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Expansão industrial sem planejamento transformam crescimento em gargalo

Um projeto não parte de uma leitura detalhada da infraestrutura atual, posteriormente lida com conflitos entre equipamentos, circulação de caminhões e áreas de carregamento. A operação perde eficiência, enquanto os custos de manutenção e retrabalho aumentam de forma progressiva. Além da falta de compatibilidade entre sistemas antigos e novas soluções dificulta a padronização e o controle do processo.

Expansão industrial sem planejamento transformam crescimento em gargalo

Decisões de expansão que desconsideram as instalações já existentes costumam criar obstáculos operacionais difíceis de corrigir ao longo do tempo. Nesse sentido, plantas que crescem de forma improvisada acabam acumulando adaptações pontuais que comprometem o fluxo, a segurança e a produtividade. Assim, cada nova intervenção passa a exigir mais tempo, mais recursos e maior complexidade técnica.

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Enquanto isso, a pressão por ampliar a capacidade produtiva permanece. Logo, gestores enfrentam o desafio de crescer sem comprometer o funcionamento diário da planta. 

Nesse cenário, a ausência de um plano diretor estruturado transforma cada expansão em um risco operacional. E o que deveria ser ganho de capacidade se converte em gargalo.

Outro ponto crítico envolve o tempo de parada. Projetos que não consideram a realidade das instalações existentes tendem a exigir interrupções prolongadas, afetando diretamente o despacho e o faturamento. Portanto, planejar com base no que já está instalado deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estratégica.

O Plano Diretor atua justamente na integração entre as estruturas existentes e as necessidades futuras da operação. Isso porque o fluxograma do processo e a definição dos equipamentos. Dessa forma, a análise de viabilidade considera desde o layout atual até às possibilidades reais de expansão.

Ao adequar o projeto à estrutura existente, a empresa melhora a circulação interna, otimiza o despacho e prepara o sistema para futuras ampliações. Consequentemente, o crescimento ocorre de forma sustentável, previsível e tecnicamente segura. Quanto maior o alinhamento entre projeto e realidade, maior a eficiência operacional no longo prazo.

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Governo federal lança programa nacional de apoio a reciclagem popular

O Governo do Brasil lançou o Programa Nacional de Investimento na Reciclagem Popular, conhecido como Pronarep. Com foco direto na valorização do trabalho dos catadores e catadoras e no fortalecimento da economia circular. 

Governo federal lança programa nacional de apoio a reciclagem popular

Inspirada no modelo do Pronaf, a iniciativa estrutura uma política pública específica para a reciclagem popular. E, portanto, reconhece o papel estratégico desses trabalhadores na gestão de resíduos sólidos no país.

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Nesse sentido, o programa contará com execução parcial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, enquanto recebe um aporte inicial de R$ 10 milhões da Caixa Econômica Federal. Dessa forma, o Pronarep oferecerá apoio financeiro e técnico às cooperativas e aos profissionais da reciclagem. Ao mesmo tempo que contribui para a erradicação humanizada dos lixões, tema central da agenda ambiental brasileira.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o programa durante a cerimônia que marcou o Natal de Catadoras e Catadores e o encerramento da 12ª edição da ExpoCatadores, realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. 

O evento reuniu mais de 3 mil trabalhadores da reciclagem e representantes de cerca de 600 cooperativas, o que reforçou a dimensão social e econômica da atividade no território nacional. 

Enquanto isso, o Natal de Catadoras e Catadores consolidou-se como um momento simbólico para um dos maiores movimentos populares organizados do país. O encontro destacou a importância da presença do Estado nas políticas de inclusão produtiva, além de fortalecer o diálogo direto com a base da reciclagem.

Investimentos e tecnologia reforçam a coleta seletiva no país

Durante a cerimônia, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima anunciou o direcionamento de R$ 17 milhões para cooperativas de reciclagem. Assim, os recursos financiarão equipamentos e assistência técnica, o que amplia a capacidade operacional e melhora as condições de trabalho no setor.

Diante disso, o secretário nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, conta: “Sabemos que tem muita coisa para ser feita pela reciclagem, mas este Natal certamente foi um dos melhores dos últimos anos”, 

Além disso, o evento marcou o lançamento da Plataforma Caixa de Ativos de Sustentabilidade, desenvolvida em parceria entre a Caixa Econômica Federal, o MMA e a Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis. 

A ferramenta permitirá que cooperativas e profissionais autônomos comercializem Certificados de Crédito de Reciclagem da Logística Reversa de forma direta, o que fortalece a autonomia financeira da categoria.

Para o presidente da Caixa, Carlos Vieira, a iniciativa amplia a visibilidade dos catadores. “É mostrar que os invisíveis podem usar alta tecnologia para fazer a economia funcionar e serem justamente remunerados”, destaca.

Quanto à ampliação da coleta seletiva, o governo também assinou um protocolo de intenções para o desenvolvimento do aplicativo Cataki.gov, previsto para 2026. O projeto pretende atuar em regiões onde não há coleta municipal estruturada.

Ainda, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, explica: “Onde não houver coleta municipal, o aplicativo dará as condições para que as pessoas possam reciclar.”

Por fim, o presidente da Ancat, Roberto Rocha, reforçou o reconhecimento da categoria. “Obrigado por demonstrar a importância do nosso trabalho no centro dessa circularidade. Todos nós somos importantes para o país e para o meio ambiente”, concluiu.

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Plástico como projeto social, rastreamento por “biometria” e plástico que captura carbono

Em Manaus jovem vence prêmio por projeto que transforma plásticos em impacto social

Em Manaus jovem vence prêmio por projeto que transforma plásticos em impacto social
Foto: divulgação

Kennedy Oliveira Costa venceu o Prêmio Professor Samuel Benchimol, o projeto Segunda Pele, criado pelo jovem, une a moda circular, educação ambiental e mobilização comunitária em territórios periféricos de Manaus. Para enfrentar o descarte irregular de resíduos plásticos, o projeto criou um brechó que troca roupas por garrafas PET. 

Ao conectar educação ambiental, comunidade e sustentabilidade, a iniciativa “Ciclo Favela”, visa transformar resíduos plásticos e roupas paradas em ferramentas de economia circular, pois também democratiza o acesso à moda. 

Diante disso, Costa explica: “Cada peça do brechó só pode ser adquirida mediante a entrega de uma garrafa PET cheia de plástico coletado pela própria comunidade. As ações são itinerantes e incluem mobilização comunitária e educação ambiental”.

Nesse sentido, o Segunda Pele está em atividade há quatro meses, mas já contabilizada cerca de 400 garrafas PET. Além da redistribuição de roupas para famílias em situação de vulnerabilidade, a mobilização direta e indireta de moradores da periferia de Manaus e a redução de resíduos em locais inadequados. 

A premiação aconteceu em Palmas (TO), reunindo os principais nomes envolvidos com o fortalecimento da economia e da sustentabilidade na região amazônica. Para Costa, o reconhecimento através do prêmio reforça a potência das soluções que nascem dentro do território.

Com o prêmio, Kennedy e sua rede ampliam as ações itinerantes, fortalecem a logística de reciclagem e expandem o acervo de roupas, além de formar jovens como mobilizadores ambientais. 

Dessa forma, o projeto passa a produzir dados e indicadores sociais e ambientais que ampliam seu alcance, comprovam seu impacto e reforçam que a periferia amazônica também é um espaço de inovação, consciência ambiental e construção de futuros sustentáveis.

Tecnologia tecnologia brasileira que dá identidade circular ao plástico reciclado por “biometria” 

Tecnologia tecnologia brasileira que dá identidade circular ao plástico reciclado por “biometria”

Com o objetivo de certificar, com precisão científica e auditoria, que 100 quilos de um material reciclado que saíram de um ponto são exatamente os mesmos que entraram na fábrica final, Ciclopak desenvolve uma tecnologia brasileira capaz de transformar plástico em documento de identidade circular.

Esta inovação incorpora um “token físico” invisível na própria matéria-prima, permitindo o rastreio da embalagem. Assim, a indústria conseguirá validar o conteúdo reciclado e minimizar as fraudes, pois assegura cumprimento das metas de sustentabilidade com total transparência e rigor.

Nomeada “CicloID”, a solução também tem validação pelo Instituto de Química da USP, e nasceu para compliance anti-greenwashing e fechamento da circularidade. Por meio de nanotecnologia aplicada diretamente no material reciclado. Dessa forma, acompanha no começo da cadeia com o reciclador ou no fim dela com o transformador, como o fabricante de embalagem. 

Além disso, a tecnologia confirma de onde o material provém, quanto conteúdo reciclado está presente na composição e rastreia o caminho do material até o pós-consumo. O que também chama atenção é a rapidez da tecnologia, que faz tudo em um minuto. Pois usa espectroscopia no infravermelho próximo (NIR), sem abrir a embalagem.

Durante a produção, o CicloID incorpora identificadores moleculares ao material reciclado. E com isso, estabelece uma assinatura físico-química que acompanha o material da origem à separação pós-consumo em cooperativas. 

Em seguida, a equipe técnica da Ciclopack realiza a validação por espectroscopia NIR, que lê a composição do material e a confronta com o modelo de referência para verificar a conformidade com o declarado.

Cientistas na Dinamarca converte plástico reciclado em capturador de carbono

Cientistas na Dinamarca converte plástico reciclado em capturador de carbono

Na Universidade de Copenhague, na Dinamarca, pesquisadores criam tecnologia capaz de transformar garrafas plásticas em embalagens e até tecidos descartados numa substância chamada baeta. 

De acordo com um estudo publicado pela revista Science Advances, o processo recebeu o nome de “upcycle”. A inovação atua da seguinte forma: quando o baeta atinge a sua capacidade máxima de absorção é aquecido. Assim, liberta o dióxido de carbono em alta concentração. 

Com isso, torna-se possível armazenar o gás com segurança ou reutilizado em aplicações industriais, como para produzir combustíveis sintéticos.

Os pesquisadores indicam que o baeta funciona de forma eficaz desde a temperatura ambiente até cerca de 150 ºC. Com isso, a tecnologia possibilita seu uso em processos industriais, ao integrar unidades de captura diretamente às chaminés para filtrar o CO₂.

Segundo o coautor Jiwoong Lee, o material sustenta sua eficiência mesmo após longos ciclos de uso. Além disso, o baeta ajusta-se a diferentes condições operacionais sem comprometer o desempenho.

O PET, que contém cerca de 60% de carbono em sua composição, passa por uma transformação química com etilenodiamina, substância reconhecida pela alta afinidade com o CO₂. Nesse processo, o plástico se decompõe em partículas menores e forma uma estrutura capaz de capturar o gás da atmosfera. Em seguida, o material é aquecido para liberar o CO₂, que pode ser armazenado ou reaproveitado.

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Indústria do plástico projeta alta em 2026 e analisa 2025

Recentemente a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) divulgou um balanço anual da indústria. Entre os destaques estão: o desempenho sólido do setor plástico em 2025, as projeções positivas para 2026 e o avanço de iniciativas estruturantes em economia circular. Além disso, a menção a expansão da plataforma Recircula Brasil. 

Indústria do plástico mantém desempenho sólido em 2025, amplia investimentos, fortalece a economia circular e projeta expansão para 2026

Em termos de inovações e seus impactos, o balanço da indústria ressalta a expansão da reciclagem mecânica, unida aos programas de rastreabilidade reforçam a agenda de sustentabilidade e inovação. Assim, a agenda de sustentabilidade e inovação chega a um novo marco regulatório da logística reversa. 

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As indústrias de reciclagem e fabricação de plástico continuam também como o quarto maior empregador da indústria de transformação. Isso porque gerou 404 mil empregos diretos, entre as mais de 14 mil empresas em atividade. Mesmo em um contexto desafiador, o setor apresentou indicadores consistentes, e assim, reforçam o impacto na economia nacional. 

O balanço econômico da indústria revela que essa geração de oportunidades, ajudou na recuperação e estabilização do emprego, que cresceu 1%. Do mesmo modo, o investimento, que apenas no primeiro semestre registrou R$5 bilhões, focou na modernização industrial, tecnologias sustentáveis e expansão fabril.

Também nota-se alta nas importações de transformados plásticos, com 8%. No momento, a alta de importação de produtos chineses representa 60% da pauta de importações de transformados no Brasil. 

Enquanto isso, o aumento de 4% nas exportações, uma melhora nas importações e na presença do produto plástico principalmente nos países vizinhos ao Brasil.

O que o balanço estima para 2026? 

As expectativas para 2026 seguem positivas, segundo o balanço da indústria, espera-se um faturamento em R$168 bilhões. Assim como aumento de 2% de crescimento na produção. E 

R$31,7 bilhões em investimentos previstos até 2027, destinados a embalagens sustentáveis, ampliação industrial, logística reversa e tecnologias de reciclagem. 

A demanda crescente por embalagens plásticas, especialmente nos segmentos de alimentos, bebidas e bens de consumo, manterá o ritmo de expansão do setor.

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Indústria fecha 2025 pessimista, aponta ICEI da CNI

Os Resultados Setoriais do ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) revelam que 22 setores industriais encerram 2025 com falta de confiança. Assim, superando mais que o triplo do número de segmentos confiantes. 

Segunda a CNI, o resultado demonstra um crescimento no pessimismo da indústria comparado a dezembro de 2024. Isso porque, na época, empresários de 17 setores estavam sem confiança. 

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Diante disso, Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, analisa: “O resultado mostra uma deterioração da confiança do empresário com a capacidade de crescimento da indústria, principalmente por causa do desempenho do setor, que piorou ao longo do ano.”

Falta de confiança permanece em todos os portes 

O ICEI das pequenas empresas recuou 0,4 ponto em dezembro, com isso, chega a 47,9 pontos. Enquanto isso, o índice nas indústrias de médio porte fica em 48,3 pontos. Para as de grande porte, por sua vez, o índice teve ligeira alta de 0,2 ponto, para 49,1 pontos. 

No entanto, o índice de todos os portes de empresas industriais continuam abaixo da linha divisória de 50 pontos. De maneira que, as pequenas, médias e grandes indústrias finalizam 2025 com falta de confiança. 

Como as regiões finalizam 2025? 

Em dezembro o ICEI oscilou entre as regiões. Nesse sentido, o principal destaque da pesquisa é o Nordeste, que avançou 1,6 ponto e chega aos 53,7 pontos. Com isso, ratifica sua posição como a região com mais empresários otimistas. 

O Centro-Oeste, mesmo com um recuo de 2,4 pontos, termina o ano também com confiança, o ICEI da região registra 50,7 pontos. No Norte, o indicador cresceu 0,2 ponto, chegando a 48,8 pontos. Porém não permanece abaixo da linha divisória de 50 pontos, ou seja, seguem sem confiança. 

Ao longo do ano, os industriais do Sudeste e do Sul permaneceram pessimistas, assim como em dezembro. No Sudeste, o índice caiu apenas 0,1 ponto, passando a 47,2 pontos. No Sul, queda de 0,5 ponto, para 45,8 pontos.

Para esta edição do ICEI Setorial, a CNI consultou 1.684 empresas: 698 de pequeno porte; 601 de médio porte; e 385 de grande porte, entre 1º e 10 de dezembro de 2025.

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OEE baixo nem sempre para a máquina, mas reduz seus resultados

O OEE (Overall Equipment Effectiveness) mede a eficiência real de um equipamento ao indicar quanto da sua capacidade produtiva a indústria utiliza de fato. O indicador considera três fatores centrais: disponibilidade, performance e qualidade. Ele mostra se a máquina opera pelo tempo esperado, na velocidade adequada e com o menor índice possível de perdas por defeitos. 

OEE baixo nem sempre para a máquina, mas reduz seus resultados

As limitações produtivas das máquinas industriais podem ainda afetar de forma direta o desempenho de muitas linhas de injeção plástica. Sobretudo quando o objetivo é alcançar alto rendimento produtivo com estabilidade de processo. Esse cenário resulta em ineficiência operacional e, consequentemente, em OEE (Overall Equipment Effectiveness) reduzido.

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Sendo assim, quando qualquer um desses fatores apresenta falhas, o OEE cai e evidencia ineficiências operacionais. Consequentemente, afetam diretamente produtividade, custos e confiabilidade do processo.

Como analisar se sua operação está com o OEE reduzido

A ineficiência surge principalmente da dificuldade de manter ciclos consistentes. Variações de pressão, temperatura e tempo de resposta dos sistemas hidráulicos exigem ajustes frequentes, aumentam o tempo de setup e comprometem a previsibilidade da produção. 

Esses fatores impactam diretamente a performance da máquina e reduzem a disponibilidade do equipamento, dois pilares essenciais do OEE. Além disso, a menor precisão nos movimentos influencia a qualidade das peças, elevando índices de refugo e retrabalho.

Assim como o baixo rendimento produtivo não se manifesta apenas em números visíveis. Ele aparece na perda de ritmo da produção, na dificuldade de cumprir prazos e no aumento do custo por peça produzida. 

Mesmo quando a máquina permanece em operação, a instabilidade do processo impede que ela opere em sua capacidade real. Logo, limita o aproveitamento do investimento industrial.

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A importância de operar com baixos ruídos nas indústrias

A área de moagem de plásticos convive constantemente com sons de máquinas em operação, e apesar de uma característica comum, o ruído intenso prejudica a saúde dos trabalhadores e impacta na dinâmica produtiva. 

Operações de moagem com ruído elevado afetam condições de trabalho e exigem adequações constantes às normas industriais

O ruído industrial figura entre as principais causas de danos à audição dos trabalhadores, pois a exposição a altas frequências pode levar ao desenvolvimento da perda auditiva induzida por ruído (PAIR).

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Quando o ruído se mantém acima do recomendado, as condições de trabalho exigem adaptações frequentes. Sendo assim, esse cenário também interfere na comunicação entre as equipes. Em ambientes ruidosos, orientações verbais perdem clareza, sinais sonoros se tornam menos perceptíveis e a atenção dos operadores precisa ser redobrada. 

Como consequência, os procedimentos operacionais passam a depender ainda mais de padronização, sinalização visual e rotinas bem definidas.

A rotina fabril envolve equipamentos que operam de forma contínua e, muitas vezes, em altos níveis sonoros. Em especial nas etapas de moagem, o ruído se torna um fator crítico, pois influencia diretamente as condições de trabalho. 

Além disso,a concentração das equipes e a necessidade de adequação às normas de segurança ocupacional. Ambientes com excesso de ruído exigem medidas constantes de controle para evitar impactos à saúde auditiva e ao bem-estar dos operadores.

Diante desse cenário, a escolha das máquinas passa a ter um papel estratégico no controle da poluição sonora. Equipamentos projetados com foco em isolamento acústico, carenagens fechadas e componentes que reduzem vibrações contribuem de forma direta para a diminuição dos níveis de ruído no ambiente produtivo. 

Ao invés de depender apenas de barreiras externas ou do uso intensivo de EPIs, muitas indústrias avançam ao investir em soluções que já nascem preparadas para operar de forma mais silenciosa.

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 Plásticos em moto, troca de garrafas por ração e água, e coleta de toneladas

Honda amplia uso de plásticos sustentáveis em motocicletas da linha 2026

Honda amplia uso de plásticos sustentáveis em motocicletas da linha 2026

Recentemente a Honda anunciou a ampliação significativa do uso de materiais sustentáveis em sua linha de motocicletas 2026. A novidade prioriza matérias-primas renováveis e recicladas, conforme aponta matéria publicada pelo motociclismo online, utilizará plásticos reciclados e plásticos vegetais. 

Entre os principais insumos destacam-se o bioplástico Durabio e plásticos reciclados, como o PP pré-consumo e componentes reaproveitados de automóveis. Sendo assim, a empresa quer contribuir para a minimização do impacto ambiental, com suas motos. 

A introdução do Durabio, citada pela própria Honda, representa um marco para a mobilidade de baixo impacto ambiental. Isso porque, esse bioplástico vem de matérias-primas vegetais, como milho e trigo não comestíveis. Resultando, portanto, em isosorbide, oferecendo uma alternativa aos plásticos tradicionais à base de petróleo.

Além do uso de plástico vegetal, a Honda incorpora materiais reciclados e reaproveitados em seus modelos. Dessa forma, adota uma estratégia que vai além da redução do plástico virgem, ao considerar todo o ciclo de vida dos materiais e os princípios da economia circular.

Atualmente, a Honda já utiliza plásticos reciclados em para-choques automotivos e reaproveita o material em componentes não estruturais de motocicletas, como bagageiros, compartimentos e bases de assento, aplicação presente em modelos como X-ADV e NC750X. 

Ainda, a empresa também utiliza polipropileno reciclado pré-consumo, proveniente de resíduos internos da produção. Logo, aparecem em painéis e partes externas, preservando características equivalentes às dos plásticos virgens.

Máquina troca garrafas plásticas por ração e água para animais de rua

Máquina troca garrafas plásticas por ração e água para animais de rua

A empresa turca Yücesan Vagon criou o Pugedon, máquinas que liberam ração e água sempre que pessoas depositam garrafas plásticas para reciclagem. A ação possui um sistema que funciona em toda Istambul gratuitamente. 

Sendo assim, a iniciativa combate o descarte indevido de plásticos ao mesmo tempo que garante uma fonte constante de alimento para cães e gatos que vivem nas ruas. Além de sustentável, essa ideia gera impacto direto na vida dos animais.

Em atividade desde 2014, a máquina funciona a partir da energia solar, e alimenta pode operar 170.000 vezes. Com isso, comporta até 800 garrafas e pesa 125 kg, e levou cerca de 3,5 meses para ser construído.

Desde então, a ação de recolhimento de garrafas plásticas e alimentação regular a animais sem lar, se expandiu para outros 20 países. 

Plastic Bank Brasil e SC Johnson firmam parceria para ampliar a coleta de plásticos no Amazonas

Plastic Bank Brasil e SC Johnson firmam parceria para ampliar a coleta de plásticos no Amazonas

Visando cessar a chegada de cerca de 2,4 milhões de garrafas plásticas em igarapés e rios na Amazônia em 2026, Plastic Bank Brasil e SC Johnson unem-se em uma parceria. O projeto acontece na associação AMAR, no Tarumã, em Manaus, e tem como objetivo recolher 48 toneladas de plástico em 2026.

Além da contribuição sustentável, a ação também ajudará trabalhadores da área. Sendo assim, coletores devem receber bônus, acima dos valores comuns no mercado. 

Ainda nesse sentido, a parceria viabiliza obras e melhorias de infraestrutura na AMAR, incluindo o reparo da prensa utilizada. Bem como o fornecimento de EPIs (equipamentos de proteção individual) aos coletores, além do pagamento dos bônus.

A parceria entre Plastic Bank Brasil e SC Johnson compẽo a estratégia de expansão na região Norte, principalmente para fortalecer das comunidades de coleta, ao aumento da geração de renda e à redução da poluição plástica.

Apesar do novo projeto, as marcas já cooperaram juntas na coleta de mais de 389 milhões de garrafas plásticas no Brasil. Desse modo, gerando renda extra a coletores no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. 

No que diz respeito às ações globais, a colaboração com a SC Johnson já resultou na coleta de mais de 5,81 bilhões de garrafas plásticas em países como Brasil, Indonésia, Tailândia e Filipinas.

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Amazonas ganha moradias sustentáveis feitas de plástico reciclado

Na capital do Amazonas, Manaus, o governador do estado, Wilson Lima, apresentou o primeiro modelo de moradia sustentável feito de resíduos plásticos reciclados, e também inaugurou o Centro de Reciclagem da Defesa Civil do Amazonas. A iniciativa inclui o projeto Projeto Amazonas Ecolar. 

Amazonas ganha moradias sustentáveis feitas de plástico reciclado

A iniciativa transforma plástico em plástico em blocos para habitação e outras estruturas. Assim, criando proteção social, preservação ambiental e inovação. Além de casas, o projeto ressalta o objetivo de inserir os plásticos reciclados em outras construções como escolas, centros comunitários e outras edificações e equipamentos.

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Nesse sentido, Lima ressalta: “O que nós estamos trazendo aqui não é apenas uma estrutura. É uma solução. Uma ideia que cuida das pessoas, protege o meio ambiente e pode ser replicada em outros estados.”

Diante disso, o Centro de Reciclagem tem uma capacidade de processar mais de 80 toneladas de plástico por mês. Com isso, será possível produzir até dez casas mensais, com material adquirido de cooperativas e associações de catadores, fortalecendo a inclusão social.

Enquanto isso, as casas piloto estão previstas para Iranduba, e possuem 25 unidades. Assim, espera-se entregar as edificações até março, mas busca expandir para outras regiões do estado. 

De acordo com o ICMA (Instituto do Clima e Meio Ambiente), Pablo Oliveira, o Amazonas Ecolar cria uma “nova dinâmica econômica para os catadores, que passam a ser agentes fundamentais do processo”.

Para utilizar plásticos reciclados, a ação conta com a tecnologia da empresa Conceptos Plásticos, da Colômbia. O investimento total, por sua vez, chega a R$ 11 milhões, incluindo transferência de tecnologia e aquisição de maquinário.

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Interplast vai sediar o Congresso Brasileiro do Plástico em 2026

Pela primeira vez a Interplast integra o 6º Congresso Brasileiro do Plástico, nos dias 26 e 27 de agosto de 2026, no Centro de Exposições Expoville, em Joinville. 

Interplast vai sediar o Congresso Brasileiro do Plástico em 2026

A Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, acontece de 25 a 28 de agosto, e visa ampliar posição com a principal plataforma de conteúdo e negócios da indústria do plástico no Brasil. 

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Sendo assim, espera-se que 500 pessoas participem do 6CBP, entre eles: especialistas, pesquisadores, líderes industriais e executivos de empresas da cadeia de transformação do plástico. 

Nesse sentido, o Congresso debaterá sobre o fortalecimento do ambiente de debates qualificados sobre caminhos para a inovação, tecnologia, sustentabilidade, economia circular e competitividade no setor. 

Temas e organização do Congresso Brasileiro do Plástico na Interplast 2026

Além disso, O 6CBP, durante a Interplast, busca cooperar para decisões estratégicas e oportunidades de desenvolvimento para toda a cadeia produtiva. Com esse evento, a feira destaca a importância do setor para o país e sua transformação rumo a um futuro mais sustentável.

Em mais uma edição, o Instituto SustenPlást promove o evento, e conta com o apoio institucional da Messe Brasil, organizadora da Interplast.

Diante disso, Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, ressalta que a programação técnica sob responsabilidade do Instituto SustenPlást. Assim, inclui curadoria de conteúdo, inscrições e patrocínios, vai proporcionar diálogo direto entre indústria, academia e instituições setoriais. Dessa forma, ampliando o alcance técnico e institucional do evento.

Spirandelli ressalta: “Trazer o Congresso Brasileiro do Plástico para dentro da Interplast potencializa o fluxo qualificado de visitantes, fomenta novas conexões e impulsiona a evolução tecnológica da cadeia produtiva”.

Da mesma forma, Alfredo Schmitt, presidente do Instituto SustenPlást, destaca o objetivo do CBP EM melhorar a relação da sociedade com os plásticos: “Nos propomos a mostrar os benefícios do plástico, o quanto é fundamental na vida das pessoas e destacar que é um material 100% reciclável”.

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