Plástico pelo mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Empresa Colombiana cria tijolos de plástico para construções. Jovem norte-americano desenvolve um tipo de combustível sustentável com resíduos plásticos e Cientistas da Austrália transformam plástico em alimento para microrganismos

A startup Colombiana Conceptos Plásticos fabricou um tijolo feito de 100% de plástico reciclado, o intuito é diminuir os plásticos em locais impróprios e oferecer alternativa acessível à construção.
A ideia nasceu em 2011, quando o arquiteto Óscar Mendez transformou sua pesquisa em blocos modulares que se encaixam como legos. Assim, possibilitando construir casas em até cinco dias. Atualmente, Isabel Gámez lidera a empresa com foco em tecnologia e sustentabilidade.
O tijolo pesa aproximadamente 3 quilos e apresenta medidas semelhantes às de um bloco de argila convencional. Desse modo, proporciona isolamento térmico e acústico, a resistência do material também chama atenção, que suporta terremotos e contém aditivos que retardam a combustão, aumentando a segurança das edificações.
A sua montagem exige apenas um treinamento básico, tornando seu processo acessível e diminuindo os custos das construções em até 40% em comparação aos métodos tradicionais.

O jovem norte-americano Julian Brown, 21 anos, desenvolveu um tipo de combustível para abastecer carros a partir da reciclagem de resíduos plásticos. Brown reside em Atlanta, Estados Unidos.
A inovação, embora parece um filme de ficção científica, tornou-se possível graças à unidade de tecnologia e sustentabilidade. Para chegar a este resultado, o jovem utilizou uma máquina chamada de Plastoline, ou seja, um equipamento para a transformação plástica.
O desenvolvimento deste combustível, porém, levou cerca de cinco anos para aperfeiçoamento, e o resultado deu certo. Surgindo como uma inovação que representa uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis.

Um grupo de pesquisadores australianos encontrou uma forma de reutilizar os plásticos: transformá-los em alimento para microrganismos, transformando resíduos em matéria biológica reutilizável.
O projeto foi criado pelo BIH (Bioplastics Innovation Hub), que busca fechar o ciclo dos resíduos, devolvendo à natureza o que antes a contaminava. A ideia consiste em revolucionar: fazer com que os plásticos voltem a integrar-se nos ecossistemas de forma segura.
Desse modo, a ciência propõe uma nova rota para a sustentabilidade, onde os materiais criados pela indústria não terminem sendo lixo, mas sim recursos para gerar vida.
O processo australiano emprega microrganismos que metabolizam restos de plástico e resíduos orgânicos. Ao realizar essa digestão, os micróbios geram PHA, um bioplástico totalmente biodegradável.
Esse material serve para fabricar embalagens e produtos sustentáveis e, ao fim de sua vida útil, se decompõem naturalmente, sem liberar resíduos tóxicos. Assim, integra-se ao solo como adubo orgânico, fechando o ciclo ambiental.
Com isso, a inovação impulsiona a economia circular, transformando resíduos em novos recursos e diminuindo a dependência da reciclagem convencional e dos combustíveis fósseis.
Além disso, o projeto estimula empregos verdes e o avanço tecnológico, provando que a sustentabilidade pode ser um verdadeiro motor de crescimento econômico.
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