PLA, PS e PET podem se deformar em moinhos inadequados, causando perdas e atrasos
Na indústria de termoformagem, plásticos termossensíveis como PLA, PS e PET apresentam um desafio significativo: eles podem se deformar, derreter ou perder propriedades se processados em moinhos inadequados.

Isso acontece, geralmente, porque equipamentos antigos ou não especializados aplicam força excessiva. O que, consequentemente, gera calor e diminui a distribuição uniformemente do material, resultando em perdas e defeitos nos granulados.
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Entre os principais impactos do uso de máquinas antigas para termoformagem, destaca-se a baixa eficiência na moagem do plástico. Na prática, as indústrias lidam com desafios desde o chão de fábrica até com posicionamentos no mercado.
Desperdício de material, aumento de custos e atrasos na produção dos plásticos, além de gargalos produtivos, também revelam como a ineficiência de máquinas prejudica a imagem das empresas. Além de trazer problemas na gestão dos resíduos.
As sobras deformadas plásticas limitam o seu uso, já que não acontece a reutilização direta. Assim, compromete a qualidade do produto final, gerando perdas de material e representando problemas de segurança e conformidade para a indústria.

Somado a todos estes possíveis impactos, o risco de contaminação aumenta também aumenta significativamente. Enquanto isso, a inconsistência no tamanho dos granulados afeta nas etapas seguintes de produção, como moldagem ou extrusão. Granulados irregulares, também entopem roscas e bicos, tornando o fluxo desigual do material fundido.
O que provoca bolhas, falhas dimensionais ou deformações nas peças finais e até aumenta o desgaste dos equipamentos. Logo, as indústrias notam um maior tempo de manutenção e desperdício de matéria-prima.
Plásticos termossensíveis, como PLA, PS e PET, sem controle de moagem se deformam ou derretem. Isso acontece porque partículas de tamanho irregular ou excesso de finos aquecem de forma desigual durante o processamento.
Quando a moagem não está controlada, os pedaços ficam irregulares ou muito pequenos. Isso faz com que algumas partes aqueçam rápido demais e outras não derretam direito, deformando o material. Como resultado, o plástico perde qualidade e se torna inutilizável, aumentando o desperdício de matéria-prima
Além disso, granulados irregulares afetam diretamente as etapas seguintes da produção, como moldagem e extrusão. Como resultado, o fluxo do material fundido se torna desigual, provocando bolhas, falhas dimensionais e deformações nas peças finais, ao mesmo tempo em que aumenta o desgaste dos equipamentos e o tempo de manutenção.
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