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Setor de materiais compósitos apresenta queda

Um levantamento realizado no ano de 2016 apontou que o setor brasileiro de materiais compósitos, que é um tipo de plástico de alta performance, teve uma queda de 4% em relação ao ano anterior, com faturamento de R$ 2,550 bilhões. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

Os compósitos são materiais que resultam da combinação entre polímeros e reforços e são conhecidos por sua resistência mecânica e química. Podem ser encontrados em mais de 50 mil aplicações em todo mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

O presidente da ALMACO, Gilmar Lima, conta que o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. “Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de, praticamente, todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos”, comenta.

O estudo da ALMACO aponta que das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, a divisão é a seguinte: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil), e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.

Esse levantamento aponta novidades com alguns dados da América Latina. Conforme o estudo, os setores que mais consomem esses materiais é o de saneamento/corrosão (32%), construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%).

Para 2017, de acordo com a pesquisa da ALMACO, a situação continua em baixa. O faturamento previsto do setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões, com nova queda de 4%, e o consumo de matérias-primas deve reduzir 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.

 

Fonte: Redação – Agência IN

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