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Arrecadação de tampinhas plásticas ajudam crianças com câncer, plástico se dissolve em água salgada e garrafas PET transformadas em vassouras

Arrecadação de tampinhas plásticas ajudam crianças com câncer, plástico se dissolve em água salgada e garrafas PET transformadas em vassouras Parceria entre Fuplastic e a ONG Tampinhas que curam gera recursos para o tratamento de crianças com câncer  Fuplastic compra as tampinhas plásticas arrecadas pela ONG Tampinhas que curam para contribuir com o tratamento de […]

Arrecadação de tampinhas plásticas ajudam crianças com câncer, plástico se dissolve em água salgada e garrafas PET transformadas em vassouras

Parceria entre Fuplastic e a ONG Tampinhas que curam gera recursos para o tratamento de crianças com câncer 

Tampinhas plásticas

Fuplastic compra as tampinhas plásticas arrecadas pela ONG Tampinhas que curam para contribuir com o tratamento de crianças com câncer e no acolhimento das famílias. Depois das compras, a companhia, especializada em construções sustentáveis, transforma as tampinhas em blocos modulares e outras estruturas para construção. 

No período de cinco meses, a Fuplastic recebeu caminhões com 2,4 milhões com tampinhas plásticas, equivalente a 60 toneladas de material. Este reaproveitamento de tampinhas ajuda a reduzir o uso de recursos novos e diminui os resíduos plásticos. Assim, contribui para a preservação ambiental. 

Diante disso, Bruno Frederico, CEO da Fuplastic, ressalta: “A Fuplastic nasceu para dar um novo propósito ao plástico. E essa parceria com a ONG Tampinhas que Curam é um exemplo claro de como a economia circular pode gerar benefícios concretos, tanto ambientais quanto sociais. Estamos inovando com responsabilidade, criando soluções inteligentes que impactam positivamente a sociedade e o meio ambiente.”

O projeto Tampinhas que curam, por sua vez, foi idealizado em 2021 por Fernanda de Lucca. E surgiu a partir de sua experiência pessoal com o filho, Lorenzo, diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda tipo B. Assim, ao longo do tratamento, Fernanda percebeu de perto os desafios financeiros que tantas famílias enfrentam para arcar com remédios e deslocamentos.

Além de oferecer uma forma acessível e ambientalmente responsável de ajudar, a campanha de arrecadação de tampinhas plásticas permite gerar recursos concretos para o tratamento de crianças. Com foco em crescimento, a ONG atualmente recolhe cerca de 15 toneladas de tampinhas por mês e trabalha para ampliar essa coleta em 50% até 2025. 

Desse modo, alcançando também novas regiões, como o Nordeste. Somente em 2024, reciclou quase 98 toneladas de tampinhas e três toneladas de lacres. Destinando todo o valor ao custeio de exames, medicamentos e outras necessidades essenciais dos pacientes.

Cientistas criam plástico que se dissolve na água salgada

Plástico que se dissolve em água salgada

Um estudo publicado na revista Science apresenta um novo tipo de plástico chamado “plásticos supramoleculares”. Esta solução se destaca por sua resistência e versatilidade, mas, sobretudo por se dissolver na água salgada. 

O segredo deste desenvolvimento está em sua composição, isso porque o plástico conta com dois principais elementos: hexametafosfato de sódio e sulfato de guanidínio. O primeiro encontra-se em alimentos e produtos de limpeza, enquanto o segundo tem composição à base de sal.

Assim, quando os dois compostos se dissolvem em água criam uma rede molecular densa, unida por forças chamadas “pontes salinas”. Em seguida forma-se uma rede moldável em filmes, recipientes e objetos impressos em 3D. Desse modo, a partir desta estrutura cria-se diferentes produtos plásticos. 

O diferencial do material é sua reação à água salgada. Assim que entra em contato com o mar, suas moléculas se rompem, provocando a desintegração. O produto retorna a componentes simples, rapidamente absorvidos por bactérias marinhas. Filmes finos somem em poucas horas; pedaços mais grossos, em poucos dias.

Além disso, o novo plástico não exige condições específicas para se decompor. Em contato com o mar, ele reage naturalmente, justamente no local onde o lixo plástico mais se concentra.

Fora do oceano, o material também evita impactos a longo prazo.Se enterrado, ele se decompõe em compostos orgânicos, o que impede a formação de resíduos sólidos persistentes no solo. Além de ecológico, o plástico apresenta segurança: não é tóxico, não é inflamável e não emite CO₂. Por fim, a estrutura permite remodelagem acima de 120 °C, assim como ocorre com os termoplásticos convencionais.

Apesar dos avanços, a adoção em larga escala ainda exige tempo. As indústrias precisam adaptar suas linhas de produção e reconhecer os benefícios ambientais e comerciais do novo plástico. Além disso, custos, durabilidade e reciclagem ainda demandam mais estudos e testes em diferentes cenários.

Petrópolis transforma garrafas PET em vassouras em ação sustentável

Transformação de garrafas PET em vassouras

A Prefeitura de Petrópolis, por meio da Comdep, promove uma ação que une sustentabilidade e conscientização ambiental: a transformação de garrafas PET em vassouras. No Centro de Triagem Anderson Manoel Palma, em Siméria, moradores podem trocar 24 garrafas PET por uma vassoura reciclada, produzida pelos próprios funcionários da companhia.

Assim, o ponto de troca funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, e integra as atividades de coleta seletiva. Em seguida, as garrafas recebidas passam por triagem, limpeza e um processo de fabricação, resultando em vassouras duráveis e reutilizáveis.

Em relação a este projeto, o prefeito Hingo Hamme destaca: “Essa é uma iniciativa que mostra como é possível reaproveitar materiais e, ao mesmo tempo, oferecer um retorno direto à população. Estamos incentivando a coleta seletiva de forma prática, com resultado visível para quem participa.”

Portanto, além de beneficiar diretamente a população, as equipes de varrição da Comdep também utilizam as vassouras produzidas. Dessa forma ajudando a suprir a demanda interna da companhia com material reciclado e de baixo custo.

Nesse sentido, a presidente da Comdep, Fernanda Ferreira, pontua: “Na Comdep, coletamos e separamos essas garrafas para transformá-las em vassouras. Com tecnologia e reciclagem, damos um novo propósito ao plástico. É uma ação que reduz o lixo e contribui para o cuidado com o meio ambiente.”

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