Como identificar qual o melhor produto para a sua necessidade? Alta dureza, proteção contra abrasão, corrosão e alta temperatura, são as características dos tratamentos de níquel duro químico e de cromo duro fornecidos pela Super Finishing.
Porém, apesar de oferecer vantagens parecidas, os dois produtos possuem diferenças para atender ao mercado.
Alberto Araújo da Silva, diretor comercial da Super Finishing, explica que a princípio, o cromo é um elemento químico metálico de cor cinza, muito resistente à corrosão, podendo ser fundido a temperaturas de até 1900ºC. Já o níquel é um excelente condutor elétrico, sendo maleável e também altamente resistente à corrosão.
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De acordo com o diretor comercial da Super Finishing, os revestimentos já se diferem na aplicação. “O cromo duro é um revestimento depositado eletroliticamente na superfície sob a forma metálica a partir de eletrólitos aquosos. Enquanto o níquel duro químico é um revestimento especial que não requer corrente elétrica, retificadores ou ânodos para aplicação”.
Ainda assim, no cromo são formadas camadas normalmente microfissuradas, de alta dureza e resistência elevada ao desgaste. E no níquel duro químico, a deposição da liga acontece através da reação química ou autocatalítica entre os agentes dissolvidos.
Isto é, Sulfato de Níquel + Hipofosfito de Sódio em solução aquosa. “Quando a peça é imersa nesta solução após pré-tratamento apropriado, todas as suas superfícies são revestidas com camadas totalmente uniformes da liga de níquel-fósforo, independentemente de seu formato geométrico'', destaca o diretor.
As principais vantagens dos revestimentos
O cromo duro possui baixo coeficiente de fricção, assim como, fornece dureza de 600 a 1400 HV.
Sobretudo, o cromo brilhante mais comumente usado varia de 900 a 1100 HV – 67 a 70 Rockwell.
Já o níquel duro químico, fornece um pouco mais de vantagens, segundo o diretor comercial.
Como, por exemplo, adesão: deposita-se sobre qualquer metal ferroso ou não ferroso, inclusive aqueles tratados termicamente ou nitretados.
Tolerância de camada milesimal: não requer usinagem ou retificação posterior. Bem como, penetração total: homogeneidade da camada em qualquer forma geométrica.
Mesmo em peças de geometrias complexas e irregulares, o material deposita-se com uniformidade em cantos vivos e furos, sem a necessidade de retífica e polimento posterior.
De acordo com o Sr. Alberto, os pontos de destaque para diferenciar os revestimentos são a usinagem ou retificação posterior, penetração total e as microfissuras.
Isso porque, o níquel não requer usinagem ou retificação posterior e possui penetração total, que garante homogeneidade da camada em qualquer forma geométrica.
Já o cromo possui camadas com microfissuras, com alta dureza e resistência elevada a desgastes.
Expectativas da empresa para o mercado
A Super Finishing conta com tecnologia avançada, fábrica e laboratórios de análises físico-químicas com equipamentos de ponta. Além disso, a empresa dispõe de profissionais comprometidos com a excelência, atendimento personalizado e a qualidade de produtos que desenvolvam soluções.
Bem como, prestem serviços de primeira linha, com controle de qualidade em cada etapa do processo.
O diretor ressalta que: “São 30 anos de mercado atendendo empresas de pequeno, médio e grande porte, clientes satisfeitos com nossos serviços”.
E finaliza que a tecnologia, conhecimento e compromisso com a excelência: é assim que a Super Finishing se torna referência em tratamento de superfícies, no Brasil e no exterior.
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A incorporação de aditivos colorantes em filmes de polietileno altera a estabilidade do polímero no processo de degradação. Isto é, produtos como sacolas plásticas que utilizam o material, tem o processo de fotodegradação acelerado com os colorantes.
É o que aponta um estudo feito por Letícia Ramos, engenheira de produção e Vinicius Balani, engenheiro de materiais.
A princípio, o estudo analisou o processo em embalagens plásticas nas cores, vermelha, azul, amarela e verde.
A embalagem de cor azul, mostrou um forte efeito na aceleração da degradação do polímero, enquanto que o colorante vermelho apresentou um efeito de estabilização.
Efeitos menos intensos de aceleração da degradação e de estabilização também foram observados para os colorantes amarelo e verde, respectivamente.
Contudo, os resultados gerados pelo estudo podem servir como parâmetro para a preparação de materiais poliméricos com maior ou menor estabilidade frente à degradação.
Isso dependerá, exclusivamente, da finalidade desejada.
Como aditivo colorante influencia no processo de fotodegradação?
De acordo com o estudo, a degradação dos polímeros leva a efeitos consideráveis em muitas propriedades do material.
Em particular, as propriedades mecânicas sofrem depreciação acentuada ao longo do processo de degradação.
Nesse sentido, geralmente as mudanças destas propriedades se verificam logo nos primeiros estágios do processo.
Portanto, antes do envelhecimento, o polietileno nas cores amarelo, azul e verde apresentou praticamente o mesmo valor de alongamento na ruptura, em torno de 325%.
Enquanto que, o polietileno vermelho apresentou um valor um pouco abaixo, em torno de 275%.
Sobretudo, estas variações iniciais de propriedades podem ser devidas às mudanças reológicas causadas pela incorporação dos colorantes.
Uma vez que, podem afetar as propriedades mecânicas do material, mas que não necessariamente representam um efeito de degradação.
Os efeitos da degradação do polímero podem ser verificados pela depreciação das propriedades mecânicas do polímero, principalmente alongamento na ruptura, como também na oxidação do material.
Conclusões geradas pelo estudo
O estudo conclui que a incorporação de aditivos colorantes ao polietileno em filmes para embalagens plásticas resulta em efeitos significativos quanto ao desempenho do material frente à fotodegradação promovida pelo envelhecimento acelerado fotoquímico.
Foi destacado que o polietileno contendo o aditivo colorante azul foi o que mostrou maior sensibilidade à degradação.
Assim, sendo que os corpos de prova se fragmentaram totalmente após 168 horas de envelhecimento, com grande depreciação das propriedades mecânicas e oxidação do material.
Por outro lado, o polietileno contendo o colorante vermelho apresentou a maior estabilidade das propriedades mecânicas e de oxidação do polímero durante o envelhecimento acelerado.
Ou seja, mostrando que o aditivo colorante vermelho produz um efeito de estabilização do polímero frente à fotodegradação.
Embora em intensidade menor que nos polietileno azul e vermelho, o colorante amarelo acelerou a degradação do polímero, enquanto que o colorante verde mostrou efeito de estabilização.
Desta forma, o polietileno contendo os aditivos colorantes vermelho ou verde deve ser priorizada para aplicações em que se deseje maior tempo de utilidade do material.
Isso quando exposto a condições de degradação fotoquímica.
Enquanto que o uso do polietileno nas cores azul ou amarelo deve ser preferida para aplicações em que seja importante a decomposição rápida do material após o seu uso, como no caso das embalagens.
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Em 2020, a Krones passou a participar da European Circular Economy Stakeholder Platform, uma iniciativa de empresas e entidades europeias interessadas na economia circular do plástico.
Desde então, a empresa se comprometeu a seguir oito metas que fortalecem essa economia circular e promovem uma maior proteção climática.
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A princípio, as metas foram abordadas ao longo da participação da Krones na feira K 2022, em outubro, na Alemanha.
Conheça a seguir cinco das oito metas assumidas e o que a Krones tem feito para cumpri-las.
Meta 1: compatibilidade rPET
O previsto é que até 2025, será possível, em todas as novas linhas de envase PET da Krones, manusear garrafas feitas com até 100% de reciclados de alta qualidade.
Isto é, sem qualquer prejuízo à qualidade e segurança do produto envasado ou eficiência da produção.
O sistema ErgoBloc, da Krones, já é capaz de processar 100.000 garrafas por hora com materiais totalmente reciclados.
Meta 2: embalagem secundária livre de plástico
A meta 2 prevê o fornecimento da Krones em soluções alternativas de embalagem secundária sem plásticos descartáveis para todos os formatos de embalagens múltiplas de uso comum.
Meta 3: suporte para design de embalagens recicláveis
A Krones utiliza sua expertise tecnológica para apoiar os clientes na concepção de formas de embalagens ideais para reciclagem.
Nesse sentido, a empresa possui uma equipe de especialistas disponíveis para responder a todas as questões relacionadas a Design for Recycling e Design from Recycling.
Meta 4: mudança da produção linear para a economia circular
Os clientes recebem o suporte de que precisam para obter ótimos resultados também nas linhas existentes ao manusear materiais reciclados e/ou renováveis.
Por isso, todos que desejam dar ao produto um design sustentável devem se concentrar em todo o ciclo de vida do produto.
Isso porque, quando se trata de alimentos e bebidas, a reciclagem de embalagens é um critério importante nesse contexto, mas não o único.
A gestão responsável de outros recursos também exerce influência na pegada ecológica do produto.
Portanto, a Krones oferece uma série de soluções e serviços, desde máquinas enviro eficientes em energia até o planejamento e implementação de uma produção 100% neutra em carbono.
Meta 5: fechamentos fixos permanentemente
A Krones oferece equipamentos que permitem o uso das tethered caps (tampas permanentemente presas à garrafa).
Dessa forma, a partir de 2024, as tethered caps deverão ser instaladas em recipientes de plástico não retornáveis na União Europeia.
A Krones realizou, em parceria com produtores de tampas, testes em que os diferentes tipos de tampas amarradas foram examinados em relação à sua processabilidade nas linhas da Krones.
Os testes mostraram que podemos cobrir completamente a demanda relevante com nosso portfólio de produtos atual.
As primeiras linhas de engarrafamento já estão sendo alteradas de acordo com a norma.
Além disso, a Krones recomenda aos clientes que precisam trocar seu kit de qualquer maneira que mudem para um acabamento de gargalo mais curto (e, portanto, com economia de material) de uma só vez.
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Frasco de plástico reciclado
A marca de condimentos Hellmann's, da Unilever, passará a fabricar os frascos de Ketchup com plástico 100% reciclado (resina PET PCR). Assim, se tornando a primeira marca nesse segmento a fazer isso.
A mudança se inicia pelo portfólio de Ketchup da marca e irá avançar com a implementação para os demais itens nos próximos anos de forma gradual.
Isso porque, a empresa está seguindo um plano de desenvolvimento da cadeia visando avanços constantes de implementação de resina reciclada para a marca.
Carolina Riotto, diretora de marketing de Hellmann’s, destaca: “Estamos muito orgulhosos com esse anúncio, o uso de plástico reciclado sempre foi um grande desafio na cadeia alimentícia e é algo que requer investimento”.
Ela ainda pontua que isso é um forte trabalho de educação com consumidores para aceitação e entendimento dessa mudança.
Riotto declara: “Liderando esse movimento com Hellmann’s, estamos dando um grande passo para um futuro mais sustentável e esperamos incentivar a indústria, fornecedores e outras marcas a se juntarem a nós”.
Os novos frascos 100% reciclados de Ketchup Hellmann’s passam por um processo extremamente cuidadoso de produção, que garante a qualidade e segurança dos produtos Hellmann’s.
Por isso, eles são similares aos produzidos com a resina de plástico virgem.
Assim, o consumidor só consegue notar a diferença em função de uma leve alteração de cor no plástico e pelo rótulo, que agora indica o uso de plástico reciclado.
Dessa forma, Hellmann’s pretende retirar 1.000 toneladas de plástico virgem da natureza por ano, no Brasil.
Além disso, um outro objetivo da companhia é adotar embalagens plásticas 100% reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis e coletar e reprocessar mais plástico do que vendem até 2025.
Reciclagem infinita
A Samsara Eco, uma startup australiana que usa enzimas para quebrar o plástico, levantou US$ 54 milhões de AUD (cerca de US$ 34,7 milhões) em financiamento da Série A.
A empresa planeja construir sua primeira instalação de reciclagem de plástico em Melbourne ainda este ano, com a meta de produção em grande escala até 2023.
A princípio, a tecnologia baseada em enzimas da empresa decompõe os plásticos em seus blocos de construção molecular para se transformar em novos produtos plásticos.
O que por sua vez podem ser decompostos novamente, criando o que Samsara chama de reciclagem infinita de plástico.
Sobretudo, o novo financiamento da Samsara será usado para expansão, construindo sua biblioteca de enzimas que comem plástico e financiando sua primeira instalação comercial.
Que se espera que seja capaz de reciclar infinitamente 20.000 toneladas de plástico a partir de 2024.
Além disso, a empresa aumentará sua equipe de engenharia e expandirá operações na Europa e América do Norte.
A Samsara também se prepara para o lançamento de sua primeira embalagem reciclada enzimaticamente, em parceria com o Woolworths Group.
A embalagem estará nas prateleiras dos supermercados da Woolworths no próximo ano, levando a empresa em direção à meta de reciclar 1,5 milhão de toneladas de plástico por ano até 2030.
O Woolworths Group se comprometeu a transformar as primeiras 5.000 toneladas de plástico reciclado Samsara em embalagens para sua marca de produtos, como legumes e bandejas de padaria.
PCR no e-commerce
O segundo semestre de 2022 marca o início do uso de plástico reciclado pós-consumo (PCR – Post-Consumer Resin) em envelopes de segurança utilizados para as entregas de mercadorias do e-commerce brasileiro.
Em julho, as primeiras embalagens fabricadas com PCR foram entregues para alguns dos grandes marketplaces nacionais e para marcas que buscam apresentar ações de sustentabilidade para os clientes.
Portanto, é a primeira vez neste setor que resinas plásticas oriundas do ecossistema de reciclagem voltam para a cadeia produtiva como matéria-prima.
Gerando a fabricação de novos produtos e a utilização novamente como embalagens de segurança.
A primeira marca a usar os envelopes de segurança com plástico PCR foi a Amazon.
A Vértice Embalagens, com fábrica na cidade de Colombo na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entregou os primeiros lotes em julho.
Na sequência, a novidade chegou para outras marcas como a Troc, de moda sustentável, e para a Marisa, de moda feminina.
Sobretudo, a entrada do PCR nas embalagens flexíveis de e-commerce é uma notícia aguardada há tempos neste mercado, que via o plástico PCR, até então, em embalagens secundárias como sacolas e sacos de lixo.
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As micros e pequenas indústrias brasileiras tiveram mais facilidade para adquirir insumos, produzir e contratar no terceiro trimestre de 2022. Isso porque, de acordo com o Panorama da Pequena Indústria, da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a compra de insumos não é um dos principais problemas citados por pequenos empresários.
Isto é, quando comparado ao relatório deste período, no ano passado, a preocupação com matérias-primas caiu de 38,3% para 25% entre os empresários do setor extrativista.
Já na área de construção civil, foi de 50% para 24% entre os responsáveis por pequenas indústrias.
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Nesse sentido, a analista de Políticas e Indústria da CNI Paula Verlangeiro, pontua que o problema da falta ou do alto custo da matéria-prima não deixou de existir.
Ela explica: "Foi menos assinalado no terceiro trimestre pelas pequenas indústrias. A expectativa é que (essa preocupação) recue ainda mais no fim de 2022".
No entanto, o pequeno industrial não pode comemorar quando o assunto aborda os pagamentos de impostos e a busca por empréstimos.
Isso porque, ainda de acordo com Verlangeiro, na indústria extrativa, "a dificuldade mais recorrente é a elevada carga tributária, e na indústria da construção são as taxas de juros elevadas". A Selic, atualmente, está em 13,75%.
A queixa do setor de transformação
Enquanto os setores de extrativismo e construção civil celebram a aquisição de matérias-primas, a indústria de transformação cita essa demanda como a principal queixa entre os empresários.
De acordo com a pesquisa da CNI, 40,5% dos representantes deste setor citam esse ponto como o principal problema.
O índice de preocupação, porém, diminuiu em comparação com o levantamento do segundo semestre.
A princípio, o momento apontava que 51,8% dos empresários da indústria de transformação citaram a aquisição de insumos como o principal problema na área.
Além disso, a elevada carga tributária também preocupa esse setor, ficando em segundo lugar no ranking do Panorama da Pequena Indústria.
O otimismo das pequenas indústrias
O fato de o desempenho das pequenas indústrias no trimestre superar o do ano anterior faz com que os empresários deste setor se mostrem otimistas.
Ao analisar os últimos doze meses, o resultado para a confiança oscilou, mas sempre acima da média histórica (53,0 pontos).
Ainda mais, o Índice de Perspectivas das empresas industriais de pequeno porte também segue acima da média histórica, registrando 50,8 pontos em outubro.
Quando comparamos os dois indicadores com o mês anterior (setembro), houve queda dos índices.
Porém, por estarem acima da linha de 50,0 pontos, a conclusão ainda é que os empresários de pequeno porte seguem otimistas e com perspectivas positivas.
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Até amanhã, representantes da indústria plástica discutirão os rumos e tendências do setor. Isso porque, está acontecendo desde segunda-feira (07), o II World Plastic Connection Summit, no hotel Blue Tree Premium Alphaville, em Barueri, São Paulo.
A princípio, o tema deste ano é “Inovação, Design e Sustentabilidade como diferenciais globais do setor de plástico transformados brasileiro”.
Uma das partes de destaque do World Plastic Connection Summit é um seminário técnico internacional.
Isto é, esse seminário aconteceu entre o primeiro e segundo dia de evento, e nele falam profissionais de várias partes do mundo que são referência na área, como a designer finlandesa Sussana Bjorklund.
O evento acontece tanto presencial quanto online, e é transmitido em três idiomas, sendo eles português, espanhol e inglês.
Além disso, também serão lançados o guia internacional de tendências e cores 2023 e o anuário internacional 2022 com dados setoriais internacionais e informações das associadas ao Think Plastic Brazil.
O Think Plastic Brazil é o responsável pela iniciativa de promover o World Plastic Connection Summit, a fim de promover o segmento plástico no mercado internacional.
Mais sobre a programação
Na segunda edição do World Plastic Connection Summit, também tem uma premiação internacional.
Que é realizada com o objetivo de valorizar empresas que estão investindo no processo de internacionalização. Na atual edição há nova categoria, voltada ao design sustentável.
Sobretudo, o projeto comprador também integra a agenda e receberá importadores para reuniões com brasileiros associados ao Think Plastic nos dias 9 e 10 de novembro no local do evento.
São cerca de 10 mil importadores presentes no evento.
Na edição de 2021 o evento registrou mais de 13 mil acessos de 54 países, com 130 empresas brasileiras participantes.
Para participar na edição deste ano ou ter mais informações sobre a realização do evento, acesse o site do 2º World Plastic Connection Summit.
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Sendo uma das promessas para revolucionar a indústria tecnológica, o grafeno garante aos polímeros excepcionais propriedades térmicas, mecânicas e elétricas. Isso porque, o material é leve, transparente, resistente e flexível.
Além disso, o material ainda é um ótimo condutor de eletricidade e é considerado 200 vezes mais resistente que o aço.
O grafeno é um material bidimensional, tendo uma espessura monoatômica. Segundo Michelle Costa, pesquisadora do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnologias), ele tem a espessura de um átomo.
Leia mais:
Ela ainda pontua as características desse material, sendo elas:
Flexibilidade;
Impermeabilidade a moléculas e íons;
Resistência ao impacto e à flexão;
Excelente condutor térmico e elétrico;
Elevada transparência;
Partindo disso, a pesquisadora destaca: "Graças a todas estas qualidades, o material pode ser aplicado com muita versatilidade em várias áreas, inclusive na polimérica".
A princípio, uma das principais vantagens da incorporação do grafeno em polímeros é a obtenção de materiais leves com características multifuncionais.
Isto é, aqueles que apresentam mais de uma função.
Sob essa perspectiva, Costa explica que: "A formulação dos polímeros consultores aplicados em diversas áreas da indústria é um exemplo disso. Por exemplo, pintura eletrostática, proteção contra descarga de raios e blindagem da radiação eletromagnética".
Aplicações do grafeno na indústria
Com a facilidade de manuseio do grafeno é possível que ele seja usado em quase todos os setores da indústria.
Atualmente, se busca ampliar a aplicação desse material na indústria tecnológica, especificamente nos dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Uma prova de sua eficiência nessa indústria foi em 2011, quando pesquisadores da Northwestern University, nos EUA, criaram uma bateria que mantém o celular carregado por uma semana.
Assim como, a rapidez na internet. Isso porque, em julho do ano passado, pesquisadores da Universidade britânica de Bath e Exeter usaram interruptores ópticos feitos de grafeno.
Com isso, a velocidade da Internet aumentou em 100 vezes mais na transmissão de dados.
Sobretudo, os avanços com o grafeno não se limitam apenas aos eletrônicos. O material deve revolucionar outros setores como o automotivo, naval e náutico, entre outros.
Excelente aditivo para a indústria plástica
Na indústria do plástico, a incorporação do grafeno aos polímeros promete ser um facilitador do processo de extrusão e injeção.
Bem como, na incorporação de maior quantidade de reforço particulado em compósitos.
A pesquisadora do IPT explica que: “Este ganho de propriedade pode estar associado às propriedades intrínsecas do grafeno, como elevada resistência mecânica, elevada condutividade térmica e elétrica”.
Além da permeabilidade a gases, e alta razão de aspecto (relação comprimento/diâmetro).
Entretanto, para se obter o ganho de propriedades esperado, a indústria deve focar em uma dispersão homogênea do grafeno.
Otimizando, assim, a sua interação com o material polimérico.
As aplicações tecnológicas do grafeno são vastas, porém ainda limitadas pela capacidade de produção desse material em larga escala.
Portanto, a incorporação do grafeno em polímeros ainda pode ser pequena e não ter escala, mas as perspectivas são promissoras e em breve estarão limitadas apenas à criatividade e aos desafios dos pesquisadores.
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Com o propósito de enaltecer as boas práticas de aplicação para suprir um novo mercado de alta tecnologia e inovação. A InovaPlastic tem data marcada, a feira acontece entre os dias 14 a 17 de março de 2023, na Expo Center Norte, em Vila Guilherme, São Paulo.
A princípio, a feira é realizada pela parceria entre a RX e a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e recebe o apoio do Sindiplast, SIresp e do INP.
A feira contará com mais de 90 expositores, rodadas de negócios e soluções precisas para a indústria do plástico.
Dessa forma, a InovaPlastic afirma seu compromisso com o público na geração de negócios constantes.
Leia mais:
Promovendo oportunidades de networking nos eventos referentes às indústrias usuárias da matéria-prima.
Como, por exemplo, Fenatran, onde se leva os especificadores da HYUNDAI e FORD para avaliar as inovações dos expositores.
Durante a última edição da InovaPlastic, foi realizado o maior programa comprador internacional em um evento trade.
Tendo a presença de compradores da América Latina, EUA e Canadá, gerando mais de R$ 14,9 milhões.
Outro destaque foi a rodada de negócios com foco na indústria final, onde atraiu a Colgate, AMBEV e BOMBRIL para negociar com os transformadores.
Última edição e o que esperar da próxima
A última edição da feira foi em 2019, o evento contou com mais de 50 mil visitantes e expositores de 17 países.
Ou seja, foi uma gama de novidades e lançamentos feitos ao mercado reunido em um só lugar.
No total do público, vieram visitantes de 39 países, tudo isso para ficar atento às atualizações do mercado plástico.
Além disso, foram mais de mil marcas nacionais e internacionais presentes, adquirindo uma ótima captação de novos clientes e proporcionando novos negócios.
Para a próxima edição, em 2023, a InovaPlastic espera superar esses números e poder gerar ainda mais interação entre o mercado do plástico.
Por isso, em seu catálogo de expositores, a feira já conta com grandes empresas do setor como a Polo Filmes e outras 90 companhias do setor.
Se você deseja se manter atualizado sobre tudo que acontece no setor plástico ou possuir empresa no setor e deseja ser expositora, a InovaPlastic te espera, clique aqui e se inscreva.
InovaPlastic - A inovação que orienta o sucesso
Data: 14 a 17 de Março de 2023
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo/SP - Brasil
Realização: RX e ABIPLAST
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O SENAI elaborou um estudo para estimular mudanças na cadeia produtiva de fabricação até o pós-consumo do plástico. Durante a cerimônia de lançamento na FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), foi apresentado também um roteiro de soluções com metas até 2030.
O estudo tem o intuito de ser o projeto impulsionador para um ciclo de Programas de Estudos de Circularidade em âmbito nacional.
Por isso, a iniciativa é coordenada pelos Institutos SENAI de Inovação em Química Verde (RJ), Polímeros (RS) e Biossintéticos (RJ), e pelo Instituto SENAI de Tecnologia Química e Meio Ambiente (RJ).
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O diretor de Inovação e Tecnologia do SENAI Nacional, Jefferson Gomes, ressalta que: “A aliança firmada entre as empresas buscou alcançar um novo cenário econômico para o setor, alinhado às diretrizes globais de sustentabilidade”.
Economia circular ampliada até 2030
Um conjunto de propostas foram escalonadas, no intervalo de 2024 a 2030, de forma a atender os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU.
Sobretudo, a mais ambiciosa estabelece que as empresas do setor tenham, até 2030, 100% de parceiros que apliquem a economia circular em suas empresas.
O coordenador técnico do estudo, Thiago Santiago Gomes, explica que: “Também está condicionado à meta terem adicionalmente, no mínimo, um parceiro que aplique uma iniciativa relacionada a resíduos”.
Bem como, outro parceiro com iniciativa relacionada à pegada hídrica, outro parceiro com iniciativa relacionada à pegada energética. Além de um outro parceiro com iniciativa relacionada aos plásticos.
A princípio, o instrumento escolhido na elaboração do estudo foi a aliança Agenda Tech, da Plataforma Inovação para a Indústria.
Isto é, para ajudar empresas na aquisição de percepções concretas sobre como elas podem acelerar a transição para uma economia circular.
Além de elencar quais as oportunidades que a acompanham por meio dessa abordagem.
Na avaliação do coordenador técnico do estudo, o trabalho foi impulsionador para as indústrias que de alguma forma se relacionam com o plástico.
Ele destaca: “Trazendo uma visão holística de toda a cadeia e os desafios deste material, que apesar de ser extremamente importante tem sido muito questionado. Neste estudo, que contou com indústrias, universidades e a rede Senai, orientamos ações em pesquisa, capacitação e tecnologia para tornarmos o setor mais circular”.
Circularidade é prioridade para indústria plástica
A ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química) têm como prioridade a economia circular no setor.
Isso porque, entre os objetivos centrais das entidades estão expandir o uso de materiais reciclados e estimular o incremento da reciclabilidade.
Assim como, o uso de novos materiais na indústria. Dados da ABIPLAST apontam que, em 2021, apenas 11,5% dos plásticos fabricados no país foram reciclados.
A ABIPLAST considera que a elevação dos índices de reciclagem passa pela maior disponibilidade de matérias-primas oriundas da coleta seletiva, como sucatas plásticas recicláveis.
Além disso, um outro desafio é capacitar fornecedores como cooperativas e comércio atacadista de recicláveis para atuar corretamente.
Para o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, o momento exige a discussão das novas tecnologias e das novas matrizes energéticas para fortalecer o ambiente de negócios, a indústria e a economia circular 4.0.
Ele ressalta que: “O uso de tecnologias é essencial para solucionar os desafios impostos à cadeia produtiva. É o caso do projeto em que a ABIPLAST e a ABDI estão trabalhando tecnologias de rastreamento, em que já podemos constatar cases de sucesso com embalagens plásticas, obedecendo todos os processos e etapas da economia circular”.
Já para a indústria química brasileira, a economia circular é um componente-chave para o desenvolvimento sustentável.
E por isso, prestigia investimentos em pesquisa e inovação, parcerias com instituições de ensino e o fortalecimento de cooperativas de recicladores.
Promovendo dessa forma a sustentabilidade ambiental, econômica, empresarial e social.
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Para reduzir custos, evitar paradas de produção desnecessárias para ajustes ou consertos de equipamentos, as indústrias têm usado a tecnologia de manutenção preventiva. Isso porque, a partir desse recurso é possível o monitoramento das máquinas.
A princípio, a manutenção preventiva é feita a partir de softwares que monitoram o desempenho das máquinas em tempo real.
Assim, podendo “prever” eventuais necessidades de trocas ou correções de componentes, maximizando a vida útil dos produtos.
Leia mais:
No Brasil, a pioneira neste sistema é a Abecom, líder nacional em soluções de manutenção industrial.
A empresa, que começou a atuar há quase 60 anos na venda de rolamentos, hoje também é a maior distribuidora industrial da SKF no país, há mais de uma década.
Como acontece esse processo?
Para acompanhar o desempenho dos equipamentos de centenas de indústrias em tempo real por meio da manutenção preventiva, a Abecom conta com um centro de inteligência (REP Center) em sua sede em São Paulo.
Nele é comportada uma série de programas que analisam os dados recolhidos à distância em cada planta.
Isto é, entre eles seu software exclusivo de gestão de lubrificaçãoAbecLub – com uma completa plataforma de relatórios em nuvem.
Com essas informações, a Abecom pode atuar de forma consultiva, orientando seus clientes para manutenções preventivas programadas.
O que reduz os custos e aumenta a produtividade das indústrias. Para este trabalho, a empresa conta com uma equipe de mais de 200 colaboradores.
Tendo 60 técnicos e engenheiros – que formam o maior time de especialistas no setor de manutenção industrial, atendendo em todo território nacional.
Segundo Rogério Ezequiel Rodrigues, CEO da Abecom, esses profissionais hoje atuam como ‘multiespecialistas’.
Uma vez que, além de conhecer em profundidade todos os equipamentos e componentes de manutenção industrial, estão habilitados a desenvolver projetos de solução integrada para as linhas de produção, ampliando o valor agregado ao cliente.
Operação da Abecom com os clientes
Sobretudo, a Abecom conta com mais de 40 mil itens de manutenção em estoque, com disponibilidade de entrega no momento de necessidade de cada cliente – 24 horas por dia e 365 dias por ano.
Cada cliente é atendido diretamente pelo seu próprio consultor dedicado (key account) da Abecom.
Além disso, a empresa oferece treinamentos gratuitos e online para as indústrias que contratam seus serviços.
A Abecom é ainda uma das líderes no segmento de serviços premium de manutenção industrial.
Já que podem incluir desde engenharia de aplicação até programas de reduções de custos, documentadas e validadas (cases de sucesso).
Por estas razões, a empresa é reconhecida pela SKF como sua maior distribuidora industrial no país, sendo também a mais premiada por esta multinacional.
A princípio, o Sistema de Gestão da Qualidade da Abecom também é certificado pela norma internacional ISO 9001:15.
O que implica em melhoria contínua dos processos internos, para manter a conformidade, confiança e satisfação dos clientes.
Atualmente, a Abecom atende a mais de 200 grupos industriais por meio do modelo de “contrato personalizado”, prestando serviços em mais de 1 mil plantas fabris.
Além da matriz em São Paulo, a empresa conta ainda com mais um centro de distribuição na capital paulista, unidades em Campinas (SP), Curitiba (PR), uma filial em Belo Horizonte (MG) e atendimento local em várias regiões do Brasil.
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