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Associação apresenta medidas para mitigar os efeitos do COVID-19 para o setor industrial

ABIMAQ apresenta sugestões ao governo para se manter durante o surto da doença

A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) informa que está em contato frequente com o gabinete de crise do Ministério da Economia, a fim de apresentar sugestões com medidas
econômicas emergenciais voltadas às pequenas e média empresas de máquinas e equipamentos, no sentido, mitigar os efeitos deletérios da crise do COVID-19.
A entidade encaminhou três documentos ao governo, com iniciativas que visam manter as empresas financeiramente saudáveis e consequentemente ativas durante o período mais crítico da pandemia de coronavírus, além de visar a manutenção do emprego.
Nas atividades das empresas, a ABIMAQ propõe a utilização dos R$140 bilhões que tem no caixa do BNDES para financiar capital de giro e assim facilitar o pagamento das principais obrigações das empresas, sendo salários, impostos, ou bancos e seus fornecedores.
A ABIMAQ sugere ainda que o BNDES crie uma linha de capital de giro, sem que a sua liberação tenha que passar por banco intermediário. Também uma flexibilização do FGI (Fundo Garantidor para Investimentos) para que as
empresas não precisem apresentar garantias exigidas pelas instituições financeiras que são difíceis de serem atendidas, como os prazos de carência e amortização, taxa de juros e valor de entrada.
Para as empresas que possuem financiamento no BNDES ou no Banco do Brasil, a associação solicitou uma moratória de 90 a 120 dias. Outra ação sugerida, foi a liberação de depósito compulsório que está depositado no
Banco Central, no sentido de aumentar a liquidez das pequenas e média empresas, além de reduzir os altos spreads cobrados nos empréstimos.
A ABIMAQ propôs liberação da obrigatoriedade de CND (Certidão Negativa de Débito), por seis meses, para empresas que procurarem bancos oficiais para renegociar financiamentos. A entidade também solicitou a prorrogação por pelo menos 90 dias de impostos federais e sugeriu ao Governo Federal que peça ao Congresso Nacional, autorização para a ampliação do déficit público.
Com relação a manutenção do emprego, a ABIMAQ está em contato direto com o governo, além do SINDIMAQ (Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas), para negociar com 94 sindicatos no Estado de São Paulo e no
Paraná. As medidas propostas são, parcelamento do salário, lay off, banco de horas de 24 meses, férias coletivas, redução da jornada de trabalho com a redução proporcional do salário e jornada flexível.
Outra sugestão é a postergação por 90 dias dos encargos trabalhistas que incidem sobre a folha de pagamento. Para estimular a demanda, a associação propõe que o governo reative as obras paradas desde o tempo da Lava Jato.
A ABIMAQ acredita que a crise do coronavírus seja passageira e temporária, no entanto, não se sabe exatamente quando termina esse cenário. Então se faz necessário adotar medidas para os próximos 90 a 120 dias.
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