legal, as entidades assistenciais participantes podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, e também custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações, impactando positivamente em muitas vidas.

 O Tampinha Legal é iniciativa do Instituto SustenPlást e, por meio de ações modificadoras de comportamento de massa, conscientiza quanto ao destino adequado dos resíduos plásticos e faz com que a economia circular ocorra na prática.


Todos os segmentos da sociedade são convidados a juntar tampinhas e destiná-las para entidades assistenciais cadastradas junto ao programa que busca a melhor valorização de mercado para o material.


Os valores obtidos são destinados integralmente para as instituições sem rateios ou repasses, e sem que o programa receba comissões e/ou gratificações sobre o material coletado. Só em 2020, a arrecadação ultrapassou 1 milhão de reais, que foi totalmente destinada aos participantes.


Recentemente, o Instituto lançou também o Copinho Legal, que conta com o apoio da ABIPLAST e adesão de empresas membros da Câmara Setorial dos Fabricantes de Descartáveis Plásticos da associação, e segue o modelo do Tampinha Legal, destinando os recursos obtidos com a venda dos descartáveis plásticos (copos, pratos e talheres) para as entidades assistenciais.

Já o Movimento Plástico Transforma, criado em 2016, visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e o futuro.

A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade, assinada pelo Movimento Plástico Transforma, foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar, de forma lúdica e educativa, as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já impactou mais de 18 mil pessoas.

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Nova linha da Colorfix visa atuar em toda a cadeia da indústria de transformação

Para a Colorfix, 2021 tem se mostrado um ano de inovação, que vem se desenhando desde 2020 quando iniciaram os estudos para o desenvolvimento da marca Revora.

A marca irá atuar em toda a cadeia da indústria de transformação, incentivando a sustentabilidade dentro das empresas. A marca foi lançada em abril, trazendo não só novas linhas como RevoraVerde, RevoraAdi, RevoraBio e RevoraPCR, como também reunindo um conjunto de soluções e metodologias de trabalhos voltados a sustentabilidade que envolve toda a cadeia da indústria de transformação, fornecedores, matérias-primas, métodos de produção, embalagens, produto final e descarte consciente.

Judi Fardo de Lucena, sócia da Colorfix explica “a tecnologia hoje existente, nos aguça a alcançar novos voos. Em 2020, mesmo com o cenário pandêmico instalado no mundo, tiramos um projeto ousado do papel, o Revora. Por quase um ano, profissionais de diferentes áreas da companhia se debruçaram em um projeto que pudesse ter a pegada sustentável em cadeia circular, utilizando dos recursos que já tínhamos em nossa estrutura”.

Há 30 anos a Colorfix busca na estrutura trazer soluções modernas, visando atender a necessidade de utilização do plástico pela sociedade, aliado a proteção ambiental. Foi nessa concepção que muitas linhas de masterbatches e a cor do ano foram desenvolvidas.

O catálogo de tendências, juntamente com a cor do ano, virou uma referência para muitos clientes da empresa, os quais buscam inspiração para repaginar suas linhas ou até mesmo criar novas linhas. Esse material ajuda a Colorfix na fidelização do cliente, além ser um grande diferencial entre as empresas produtoras de masterbatches.

A ideia da empresa está centrada em criar ações e linhas de produtos que remetessem a economia de recursos incluindo matéria-prima, energia elétrica, formatos que prolonguem o tempo de vida útil de peças finais entre outros. “Neste projeto, o objetivo é quebrar paradigmas de conceitos ou de preconceitos de que o maior vilão do meio ambiente é o plástico”, destaca.

Segundo a diretora, o que precisa ser combatido é o descarte incorreto, e é necessário ser incentivado ideias e soluções que agreguem a reciclagem e sua reutilização. “A Revora chegou para contribuir com a transição de soluções ecologicamente mais eficientes e adaptadas ao modelo do comportamento humano que temos hoje. Nossa ideia é agregar valor sustentável a produtos dentro de uma ideia circular, envolvendo todas as fases industriais necessárias até que determinado produto chegue ao consumidor final, bem como possa ser descartado adequadamente quando não mais usado”.

Fardo finaliza que a empresa está feliz com a recepção da marca pelo mercado brasileiro do plástico. “No lançamento tivemos um interesse de marcas e empresas que não faziam parte de nossos negócios, por empresas que estão buscando ações de sustentabilidade em seus processos produtivos e tiveram o desejo de entender como eles podem incorporar a Revora em suas linhas. Não vejo a hora de estarmos com nosso projeto do RevoraEDUCA falando nas escolas de ensino fundamental, sobre os cuidados com o nosso meio ambiente. Uma nova marca, ou mesmo uma nova linha, sempre gera uma grande expectativa e retorno dos nossos clientes”.

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A empresa busca apresentar novas máquinas e mostrar como o mercado está avançando

A SIMCO no ano passado teve sucesso em suas lives e nos cursos online, que continuam em 2021. Nos meses de março e abril a SIMCO realizou quatro eventos online nos segmentos de injeção plástica e de usinagem, totalmente gratuitos e com certificação para os participantes. 

Buscando dar continuidade a esses eventos, que vem sendo um sucesso de participação e integração com o público, a empresa irá promover mais duas lives no mês de junho.

Na área de usinagem, a live está marcada para o dia 10 de junho, às 9:30, e conta com a parceria da SOLIDCAM DO BRASIL. Neste dia a empresa vai abordar sobre “PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARES EM MÁQUINAS CNC”. 

Nesse evento online a SIMCO vai falar da Integração entre software e máquinas CNC e os impactos e benefícios na produção. 

Já no segmento de injeção plástica, a live acontece no dia 24 de junho, às 9:30 também, e o tema online aborda “MÉTODOS PREVENTIVOS EM MÁQUINAS INJETORAS”. Aqui a empresa vai apresentar e demonstrar ao vivo nas maquinas LOG os métodos e técnicas de prevenção para injetoras. 

Em 2021 a SIMCO completa 25 anos no mercado de máquinas industriais. A SIMCO disponibiliza um pacote completo de soluções em manufatura e indústria 4.0 nos segmentos de usinagem, corte e conformação de metais e transformação de plásticos.

Reconhecida pela inovação, oferecemos produtos de alta performance através de marcas como FEELER, LOG Machine, Quazar, Pinnacle, Euron, DMC e FFG uma das maiores holdings de máquinas do mundo que engloba importantes marcas como Jobs, Rambaudi, Sachman e Sigma.

Para estar por dentro dos eventos da SIMCO, inscreva-se:

Usinagem

10/06 – Live “PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARES EM MÁQUINAS CNC”

Horário: 9h30hr

Inscrições: http://simcomaq.rds.land/live10jun 

Injeção Plástica

24/06 – Live “MÉTODOS PREVENTIVOS EM MÁQUINAS INJETORAS”

Horário: 9:30hr

Inscrições: http://simcomaq.rds.land/live24jun 

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A Evonik desenvolveu um novo filamento imprimível em 3D à base de PEEK (poliéter-éter-cetona). O material de alta resistência térmica e química é particularmente indicado para a fabricação aditiva de exigentes peças plásticas industriais.

O polímero de alta performance pode ser processado em tecnologias comuns de impressão 3D por extrusão como a fabricação de filamentos fundidos (FFF) ou a modelagem de deposição fundida (FDM). A Evonik está lançando o novo filamento com a marca INFINAM PEEK 9359 F.

Com o INFINAM PEEK 9359 F, a Evonik agora oferece um novo filamento para aplicações 3D industriais. O filamento de PEEK de cor natural, com diâmetro de 1,75 mm, é enrolado em bobinas de 500 g adequadas para uso direto em impressoras 3D FFF/FDM padrão para materiais de PEEK. Graças a suas propriedades únicas, como alta resistência mecânica, resistência à hidrólise, ou retardante de chamas inerente, ele é particularmente adequado para a produção de peças em 3D leves, de alta performance, para as indústrias aeroespacial, automotiva e de petróleo e gás. 

Quando comparadas com aço inoxidável, as peças em 3D produzidas com INFINAM® PEEK 9359 F são aproximadamente 80% mais leves e 30% mais tenazes, com excelente resistência à fadiga. Essa combinação de propriedades faz com que o novo filamento da Evonik seja o material de alta performance preferido em substituição ao metal em aplicações exigentes de pouco peso. INFINAM PEEK 9359 também confere excelente resistência ao desgaste e baixa fricção por deslizamento, tornando o produto ideal para a fabricação de peças estruturais leves.  

Os componentes em 3D impressos com o INFINAM® PEEK 9359 F podem resistir efeitos térmicos de longa duração de 250°C ou efeitos térmicos de curta duração de mais de 300°C.

Sylvia Monsheimer, responsável pela área de Additive Manufacturing & New 3D Technologies na Evonik destaca que após o sucesso comercial do filamento de PEEK para tecnologia médica, estamos agora ampliando o leque de produtos para incluir um tipo de material industrial. “Usamos o nosso poder de inovação na química dos polímeros para manter a constância no desenvolvimento e na comercialização de novos filamentos, pós, ou fotopolímeros a fim de diversificar o panorama de materiais e, dessa maneira, possibilitar uma infinidade de aplicações 3D”.

A Evonik reúne suas competências no setor da impressão 3D em seu Additive Manufacturing Innovation Growth Field. O foco estratégico se concentra no desenvolvimento e na fabricação de novos materiais de alta performance para importantes tecnologias de impressão 3D. Nesse contexto, a Evonik agrupou o seu leque de materiais prontos para uso sob a nova marca INFINAM.

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A CNI (Confederação Nacional da Indústria) e 35 associações setoriais defendem a realização de uma reforma tributária ampla, que inclua tributos dos três entes da Federação: União, Estados e Municípios. Para as entidades, só assim será possível que o Brasil tenha um crescimento maior e alcance maior nível de desenvolvimento econômico e social.

O Manifesto afirma “A avaliação da Reforma Tributária deve ser feita com base nos ganhos a serem obtidos pelo país como um todo, sem se limitar a uma visão parcial dos efeitos sobre determinados setores ou entes da federação. O foco sempre deve ser o melhor para o Brasil”.

É citado também estudos de profissionais renomados, que fazem parte de instituições como o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a LCA Consultores e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), os quais indicam que a reforma tributária ampla tem capacidade de aumentar em até 20% o ritmo de crescimento do PIB brasileiro nos próximos 15 anos.

O texto explica que essa aceleração do crescimento ocorrerá como resultado dos ganhos de competividade da produção nacional em relação aos competidores externos e da melhor alocação dos recursos produtivos.

Para as entidades, a Reforma Tributária deve colocar foco na competitividade das empresas e do país. Por isso, elas defendem a aprovação de uma Reforma Tributária na linha do relatório apresentado na Comissão Mista do Congresso Nacional, com a criação do IVA (Imposto sobre Valor Adicionado), de alcance nacional, em substituição ao ICMS, ISS, IPI e PIS/Cofins. Ou seja, uma Reforma que contemple tributos federais, estaduais e municipais.

As entidades justificam “Com a adoção de um IVA moderno, o Brasil se aproximará das melhores práticas internacionais de tributação, tornando o nosso sistema mais simples e eficiente, com foco na promoção da competitividade da economia brasileira”.

O documento cita também estudo do IPEA, segundo o qual, no novo sistema de cobrança de impostos, a pressão dos tributos ficará menor para o cidadão de menor renda, contribuindo para a diminuição das desigualdades sociais. Além disso, a garantia de transparência permitirá a cada cidadão saber exatamente quanto está pagando de tributos sobre o que consome.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade afirma que se a economia do Brasil ganha, ganham todos: população e empresas de todos os setores, com mais demanda, mais produção, mais empregos e mais renda para a população. “Com isso, também ganham todos os entes federativos (União, Estados e Municípios), com arrecadação maior.”

Segundo Robson Andrade, a indústria defende uma reforma tributária ampla, nos moldes da proposta apresentada no âmbito da Comissão Mista do Congresso Nacional, para que o Brasil tenha uma tributação eficiente, transparente e simples. “A aguda crise econômica e social decorrente da pandemia evidenciou as deficiências que já existiam no Brasil e mostrou a necessidade da realização de reformas estruturantes. É fundamental melhorar o ambiente de negócios do país e isso só será possível com a realização de uma reforma tributária ampla”.

Andrade cita o estudo realizado pelo Ministério da Economia, em parceria com o MBC (Movimento Brasil Competitivo), com apoio da CNI e de associações setoriais da Indústria, segundo o qual o chamado “Custo Brasil” consome R$ 1,5 trilhão das empresas brasileiras anualmente, em sua maior parte devido ao cipoal tributário.

O presidente da CNI afirma “Isso reduz a produtividade e a competitividade do setor produtivo, lembrando que a indústria brasileira representa 20,4% do PIB, paga 33% dos impostos federais e 41% dos impostos estaduais”.

Ainda de acordo com Andrade, se não for realizada uma reforma tributária ampla, os investimentos não virão e o Brasil vai continuar com o índice de crescimento pífio ocorrido na última década. “Precisamos ter o sentido da urgência e atacar de frente esse problema. Só assim será possível aumentar investimentos, elevar o crescimento da economia, reduzir o desemprego e atingir um patamar de desenvolvimento econômico e social consistente e sustentado”.

O manifesto – intitulado “Pela Reforma Tributária Ampla, por mais crescimento econômico e melhor qualidade de vida para os brasileiros” – é assinado pela CNI e por associações da Indústria como: ABIMAQ, ABIPLAST, ABIQUIM.

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