Com capacidade para reciclar 22 toneladas de plástico por mês, a Maximu’s Embalagens Especiais adquiriu uma extrusora recicladora localizada em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. Dessa forma, a empresa busca impulsionar a logística reversa e a economia circular. A princípio, com o processo, 100% dos resíduos voltam como matéria-prima para a fabricação de plástico […]
Com capacidade para reciclar 22 toneladas de plástico por mês, a Maximu’s Embalagens Especiais adquiriu uma extrusora recicladora localizada em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. Dessa forma, a empresa busca impulsionar a logística reversa e a economia circular.
A princípio, com o processo, 100% dos resíduos voltam como matéria-prima para a fabricação de plástico bolha.
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Márcio Granizo, diretor da empresa, ressalta: “Por mais difícil que possa parecer lidar com esse material, a logística reversa, ou seja, o retorno do material descartado à cadeia produtiva, é possível, basta ter um projeto e planejá-lo”.
Na extrusora recicladora, os resíduos são transformados em resina de polietileno reciclado.
A partir disso, pode dar origem ao filme de polietileno para produção de plástico bolha e outros itens de proteção.
Sobre o plástico, o diretor da Maximu’s destaca: “Durável, reciclável e presente em mais de 95% da matriz industrial, o plástico é um material muito apto para a implementação da economia circular”.
Sobretudo, somando o valor da recicladora com as adequações de estrutura para comportá-la, se investiu mais de R$ 1 milhão.
Além disso, o equipamento também passou por adaptações, já que o polietileno expandido é de difícil reciclagem, por ser muito leve e conter muito ar.
Segundo Grazino, antes da aquisição da recicladora, se vendiam as aparas plástica para sucata.
Ele explica: “Agora, deixamos de vender esse material no mercado, o que depois custaria para voltar para nós como matéria-prima reciclada”.
Atualmente, fazendo o próprio processo de reciclagem, a Maximu’s Embalagens consegue viabilizar o ciclo de reaproveitamento em, aproximadamente, 48 horas. “Quando era feito por terceiros, levava 40 dias”, conta Grazino.
Energia solar para o funcionamento da recicladora
A ideia da Maximu’s para o primeiro semestre de 2023 é a geração de energia solar para o funcionamento da recicladora.
Granizo destaca que :“As sobras de plástico são tratadas como lixo, mas elas não são e podem voltar ao processo de fabricação, impulsionando a logística reversa e a economia circular”.
Para ele, esse processo é responsável, principalmente, pelo cuidado do meio ambiente, vital para toda a sociedade.
Por fim, o diretor conclui: “Nossa ideia é ter um centro próprio de reciclagem que se mova com energia limpa”.
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